Por que mesmo após 2000 anos o povo Judeu ainda não aceita Jesus como o Messias prometido O que leva milhões de pessoas conhecidas por sua devoção às escrituras a rejeitar aquele que muitos consideram o cumprimento das profecias prepare-se para uma jornada fascinante pelos meandros da Fé história e interpretação bíblica que revelará a verdadeira razão por trás dessa rejeição milenar para compreender plena ente a rejeição Judaica de Jesus como o Messias é crucial examinar o contexto histórico do primeiro século em que Ele viveu a Judeia estava sob o domínio do Império Romano uma situação que gerava
intensa insatisfação entre o povo Judeu a ocupação Romana não era apenas uma afronta à autonomia política de Israel mas também uma ameaça constante à pureza Religiosa e cultural do Povo neste cenário de opressão e tensão surgiram diversos movimentos messiânicos e revolucionários muitos judeus ansiavam pela vinda de um líder ungido por Deus o Messias que os libertaria do jgo romano e restauraria a glória do reino de Davi as expectativas messiânicas eram variadas mas geralmente incluíam a ideia de um rei poderoso e um Libertador militar é importante notar que o conceito de Messias no judaísmo do primeiro
século Não era uniforme diferente tin diferentes expectativas os fariseus por exemplo esperavam um líder que restaurasse a observância estrita da Lei os essênios uma comunidade acética aguardavam o Messias sacerdotal os zelotes por sua vez buscavam um líder militar que liderasse uma revolta contra Roma no CNE da rejeição Judaica a Jesus como Messias está uma profunda confusão entre as profecias à primeira e à segunda vinda o antigo testamento está repleto de profecias messiânicas algumas das quais Jesus cumpriu em sua primeira vinda Ele nasceu em Belém Miqueias 52 descendeu de Davi segundo Samuel 7 12 a 13
realizou Milagres Isaías 35 5 a 6 e sofreu conforme previsto Isaías 53 contudo muitas outras profecias permanecem não cumpridas aos olhos judaicos estas incluem o estabelecimento de um reino de paz mundial Isaías 2:4 a reunião de todos os judeus em Israel Jeremias 23 5 a 8 e a reconstrução do templo Ezequiel 37 26 a 28 a ausência desses eventos durante o ministério terreno de Jesus levou muitos a questionarem sua identidade Messiânica o mal entendido reside no fato de que os profetas do antigo testamento não vislumbraram um intervalo entre a primeira e a segunda vinda do
Messias para eles todas as profecias messiânicas seriam cumpridas em um único evento grandioso consequentemente quando Jesus veio e não realizou tudo o que estava previsto muitos judeus concluíram que ele não poderia ser o Messias prometido essa confusão persiste até hoje e continua sendo um dos principais obulos para a aceitação de Jesus como o Messias entre os judeus a teologia Cristã que distingue entre a primeira vinda de Jesus focada na redenção espiritual e sua segunda vinda quando todas as profecias serão plenamente cumpridas não encontra paralelo na escatologia Judaica tradicional intimamente ligada à confusão sobre as vindas
do Messias está a questão da divindade de Jesus um conceito que se choca frontalmente com o monoteísmo estrito do judaísmo no coração da Fé Judaica está o shemá uma declaração fundamental encontrada em Deuteronômio 6 4 a 5 ouve ó Israel o Senhor nosso Deus é o único Senhor esta afirmação da unicidade Absoluta de Deus é o Pilar central do Judaísmo as afirmações de Jesus sobre sua divindade eram vistas como blasfêmia pelos líderes judeus quando Jesus declarou Eu e o pai somos um João 10:30 ou antes que Abraão existisse eu sou João 8:58 ele estava aos
olhos dos judeus violando o princípio mais sagrado de sua fé a ideia de que Deus pudesse se tornar homem ou que um homem pudesse ser Deus era simplesmente inconcebível na teologia Judaica tradicional é importante notar que o conceito de Encarnação Divina Central parao olia não tem precedentes no judaísmo enquanto os judeus acreditavam que Deus poderia se manifestar de várias formas como na sarça ardente ou na nuvem no deserto a ideia de Deus assumindo forma humana permanentemente era considerada uma diminuição da transcendência e imutabilidade divinas a adoração de Jesus por seus seguidores e sua aceitação de
títulos divinos como quando Tomé o Chamou de meu senhor e meu Deus João 20:28 eram vistas como uma forma de idolatria para os Judeus adorar qualquer coisa ou qualquer um além do Deus único era uma violação grave do primeiro mandamento os fariseus e os escribas haviam desenvolvido um elaborado sistema de leis e tradições orais que segundo eles ajudavam a interpretar e aplicar a lei de Moisés essas tradições eram consideradas quase tão sagradas quo a própria lei escrita Jesus no entanto frequentemente desafiava essas tradições argumentando que elas Às vezes obscure o verdadeiro propósito da lei de
Deus um exemplo notável é encontrado em Mateus 15 1 a 20 onde Jesus critica os fariseus por se concentrarem em rituais de purificação externa enquanto negligenciam a pureza do coração ele declarou que não é o que entra pela boca que contamina o homem mas o que sai da boca Isto sim contamina o homem Mateus 1511 é crucial entender que na Perspectiva Judaica do primeiro século a observância meticulosa da Lei e das tradições era vista como o meio principal de agradar a Deus e manter a santidade do povo a abordagem de Jesus que enfatizava a intenção
por trás da lei em vez de sua observância literal era radical e potencialmente desestabilizadora para muitos Além disso as ações de Jesus muitas vezes pareciam violar diretamente as leis sabáticas ele curou no sábado Lucas 131 a 17 e permitiu que seus discípulos colhem grãos nesse dia Mateus 12 1 a 8 para os líderes religiosos essas ações eram uma afronta direta à Santidade do sábado um dos pilares da identidade judaica a abordagem de Jesus à lei e às tradições não era de rejeição mas de reinterpretação e cumprimento ele afirmou não pensem que vim abolir a lei
ou os profetas não vim abolir mas cumprir Mateus 5:17 no entanto sua interpretação da Lei focada mais no espírito do que na letra era radical demais para muitos de seus contemporâneos um aspecto crucial da expectativa Messiânica judaica era a restauração do reino de Israel e a libertação do julgo estrangeiro no tempo de Jesus o povo Judeu vivia sob o domínio opressivo do Império Romano ansiando pela vinda de um líder poderoso que os libertasse e restabelecesse a glória do reino de Davi as profecias do Antigo Testamento falavam de um Messias que governaria com justiça e poder
derrotando os inimigos de Israel e estabelecendo um reino de paz e prosperidade passagens como Isaías 9 6 a 7 e Jeremias 23 5 a 6 pintavam um quadro de um governante poderoso sentado no trono de Davi Jesus no entanto não correspondeu a essa expectativa de um Libertador político e militar quando declarou Meu Reino não é deste mundo João 18:36 ele estava efetivamente rejeitando o papel de um Messias político que muitos esperavam sua ênfase em um reino espiritual e sua mensagem de amor aos inimigos Mateus 5:44 estavam em desacordo com as expectativas de um líder que
expulsaria os romanos pela força é importante contextualizar essa rejeição do domínio político no cenário histórico da Judeia do primeiro século a região havia experimentado uma série de revoltas fracassadas contra o domínio romano e a tensão polí era palpável a expectativa de um Messias guerreiro que lideraria Israel a vitória contra seus opressores era profundamente arraigada na psique Nacional a submissão de Jesus à autoridade Romana exemplificada em sua famosa declaração dai A César o que é de César e a Deus o que é de Deus Marcos 12:17 foi vista por muitos como uma capitulação inaceitável ao poder
estrangeiro a ição de Jesus uma punição Romana foi o Golpe Final para aqueles que esperavam um Messias vitorioso e Poderoso esta discrepância entre as expectativas de um reino político terreno e a realidade do ministério de Jesus continua sendo um obstáculo significativo para muitos judeus a ideia de um Messias que sofre e morre em vez de conquistar e governar permanece um conceito difícil de reconciliar com a visão tradicional Judaica do papel do Messias a crucificação de Jesus representa Talvez o maior obstáculo para a aceitação Judaica de sua messianidade na mentalidade Judaica do primeiro século a ideia
de um Messias crucificado era não apenas incompreensível mas escandalosa a cruz um instrumento de execução Romano reservado para os piores criminosos era vista como um símbolo de maldição e vergonha o apóstolo Paulo ele próprio um judeu fariseu antes de sua conversão reconheceu este dilema quando escreveu mas nós pregamos a Cristo crucificado que é escândalo para os judeus e loucura para os gentios primeira Coríntios 1 23 a crucificação de Jesus parecia contradizer diretamente as expectativas de um Messias poderoso e vitorioso é crucial entender o significado teológico e cultural da no contexto judaico a lei de Moisés
declarava explicitamente que aquele que for pendurado no Madeiro é maldito por Deus Deuteronômio 21:23 para muitos judeus a morte de Jesus na cruz era uma prova conclusiva de que ele não poderia ser o Messias prometido por Deus como poderia o ungido de Deus sofrer uma morte tão ignominiosa e maldita a interpretação cristã da Cruz como um ato de expiação sacrificial Pelos Pecados da humanidade também era difícil de conciliar com a teologia Judaica tradicional embora o sistema sacrificial do Antigo Testamento incluísse a expiação pelo pecado a ideia de que o Messias ele mesmo seria o sacrifício
final era um conceito estranho e perturbador para muitos judeus o conceito de um Messias sofredor não era completamente ausente no pensamento judaico do primeiro século alguns estudiosos argumentam que a ideia de um Messias bem José Messias filho de José que sofreria e morreria existia ao lado da expectativa mais comum de um Messias Ben Davi Messias Filho de Davi Triunfante no entanto a ideia de que o Messias sofreria uma morte vergonhosa por crucificação permanecia profundamente problemática esta pedra de tropeço da Cruz continua sendo um dos principais pontos de divergência entre o Judaísmo e o cristianismo enquanto
os cristãos veem a cruz como o ápice do plano Redentor de Deus muitos judeus continuam a vê-la como um obstáculo insuperável para aceitar Jesus como o Messias prometido enquanto os cristãos veem numerosas profecias do Antigo Testamento como cumpridas em Jesus os judeus frequentemente interpretam essas mesmas passagens de maneira diferente um exemplo clássico é a interpretação de Isaías 53 o famoso Capítulo do servo sofredor os cristãos veem nesta passagem uma descrição Profética Clara do sofrimento e morte de Jesus no entanto muitos intérpretes judeus tradicionalmente entendem Este texto como uma referência ao povo de Israel como um
todo sofrendo Pelas Nações e não como uma profecia sobre um indivíduo específico é importante notar que a interpretação Cristã de muitas profecias messiânicas difere significativamente da exegese Judaica tradicional por exemplo os cristãos veem a Profecia de Isaías 7 14 sobre uma virgem que dará a luz como uma referência direta ao nascimento virginal de Jesus no entanto a palavra Hebraica alm usada nesta passagem significa mais precisamente jovem mulher e muitos estudiosos judeus argumentam que esta profecia se referia a um evento contemporâneo ao profeta Isaías Outro ponto de divergência está na interpretação de profecias como Daniel 9
24 a 27 que os cristãos veem como uma previsão precisa do tempo da vinda do Messias coincidindo com a época de Jesus os judeus por outro lado tem interpretações variadas dessa passagem muitas das quais não apontam para o primeiro século depois de Cristo Além disso há profecias que os judeus consideram não cumpridas por Jesus como a reunião dos exilados de Israel Isaías 11:12 a reconstrução do templo Ezequiel 37 26 a 28 e o estabelecimento de uma era de paz universal Isaías 2:4 a ausência desses cumprimentos durante o ministério terreno de Jesus é vista por muitos
judeus Como uma evidência de que ele não era o Messias prometido é crucial entender que a abordagem hermenêutica Cristã que frequentemente vê um duplo cumprimento das profecias ou interpreta passagens do antigo testamento de forma tipológica não é compartilhada pela exegese Judaica tradicional esta diferença fundamental na interpretação das profecias messiânicas continua sendo uma barreira significativa para o diálogo entre judeus e cristãos sobre a de Jesus a linhagem do Messias é um aspecto crucial das expectativas messiânicas judaicas e a genealogia de Jesus apresenta um desafio interessante Neste contexto de acordo com as profecias o Messias deveria ser
um descendente direto do Rei Davi conforme prometido em segundo Samuel 7 12 a 16 e reiterado em vários outros textos proféticos os Evangelhos de Mateus e Lucas apresentam genealogias de Jesus que traçam sua linhagem até Davi no entanto ambas as genealogias passam por José que é descrito como o pai legal mas não biológico de Jesus Mateus 1 16 é cuidadoso ao dizer Jacó gerou José marido de Maria da qual nasceu Jesus que é chamado Cristo esta formulação evita afirmar que José era o pai biológico de Jesus para a lei judaica tradicional a linhagem Messiânica deve
passar pelo pai biológico a concepção virginal de Jesus embora Central para a teologia Cristã apresenta um dilema para a aceitação Judaica de sua messianidade se José não era o pai biológico de Jesus como ele poderia cumprir a exigência de ser um descendente direto de Davi alguns apologistas cristãos argumentam que Maria também era descendente de Davi e que a genealogia em Lucas pode ser de fato a linhagem de Maria no entanto esta interpretação não é universalmente aceita e o texto Não afirma explicitamente que é a genealogia de Maria Além disso na tradição Judaica a linhagem tribal
e real geralmente passa pelo pai não pela mãe portanto mesmo se Maria fosse descendente de Davi isso não necessariamente qualificaria Jesus como herdeiro do Trono davídico Aos Olhos da Lei Judaica tradicional é importante entender que no judaísmo do primeiro século a observância da Lei não era vista apenas como um conjunto de regras mas como o meio principal pelo qual Israel mantinha sua aliança com Deus A aparente flexibilidade de Jesus em relação a certos aspectos da Lei era profundamente perturbadora para muitos Além disso as declarações de Jesus no Sermão da Montanha onde ele frequentemente dizia vocês
ouviram o que foi dito mas eu lhes digo Mateus 5 21 a 22 27 a 28 etc foram interpretadas por muitos como uma reivindicação de autoridade para modificar ou reinterpretar a lei para os Judeus a ideia de que alguém pudesse modificar ou reinterpretar a lei dada por Deus era extremamente problemática a lei era vista como perfeita e eterna não necessitando de alterações ou ações o ensino de Jesus sobre pureza ritual como em Marcos 7 14 a 23 onde ele declara que nada que entra no homem o torna impuro mas sim o que sai dele parecia
contradizer as leis de pureza detalhadas no Levítico sua abordagem às leis dietéticas e sua Associação com pecadores e pessoas ritualmente impuras também causaram controvérsia a interpretação de Paulo sobre a lei que se tornou fundamental para a teologia Cristã era vista por muitos judeus Como uma rejeição completa da Torá a ênfase de Paulo na justificação pela fé em vez das obras da Lei Gálatas 2:16 parecia minar o papel central da observância da Lei na vida Judaica esta aparente tensão entre os ensinamentos de Jesus e posteriormente de Paulo e a observância tradicional da Lei mosaica continua sendo
um ponto itivo de divergência entre o Judaísmo e o cristianismo enquanto os cristãos veem Jesus como o cumprimento e a realização plena da Lei muitos judeus veem as interpretações cristãs como uma distorção ou abandono dos mandamentos divinos o problema do sofrimento especialmente o sofrimento do povo Judeu ao longo da história apresenta um desafio significativo para a aceitação de Jesus como o Messias na concepção Judaica tradicional a vinda do Messias deveria inaugurar uma era de paz justiça e prosperidade para Israel e para o mundo no entanto a história pós Jesus tem sido marcada por inúmeros Sofrimentos
para o povo Judeu incluindo a destruição do segundo templo em 70 depois de Cristo expulsões perseguições e mais recentemente o holocausto para muitos judeus do mal e do sofrimento no mundo é uma evidência de que a era Messiânica ainda não chegou a te Odisseia ou a justificação de Deus Diante do Mal torna-se particularmente aguda Neste contexto Se Jesus era realmente o Messias como explicar o contínuo sofrimento do povo escolhido de Deus por a redenção Prometida parece ainda não ter se concretizado plenamente o conceito de Redenção no judaísmo é frequentemente compreendido em termos coletivos e históricos
não apenas individuais e espirituais a expectativa é de uma transformação visível e tangível do mundo não apenas uma mudança interna ou uma promessa para o futuro os cristãos frequentemente abordam esta questão falando de uma Redenção em duas etapas uma espiritual já realizada Através da morte e ressurreição de Jesus e uma física material a ser realizada na segunda vinda de Cristo no entanto esta distinção não é facilmente aceita na teologia Judaica tradicional que geralmente espera uma Redenção completa e visível com a vinda do Messias a história das perseguições aos judeus em nome do cristianismo ao longo
dos séculos criou uma barreira adicional como poderia o verdadeiro Messias ter inspirado seguidores que perseguiram e mataram o povo que ele supostamente veio salvar na visão Judaica tradicional embora o Messias fosse trazer bênçãos para todas as nações seu foco primário seria a redenção e exaltação de Israel a ideia de que os gentios poderiam participar plenamente das promessas messiânicas sem se converter ao judaísmo era revolucionária e para muitos perturbadora Jesus embora inicialmente focado em sua missão para as ovelhas perdidas da casa de Israel Mateus 15:24 gradualmente expandiu seu ministério para incluir gentios seus ensinamentos sobre o
reino de Deus muitas vezes sugeriam uma inclusividade que transcendia as fronteiras étnicas e religiosas tradicionais esta tendência universalista foi amplificada pelos primeiros seguidores de Jesus especialmente Paulo a missão de Paulo aos gentios e sua insistência de que eles avam observar a lei mosaica para serem incluídos na comunidade da fé Gálatas 2 11 a 21 eram radicais para muitos judeus da época no contexto do primeiro século a identidade Judaica estava intimamente ligada à observância da Lei e a separação dos gentios a ideia de uma comunidade de fé que incluísse judeus e gentios em pé de igualdade
sem a necessidade de conversão ao judaísmo era profundamente desafiadora para muitos a rápida expansão do cristianismo entre os gentios e a eventual separação entre a igreja e a sinagoga criaram uma situação em que aos olhos de muitos judeus o suposto Messias de Israel Parecia ter fundado uma nova religião primariamente gentílica esta universalização da mensagem Messiânica embora atraente para muitos representava para outros uma diluição ou mesmo uma traição das promessas específicas feitas a Israel a ideia de que os gentios poderiam compartilhar igualmente das bênçãos messiânicas sem se tornarem judeus parecia contradizer as expectativas de que o
Messias exaltar Israel Acima das Nações à medida que o cristianismo se distanciava de suas raízes judaicas tornava-se cada vez mais difícil para os Judeus reconhecerem Jesus como o cumprimento de suas próprias profecias e esperanças messiânicas esta tensão entre o particularismo judaico e o universalismo Cristão continua a ser um ponto de divergência significativo enquanto os cristãos veem a inclusão dos gentios como um cumprimento das promessas de Deus de abençoar todas as nações através de Abraão muitos judeus continuam a esperar um Messias que foque primariamente na redenção e exaltação de Israel no cristianismo o conceito de pecado
original derivado da interpretação de Paulo sobre a queda de Adão e Eva é fundamental esta doutrina sustenta que todos os seres humanos nascem em um estado de Pecado necessitando de Redenção Divina o judaísmo por outro lado não possui uma doutrina equivalente do pecado original embora reconheça a inclinação humana para o mal e etzer rara o judaísmo geralmente vê os seres humanos como nascidos em um estado neutro capazes de escolher entre o bem e o mal a ideia de que toda a humanidade está condenada devido ao pecado de Adão é estranha ao pensamento judaico tradicional esta
diferença fundamental na compreensão da condição humana leva a visões divergentes sobre a necessidade e a natureza da Redenção no cristianismo Jesus é visto como o redentor necessário o único capaz de reconciliar a pecaminosa com Deus no judaísmo a redenção é vista mais em termos de arrependimento individual tchu vá e obediência aos mandamentos de Deus a ênfase Cristã na necessidade de um Salvador Divino para expiar os pecados da humanidade não encontra eco na teologia Judaica tradicional para muitos judeus a ideia de que Deus requer um sacrifício humano mesmo sendo seu próprio filho para perdoar pecados é
problemática e contradiz sua compreensão da misericórdia e do Perdão divinos no judaísmo o perdão dos pecados é alcançado através do arrependimento sincero da oração e de atos de bondade a ideia de que um intermediário Divino humano é necessário para a reconciliação com Deus é vista como desnecessária e potencialmente idólatra o monoteísmo estrito é um pilar fundamental do judaísmo Expresso no shemá ouve ó Israel o Senhor nosso Deus é o único Senhor Deuteronômio 6:4 dizer Em Nome do Pai Filho e Espírito Santo é visto por muitos judeus Como uma violação deste princípio Central embora os cristãos
afirmem que a doutrina não contradiz o monoteísmo argumentando que é uma expressão da natureza complexa de um único Deus esta explicação é difícil de reconciliar com a Judaica tradicional da unidade divina para muitos judeus a ideia de que Deus poderia ser simultaneamente um e três é logicamente contraditória e teologicamente inaceitável a deificação de Jesus em particular é vista como uma forma de idolatria pelo judaísmo a adoração de um ser humano mesmo que se afirme ser a Encarnação de Deus vai contra o segundo dos 10 mandamentos que proíbe a adoração de qualquer coisa além do Deus
único a noção de que Deus poderia se tornar humano ou ter um filho Divino é estranha ao pensamento judaico enquanto o judaísmo reconhece que Deus pode se manifestar de várias formas como na sarça ardente ou na nuvem no deserto a ideia de Deus assumindo forma humana permanentemente é considerada uma diminuição da transcendência e imutabilidade divinas é importante notar que o conceito de Trindade se desenvolveu gradualmente na teologia Cristã ao longo de vários séculos após Jesus para muitos judeus Isso parece ser uma inovação teológica que se afasta significativamente do monoteísmo puro ensinado nas escrituras hebraicas a
divergência na compreensão e aceitação da tradição oral é Outro fator significativo na rejeição Judaica de Jesus como o Messias no judaísmo rabínico a lei oral Torá shebe alp é considerada tão autoritativa quanto a lei escrita Torá she bkav esta tradição oral posteriormente codificada na mishná e no talmud é vista como uma interpretação e aplicação divinamente inspirada da Lei escrita Jesus no entanto frequentemente parecia desafiar ou rejeitar aspectos da tradição oral em várias ocasiões ele criticou os fariseus por colocarem suas tradições acima dos mandamentos de Deus Marcos 7 8 a 13 esta aparente rejeição da autoridade
da tradição oral era profundamente problemática para os líderes religiosos judeus é crucial entender que no judaísmo a tradição oral não é vista como uma adição à lei escrita mas como uma explicação essencial dela a crença é que Moisés recebeu tanto a lei escrita quanto a oral no Monte Sinai e que ambas são necessárias para para a compreensão e aplicação adequadas dos mandamentos de Deus para muitos judeus a aceitação da tradição oral é parte integrante da fé e práticas judaicas a ideia de que alguém pudesse ser o Messias enquanto aparentemente rejeitava uma parte tão fundamental do
Judaísmo era difícil de aceitar a interpretação Cristã das escrituras particularmente das profecias messiânicas muitas vezes Diverge significativamente das interpretações tradicionais judaicas preservadas na tradição oral isso cria uma barreira hermenêutica substancial para a aceitação Judaica das reivindicações cristãs sobre Jesus o cristianismo primitivo especialmente após a separação da Sinagoga desenvolveu suas próprias tradições interpretativas muitas das quais eram estranhas ou inaceitáveis para o judaísmo rabínico isso criou uma diver crescente na compreensão das escrituras entre as duas fés a atitude de Jesus em relação ao templo de Jerusalém e sua predição de sua destruição Marcos 13 1 A2 representa
um outro ponto de controvérsia na aceitação Judaica de sua messianidade na expectativa Judaica tradicional o Messias deveria restaurar e glorificar o templo não prever sua destruição o templo era o centro da vida religiosa o local onde a presença de Deus habitava entre seu povo era o lugar dos sacrifícios das festas e das peregrinações a ideia de que o Messias pudesse prever ou até mesmo aprovar a destruição do templo era profundamente perturbadora para muitos judeus o incidente da Purificação do templo por Jesus Marcos 11 15 a 19 embora muitas vezes interpretado pelos cristãos como um ato
Zeloso de forma pode ter sido visto por muitos judeus contemporâneos como uma ação perturbadora e potencialmente blasfema contra a santidade do templo a interpretação Cristã posterior de que Jesus substituiu o sistema sacrificial do templo através de seu próprio sacrifício na cruz é profundamente problemática do ponto de vista judaico para o judaísmo o sistema sacrificial era uma parte integral do culto ordenado por Deus não há a ser substituído após a destruição do templo em 70 depois de Cristo o judaísmo rabínico desenvolveu formas alternativas de adoração e expiação centrando-se na oração no estudo da Torá e nos
atos de bondade no entanto a esperança de reconstrução do templo permaneceu uma parte importante da escatologia Judaica a destruição do templo em 70 depois de Cristo embora pudesse ser vista como um comento da profecia de Jesus também complicou a questão para muitos judeus a falta de um templo reconstruído é uma evidência de que a era Messiânica ainda não chegou a teologia Cristã que vê Jesus como o cumprimento e a substituição do sistema do templo contrasta fortemente com a expectativa Judaica de um Messias que restauraria e glorificar o templo físico esta divergência fundamental na compreensão do
papel do templo e do sacrifício continua a ser um obstáculo significativo para a aceitação Judaica de Jesus como o Messias como cristãos reconhecemos a complexidade e a sensibilidade das questões que envolvem a rejeição de Jesus como o Messias pela maioria dos judeus embora mantenhamos nossa fé em Jesus como o Cristo prometido é importante abordar este tema com humildade compreensão e respeito acreditamos que Jesus cumpriu as profecias messiânicas de maneiras que transcendem as expectativas humanas sua vida morte e ressurreição inauguraram uma nova era de graça e Reconciliação com Deus não apenas para os Judeus mas para
toda a humanidade vemos nele a realização do plano Divino de Redenção que abrange tanto a salvação espiritual quanto a promessa de uma restauração futura completa ao mesmo tempo reconhecemos que muitas das promessas messiânicas ainda aguardam seu cumprimento pleno atenção entre o já e o ainda não do Reino de Deus é uma realidade que vivemos diariamente entendemos que para muitos de nossos irmãos e irmãs judeus a ausência de uma paz mundial tangível e de uma Redenção visível de Israel torna difícil aceitar que o Messias já veio Existem muitos motivos que não se aqui no vídeo Então
qual deve ser nossa postura de coração em relação aos nossos amigos judeus devemos nos unir a Paulo no Anseio de seu coração para que todo Israel seja salvo anteriormente disse que houve duas vindas de Jesus Cristo e que muitas das profecias sobre o Messias foram cumpridas na primeira vinda mas todas as profecias do Antigo Testamento sobre o Messias que não foram cumpridas na primeira vinda de Jesus serão finalmente cumpridas na segunda vinda de Jesus Cristo especificamente durante o reinado milenar de 1 anos de Jesus onde ele estabelecerá um Reino Terreno e reunirá todos os judeus
colocando Um Novo Coração em seu próprio povo para que queiram adorá-lo e segui-lo Mas essa não é a realidade na primeira vinda essas coisas verão seu cumprimento na segunda vinda de Cristo que ainda não aconteceu gostaria muito de ouvir de você quais são seus pensamentos Quais você acha que são outras razões pelas quais o povo Judeu rejeitou Jesus como o Messias deixe-me saber na seção de comentários abaixo te vejo no próximo vídeo Deus te abençoe