[Música] escrever é o exercício da imortalidade de alguma forma continuamos a viver naqueles olhos que aprenderam a ver o mundo pela Magia da nossa escrita o escritor assim não morre jamais [Música] [Aplausos] meu nome é abraim Sena base no mudo intelectual conhecido como abraim base nasci em Manaus no dia 27 de agosto de 1949 meu pai é um imigrante Libanês que chega aqui nos anos 40 viúvo no Líbano traz consigo um filho meu irmão mais velho chamado Amim base aqui ele conheceu minha mãe Jandira uma acriana e com a Jandira ele foi pai de mais
três filhos Nilo ali e abraim então nós éramos quatro irmãos já nasci com um apelido que nunca pegou campeão Minha mãe estava gestante e a barriga dela crescendo e nos anos 40 a medicina era muito incipiente e minha mãe foi ao médico fizeram uma radiografia dela e nesta radiografia se constatou este objeto diferente Então ela foi operada na Santa Casa de Misericórdia e na cirurgia o médico descobriu que ela tinha também um feto e ele foi até falar com meu pai disse realmente tem um quisto nós vamos retirar mas no útero ela tem um feto
e meu pai perguntou é homem ou mulher e ele disse é um homem o árabe e O Judeu tem como preferência sempre de um filho homem no início e meu pai disse deixa ficar isso imediatamente ele informou ao meu pai que passava a preocupação de uma morte prematura da criança no entanto Meu pai disse eu vou correr esse risco e minha mãe muito católica todos os dias às 18 horas reunia-se os vizinhos para tirar um terço fazendo suas orações para que eu pudesse ter um Nascimento normal se meses depois eu nasci de parto [Música] normal
aos 3 anos de idade eu fui morar na Avenida Joaquim Nabuco esquina de 7 de Setembro onde meu pai tinha um comércio [Música] [Música] naquela época anos 50 Manaus tinha aproximadamente 350.000 habitantes E lá eu vivi parte da minha infância na Rua Lauro Cavalcante tinha uma professora esta professora era nada mais nada menos Dona Alaide e dona Alaide me pegava nos braços Não só eu como um grupo de crianças minha mãe me levava até a esquina e ela levava até o Barão do Rio Branco onde nós estudávamos [Música] vocêa parecia que era elétrico dava diversas
entradas na loja com a maior naturalidade sempre descalço aí corria até ali a metade do quarteirão voltava e aqui eu olhava e ficava impressionada de ver tanta agilidade Ah foi uma época muito boa quer dizer as crianças brincavam na porta das suas casas Divindo era quase a mesma família né mas eu tive uma infância feliz uma infância aonde eu ia ao mercado com a minha mãe porque naquela época só se tinha geladeira a querozene quem tinha muito dinheiro então a maioria das famílias iam diariamente ao mercado comprar os alimentos para comer naquele dia então nessa
minha infância depois do Barão do Rio Branco eu fui para o Colégio Brasileiro lá eu fiz o admissão e iniciei o [Música] secundário depois fui para o Instituto de Educação aonde me formei professor [Música] o divertimento daquela época das famílias era a um bom cinema quando podiam e nós tínhamos o cine Guarani o cine Politeama o cine Odeon o Cine [Música] Avenida E eu ia ao cinema pelo menos uma vez por mês quando o meu irmão mais velho o Nilo a quem eu devo muito me dava o dinheiro para mim ao cinema naquela época era
comum as pessoas partirem para o trabalho cedo e foi o meu caso eu comecei trabalhar muito cedo e aos 18 anos eu já estava trabalhando como propagandista vendedor visitando médicos fazendo propaganda médica e vendendo nas farmácias eu viajei Amazônia inteira talvez aí nestas viagens para Amazônia eu possa ter construído a minha admiração o meu respeito pela Amazônia e passei a entender da importância que esta Amazônia tinha na vida daquele jovem vendedor que ganhava sua vida trazia o seu sustento nessas viagens [Música] prolongadas eu nasço eu venho nascer numa cidade pequena para você fazer uma ideia
era comum no domingo à tarde você desfilar na Praça da Polícia Militar os domingo à tarde onde eu botava o meu melhor palitó e a banda da Polícia Militar ficava no coreto tocando e a gente passeando em volta o que nos permitia encontrar pessoas conhecer pessoas eu gosto de Lembrar do aniversário do Cine Guarani porque nesse dia eles faziam cinema na rua era estendida uma grande tela entre dois postos que estavam lá desde a fundação do Cine e passava um filme então a população corria para lá então esta era a cidade [Música] eu muito logo
me comunicando o fato de trabalhar com propaganda médica me permitiu esse essa facilidade entre o diálogo e logo logo eu busquei o jornalismo no jornal impresso e fazia minhas matérias Trabalhei na notícia trabalhei no jornal do comércio Trabalhei na Gazeta Mercantil mas o tempo passou e eu passei um período também muito rico da minha vida trabalhando com Rober Braga fazendo uma Assessoria na Secretaria de Cultura lá eu fiz um razoável trabalho e de lá eu fui descoberto pelo Senador Bernardo Cabral naquela época eu já vinha escrevendo um livro aqui e outro ali embora trabalhasse com
medicamento eu já tinha o livro era para mim um diletantismo eu escrevia por diletantismo não não tinha muitas esperanças do que podia Render [Música] eu passei 25 anos como diretor do Atlético Rio Negro Clube lá no Rio Negro eu tinha um um companheiro de história chamado Elso Judá assayag Então ele me ajudou a montar meu primeiro Museu do Atlético Rio Negro Clube [Música] E lá eu escrevi meu primeiro livro eu fazia umas pesquisas em cima de umas revistas que era publicada pelo Rio Negro Desde da sua Fundação chamada o Rio negrino e lá eu encontrei
grandes momentos da poesia de autores que faziam suas poesias mas nunca publicavam em livros sempre na revista posso destacar um aqui o desembargador lafa que foi atleta de futebol jogou futebol pelo Rio Negro nessas revistas eu fiz uma pesquisa e escrevi meu primeiro livro chamado coletânia de poetas Rio negrino foi um lançamento memorável era o meu primeiro trabalho estive com a presença do Senador Bernardo Cabral que a esta altura não era um amigo íntimo meu como é hoje então foi uma festa muito grande o clube reuniu muitos Associados assim nasceu meu primeiro livro em seguida
eu resolvi escrever a biografia do governador Álvaro Maia que foi membro da academia amazonense de letras foi um intelectual com livros publicado e biografar o baro Maia foi uma honra muito grande hoje na quarta Edição um livro que vendeu 10.000 exemplares só em Manaus depois biografi Miranda Correa histórias e memórias onde eu retrato a primeira indústria que se instala em Manaus vendendo cerveja um grupo de paraense que vieram de Santarém e que aqui montaram uma fábrica de gelo em seguida uma fábrica de cerveja o que lamentamos que este prédio hoje encontra-se em abandono bom fui
escrevendo e de certa forma Sempre ligado à história sempre seguindo este Porto Seguro chamado história a minha ligação com a história é de ontem gostar da história foi uma escolha na vida nós precisamos ter escolha Você precisa definir rumos na sua vida e eu escolhi este caminho encontrei pessoas que me ajudaram a chegar onde eu quero chegar e o Felipe tinha esse sentimento de gostar da história e com ele eu acabo tendo a oportunidade de trabalhar no grupo Rede Amazônica lá no grupo Rede Amazônica eu fui convidado para organizar a memória da empresa e acho
que cumpri este dever com dignidade e o Felipe gostava de história então quando nós nos encontrávamos nós falávamos o mesmo idioma ele sempre trazia um fato histórico para mim e nós sempre conversávamos sobre história ele chegava comigo e dizia Olhe bem esta foto e eu começava a olhar a foto ele dizia bote a lupa e eu colocava a lupa ele dizia Você está vendo o detalhe da minha camisa eu digo estou aí ele tirava da sacola a camisa e dizia com esta camisa eu inaugurei a TV Amapá com este palitó eu inaugurei a TV Amazonas
então foi possível reconstruir a história do Dr Felipe através desse parceiro que ele se torna comigo na história se você me perguntasse O que representa para mim o grupo Rede Amazônica hoje 25 anos depois eu diria que eu não seria nada se não tivesse chegado no grupo Rede Amazônica seria apenas um escritor apenas um Jornalista que tem o seu DRT que embora nunca tenha sentado num banco de escola de jornalismo faz jornalismo há 40 anos e que traz uma experiência do jornal impresso para a televisão dizer para você que foi fácil não foi foi muito
difícil televisão para mim foi um outro campo foi um outro momento mas novamente eu tenho Felipe Dal dizendo para mim eu falava para ele das dificuldades ele dizia coloque um pouquinho assim de amor no que você vai fazer e você fará bem feito quando eu convido um autor para ir no literatura em Foco que já vai para o ano fazer 25 anos no ar eu tenho o mesmo sentimento amor pel aquele livro respeito pelo autor que eu convidei e faço uma boa leitura para encontrar boas perguntas que eu possa atender o meu telespectador literatura foco
no ar caminhando para o seu 10 ano Olá telespectador do amazon um prazer enorme nós estamos em taquatiara Olá telespectador do amazonat eu sou abrahim base e este é o programa literatura em Foco eu gravei na Europa eu gravei na Bulgária contando a fuga de um judeu da Bulgária pra Amazônia eu gravei em Portugal eu gravei na França e claro que não se faz televisão sozinho alguém que pense que pode construir qualquer prama em televisão sozinho está perdido televisão se faz em equipe desde o motorista que nos leva ao set de gravação até aos profissionais
de cinegrafia produção edição de imagem e eu tenho a sorte de ter e boas pessoas bons profissionais trabalhando comigo que aliás eu sempre tive eu não tenho o que reclamar de todos aqueles que passaram nos meus programas especialmente o documentos da Amazônia e o literatura em foco e de certa forma isso construiu a minha vida profissional eu quando eu pego um livro para fazer uma crônica literária na CBN Amazônia Eu leio embora seja uma leitura ã eu leio este livro levar ao meu ouvinte informações precisas do autor e da [Música] obra todo escritor elege entre
todos os seus livros alguns que ele destaca Não como mais importante porque todos são importantes mas como aqueles que deram uma emoção diferent que proporcionaram uma pesquisa mais profunda mais difícil e para o historiador quanto mais profundo quanto mais difícil é a pesquisa mais ele se prende aquele trabalho me recorda que eu escrevi o primeiro livro da Rede Amazônica Rede Amazônica 30 anos primeira tarefa recebida de uma forma orgulhosa diretamente do Dr Felipe hid quando ele me chama e disse eu quero o registro da minha empresa num livro eu classifico como um dos livros muito
importantes na história das Comunicações na Amazônia você tem nele Os Diários oficiais de todas as concessões Dad todos os discursos feitos das inaugurações em todas as emissoras bom aos 35 anos eu muito empolgado com os documentários resolvi fazer um documentário nos 35 anos porque Dr Felipe queria que eu fizesse um livro acrescentando naquele dos 30 anos que já era um livro de 800 páginas e nós sabemos que era um livro de pesquisa e que acrescentar alguma coisa ali ninguém ia ler ia ficar um livro muito grande então o convenci a fazer um grande documentário que
foi um registro que me dá muito orgulho Porque quando eles faleceram e faleceram um atrás do outro houve uma certa preocupação de nós não temos nada para mostrar e eu disse temos sim temos um grande documentário que eu fiz a direção geral participei da produção e lá estão os três fundadores é Felipe Milton e Margarido narrando de como criaram todo este patrimônio que hoje é muito bem dirigido pelo se Felipe Dal Júnior e a senora Cláudia Dal paixão e Silva em uma época onde a aventura Imigrante ganhava o continente a prosperidade amazônica recebia muitos interessados
em uma nova vida o atrativo da Borracha movimentava a economia e fazia dessa região exuberante terra de oportunidades e encontros de culturas diferentes no esforço de construir seus sonhos o Libanês José naib surge como regatão e progride em seu trabalho preparando o caminho para trazer do Acre sua esposa nazira e seus filhos [Música] a família da estabelece em Manaus e coloca em prática tudo quanto aprendeu na sua Juventude a tradição dos árabes Era exatamente essa o comércio e com eles não fora [Música] diferente a cidade se desenvolvia e a família daan o progresso de Manaus
com a confiança de quem acreditava na região e a visão realizadora que marcaria sua presença nos anos seguintes novo cenário social de aprendizado e mercados promissores possibilitou o início de uma amizade que tornaria muitos sonhos realidade eu fui presidente da União dos Estudantes secundários do Amazonas a um dos fundadores e o FIPE era presidente da União dos Estudantes do uma zona da UEA que congregava universitários e secundaristas e nós tínhamos grandes pegas né mas aí nos tornamos amigos qual adento da zona franca naturalmente a coisa começou a se deslocar um pouco para Manaus e surgiu
e a ideia de fazer uma agência de publicidade montar uma agência de publicidade aqui então o que que fazia aqui era feito briefing o Felipe mandava O mio mandava para São Paulo em São Paulo nós idealizamos da campanha e eu vim aqui essa a Manaus para apresentar a campanha nasceu do seguinte princípio é que nós todos éramos pessoas da área de comunicação o Milton eu e o Joaquim nós resolvemos caminhar na direção daquilo que se falava no Brasil já com algum entusiasmo a televisão que era o veíc que transmitia instantaneamente os fatos Então os três
nós nos unimos mais ao falecido e saudoso Robert da que era praticamente o capitalista do grupo e mais as nossas esposas e completamos o número que era necessário para que a empresa pudesse operar este documentário como uma das peças mais importantes que fiz para a Rede Amazônica porque pude ali captar trazer a memória deles quando você escreve um livro é você narrando o fato neste documentário é eles narrando fato se você observar o livro e observar o documentário eu fui fiel a tudo aquilo que eles me falavam e nos 40 anos eu fui novamente Instigado
e assim nasceu Rede Amazônica 40 [Música] [Aplausos] [Música] anos depois que ele faleceu até porque ele nunca me permitiu escrever sobre tudo aquilo que ele escrevia nasceu este grande livro que é matéria única que retrata as principais matérias por ele no jornal centenas de matérias que ele fez em defesa do nosso estado e da [Música] Amazônia mais adiante escrevi uma outra obra que me deu muita alegria até porque ele já estava no ocaso da vida ainda muito doente saú Ben A Saga de um judeu na [Música] Amazônia e trabalhando já com Felipe Dal eu comecei
a receber dele a orientação de que eu devia fazer história Vá fazer história Vá fazer história nesta época eu já tinha 17 livros publicados e eu dizia para ele Dr Felipe que que eu vou fazer na universidade eu tenho 57 anos de certa forma Dr Felipe insistindo tanto um belo dia eu era diretor da Beneficente Portuguesa entrei para uma reunião da diretoria e vi uma faixa enorme na Uninorte eh convidando para inscrições para o vestibular eu fechei o carro atravessei a rua e fui lá paguei R 5 e me escrevi e eu tirei em primeiro
lugar E cheguei com Felipe Dal naquela época publicavam no jornal e tal mostrei para ele olha eu passei ele disse vou lhe dar uma bolsa e assim eu fui fazer história quando eu cheguei na universidade eu descobri que o curso não era reconhecido eu procurei a diretora que na época não era reitora era diretora e ela trouxe para mim algumas dificuldades para reconhecimento do curso e uma delas era a construção de um laboratório de história e eu me propus a fazer o tal laboratório de história com meu acervo particular dois anos depois Antes de eu
me formar o curso foi reconhecido e Dr Felipe muito entusiasmado com o meu interesse pela história e agora formado em História ele me induziu a fazer um outro curso que era ensino à distância mamus vivia uma febre de ensino à distância e nesta época a fundação Rede Amazônica pretendia colocar uma universidade de ensino à distância em Jornalismo e nós fizemos este curso que me permitiu conhecer um pouco mais e me qualificou como a [Música] especialização bom eu sou um amante da culinária amazônida tanto faz eu estar em Manaus está em Belém está no Acre onde
eu estiver em Rondônia eu Procuro sempre conhecer tudo aquilo que aquele estado pode me oferecer o que seria da Amazônia sem a história e sem o historiador o que seria da Amazônia sem os registros de buscar no esquecimento tudo aquilo que faz parte da nossa história não é só orgulho de ter nascido aqui Amazônia é saber que o mundo depende dela e que nós estamos consciente [Música] disso b o tempo passou eu continuei escrevendo me dediquei para as biografias e de repente um dia eu recebo uma comissão de professores e uma professora que hoje é
a reitora do Cesa do novo Ciesa é com uma carta me comunicando que eu estava sendo ificado com o título de notório saber e é um recurso que a universidade tem para reconhecer Doutor aquele que não faz a carreira do doutorado mas sim reconhece Doutor pelas obras eu organizei seis museus em Manaus isso me deu uma certa facilidade mais na história eu fiz o museu do ibu eu fiz o museu do Rio Negro eu fiz o centro cultural lzo brasileiro eu fiz o museu da beneficente eu fiz o museu do lz e fiz o museu
da rede Amazônia [Música] pug vamos S conseguir e a história revelando Meo também [Música] o diferencial do luzo E deste Museu que é importante é que o luzo se você me perguntasse Qual o clube mais importante nesteo eu diria que é o Luo e vou lhe explicar por o lzo teve uma escola primária o lzo teve uma banda de música o luso teve um teatro nós estamos falando de uma cidade que aos domingos ia a missa na matriz ia tomar o seu mingal no mercado Adolfo Lisboa e vinha para o porto de Manaus assistir as
disputas em Remo era uma elite da época o lzo ele acaba se destacando Entre esses clubes Exatamente porque ele teve vários segmentos desde a sua criação [Música] o museu da Rede Amazônica esse eu falo com amor muito pessoal porque além de eu ter construído com as próprias mãos eu tive a participação efetiva do dono Felipe Dal era ele quem trazia as coisas e dizia guarde porque na sua mão isso virará história quando você recebe um objeto e você descobre que aquele objeto está ligado ao momento histório da tua cidade tu não pode perder o perfil
de fazer aquele registro os tempos mudaram a economia Mudou as empresas passaram a direcionar os segmentos para outros [Música] caminhos mas manter um museu hoje para uma empresa ele precisa buscar recursos fora aqui é muito difícil nós não não temos o sentimento de pagar para visitar um museu nós não temos este hábito nós temos que acompanhar a evolução dos tempos e acompanhar Principalmente as nossas possibilidades econômicas então paciência não deu para ser mantido vamos reunir o que temos manter o que temos porque eu tenho certeza que temos ainda coisas importantes do Museu da Rede Amazônica
para expor e de certa forma o meu dia é escrevendo é produzindo produzindo textos para o portal Amazônia produzindo os textos para a CBN Amazônia e escrevendo meus livros o que me dá uma alegria e um prazer Fora do Comum escrever semanalmente para o portal É permitir que pessoas fora de Manaus possam compreender entender e aprender a história da Amazônia ou do Amazonas através de minhas escritas no portal eu estou no portal Amazônia aproximadamente duas décadas eu sou do início do portal Amazônia o portal Amazônia me levou para o mundo hoje eu sou reconhecido internacionalmente
através do portal Amazônia [Música] mais tarde veio academia amazonense de letras em 2010 a academia amazonense de letras ela tem de certa forma um um recurso que ela vai buscar com os deputados que nós chamamos de dotação orçamentária os deputados fazem doações no final do ano para receber no ano seguinte e de recursos e com esses recursos a academia faz seus livros e doa Porque como é recursos públicos nós não podemos vender eu tenho pelo menos seis livros publicados eh neste sistema e um dos deputados que muito contribuiu enquanto foi deputado estadual é o nosso
companheiro Serafim Correia mas muitos foram os deputados que deram oramentos para que a academia pudesse sobreviv academia hoje é muito bem presidida pelo médico Aristóteles Alencar um intelectual deol eh recentemente substituindo Robério Braga que passou várias vezes na presidência que também é um presidente dinâmico academia sempre teve a sorte de ter excelentes presidentes presidir a academia é uma honra é um orgulho mas nós sabemos que também essas tarefas não são fáceis [Música] joari Guimarães Esse foi o último que sentou que eu o substituí este substitui este o joari substituiu o Artur César o Enoque Reis
foi substituído o Enoque Reis é aquele que dá nome ao fórum Eno Reis Artur Vigílio do Carmo Ribeiro foi avô do Artur Neto foi Desembargador Gaspar Guimarães Esse foi o primeiro ocupante da cadeira é este aqui é o primeiro ocupante então quando eu falecer a pessoa que me substituir haverá de falar o meu nome desce para cá haverá de substituir e falará de todos [Música] eles eu fui iniciado maçonicos e a minha loja generosamente me concedeu o título de grande benemérito para mim ser grande benemérito eu tenho que ser benemérito e eu já era e
me deu a medalha saoto a medalha Desembargador sa peoto foi o fundador e o primeiro venerável da minha loja a Maçonaria não é uma religião Mas ela te Exige uma religião Ou seja você tem que crer em Deus para ser maç você não pode ser ateu e a Maçonaria é uma escola de vida eu tenho muito orgulho de participar da Maçonaria e Tenho muito orgulho das lojas a qual per eu sou ligado a glom Grande Loja do Estado do Amazonas hoje muito bem dirigida pelo sereníssimo GR mestre Marcelo Peixoto que traz na origem o seu
pai que também foi sereníssimo GR mestre eu tenho alguns livros maçônicos publicados inclusive um livro que me dá uma alegria muito grande que é sobre abolição da escravatura do Amazonas Pô então fazer parte da Maçonaria é um motivo muito de orgulho eu vi a verdadeira luz maç na Grande benemérita Loja simbólica Rio Negro número 4 que já tem mais de um século que está muito ao lado da loja número um que é a esperança por vir ser maçom é antes de mais nada entender que nós somos iguais nós somos diferente apenas socialmente uns ganham mais
outros ganham menos outros andam num carro importado outros andam num carro nacional outros não TM carro mas nós somos iguais e a filosofia Maçônica é de que nós somos irmãos e nenhum é superior ao outro lá não existe o doutor o desembargador o general lá nós somos irmãos todos nivelados no mesmo patamar então a Maçonaria me trouxe muitas alegrias e uma das alegrias enorme é ter vivido anos para comemorar meio século de existência fazendo parte dessa institui e me permitindo escrever são três livos maçônicos né Liv da abolição da escravatura o Liv da aora o
outro Liv da aora que sai agora possivelmente sairá uma nova edição de um outro livro cada livro que chega na minha mão para escrever cada projeto eu entendo como um filho que eu estou projetando para ele nascer e ser um grande homem eu que tenho meio século como maçom escrevia a 26 anos atrás o livro da Grande benemérita Loja simbólica Aurora Lusitana e agora escrevo um segundo livro não é uma segunda edição Aurora Lusitana a semente Maçônica Portuguesa no Amazonas é a única loja no Brasil fundada especificamente por portugueses Então veja todos os livros para
um escritor são importantes mas Alguns falam mais profundamente na sua escrita e foi dessa forma que eu construí um legado construí um espaço e conquistei alguns leitores conquistei algumas pessoas que apreciam o que eu [Música] escrevo eu sou casado duas vezes tenho cinco filhos eh três do primeiro casamento e dois do segundo casamento e sou um homem muito feliz com a mulher com quem eu vivo há 45 anos Maria do Perpétuo Socorro perz [Música] base receber a medalha Rui Araújo é motivo de um orgulho Fora do Comum Afinal é a maior honraria que a Assembleia
Legislativa do Estado do Amazonas entrega ao homenageado Então essa medalha representa para mim o orgulho porque ali é a casa do povo a Assembleia Legislativa concede medalha Rui Araújo ao escritor e jornalista abraim [Música] base a fundação Rede Amazônica nas do sonho de um homem chamado Felipe Dal a fundação funcionava no antigo prédio da Rede Amazônica no bairro da Cachoeirinha quando nós íamos iniciar a as inscrições para que pudéssemos ter os alunos a fila passava de três quarteirões e havia de certa forma eh um trabalho muito sério com relação a essa admissão da qual eu
tive o orgulho de lecionar história da comunicação e produção para rádio e televisão durante aproximadamente 15 anos a fundação evoluiu a fundação cresceu e em determinado momento a diretoria chega à conclusão de que deveríamos [Música] trocar o rumo da fundação a fundação precisava principalmente e oferecer ao grupo Rede Amazônica um braço que atendesse o lado social e do grupo Rede Amazônica e a fundação aos poucos foi se desligando de alguns processos principalmente da formação e começou a adentrar num uma área que é de suma importância para o projeto de uma grande empresa como o grupo
Rede Amazônica fazer a Rede Amazônica buscar os caminhos sociais Só através da Rede Amazônica seria impossível a fundação tem uma participação efetiva e importante nesse 39 anos eu diria que a fundação é um Marco na memória de Felipe Dal ser colaborador do grupo Rede Amazônica é não é só orgulho é motivo de satisfação você transforma o seu dia em felicidade trabalhar na Rede Amazônica é produzir o teu dia o teu trabalho como se tudo aquilo fosse teu porque você é parte daquela história nesse 50 anos 51 anos de existência do grupo Rede Amazônica metade eu
participei dessa hisa 2 [Música] anos agora vou revelar o meu mais novo trabalho que é a biografia do meu grande amigo Felipe Dal já estou escrevendo estou buscando as suas origens no Oriente Médio ele era descendente de um Libanês como eu e de certa forma a biografia também acabou me levando para este Campo que é muito importante na historiografia regional [Música] jamais trocaria Amazônia a sua história o seu legado por outra razão eu conheço vários países da Europa mas Amazônia é diferenciada Amazônia ela é antes de mais nada um espaço único no mundo inteiro a
nossa floresta é uma floresta diferenciada e nós somos o único estado que mantemos a floresta em pé por um longo período e a proposta é continuar mantendo essa Floresta como bem falava Samuel benchimol [Música]