[Música] eu eu sempre teve uma uma idéia sim e de que não existe ninguém normal existe diferenças para recusarem públicas com respeito é diferente sim ele é deficiente sim mas ele merece este tempo pode falar da gente já esquecido diante do senhor [Música] a pessoa que tem uma pessoa na família a gente passa por muita dificuldade tem um preconceito tem várias situações que você possa entender como é que a professora vai para uma escola onde trabalhava e ele avisa era discriminada nem eu senti muito senti na pele a questão da discriminação é porque era uma
criança assim diferente as pessoas dizem que não mas tem gente que chega perto de uma pessoa diferente podemos dizer assim e é já o seu agente de alguém olha ai tô seu beijo um cara feia como se tivesse uma doença contagiosa eu já vi você ouve irmã dizendo que foram discriminados em certos lugares e que não foram procurar os seus direitos porque demora muito que é muito cansativo a gente tem que correr prancha a gente tem que correr atrás vai pagar porque o que você acha que você tem direito a que direito não pode ser
negado eu acho assim que falta muito ainda pra pra melhorar nessa questão da do direito nem legais para ser cumprido [Música] a mudança de atitude é importante levantar da sociedade dos órgãos públicos o que a pessoa com deficiência precisa como qualquer outro cidadão cidadã saúde educação transporte lazer emprego de trabalho enfim faz parte desta sociedade a limitação da decência não está na pessoa não está na essência ela está no meio que impede essa pessoa de contribuir e de vivenciá é o que todos os outros cidadãos vivencia hoje o governo federal se pauta em primeiro lugar
pela convenção internacional dos direitos humanos da pessoa com deficiência então tá acima de qualquer legislação porque é um direito humano mesma pessoa o direito de ir e vir o direito de a pessoa ser tratado como igual ó porque a criança com deficiência antes dela ter uma deficiência de uma criança com todas as outras que o direito ao acesso à escola tendo lá as estruturas desde a acessibilidade até etep de libras é é a estrutura pedagógica que cada deficiência precisa tão é importante essa socialização para não é só boa para crianças com deficiência mas ela é
fundamental também para as outras crianças a convenção quando ela faz a afirmação direito à educação e à ela e afirmam que essa educação ela é no meio comum hoje eu acredito que o professor não está preparada pra trabalhar com uma criança com um problema intelectual um problema desse tipo aí né não é por falta de interesse dele porque é a própria haja própria universidade não tem disciplina assim é que possam preparar o educador para trabalhar de pessoas como esse discurso tem ao coma sons tons estão surgindo cursos de especializações e aí alguns profissionais claro que
vem essa necessidade estão recorrendo porque que determinadas linguagens ela abrange determinadas metodologias elas abrangem todos mas o professor que ele tem que ser sensível pra entender que nenhuma criança aprende a outra e professor e tem que ter esse olhar diferenciado para todos antes da sua necessidade e essa escola ela não era adaptada ela não não era preparada uma criança especial eles aprenderam junto com a gente porque a gente pode querer muita coisa de conseguir a sala de recursos depois que lucas entrou lá conseguimos o portão quando era deputado na área por lucas entrou na escola
não tinham quatro linhas especiais hoje acredito que mais uns 20 e escola pra mim foi um grande vínculo porque fez um perceber que lucas consegue muita coisa além do que imaginava a gente havia excluído praticamente um ano desde a um cadeirante tem que carregar a cadeira porque o ano não está adaptado está com defeito ou não se é ver o motorista não espera nem e aí você tem que isso implica uma criança no colo pesada assim para subir no ônibus não é fácil não é muito complicada então acho que são adaptados para receber o cadeirante
eles viram que era controlado no pará eles não são preparados para esse objetivo ser preparada não são preparados [Música] ok e se nós pensarmos por exemplo na acessibilidade física que é aquela dos prédios das vias públicas enfim é essa acessibilidade ela não atende única e exclusivamente à pessoa com deficiência ela atende os cidadãos em várias situações as pessoas idosas as pessoas que por algum momento estão com alguma limitação física enfim eu acredito assim que ele deveria ter uma lei para ajeitar a calça é de mais complicado porque eu acho que a gente vê cada calçada
do jeito níveis diferentes a gente entende que a calçada faz parte da via isso já está definido desde o código de trânsito então a via é pública só que tem uma questão legal que o prefeito passa proprietário essa responsabilidade [Música] o são as barreiras que impedem que a pessoa transmite o problema não tá uma pessoa e se então tem todo um arcabouço de legislação estabelecendo prazos e metas para serem cumpridos em determinado período é um trabalho difícil a dor que envolve vários agentes o governo federal governo estadual e as prefeituras empresas concessionárias trabalhar fortemente uma
cidade mais acessível acessível não só no aspecto de barreiras arquitetônicas mas também criando as condições para que as pessoas cegas têm acesso á a formação profissional à educação à saúde nos órgãos públicos também estejam preparados para receber as pessoas com deficiência a participação dos alunos chamados alunos com deficiência é bem maior eles procuram hoje não faltar às aulas de educação física porque eles têm um tratamento dado todo especial para eles ea gente hoje não tem nenhum tipo de necessidade de deixá-los ausentes excluídos fora das turmas eles fazem parte integrante inclusive melhorando o nosso conhecimento eu
tentava praticar praticar esportes na escola das crianças com os outros adolescentes eu passei eu praticava só que de certa forma tinha um certo preconceito porque eles achavam que eu não ia conseguir render da mesma forma que os outros mas sempre eu procurava é passar por cima de tudo isso e superar meus limites e mostrar que eu era capaz de tarifa só que quando eu entrei no basquete em cadeira de rodas foi que minha vida digamos que teve mais sentido que eu consegui olhar para os outros com mais igualdade eu me senti bem hoje em dia
posso dizer que a minha segunda família e através do esporte que eu posso dizer que hoje eu me também essa pessoa depois que deus me fez retornar eu comecei a pensar que deveria desenvolver um trabalho para a formação de atletas e para oportunizar às pessoas com deficiência uma qualidade de vida e surgiu está roda ea gente chega mostrando que o esporte da éu veículo mais rápido de levantar sua autoestima de colocá lo de novo dentro da sociedade os municípios e estados eles participam na adesão do plano e isso é a parte mais importante para que
haja avanço na vida da pessoa com deficiência para que haja o cumprimento do que nós assinamos é na convenção nós precisamos da compreensão e participação de todos principalmente dos gestores públicos que estão nos municípios estados porque hoje embora nós temos temos uma legislação muito boa uma das melhores do mundo se não for o melhor o cidadão gestores públicos à sociedade geral não entender o pertencimento da pessoa com deficiência o nosso objetivo dentro do conad né é acompanhar as propostas de leis né e tanto do vinda do legislativo quanto do executivo para que essas propostas são
elas sejam objetivamente voltada para a inclusão da pessoa com deficiência para que essas leis propostas elas não tragam um retrocesso naquilo que as pessoas com deficiência já conquistaram neste último nesse último período podemos citar aqui como exemplo a questão do transporte urbano que até o final de 2014 deveria estar totalmente acessível e isso não aconteceu nem todos os municípios têm conselhos já da pessoa com deficiência é muito tem mas acredito que todos os estados tenham nele estão aí como uma ferramenta para garantir a efetividade das leis eo ministério público também está aí pra auxiliar é
o cidadão aos ao seu direito porque eu acho que ele sempre pode estar buscando é superar nossos limites e eu acho que isso depende muito da nossa cabeça depende muito do que a gente quer então eu tenho que ensinar ele a se superar depender sim mas não se sentir que pode ser humilhado por precisar de alguém eu não trocaria o meu lucas que é cadeirante que é especial por nenhum outro lucas eu nasci eu acho que isso é uma tarefa que não é fácil como uma mãe que tem um filho com um problema com uma
qualquer deficiência porque o que eu lutei com ele e até hoje meu caminho com ele em momento algum tive vergonha porque é como se a inspiração entendeu a minha alma meu meu foco é 2016 na paraolimpíada de deus quiser eu vou conseguir chegar no meu foco é para limpeza [Música]