o Olá meu nome é Carolina Eu Sou aluna do curso de pedagogia e estou aqui apertar seus principais conceitos do livro A criança eo número de Constance kamii estudado na disciplina de metodologia do ensino em matemática Pedro um a natureza do número autora trazer ideia fundamentada na teoria de Piaget que estabelece três tipos de conhecimento conhecimento físico conhecimento lógico-matemático e conhecimento social o conhecimento físico e o conhecimento matemático ocupam dois extremos de um polo em uma ponta o conhecimento físico se dá a partir de uma realidade externa através da observação e do outro lado o
conhecimento lógico-matemático que ocorre a partir de uma realidade interna do indivíduo ou seja se dá através de uma relação mental através da comparação e da diferença a partir daí a autora aponta que o número é uma relação mental criada por cada indivíduo e que a criança vai evoluindo o seu conhecimento lol as relações simples que ela crê entre os objetos autora nos apresenta também um contraste entre as ideias de Piaget e as ideias apresentadas em texto de professores de matemática para professores de matemática número é uma propriedade de conjuntos e a ideia de números se
dá pela observação dos conjuntos da mesma forma que ocorre com outras propriedades como a cor já Piaget chama essa abstração das propriedades a partir de objetos de abstração empírica ou simples e diz que nela a criança foque em apenas uma propriedade ignora as outras a área de extração do número ele usa o termo de abstração reflexiva e essa envolve a construção de relações entre os objetos relações internas construções da mente ao invés de só focar em algo existente nos objetos a partir daí Piaget afirma que as duas habitações não existem sozinhas uma depende da outra
e que o número é uma síntese de dois tipos de relações ordem inclusão hierárquica que a criança elabora por abstração reflexiva entre os objetos na relação de ordem a criança deve conseguir ordenar mentalmente garantindo que todos os objetos foram contados e não repetidos na relação de inclusão hierárquica deve ser capaz de incluir mentalmente 122 em 33 em 4 e assim por diante é só assim a criança conseguirá quantificar conjunto numericamente é da mesma forma a ideia de inclusão de classes também nos mostram como é difícil construir a estrutura hierárquica se a informação é dividido em
partes a criança passa a pensar em partes e não mais no tudo para isso ela precisaria cortar o todo e regro para as partes para formar o todo novamente que as crianças pequenas não conseguem fazer este processo de reversibilidade ocorrerá entre os 7 e 8 anos para responder uma série de perguntas que é epistemologia busca responder Piaget criou a tarefa da conservação com isso ele provou que o número não é algo conhecido por uma intuição ou observação e os conceitos matemáticos não são adquiridos através da linguagem desta forma perdi a demonstra que o número é
algo que cada ser humano constrói através da criação e coordenação de relações e que cabe aos educadores ajudar o movimento das estruturas mentais encorajando a criança a pensar ativamente ao invés de ensinar as crianças simplesmente a darem respostas corretas fazendo com que se torne capaz de raciocinar logicamente em diversas tarefas a construção do número acontecerá gradualmente Capítulo dois objetivos para ensinar o número que Jesus diz que a finalidade da educação deve ser desenvolver autonomia da criança dentro desse contexto A autora nos traz aritmética e o ensinar o número o conceito autonomia é abordado aqui como
contrário de heteronomia ou seja autonomia é o ato de ser governado por si mesmo e é heteronomia é ser governado por outra pessoa e o que nós vemos na maioria das escolas é que elas tradicionalmente preparam o aluno para obedecer e dar respostas corretas controlados por notas e sempre às vezes entenderem O que está sendo memorizado que consiste as escolas acabam por desvalorizar o pensamento crítico e autônomo trabalhando em um sistema de heteronomia onde a criança é levada a produzir informação e nem sempre acreditam ou entendem essas informações constante cá me aponta a ideia de
que existe uma grande diferença quando ensinamos aritmética ou qualquer outra matéria visando desenvolver a autonomia das crianças o foco do professor deve ser o pensamento que a criança desenvolve e determinadas situações por exemplo ao tentar conseguir um número de brinquedos para todos da turma ou na hora de distribuir um lanche em cada mesa a quantificação de objetos é importante para ajudar a construir o número mas o pensamento autónomo é primordial e a criança que já possui o conhecimento lógico-matemático é capaz de representar esta ideia por símbolos e signos os símbolos mantém uma relação de semelhança
com os objetos representados por exemplo uma criança ao manipular uma caixa com 8 brinquedos representa através de símbolos este os mesmos oito brinquedos como oito tracinhos no quadro já os signos são A Palavra Falada 8 ou não era o escrito esses não mantém nenhuma semelhança com os objetos que representam ou seja representa um conhecimento superficial passado para o aluno e memorizado os signos devem ser ensinados e trabalhados sempre que a criança demonstraram interesse em aprender porém o professor deve valorizar a construção mental e o pensamento espontâneo e autônomo da criança portanto devemos enquanto professores romper
a tradição nos ensinar as Crianças A darem respostas certas em Guarujá e a pensar ativamente e assim certamente chegaremos a construção do número Capítulo 3 princípios de ensino e o capítulo aborda o ensino do número através de 6 princípios apresentados em três perspectivas diferentes a primeira a criação de todos os tipos de relações encorajar a criança a estar alerta em todas as espécies de funções e as operações concretas desenvolvem-se em muitas áreas simultaneamente as crianças que pensam e tomam decisões por si mesmo assim situações diárias pensam sobre várias coisas simultaneamente e criam relações o professor
de promover um ambiente que encoraje a autonomia e o pensamento muitas vezes em situações de conflitos as negociações são uma boa maneira de a criança desenvolver o pensamento imaginar como outra pessoa pensa e desenvolver relações o professor deve encorajar a tomada de decisões e o pensar a intervenção da professora pode impedir o pensamento da criança conceitos matemáticos como primeiro segundo antes depois são parte das relações que crianças criam na vida cotidiana quando trabalhado autonomia e o pensamento o número dois a quantificação de objetos e encorajar a criança a pensar sobre número e quantidades de uma
forma significativa para elas e se criança deve ser incentivada a autonomia e o pensamento portanto devem ser encorajadas a pensar sobre quantidades Quando surgiram o endereço e não por uma determinação um horário específico para os estudos de matemática quase todas as crianças interessam-se naturalmente por contar objetos e comparar quantidades por isso o pensamento matemático pode desenvolver-se de forma natural encorajar a criança a quantificar objetos logicamente EA comparar conjuntos a criança deve ser incentivado a desenvolver determinadas atividades de maneira de que pareça melhor para que assim não faça simplesmente uma contagem mecânica mas que consiga por
si só resolver um problema do seu dia a dia desenvolver a autonomia intelectual e o professor tem papel de criar possibilidades que permitam a criança decidir por si mesma como desempenhar determinadas funções como a divisão de brinquedos ou lanches em madura em situações diária o professor pode fazer perguntas casuais que encorajem a criança a pensar numericamente se isso não interessaram como por exemplo perguntando quem está com mais brinquedos o ou se um aluno não tem mais ou menos biscoitos que o outro ou seja incentivando o pensamento lógico-matemático encorajar a criança a criação de conjuntos com
objetos móveis a pedir que as crianças contém quantidade de um determinado conjunto não é uma boa maneira de ajudá-los O melhor é pedir que comparem dois conjuntos há duas formas de fazer essa comparação através de um julgamento da Igualdade Ou desigualdade o desconjunto já fez o pedindo que faça um conjunto comparando com que está feito essa segunda opção é a melhor pois torna a criança mais ativa e permite que ela possa interromper ou acrescentar mais itens quando ela quiser o número 3 interação social com colegas e professores encorajar a criança a trocar ideias com seus
colegas do conhecimento lógico-matemático se as crianças questionarem bastante sem nenhuma correção feita pelo professor na troca de ideias ou com outras crianças Ela será capaz de pensar sobre o problema se encaixar suas próprias ideias corrigir suas ideias ou arranjar argumentos para defender os os jogos em grupos são importante ferramenta de interação social tornando as crianças mais ativas críticas autônomos refletindo sobre o modo de pensar delas e nos colegas sem depender única e exclusivamente do julgamento do professora imaginar como a criança está pensando em ter vir de acordo com o que parece que está sucedendo em
sua cabeça eu senti um erro é tarefa do professor não é de corrigir este erro mas descobrir como a criança chegou aquele erro mas é a do nisso o professor pode corrigir o processo do raciocínio intervindo no pensamento da Criança em vez de simplesmente responder à pergunta o último capítulo do livro Capítulo 4 situações escolares que o professor pode usar para ensinar número É nesse capítulo o autor atrás maneiras de estimular o pensamento numérico a partir da vida diária a quantificação ela vai fazer parte dessa vida diária das Crianças na hora do lanche dos jogos
das brincadeiras entre outros logo a partir dessas situações a professora pode criar atividades tarefas de maneira que a quantificação ocorra de forma natural os exemplos de situações distribuição de materiais pedido as crianças que Tragam determinados materiais a todos os colegas nessa hora o professor deve orientar quando necessário o pensamento do aluno e encorajar a troca de ideias entre os colegas divisão de objetos dividir o lanche Entre todos os colegas de forma justa a professora pode dividir a turma em pequenos grupos ou escolher duplas para fazer a divisão a fim de facilitar a tarefa sempre encorajando
a troca de ideias Entre todos de modo a encontrar o melhor resultado possível a conecta de coisas essa atividade proporciona uma oportunidade natural de ensinar a composição adjetiva do número ao longo da atividade a professora vai fazendo perguntas que estimulam o pensamento matemático manutenção de quadro de registros e como quadro de frequência ou livros que precisam ser devolvidos à biblioteca ajudam na quantificação na América arrumação da sala Bom dia quantos objetos precisam ser guardados juntar todas as peças de um jogo de tabuleiro entre outros Os ajudantes um revezando ao longo da semana em votação a
votação para escolha de um jogo da próxima atividade a ser realizada estimula a autonomia e poder de decisão e trabalha a comparação de quantidades os jogos em grupos promove o pensamento e as relações sociais com troca de ideias exemplos de jogos é de alvos como bolinha de gude polícia trabalha a contagem EA comparação se esconder esconder objetos Algumas crianças escondem e outras procuram Podemos trabalhar adição de conjuntos pressão subtração vou pegar brincadeira de pegar podem desenvolver a quantificação Ea ordenação de objetos a adivinhação trabalho pensamento matemático tabuleiro quantificação conjuntos os baralhos desenvolvimento do pensamento lógico
e numérico comparação de números ao longo do capítulo A autora sugere várias atividades e maneiras de explorar o pensamento matemático porém sempre reforça que todas as atividades devem seguir o interesse EA necessidade das crianças e não seria impostos pelo professora os alunos todo Livro sempre que a autora aborda o ensinar o número Ela traz ensinar entre aspas né porque ela defende a idéia ir que se ensinar deve ser uma coisa natural não é uma coisa imposta pelo professor que os alunos não é uma ensinar matemática Com hora marcada com dias da semanas para que eles
tudo mas sim é o ensinar um sentido de estimular a criança pensar numericamente a estimular a autonomia dela é estimular o pensamento e com isso ela desenvolva as noções de número esse é meu entendimento livro é E essas são as principais ideias do livro A criança eo número de Constance kamii