Resumir a cultura do verde em uma frase para mim seria essa: Escolha uma fase da vida para se [ __ ] para não passar a vida toda se [ __ ] Já sei, vou dar uma dica prática porque eu gosto disso de tipo te orientar de uma maneira prática de como implementar a cultura. Você vai pegar o seu papel agora, faz aí. Você vai fazer agora. Manda. Esse exercício é muito importante. Colocar no papel. Coloca no papel. Tipo assim, ó. O que eu falei aqui na curva da IA, a gente tá na três de cinco.
Você tá na um. Você tá na um. Tipo, se você não criou sistemas ainda, não sabe criar agentes, você tá na um. Então o gap é muito rápido. Provavelmente a decisão mais lucrativa para mim de longo prazo seria eu levantar daqui agora, eu saí daqui agora e eu ia aprender agora imediatamente. Isso não é o futuro, isso é realidade. Isso aqui não é futuro. Eu te mostrei, tá acontecendo. Tem que aprender isso aí, cara. Não tem como não aprender, mano. Olha aqui o que o Rafa tá falando. Rafael Milagre. Ele largou tudo para viver de
inteligência artificial. Hoje é fundador do Viver de IA, uma das maiores plataformas de IA do Brasil, que faturou mais de R milhões de reais em apenas 7 meses. Essa parada da planilha para mim já foi revolucionário. Imagina isso com Lovab. Imagina isso com Lovable, eu cloud. Então eu acho que tem muitos outros níveis que eu posso chegar. Mas eu vou dar duas dicas práticas só. Isso aqui, pessoal. Não tem uma empresa no Brasil que não iria se beneficiar só desses últimos 5 minutinhos que a gente falou. Não, não existe porque é muito roubado, velho. [risadas]
É roubado demais. Ainda vai ter muito crescimento ainda, tipo, tá numa hora boa de ir pro mar pegar a onda. Cara, eu tive uma ideia. Você me deu uma ideia. Vamos gerar valor pra galera que ficou até o final. Vamos. Vamos. Qu [ __ ] pessoal. Rafa é muito [ __ ] tá? Nossa, agora eu vi que é desenrolado. Hoje eu vou ter uma conversa com o Rafael Milagre. O Rafael, pessoal, ele largou tudo para se dedicar 100% a aprender a inteligência artificial e hoje ele é fundador do Viver de IA, que é uma das
maiores plataformas de solução e educação e inteligência artificial aqui do Brasil. Ele já tem mais de 2.000 empresas e ele vem crescendo também bastante, tá? Em 2025 ele faturou 21 milhões nos primeiros 7 meses de empresa, mas agora, tá, em 2026, eles já superaram esse faturamento no primeiro quarter do ano e eles estão aí on track para fazer mais de R$ 100 milhões deais agora em 2026. Então, um crescimento absurdo. E nesse episódio, cara, a gente falou sobre como que os empresários podem começar a finalmente, né, aplicar IA de forma prática no dia a dia
para conseguir aumentar lucro e reduzir Custos. E também tá, a gente falou sobre como que ele fez para criar a viverdear, como que ele faz pro pessoal ficar trabalhando lá até uma, duas, 3 horas da manhã na empresa dele e criar essa cultura super forte aí que gerou esses resultados absurdos. Então, cara, se só uma coisa que te interessa, se tu quer aprender aí como usar IA para aumentar a receita, reduzir custos, enfim, ganhar mais dinheiro, eu acho que esse podcast aqui vai ser bem interessante. Tu vai gostar bastante dessa conversa, então vê aí até
o final, beleza? E claro, né, caso tu não conheça, esse aqui é o podcast Segredos da Escala. E a gente traz pessoas aqui que já escalaram suas ofertas, já escalaram seus negócios para que você que tá em casa consiga pegar uma, duas, às vezes três dicas, né? Se o podcast for bom, aplicar no teu negócio e escalar ele também. E esse podcast foi criado pelo Veturb, que é uma empresa que eu, João Campos, ajudei a fundar. O Veturb, pessoal, ele é uma hospedagem de vídeos que foi feita para aumentar a conversão do teu vídeo de
vendas. Já tem mais de 11.000 empresas que usam o VTURB todos os dias nos seus vídeos de vendas. Então, se tu tem um vídeo de vendas, um VSL, um webinário, enfim, tem algum vídeo que vende alguma coisa, tu precisa hospedar ele no Veturb. Se tu fizer isso, tu vai ganhar muito mais dinheiro do que tu ganharia hospedando o teu vídeo em outros lugares. Para te mostrar como que o Vetube funciona, a gente tem aqui na descrição um link do podcast número 81, que eu te mostro passo a passo o que que tu pode fazer no
teu vídeo de vendas para aumentar a conversão dele e também aqui nos comentários, tá? Aliás, na descrição tem um link onde tu vai poder daí criar a tua conta do Veturb, tendo 14 dias de graça para tu aproveitar e aplicar todos esses segredos aí que tem no podcast que eu te falei. É só aí na descrição que tu vai encontrar lá o podcast do Veturb, te mostrando aí como aumentar a conversão do teu vídeo de vendas e também esse Link de 14 dias de graça para usar de fato o Veturb. E também se tu se
cadastrar por esse link, tu vai ter 15% de desconto durante meses. Mas pessoal, chega de conversas aí, tá? Então vamos começar o podcast. Então, com vocês, Rafael Milagre. Rafael Milagre. Um milagre, só um milagre apenas. A, cara, é pior que tu tava fazendo uma piada disso aí recentemente, né, Anderson, que ele falou: "O dia que o Rafael vi aqui vai ser o dia que vai ter um milagre e tu vai ganhar de mim no FIFA". Ele falou alguma palhaçada assim, mas não vai acontecer. Mas, mano, eh, muito obrigado, tá, por tu tá dando um pouco
do teu tempo. Vim aqui para no estúdio aqui do Veturb. tá morando há 3 anos em Floripa, tá se tornando eh manezinho. Ele é uma das pessoas, né, pessoal, que vem para cá para colonizar aqui nossa terra, entendeu? Aumentar o preço do dos imóveis. Mas, cara, obrigado por tu vim. E eu queria começar o podcast, cara, com uma citação que eu vi de um cara que tu conhece aquele colchão, o H Slip, já ouviu falar? Hum. Não é um colchão lá do Vale do Silício que ele é todo inteligente, ele meio que te ajuda a
dormir melhor, tal. Eu até comprei essa [ __ ] aí, tá? Só que eu eu não não testei ainda. Mas ele falou assim, cara, que se tu tá se tu esperar 6 meses para implementar IA na tua empresa, tu não vai estar 6 meses atrasado, porque pelo efeito composto, com a velocidade de desenvolvimento, tu vai estar 6 anos atrasado. Tu que trabalha com isso, tu que é especialista em a, tu acha que isso realmente tá acontecendo? Tu acha que as pessoas que estão esperando elas não estão tipo alguns meses atrás, estão ficando anos atrás por
causa da velocidade de desenvolvimento da IA? Total. E não só para empresa, tá? Vida pessoal também, pessoas, desenvolvimento pessoal. Eh, eu tenho um background ali que quando eu era mais no ensino médio e tudo mais, eu não era um o nerd que eu sou hoje. E a partir do momento que eu dedico a estudar e aprender qualquer coisa com ya, eu sinto que o meu desenvolvimento pessoal, desenvolvimento intelectual e desenvolvimento de conhecimento, ele também tem crescido de uma maneira escalável. Uhum. Então, a gente não consegue só escalar um business, mas escalar a si próprio, a
nível de conhecimento, intelecto, o que leva o impacto no business. E aí eu dou um exemplo disso, tá? Eh, cara, vamos lá, vamos pegar na escola. Você tava falando, né, no carro ali, a gente vindo para cá, que você foi, estudou engenharia, não foi? foi estudou engenharia. E, cara, eu tenho certeza que você teve um professor na faculdade que ele dava uma aula super técnica ou complicada ou com uma comunicação que você não conseguia absorver muito conhecimento e você tinha que ficar ali horas e horas e horas até absorver aquele conteúdo. Não só um não,
tá? [risadas] A grande maioria. Exato. E qual é justamente isso, eu consigo ter acesso a Um conhecimento na maneira como que eu aprendo, no formato como eu aprendo. E eu consigo manipular isso e definir isso e consigo ter acesso a qualquer conhecimento. Isso vai dando uma sede de conhecimento, eh, que eu vou conseguindo ter acesso e isso vai me transformando, me transformando. Eu começo a reproduzir isso no meu negócio. E a partir do momento que isso começa a se escalar, tem um efeito do livro do naval, né? O naval fala muito isso, que um dos
jeitos, na tese dele de enriquecimento é o efeito juros compostos. E não só na vida financeira, de enriquecimento financeiro, que eu acredito muito, mas na vida pessoal. exemplo, ele fala ali que uma parte do segredo da felicidade é você ter relacionamento de longo prazo, que você vai acumulando juros compostos dentro do relacionamento. Eu acho que a Iá traz esse efeito, traz esse efeito de você ter aprendizado de juros compostos, eficiência de juros compostos, automação gerando juros compostos, eficiência operacional com juros compostos. Então é literalmente uma ferramenta de escala. Então a gente tá falando de segredos
de escala. Eu concordo 100% com essa afirmação. Você com certeza vai estar atrasado não só se meses, porque os seis meses que a gente tá acostumado são se meses lineares e aí é uma ferramenta de escala. Então esse atraso também é proporcional, não só a evolução, né? Mas o atraso também. Concordo. O atraso calor. É. E e o colchão, por que que você não tá dormindo nele, cara? Porque a minha vida tá tão corrida que eu não montei essa [ __ ] velho. Eu tenho que montar, cara. tivesse a Eh já já tinha resolvido, né?
E cara, os meus sócios, tá Talita e o Lela aí, eles me enchem o saco, velho. Como que tu não montou essa desgraça ainda? Eh, pessoal, eu vou falar com o Rafa aqui, tá, sobre um monte de coisa interessante. Esse aqui, curiosamente, foi um dos poucos podcasts do YouTube que eu me preparei. Eu pesquisei um pouco ali sobre ti e tal, eh, porque eu realmente acho muito bom. Então, a gente vai falar sobre um monte de coisa aí. Só que antes, cara, disso, eu quero te entender um pouco sobre AV Verde e a Porque eu
genuinamente acho impressionante os números que vocês fizeram. Eu queria entender um pouco mais sobre isso, mas antes disso, tá, sobre o livro do Naval, tu sabe quem que é o autor dele? Te Ferris. O Team Ferris fez o prefácio, acredito. Foi. É. E foi o Eric Jorgenson. É isso mesmo. Ele pesquisou lá o cara lá. E tu sabe os outros livros que esse cara tem? Não, ele escreveu o Almanak do Naval. Aham. Tem um outro cara que é o Ballag, o Balage Sherney Vassen, que é ele é descendente de de indiano também, que ele fala
de crirypto. Enfim, aí tem a a antologia do Ballag, vai aparecer aí na tela, pessoal. É um livro um pouco mais técnico, ele, mas ele é muito bom também. Mas lançou um agora, mano, que tu tem que ler, cara, que esse cara ele fez a mesma parada do naval de pegar todos os conhecimentos do naval, eh, colocar ali de uma maneira que a pessoa consiga entender, porque ele não inventou nada, tá? Ele pegou ali os tweets, tal, podcast, é, ele faz uma coletânia, né, tipo uma coletânia. Ele fez a mesma coisa pro Elon Musk e
aí lançou o livro, é, o nome é The Book of Elon, que vai aparecer aí Na tela. Pessoal, eu tô escutando esse livro pela segunda vez e, cara, recomendo demais. Esse bicho é embaçado, tá? Esse aí é maluco. Curiosamente ele tá, ele tem a Grock, né, que é a IA dele lá, e ele quer colocar a o data center das IA no espaço, porque ele acredita que vai ser mais eficiente termicamente. Enfim. Aí, pessoal, tá aí as indicações, tá? da mesma maneira como tu gostou do livro do naval, porque ele viralizou aqui no Brasil, existem
esses dois outros livros do mesmo autor que que fica a dica aí para vocês. Mas, cara, eh, pô, no ano passado tu faturou R$ 21 milhõesais 2025, nesse ano agora, 2026, tu já passou esse faturamento e a gente tá em abril, é, né? Mês de abril, é primeiro de abril hoje. Primeiro de abril. E não é mentira, tá, pessoal? Eh, o o que a gente tá falando, apesar de ser primeiro de abril, piada idiota, né, velho? Não foi legal essa piada. Mas, mano, a tua escala ela foi dramática, foi uma escala muito alta. Antes disso,
antes desses 21 milhões, pelo que eu tô entendendo, eh, esses 21 milhões foram feitos em papo de 6 meses. Por que que tu acha que que isso aconteceu tão rápido, tá, com tanta tanta força e não só isso, tá? Mas com números tão tão absurdos assim. Eu não vou falar qual que é a tua margem aqui, mas pessoal é bem alta, tá acima da Média. E eu demorei aí, pô, eh, papo de 4 anos assim para construir o Veturb que tá agora. Uhum. E é bem melhor que vocês. A gente, sei lá, fatura tipo 1
terço do que vocês do que vocês faturaram nesse mês passado, o que é meio surreal. Por que que tu acha que vocês e conseguiram, tipo, evoluir tanto assim, tão rápido? Eu acho que se eu tiver, se eu for pegar aqui e colocar em três, qu c fatores, eu vou est fazendo papo de coach. Eu não acredito no que eu vou falar. Então para mim, eu vou dar a resposta mais sincera possível, que é uma combinação de muitos fatores. Claro que eu consigo passar por vários aqui para elucidar e trazer uma clareza para quem tá ouvindo,
mas de fato não é 1 2 3, não tem não tem hack, a gente não acredita nisso. Então são muitos fatores combinados. para que isso aconteça. Eu vou dar alguns fatores aqui pra gente começar a entender a composição do que fez isso. Como se eu tivesse quebrando, olhando assim, fizesse, vamos secar aqui esse resultado para entender, fazer uma uma namnese aqui de como a gente chegou nesse resultado. Cara, primeiro a gente tem dois sócios ambiciosos com fome no mesmo momento de vida, né? Então, eu tava ali sozinho, tinha tentado algumas outras sociedades antes, que não
deu certo com o próprio viver de ar. E quando eu me junto com Iago ali em maio do ano passado, então esse resultado de 21 milhões a gente basicamente fez em 7 meses. Eh, são dois só na mesma idade, 34 anos, que vieram para Florianópolis com a mulher. Então tem um um estilo de vida regrado. Só para você ter ideia, terceiro ano de Florianópolis, eu nunca fui em uma festa, nenhuma festa. Fui em uma festa no reveon, tá? Para não falar Que eu não fui nenhuma. Fui em uma no reveon, mas com amigos dentro de
uma casa. Então assim, literalmente saí em um lugar, nunca fui. Então assim, quando você pega disciplina, consistência, ambição, sede e principalmente sócios numa idade mental e de maturidade profissional avançada. Que que eu quero dizer? Eu e nós dois começamos a trabalhar muito cedo. A gente falhou muito, errou muito e isso deu calo, deu calo, deu bagagem, deu aprendizados. E a gente estava em um momento de vida muito parecido de ter maturidade emocional e maturidade também de saber lidar com pessoas, processos, eh projetos, inclusive maturidade de lidar com uma sociedade, porque é muito difícil você entrar
numa sociedade onde as pessoas precisam ser complementares, só que ser complementar requer uma oportunidade de você trabalhar com uma pessoa que é o oposto de você. exemplo, as pessoas às vezes se dão melhor, é igual o relacionamento, vamos lá, eh, você vai se dar melhor como uma pessoa mais próxima, que tem mesmos interesses, que tem o mesmo eh aptidão. E isso numa sociedade é muito ruim. Por quê? Porque se eu quisesse trabalhar em como o Iago faz gestão do time, eu ia ficar metendo na zona de potência dele. Se o Iago quisesse dar palpite no
produto com Iá, ele ia me meter na minha zona de potência. Então, hoje a gente tem uma maturidade de entender o seguinte, cara. Olha, ele é oposto de mim, mas eu tenho, eu deixo, eu confio, eu delego e ele executa e tá tudo bem. E se errar, tá tudo bem. Então assim, primeiro ponto é essa parte de sociedade, timing de vida, amadurecimento profissional, Intelectual, ambição, tá? alinhamento de expectativa. E assim, se na vida pessoal a gente fala que a decisão mais importante é a pessoa com que você se casa, e eu acredito de verdade nisso,
né? A a decisão mais importante da minha vida como homem é a mulher que eu me caso. É, se a gente cortar para business, a decisão mais importante é o sócio. Então, por isso que eu trouxe esse ponto aqui, que se não fosse o Iago, a gente não não teria, é um um dos fatores que coloca esse resultado. O segundo fator é um lado pessoal, eh, onde você entende que você molda o seu futuro. É um fator de você realmente e aí é um processo de anos, tá? pelo menos comigo, foi um processo de anos
de entender. Eh, eu já tinha empreendido mais cedo, fiquei 5 se anos, era é a minha segunda jornada empreendedora. E eu e eu entendo o seguinte, cara, eu tenho que parar de reclamar de absolutamente tudo. Eu tenho que tomar uma dose de autorresponsabilidade gigantesca e eu tenho que construir o meu futuro. Ponto. Então eu já venho com esse eh odeio esse palavra mindset. Já venho com esse mindset pronto de tipo assim, cara, me preparar com como empreendedor. E quando você se prepara como empreendedor, vem uma sequência de hábitos e comportamentos. essas duas palavrinhas, hábitos e
comportamentos, que você precisa moldar a sua vida como como um bom empreendedor para ter um resultado fora da curva. A minha na primeira vez que eu que eu empreendi, eu Era uma pessoa que tinha, vamos lá, as pessoas sempre falaram: "Pô, Rafael é muito inteligente, Rafael fala bem e tudo mais, Rafael consegue motivar as pessoas, transmitir as pessoas, mas eu não tinha bons hábitos e bons comportamentos. Então hoje eu consigo ter todos os bons hábitos e bons comportamentos de um empresário de sucesso, tá? Então consigo ser disciplinado, consigo ler, eu consigo participar, eu consigo ter
gana de conhecimento, consigo pegar e aplicar aquele insight que eu tenho. Então você se moldar, você moldar eh conseguir construir a melhor versão de si mesmo. E aí quando eu falo a melhor versão de si mesmo, eu eu vou quebrar em mais três partos. Primeiro, eh, a versão mental, porque eu, por exemplo, quando eu eu e minha esposa a gente já perdeu um filho numa gravidez tá avançada, cara, aquilo me quebrou mentalmente e foi inclusive um dos motivos de eu ter fechado a primeira empresa ali, afetou bastante. Então, você tem que est bem mentalmente, forte
mentalmente. Segundo, ter uma rotina adequada a uma vida de um empreendedor. Então, o que que eu tô falando, cara? energia, saúde, literalmente saúde para trabalhar muito, para produzir muito. E a terceira coisa, clareza. Clareza intelectual de ter humildade intelectual para est sempre em busca do conhecimento. Aí vou pegar agora, então foi o primeiro, foi o segundo ponto. Terceiro ponto, cultura. Cultura. Ninguém constrói nada sozinho. E a cultura eh você a gente conseguiu pela primeira vez, e eu acho que o Iago, se tivesse Aqui, falaria a mesma coisa. É a primeira vez que a gente consegue
criar uma empresa que a gente olha pra empresa e fala: "Caralho, essa empresa é exatamente como eu queria que fosse". É a primeira vez que a gente consegue isso, porque é muito comum qualquer empresário ou empreendedor, você cria empresa, você cria o business, cara, mas são pessoas que estão lá dentro. Aí na hora que você olha, você fala: "Putz, eu queria que fosse assim". Mas não é exatamente assim. E aí definindo um pouco de cultura de forma bem rápida aqui, cara, a sua empresa quando ninguém tá olhando, ela é exatamente o jeito que você queria
que fosse. E aí a gente conseguiu entender como criar essa cultura. E de novo, nada aqui é trivial, tá? Tudo que eu tô entrando aqui tem camadas e camadas que a gente poderia gravar um podcast para desse acredito em nada de hackzinho. É isso. É tudo com muita profundidade, essa combinação de coisas muito profundas que formam isso para gerar esse resultado. Então para mim é investir assim mesmo, ter uma boa sociedade, ter uma cultura muito forte e claro ter o timing de mercado. E para mim essa é uma das variáveis mais importantes do resultado numérico
em si. Por quê? Você pode ter um sócio bom, você pode ser bom, você pode ter cultura boa, só que se você tiver num produto, num timing de mercado que não é tão bom, o seu resultado final, financeiro, as vírgulas ali não vão ser tão expressivas. Tem muita gente genial que tá, não tá no mercado bom, no time bom. E isso é uma coisa que eu, Rafael, eh, e aí te convido a refletir sobre isso. Eu sempre via que às vezes eu era o cara muito bom contra a corrente. Eh, até a minha decisão de
mudar para Florianópolis, eu busquei ser intencional em tudo. Então, o movimento de IA, eu acabei me apaixonando por IA e sou apaixonado hoje, mas o movimento foi totalmente intencional. Então, vou me colocar em um mercado onde vai dar muito dinheiro. Então, onde o movimento está indo vai ser próspero. Então, eu coloco intencionalidade em mercado e time. Eu vou te dar um exemplo de um movimento que eu fiz que se eu não tivesse feito esse movimento, eu não tinha chegado nesse faturamento, tá? E é uma análise de mercado, é time e business, entender de negócio. Eu
saio do movde a ser o modelo B2C em maio, quando eu faço sociedade comago. Eh, não, mentira, eu tinha mudado mudado um pouco antes, mas eu saio do modelo B2C, onde eu ensinava outras pessoas a viver de a trabalhar com a e passo a vender pra empresa. Então essa decisão de mercado, de entender que cara, que empresa tem capital para investir, que que tem esse gap de mercado, que eu vou conseguir crescer mais rápido, então eu me posicionar bem o meu produto no mercado e para quem eu vendo e com o timing correto favorece também
o resultado numérico. Numérico quanto de dinheiro você coloca no bolso. Então assim que eu lembrei aqui agora, talvez tenha algum adin, mas eu peguei quatro elementos aqui de novo. Para mim tem muito mais, deve ter 20 aqui que a gente Poderia listar e de secar do sucesso do verde A, mas esses quatro acho que é um um bom 8020 ali. Isso é um bom 8020 ali para você falar, cara, se você tiver bem feito, escolher um bom sócio, escolher um bom mercado, escolher um bom timing, eh, tiver preparado, realmente tem uma chance de você atingir
essa essa escala rápida, porque quando você pega as empresas que não conseguiram, em algum desses pontos, teve uma quebra e eu acho que a gente foi conseguindo e tudo com muita intencionalidade. Uhum. Uhum. Eh, a minha leitura externa, tá? Externa. Se eu fosse dizer o que que eu considero 8020, apesar de não ser o suficiente, né? Porque o sucesso ele é uma multiplicação. Se algum termo for zero, a o resultado ele vai zero também. Mas seria essa esse negócio do timing. Tem um cara da minha geração que é o da nossa, né, que é o
o Henrique do Bug da Brex, vendeu por 5.5 bidoll. E vai aparecer um podcast aí na tela pessoal do Gigacast, tá? Que o Alexandre, que é o irmão do Henrique, entrevistou o Henrique. É muito bom esse podcast, mas ele tem uma analogia que ele fala que empreender é como surfar. E qual que é a parte mais importante para tu surfar? É ter a onda. Pode ter ali o Gabriel Medina com a melhor prancha do mundo. Não tem onda, não tem onda, não tem o que fazer. Então acredito muito que o timing, tá, ele é, na
minha opinião, pelo menos foi o 8020, óbvio que eu não conheço assim a fundo a empresa. E eu vou te fazer uma pergunta sobre isso, tá? Eu anotei aqui, na verdade uma, duas, 3, 4. Antei cinco perguntinhas para fazer, só que eu vou fazer na ordem porque senão capaz atá me perder aqui. Porque pessoal, o moleque ele é insano, pessoal. Deixa eu comentar isso. Pode antes de você fazer a pergunta. Rafa, se tu quiser quebrar essa garrafa aí, mano, faz o que tu quiser. Vamos embora. Tô [risadas] eh não quero mais água. Olha só, eh,
só um comentário dessa parte do timing, tá? Que eu acho, concordo 100%, 100%, 1000%, que é o fator mais importante, tá? Por quê? Eh, vou dar um exemplo de um case lá atrás que eu que eu vi. Eu eu sei que é bom de nome, você deve lembrar na hora que eu que eu falar, mas falaram que tinha um cara que ele inventou o YouTube antes de ter banda larga e aí ele quebrou. Ah, não sei. Não sei. Mas basicamente qual que é o ponto, cara? O cara lançou o YouTube, a tecnologia, o player, tudo
igual pro YouTube, só que não tinha banda larga. Ou seja, ele cria, o cara era genial, ele era genial, ele devia ter sócios geniais, criou um produto genial num time errado e aí ele quebrou. Aí depois veio o YouTube, que eu tava vendo o podcast desse cara e o o YouTube vem com um produto muito inferior ao que ele tinha de tecnologia, mas vem no time certo de banda larga, de acesso a vídeo e YouTube explode. Então assim, time é tudo. Só que agora vem o o que eu queria Comentar, na verdade é o seguinte:
eh você tem que ser intencional no time, sem dúvida. Por quando eu tive o meu primeira empresa, a minha primeira empresa era uma empresa de real estate. Qual que é a ideia? mercado imobiliário, eu queria criar o meu imobiliário digital, então eu tive a visão correta no mercado na época, porque quem que foi o player que engoliu e que fez o que eu queria ter feito no mercado? Quinto andar. Quinto andar, né? E eu surgi um mês antes da quinto andar. O meu produto era por algum tempo melhor do que o do Kitandar, só que
a gente, cara, tava em BH, preso numa bolha e a gente não escalou e veio quitandar e e e varreu isso. Então, quando eu fui fazer a leitura do viver de eu falei: "Cara, eu sempre tive uma visão boa do que ia acontecer no futuro". E na hora que eu que a minha cabeça clicou para e aí a gente vai desenrolar um pouco disso, que esse efeito eureca é muito importante acontecer e o meu foi muito cedo. Na hora que esse efeito eureca aconteceu na minha cabeça, eu falei: "Cara, eu não vou perder esse timing.
É tipo, vou fazer analogia com você, cara. Beleza, eu sou Medina, eu tô aqui, eu sei que eu sou bom, eu sei que eu sou F bem, só que eu tô só me [ __ ] nesse mar aqui. Só que agora, meu irmão, tô vendo lá atrás uma onda gigante vindo e eu não quero saber. Eu vou, eu vou, vou até ali, eu vou dar a win porque eu vou pegar essa onda. Foi o que eu fiz. E é a mudança tudo aí, a mudança para Foriba, eu larguei tudo, cara. Eu falei, eu vou pular
no mar e vou pegar aquela onda lá. Então, eh, essa coragem, esse culhão para pegar o timing é muito importante, porque não é só ver o time, é ter coragem colhão de falar tipo assim, velho, eu vou pegar esse time, porque tem muita gente que vai criticar, vai falar, cara, ó lá o surfador de onda lá só, só esperando onda grande, vai ter um monte de gente falando mal disso e você tem que ter esse culhão para aproveitar o time. Se eu queria fazer essa aspas aqui, cara. Então, a gente tá 100% alinhado porque na
verdade essa era até uma das minhas perguntas, tá? Era a pergunta número cinco que eu vou já até fazer que cara assumindo que isso é verdade, tá? E a gente já concordou que é, pô, essa parte do time é mais importante e tá tendo essa parada aí que é a inteligência artificial e que de acordo com o que tá todo mundo dizendo, vai mudar absurdamente a sociedade já tá mudando. Dizem que é uma revolução maior, mais importante e e muito mais rápida do que a revolução industrial. Cara, o Elon Musk tá fazendo lá o robô
lá, o o daqui a pouco vai vai ter um modelo de ar na cabeça do robô. O robô vai fazer as coisas ali. Então é realmente é uma onda absurda. Só que cara, as pessoas normais aí elas têm os seus negócios normais. mesmo. Eu tenho aqui o Veturb e, pô, o Veturb, por exemplo, é um produto de nicho em teoria, pô, a gente aumenta a conversão dos víos de vendas e o G4 lá é cliente, por exemplo, mas, cara, não sei quantas pessoas que tem no mundo que que vão precisar aumentar a conversão dessas via
de vendas e a gente é muito grande globalmente. A gente tem cliente na Rússia, na Ucrânia, não sei o quê. E, mano, me dá uma grana muito boa. Sim, graças a Deus. Eh, o que que é o mais lucrativo para mim no curto prazo é o VTURB. Se eu tivesse pensamento de longo prazo e coragem, tá? Pensamento de longo prazo e coragem, o certo, tá? Com todo respeito, Rafa, e audiência também. Provavelmente a decisão mais lucrativa para mim de longo prazo seria eu levantar daqui agora, eu saí daqui agora e eu ia aprender a agora
imediatamente, porque tipo daqui a 5, 10 anos, essa minha empresa pode ser uma empresa de bilhão. Só que isso exige muita coragem, velho. Exige coragem para tu pegar, tu tu parar, tu realmente fazer, realmente dar esse pulo. Tu acha que as pessoas elas devem ter essa coragem? Elas devem tomar essa decisão? Tu acha que elas devem se adaptar simplesmente a IA, tentar aplicar no que elas já têm? Isso vai de pessoa para pessoa? O que que tu acha que a gente deve fazer na prática referente a essa onda de a? Sendo que muitas pessoas não
vão ter essa coragem, cara, sinceramente assim, ó, sendo transparente aí com com o pessoal do do podcast, mano, acho que eu não tenho, entendeu? Eu acho que eu quero só fazer o Vetur mesmo, talvez criar uma outra oportunidade depois. Muitas vezes não é só sobre o dinheiro também. Eh, tu acha que elas pessoas têm que desenvolver essa coragem ou tu acha que não, velho, tu pode só fazer o teu, tenta aplicar ela no teu negócio. Pode ser que tu seja, não sei nem se a palavra existe, mas disruptado. Uhum. Não sei se tipo de teu
negócio para de existir. O que que tu acha sobre esse tema, cara? Vou dividir a minha resposta em dois pontos. Primeiro, um para você, João, e depois um para as pessoas que estão nos ouvindo. E consequentemente elas vão aproveitar as duas. Mas a para você, João, é o seguinte: "Tá tudo bem?" eh, de você querer ter a Vturb. E tipo, a gente vive num mundo que é pautado em performance. Você tem que ter performance, tem que ter resultado o tempo todo, você tem que tá aparecendo e tendo isso, mas tá tudo bem. Às vezes é,
cara, às vezes você já chegou no seu patamar financeiro, na sua liberdade financeira e tá tudo bem e você quer viver assim e você não quer e não querer crescer, tá tudo bem. Não é todo mundo que quer crescer. E a gente fala isso muito verde, entendeu? A gente lá trabalha até meia-noite, trabalha até 1 hora da manhã, tá tudo bem? não querer trabalhar até meia-noite, até me até 1 hora da manhã, meu amigo, tá tudo bem. Você pode ter a vida que você quiser. É, o importante é só ter alinhamento de expectativa quanto a
sua ambição. Que que para mim é errado, tá, João? É você virar falar assim: "Cara, eu quero ter um bi e você não parar agora e colocar e aí tá errado, porque aí é desalinhamento de de expectativa. Aí você tá criando uma expectativa, tipo assim, [ __ ] quero montar uma empresa de um bi e, mano, você não tá investindo na tecnologia que vai te permitir chegar lá. Aí é desalinhamento de expectativa. Então o ponto para mim é, cara, tá tudo bem, você tem a VTURB no curto prazo, VTURB. E outra coisa, cara, é isso,
meu negócio é isso e eu quero crescer nesse ritmo e tá tudo bem. Agora, um outro ponto que Vai para todo mundo, agora migrando pra segunda parte, eu vou revelar um pouco de uma conversa numa sala fechada que eu tive no G4 com meus sócios e o Thales, cara, o Thalis era uma pessoa que eu não conhecia pessoalmente até ele se tornar meu sócio. E eu passei a respeitar muito mais ele e admirar ele muito mais depois de conhecer pessoalmente, tá? E ele vem numa sala com a gente e fala o seguinte: "Cara, deixa eu
te falar uma coisa que pode tá acontecendo com você, eh, que é, cara, o dinheiro amolest". Então, o que que ele quer dizer? Ele quer dizer o seguinte, ele falou comigo claramente isso. Falou: "Cara, olha só, eu ganhei muito dinheiro e muitos empresários que estão no G4 aqui ganharam muito dinheiro, só que o dinheiro te amolece". Porque quando você tem dinheiro, velho, o curso de oportunidade de você pegar, você tá abundando a cadeira e estudar para [ __ ] uma coisa totalmente nova que você não conhece para aplicar no seu negócio, que talvez mude o
seu negócio inteiro, é muito custoso. O custo de oportunidade é muito grande. E o custo do homem que já, [ __ ] já fiz isso 4, 5 anos para eu construir tudo isso, tá falando que talvez eu aprenda algo que jogue tudo que eu fiz no lixo. Sim, sim. Por isso que programador, por exemplo, tem muita resistência conhar, porque pensa, o cara se fodeu na faculdade, aprendendo muita coisa difícil, aí vai falar assim: "Tá, você quer dizer que tudo que eu aprendi talvez não precise mais?" Sim, só que o cara nunca vai aceitar isso, velho.
Se ele não tiver ouvindo o que eu tô falando de coração totalmente aberto, de falar assim: "Cara, talvez tudo que eu aprendi não precise mais mesmo." Ele não vai estar preparado para sofar essa onda. Ele não vai e ele vai olhar a onda, ele vai criticar a onda até a onda Passar por ele. Ele não vai conseguir ver a oportunidade na onda. ele vai conseguir só ameaça, vai ficar brigando com a onda, vai ficar brigando com o quem tá indo pra onda, vai ficar nessa posição. Então a minha visão sobre isso é que assim o
o empresário ele precisa fazer essa leitura do tipo assim, velho, é ir sair de uma zona de conforto total e ir pro fronte de novo. Que saco, velho. Exato. Que saco, mano. [ __ ] pessoal, vamos ter que trabalhar. É muito desconfortável, entendeu? É muito desconfortável. é eu virar para você e falar: "Cara, começa a ver tu do zero de novo." Eu sei bem como é que é. E aí? E aí? Tá tudo bem se não querer. E aí volta pra minha primeira resposta. Diante dos fatos, tá tudo bem, não querer. O que a gente
não pode entender agora no jogo da EA é que se você não for for pro o front de novo, meu amigo, dificilmente você vai ter esses resultados exponenciais daqui pra frente. É só aliamento expectativa. É só tipo assim, cara, não quero emagrecer. Mas quero continuar aqui comendo uma barra de Lind. Tá tudo bem com eu acabei de comer aqui. Tá delicioso. Tá tudo bem, entendeu? Tem expectativas alinhadas com o que você quer. Boa. Boa, cara. Eh, eu vou te fazer uma pergunta sobre isso depois, tá? Mas, mas antes disso, eh, eu quero seguir aqui as
perguntinhas que eu fiz. E daí tu falou que um dos grandes sucessos aí, um dos motivos que o Viver de foi tão tão bom assim foi o fato de Ter encontrado o Iago ali, que é teu sócio e tal. Cara, não sei tu, tá? E o pessoal aí também aí o pessoal mais velho, para quem não sabe, né, pessoal, apesar de não parecer, o pessoal fala que eu sou mais jovem, eu já tenho 32, o Pedro ali tem 20, entendeu? Tá ali, só que trabalhou na mina, né, Pedro? Parece ter [risadas] 30. Mas cara, agora
que eu tô um pouco mais velho, eu tenho até dificuldades em fazer amigos. Parece que é, sei lá, a gente meio que ficou adulto quando era era adolescente ali, acho que eu tinha mais facilidade. Sim. E ainda mais para achar um sócio, velho. O meu sócio atual, cara, graças a Deus. Nossa, nossa, André, o André, André, se tu tiver vendo isso aqui, mano, tu é muito bravo, velho. Tu é muito [ __ ] Graças a Deus, tu virou meu sócio, tá? Porque tu sabe que eu era mais o mais burrinho da sala, o bicho era
o mais esperto, disparado. Te falei, né? O André Fustec. Tudo que ele metia a mão ali, ele fazia. E aí, eh, eu conheci ele em 2012. A gente tá em 26, faz 14 anos que eu conheço ele. Eu sou sócio do André aí faz 8 anos, tá? Que eu sou sócio dele. Então essa relação aqui por causa dos juros compostos do relacionamento, cara, para mim é muito boa. Eu confio 100% no André. Se fosse ter uma nova pessoa agora para ser para ser meu sócio, eu eu não sei nem como que eu iria abordar. Só
que ao mesmo tempo, ainda assim é uma coisa extremamente eh boa caso aconteça. Qual que é a prova disso? Tu entendeu? [ __ ] tu conheceu aí e tu virou sócio do Iago coisa de um ano e meio atrás, mais ou menos. Isso. E [ __ ] deu super certo. Vocês estão escalando, cara. Não, na verdade, um ano e meio atrás não. A gente ficou sócio em maio do ano passado. A gente não tem nenhum ano de sociedade. Vai se [ __ ] mano. Não tem nenhum ano, tá ligado, cara? Como que um empreendedor aí
que, pô, ele já fez alguma sociedade passada, ele não conseguiu direito ter sucesso, como que ele aborda essa questão de ter um sócio bom? Tu acredita que ele faz algum tipo de MVP com com sócio? Como que é esse alinhamento? Por que que vocês deram tão certo assim? Fala aí. Exatamente. Por isso. É porque, de novo, sócio, eh, vou fazer de novo analogia para fixar bem. Sócio é a relação mais importante para você dar certo em um bom, em um business. Exemplo, é a mesma analogia da mulher, eh, o seu, a o seu parceiro, né?
Enfim, o seu parceiro ou parceira, vai ser a decisão mais importante pra sua vida, porque você vai passar mais tempo com ela. Então, a decisão de um bom sócio é a decisão que você vai compartilhar todos os movimentos da empresa, todas as decisões difíceis. Então, se você tivesse que tomar uma decisão onde você não pode errar, seria nisso. Claro que se você quiser ter sócio, né? Eh, mas eu recomendo. Eh, o ponto é, eu e AG trabalhou um ano e meio juntos. Quando eu mudo para para Floripa, eu vou trabalhar com ele. Então, vou trabalhar
com ele. Eh, e a gente tinha um combinado bem claro que era tipo assim, cara, ele me ajudava a ter o meu custo, entendeu? E que eu, cara, eu mudei com c de vida alto para Floripa, já mudei morando em Judedê e assim chegou grande. É assim para convencer a patroa vi, né? Aí ela apaixonou com o apartamento, eu falei: "Vamos lá". Então a gente tinha combinado que era que era assim: "Cara, eu vou trabalhar com você ali de 8 às 18 e quando eu cheguei em casa à noite, terceiro tempo e de madrugada. Então,
quem me acompanha desde 2024 vê, sabe os stories à noite ali trabalhando 24 horas pro negócio acontecer. Então assim, o projeto do Verdi começa a nascer em paralelo. E nesse tempo que eu trabalho com Iago, cara, a gente tem um umas conversas muito difíceis. Uhum. E conversas muito difíceis não tem nada a ver com conversas ruins, conversas de, de novo, de dois adultos, homens maduros, que precisam ter essas conversas difíceis. E as pessoas não estão acostumadas a falar verdade pro outro. As pessoas não estão acostumadas a chegar e olhar no seu olho e falar o
que você tem que fazer de forma reta e sem nenhuma crítica ou nenhum sem ninguém levar pro lado pessoal de uma maneira negativa. Então eu a gente começou a construir esse relacionamento de conversas duras, difíceis. Eh, por quê? Porque a gente era muito diferente. Então eu sou um cara, cara, ficava até 4, 5 horas da manhã virando noite trabalhando. E ele, cara, forjado no exército, eh, 6 horas da manhã, entra na academia e me ligando 7 horas, onde é que você tá, porque que você tá atrasado? E eu falando assim, porque eu fiquei 4, 5
horas da manhã trabalhando. Então, tipo assim, [risadas] a gente tinha essas essas discussões, sabe, de entender onde que cada um gera. E e esse relacionamento fez entender onde que cada um entrega valor na sociedade. E a gente tem essa Separação. E aí a analogia que eu quero fazer do casal é, cara, quando você conhece uma pessoa, você quer casar, é a mesma coisa, cara. Se você conheceu uma mulher agora numa festa, se você pedir ela em casamento na semana que vem, tem muita chance de dar merda. Pode dar certo, pode, pode dar certo, mas você
concorda que a chance desse casamento da merda é muito grande? É bem alta. É a mesma coisa que o sócio. Se você conheceu um sócio agora e e cara, esse cara é muito gênio, ele é bom de vendas, eu sou bom nisso, vamos ser sócio. Acho pode dar certo. A chance de dar errado é muito mais alta. Então eu e Iago, a gente foi entendendo e principalmente estressando o o relacionamento de negócios até a gente entender. E o mais legal de tudo, que teve muito respeito durante essa trajetória. Eu consigo respeitar muito ele, ele consegue
me respeitar muito e aí a gente consegue trabalhar bem junto. Então, boa parte do sucesso dessa sociedade é quando a gente entra nela já sabendo os defeitos do outro, que eu acho que é o mesmo mesma chance de um relacionamento de sucesso. Se você conhece bem a sua parceira, o seu parceiro, mas principalmente não as qualidades, porque, cara, qualidade, velho, você vai numa festa, você encontra todas as qualidades da pessoa, sem dúvida. Mas quando você passa a conviver e entender os defeitos dela e escolhe estar com ela, aí o jogo muda. Então a nossa sociedade
nasce eu conhecendo os defeitos dele e ele conhecendo os meus defeitos e a gente sabendo se respeitar e sabendo extrair o melhor do outro. Então é como a gente montou essa parceria. Uhum. É menos de um ano de sociedade, mas mais de um ano e meio com muita troca. Entendi. Tu usou o termo estressando o relacionamento com o Iago. Uhum. O que que isso quer dizer, cara? Exatamente. Essas conversas difíceis que as pessoas não têm eh não têm coragem de falar. Eu vou dar um exemplo, tá? A gente tava comentando que quando a gente começa
a a ter faturamento, a ter um um estilo de vida de ganhar mais dinheiro, a gente começa a ter que jogar outros jogos para ter acesso a outras coisas. Eu, Rafael, não sou uma pessoa que se importou muito com bens materiais, não era o um ponto para mim, não era. Eh, até que o Iago chega para mim e fala assim: "Cara, vamos lá. Que que você quer ser? Você quer ser um empresário de sucesso?" Aí eu quero. Aí ele olha, qual empresário de sucesso que usa avanç, [ __ ] você usava avanç, mano? Usava avanç.
[risadas] E e sabe por que que eu usava E sabe por que que eu usava Avans quando eu cheguei em Floripa? Hum. Porque olha olha como é que minha cabeça era tão desconectada, tá? O meu irmão tinha trabalhado um ano antes de eu mudar para cá na avança. E aí, tipo assim, ele tava lá, eu ia comprar com ele porque ele trabalhava lá para dar uma moral para ele. Tipo assim: "Ah, meu irmão trabalha na Avança, vou comprar um tênis na Avanç". Tipo assim, tão desconectado que eu era dessa questão de bens materiais assim, sabe?
E aí ele fala, ele fala isso para mim, aí eu e ele e é tão óbvio na hora para mim que ele fala aquilo, [ __ ] eu não sou um cara burro. Então na hora que ele fala aquilo, lógico, mano, é óbvio. E só que essas coisas que ninguém fala, ninguém fala. Aí eu olho e falo assim: "Caralho, velho, é mesmo? Tipo, nenhum empresário, nem nenhuma avatar que eu quero me tornar usa avanço. Por que que eu tô usando avanço? Sem dúvida. E ninguém vai te falar isso. Então, e eu tô dando um exemplo
mega idiota aqui, mas para mostrar que muitas coisas às vezes são simples, tá? Uhum. A gente pensa, ai que tem um sócio, que tem Não, não, não. Às vezes é simples, às vezes é mega simples. Então, [limpando a garganta] eh, a gente tem diversas, eu dei só um exemplo aqui, mas a nossa, as, a gente conversa sobre muitos assuntos de todas as camadas da vida, um com o outro para ajudar o outro a crescer mais. Uhum. Entendeu? Então eu chego para ele e falo: "Cara, sua aula tá ruim, tá assim". Vou dar um exemplo bobo
que eu dei para ele ali na reunião. A gente estava numa reunião mega importante lá em São Paulo. E nessa reunião o Iago é um cara muito centrado, né? Muito focado. Nessa reunião eu vi que, tipo assim, ele tava aqui, ó, na cadeira, ó. E aí eu cheguei para depois da reunião para ele e falei: "Cara, ó, eu percebi que você tava assim, assim, assim, não faz isso que passa em segurança, passa isso, a gente tá numa reunião importante, é bom aí ele". Tipo, e a pessoa não precisa gostar e ele não gosta. Aí ele
falou: "Tá bom, valeu". Tipo assim, ele não gostou, mas ele sabe que foi bom. Ele sabe que foi bom, na próxima ele vai. Então é isso, é você aprender a respeitar ali o limite do outro, é você estressar. É isso que eu chamo do estressar. É um estresse bom. Eu chego, eu vou indo no limite ali do do ponto, mas para um propósito comum sempre positivo. Eu dei dois exemplos pequenos aqui, mas a gente faz isso para vendas, para marketing, para gestão, eh, e a gente almoça sempre ali para fazer esses alinhamentos de como um
pensa, o outro pensa e ajudar o outro a se desenvolver. Legal. O que eu entendi aqui, tá, é que o primeiro fator seria o tempo. Tu passou bastante tempo com ele e isso aí fez com que tu gostasse dele, conhecesse as qualidades. Mas mais importante também conhecer as fraquezas e não só conhecer, mas aceitar as fraquezas, escolher a pessoa pelas fraquezas, não pelas qualidades. Se escolher pelas qualidades desse certo, os casamentos aí eh feitos no primeiro dia teriam uma alta chance de sucesso, que não é verdade. E finalmente, tá, tu falou também, eh, que vocês
têm, e daí eu usei a palavra transparência, vocês são capazes de falar o que vocês pensam de forma transparente, de forma radical. E tem um livro que é o livro Princípios do Ray. Não sei se tu já leu esse livro, não. Vai aparecer na tela da pessoal. Ô, tudo ele me pergunta, eu não li, eu não vi. Eu tô me sentindo uma anta perto dele. [risadas] O cara já leu, é a Wikipedia aqui falando comigo. Ah, eu gosto de ler, mano. Eu leio bastante. Eh, mas esse livro aí, cara, o princípios é do Rayo, que
ele é um bilionário, e ele explicou como que ele cresceu a Bridge Water, que é a empresa dele lá de de fundos de investimentos. E o primeiro capítulo é crie uma cultura de transparência radical, porque não interessa se tu tem uma opinião contrária ao cara e isso daí te deixa mal, meu irmão, vai se [ __ ] cara. Só fala aí o que que tu realmente pensa e tu que tá recebendo tem a coragem e o profissionalismo de aceitar e avaliar as ideias pelo mérito delas. Porque no fim das contas, pelo que eu entendi, não
é tu querendo vencer o Iago, é vocês dois com as ideias que vocês têm para vencer o problema. Então são duas mentes se juntando para vencer aquele mesmo problema ali. E curiosamente, cara, eh, pelo menos na minha sociedade, eu e o André, eu acho que esse é o 8020, velho. Eu lembro que teve uma vez que eu não fui transparente com ele, tá? Que eu não falei alguma coisa porque eu tinha vergonha. Eu, mano, eu fiz uma merda no negócio, falei: "Caralho, velho". E da falei pro André, aí passou uma semana, daí eu falei, daí
ele falou: "Porra, João, a gente tem que ser transparente, porque que tu não falou, não sei o que e tal". Daí me deu um esporro, mas foi uma vez só em 8 anos. E depois eu aprendi, cara, e nunca mais fiz. Nunca mais vou fazer também. Só que eu tenho essa habilidade aí de realmente falar o que eu penso, ser transparente. Só que é uma habilidade rara, velho. Muito rara. É rara. As pessoas elas levam pro pessoal. E eu acho que tu que tá em casa aí, se tu tentar fazer isso com a grande maioria
das pessoas, não vão gostar. Isso até expulsa pessoas da própria empresa, tá? Lá na empresa lá, o pessoal sabe que eu sou bem direto, não dou nem bom dia, eu só mando o que eu quero, ó, tal coisa, não sei o quê. E tem gente que gosta, tem gente que não gosta, mas no fim das contas é o que funciona pra gente. Então a dica que eu poderia dar sobre isso é transparência, cara. Isso aí foi o que mais conectou com o meu caso específico. O Iago fala uma coisa que eu gosto muito, que é
tipo assim, ó, eh, eu prezo o principal valor para mim hoje na empresa, acho que todo mundo que já me perguntou isso, é verdade. Verdade. Fala a verdade. A, a gente tem que pautar na verdade as nossas ações, decisões. O Iago falou uma coisa para mim que é o seguinte, cara. Não importa o que aconteça, me fala a verdade. Por quê? A verdade você pode ter feito uma merda, irmão. Uma merda, mas se você chega para mim e fala a verdade, ela gera confiança. A verdade nua e cru, ela gera confiança. O ponto é, cara,
se eu faço uma merda gigante e chego para você, fala: "João, deixa eu te falar uma coisa, velho. A gente tinha marcado o podcast hoje, mano. Deixa eu te contar. Eu tomei todas ontem. Eu tô mal, tô de ressaca e me esqueci da [ __ ] do podcast. Você vai ficar puto, vai. Vai brigar comigo, vai. Mas no fundo você falar assim: "Tá, filha da [ __ ] foi homem de chegar aqui e falar que que rolou e você vai me dar uma chance de gravar de novo com você". A chance de você me dar
uma segunda chance é muito maior, mas é infinitamente maior do que se você descobre que isso aconteceu e eu cheguei para você e falei: "Cara, é que deu isso? Que o meu carro estragou e Que no e as pessoas tendem a esse comportamento". Então, eh, a gente ter alinhado isso é muito importante. Vou dar dois exemplos de situações que já aconteceram para vocês entenderem que não é só grandes coisas, são pequenas coisas, que isso vai gerando uma sociedade forte e não só uma sociedade, até em relação com o seu time, o seu liderado, tá? para
você usar isso que eu sou liderado. [roncando] Vira e fala o seguinte: "O outro dia ele tinha negócio do G4, ele deu uma aula no G4 que a aula que ele deu, ele tava com outra coisa na cabeça, ele não deu uma aula tão que deve o Iago é top três NPS do G4 e nessa aula o NPS dele não foi tão bom". E aí ele chegou para mim, me ligou, falou: "Rafa, primeira aula que eu dei no G4 que não deu NPS tão bom, dá uma aula a mais para mim pra gente recuperar o
NPS." Cara, eu fiz merda. Dá uma aula mais para mim. Eu falou: "Eu sei que é sua hora e tudo mais. Faz isso para mim que eu tô te pedindo, porque eu fiz merda". Eu fui lá e dei uma aula, aula foi boa e tudo mais. Beleza. [limpando a garganta] Agora, pouco, pouco tempo atrás, umas duas semanas atrás, foi comigo, eu tava desenvolvendo a íris que eu tava mostrando para vocês, cara, viciado, virando, voltei a virar umas noites lá e aí eu tinha marcado de gravar com o meu time 9 horas da manhã no estúdio.
O time tava todo preparado para gravar no estúdio comigo e na minha cabeça eu tinha avisado, mas eu não avisei. Então o time montou o estúdio, tava todo mundo Lá para gravar e eu não fui pra empresa de manhã porque eu tinha ficado até 4, 5 horas da manhã lá trabalhando e eu, detalhe, acordei e já com a cabeça na ilha, já fiquei trabalhando lá, criando ela e não avisei o Diego, nosso diretor. E aí o Diego manda mensagem e o Diego reporta para ele, fala: "Cara, tô com o time todo aqui, o Rafa não
veio, nem me avisou nada". Aí ele falou, aí o Iago me manda mensagem: "Cara, isso é totalmente contra a nossa cultura. Eh, e você sabe que aqui a tropa é espelho do guia. Se você tá fazendo isso, você tá abrindo. Aí eu falei assim: "Sei, sei que eu errei". Aí ele falou assim: "É, mas você sabe que a tropa é espelho do guia." Aí eu viro para ele e falo: "Cara, eu o guia também erra, eu errei." Ponto. Tipo, a tropa é espelho do guia. Estamos de acordo. O guia sou eu e eu errei. Não
vai errar mais. O guia também pode errar. Tá tudo bem. Aí ele só mandou assim: "OK, acabou, não teve mais conversa, a gente não falou mais, não almoçou mais, acabou". Agora, se eu chego e falo: "Ai, é porque eu fiquei até 5 horas da manhã trabalhando e que você não vê meu esforço e que eu tô aqui também, não é brincando para fazer?" Cara, não, fiz merda. Fiz merda, tinha que estar aí, não tava. Não preciso me justificar, não preciso ficar. É simplesmente falar a verdade. Cara, olha, fiz merda. A tropa é espelho do guia.
O guia fez merda. Da próxima vez eu não vou fazer mais, tá bom? Eu tô vendo que eu tô vendo que o Iago ele realmente é o general, né? falou que ele é forjado pelo exército. Fiquei até com medo agora de conhecer ele. Mas isso é bom que a gente faz o o bad cop e o good cop na empresa. Ele é o policial que a galera tem medo e normalmente a galera me acha o o bonzinho. O bonzinho. Entendi. Entendi. Boa. É verdade. Verdade. É. Lá na empresa não sei como é que é. Talvez
eu seja, não sei se às vezes eu sou good, às vezes eu sou bad, sei lá o que que eu sou. Opa, pera aí, deixa eu interromper aqui o podcast. Cara, se tu pudesse escolher qualquer pessoa no mercado digital para est aqui no segredo da escala sendo entrevistado por mim, quem que seria? Qual que é a pessoa que tu gostaria de ter aqui abrindo os números, as estratégias, os bastidores da operação dela? Se tu sabe quem que é essa pessoa, cara, a gente criou um formulário que ele é super rápido e tá aqui na descrição
para você indicar essa pessoa aí pra gente. Leva só um minuto para tu preencher. E aí, cara, tu vai colocar o nome da pessoa ali, a gente vai estudar essa pessoa, ver como que a gente pode encaixar e eventualmente aí, se fizer sentido, a gente vai trazer essa pessoa aqui pro podcast para fazer essa entrevista aí e gerar esse conteúdo aí para você que tá em casa. Então, cara, se tu tem uma pessoa aí que tu acha que vale a pena entrevistar, vai ali na descrição, coloca o nome dela que vai ajudar a gente aí
a saber qual tipo de conteúdo que vale a pena criar para ti, beleza? Mas então, bora pro podcast. Eh, cara, eu tenho mais um assunto, tá, para falar contigo antes de de eu falar de IA, porque, pessoal, eu quero falar de A, só que é muito bizarro. Os caras já passaram o Vetur aqui, tipo, em 18 meses, entendeu? Então é meio surreal o que tá acontecendo. E é a primeira empresa que eu vejo assim de e que que eu conheço, né? Que que porque tem essas empresas aí que a gente vê, ah, o chat GPT,
[ __ ] mas aí os caras estão lá longe, mas empresa aqui do Brasil explodindo, daí é a primeira que eu vejo, por isso que eu eu tô tão curioso. E quando eu cheguei lá na tua empresa, cara, hoje, porque eu fui lá visitar, né, pessoal para entender e tal, se ele era de verdade ou se era só cópia e as coisas, é, eu achei muito curioso, velho, que tinha os os as bandeiras lá eh expostas. Tinha, tava escrito faca na caveira, dinheiro no bolso, dinheiro na carteira, dinheiro na carteira, dinheiro na carteira, faca na
faca na caveira, dinheiro na carteira. E, e realmente tinha uma caveira, tá, desenhada lá e tinha mais um monte de bandeia. E uma porrada de buzina, pessoal, com os negócios lá. Eu pensei, [ __ ] é aqueles caras que faz o esporro, mano, que no meu escritório de cima tem uns caras que são assim também, que é o pessoal da acho que da conta do conta, volta me eles fazem um negócio lá e e tu falou para mim que não, que o o público o o pessoal tava trabalhando até 1 da manhã em Floripa, tá?
Em Floripa, não é São Paulo, tá? É Floripa, pessoal. E eu achei isso muito interessante, cara. E eu sinceramente acho que esse é um desafio bem grande, tá? A gente conseguir ter essa performance alta na Empresa. Eh, que cara, que eu vou usar a palavra, tu falou que tu não gosta de mindset, tá? Tu falou, eu não ten aqui, até te perguntar por que que tu não gosta, mas resolvi, enfim, passar por isso. Não, é só para aquele papo de de ficar às vezes associando a a conceitos errados, mas eu eu entendo e respeito a
palavra assim, não tem nada. conceito, conceitos que inúteis é coch é tipo não passar por coachezinho fica falando mais é só isso. Cara, eu tenho um leve preconceito com essa palavra cultura. Aham. E eu sei que é muito importante. Sim. A minha eu tenho que mudar o meu referencial disso e começar a usar essa palavra porque para mim cultura é os caras é é o teu mindset aí o papo de coach, entendeu? De falar não, que a gente tem que ser tal coisa, mas na prática não é. Só que vocês parece que é real, que
não só é como é. E o pau pega mesmo. Tanto que tu falou aí, a tropa espelho do guia, cara, para existir essa frase, a tropa o espelho do guia, é porque realmente o negócio deve est cunhado, deve ser uma coisa bem e preto no branco. E isso me impressionou. E na verdade até similar, tá? Quando eu fui visitar o G4 lá em São Paulo, para mim foi similar a operação de vocês. Parecia um mini G4 aqui em Floripa, só que muito mais eficiente, que fatura mais com margem maior. É bem isso. Como que faz
isso, cara? Boa. É bem isso. A gente eh na conversa com eles, né, para eles se tornarem sócios, um dos pontos foi a cultura. E a Gente falou: "Cara, não, a nossa cultura é bem parecida". Mas vamos lá. Eh, voltando na sua pergunta, né, sobre cultura, primeiro um pouco de da sua visão de eu entendo ela, porque aqui no Brasil a gente não entende o que de fato é cultura. A gente acha que cultura é muitas vezes é criar um setor de RH, um setor que agrada, um setor que escuta, um setor que fala, quando
não tem nada a ver com isso. Nada a ver com isso, tá? De novo, eu vou voltar aqui, ó. Eu vou, já sei, vou dar uma dica prática, porque eu gosto disso, de tipo te orientar de uma maneira prática de como implementar a cultura. Você vai pegar o seu papel agora. Faz aí. Você vai fazer agora. Manda. Você vai escrever tudo que você não aceitaria na empresa. A cultura não começa por como eu quero que a minha empresa seja. A cultura começa por tudo que eu não aceito na minha empresa. O que não seja, o
que não aceito. Usa a lei da inversão lá do Charlie Mong. Cara, porque eh é aí que deveria nascer a sua cultura. Faz sentido. A cultura não é sobre quem eu quero ser. A cultura é sobre quem eu não aceito. Uma cultura forte, ela nasce dessa maneira. Vou dar um exemplo. Quando o Thalis Gomes ele vira e fala assim: "E não, você não precisa de novo, gente, você não precisa gostar do t, você não precisa se identificar com ele. Precisa nada, só entende o que ele tá falando". quando ele fala naquele corte de podcast que
viraliza, eu não contrato o esquerdista, o que ele está dizendo ali é o seguinte, cara, eu tenho muita clareza de quem eu quero trabalhando na minha operação e o comportamento e visões e valores de uma pessoa de esquerda não cabe nesse espaço. Ponto. Ponto. Então assim, é uma é uma coisa excludente mesmo. A cultura, por definição, ela tem que ser excludente. Vou dar um exemplo na sua cultura agora, você pode inclusive colocar o seguinte: "Eu não aceito é não ser e não incluir todos. Pode ser um traço da sua cultura". O ponto que a gente
tem que entender é que a cultura, primeiro, esse exercício é muito importante, colocar no papel. Coloca no papel. Tipo assim, ó, o que eu falei aqui, tá? Parte da nossa cultura, a tropa espiro do guia. Exemplo, outra coisa, eh, não falar mentira. Isso é o elemento da nossa cultura. Entendeu? Então tem vários elementos da nossa cultura que a gente já colocou ali no papel e já documentou. A outra coisa é, e documentar é importante para ter clareza, porque às vezes a gente acha, acha que, tipo assim, acha que eu sei o que eu quero para
minha empresa ou que eu não aceito, mas se eu não documento não tenho a total clareza de do que de fato eu não aceito na minha empresa. Então, escrever isso é um ponto muito importante. E aí depois é viver aquilo, porque é o que você falou, é faca na caveira, dinheiro na carteira, a gente vive aquilo. Não é Uma bandeira, porque o que você viu lá são símbolos e tudo que não só uma empresa, né? Vamos lá. Eh, eu sou cristão, você vai na igreja católica, eu sou católico, você vai na igreja católica, tem ritos,
tem símbolos que representam aquele ambiente. Vai ter a cruz, vai ter o padre, vai ter a Bíblia. Então tem símbolos, ritos que representam aquele ambiente e isso cria a cultura de um católico. Então a empresa tem que seguir a mesma ideia. Ou seja, aqui dentro a gente vai ter o ritual, vai ter o rinds. No rinds a gente reforça o quê? A cultura. Então igual quando você vai na igreja vai reforçar a palavra, você vai ouvir sobre Jesus. E é a mesma história. Hum. É a mesma história. Interessante, pessoal. Modelem a igreja. É a mesma
história. É a mesma história. Você vai chegar lá, a história de Jesus. Então, quando você vai for no alendes do viver de a, você vai ver que é o mesmo discurso, velho. É o mesmo discurso. A gente não vai, tipo assim, agora é um discurso, depois é outro discurso, depois é outro. Não, a gente tem o mesmo mesmo discurso. O pessoal não fica tipo, [ __ ] já sei e tal, ou vocês querem ganhar na repetição. Não, aí calma. Aí que a cultura muda. Aí de novo, mais uma parte, a sua cultura tem que mudar.
Hum. Ela tem que mudar. Por quê? Vou te dar um exemplo. Sua empresa hoje fatura quanto, João? Eh, no a gente tá on track esse ano para faturar 60 m. 60 milhões. No primeiro ano de empresa, cara, no primeiríssimo ano acho que foi sete. Sete. Quantas pessoas você tem hoje? E quantas pessoas você tinha quando você faturava sete? Deveria ter ali umas 8 9. Hoje eu tô com 25. O jeito que você gere quando você tinha sete e faturava isso? Não, definitivamente não. Exatamente. Então o que que acontece? Vou fazer uma analogia para todo mundo
entender. O que você come quando você tem 10 anos de idade ou e o que você veste é a mesma coisa que você é com 30 anos agora. O jeito que você tá vestido agora e o jeito que você se alimenta muda. Seria engraçado se fosse a mesma coisa. A cultura muda e a empresa também tem a idade dela. A sua empresa tem o dia que ela nasceu. Ela tem quando ela era uma empresa bebê que tava crescendo, ela tem uma fase adulta e ela precisa mudar. A cultura precisa mudar para acompanhar o nível de
maturidade da empresa. O que que não muda aí? Aí a galera falou: "Ah, mas você não falou que é a mesma história? Não sei o que que não muda princípios e valores. Os princípios e valores são os mesmos, só que a cultura muda. Então, olha, eu tenho os mesmos princípios. Eu não minto. Eu não falo a tropa espelho do guia. Aqui você vai trabalhar para caramba. O os princípios e valores que conduzem a organização são os Mesmos, só que agora eles vão mudando para respeitar o tamanho da cultura, para respeitar o nível de o nível
das pessoas que estão lá, a quantidade de pessoas que estão lá, a maneira como elas interagem. Eu vou dar um exemplo muito fácil da gente entender. Eh, e eu vivi isso na Rock Content quando eu trabalhei lá. Eu comecei na rock ali, quando eu fui estagiário da rock tinha 15 pessoas na empresa. Cara, quando eu voltei na empresa tinha 500 pessoas. Eita! É muito diferente. Você não pode ter a mesma cultura. E eu acho que talvez isso até um ponto que fez a rock não conseguir escalar, porque ela mantinha traços culturais dessa empresa, entendeu? Por
exemplo, quando eu tinha 15 pessoas lá, a gente tinha cerveja na sexta, 500 pessoas tinha cerveja na cesta para 500 pessoas. Então, tipo assim, [ __ ] loucura. Exato. Então, tipo assim, para mim era aí, a cultura, ela tem que acompanhar a maturidade da empresa. Tem momentos que faz sentido ter esse comportamento. Faz sentido você hoje você ter 32, faz sentido você ter comportamento de quanto você tinha 10? Cara, não faço. Não faço. Então é a mesma lógica. E aí, adicionando I agora, né? Vamos adicionar uma pitada de A aqui. Aí, o que que a
gente pegou? A gente fez isso e colocou IA. Então o que que a gente colocou IA? Tem muita coisas da nossa cultura que é impulsionado por IA. Por exemplo, matamos reunião, não tem reunião mais, não tem reunião de comitê. Por quê? Porque os dados vão até as pessoas, não. As pessoas precisam entrar numa reunião para analisar dados. E aí a IA vai moldando também a cultura e a gente coloca IA no primeiro ponto. Claro que a gente pode explorar isso aqui com mais profundidade [roncando] depois. Mas outra coisa, não pergunte para uma pessoa sem antes
perguntar paraá. É outro traço da nossa cultura. Eu vi lá tinha tava na porta do escritório, cara. Exato. E é verdade, a gente pratica isso. Eles colaram lá, pessoal, um papel assim, ó, pá, tava lá bem grande para todo mundo ver. E para finalizar, para não me alongar demais nesse papo de cultura, vou dar um exemplo. O nosso closer lá que bateu o top um em dezembro, cara, acho que ele ganhou mais de R$ 70.000. bateu todos os bônus e caramba, qual closer em Floripa que ganhou mais de 70.000? Não sei. Você conhece alguma empresa
que o Closer ganhou mais de 70.000 em um mês? Tenho nem ideia. Pois é. Então, tipo assim, faça suas escolhas. Esse cara trabalhou até foi o top um de vendas, top performer, trabalhou, deu a win na carreira dele, tá aqui com a gente, rendo osso. Então é o tradeoff, né? Tipo assim, cara, eu quero estar aqui trabalhando até 1 hora da manhã em Floripa. Sim, mas se ele chega na praia ali, não tem um closer que ganhou perto do que ele ganhou, entendeu? Sem dúvida, cara. Deixa eu fazer mais uma perguntinha sobre esse negócio da
cultura, tá? E daí eu vou, a gente vai seguir daí para Iá mesmo, eh, que é o o outra coisa que eu quero falar também, obviamente, né, que, cara, eu entendi que a gente começa ali definindo o que a gente não quer, isso tá, o que que eu não aceito. Maravilha. Eh, e daí tem formas de tu nuter esse tipo de comportamento. E aí tu citou uma aqui que é o all hands e aí tu falou que a IA já tá nisso também. Então, por exemplo, hoje já não tem reunião, a os dados vão até
as pessoas, como tu falou. Então, existe uma estrutura que faz com que essa cultura aí eh seja sempre contada, que as pessoas estejam em contato com isso. Eh, e eu vou perguntar um pouco disso, tá? Mas antes, cara, eh, como que a gente sai do tipo de eu não aceito X pra pessoa ficar até 1 da manhã trabalhando? Na prática simia tipo, cara, eu não aceito meta porque não não não aceito bater meta porque não vai ser, eu acho, né, pessoal? E se for tu me avisa, tá? Mas eu acho que não deve tá escrito
lá, cara, eu não aceito vocês Não trabalhar a tama da manhã. Não deve ser isso, né? Olha que legal, aconteceu no último fechamento da empresa, a gente tinha falado que era pro time de vendas ir, foi a empresa inteira. Então, tipo assim, eh, isso é que é cultura. Eu não preciso falar pras pessoas. O pessoal tá fechado contigo. É isso. E como e como que você constrói isso, tá? Eh, vou vou fazer uma analogia aqui que eu gostei. O I gostou também quando eu fiz essa analogia. Deixa eu te explicar uma coisa. O vão pegar
dua, dois exemplos aqui militares. Vamos pegar a Guarda Municipal de Florianópolis. Aqui tem BOPE. Quem que é o BOPE de Floripa? Tem, tem BOP? Acho que tem BOP, né? Tático. Tático, tático. Então vou pegar o tático. É que eu não sou bandido, Rafa. Não sei dessas coisas aí. [risadas] Não, mas que isso não. Os caras são bandidos também não, pô. Então, mas você entendeu a analogia, tem o tático BOP e tem o a Guarda Municipal. Entende o seguinte, primeiro vão ter clareza. O melhor profissional da Guarda Municipal de Florianópolis quer dizer que ele é ruim
porque ele tá na Guarda Municipal? Não, ele pode ser o melhor Profissional aqui, mas a gente consegue concordar que o melhor cara da Guarda Municipal, ele não vai conseguir ser o melhor cara do BOP, do tático. E o melhor cara do BOP, ele vai ter uma agressividade tão grande que ele não vai conseguir ser um guardinha municipal aqui, talvez para fazer uma vigia numa praça, numa escola. Ele ia tá vacalhando geral. É. E ele ia tá, ó. É. Então, qual que é o ponto? É, primeiro ter essa clareza. existem esses dois universos. E quando você
dá clareza de quem você é, você atrai as pessoas que querem ser como você. Então, que que a gente dá clareza pras pessoas de quem eu sou e de como nós somos e de como verde a é e de como verde a opera. O que que eu tô querendo dizer com isso? Quando uma pessoa vai fazer concurso pro BOP, você acha que realmente uma pessoa passa por todas as etapas do BOP? e fala assim: "Nossa, não tem nada a ver com o que eu achei que era." Achei que ia ser muito de boa. É, não,
não acontece, pessoal. Por que que não acontece? Porque é anamento expectativa. E esse aneamento expectativa, ele vem através de um processo. E esse processo é uma prova difícil para caramba, que é o pede para sair e de dos exemplos da caveira, dos símbolos da cultura. A cultura tem tudo. O Bob comunica tudo. Tem o carro que é o caveirão, é não sei o que lá o cara. Então é o cara que quer, é o cara que quer tá no BOP. E o BOP não é para todo mundo mesmo. O viver já não é para todo
mundo, não é, mas é para quem quer Ter um case de crescimento rápido. E aí tem uma frase muito importante da cultura do verde, que eu acho que se a gente fosse reunir, resumir a cultura do verde em uma frase, para mim seria essa: Escolha uma fase da vida para se [ __ ] para não passar a vida toda se [ __ ] Boa. A frase é essa. A gente, as pessoas que estão lá dentro escolheram uma fase da vida para se [ __ ] para, graças a Deus, não precisar passar a vida toda se
[ __ ] Boa. Então, todo mundo tá alinhado que é a fase da vida de se [ __ ] E eu quero, eu quero isso, eu quero isso pra minha vida. E aí ele vem lá pro pro Verdar. E de novo, cara, o crescimento que a pessoa tem lá dentro também exponencial, mesmo que ele queira empreender, depois, que ele queira sair, que ele queira trabalhar para outro lugar, que ele queira ou que ele queira construir essa carreira lá, ganhar muito dinheiro com a gente, virar um diretor, virar um um board e depois ir para um
programa de partnership. Aí tem as diversas maneiras de crescer, mas eu deixo claro que o viver de é o BOP. Olha, olha a bandeira, olha os rituais, olha os fechamentos. Olha lá como é que vai ser. Eu verbalizo isso. Olha, é assim. Você quer? Eu escrevo isso. Tá aqui a proposta e eu te apresento. É isso que você quer? É. Então bora. Entendeu? E aí o que que acontece? Se entra uma pessoa que fala: "OK, OK, OK", é a mesma coisa que acontece no golpe. Esse cara, ele o que que vai acontecer? ele vai pedir
para sair ou então o ambiente vai expulsar ele ou então o ambiente vai virar e falar assim: "Ué, já tá indo embora?" Por que que você embora? Porque o ambiente constrange, cara. Imagina, você chega no verde lá agora e você levanta 6 horas para trabalhar, para ir embora e você quer ir embora. Tá todo mundo lá se [ __ ] irmão. Você falar assim: "Porra, tá todo mundo aqui mesmo lance do BOP. Imagina que os caras tm que ir lá numa missão para salvar tal pessoa. O cara virou: "Agora eu tenho que ir embora. Vou
pegar meu meu meu filho agora para passar. Irmão, que isso? Tá todo mundo se [ __ ] aqui. Estamos no meio da operação. Tá todo mundo no meio da operação. Não existe isso, entendeu? Então é a mesma lógica. Então o ambiente hoje ele é moldado nesse sentido. E aí a gente atrai pessoas e aí vem a parte mais legal, que é a parte que eu mais tô gostando, é que hoje algumas pessoas querem entrar pro bob, que eles querem isso pra vida delas. No verde tá começando a acontecer isso. As pessoas querem trabalhar comigo e
com Iago porque eles querem se [ __ ] agora para não passar a vida toda [ __ ] Cara, aqui, ó, e esse cara que tá aqui na nossa frente, ele mandou mensagem ano Passado para mim falando: "Cara, eu quero estar aí com vocês, Mateus". Aham. Vou te falar, tá? Tu se [ __ ] mesmo, mano. [ __ ] o bicho vem lá da palhoça, pega uma fila [ __ ] meu irmão. Eu morava lá no cobraçol. Ô, Rafa, tu tá bem de boa, mano. Tu moraerê, ele vem lá da [ __ ] que pariu,
meu irmão, tu é bravo demais, cara. Ô, parabéns, mano. Real, parabéns, real. Tu é muito [ __ ] mano. Porque assim, ó, tu sai cedo, pega uma hora de fila para ir e para voltar, tá? Então assim, mandou bem. Isso é surreal, velho. É. E aí é isso que é do [ __ ] porque quando você tangibiliza essas falas de podcast em coisa real do sei ir lá no escritório e ver do cara que tá aqui do meu lado me ouvindo falar e tá comigo lá no dia a dia, porque se eu tivesse mentindo aqui,
irmão, a produtividade desse cara ia cair, sem dúvida. El falar: "Porra, velho, tô trabalhando pro cara, o cara vai no podcast contra um monte de mentira". É, sem dúvida. Sem dúvida. Entendeu? Então, eh, ter isso pautado em verdade é o que sustenta a cultura também. Uhum. Né? Eu acho que aquele negócio que tu falou, cara, eh, ele casa muito com isso aqui da da frase que a gente vocês escolheram se [ __ ] agora para não se [ __ ] depois. E o cara que mais se [ __ ] a vida inteira é a vida
inteira. E o cara que mais se [ __ ] pelo que eu entendi, é o guia. O guia ele escolhe se [ __ ] sem dúvida alguma. É porque o guia é quem assume mais risco. É. E quem assume, E aí é uma coisa legal pra galera entender, tá? Quem assume mais risco ganha mais. Ponto. Ponto. É ponto. Quer ver? A gente tem esse papo lá dentro, tá? Ah, mas é que tá achando ruim que sai, empreend abre a sua empresa, cria empresa. É, pronto. Muito simples. Tenta lá. Ah, mas que eu qu Tá bom.
Vai, assume mais risco, tenta construir isso tudo sozinho e que dê tudo certo, né? Então, quanto mais risco você assume, mais você deve ganhar por isso. Sem dúvida. É simples assim. Concordo, cara. A última coisa que eu tenho para falar de cultura, tá? É que uma vez que a gente fala assim: "Cara, eu sou isso aqui, tá? A minha empresa é isso aqui e como tu falou, existem fases da vida da pessoa, provavelmente tu, o Mateus ali, o próprio Pedro, vocês não vão querer se [ __ ] a vida inteira de vocês. Tanto que a
frase fala isso, né? Para não se [ __ ] o resto da vida. Então, cara, vai ter um momento que tu vai desacelerar, vai ter um momento que eu vou também. Eu não sei quando que vai sair. Tomara que demore muito tempo aí, né, pessoal? Porque eu tenho muita vontade de fazer e bastante coisa aí. Eh, mas de qualquer maneira, uma vez que a gente identifica qual que é esse momento, e eu tenho clareza de de quem que eu sou e também do que que eu não tolero, que que a gente não é, a gente
começa a ter esse ambiente aí com uma cultura mais alinhada, expulsamos as pessoas que não estão com eh que não estão alinhados com isso, começamos a atrair pessoas que estão interessadas nisso daí. Só que existe uma estrutura para fazer isso rodar. Aí, pô, tu falou para mim aqui que tu tem igual hands, que é uma coisa que tu faz. Eu já vi que reunião tu não faz mais porque tu já botou a IA para fazer. Uma vez que eu tenho aí o manual do que que eu quero que seja a cultura, como que eu faço
na prática para ficar martelando isso daí? Eh, quais são os símbolos, as formas de comunicação que tu recomenda criar, tá? para que a cultura ela, apesar de estar definida, ela entre na cabeça das pessoas, que isso aconteça de fato. A cultura, ela tem que ser primeiro verdadeira e segundo ela é top down. Deixa eu traduzir isso de uma maneira mais fácil de você entender. Se você quiser colocar a nossa cultura na sua empresa, não vai funcionar, porque você é o João e você tem o seu sócio que chama André. André. E a cultura tem que
refletir o que vocês querem e quem vocês são. Então o ponto é você tentar copiar uma cultura não faz sentido. O que faz sentido é vocês refletirem, vocês mudarem e isso mudar a Empresa de vocês. Aí faz sentido, porque ela é top down. Vou dar um exemplo. A cultura ela tem que ser, a empresa ela é liderada. Concorda? Você é o líder da empresa. Se você que chegar na Vetub amanhã, você concorda que você tem e você tá nessa cadeira de chegar na Veturvia amanhã e falar assim: "Galera, acabou, a partir de amanhã tudo é
você não consegue fazer isso. Tenho esse poder. Você tem esse poder, você tá nessa cadeira para fazer esse poder." Então a cultura ela tem que ser a mesma coisa, como que você quer que ela seja, só que você tem que ser essa pessoa, a tropa espelho do guia. Se você for uma pessoa de falar tipo assim, olha, [roncando] aqui é o Bob e tudo mais e não for essa pessoa, não adianta, não vai ser. Eu vou dar um exemplo. Quando eu era sozinho, eu não tenho essa pegada do Iago, velho. Sincero, eu não sou o
tocador de de bumbo do exército. Não sou, não sou. Eu sou o cara muito mais genial nas ideias, na parte da IA, na parte do produto, um cara que vai ficar até meia-noite, até 5 horas da manhã na tela. Eu não sou o cara que tô lá e consigo, cara, sendo sincero, às vezes é um papo tipo de eu ter que ter um um a um para ouvir a pessoa falar dos problemas dela. Aquilo me cansa de um jeito que o Iago fala: "Eu me divirto". Sim, exatamente como é. Aquilo me suga energia de um
jeito tipo assim que eu falo: "Putz, essa conversa me cansou, me cansou mentalmente de um nível muito surreal". Ou seja, quando eu estava sozinho, a cultura do verde era outra. Por quê? Porque eu não Tenho, eu não sou esse cara. Então, como é que era a cultura do verde? E era home office, pô. E eu não tenho nenhum problema de falar. A cultura do verde só passou a ser essa cultura de meia-noite, 1 hora da manhã, quando eu trouxe um cara que é assim, que é assim. E ao mesmo tempo a gente só passou a
trabalhar, por exemplo, é todas essas coisinhas que eu falei de a do dado e até a pessoa, porque são coisas que eu criei. Se eu não tivesse criado aí, ia ter que ter reunião. Aí eu crio a ilis e agora? Ah, posso mudar a maneira de fazer gestão, não precisa mais de reunião. Ah, agora tem isso aqui. Vamos fazer desse jeito. Sabe aquela placa que você viu na porta dele? Eu que coloquei. Hum. Então eu trago o elemento de a na cultura, porque sou eu, é onde eu sou forte. Uhum. Então, eh, se você quiser
implementar uma cultura dessa, seja essa, seja a pessoa, porque a cultura tem que ser top down, porque a cultura vem do líder. Analogia mais simples é, a gente não é pai, é pai ainda, né? Não tem, não temos filhos ainda. Mas imagina o seu filho, velho. Você lidera ele. Se seu filho chegar e falar o seguinte: "Cara, eu quero chegar em casa e tomar um pote de sorvete." Você tem que falar: "Não, meu filho, aqui agora você vai comer isso, isso, isso por quê?" "Porque eu quero." Porque eu quero e é melhor. E muitas vezes
o líder sabe o que é melhor pro pro seu time igual. Você sabe o que é melhor pro filho. Ou você dá o direcionamento, entendeu? Olha, é muito Melhor para você, meu filho, comer isso e isso aqui. E eu tô desso, é porque eu quero e pronto, acabou. É isso, acabou. É. E e a gente e ter essa as pessoas de novo, a gente volta naquilo que a gente repetiu de as pessoas não conseguirem falar isso. Eu acho que muita gente não consegue falar isso. Não consegue de chegar falar assim: "É porque é assim porque
eu quero. É assim porque eu quero." Tem que ter um líder, cara. E o líder às vezes ele precisa ser um ditador, tem até um termo para isso que é um ditador benevolente. Sim. Se se a gente tivesse ditadores realmente bons que realmente pensam na sociedade, no futuro, em tudo, seria melhor ter um ditador do que ficar nessa loucura aí de sobe um, desce um. Se todo mundo soubesse o que é melhor, não precisaria ter um CEO na empresa, pô. É verdade. Era melhor, deixa, faz uns grupinhos aí e decide. É, sem dúvida. E se
ele é o CEO, é porque é a zona de potência dele, então deixa ele decidir por nós. É. O Naval fala também. Se quer quer quer tomar uma decisão errada, pergunte para todo mundo. Agora tem uma dúvida no produto ou sobre a Vai no Iago, ele vai falar o quê? Fala com Rafa. Eu vou saber decidir melhor que ele, sem dúvida. É. É. Então ter de novo, a sociedade também tem que se respeitar, porque se ele entrar e fala uma coisa de produto, aí na hora que eu vou, por que que o Iago tá falando
isso? Então tem que ter esse respeito também. Uhum. De saber onde o outro, onde o outro atua. Uhum. Cara, vamos começar a falar então de IA, tá? Finalmente, né? [ __ ] falamos aqui uma hora aí sobre outros assuntos. Não que não foi interessante, obviamente foi, por isso que tu tá vendo aqui a gente ainda, mas cara, e há, [ __ ] eh, um assunto extremamente, eu não sei se a palavra não é complexo, mas tem muita coisa acontecendo. Todo dia tem mais e mais coisa. Eu iniciei o podcast com aquela citação falando que, poxa,
seis meses no mundo daí a se tu tá atrás, seis meses, tu tá, na verdade, se anos atrás. Eh, cara, para as pessoas leigas, tá? Imagina que sou eu, pô, eu sou o Silva aqui do Veturb, eu tô aqui conversando contigo, tal. Eh, para as as pessoas do nosso mercado, os empresários, eles já pelo menos eles sabe que já existe. Eu acredito que muitos no mínimo, usam o chat GPT. Eu uso o Cloud, por exemplo, mas enfim, algum chatbot ali. Mas cara, tem muito mais que isso. Eu sei que tu é embaixador do Lovable aqui
no Brasil. Eu sei que bizarramente, mano, para mim isso é surreal. Tu fez uma porrada de ferramenta interna eh na tua empresa. Isso aí, pô, não só tu tem uma parada específica paraa tua empresa que vai ser muito mais eficiente do que solução genérica, como tu também reduz custo, porque tu não tem que pagar os caras por uma solução inferior. Eh, como que um empresário pode começar nessa jornada? pode explorar, pode se verticalizar nisso para ficar, talvez não tão bom quanto tu, mas cara, bom o suficiente para não tá atrasado. O que que tu acha
que é esse caminho? Boa. Vou começar com uma analogia para o cara primeiro entender onde que ele tá, tá? Vamos lá. Imagina o seguinte, o João tá na minha frente que ele tá fazendo como papel e caneta. Então, imagina que essa é a sua, a gestão da sua empresa. Hoje você tá fazendo gestão na empresa com papel e caneta. Já foi iPad, tá? Só que eu perdi minha caneta do iPad. [risadas] Ele me pegou, pessoal. Tô com a minha canetinha aqui. Não, mas a ideia, então vou pegar que você tá fazendo financeiro. Você tá fazendo
financeiro na sua empresa com papel e caneta. Quanto tempo você ia demorar? Bastante, muito tempo, né? Para anotar todas as contas recebíveis. Eh, vai ter mais chance de você errar, sem dúvida, porque tá dependendo da sua cabeça, dos seus movimentos. Você pode anotar errado o número e e ferrar toda a conta. Ou seja, erro humano, processo lento, demorado, com potencial de erro. Aí vem uma ferramenta, uma tecnologia chamada Excel. Se todo mundo consegue concordar e entender que depois que você usa o Excel, fazer o financeiro da empresa no papel e na caneta não faz sentido.
Por quê? Porque a pessoa teve o clique, ela usa o Excel, ela fala: "Isso aqui é muito melhor". Eu coloco uma fórmula. Essa fórmula pega junta os valores. Essa planilha aqui, ó, eu uso mesmo, eu comparo. Pô, eu tenho um sistema que opera o meu financeiro ou ou me ajuda a operar o financeiro. A IA, exatamente isso. Você, quem ainda não foi para IA, a analogia que eu quero fazer para você é você tá operando a sua empresa com o financeiro de papel e caneta, anotando as continhas, só que já tem uma galera no mercado
que tá usando uma ferramenta que é muito mais poderosa. Só que qual que é o problema e onde que você tem que começar agora? Só vai clicar na sua mente do que é o Excel quando você pegar a [ __ ] do seu financeiro e colocar no Excel, porque aí a sua cabeça faz assim: "Entendi, [ __ ] entendi porque eu não preciso usar mais papel e caneta e você nunca mais vai querer voltar. Só que se você não fizer isso e você quiser contratar alguém que usa Excel, você quiser falar pro time Excel, Você
não entende de fato. É uma coisa abstrata na sua mente ainda. As pessoas vão falar do Excel, você vai em palestra ouvir falar do Excel, só que não vai clicar na sua cabeça o que de fato é o potencial do Excel. Uhum. Na hora que você bota a mão no Excel, você fala assim: "Putz, entendi. Dá para fazer isso, dá para conectar isso". Inclusive, dá para usar não só pro financeiro, esse Excel aqui dá para usar pro marketing. Eu posso pegar o curso por clique, o CTA, o CTR. Aí você começa a usar a ferramenta
pro seu business, pro seu negócio. E aí é isso. Então, se você quer começar, você precisa primeiro parar de terceirizar. O primeiro passo pro empresário é parar de terceirizar. Eu virar e falar o seguinte: "Cara, vamos lá. Eu não posso ser o empresário hoje, um líder que fico terceirizando o Excel enquanto eu fico no papel e na caneta, velho. Porque é isso que você tá falando. Você tá falando assim: "Tá, o meu time já usa, a minha empresa já usa, só que eu ainda faço um papel e caneta". Cara, não faz sentido. Uhum. Entendeu? E
o mais legal, porque a gente tá com mais de 13 empresas como clientes. Se eu ligasse aqui para todos os clientes que são empresários, acredito que os caras não são todos que são clientes que fizeram esse momento deles botarem a mão, mas todos que botaram a mão. Se eu ligar agora, não vai ter nenhum que vai me atender e falar assim: "Pô, Rafa, não valeu a Pena. Não vai ter, cara. Não vai ter, porque a sua cabeça explode. É uma parada, tipo assim, [ __ ] velho, aquela parada tudo que eu fazia aí agora fazer
esse processo, esse processo, esse processo. E aí vamos entrar direto na sua pergunta agora. Você tem camadas de maturidade. Hum. Não dá para você começar no lovel, não dá para você começar no até dá, mas assim vai ser mais fácil se você usar o chatpt antes, você usar o cloud antes. [roncando] Tem camadas de maturidade, de entendimento. Vou dar um exemplo muito básico aqui. É a mesma coisa de você pegar um curso de química e ir pr, sei lá, pra sétima série de química. Cara, às vezes tem a a quinta série, a sexta série, na
sétima série você já entende melhor, porque você pegou uma base. Então, qual que é a base? A base é as ferramentas, velho. A base aí é a conversacional. Então, começa usando o chat PT, Cloud, Gini na operação. E você vai usar de duas formas. Eu vou dar duas dicas práticas. Não começa instruindo porque as pessoas acham que é dar prompt, que é instruir. Por dia, anota o número por dia. Faça 20 perguntas para a no mínimo. No mínimo, 20 perguntas para a As pessoas não são acostumadas a fazer boas perguntas para EA. Por fazer boas
perguntas para EA, que é aquele efeito que que a gente começou o podcast falando dos seis meses atrás de 6 anos. Cara, se você, João, colocar uma meta e fazer 20 a 30 Perguntas inteligentes para você ver o nível de aprendizado que você vai ter por dia e a sua cabeça vai começar a explodir, porque você começa de novo a se escalar primeiro mentalmente, intelectualmente, e aí você fala: "Caramba, se isso aqui tá fazendo isso com a minha cabeça, o que que isso aqui pode fazer pro meu negócio?" Beleza? Então, e a conversa. Segunda coisa,
criar os sistemas. criar sistemas que é o lovable, que é make man, eu nem uso mais, tá? É que aí a muda tão rápido e esse jogo de ferramenta é tão rápido. Imagina e que o Excel ele vai, o Excel demora muito a atualizar, mas atualiza. Você tinha o Excel, ele melhorou, depois você tinha o Google Sheets, ou seja, vai atualizando, vai tendo versões facilitadas de trabalho. Eh, aí é a mesma coisa. E aí a cada vez que ela evolui, ela fica mais fácil ainda de usar. Isso é que é mais louco. Aí, olha só,
você tinha o a conversacional, você usa o cloud, o geminio GPT. Agora eu vou pro Lovable, onde eu crio os meus próprios sistemas com Yak. É isso que você tá falando. Inclusive para tangibilizar pras pessoas, eu criei a a o produto que a gente foi de zer a 21 milhões, eu fiz sozinho e eu não sou programador. Então, assim, eu sou eu sou a prova que dá para fazer e o produto é muito bom. Se não fosse muito bom, a gente não tava escalando tanto, mano. Vocês estavam hackeados. Já já dá um monte de merda,
um monte de bug. Aí eu desenvolvi essa [ __ ] do Vet aí, mano, por anos codando, tá ligado? Então eu sei todas as merdas que são. Exato. Então, então assim, eu consegui pular nessa para desenvolver os sistemas. E agora a gente tá entrando na na esfera de ter agentes autônomos de A. O que que é agente autônomo de A? Eu conecto todos os meus sistemas em um agente de A e ele trabalha de forma sozinha, totalmente integrada, trabalhando como se fosse um ser humano. Olha uma parada que eu acabei de fazer quando a gente
começou o podcast. Olha que bizarro, eu cheguei e mandei aqui, ó, paraa minha clau. Que que eu criei aqui, tá? É uma secretária executiva. Criei uma secretária. Eu queria contratar uma secretária. Eu falei: "Pô, vou vou criar um agente de a que é minha secretária. Ela eu integrei ela em todas as minhas bases de conhecimentos. Por exemplo, todo podcast que eu vou, ela aprende, ela assiste. Toda reunião que eu faço, vai para ela. Minha terapia vai para ela, minha agenda vai para ela, meu e-mail vai para ela. E ela tem capacidade de execução. Não é
só responder chatinho ou responder, não. Ela executa. Aí, olha o que que eu falei, ó. Me dá um briefing do João da Veturby. Tô aqui com ele para gravar. João Campos, CEO e fundador da Veturb. Plataforma brasileira de vídeo hosting focado em conversão. Background forte em copywriting para VSL e tráfego direto. Faturou mais de 200 milhões de cooperação. Conexão com verde, por que que ele criou a conexão com verde a uma izinho de a não ia fazer isso. Só que como ela entende o que eu tô, ela já cruzou na minha agenda que eu estaria
aqui no podcast, olha o que que ela já falou. Vocês provavelmente estão gravando como a IA potencializa VSL conversa, COVID ou automação de vendas. O público dele é muito infoprodutor e dono de operações de tráfego direto. Tem um overlap grande com viver de ar. Manda Bem aí na gravação do podcast. [risadas] Tá aqui, ó. Tá aqui, ó. E aí? Olha que bizarro, [ __ ] velho. Olha que bizarro. Tá que loucura, ó. Olha que bizarro. Ela acabou de me mandar uma mensagem. Eu tô gravando podcast. São 4:55. Já tem quanto tempo? Mais de uma hora,
né? pouco. Ou seja, eu não mandei nada para ela, nada para ela. E ela ela me mandou uma mensagem de forma proativa. Olha o que reclamador. Lê aí, Rafa 4:30. Algumas coisas antes de você fechar o dia. Pendências rápidas. Chequinho da Latan feito. Reservar Fig Müller e Plachuta. Sei lá que [ __ ] é essa. É dos restaurante Viena. Ah, DM pra Helena, fotógrafa. Bilhetes impressos. [ __ ] velho. Ela te lembra do que tem que fazer ainda. Caramba, mano. Amanhã saí com o Marcos. Vou, vou. Tô aqui, pô. Ainda mandou um coraçãozinho. [risadas] Então,
tipo assim, esse já é o nível que de março desse mês. Então, assim, é uma curva de aprendizado. Você não vai chegar nesse nível, só que você tem que chegar, cara. Você tem que chegar. Isso aqui muda o jogo. Muda o jogo completamente na vida pessoal e tudo mais. Então aquilo que você falou, tipo assim, o que eu dev, o Que o Thalis Gomes fez, que eu admiro muito ele, é ele virar, ele teve esse clique, esse momento é ele chegou no G4, cara, que é uma empresa que faturou 500 milhões e falou: "Irmão, acabou
o G4, acabou é empresar". Tipo, ele tá desconstruindo o G4, não prejar que eu tô falando, mas assim, ele tá desconstruindo o G4 pro G4 se tornar uma empresa EI first, EI First. e que vai valer bilhões e vai valer, velho. E vai valer por essa decisão, por essa coragem de pegar e falar: "Mano, eu vou acabar com o meu business, vou criar um business de A aqui dentro, porque isso não é o futuro, isso é a realidade, isso aqui não é futuro. Eu te mostrei, tá acontecendo. Tá acontecendo. É, então assim, eh, o empresário
precisa de avançar nesse nível, usar a ferramenta conversacional, criar sistemas e depois criar agentes. Uhum. Se você não tem as trê as três camadas, a gente são cinco até de, né, que é a curva da openi. A gente já tá na terceira, são três de cinco. Então, na curva da a gente tá na três de cinco, você tá na um, você tá na um, pô, se você não criou sistemas ainda, não sabe criar agentes, você tá na um. Então, o gap é muito rápido, entendeu? Eu fiz analogia, mas foi uma boa analogia. Você tá escrevendo
papel e caneta e tem gente operando com Excel, sem dúvida. E aí o ponto é, só para tranquilizar também, para dar um calma, eu vou zero na linha que você vai morrer. Não, não, Não vai morrer, mano. Você vai ter, igual eu falei, se você quiser ter a VTURB ali 100 A e tudo mais, você vai continuar tendo um bom business. Qual que é a diferença que você não consegue competir comigo? É, essa é a diferença, é a competitividade. Tipo, o cara que tá operando papel e caneta, ele não morre, velho. Ele vai continuar, ele
vai ter o cliente dele. Agora, ele não consegue ser tão competitivo. Ou até é, mas se ele competir, ele vai ter que ser muito melhor. É uma vantagem injusta. Isso é isso. Até o Alex Hormose, ele lançou um vídeo. Conhece ele? Não, Hormose conheço. Ah, conheço. Ó, cadê o adesivo no nariz? Aqui, ó. Ele lançou um vídeo hoje com essa parada de a que eu tava lá lá na academia quando o Pedro que não tá mais aí, né? Foi lá comer que lá da que ele treina comigoá lá na Aonberg, só que ele não fala
comigo, pessoal, nunca me deu um oi, apesar de me conhecer, o desgraçado, ele entra muito focado. Mas eu tava vendo o vídeo, ele falou exatamente isso e cara, eu concordo demais. Deixa eu te fazer uma pergunta, tá, Rafa? Tu tá me falando aqui que o dono, o CEO, o founder, a pessoa que tá liderando, ela precisa aprender e a ela não pode sair delegando, querendo contratar a pessoa X, pessoa Y. Ela tem Que aprender a fazer a parada. E, cara, eu concordo com isso, tá? Eu, e, na verdade eu sigo aquela filosofia do founder mode,
não sei se tu tá familiar com isso daí, mas basicamente saber tudo de tudo. O Elon Musk lá por 3 anos ele viveu na fábrica da Tesla. Eu não lembro quantas partes, tá, quantas peças tinha o carro lá da Tesla. Acho que era [limpando a garganta] modelo X, não lembro, mas era papo de 4.000 ou 7.000. Ele sabia todas as peças, qual material que é feito e tal. Eu sou muito de disso aí também, então eu não tenho nenhum problema em aprender, tá? E eu recomendo que tu que esteja em casa não tenha também. Só
que, cara, ainda é um grande trampo, ainda tem eh uma barreira técnica pequena, mas eu acho que tem. Pelo menos, pô, na semana passada entrevistei um pessoal aqui que tinha automatizado grande parte da operação com IA. Nada no teu nível, tá? Era otimizações noion ali com N8N e tal, mas ele ainda tinha que pegar, ligar lá o terminal, ligar o cloud code. Mano, se para mim ligou o terminal, já fodeu. Tu tu usa o terminal nessas paradas aí? Agora tive que aprender por causa do openclawe. Então, cara, mas nunca tinha aberto até esse mês. É,
é, é. Então, o o é tem que táar bunda na cadeira e fazer. Pô, mas o que que o o que que tu recomenda pro cara, pro cara, tipo, ele vai sentar a bunda na cadeira e vai fazer o quê? Vai vai perguntar, mano, ó, como é que eu uso? Como é que eu faço? Como é que é? Tu realmente vai explicando as coisas? Isso é porque tem dois caminhos, tá? Eh, que eu vi o gargalo, eu concordo que não é a pequena parte das pessoas vai aprender igual eu aprendo, que é sendo autodidata. Eu
aprendi tudo e a sendo autodidata. Então, tipo assim, eh, cara, no início eu vi aqueles vídeos de indiano 3 horas da manhã no YouTube e ao mesmo tempo enfiando a cara e errando e quebrando e mexendo. Eu sou muito curioso desde sempre. Eu sempre brinco. A analogia que eu faço é, cara, o cara que gostava de Lego quando era criança, ele vai ser um bom um bom cara para trabalhar com aquele cara que era meio que movido a curiosidade, a entender, a aprender, a construir. Então é um cara que vai se dar bem ali com
o ponto principal é que eu entendendo essa dor, que as pessoas precisam aprender isso, que eu criei meu business. Falei: "Cara, a galera precisa de orientação. Não é todo mundo que consegue ser autodidata, até porque auto, cara, o fato de ser autodidata é muito desgastante. Tipo assim, pô, você pegar o tanto de noite que eu virei em 2024, eu conheço poucas pessoas que que viraram. Por que que eu virei tanta noite 2024? Errando para caramba. E errar é muito cansativo, velho. É cansativo. Eu vou dar um exemplo. A minha plataforma do Verde, você tem Noção
que eu joguei 23 dias de trabalho fora porque eu errava, errava, errava, errava. E aí depois eu joguei e alguém pegava 23 dias de trabalho virando noite, jogar fora e continuar. Frustrante, hein? É isso. É frustrante. Então, as pessoas vendem um sonho em podcast e tudo mais, que ah, é muito fácil, velho. Ah, a facilita sua vida. Daí automatiza, irmão. [ __ ] se você não souber fazer bem feito, é só dor de cabeça, quebra, problema de segurança, um monte de coisa que não tem profundidade nenhuma e que não tem resultado. Então, não tem nada
fácil. O ponto é depois que você implementa, você colhe resultados. Ponto. É igual na academia, pô. Você vai na academia, é fácil? Não é fácil, [ __ ] É um saco. É, é um saco. Eh, dói. Você sente dor no corpo, você levanta, você tá lá fazendo um exercício que não é talvez tão eh adaptável pro seu corpo, tá fazendo ali a posição e tudo mais, mas depois recolhe o benefício de ter levantado a bunda da cadeira e ter ido malhar. E aí a mesma coisa, você vai lá, senta a bunda na cadeira, aprende, aplica.
Depois que você fez tudo certo, aí que o resultado vem. Não é depois que no processo ali, se você for pra academia tirar a foto embora, não vai, não vai ficar forte, meu amigo. É, então tem gente que acha que é isso, que acha que tipo assim, ah, mas eu uso, ah, mas não, não, não é isso, não é ir na academia tirar foto que eu tô forte, é Passar pelo processo. E aí eu criei uma plataforma para facilitar isso, que é dar todo esse sofrimento que eu tive. [ __ ] pelo menos agora eu
chego e falo assim: "Cara, faz assim, usa, usa essa, treina desse jeito". Então eu aprendi, pô, eu aprendi a treinar sozinho, eu tive que treinar sozinho. Eu aprendi qual exercício dá certo, qual exercício me faz crescer. Irmão, deixa eu ser um atalho para você. Então eu ajudo outros empresários e outras pessoas sendo um atalho pelo que eu sofri. Uhum. E isso gera o quê? valor, pô, tem valor para [ __ ] isso. Então, quer dizer que eu seguindo isso aqui vou crescer mais rápido do que eu passando por esse processo que eu não tinha nem
disposição para passar e aí eu consigo ganhar dinheiro e crescer muito rápido em cima disso, entendeu? Mas eu ainda recomendo fortemente que todo mundo que tá ouvindo coloca a banda na cadeira. Cara, eu vou ter que colocar. É, necessariamente. E eu confesso assim, ó, eh, tem uma pessoa que virou mais noite que tu em 2024, tá? Que tá sentado ali, ó, que é o Gabi. Porque o Gabi tem 17 anos e ele joga CS. Ah, tá. Então, esquece. Não, não, não, não tem como competir com ele. Não. Talvez quando eu jogava Dota, aos meus 17
anos, eu virasse mais noite que ele. Eu ainda jogo Dota, tá? É. E eu sou bravo, mano. Não, eu jogo melhor que você. Não joga, mano. Jogo. Eu era imortal, pô. Mano, eu era, vamos ver, tá? Eu era 5.5k de MR. Eu já peguei 6K, pô. Ah, então tu era [ __ ] mesmo. Então tu era bravo. Então é, ó, tem o o Rayur lá de BH direto me manda mensagem. Ah, então tu era muito brava, cara. Por isso não, não, não. Em uma fase da minha vida eu fui muito bravo. Eu também, pô. Hoje
eu sou lixo. [risadas] Mas já peguei seis car. Foi já. O meu meu recorde MMR foi 6100. [ __ ] Rafa, tu é muito bravo. É, eu gostava de jogar, jogava de Invoker as paradas tod, mano. Invoker mid. Vol qu [ __ ] pessoal Rafa é muito [ __ ] tá? Nossa, agora eu vi que é desenrolado, [ __ ] Invid ali tem que ter dedo, tá, pessoal? Não é qualquer um não. Jogava, cara. Ó, eu não vou virar esse podcast aqui pra Dota em respeito à nossa audiência, tá? Porque eu tô com muita vontade
de falar disso, mas eu não vou, eu não vou falar isso respeito à audiência. Eh, cara, voltando aqui para esse assunto aqui, tá? Eh, imagina que Eu faço esse boot camp aí, tá? Imagina que eu vou lá e eu decido. Não, cara, eu vou aprender IA, eu quero fazer. Imagina que eu sou cliente do Viver de A, mas não só sou cliente do Viver de A, mano. Eu tenho dinheiro. Porque o pessoal que tá vendo aqui a gente, os cara tem, entendeu? Eu tenho, o Gabi, ele pode investir também. Eh, quanto tempo que tu acha
que eu me torno proficiente ali? É proficiente ou pro eficiente? Não sei. Que que eu me torno inteligente? proente que eu me torno inteligente suficiente para conseguir fazer aqui o nível no mínimo dois, conseguir construir os sistemas ali no lovable e, cara, eventualmente tendendo pro três, eh, conseguindo fazer agentes, porque, cara, eu quero aprender, eu quero fazer, eu tô disposto a fazer. E pessoal, ó, tu tem que estar disposto também, mano. O futuro é esse, não tem almoço grado, tem nada garantido, aprende essa [ __ ] Esse é o negócio, tá? O mundo mudou, é
o que tem, é isso aí. Ou senão tu vai ficar para trás e aí e aí ferrou. Aí não reclama depois se tu não conquistar os teus sonhos, como o Rafa falou, né? Saiba o que tu quer. Mas assumindo que eu quero fazer, tô disposto, quero investir, tenho grana, que que eu faço e em quanto tempo? Mano, animal, e eu vou te falar o seguinte, com essa dedicação, colocando horas e bunda na cadeira, eh, e você que tá no podcast, se entrar no verde, assistir minha formação de openclaw para para fazer agentes e love na
prática, essas duas formações mais horas dentro dos sistemas, cara, se você não conseguir ter resultado em 60 dias, me liga que eu Devolvo seu dinheiro. De verdade. De verdade, eu devolvo seu dinheiro. Vamos me ligar, falar: "Cara, assisti o podcast do Vetub, tá aqui, ó, eu vou olhar no sistema as aulas que você, se você viu que eu tenho tracking de tudo, assistiu todas as aulas, implementou e não teve resultado, me liga, eu devolvo seu dinheiro." Por quê? Porque eu tô falando o seguinte, vai acontecer com você, você vai me ligar, falar assim: "Puta que
pariu, por a probabilidade de 99,9% vai ser das pessoas me ligarem e falarem assim: "Puta que pariu, por que que eu não fiz isso antes?" É só isso que vai acontecer. Por quê? Porque é a analogia que eu fiz, [ __ ] O cara tava no papel e na caneta. Aí ele agora, [ __ ] montou o Excel do financeiro. Ele vai olhar e falar assim: "Puta que pariu, por que que eu não Por que que eu não não tava com esse Excel antes?" Aquele erro lá que eu que eu paguei lá, que merda, já
tá tudo aqui. O sistema já, meu Excel tá todo montado aqui. Uhum. Então, só que de novo, se não tiver o movimento de falar, eu vou, eu vou botar, eu vou fazer, eu vou encarar, se ficar delegando, se ficar terceirizando, o problema é que você não tá terceirizando uma tecnologia linear. Esse é o problema que é como você iniciou o podcast, você tá perdendo o bond, perdendo a onda de uma tecnologia exponencial. Então os danos também podem ser exponenciais, porque o seu concorrente ou alguém que quer mais, que sou eu, claramente sou eu, pelo meu
resultado, tá sufando a onda e tá pegando o os ganhos exponenciais, Entendeu? Então, eh, vou dar um outro número só para vocês terem uma ideia, tá? A gente tá com 1300 empresas, só que a gente tá crescendo muito rápido, né? Só esse mês foi 300 empresas novas para dentro da plataforma. Cara, eu já documentei no meu site mais de 110 cases, mano. Você tem noção que, tipo assim, uma empresa que existe a menos de um ano, né, a plataforma, pelo menos, a plataforma do verde que eu desenvolvi, que eu lancei em maio, já ter documentado
caso case de sucesso no site agora acho que tem 105. Tipo, é muito surreal. Tá louco. Tipo, ter documentado e não é documentado de um carinha que não, uma empresa. A empresa implementou e teve resultado ou de aumento de receita ou redução de custo. Tudo assim, porque é muito fácil até também, não é? É isso. É isso. Custo, pelo menos, cara, facilmente tem vários processinhos idiotas que eu conseguiria facilmente automatizar. E sabe o qual que é o [ __ ] Que cara, eu acho que a realidade muito empresário, ele sabe que dá para automatizar ou
ele tem uma ideia, só que ele não sabe fazer porque ele tem esse meo técnico, pelo menos é meu caso, tá? Ou às vezes não é nemumo, às vezes até até tempo, tá? Mas cara, eu já sei que eu preciso separar esse tempo para aprender. Eu tô disposto. Eu até anotei o nome aqui, tá? É o curso de Open Claw e do Lovable. E deixa eu só dar mais um recado para você também, já que você pegou um G que eu acho que é uma dor de muita gente aqui, que quando você for Fazer na
prática, sentava na cadeira, você vai entender que esse gap técnico que você imagina que existe não é tão grande de verdade. Porque igual eu disse, a velocidade como a gente aprende a também é exponencial. Então, tipo assim, beleza, agora você não sabe nada, mas daqui um mês, dois meses, o que você evoluiu é numa maneira que você nunca tinha evoluído antes. E é difícil eu falar isso, mas e na prática você vai entender quando você colocar abundando na cadeira, que é tipo assim, você vai conseguir evoluir com de forma exponencial que em um, dois meses,
assuntos que você não sabia nada, você passa a meio que dominar. É muito louco isso, porque nada a gente consegue na na nenhuma matéria. Eu consigo tipo em um, dois meses eu ficar muito boom em química. Não, pô, você não vai, você precisa de de tempo ali conhardar. Por quê? Porque, cara, é linguagem natural, é conhecimento de linguagem natural onde eu direciono. E aqui vai a grande sacada. Se você é uma pessoa muito boa de business, de negócio, e eu sei que você é, você vai colher ainda mais resultado com do que aquele cara que
é nerdão. Então fica outro ponto. Se você é um cara de business, entende negócio, você que deveria sentar a bunda na cadeira. Hum. É um uma inversão de paradigma. Interessante, velho. Esse é o cara que mais extrai valor da IA, porque a Ia ela resolve a camada de execução, que antes eu dependia de ter Uma mão técnica. Vou dar um exemplo. Eu eu te mostrei no evento que a gente estava, cara, eu desenvolvi o meu CRM inteiro com A e o meu CRM tem features que nem existem no mercado, né? Tipo call de vendas em
grupo, em bedada dentro do CRM que transcreve, enfim. Eu só consegui criar esse CRM porque eu entendo de negócio e eu desenhei como seria o CRM perfeito para minha empresa. O programador não saberia como é o CRM pro pros time de vendas bater a meta. Então o cara que entende da operação da ponta, quando ele aprende a ele extrai mais valor do que uma pessoa de tecnologia que aprendeu IA. Hum. Hum. Ele sabe mais as necessidades e como como a programação não é mais uma barreira, ele consegue especificar melhor as necessidades e consequentemente ter uma
solução superior. É isso. É isso. Uhum. Então a solução dele fica melhor que a solução do teu programador. Por quê? Porque ele consegue delegar a parte agora de código para A. Sim. Aí qual que é o ponto? Minha dica. Depois que você monta a solução, aí você joga programador, que é o que eu faço no verde a assim, ó. Eu construo as soluções, eu dou vida para elas. Depois que eu dou vida para elas, eu pego meu irmão, que é um programador, que hoje é meu red de produto, que ele é um programador evangelizado pela
IA e entrego para ele, porque ele tem uma mão técnica de segurança, de tudo. E aí o que que ele faz? Ele dá a camada de Profundidade no que eu criei para ele virar um produto mais escalável. Entendi. E dá manutenção nele. Então eu sou o cara que crio, implemento e vou automatizando a empresa inteira com EA. E ele é o cara que mantém tudo seguro, mantém tudo escalável, mantém tudo, porque ele entende a infra melhor do que eu. Entendi. Então como eu coloco, então a criação das coisas na sua empresa deveriam ser com quem
entende de business e não quem entende de tecnologia. Cara, bugou minha cabeça. Isso faz todo sentido. Sim. Que loucura, né, velho? [ __ ] pessoal, faz todo sentido. A pessoa que mais entende o problema é o cara que tá na linha de frente, depois o líder dele vai cair pro programador só depois. Faz todo sentido. E as pessoas invertem, na maioria das vezes joga EA pro time de TI. É, sem dúvida, cara. Eh, um, uma curiosidade, tá, na prática, assim, imagina que eu tenho que eu sou uma mosca, tô ali no teu ombro ali, vendo
a tua tela ali e tal, eu acho muito doido tu conseguir desenvolver um sistema interno de vocês com linguagem natural e não só isso, mas funcionar. O que que é na prática isso daí? Na prática é tu conversando ali com lovable, especificando e aí testa, dá deploy, o negócio pega e volta. Quanto tempo que dura isso? Eh, o que que a gente precisa aprender para isso? É realmente só o lovable e ali um cloud, um chat EPT da vida para tirar eventuais dúvidas na prática, tá? O que que é esse desenvolvimento aí com com Lovable
que permite e todas essas coisas legais aí que tu fez pro cara que tá em casa, ele conseguir já entender, já aplicar? Animal. De novo, não é 1 maravilhas, não é conversar e o produto fica pronto e funcionando, não é. Deixa eu explicar como é que é o processo. O processo é o seguinte, eu vou criar um CRM, cara. Tudo aquilo que uma pessoa de produto precisa saber, você continua precisando saber. A diferença é que com a o tempo de aprendizado é exponencial. Eu vou dar um exemplo aqui mais prático para tangibilizar. Você vai criar
um CRM, você vai precisar entender de banco de dados. Você vai criar no lobo mais para B, você vai precisar entender de ed functions. De functions você vai precisar de entender de RLS, que é row level security, de row level, ou seja, tô falando um monte de termo técnico em inglês, jargões inglês, que provavelmente um cara de negócio não entende nada. É, tu já me matou aí. Só que qual que é a parada? Quando você bota a bunda na cadeira para fazer, você pega isso e você vai jogar na Iá. Exatamente isso que eu falei.
Lembra do que eu expliquei, ó? vai começar a conectar tudo que eu falei. Lembra qual foi a primeira coisa que eu te dei de missão? Fazer no mínimo 20 perguntas por dia. Uhum. Todas essas perguntas que eu falei, desculpa, todos os termos inglês que eu falei aqui agora que você não entendeu de cara, que que você poderia pegar agora e jogar? Perguntar. Isso é. E, ou seja, em um dia, em um dia menos de muito, exato, de algumas horas na cadeira, de muita curiosidade, você aprende coisas que às vezes você tinha que ficar na faculdade
para assistir uma aula pro cara te explicar o que que era uma ed function, [ __ ] ali você pegou, você aprendeu, você aplicou. Então essa curva de aprendizado, ela vai entrar no loop exponencial que aí você fala: "Cara, entendi o banco de dados, entendi? Entendi function, entendi para que serve isso". E ao mesmo tempo a IA vai executando. Então você só vai no trabalho de ter que entendendo e orquestrando e você vai aprendendo ao mesmo tempo. Então o ponto é, não é que você não aprende, não é que é tudo mágico, não tem nada
disso. Continua tendo as mesmas pontas de desenvolvimento de produto. Só que eu consigo aprender tudo isso numa maneira exponencial, porque a me ensina e executa. Me ensina e executa. Então, por isso que eu tô falando que não foge de você sentar a bunda na cadeira, porque se você não colocar a bunda na cadeira, o que é de function, que é RS, continua sendo nada. Agora você falar: "Cara, eu vou aprender o que é isso". Você aprende assim, ó. E isso, velho, vai expandindo na sua cabeça. Por quê? Você entende o que é isso, você entende
o que é aquilo, você entende? Aí você fala: "Hum, então dá para fazer isso? Hum, então se eu posso automatizar isso, fazer um scrapping, fazer um fire craw, conectar nisso aqui". Porque aí as possibilidades de negócio paraa sua operação começam a se conectar no seu Cérebro. E aí aquilo que era tipo assim, putz, agora eu posso preciso integrar num banco de dados para fazer uma integração da chave de API, tá? Eu agora mando a chave de API pro Lovb. Aí agora eu dou o caminho para ele, eu falo a automação que eu pensei que seria
legal e ele executa. Então não é uma paradinha de, ah, eu vou conversando comá e tudo mais, é uma paradinha de você se desenvolver de uma maneira escalável, usando uma ferramenta que executa e que te ensina. Uhum. E aí, com esse combo de aprendizado exponencial mais uma ferramenta que executa as suas ideias, aí o negócio acontece. Então não é tipo assim, ah, sentei, apertei, ah, tem um CRM e funciona. Não, não é isso. Uhum. É simplesmente o fato de você realmente combinar a instrução com a pergunta com hora de bunda na cadeira. Uhum. Fez sentido?
Fez 100%. E até me deu uma ideia, tá, de de, aliás, uma ideia não, porque eu já ia te perguntar isso daí, só que enfim, eh, casou certinho, que, cara, eh, eu, eu percebi, tá, com a, apesar de estar no nível um, eh, o nível um de aí, né, pessoal, que a gente a gente falou, eu já me sinto uma pessoa que uma pessoa mais alavancada. Que que é isso, pessoal? Eu consigo fazer mais com o mesmo tempo. Eu tenho uma alavanca maior. Por que isso? Tá, cara, eu percebi que eu consigo aprender tudo que
eu quiser super rápido, não só aprender tudo que eu quiser, mas como aprender o que importa em primeiro lugar sobre um determinado assunto e rapidamente transformar aquilo ali em execução. Então, um exemplo prático assim, eh, que eu tive recentemente, cara, eu queria montar um time de onboarding lá no no Veturb, que a gente já tinha lá, mas meio que não tava eh funcionando muito bem. E aí eu coloquei lá, cara, o que que é importante no onboarding? Ela falou: "Ah, tempo de ativação, não sei o que e tal, essas paradas". Então, tá. Qual Qual que
é o número que mais representa aqui o o sucesso? Daí a tu falou: "Cara, depende da tua operação, tal. O que que tu acha que é?" A gente começou a conversar rapidamente, tá? Rapidamente eu cheguei no no número que eu acreditava que é o número interessante pra minha operação é funcionar, que a gente tem uma funcionalidade, né, pessoal, que é que são que basicamente o vídeo ele aprende com o teu tráfego e otimiza ali as funções dele para para converter mais. É uma coisa meio meio chatinha, mas enfim, é isso daí. E aí a minha
a minha visão é quanto mais rápido os clientes fizerem isso, mais rápido eles entendem o valor do Veturb. Consequentemente menor vai ser o turn ali no longo prazo, maior vai ser o LTV. Então, cara, e eu não tinha clareza dessa métrica. Em primeiro lugar, conversando com a eu tive clareza. Só isso aí já é legal, porque tu tem um consultor que te ajuda, mas não parou só aí. Porque como que eu transformei isso aí em execução? Cara, eu precisava começar rápido. Eu queria começar, não queria começar ontem, Rafa. Queria começar anteontem, mano. Uhum. Queria começar
no mês passado. Já tô atrasado já. Sim. E daí eu falei, cara, cria então para mim aqui uma planilha que vai me dar aqui o processo para eu executar esse funilzinho aqui. E essa planilha aqui, ela precisa receber esses dados aqui, porque eu vou exportar os dados lá do meu do do meu do Stripe, por exemplo, enfim, eh, de de outras ferramentas que eu tenho. Eu vou exportar essas planilhas que vai ter dados do cliente. Eu vou botar nessa aba aqui. e a tua planilha vai ter que pegar esse dados aqui dessa maneira, jogar no
na planilha principal que seria o funil ali de vendas, o funil de onboarding, mas a prática é uma venda, né? Eu tô vendendo a ficha pro cara e mano, deu certo. Tipo, por mais idiota que pareça, pessoal, mas só, cara, só aprender essas coisas em primeiro lugar, talvez já ter que ler um livro ou dois ou deduzir por primeiros princípios, que eu sou bom nisso, tá? Em deduzir por primeiros princípios, mas é ser meio chatinho. Eh, de qualquer maneira, legal ter alguém para conversar. Então, só isso aí já me ajudou em ter clareza na nas
métricas e só isso aqui já tava Muito legal, mas eu também transformei em execução rápida, que beleza, não é um sistema no LB, cara, é uma planilha no Google Sheets, mas funciona e tem uma pessoa ali para executar e tá dando certo. Então, cara, quando eh eu tive isso, eu não sei se esse foi o meu momento Eureca, tipo, sei lá, velho. Eu sei que que eu pensei assim, eu falei: "Caralho, irmão, eu consigo fazer não, tipo, muito mais do que eu poderia fazer, porque em um dia eu consigo pegar vários processos da minha empresa,
sair e vendo o que que é importante, o que que não é, criar um mini processo para isso daí e o negócio já funciona. O próximo nível, eu acho, seria chegar nesse negócio, por exemplo, aqui do lovable ou do Open Cloud que tu tem, porque o Rafa, né, pessoal, ele tem uma ialá que toca empresa para ele. surreal que é a íris que sabe meter costo mundo ali, o pau pega ali e dá certo. Mas só esse primeiro nível para mim já foi bizarro. Já já tipo já eu já entendi, eu falei: "Caralho, isso aqui
é muito top". Por isso que eu quero muito evoluir isso aí, em vez de ser ter só uma planilha, ter o meu CRM. E ó, Bruna, a Bruna é minha líder etess, meu irmão, minha irmã, tem que aprender isso aí, cara. Não tem como não aprender, mano. Olha aqui o que o Rafa tá falando. É, então assim, cara, o que que tu acha que o o quão alavancaram tu acha que as pessoas podem chegar, velho? O quão mais produtivo tu pode ser, o quão mais tu consegue evoluir eh só com o que a gente tá
falando aqui? Porque essa parada da planilha para mim já foi revolucionário. Imagina isso com Lovab. Imagina isso com Lovable, eu cloud. Então eu acho que tem muitos outros níveis que eu posso chegar. Eu vou dar um exemplo fazendo, eu gosto de fazer analogia para que as pessoas consigam digerir o conteúdo. Eu vou dar uma analogia pra galera entender o que eu vou falar agora. Imagina o seguinte, o Uber existe e é um case sucesso, uma empresa que é um case sucesso de tecnologia. Só que pro Uber existir, tiveram que existir algumas tecnologias que vieram antes
dela. Por exemplo, precisava de ter um celular, depois um celular, carro. É, boa. Carro, com carro, começa com carro, depois celular. Depois de celular precisou existir e 5G, 4G pra galera poder chamar na rua e funcionar bem e GPS, ou seja, novas tecnologias que antes não existiam. Por isso que eu não fui tanto no carro, porque eu quis pegar mais novas tecnologias. Novas tecnologias que que elas criaram? Um novo modelo de negócio. Tipo, se não tivesse essa combinação de tecnologias, não dava para ter Uber, pô. Só que novas tecnologias criam novos modelos de negócio. E
normalmente os novos modelos de negócio que surgem através de tecnologia são os modelos mais rentáveis, mais escaláveis, onde tem mais dinheiro. Que que eu tô querendo dizer com isso? Tô querendo dizer o seguinte, que com a quando você aprende a você aprende novos modelos de negócio que antes você nem sabia que existiam. Aí eu vou dar um Exemplo. Teve uma empresa, acho que eu esqueci o nome, talvez você saiba, tem uma empresa que tá bem grande aqui no Brasil que o que que ela faz? Ela compra o carro e o motorista de Uber é tipo,
o cara tipo financia o carro para rodar na Uber. Tipo, uma parada assim. Tenho nem ideia, mas você entende que, tipo assim, eh, olha só, essa empresa tá se alimentando de um ecossistema da Uber já que já tá criando outro negócio. Então, qual que é o ponto aí? A um seu negócio, por exemplo, vai depois que você vai subindo o nível de consciência e entendimento prático, tem modelo de negócio dentro da Vetup que você não tá nem conseguindo enxergar, que você não enxerga. Existe outros modelos de negócio para você ganhar dinheiro ou para você ser
mais eficiente ou para você se alavancar que você não enxerga, porque você tá operando igual taxista. Quando você opera dentro de um framework ou dentro de uma camada de conhecimento, você não enxerga nem a oportunidade daquilo que existe, porque você não sabia que dava para fazer isso com IA. Então, a IA ela explora até mesmo outros modelos de negócio que não era possíveis de serem feito antes da EA. Vou dar um exemplo. Eu sei também alguns caras do Veturb propriamente. Tá muito certo. E aí você começa, Eí quando a sua cabeça clica, aí você começa
a pensar o business de outra maneira. Sei lá, vou Dar um exemplo idiota aqui. Eh, cara, a IA ela, você tem muito dado, velho. Você tem você deve ter muito dado para [ __ ] Então, demais, cara. Processar dados junto com algum modelo, alguma inteligência para gerar valor pro usuário é um baita modelo e com pessoas não daria para fazer. Vou dar um exemplo. Quantos e clientes você tem? Eu tenho 11.343 343 que eu olhei ontem, 11.343. Sabe o que que daria para criar? Um agente de A que pega os dados da conta do cliente,
gera insites pro negócio do cliente dado se você, ó, vou vou desenhar um business com que isso é que eu sou muito bom. meu modelo, eu tenho uma cabeça que eu acho que por isso que eu tô tendo muito sucesso, porque como eu dei esse all win muito lá atrás, 2023 que eu dou essa win, logo depois de chatt eu dou all win para viver essa parada, hoje eu tenho uma cabeça e um modelo mental que eu penso negócios com de uma maneira que acho que poucas pessoas no Brasil pensam. Então, olha só, vamos pegar
aqui, ó, você, eu virei seu cliente, aí eu faço umbard no seu sistema e eu coloco a minha empresa para quem eu vendo, o que eu faço. A partir do momento, o que que você tem? Dados e contexto do meu negócio, do verde Uhum. Depois eu tenho meus vídeos aqui com você. Você tem dados e contexto do vídeo. Depois você tem resultado dados de performance desse vídeo. E aí você mandando o contexto da empresa, os dados do vídeo, os dados da performance, poderia ter uma IA conectando todos esses dados de cada cliente de forma Individual
e em vez do cara consumir o dado, o dado vai até ele. Uhum. Você gera valor pro cliente na no WhatsApp. Imagina no WhatsApp falando assim: "Cara, olha, dado que o seu negócio é isso, você tem esse tipo, essa conversão, esse negócio, faz isso, isso e isso". E aí você consegue criar uma jornada hiper personalizada com IA, como se tivesse um CS para cada cliente que analisa a conta dele com o contexto do cliente e dá insites ou dá direcionamento ou faz opcelente com pessoas, pô, você precisar de um exército de pessoas para escalar. Com
IA você consegue trazer camadas individuais de hiperpersonalização mais automação, uma IA processando a análise de dados, criando rapó e gerando uma comunicação ali na ponta pro cara, gerando valor para ele. Talvez isso diminui o seu chne, diminuiu um pode diminuir, diminuir um alguns percentuais de negócio do chne, quanto que isso já valeu a pena pro seu business e quanto de pessoas você precisou fazer isso? Em teoria sou eu, né? Então fez sentido demais. Deixa eu te perguntar uma coisa, velho. Isso daí que tu acabou de falar é totalmente possível. Sim. Não, não viola as leis
da física. Não tá sendo para eu levitar nada. É totalmente possível. Mas cara, isso daí tá, isso é prático para eu, eu João, CEO aqui, não, técnico, eu, eu consigo aprender a fazer isso daí. Exatamente isso. Daí eu consigo instalar esse processo de maneira prática, considerando que, mano, eu ainda tenho que rodar uma empresa. Sim. Eh, eu criei uma empresa em cima disso. Então, tipo assim, por que que eu fui de zero a 21 milhões ensinando isso? O é ensinando prática. Eh, por que que o Rafael tá, o Rafael Viverde, né, tá crescendo de a
gente, nós estamos com uma meta muito ambiciosa de bater R$ 100 milhões de reais de faturamento em 18 meses, justamente porque eu dou a capacidade de pessoas assim aprenderem a jornada prática para isso, entendeu? O que que a gente faz? Mentoria, formação e soluções meio que pré-prontas, porque, por exemplo, alguma dessas que eu falei, vou dar um exemplo, tá, cara? Eu não sei eh se é o seu gargalo ou se é o gargalo, mas algumas pessoas o gargalo é atendimento ali no WhatsApp, entendeu? O cara às vezes tem que bote conversa, tem agendamento, tem fluxo
de N8N. Pô, eu já desenhei uma plataforma inteira de um agente de A que escuta áudio, responde áudio e aí o cara dá um contrtrl C, conttrl V na solução e depois adapta pro negócio dele. Hum. Então ele dá o contrtrol c, conttrl V em muitos tokens que eu já gastei para construir a plataforma. Depois ele continua desenvolvendo, só que é adaptado pro negócio dele. Então, em vez dele gastar dias, semanas, meses, ele pega lá no nosso sistema, copia cola e depois só com alguns promptos vai adaptando. E tem aula passo a passo de como
fazer isso. Uhum. Então é super possível. E assim, é como eu ganho dinheiro, meu irmão. Meu irmão, tu vai ganhar muito dinheiro nesse podcast, entendeu? É como eu ganho dinheiro, pessoal. Vocês vocês vão comprar isso aqui que nossa, tá maluco, velho. Gan dinheiro, eu ganho dinheiro fazendo isso, pegando um cara que não sabe nada e levando ele a implementar de forma prática. O a única, o que o viver de a fácil eu fosse resumir em uma frase é: "Eu ajudo empresas a implementarem a de forma prática". Simples assim. É isso. Eu ganho dinheiro assim. Eu
peguei lá no na tua palestra do alta cúpula que tu faz exatamente isso com duas vertentes, aumento de receita e redução de custos. Cara, é porque vamos lá, empresa só compra se você um negócio é B2B, irmão, e você não vende com aumente de receita ou redução de custo, tá vendendo errado. Você tá vendendo errado. As pessoas no fim, você pode não saber, mas no fim o cara tá comprando de você ou para aumentar a receita dele ou para reduzir custo. Você é empresário, você vai comprar minha empresa se eu não te levar aumente de
receita ou redução de custo? No fim, cara, no fim das contas, você tá, você empresário tá fazendo a conta de quanto eu invisto e isso qual que é o ROY que isso vai me dar. Simples assim. Ou seja, se você investir na nossa plataforma e não aumentar a receitor dos incursos com algo que você implementou, sabe o que que vai acontecer? Ch é, É simples, é é meio que preto no branco, assim, é de novo aquele negócio voltando das dificuldades de falar com clareza. Uhum. E isso eu falar aberto desse jeito do que eu faço
e do que eu falo, é o que eu falei que gera confiança. Uhum. É isso que gera confiança. Fala: "Porra, vou confiar nesse cara". Cara, eu concordo demais, sem dúvida. E aí, pessoal, antes da gente prosseguir aqui com o episódio, eu queria agradecer a todo mundo que assiste aqui o nosso canal e se inscreveu no nosso canal, porque a gente conseguiu reduzir o número de 65% para 38% das pessoas que vem os vídeos aqui no canal. mas não se inscrevem. A nossa meta agora é chegar em 30%. Então, cara, se tu tá gostando aqui do
podcast Segredos da Escala, tu quer que a gente continue trazendo convidados cada vez mais bravos para entregar um conteúdo de graça aí para ti, cara. Confere se tu já é inscrito. Se tu não é inscrito, clica nesse botão aí para se inscrever. Isso é rápido, isso é de graça, isso aqui ajuda demais o canal, porque a gente consegue crescer, tem mais relevância e aí obviamente o conteúdo aqui sempre vai melhorando, beleza? Então, cara, se tu não é inscrito, se inscreve e agora de volta pro episódio. Mano, de eh [ __ ] pessoal, tá tá difícil
aqui, tá? O Rafa chegou aqui para estourar minha cabeça aqui no podcast. [limpando a garganta] Tu falou, tá, que tem coisas que o empresário ele nem às vezes ele nem enxerga na empresa dele que tem outros modelos de negócio. E de fato, tá, se a gente pegar esse conteúdo aqui do podcast, pessoal, e se vocês realmente usarem essa coisa aí que tá dentro da cabeça de vocês, que é chamada de cérebro, né? Se tu pensar, raciocinar, deduzir por primeiros princípios, a gente vai arranjar um monte de solução específica pro teu negócio que vai gerar um
[ __ ] valor, que essa solução aqui, até onde eu entendi, o Rafa, ele consegue ajudar a criar isso em primeiro lugar, por exemplo, o meu CRM do onboard, um exemplo disso. Só que, cara, tu falou também que é, tu tem meio que um template onde as pessoas lá noverde elas conseguem copiar e colar um agente. É, eu não sei nem se é agente que você fala, tá? Mas uma IA para o WhatsApp, para responder, escutar áudio, enviar áudio, etc. Cara, como tu falou isso, tá? Eu assumo que existem problemas comuns de todas as empresas
que não são esses específicos, como como meu caso de onbard, eu acho que eu não vou chegar lá e provavelmente não vai ter uma ialá para eu copiar e colar de um template de onor para preço de vídeo. Provavelmente não vai ter isso. Sim, mas devem ter coisas genéricas que funcionam para toda e qualquer empresa. É isso aí, cara. me fala o seguinte, o que que são essas coisas que funcionam para toda e qualquer empresa que o cara que tá vendo aqui a gente, porque o pessoal que tá vendo aqui, eu assumo, eu assumo, né,
pessoal, que vocês vão, vão querer aprender, mas vamos dizer que o cara não quer por N fatores, Ele quer o contr C e o conttrol V. O que que é o control C e control V mais simples, mais fácil, que praticamente qualquer empresa pode se beneficiar? Não, perfeito. Essa foi a nossa visão, que a gente entende que o empresário brasileiro é preguiçoso, porque se não fosse, eu nem eu nem gostaria de ter soluções na plataforma. Por quê? Porque eu acho que a transformação real acontece em outras duas coisas tem lá dentro, que é a mentoria
e a formação. Porque quando você se capacita real, de maneira profunda, é onde ocorre a mudança. Só que a gente tem algumas soluções que é esse contrtrol C, conttrl V, que são atalhos. atalhos e vou dar um exemplo do da Nina para facilitar. O que que é a Nina? A Nina foi o sistema de atendimento que eu criei pro viver de por a gente queria matar o SDR, né, o pré-vendedor e aí eu criei um SDR com no WhatsApp, só que eu coloquei todas as features e de um bom SDR no WhatsApp. Exemplo, quebra de
linha. Então, tipo assim, para ficar humanizado, olá, bom dia, depois ela responde em outra linha, depois ela responde em outra linha. Se mandar um áudio, tem a transcrição do áudio para ir a entender, responder em áudio como a voz humanizada do Eleven Labs, que é um outro modelo de a que pega o texto e traduz em voz. Então parece que é uma pessoa te respondendo ali o áudio. Ou seja, todas as melhores práticas e as features para parecer que é um ser humano de fato atendendo ali a pessoa. Onde que eu implemento primeiro todas essas
soluções que eu entrego lá no Viverde? Então tudo que eu implemento e tenho sucesso, o que que eu faço, cara? Eu implementei, tem sucesso, tá aqui. E aí a gente pega várias dores comuns das empresas, porque assim, a sua empresa, a não ser que você faça Alguma coisa muito diferenciada de uma patente, uma coisa mega específica e mesmo que seja uma patente, alguma coisa, muitos processos, é, cara, é parecido, é atendimento, marketing, vendas, CS, são modelos para todas as empresas têm processos. E aí a gente pega esse processo, automatiza, cria um produto e entrega. Então,
exemplo, atendimento, atendimento de uma IA por WhatsApp. Outro exemplo que a gente abordou lá lá no evento que a gente estava, tráfego pago. Então, a gente teve soluções de tráfego pago, produção de conteúdo. Tem muito empresário que, cara, a gente tá aqui produzindo conteúdo, gerando valor. Tem gente que não tem tempo para isso. Então, tem uma IA que ajuda a produzir conteúdo, a postar no Instagram, postar no LinkedIn, a criar um blog. Então a gente vai pegando dores dos empresários e das empresas, criando soluções e disponibilizando. Então a gente tem solução do financeiro, solução do
marketing, de RH, de vendas. Essa solução, ela tem um setup, porque também não é pegar, copiar e colar, tem uma certa adaptação pro seu business. Só que tem uma aula passo a passo ensinando, tipo assim, ó, clica aqui, vem para cá, troca prompt, adapta isso, muda esse fluxo, desenvolve desse jeito. Então, a gente dá o contrl C, o contrtrol V e o como adaptar pro business e pega as principais soluções. A gente já tá aí com 60 soluções. É solução para caramba. Eita demais. E qual que foi a visão nossa que a gente tá indo
agora, que vai inclusive permitir a gente escalar ainda mais? O Viverde A tá indo pro modelo Uber iFood Apple. Que que é esse modelo? É um modelo da gente se tornar um marketplace. [ __ ] que pariu. Sério mesmo? Aí tu vai acertar então. Não, já tá praticamente tá pronto. A gente vai começar aí levar ele pro mercado agora. A gente já tem 300 builders cadastrados e a gente vai fazer a curadoria das soluções. Então, como que vai funcionar? Você foi lá e desenvolveu uma solução de onboarding para vídeo. Você pode disponibilizar lá dentro do
verde, hum. E aí as pessoas vão poder ter acesso à sua solução e eu te remunero. À medida que as pessoas vão colocando nas empresas, eu te remunero por ser o builder da solução. Uma outra coisa que já tem, isso já tem, tá, no verde, é o seguinte, vamos lá. Você criou onboarding para empresas de vídeo, você pode ser o implementador da solução, porque é o que você falou, as empresas às vezes são preguiçosas e por mais que a gente fale aqui, vai ter o cara que vai falar assim: "Eu quero continuar no papel, mas
eu quero ter o Excel". Faça para mim o Excel. E aí o cara que criou a solução, ele pode ser um implementador. A empresa hoje a gente tá num valor de teste ali de R$ 3.000. Então, por exemplo, ah, eu vi a Nina aqui na plataforma, mas eu não quero eu implementar. Ele clica no botão, vai para um implementador para colocar na empresa do cara, para ele criar o fluxo lá dentro na empresa do cara. Então a gente tá indo no marketplace. Isso [limpando a garganta] é muito legal porque imagina um menino na favela que
é sangue no olho, que aprendeu iá, cara, ele vai, só que ele não tem capacidade De venda igual a gente tem e de conexão com mercado B2B. Sim. Eh, aí agora eu permito que ele crie uma solução que gera muito valor para uma empresa, paraa sua empresa, e você contrata ele por lá, ele cria, ele disponibiliza a solução dele. Eu faço uma curadoria, se é uma solução boa, porque a gente já tá nesse jogo há algum tempo, cara, essa solução é boa, vai gerar valor. Aí a galera contrata ele por lá para ele implementar a
solução da empresa. Então a gente tá indo nessa linha de ser o marketplace. Se a gente acertar a mão, pode ser uma projeção aqui furado ou não, mas enfim, a gente tá com uma ambição, um desejo no coração de no final desse ano já ter mais de 1000 soluções na plataforma. [ __ ] a gente tá com 60 hoje. A gente quer chegar no final desse ano com 1000 soluções. Não viola as vezes da física. É possível, mas talvez seja difícil. Sim, desafiador. É. Aí daí que surge a ideia de ser uma plataforma plug and
play. Uhum. Você, cara, tem essa solução. Vou pegar aqui de novo. A ideia do verde é ser cada vez mais um atalho de implementação. Sim. Tipo, te ajudar a implementar, porque o que muda o jogo na empresa é de fato ter aí a implementada. É quando você implementa com sucesso que você fala: "Putz, isso aqui deu resultado". Se não é só eu que eu coloco quando eu abro meu slide lá, se não for prometar a receita ou adição de custo, é de distração. Boa. É de extração, cara. Tu acredita que a maneira de engajar com
essas soluções é o empresário, empreendedor, ele realmente pensar assim, cara, qual que é o meu maior gargalo e ver se tem alguma IA que faz isso ou ele simplesmente pegar uma recomendação de, cara, essa aqui, esse processo aqui geralmente é o que funciona para todo mundo, porque toda empresa tem isso daqui. Qual, Quais desses dois caminhos tu acha que é mais correto? Legal. Eu acho que o caminho mais fácil de começar é olhar tarefa repetiva, porque provavelmente uma tarefa repetível que você faz na sua empresa manhã poderia fazer. Provavelmente não, com certeza, tá? Não ser
que seja uma de contato físico, né? Alguma coisa assim. Uhum. Mas vou dar um exemplo, tá? De uma parada idiota. Vamos supor que você na sua rotina, João, você é um cara que estuda. Eu sou um cara especialista em a que que eu tenho que fazer todos os dias? Estudar o mercado da IOR faz parte Da minha rotina, da disciplina que a gente tá falando mais cedo de empresário, de todo dia falar: "Cara, que que lançou? Qual ferramenta lançou? Qual modelo lançou? Que que tá rolando? Eu, como especialista tenho que me manter atualizado e ainda
mais nesse onde eu decidi ser especialista, que IA, sem dúvida. Eu tenho que ter uma rotina. Aí o que que eu fiz? Coloquei a IA. É uma tarefa repetiva, todo dia de manhã eu tenho que estudar. Eu coloquei manhã para ela 6 horas da manhã, varrer todas as notícias das 24 horas e me mandar todo o resumo que importa para mim e selecionar quais valem a pena para criar conteúdo. Hum. Rotina. Então ela pega uma rotina, uma tarefa repetitiva, automatizo ela. Cara, olha quanto tempo, horas eu economizo todos os dias. anualiza isso. anualiza isso. Ou
seja, numa simples simples automação, eu talvez ganhei dias no ano. Sim, sem dúvida. Agora põe 10 anos. E e então assim, eh, ela me manda aqui no Discord, me manda dentro do WhatsApp, tá? Inclusive eu tenho que colocar para você receber no Discord. Uhum. Tem que mandar meu meu time de conteúdo ali, ó, receber essa automação. Então é isso, entendeu? começa por tarefa repetiva. [roncando] Aí depois de novo Você vai aumentando o nível de consciência. Aí eu já acho que se você tiver num nível de consciência bom, começa a entender modelo de negócio com Yak.
que é aquilo que eu falei, começa a pensar tipo assim, cara, tem oportunidade para eu implementar no meu negócio que ninguém no mercado tá operando assim ainda, porque a galera tá operando no modelo linear e hoje eu consigo operar no modelo escalável e eu consigo operar hiperpersonalizando, eu consigo operar com eficiência operacional do cara já me chamar, ser atendido, um negócio já mandar o onboard chegar todo dia pro meu cliente 5 horas da tarde, sem atraso. Uhum. Aí você começa a explorar gargalos que te fariam ganhar mais dinheiro ou cortar custo. Uhum. Uhum. Então eu
iria nessa nessa linha de pensamento, assim. Entendi. Entendi. Cara, a Íris me impressionou bastante. Para quem não sabe, tá, pessoal, a gente eh participou de um evento em conjunto, tal, onde o Rafa ele palestrou, que foi o mastermind do alta cúpula, que é um dos melhores masterminds de marketing direto aqui do Brasil, que eu sou membro lá já faz dois anos. Aí o pessoal lá do Felipe e do Elton, o Felipe tem três podcasts aqui no Vetor que vai aparecer os três aí na tela. Coloca um de cada vez, né, Thagão? Pessoal tem um, enfim,
uma moral aí. E o Welton fez dois podcasts, tá? Que vai aparecer os dois aí na tela. Mas, cara, eu achei surreal. Eh, o que ele mostrou lá, pessoal, basicamente, me corri se eu tiver errado, tá? Mas meio que ele tem uma IA que é como se fosse uma sócia dele. E cara, ela fica realmente operando, mandando mensagem no Slack, falando com as pessoas, tocando a empresa como se fosse um grande gestor de projetos barrafo ofteff barra [ __ ] toda que é, entendeu? Porque ela faz meio que tudo. São diversas funções numa ia só.
Eu achei muito doido, cara, porque ela cobra as pessoas e manda mensagem e fala lá no chat, ó. E você viu, né, que isso que é o mais real. Eu vi, cara, eu achei surreal, surreal. Sério? Eu eu achei e isso daí, tá? Quando eu vi isso daí, eu acho que eu não tinha te conhecido pessoalmente antes, tá? A gente a gente tinha encontrado no elevador. Se encontrou no elevador. É, só que eu te chamei para fazer esse podcast porque eu queria fazer um podcast de IA e eu achei interessante a proposta do Viver de
Aar, mas eu eu chamei o Iago, não te chamei. E daí ele falou assim: "Não, chama o Rafa, tal". E daí eu falei: "É, é aquela parada de respeitar a zona de potência de cada um, entendeu?" É, ele ele ele mandou, ele mandou bem. Só que aí, cara, quando eu quando eu vi aquela palestra, quando eu vi tu falando aquilo, eu falei: "Caralho, acertei, mano. Não, não chamei um, um boca mole. O moleque sabe mesmo. Eh, e cara, assim, ó, eu queria que tu falasse um pouco mais pro pessoal aqui, tá, sobre a íris, porque
sem dúvida alguma, né, como tu criou, tu sabe muito mais do que eu. Eu só vi o o de fora. Uhum. Eh, e também, cara, que que eu acho que a pergunta que realmente me interessa e realmente vai interessar o pessoal, uma vez que tu conte o que é eles, É que o o como que eu chego nesse nível, velho? É realmente open cloud e lovable? Tem tem mais alguma coisa? Eu de fora, tá? Eu eu João como, pô, empresário, CEO, eu não sou o empresário mais fora do mundo. Eu também não me considero amador,
iniciante. Eu acho que a gente é bem legal. O Veturb hoje tá bizarramente, pessoal, foi acontecendo organicamente, tá? Não sabia que isso ia acontecer, mas a gente é o maior do mundo, apesar de ser o maior de um nicho que, ah, tipo, beleza, não é, a gente não é a maior empresa do mundo, não é nada disso, não vai valer bilhões, mas nesse nichozinho que a gente tá aqui, a gente é realmente o maior do mundo, com cliente na [ __ ] que pariu, Rússia, Ucrânia, Estados Unidos, aqui no Brasil também, uma porrada de América
Latina inteira. Eu não achei que isso ia acontecer, tá? Acredite, pessoal, a pessoa mais surpresa com o sucesso do Veturb sou eu. Eu não sabia. E mesmo assim eu fiquei de cara, mano. Eu falei: "Caralho, eu me senti atrasado, me senti atrasado, velho. A palavra é essa. Me senti tipo, cara, o que que eu tô fazendo? Eu tenho que parar de, sei lá, fazer as parada do jeito que eu tô fazendo. Eu tenho que me botar aqui numa caverna dessa parada aqui. Sim. O quão avançado é isso? Ou tu acha que na real não é
tão avançado assim, mas impressiona muito bem as pessoas? E também já conta o que que a íris aí pro pessoal saber. Você levantou uma bola que eu quero falar antes, tá? que é de você começar a acreditar nas pessoas no mercado de ar que fazem e que não falam e que e não só nas que falam, porque todo o mercado de hype, de onda, porque Apesar da não ser um hype, ela está no hype. Não acho que é um hype que veio, uma onda que veio e não, ela vai ficar, não preciso nem discutir, isso
é assunto passado. Mas o ponto é, muitos especialistas e principalmente a gente que é do mercado, né, eu fui semol também na minha carreira. Então assim, a gente que acompanha esse mercado de marketing, a gente vai ver muitas pessoas de marketing falando de a e vai ser muito comum isso. E a gente tem que começar a separar de fato o cara que te dá resultado pro empresário ou do fato do cara que vai te dar um insight, te dá um conteúdo, te dá alguma coisa que te agrega, mas que não muda o jogo, que é
legal, mas não não dá, não aumenta a receita ou reduz custo. É isso. Então o fato é como que eu, Rafael, e aí é um insite que eu que eu tô falando isso porque eu acredito, tá? Eh, uma coisa que inclusive um dos papos que eu aprendi com Iago, como que eu, Rafael, hoje aprendo e evolu próximo nível, como é que eu escalo o meu negócio me aproximando de pessoas que fizeram isso. Então, tipo assim, é uma coisa para você filtrar aí na sua trajetória. Cara, aprende. Eh, o o Tales falou isso, eh, falou assim:
"Cara, fui aprender jugitsu. Que que eu fiz para aprender jugitso? Qual que é a escola jitsu mais campeã do Brasil?" Quero aprender com os caras, pô. Tipo, é uma mentalidade boa. Quer aprender uma coisa nova? Quem são os melhores, cara? Quero quero colocar VSL no meu negócio. O cara aqui, ó. O cara tá aqui, o cara na frente, pô. O cara fez isso, ele tem case, ele tem história, ele tem sucesso com isso. Então, aprende com o cara, coloca a ferramenta do cara, aprende a fazer cópia com o cara, porque ele teve sucesso nisso. E
agora, respondendo mais direto ao ponto da Iris, tá? [roncando] Aí eles dias é o seguinte, veio no insite com João Vitor lá do G4, que é meu parceiro, meu mentor de A lá do G4, ele cria o G4, eu entendo com ele o conceito de agente de Autônomo e principalmente o conceito de agente de A com integrações no negócio. Então ele integra o G4S, conecta o sistema G4, fala: "Cara, eu vou fazer essa porra". Só que como eu sou um pouco incomodado, eu quero eu mesmo pegar e eu mesmo criar, eu começo a estudar e
já tinha passado um pouquinho daquele hype do conteúdo do Openclaw, então um pouco daquela parte de segurança e tudo mais que colocou. Falou: "Cara, eu vou sentar bunda da cadeira agora e vou fazer". E aí tem um vídeo meu no meu YouTube, né? No meu canal do YouTube que eu vou pro fazando de Angra. Eh, eu tinha ganhado uma premiação da Rubla lá, a gente foi passar o final de semana no fazando de Angra e eu entro no quarto, velho. E, cara, tá lá, tem um vídeo no meu canal no YouTube lá, boto o computador
no colo e falo: "Cara, eu não durmo até eu botar um agente de autônomo no meu computador". Eu nunca tinha abrido um terminal, tipo, isso é esse mês, tá? Nunca tinha aberto um terminal porque eu usava love, n, abro o terminal, instalo o cloud code e começo, cara. E aí é isso que eu falei, o aprendizado com a escalável, cara. Não sabia nada, mas nada, nada, velho, nada. Eu tirei, inclusive, eu descobri uma coisa que, tipo, se você manda mais de 100 prints dentro de uma trada, como é que eu sei disso? Porque eu mandei
mais de 100 prints, [ __ ] Mais de 100 prints. Tipo assim, cara, e agora? E agora? E agora? O que que eu faço? E agora? O que que eu faço? E agora? E de novo, tudo tentando entender o que tá por trás. Agora você tem que instalar o negócio na VPS. O que é VPS? Para que eu preciso uma VPS? Esse tamanho de VPS para que que serve? Ou seja, o meu conhecimento ele vai evoluindo em escala, tá? Implemento a tal da Iris na na Iris, né? No agente de autônomo do Openclaw no VPS.
O que que é esse agente de autônomo? É uma IA onde você conecta um LLM. Qual que é LLM, cara? Gemini, GPT ou Unprofit? Ou seja, você vai precisar conectar uma camada de um modelo de a que vai funcionar como cérebro da agente. Esse agente ele foi criado por um austríaco chamado Peter. O que que o Peter desenvolveu? Ele desenvolveu um código de uma Iá que tem um comportamento mais parecido com o ser humano, ou seja, um comportamento autônomo, onde ele consegue ler eh como se fosse pensar, observar e agir. Então, ela consegue agir mediante
a os dados, as informações e ao contexto e o que ela tem. Depois disso, então, com o OpenCla instalado, com o LLM configurado, a gente vem paraas integrações. Aí eu integro, eu posso integrar via MCP ou API. Rafael, como é que eu integro uma IA em todos os sistemas da Vetubre para ela operar como sócia? Pergunta para IAP. É literalmente isso. Pega. É literalmente isso. Aí eu perguntei, cara, como eu integro? Aí ele me explicou, cara, tem a chave de API, tem o MCP, você segue o passo a passo e integra. Que raiva dessa pergunta,
né, pessoal? Cara, a gente se sente muito burro, velho. É isso, velho. [risadas] Aí, aí tem a pá de skills, que são as habilidades para ele saber usar as integrações. Cara, literalmente eu fui seguindo o passo a passo, foram um final de semana, então fiquei ali três dias, noites virados. E o que que eu fiz agora? Eu formatei num curso que sai hoje. Hoje tá saindo no ar minha formação onde se eu juro por Deus. Ah, vai te [ __ ] cara. Vou comprar muita coisa, velho. Se você assistir, não é só o meu produto,
é tudo Mas eu vou comprar a [ __ ] toda, R. Não tá entendendo, mano. Vou, eu tô falando sério. Você vai sair daqui, depois você posta. Por favor, me dá esse feedback. Assiste só a formação de Open Club. Por qu? Como que eu gravo A formação, tá? Eu gravo a formação te ensinando do zero. Só que, tipo, em vez de você fazer tudo que eu fiz em três, qu dias, em um dia você sai com a implementada na Vetã. Em um dia. Se você tiver com a bunda na cadeira em um dia, você implementa
tudo que eu demorei, porque o meu trabalho é esse. O meu trabalho é pegar o meu conhecimento e tornar ele fácil e tangível. E lembrando, talvez se eu falar algum termo na aula, pergunta pra o ponto é esse. A sabe, a sabe. Então ela vai te conduzir. O meu trabalho é formatar a Iris, que é essa sócia operando dentro do Discord ali, que literalmente isso, executa rotina, cobra as pessoas, eh, e tá integrada com e-mail, com calendar, com a base de dados, com CRM. Ela literalmente opera a empresa conectado em todos os sistemas. Como que
eu fiz isso? Eh, e detalhe, a parte de segurança, tá? Eu só bom falar isso porque sempre vai ter o cara que vai chegar assim: "Ah, mas não é seguro, cara. Minha próxima pergunta era isso aí." Então vai pergunta. Não, exatamente isso. Tipo, não vai dar merda. Ela não pode, sei lá, tipo, vazar coisa do cara X pro Y. Eu não, eu peguei todo o hype do OpenCloud, tá? Sim, eu vi lá, mano, eu sou um um um usuário do Twitter, é um R user, é a rede social que eu mais uso, disparado, tá? Odeio
o Instagram, essas coisas aí, pessoal. Por isso que eu não posso pôr nenhuma. O YouTube é a segunda rede que eu que eu uso, porque eu tenho que fazer isso aqui por causa do trabalho, mas para eu consumir a Twitter, eu tava lá, eu vi os Posts, eu vi o negócio viralizar, só que e eu quis aplicar. Aí começou essa parada de não, porque o cara a op a o open vai fazer tal coisa, não sei o quê e pode ter os dados vazados, isso e aquilo. Fiquei com medo, tá? E até hoje eu eu
não eu não tenho essa visão de dar acesso eh com coisas que podem dar merda, mas coisas simples, tipo, ah, reportar tal coisa, fazer tal coisa, cara, sem dúvida alguma, eu acredito que eu vou fazer, mas eu ainda tenho essa objeção da segurança. Boa. Porque assim, ó, só complementando, sim, sim, sim, por favor. Eu não sou técnico, Rafa. Sim. Então, tipo, eu eu não eu não eu não consigo. Eu preciso entender para confiar. Você tá E e na verdade não só você, todo mundo, a, o ser humano é assim, vou dar, eu faço analogia do
avião, cara. Você nunca viajou de avião. Você entra no avião, o avião começa a balançar, fodeu, vai cair, vai cair. Agora você é uma pessoa que entende tudo de avião. Começou uma turbulência. Se você entende tudo, você fala assim: "Um, é a turbina, é o vento que tá aqui, essa pressão, esse local, tá?" Você fica tranquilo, porque você entende o que tá acontecendo por trás e você entende que naquela turbulência você tá seguro, que você não, tipo, tá rolando a turbulência e o risco ainda existe, o avião ainda pode cair. Só que eu tô tranquilo
porque eu sei o que está acontecendo. Então, normalmente medo vem Do que eu desconheço. Vou dar um exemplo. Filme de terror normalmente tem luzes escuras. e de noite, luz escura. Por quê? Porque se tiver claro, eu sei o que tá acontecendo, não tenho medo. Então, o medo vem de algo que eu não vejo, algo que eu desconheço. O que eu não consigo ver ou não consigo ou não tenho conhecimento, vai me dar medo. Então, vamos lá. Como que eu vejo isso? E como eu sugiro que você que tá, pô, você ficou até agora, você tá
muito interessado no assunto, qual que é a mentalidade que você tem que olhar qualquer nova solução de a primeira coisa, qualquer nova solução de a partir desse momento que a gente já tá e a agêntica e a que trabalha de forma eh quase orgânica dentro da operação, vai trazer um certo risco. Não existe não ter risco. O ponto é o primeiro pensamento que eu quero te dar, você tem esse risco maior com pessoas. É que a gente não para para pensar, mas eu vou te dar um exemplo. Tudo que você tem medo que uma possa
te ferrar, o seu sócio pode muito mais. Sem dúvida. Ou seja, ah, eu tenho medo da pegar o meu dado sensível, o seu sócio pode pegar e te [ __ ] Só que já tem. O ponto é, você aprende a lidar. Você é tipo, como pessoas, sócio, diretores, não é algo que eu posso simplesmente eliminar. Eu aprendo a lidar com esse risco. O ponto é o mesma linha de raciocínio para IA. Já que a IA me traz riscos, como eu opero ela Para que eu tenha o benefício de ter o resultado, só que de maneira
mais controlada, de maneira mais segura. Exemplo, como que eu opero com o sócio de uma maneira que ele não me ferre? Eu vou encontrar caminhos para eu ter uma total nunca vai ter, mas para eu achar que eu estou seguro. É, no mínimo, sei lá, faz um um contrato social ali, um acordo sócios, um contrato e conhecer a pessoa aí, ah, o que que você vai precisar fazer? Configurar ela bem e entender e conhecer com mais profundidade. Por isso que eu falei que depois que você implementa, você tem que ir para uma camada mais técnica,
para essa camada de segurança. Então, só que qual que é a mentalidade de novo aqui, galera, é muito sobre modelo mental. Se você não mudar o seu modelo mental, você vai ficar travado em segurança e você não vai aproveitar a parte boa da EA. Por quê? Porque olha só, o problema de segurança ele existe. Igual eu falei, todo o sistema já foi vazado em algum momento, tem problema de segurança. Você não vai conseguir me provar que é a IA que tá trazendo isso. Vamos lá. O ponto é como que eu olho pro problema para o
problema de segurança. É dado que ele existe, como eu resolvo? Então vamos lá. Dado que o pencl existe, como eu uso o penclura e não, não vou usar o pencl porque não é seguro, que é como 99,9 das pessoas encaram a informação. Então quando o cara vê post no Twitter breaking open claw e aí ele coloca lá open claw não é Nada seguro, is not safety o cara fodeu, não vou usar isso. Sou eu. Eu eu aprendi de uma forma prática que esse não é o melhor caminho, que o melhor caminho é cara, como eu
gasto meu tempo aprendendo a implementar o Pincl de maneira segura. E aí o que que eu fiz? Autodata. Que que eu faço? Converso com a e a cara literalmente isso. Eu abri uma thread de falar, cara, eu quero um plano de ação mega completo de como eu implemento o OpenCla no Discord com os dados da minha empresa de maneira segura. Cara, e é absurdo porque ela tem, [ __ ] o conhecimento de uma IA para me instruir a fazer isso é absurdo. Olha uma ideia que ela deu que é básico. E de novo, muitas das
coisas são básicas, tá? Exemplo, eu dei acesso a todos os bancos de dados verde pro OpenCla, só que são dados de leitura, [ __ ] Você consegue gerar token de leitura do seu banco de dados, ou seja, ela não consegue editar, não consegue excluir, não consegue fazer nada. Então ela consegue ler. Só que para uma sócia trabalhar e cobrar o time, se ela ler, ela já tem a informação somada ao contexto da empresa, ela cobra o time. Ou seja, ela não consegue editar, não consegue remover, não consegue deletar, não consegue extrair, ela consegue ler. Só
que ela lendo, já é o suficiente. Isso que eu fiquei de cara, velho. Isso eu fiquei assim, ó, surreal. Eu fiquei de cara com o fato de cobrar a galera, de falar quem que não fez a parada, Entendeu? E de maneira impessoal, porque não é a a não tá, ah, eu não gosto dessa cara aqui, eu gosto daqui, não tem, é tipo, fez ou não fez, vai brigar com entendeu? O cara manda tipo assim, ah, eu vou te entregar até 2 horas. Ela chega e fala assim: "Cara, e aí? Você falou até 2 horas, cadê?"
E ele vai reclamar de quem, velho. Tá lá, ela viu, é dado, é informação, não tem pessoalidade de cobrança. Cara, chato, fica me cobrando aqui toda hora. Então você e aí a gente volta lá no início do podcast cultura e driven. Sim, velho, demais. Eu imagino a lubrificação que não vai na empresa no sentido de, cara, só isso aqui, só isso aqui, pessoal. Não tem uma empresa no Brasil que não iria se beneficiar só de desse e desses últimos 5co minutinhos que a gente falou. Não, não existe porque é muito roubado, velho. [risadas] É roubado
demais. É que nem os itens do Dota antigamente. É uma coisa surreal. O cara comprou uma BKB com dois minutos. É um negócio. É uma parada. Pessoal, quem não entende isso entenda que vale a pena. Joga na é joga na. [risadas] Mas cara, é surreal, velho. O fluxo de informação que que que ela melhora é surreal. E e o doido é que assim, ó, quando eu vi aquilo ali funcionando, eu pensei assim: "Caralho, eh o quanto de coisa que eu não posso fazer no meu negócio pro meu contexto? Eu quer, mano, eu queria muito que
as pessoas tivessem eh visto daqui. Eu queria poder ter filmado aquela palestra lá e mostrado para todo mundo do do podcast do Bet, porque vocês iam ficar de cara, tá? Vocês iam ficar assim, ó. Cara, eu tive uma ideia. Você me deu uma ideia. Vamos gerar valor pra galera que ficou até o final. Vamos, vamos. você falou agora, eu poder aplicar isso aqui no meu negócio. Vamos gerar a transcrição desse podcast e a gente cria eh um manda a transcrição pro cara poder jogar no cloud com o contexto do negócio dele, todo o conteúdo do
podcast, como que o pod, tipo, tudo que a gente falou aqui pode gerar valor para ele. Boa, boa. Com base no negócio dele. Posso fazer isso direcionando um tráfego pro teu Instagram? Pode. Claro. Eh, pessoal, mas como que seria? Eles teriam que mandar uma DM com alguma hoja? Uma DM com VTuburb. Pronto, pessoal, vai lá no Instagram do Rafa. Veturb ou VTub? Eu já falei diferente aqui, umas cara, como tu quiser. Tudo bom. Eu eu falo Veturb. Veturb. Pronto. Mas as pessoas Mas os caras falam Vurb, o pessoal da gringa fala Vitor. [risadas] Aí, tipo,
cara, se falar aí falando, tá bom. Digitar certo, né? Te digitar certo, tá bom. Sim. Como é que tu fala aí, ô Pedro? Como é que é? Veturb. Vurb. Ped já fala Vetur e tu não, ele fala VTurb, ele fala Veturb. VTB. É, o Pedro já falou outro jeito ali. E tu, Gabi? Veturb, né? Veturb. Então, manda Veturb no meu Instagram. [risadas] Você vai receber a automação. Boa, pessoal. Vai lá no Instagram do Rafa, tá? É Rafael. Rafael Milagre. Rafael Milagre. Bizarramente ele conseguiu o nome dele. Sabia que o João Campos é o prefeito de
Recife? Sei. Eu não consigo pegar o João Campos. Não tem como competir com o cara. E lá no YouTube, antigamente o pessoal colocava João Campos, só dava eu na CERP. E agora? Agora o João Campos tá lá no, é o João Campos lá, pegou no no o meu se aí ferrou. Mas pessoal, vai aparecer na tela, tá? Rafael Milagre, entra lá, escreve VTURB que vai receber uma automação e segue o passo a passo para tu implementar os conteúdos desse podcast com contexto do teu negócio. Então faz isso daí que vai valer a pena. Boa. Mas
cara, eh, [ __ ] a íris é sensacional, é incrível. Eu fico mais, eu tem tanta coisa que eu posso fazer no meu negócio só com essa parada do fluxo de informação. E eu confesso assim, ó, que tu pode até ter estragado o meu final de semana, pelo menos para pra Larissa, tá? Para mim, talvez não, porque eu eu vou achar legal fazer, mas a Larissa vai ficar [ __ ] mano. Não, mas depois você dá umas bolsas, umas viagens, que aí com o resultado disso aí, pode ser principalmente as bolsas, é, tá ligado? É,
é isso, cara. Eh, apesar de eu ter ficado extremamente impressionado com a eles, eu fico pensando, será que existe alguma outra coisa, algum e sei lá, algum outro nível de implementação de IA nas empresas que seja tão impactante quanto ou até mais do que a Iris? A Iris, no meu negócio eu acredito que é revolucionário. E ó, ó o André, ó, todo mundo do YouTube aí, tá? André, Bruna, Nicole, todo mundo aí, meu irmão, a gente tem que aplicar essa parada aqui. Isso aqui é é muito importante e vai ser top down mesmo, tá? Tô
falando aqui publicamente para todo mundo do Veturb. Eu vou até mandar esse podcast depois lá que a gente vai começar a aplicar IA necessariamente, obrigatoriamente, não para ontem, para anteontem, tá? Então, anota aí. E só que a gente vai até aqui, pelo menos agora. Sim, cara, existe algo a mais que eu não que que tipo que eu não vi referente a a esse potencial de de revolução na empresa, alguma coisa mais impactante do que a Elis, alguma coisa que tu tá olhando. Me fala um pouco sobre isso. Boa, a gente tem essa curva de evolução,
né, de assistentes, depois para automações e sistemas e agora agentes. Eu acho que tem alguns próximos níveis que vão vir é de integração de simbiose entre robô e a Então, cara, quando a gente começar a ter robótica é integrada com IA, a gente passa a ter trabalhos literalmente manuais ali com uma IA Operando. Então isso vai ser uma grande revolução que dependendo do business de que tá no ouvindo, acho que galera que é mais focada no digital, né? Mas e alguns setores isso vai ter trazer uma revolução absurda, tá maluco? Absurda. Eu vou dar um
exemplo. Eu moro em Jurerê, cara. Eu sempre dou esse Z porque é muito bom, velho. Porque é muito fácil da gente falar: "Caralho, vai rolar". Tipo, o tem um monte de cortador de grama, cara. Daqui a pouco é uma máquina como, sem dúvida. E acabou o cara. E o que que esse cara vai fazer? Então, já tem umas máquinas burrinhas, aquela, aquelas que tu aperta o botão, elas sai limpando o chão. Sim. Exato. Já tem isso. Então, tipo, cortar a grama, tipo, cortar a grama do capnal L, tipo, vai passar a máquina lá com Yar,
robozinho para executar esse trabalhos manuais, né? Então, a, e a outra coisa que é, eu acho que é o próximo nível é quando, por exemplo, hoje eu ainda dou muito direcionamento pra IA. Vou dar um exemplo a IA hoje ela consegue fazer muita rotina, consegue analisar, consegue cruzar dados, consegue cobrar o time. Só que vou dar um exemplo, ela acabou de fazer um fechamento agora, trouxe já todos os dados, os números, os insightes, o que que tem que fazer, só que eu e água, a gente ainda tá no comando direcionando as estratégias. Eu realmente acredito
que o próximo nível é a IA conseguir identificar, ela mesmo traçar a estratégia e ela mesmo executar. Hum. Que que eu tô querendo dizer? Vou trazer por um ponto de vista mais prático e tangível. Imagina que, ó, eu gastei Sete, não, desculpa, 2.Hõ800.000 de tráfego pago agora em março. A gente botou em Google e meta esse valor. [roncando] Eh, esse valor provavelmente hoje ela, como é que ela nos ajuda? Aí eles vão nos ajuda informando o time nas rotinas, tipo assim, Gabriel, troca o criativo, esse criativo tá ruim, mata, ajusta, ela sobe o criativo na
p da meta, ela traz os melhores criativos, ela é um copiloto. Beleza? Qual que é o próximo passo? A I conseguindo ter um modelo de a muito bom para fazer criativo, tipo tanto de vídeo, tanto estático, e ela conseguir testar 40, 50, ela define a estratégia e ela performa. Então ela define a estratégia, ela executa a estratégia e ela calcula a análise, ela se retroalimenta e eu não preciso mais nem dessa pessoa. E isso vai chegar, para mim é muito claro que vai rolar e é para mim é o próximo nível. Eu acredito que já
deva ter lá no quando você pega aí na Grock da Vida Cloud, eu tipo, para mim tá muito claro que essa tecnologia já deve existir, só não tá disponível comercialmente. E aí eu quero voltar numa parte para que a galera entenda como joga o jogo da EA atualmente e como a gente se beneficia disso. Parar de olhar pro futuro da futurologia e começar a entender os próximos movimentos. Então, só para fechar aspas aqui, eu ficaria de olho nessas duas coisas. Primeiro, se o seu negócio se beneficia de integração robô máquina, Começa a olhar na China,
começa já a monitorar para você ser o primeiro que implementa. Uhum. Para você sair na frente. Tipo assim, pô, se o meu negócio é cortar grama, vou ficar de olho nas empresas que estão desenvolvendo uns robozinhar. Ô, se o seu negócio é é digital igual é o nosso, eu ficaria de olho nesse próximo nível. Então, se hoje tem agente de A operando, cara, daqui a pouco a gente vai ter uma agente de A que eu consigo integrar o meta, mas que ele define o criativo, define isso, já cria, já gerencia com base na performance que
eu quero ter. Isso vai rolar, é só questão de tempo. Eu não tenho ainda um framework, tipo OpenCla lançou, daqui a pouco vai lançar um framework que a consegue fazer isso tudo. Mas eu não fico esperando isso e projetando isso e olhando para isso. Uhum. Olhe pro que tem. Entendi. Gasta tempo no que tem, porque é isso que vai te trazer resultado. Olhar para isso, cara, no futuro vai ter [ __ ] [ __ ] Não vai te dar resultado nenhum. É legal entender, tipo, esse papo aqui, mas para aqui. É, não vai aumentar a
receita, diminuir custo. É isso. E agora, só pra galera entender como é que joga o jogo da EA, a gente tem que entender o seguinte. Nós estamos no Brasil, galera. Se o seu negócio tá no Brasil ou lá fora também, entenda o seguinte, tá? O jogo da é um jogo de energia, é um jogo eh geopolítico, macroeconômico, é Muito maior do que isso. Que que eu quero dizer com isso? Quero dizer o seguinte: o Brasil historicamente não é produtor de tecnologia. O Brasil tá na parte do serviço e da implementação. Então a gente não joga
o jogo de criaria. Não tem ninguém no Brasil que tá criando intelig, do que um Gok, do que o Gemini, do que a Openai. Então entenda também o jogo que você quer jogar da maneira correta. Entenda que a gente, nós brasileiros, somos bons em serviço, em implementação e criar soluções que resolvem problemas. Então, conecta essas interfaces do mundo. Você vai ter que ficar ligado nisso, cara. O que que o Cloud tá lançando? O que que o Gemini tá lançando? O que que o Lovab lá na Suécia tá lançando pra gente implementar e obter o resultado.
Eu vejo isso. Muita galera fica vidrada em coisas que não geram de fato resultado, entendeu? O que gera resultado no Brasil é você pegar o cloud, o OpenCla e implementar e gerar resultado. É conectar o que lá fora eles colocam. E naturalmente já tem um gap. Naturalmente já tem um gap. Lá sai primeiro, lança primeiro, implementa primeiro. Depois a gente pega aqui e vai trazendo pro mercado brasileiro. Então tem muito dinheiro aqui, tá? Tem muito dinheiro nessa camada de implementação de ar, imagino, de serviço, de solução, porque a gente ainda tá falando numa bolha. É
uma bolha de pessoas que estão ouvindo o podcast de Ainda. Por mais que elas saibam o que é importante, eh, isso aqui não é um tema que tantas pessoas vão ficar 3 horas escutando, não tá mainstream ainda. Eventualmente vai ficar ainda tá na curva do early adopter, né? Então tá nessa na curva ainda. Então ainda tem muita ainda vai ter muito crescimento ainda. Tipo, tá numa hora boa de pro mar pegar a onda. A onda tá vindo, tá na hora boa, mano. Vai, vai que você consegue pegar a onda ainda, entendeu? Você inclusive. Boa. Não,
sem dúvida, sem dúvida. Eh, ficou até um pouco um pouco mais calmo, sim, mas não tanto assim, tá? Porque tem que aprender, né? Ainda vai ter que sentar a bunda lá, fazer as coisas, tal. E o naval, ele fala que a maioria das pessoas não tá disposta a, uma vez que elas sobem a montanha e vem que elas não para chegar ao topo, elas vão ter que descer de novo, ir para outro lugar, elas não querem descer. que elas querem ficar ali onde elas já chegaram. Só que cara, aí é o novo topo, então tem
que descer, né, pessoal? Fazer o quê? Cara, eu tenho eh uma outra pergunta para te fazer que essa pergunta aqui não é tanto de culhão técnico, mas é só uma curiosidade mesmo, porque a gente tá indo para esse futuro de abundância que tu falou. Eu acredito que, aliás, tu já viu aquele aquele site que é o AI 2027? Não. Já viu? Não vai aparecer aí na tela, tá, pessoal? É, aí 2027 que teve teve vários pesquisadores que juntaram para prever o Que que vai acontecer no futuro com a IA, que eles falam que os maiores
modelos de AA eles não estão disponíveis pro público, que são modelos que a as pesquisadoras eles usam para eles mesmos desenvolver IA internamente. Então é um modelo de A que ajuda na pesquisa de a que não é liberado e daí lá meio que prevê um futuro de abundância, como essa parada aqui de dos robôs, onde a gente vai ter robô para fazer tudo, que seria incrível, né, pessoal? Imagina, imagina Gabi, um robô aí para ficar fazendo tuas paradas aí, entendeu? Para fazer para até gravar o podcast, bobear. Acho que não, né? Que é um trabalho
criativo, mas tem esse caminho. Dizem também aí o pessoal alarmista que, ah, que o mundo vai acabar, não sei o quê e tal, etc. Por curiosidade, mano, porque o conteúdo técnico aqui que que eu tinha para perguntar era esse aí. Claro. O Ó, sobre o fim do mundo, a gente [risadas] a gente eu sou de 91, 2000, você lembra? Teve a virada do não sei se você lemb, mas você lembra que tinha um negócio que o mundo ia acabar na virada do milênio e tudo mais, cara, sempre rolou esse papo. Então, tipo assim, acabou, estamos
aqui. Sempre rolou esse papo. E de novo, eu cago para isso. O é [ __ ] o ponto para mim. Mas aí tem um outro lado que eu gosto que é o que você tá falando aí da prosperidade e tudo mais. Eu, Rafael, tenho uma visão otimista, mas mas com ressalvas. Vamos lá. Tem uma visão que eu gosto que é muito e eu acho que o mundo, se você pegar as estatísticas de, por exemplo, miséria no mundo, estatisticamente é menor, né? Tipo, sem dúvida, a gente só melhora, a gente só melhora. E eu acho que
aí tende a contribuir com alguns, vários desses índices e eu vejo que aquela realidade realidade não, desculpa, aquela hipótese que o Elon Musk levanta de a gente ter renda básica universal, renda básica universal, eu acho que começa a a fazer sentido na minha cabeça assim, tipo assim, cara, pode ser que faça sentido, que é tipo, vamos lá, em dadas e devidas proporções, é tipo o salário mínimo, é um salário mínimo global pra galera eh conseguir se manter e tudo mais. Só que tem um outro ponto, cara, que que é uma coisa que eu vejo que,
tipo assim, cara, eu acho que vai rolar muito isso, chama-se concentração de renda, porque a dá tanto poder que eu acho que em algumas mãos, e eu acho que tipo assim, o mundo mesmo tem concentrado mais renda, né? Tipo assim, a, por exemplo, El Musk, a gente pega a riqueza dele proporcionalmente, acho que nunca teve uma pessoa tão rica igual ele antes no mundo. Teve gente mais aí com o rei Salomão lá, mas aí tipo não metrificado. É, metrificado a sociedade moderna, daí provavelmente sim. Sim. E então assim, na sociedade moderna tem concentrado cada vez
mais renda. Eu acho que a EA vai fazer cada vez mais esse efeito de concentração de renda. E [roncando] eu fico mesmo assim, cara, é o que você falou do do concentrar renda, você tá dando basicamente poder para algumas pessoas e aí entra naquele mérito de dar poder pra pessoa certa ou Pra pessoa errada. talvez você dá muito poder para algumas mentes erradas ou mentes certas, eh, [roncando] gera pode gerar um impacto muito positivo ou muito negativo. Então, para mim, o que que eu penso sobre a tá a longo prazo e pensando numa esfera mais
sociedade global, é, esse poder na mão das pessoas certas tem tudo para dar bom. Esse poder na mão das pessoas erradas tem tudo para dar ruim. Vou dar um exemplo. Tava vendo agora aqui, tipo, os caras colocando lá arma para ir a matar. Tipo, cara, é totalmente factível. Tipo, existe, tipo assim, cara, bota a sua foto aqui de tipo, eu eu fez parceria com pent, cara, eu já sei, eu, Rafael, já entendo o mecanismo por trás de colocar uma Iá numa arma para te matar. Tipo, coloca reconhecimento facial, pega geolocalização, te identifica e dispara. não
é algo, entendeu? Não é algo tipo assim. Então, eh, a gente começa a entrar nesse tipo de jogo, sabe? Em quem que tá, você pega um maluco, um líder maluco com essa tecnologia, com a capacidade que tem. É, então eu acho que cada vez mais a gente tem que preocupar em manter o poder na mão de boas pessoas. Sim, sem dúvida. Sem dúvida. Cara, eu eu queria muito falar sobre esse assunto, mas eu eu acho que eu vou sair aqui do tema do podcast, então eu nem vou falar sobre isso não, porque seria muito doido,
né, pessoal? Então, eu tenho a genuína última pergunta. Vai lá. O que que tu achou do podcast? Cara, achei do [ __ ] Gostou? Gostei, gostei. Eh, eu gosto de falar, eu acho que entra na minha zona de potência, eu gosto de comunicar e obrigado pelo convite de est aqui trocando ideia e abrindo de forma bem transparente, real. Eu acho que esse é o intuito, né, a gente conseguir comunicar as nossas ideias de uma maneira bem bem leve. Então acho que igual eu te falei, né, vindo para cá, eu já assisti vários podcasts que você
gravou no canal e eu acho que você conduz muito bem. Então, parabéns aí pela condução do podcast. Cara, eu te agradeço por ter vindo aqui, porque, né, pessoal, [ __ ] pensa num conteúdo bom, pensa num num conteúo é bom e é ruim ao mesmo tempo, né? É bom porque a gente aprende, é ruim porque a gente sente mal, né? A gente quer, tipo, fazer as coisas. Eu mesmo, cara, eu sou muito, eu gosto de urgência, velho, e eu gosto de vencer. Então eu fico puto sabendo que inclusive perdeu no pôker. Perdi no pôker, mas
eu tinha par de damas contra um par de nove, tá? E perdi pro Danilo ainda que é um ruim. Vou deixar aqui publicamente, tá Danilo? Que tu não sabe jogar, velho. E que raiva, mano. Mas parabéns. E outra coisa, se a gente jogar de novo, vou te dar um pau. Inclusive no FIFA, tá? Inclusive. E o Italo Soares também já é outro ruim aí também. Tudo pôker FIFA. Curiosamente não tem nenhum cara e que eu admiro que que é bom no digital. Vocês são todos ruim e eu ganho de vocês. Mas eu perdi, velho, essa
merda. Imagina o Lod Dota tá com o microfone me xingando os cara. Mas cara, eh, enfim, brincadeiras à parte aí, pessoal. Eh, acabei com o sol de raciocínio. É, não, mas eu eu só queria te agradecer por tu ter vindo aqui e, pô, conteúdo muito top, tá? De verdade, fiquei impressionado. Eu vou virar teu cliente. Eu até anotei aqui, tá? Como tu falou para recomendar a formação de Open Cloud. Eu até anotei aqui e cara, eu queria fazer um pit aqui público pra viver de IA, porque obviamente isso te ajuda, né? Porque tu ganha dinheiro,
mas me ajuda também porque eu acredito que isso daí diminui o meu turn. [risadas] É real porque daí, sério, porque daí os caras eles vão aprender a ter empresas melhores. E o meu o meu maior turn hoje é turn estrutural. É o cliente que que vai falir, pô. É porque ele não sabe fazer. É real, pô. Ele não sabe fazer. E e ele faz merda. O negócio do cara deu ruim. Deu ruim. É, os caras que conseguem fazer da bom, eles eles fam com a gente por anos. É, vai te dar Ri também. Exatamente. Então,
cara, eh, qual que é o site, tá? Viverde, viverdia.Ii, pessoal, vai aparecer aí na tela, tá? Viverdia. Vai aparecer aí na tela, vai ter aqui na na descrição também, tá? É, entra lá. E o que que tu recomenda ali? Tem algum tipo de plano? E eu sei que vocês fazem call aí com as pessoas. O como que o cara pode engajar com a empresa? Legal. A gente tem uma qual de demonstração do produto que eu acho que é bem legal porque hoje a gente tem ali mentorias, soluções, formações, tem a parte do builder também que
é uma EA que tipo extrai meu cérebro para montar a solução para você. Então nesse call é um call rápido para você entender com mais profundidade o que a gente faz. E aí a Gente tem três planos hoje, tá? A gente tem o plano starter que eu só recomendo para uma pessoa que já tá um pouquinho mais avançada. Por quê? Porque não tem as mentorias. Então cara, não preciso de mentoria nenhuma, eu sou autodidata. É o caso do auto de data, vai no starter porque você tem o autodidata ou por incompatibilidade financeira, talvez no momento
de empresa, você tenha que iniciar ali no starter. O plano que a gente mais vende e 80% da nossa base hoje tá nele é o Pro, que é o plano Pro, onde tem as mentorias, onde tem quase todos os entregáveis. E a gente tem o plano enterprise. O plano Enterprise, ele tem mais horas de mentoria. E além de ter mais horas de mentorias, ele tem acesso ao builder, que é essa ferramenta que eu falei que extrai meu cérebro, que é basicamente tipo assim, cara, quero implementar isso, isso, isso aqui na empresa. Aí tem uma IA
que pensa como eu penso para estruturar a solução para você. Você ficou curioso, entra no call meu time que eles demonstram o builder ali funcionando na prática. E tem uma uma outra coisa que é um evento de implementação presencial. Então, quem tá no plano Enterprise, a gente tem um evento onde você, por exemplo, teve um cara, velho, que ele nunca tinha aberto um terminal, o OpenCla, durante o evento. E o evento foi agora, tá? Foi terça da semana passada, vai ter mais durante o ano, mas o cara saiu com uma Iris operando. Nossa, tipo, ele
foi no evento, é um evento de implementação, é prática, tipo um racatom gigante e é para founder, para dono de empresa, para ir ele lá e implementar. Ele saiu de lá com o negócio em um dia, velho. Então, tipo assim, é super possível, entendeu? É o Guilherme lá da nossa comunidade, ele implementou, ele ele subiu no palco, depois ele mostrou, falou: "Cara, nunca tinha aberto um terminal, tá aqui, olha só, operando, ele usando slack e aí ele mostrando a e a is que ele colocou cobrando a galera no slack dele e tal". Claro, tinha muita
configuração ainda para fazer e tudo mais, mas já tava lá na no MVP funcionando no palco. Então, assim, eu realmente recomendo entrar. a gente é muito aberto, então, eh, eu não vou ficar mentindo. Entra no site, é o que tá lá, entendeu? É os planos, assiste a demonstração e bora para cima. Boa, pessoal, mais uma vez, tá? Tá aí o Viver de Aar aí na tela. Viver.aiair. Tem também o Instagram do Rafa que ele vai ter um presente lá para ti. É só tu escrever VTURB lá no Instagram do Rafa. E cara, vai lá, tá,
mostra pro R que eu falei pro Raf, falei: "Cara, tu vai falar de A, tu é bom, os caras do VTubo tanto assim, como que eu sei disso, tá? Porque o pessoal não aplica, o mercado interna só vocês e lá no Autúpula o pessoal ficou de cara com a tua palestra". Então eu falei: "Caramba, se se o pessoal da autocua cúpula, que são os maiores do Brasil, ficaram impressionados, imagina todo o resto do do da base do Beturb." Então, e recomendo muito, tá? Façam isso daí. Eh, agora realmente vai ser a última coisa, tá? Ou
a penúltima, porque talvez tenha mais uma coisinha, mas eu sempre termino falando para o convidado, que é tu, obviamente, né? Olhar aqui pra câmera e aí mandar uma mensagem pra audiência do Veturm que tu pode falar o que que tu quiser. Pode falar de Deus, uma mensagem motivacional, alguma coisa da tua empresa. Eh, eu já vi o pessoal falar de tudo. Uhum. Então, cara, olha aí pra câmera aí do do Veturessa daí e fala alguma coisa legal aí. Boa? Olha só, sei que tá aqui até agora, porque você tá interessado nesse novo mundo, você tá
inconformado, eu gosto de estar com pessoas, falei com o jogo aqui mais cedo, pessoas que estão inconformadas, pessoas que estão querendo crescer. Se você chegou nesse momento do episódio, é porque tem alguma coisa dentro de você que tá te motivando a ir para um próximo nível, a ir para um próximo patamar. E de verdade, não é porque eu vendo isso, você não precisa ser o meu cliente nem nada do tipo, mas implementa e há na sua vida, na sua vida pessoal. Vou dar um exemplo agora do que tá acontecendo comigo, tá? E amanhã eu viajo,
vou pra Suíça, eu tenho uma que fiz tudo, meu roteiro, minha agenda, eu coloco na minha vida pessoal, então eu falo do que eu faço, tem muita verdade. E o meu maior desejo para você, a maior mensagem que eu quero eh que aconteça, é que você me mande uma mensagem de fato lá no no Instagram, em qualquer canal falando: "Rafa, obrigado pelo conteúdo, mas eu implementei, eu usei e tive esse resultado." Então esse é o maior presente que eu recebo. É quando um cara vira e fala assim: "Cara, eu tô passando aqui porque eu vi
o podcast, eu Implementei, eu tô usando e me ajudou dessa, e desce, dessa e dessa forma." Claro que não sou hipócrita aqui, se você quiser ser cliente vai ser muito bem-vindo também, né? a gente tá com uma meta usada aí pela frente, mas se esse conteúdo e o papo que a gente trocou aqui de forma genuína te ajudou de alguma forma, me manda essa mensagem, porque é o que me motiva a est aqui produzindo conteúdo. Não é só por dinheiro, é por missão, é por propósito também da gente conseguir impactar vidas, conseguir transformar as empresas.
E eh o esse feedback às vezes é uma mensagem tipo assim, Rafa, chei do [ __ ] o seu podcast lá. Isso às vezes ganha meu dia, então eu fico, eu ganho dia. Então essa é a mensagem. Se você gostou, eh, me dá o feedback e implementa. Coloca e há na prática. Se você só consumir conteúdo, não vai de fato mudar sua vida. de verdade. Não seja a pessoa que assiste, assiste, assiste, assiste, escuta, escuta, escuta, escuta e não tomação. A minha mensagem final para você é: pega bons insightes e implementa esses bons insightes. Isso
que vai mudar o seu jogo. Boa, pessoal. Esse aqui foi mais um episódio do podcast Segredo da Escala. O Instagram do Rafa tá aparecendo aí na tela. VDA também. Segue ele lá, dá uma conferida no site. Se tu quer ajudar a gente a trazer mais pessoas legais, Interessantes, inteligentes, como Rafa, que que tu vai fazer? Clica na setinha aqui embaixo, joga num grupo de WhatsApp, de network, manda para alguém que tu acha que vai se beneficiar aqui do conteúdo. O Rafa foi um convidado um pouco mais barato. Não paguei almoço, não paguei hotel, paguei [
__ ] nenhuma, só paguei a gasolina, né, que trazer de lá onde tava até aqui. Mas geralmente tá, é hotel, é não sei o quê, é é um monte de coisa, é todo um rolê pro cara, o Marcos vai lá pegar no aeroporto, é todo um esquema para poder gerar esse conteúdo gratuito para ti. Então compartilha que nos ajuda bastante. E é isso. Não, mas já ganhei ele de cliente já. Já já valeu muito mais que o almoço aí. É verdade. Então pessoal, um grande abraço. Vejo vocês na próxima terça-feira, às 5: da tarde e
valeu. Cara, muito obrigado aí por ter assistido aqui mais um episódio do Segredo da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do Veturb para tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso aí é muito importante pra gente e se tu fizer isso, eu te garanto, tá, que eu vou trazer os melhores convidados aqui para passar conteúdo para ti, beleza? E se você tá procurando aí mais episódios aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? Em algum
lugar aqui da tela aqui do segredo da escala para tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande abraço e até mais.