[Música] Olá queridos alunos e alunas sejam muito bem-vindos hoje é nossa primeira aula do ano na disciplina de assistência farmacêutica e é um prazer receber vocês de todo o Brasil aqui conosco para essa aula sou agora sem mais demoras o momento que todos estavam esperando vou convidar o professor José ele que é doutor em saúde pública pela enp Fiocruz docente farmacêutico hospitalar e Clínico muitos de vocês já conhecem né Professor Gilberto É um prazer tê-lo novamente nessa disciplina seja bem-vindo ao nosso curso mais uma vez boa noite professora Evely Eu que agradeço né Eh mais
esse voto de confiança da coordenação do curso e em poder tá trazendo a minha colaboração eh com mais uma disciplina né Eh uma disciplina que eh na realidade eh eh ela configura a minha formação eh principal né que é a formação do doutorado meu doutorado em saúde pública mas a temática do doutorado é assistência farmacêutica né Eh e além do mais eh eu tô no serviço pú público atuando em assistência farmacêutica há 15 anos já né Eh então eu trago toda essa bagagem de toda essa essa experiência a minha formação acadêmica em colaboração né com
a formação dos alunos que eu Eh desejo uma boa noite a todos e a todas vocês né que estão no Brasil todo aí nos vendo nesse momento eh sejam bem-vindos à nossa disciplina eu digo Nossa porque é Nossa m mesmo vamos tentar fazer ela eh integrar integrativa né de de uma maneira mais possível né para que a gente possa realmente eh conhecer e trabalharmos juntos esses conhecimentos e que vocês fiquem afiados em assistência farmacêutica tá certo é isso profess pessoal quem já tá acostumado sabe que o professor Gilberto responde as dúvidas né então participem conosco
coloquem as dúvidas no chat professor vai estar respondendo durante a aula a final né sempre que possível eh realmente é uma aula que queremos fazer todos juntos professora agora com você fica à vontade Vamos iniciar nossa aula Obrigado professora Eh vamos lá na no que interessa né no assunto do dia eu vou pedir paraa professora já colocar os slides pra gente e deixa eu só eh pôr no modo apresentação aqui tá muito bem isso aí vamos nós eh nós estamos eh no de eu ver aqui só um minuto eu acho que eu perdi a agora
foi eh nós então vamos desenvolver a disciplina de assistência farmacêutica do módulo 51 do curso de Farm CAD da unz umar e eh eu começo mesmo antes de falar do assunto da unidade um que é política nacional de medicamentos Eu gostaria de falar para vocês eh sobre a assistência farmacêutica de maneira geral né Eh assistência farmacêutica ela é eh representativa vamos dizer assim do sistema único de saúde embora a gente use alguns conhecimentos eh dessa ciência que é assistência farmacêutica né para Desenvolver atividades farmacêuticas no setor privado é no Sistema Único de Saúde que ela
se faz realmente como ciência e como atividade é onde ela se desenvolve o surs é o grande laboratório da assistência farmacêutica né E como eu disse para vocês na apresentação da disciplina né naquele vídeo curto que eu que eu apresentei eh o farmacêutico é o piloto da assistência farmacêutica né ah se vocês eh observarem né Eh olharem assim até por cim por alto para a para grade curricular de vocês né as disciplinas que vocês têm aí eh é claro que a a grade de vocês ela tá no eixo do farmacêutico generalista né Eh constando aí
abarcando abrangendo a as atividades do farmacêutico mas de de modo especial a o projeto pedagógico do curso de farmácia do Unico mar tanto do presencial quanto o EAD eh um projeto que eu participei na construção lá no início né quando a a o curso de farmácia eh eh presencial teve início eu pude colaborar com esse projeto pedagógico e realmente ele tem uma linha direcional uma diretriz eh paraa formação do farmacêutico voltada paraa saúde pública pra saúde coletiva Então esse componente eh de saúde pública eh dentro do curso de farmácia do Unicesumar ele é muito realmente
eh impactante significativo tá eh eu digo uma coisa para vocês eu tenho aib tenho né a possibilidade de ter ter contato principalmente através das redes sociais com muitos e muitos muitos mesmo dos nossos regressos do curso presencial E Agora Nós nós vamos vamos poder contar também com vocês aí na eh trocando experiências com a gente na nas redes sociais e nós eh encontramos eh muitos ex-alunos né egressos Hoje os profissionais hoje farmacêuticos atuando na no SUS atuando na Rede Pública de saúde eh vários deles eh atuando politicamente como secretários de de de de saúde eh
nos municípios nos diversos municípios eu falo aqui da da região eh do do do Paraná principalmente do Norte Noroeste do Paraná eh no sul do Mato Grosso do Sul alguma algumas regiões aqui da da divisa do do limite com o estado de São Paulo algumas cidades por ali também eh que são de onde eh se originaram a maioria dos nossos alunos embora nós eu eu tive alunos aí que que vieram de Rondônia que vieram do Acre né para morar em Maringá na época e fazer o curso de farmácia e realmente o o a o o
projeto pedagógico é a grade curricular de vocês então está muito voltada eh eh para pra atuação no sistema eh público de saúde no SUS né e o o a única ou a principal vamos dizer assim forma de ingresso do farmacêutico no serviço público é através do concurso público né Eh e uma era satisfatório assim pra gente eh quando a época que eu ainda dava aula no presencial né aí eu digo antes de do ano de 2011 eh a gente via eh no no os resultados dos concursos públicos dos Municípios do Paraná fora da do Mato
Grosso a gente acompanhava isso enquanto eh a gente estava à frente do curso de farmácia junto com os outros professores a gente tinha uma satisfação muito grande de ver os nossos ex-alunos né os farmacêuticos formados com a gente eh nas primeiras locações desses concursos e era assim satisfatório e realmente eh eles desbancaram inclusive né Eh farmacêuticos oriundos de instituições públicas né que muitas vezes tem eh rótulo né de serem os melhores farmacêuticos e a gente conseguia na maioria das vezes eh que os nossos ex-alunos se colocassem conseguissem eh trabalhar eh eh dentro do Sistema Único
de Saúde né Ah mais ou menos no ano de 2016 2017 eu tive num encontro em Curitiba com todos os com foi um encontro da assistência farmacêutica do Estado do Paraná né e eu fiquei muito fui convidado para participar fazer uma uma palestra lá e eu fiquei muito feliz quando eu comecei a ver né que eu olhei paraa plateia eu só via ex-alunos meus nessas plateias né quanta emoção que dava pra gente né saber que os nossos alunos agora colegas está estavam né ou estão no serviço público no SUS trabalhando né lutando para um sistema
de saúde eh de qualidade né E que traga eh eh qualidade de vida pras pessoas Tá certo então era uma introdução que eu queria fazer a respeito da assistência farmacêutica E então eh só para chamar a atenção de vocês que o conhecimento dessa disciplina né dessa ciência ela é fundamental na formação de vocês Tá certo então vamos aproveitar muito essa disciplina tá vamos realmente nos aprofundar e buscar eh eu quero que vocês eh procurem de uma forma assim eh bem eh significativa né se apropriarem dos conhecimentos da assistência farmacêutica tá bem para isso então eu
vou falar da da política nacional de medicamentos eh que eh descrita na unidade um né esse livro de vocês é da minha autoria eh eu fiz ele com todo o carinho e com toda a propriedade né que a minha formação permitiu e realmente eu me dediquei muito a a esse livro né foi o segundo livro que eu fiz e e olhando para ele assim como um filho né queem um pai que olha um filho né Eh eu dou muito valor a a esse livro e eu espero que ele ele realmente possa ser para vocês inclusive
uma fonte de estudos pros concursos públicos que vocês pode possam eh estar enfrentando pela frente né assim que vocês se formarem tá ok nós quando a gente vai falar de assistência farmacêutica a gente tem que falar das origens né e as origens da assistência farmacêutica ela ela está né Eh unida à política nacional de medicamentos né uma política nacional de medicamentos assim eh como uma uma diretriz como uma ideologia eh onde o acesso e o uso racional de medicamentos são prioridades eh dentro dessa política né Eh então nessa unidade né dentro dessa aula a gente
vai ver sobre o acesso aos medicamentos principalmente sobre isso né como as pessoas através do Sistema Único de Saúde conseguem eh fazer com que a farmacoterapia aconteça n dentro das suas necessidades de saúde né E também as diretrizes da política eh Nacional de medicamento Quais são as prioridades que ela nos coloca né Quais são as responsabilidades da quando a gente fala da gestão nós estamos falando da gestão tripartite estamos falando eh da gestão Municipal da Estadual da da gestão Federal dentro dessa política né e também de que forma essa política eh eh Nacional de medicamentos
ela tá integrada à política nacional de saúde né então embora a política nacional de saúde ela tenha se materializado ela tenha se consolidado depois da publicação da política nacional de medicamentos né ela sem sombra de dúvida Uma não pode eh existir sem a outra né as duas T que estar coexistindo porque você não tem uma política de saúde sem uma política de medicamento e vice-versa tá ok então é São esses os os os elementos aí que a gente quer que você eh interiorizem e conheçam dentro da da unidade um que é de política nacional de
medicamentos né E não tem como falar de política principalmente de política nacional sem dar uma linha do tempo né uma um histórico eh de como nós chegamos a essa política nacional de de medicamentos né De onde viemos né Qual foi a origem o que que originou né então eu volto lá atrás né aí dentro do do slide vocês eh podem ver que eu cito ali a reforma sanitária e a semi que é a central de medicamentos como unidade estrutural da assistência farmacêutica ali pelo ido dos anos 70 tá é importante dizer que a reforma sanitária
ela veio como consequência de um Sistema de Saúde injusto que a gente possuía no país sabe eh a assistência saúde ela começou a ser um assunto de saúde pública de interesse público né Eh quando foi criada a Previdência Social né ah a Previdência Social ela inicialmente ela foi criada para garantir as ent adorias e benefícios dos trabalhadores né E ela funcionou como funciona hoje a Previdência né arrecada eh o os recursos financeiros na folha de pagamento dos trabalhadores uma parte é o trabalhador que recolhe a outra parte é o patrão né o o empregador né
E com isso vai se constituindo o fundo da Previdência e a época ali nos idos dos anos 50 60 onde nós tivemos o início da Previdência Social eh entrou muito recurso esse fundo ele foi inflando né é um fundo uma conta Imaginem aí uma conta corrente que você vai recolhendo vai tirando do salário do Trabalhador ou a o empresário vai contribuindo também e essa conta vai estufando ela foi estufando estufando estufando e dava conta de pagar as aposentadorias e os benefícios e ainda sobrava muito dinheiro foi quando então Eh se pensou na assistência à saúde
vinculada à Previdência Social né então a época aquelas pessoas aqueles trabalhadores que tinham registro em carteira e que recolhiam para previdência passaram a ser atendidos No que diz respeito à assistência à saúde principalmente no atendimento hospitalar né o ambulatorial até que não era eh tão Evidente assim geralmente funcionava assim pessoas eh quem tinha carteira assinada tinha assistência ali em nível hospitalar né então quando tinha alguma coisa grave que precisava de hospitalização tinha assistência né Eh Ou você tinha Posses tinha dinheiro e renda e conseguia pagar o serviço médico tá ou você não tinha recurso nenhum
e com isso você não tinha eh assistência médica nenhuma tá no máximo que você tinha aquela época era como recorrer uma benzedeira no sentido para melhorar a tua condição de saúde melhorar a sua doença tá então frente a toda esse Panorama surgiu esse movimento que a gente que ficou denominado né reforma san sanitária Que que foi essa Reforma Sanitária foi a maneira que se encontrou né o a diretriz o ideal que se encontrou de se levar a assistência à saúde para lém vamos dizer assim da Previdência ou seja para também paraas pessoas né Eh que
não tinham eh registro em carteira aqueles que eram trabalhadores informais ou ainda que eram trabalhadores autônomos e não recolhiam eh eh pra previdência então Eh foi no sentido de levar assistência à saúde para essa fatia da população que não tinha direito a nada vamos dizer assim né que surgiu então a reforma sanitária e a reforma sanitária ela então expande a o papel da Previdência Social da época né Eh e ela coloca propõe que o governo federal deposite também nesse fundo da Previdência Então quem começa a compor o fundo da Previdência é o empregado né como
eu já falei para vocês o empregador e o governo federal e com essa essa colaboração do governo federal que era bem gorda né Eh é que começou a se eh expandir o serviço médico a a assistência à saúde para essa para essa faixa da população que não tinha emprego eh formal né Eh E com isso eh com a reforma sanitária eh foi se pensando na expansão do direito à saúde tá eh e como como não tem modo de levar saúde para pessoa né Principalmente pensando em recuperação da saúde eh sem medicamento que é um componente
componente assim eh essencial paraa recuperação da saúde você não consegue levar assistência completa para essas pessoas paraa população a assistência à saúde ela só é completa quando ela leva consigo a assistência farmacêutica tá E para isso então foi criado a semi que é uma estrutura eh governamental de nível Federal tá eh que fazia a aquisição e a distribuição de medicamentos para todo o país então ele chamava ela chamava central de medicamento por conta disso mesmo era Centralizado né ficava lá na capital federal né Eh lá em Brasília e eh Às vezes a para facilitar um
pouco a logística né o os armazéns né os os grandes depósitos de medicamento ficavam às vezes em algumas a capitais estratégicas né como São Paulo o Rio Salvador então Então tinha alguma Goiânia tinha algumas eh capitais estratégicas onde por questão de logística tinha esses barracões com com medicamento depositado Mas quem fazia toda essa gestão da compra de distribuição era essa central de medicamentos e era assim que era feita a assistência farmacêutica eh no país né e para que essa distribuição acontecesse de maneira mais ou menos regrada né ou era organizada chamada Farmácia Básica né o
que que era Farmácia Básica era um elenco de medicamentos que constava ali com medicamentos para hipertensão para diabetes antiparasitários alguns antibióticos antiinflamatórios né ou seja ela chama Farmácia Básica porque tratava das condições básicas realmente de saúde da população só que ela era a mesma o mesma lista o mesmo padrão pro Brasil inteiro tá que que acabava acontecendo né com país desse tamanho nós eh temos e eh diversidade eh Regional eh epidemiológica né Nós temos doenças que acontecem no norte do país que não acontece no sul e vice-versa né que acontece no nordeste não acontece no
centro-oeste e o que que acontecia a a cesta básica de medicamentos era a mesma e ia para pro Brasil inteiro acontecia que onde não usava o medicamento lá ficava o medicamento você jogava fora porque você não utilizava ele acabava vencendo mas eu me prolonguei demais para falar disso eu preciso tocar pra frente eu já gastei meia hora de aula e não saí do primeiro slide ainda Vamos lá gente a essa reforma sanitária que é esse conjunto de ideias e diretrizes paraa reforma da assistência e saúde no País eh ela foi eh criada por vários pensadores
dentro das Universidades dentro de partidos políticos né E essas ideias essas propostas elas foram levadas paraa assembleia nacional constituinte né E ela elas foram elaboradas dentro de uma conferência chamada oitava conferência nacional de saúde onde eh especialistas e representantes de todos os segmentos eh de interesse em saúde incl inclusive de usuários e e trabalhadores né de da maneira que a gente tem hoje o controle social a gente tinha esses representantes né Eh que foram paraa oitava conferência nacional de saúde colocar lá as propostas paraa realização da reforma sanitária e a reforma sanitária aconteceu né Eh
esse essas propostas que foram consolidadas Na oitava conferência nacional de saúde fizeram parte na sua praticamente na sua totalidade ou seja quase todas praticamente mais de 90% das propostas da oitava conferência nacional de saúde fizeram parte da constituição federal de 1988 tá eh e a a a lei geral o artigo geral da Constituição Federal que diz que a a saúde é um direito de todos e é dever do Estado prov vê-la né Então a partir dessa desse artigo da constituição eh é que se eh detalha né que se minucia todos os outros direitos e deveres
relacionados com a assistência saúde no país né Então a partir então da da da Constituição Federal do Artigo 96 eh é que se criou e se trouxe assim de maneira eh detalhada né aquelas ideias da oitava conferência da reforma sanitária paraa criação da Lei 8080 que é a lei junto com a a a lei 8422 forma o que a gente chama de lei orgânica da saúde ou a lei que criou o sistema único de saúde tá certo e nessa lei orgânica de saúde também fala do direito eh à assistência à saúde que todo brasileiro tem
e lá Nesse artigo né que fala da assistência saúde como dever do Estado do poder público fala ali também da obrigatoriedade da assistência terapêutica né que que envolve assistência terapêutica principalmente a assistência farmacêutica né assistência terapêutica não é exclusivamente assistência farmacêutica porque nós temos terapêutica de outras maneiras a gente pode fazer uma terapêutica cirúrgica uma terapêutica eh por radioterapia ou seja por várias outros tipos de intervenções mas sem sombra de dúvida o medicamento é o elemento mais importante da terapêutica na assistência à saúde que nós temos tá no mundo como um todo tá bem eh
E com isso nós precisávamos garantir essa assistência terapêutica Ou seja que as pessoas né Eh que estivessem eh tendo seu direito a saúde garantido pela lei orgânica da saúde que criou o SUS também tivesse o direito à assistência terapeutica aos medicamentos a ter acesso aos medicamentos eh necessários para o tratamento das suas condições clínicas né das suas doenças das suas patologias Tá certo e não bastava né que ele tivesse que o sujeito indivíduo cidadão tivesse acesso a esse medicamento mas esse esse acesso ele devia vir com segurança eficácia qualidade desse medicamento e principalmente né com
o uso racional desse medicamento que impede que a terapêutica possa ser prejudicial e não benéfica ao cidadão que a utiliza Tá certo então foi nesse caminho nessa trajetória que foi publicada a política nacional de medicamentos Tá ok eh ela foi publicada através de uma portaria no ano de 1998 né a portaria 3916 uma portaria do Ministério da Saúde do próprio Ministro eh E como eu já falei para vocês tinha duas linhas eh principais aí que era a questão do acesso e do uso racional de medicamentos então se você pegar portaria 3916 de 998 que eh
propõe né e e regulamenta a política nacional de medicamentos eh do do começo ao final você vai ver que os elementos são voltados para garantia do acesso e do uso racional de medicamentos né E como eu já falei Esses medicamentos eles devem ter a sua segurança eficácia e e qualidade garantida não adianta a gente ter proporcionar ao cidadão dentro da assistência terapêutica necessária um medicamento que seja inseguro medicamento que não tem eficácia e o medicamento sem qualidade tá Por que nós vamos fazendo trazendo prejuízo em vez de benefício para esse cidadão né que tá tendo
acesso a medicamento então é acesso e acesso de qualidade Tá certo isso é muito importante e então a a portaria vocês vão ter oportunidade de ler isso façam isso tá essa portaria ela cai na maioria dos concursos Leia ela tá bem eu vou falar sobre ela de maneira geral Mas vocês vão conhecer a fundo isso daí é uma recomendação de leitura para vocês Tá ok eh professora se entrar alguma questão me interrompa tá que eu não tô vendo a a tela principal só tô olhando pro pros slides aqui tá ok Professor só se Oi quiser
dar uma um detalhezinho aí não sei se vai falar disso mais paraa frente tem uma aluna que aqui a Rebeca que comentou que a assistência farmacêutica parece o verso da mesma moeda da atenção farmaceutica o objetivo é o mesmo paciente só possuem caminhos distintos não sei se todos os alunos já tiveram atenção farmacêutica né mas para aqueles que tiveram fica aí essa dúvida Qual é a similaridade entre assistência e atenção farmacêutica Rebeca você vai ter a oportunidade durante essa disciplina de desfazer esse equívoco que você tá aí tá bom essa dúvida que você tem Tá
certo eu vou pedir para você acompanhar nossas aulas né E você vai compreender a diferença de assistência farmacêutica e atenção farmacêutica Tá ok lá na lá na na introdução à profissão farmacêutica quando eu falo da assistência e da atenção eu já coloco a diferenciação das Duas né a assistência inclusive com a atenção inclusive como uma das dos elementos né uma das etapas da do ciclo da assistência farmacêutica Ok eh daí a Daniele fala então não chegava em todos os lugares as medicações Com certeza não chegava viu Daniel aquela época e até hoje ainda não chega
nós vamos ver daqui a pouco eu trouxe alguns dados para vocês Tá ok beleza vamos lá então Eh eu apresento Então quais são as diretrizes da política nacional de medicamentos tá eh diretrizes nada mais são do que caminhos apresentados né Para que se eh consolide para que se cumpra a política nacional de medicamentos o a primeira diretriz é o estabelecimento da da relação Nacional de medicamentos essenciais eh a primeira rename que é a relação Nacional de medicamentos essenciais ela foi estabelecida no ano de 2000 tá então logo em seguida dois anos após a publicação da
política nacional de medicamentos já se estabeleceu a primeira rename então de cara a gente já teve isso a segunda Diretriz depois eu vou falar né detalhadamente de cada uma é a reorientação da assistência farmacêutica a assistência farmacêutica que era engessada né na na atuação das do semi né do do da central de da semi da central de medicamentos e que não levava medicamentos para todo o Brasil eh nós tivemos uma reorientação né como eh seria a a assistência farmacêutica eh eh qualificada dentro do Sistema Único de Saúde né Eh ainda o estímulo para produção de
medicamentos principalmente os medicamentos para tratar doenças endêmicas nós tínhamos essas dificuldades a época eh tuberculose renias eh e várias outras doenças endêmicas né Eh a gente não conseguia levar medicamento pros pacientes princialmente no interior da região norte do país e a gente tinha a produção era muito eh muito insignificante tá a produção principalmente desses medicamentos e e a produção de medicamentos no Brasil de maneira geral eh a gente tinha alguns medicamentos muitos medicamentos cujo princíp ativo IFA era importado né E daí nós tínhamos os medicamentos de referência disponíveis no mercado nessa época né só depois
ali no nos idos de eh do dos anos 2000 né que nós tivemos a lei dos genéricos que nós tivemos realmente um estímulo à produção de medicamentos no no país porque se você não tem uma produção adequada você não não tem nem como comprar e permitir que a população tem acesso né Você precisa ter medicamento sendo produzido em grandes qu idades pra gente tratar um país do tamanho que é o nosso né e por fim eh se pensa também né Eh isso veio ali da criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa em 1992 então
a Anvisa foi criada antes da política nacional de medicamentos a a criação da Anvisa foi um marco regulatório sanitário eh ímpar em nosso país Nunca se tinha tratado a a a vigilância sanitária de medicamentos com tanta responsabilidade com tanto comprometimento de forma regulatória realmente né e a política nacional de de medicamentos veio consolidar ainda mais esse papel da Anvisa como agência reguladora da do Comércio produção eh e uso do medicamentos no País tá certo Então essas são as principais diretrizes da política nacional de medicamentos Olha só que coisa interessante ó nós estamos em 1996 aí
nesse grave tá ou seja ele é anterior à criação da política nacional de medicamentos tá esse gráfico ele traz renda né em salários mínimos tá e na vertical a porcentagem né primeiro com a Barra Azul eu tenho a porcentagem da população tá e na Barra Vermelha a porcentagem de consumo de medicamentos então o que que esse gráfico vai mostrar pra gente vai mostrar quem são os consumidores de medicamento né o quanto de medicamento é consumido e segundo a faixa de renda do cidadão tá então olhem bem você a situação que a gente encontrou inclusive isso
daí norteou a política nacional de medicamentos a reorganização da assistência farmacêutica e assistência terapêutica no SUS tá nós tínhamos que indivíduos com renda acima de 10 salários mínimos tá isso representava na época cerca aí de 14% da da nossa população ganhava mais que 10 salários mínimos tá eh tinha acesso gente a quase Metade dos medicamentos produzidos no país tá ou seja 14% da população tinha acesso a quase metade do do medicamento produzido no país aqueles que ganhavam entre quatro e e 10 salários mínimos que representava aí qualquer coisa da ordem de 33% da população né
consumia Mais ou menos o equivalente ao tamanho da população aí tá indo para 35% do Med dos os tá então vejam vocês ó 48 mais ou menos quem é quem tinha maior renda 35 quem tinha uma renda considerada média agora quem ganhava menos que quatro salários mínimos considerado pobre e isso representava 51 52% da população mais da metade da população consumia gente 15% dos medicamentos produzidos no país então a gente vê aí uma disparidade tá em relação ao acesso do medicamento que traz pra gente uma realidade de Que ações políticas necessitam ser realizadas para fazer
com que eh a gente eh minimize essa diferença que esse gráfico trouxe paraa gente aí tá certo que o acesso eh a medicamentos no país eh seja eh um benefício pelo menos de grande parte da população tá bem mas pasmem vocês eu trouxe outro gráfico ó de quando ele é daí ó é recente tá eu não eu até procurei buscar informação mais recente mas esse daí foi da da de um estudo realizado eh pela amostra de domicílios eh foi um estudo sobre a saúde o acesso à saúde de maneira geral foi um estudo eh eh
desenhado pela Fundação Osvaldo Cruz e outras instituições de Pesquisas ligadas aí ao Ministério da Saúde e olha só passados então vários anos da instituição da política nacional de medicamentos daquela situação de disparidade que eu mostrei para vocês no acesso a medicamentos Vamos tentar entender um pouco né como tá vamos chamar isso daí de situação atual porque é o mais próximo que a gente tem do atual né então nós vamos ter a mesmíssima coisa no na horizontal né a renda as faixas de renda das pessoas e a desculpe e a população e a porcentagem tá eh
E como tá apresentado esse gráfico né nas Barrinhas azuis né Eh são eh pessoas é é a faixa da população que consegue acesso a medicamento comprando tá então são as pessoas que compram medicamento no país eh a a faixa verde é uma eh população mista parte do medicamento eles compra e outra parte ele consegue no SUS então é aquela Barrinha Verde ali tá a Barrinha amarela gente são as pessoas que conseguem medicamento no SUS só no SUS exclusivamente no SUS a Barrinha amarela presta atenção na largura dessa Barrinha amarela tá E agora vocês vejam o
tamanho da Barra aí Vermelha ou salmão sei lá que cor que é isso que é sem consumo Ou seja que não consome medicamentos a faixa da população que não consegue consome medicamentos aí o que que a gente tem dentro dessa desse grup tá nós temos pessoas que realmente não precisam de medicamentos por isso que não consomem Tá mas nós temos aí grande parte das pessoas que precisam de medicamento precisam de assistência terapêutica e não tão tendo acesso não consegue os medicamentos Tá certo então tá misturado aí dentro desse bolo a gente não consegue precisar exatamente
Quem é que tá saudável né E quem é que tá doente não consegue medicamento mas a faixa amarela ali ó nos mostra né o quão a população tem acesso aos medicamentos no SUS né então parte está na na na faixinha amarela e uma par entrando um pouco na faixinha verde né porque a faixinha verde mostra com eh aquisição eh própria e medicamento do SUS uma coisa mista Tá certo então se a gente for olhar ali dentro da da da área da porcentagem e olhar paraa última barra que é a barra final aqui olha Vamos considerar
que metade desse pessoal aí da Barrinha verde 3% tá eh pega medicamento no SUS juntando com esses mais 4,8 por que pega efetivamente medicamentos no SUS gente nós teríamos aí em torno tá muito gritante 88% da população que necessita de medicamentos tá buscando medicamentos e tá conseguindo ter acesso através do sistema único de saúde ou seja eh olhando pro SUS hoje como a gente olha D impressão Nossa quanta gente tá conseguindo eh medicamento no SUS né a gente olha ali no nosso bairro nossos vizinhos dentro da nossa família a gente vê nossos tios nossos avós
buscarem medicamentos no postinho a gente vê a as vacinações em massa né enfim o quanto o SUS está permitindo acesso à população e quando você olha para esses dados Aí você olha e vê o quão insignificante ainda tá sendo assistência farmacêutica no SUS o quanto a gente tem a caminhar dentro do sistema único de saúde para chegar a um acesso condizente tá isso significa o qu gente que nós não saímos muito daquela condição lá de trás de 1996 tá andamos caminhamos né antes o o o eh as pessoas não tinham acesso nenhum a medicamento hoje
a gente já tem a gente já tem 88% de acesso né Que beleza tá só que Vocês entenderam o quanto ainda se precisa de de se investir para que o SUS atenda aos seus princípios de universalidade né de integralidade das ações de saúde e que realmente ele atenda ao cidadão como a lei determina Como a Constituição Federal determina em todas as necessidades de saúde a gente tá vendo aí que embora muito mais pessoas uma uma fatia muito maior da população tá conseguindo acesso à saúde né eu digo acesso à consultas médicas acesso à cirurgias acesso
àe idades médicas acesso à Odontologia serviços odontológicos né com relação aos medicamentos ainda está muito incipiente Tá certo então nós né como vocês como futuros farmaceuticos nós como farmaceuticos que atuam no surs nós temos que realmente eh trazer a eh eh essa luta para para nós e realmente levarmos adiante a para conseguir atingir os princípios fundamentais do SUS No que diz respeito à assistência farmacêutica Tá bem então agora que que tá faltando aí 10 minutinhos pra gente encerrar a aula eu vou passar Então os aspectos gerais do do e das principais diretrizes né da do
SUS nós vimos eu elenquei quatro para vocês lá atrás que são as principais mas nós temos umas outras Então eu vou passar só lendo isso daqui tá não vou entrar em detalhe eh são é é a linha que segue a a o documento da política eh Nacional de medicamentos a portaria 3 3916 tá e a primeira delas eu já falei para vocês que é a rename né a relação Nacional de medicamentos essenciais que é o instrumento que racionaliza as ações no âmbito da assistência farmacêutica é a é a rename que diz quais são os medicamentos
que vão ser financiados como adquiridos e distribuídos no sistema únic no contexto do Sistema Único de Saúde Então ela é fundamental sem a rename ela a assistência farmacêutica não tem um norte né de quais são os medicamentos que vão ser eh distribuídos no Sistema Único de Saúde a regulação Sanitária de medicamento né que são ações de responsabilidade do Ministério da Saúde através da Anvisa né e é relativa a quê a registro de medicamento autorização de funcionamento das empresas e estabelecimentos farmac e uma série de outras regulamentações Tá certo a Anvisa ela tem assim um papel
fundamental e a a o o incentivo a a Anvisa ao seu desenvolvimento é um do das uma das diretrizes da política nacional de medicamentos tá a reorientação da assistência farmacêutica que eu já falei para vocês né que é de promover acesso da da população aos medicamentos considerados essenciais né e é importante que a assistência farmacêutica assim como o SUS se organiza ela também esteja organizada como é que o SUS se organiza de maneira descentralizada né Eh o SUS eh nós nós temos ele distribuído com responsabilidades e atribuições distribuídas pros gestores eh pro gestor Federal gestores
estaduais e gestores municipais e assistência farmacêutica também não deve ser diferente disso tá certo nós devemos ter e temos gestores da assistência farmaceutica nos três níveis de governo e cada um com suas responsabilidades Tá certo na com a promoção do uso racional de medicamento ou na otimização e eficácia do sistema de logística de distribuição em todo o setor né não V mandar mais medicamento para tosse para gripe aqui que usa aqui no sul do país tarope pro pessoal lá da Amazônia que não tem gripe nada lá né Eh e acabar perdendo medicamento Então vamos fazer
isso de maneira racional Tá ok e principalmente reduzir custos e preço de medicamento do país para facilitar o acesso a promoção do uso racional de medicamento é uma outra diretriz né que requer que se pere os benefícios em relação aos riscos e ao custo do uso do medicamentos Então é isso que a promoção do uso racional de medicamentos faz né ela ela tenta garantir que o medicamento seja seguro paraa população tá usando então não basta só permitir o acesso garantir o acesso ou ou seja a população o % da população tá tendo acesso a medicamento
mas não sabe usar tá não sabe tomar a dose certa não faz adesão ao tratamento correta né não tem farmacêutico para orientar em todos os lugares não segue a orientação quando tem enfim tá certo a promoção eh do uso racional de medicamento ela envolve todos os setores eh que estão aí eh envolvidos com medicamento Desde da indústria Os Profissionais de Saúde os próprios pacientes usuários medicamentos e a população de maneira geral tá bem eh outro outra diretriz é o desenvolvimento científico e tecnológico né isso tem acontecido o incentivo financeiro principalmente através dos órgãos federais do
CNPQ e da Caps eh através de eh fomento de pesquisa de bolsas de de Mestrado de doutorado bolsas de pesquisa de para pesquisadores autônomos e assim por diante né então é uma maneira de financiar Principalmente as instituições eh públicas né considerando aí a as Universidades que são os principais eh pesquisadores do país e incentivando também que esse desenvolvimento científico tecnológico não fique só dentro da área estatal né dentro das Indústrias estatais dentro das Universidades mas que parcerias público e privadas eh aconteçam ou seja vocês imaginam um laboratório dentro de uma universidade federal né numa parceria
com o laboratório produtor de medicamentos que vende medicamentos né Ou seja você consegue levar uma tecnologia de ponta sem muito custo para o a Indústria Farmacêutica por exemplo né então são incentivos financeiros na área da pesquisa e desenvolvimento a promoção da produção de medicamentos é diferente gente produção de medicamentos e desenvolvimento pesquisa e desenvolvimento produzir medicamento é literalmente produzir em quantidades suficientes tá para atender toda a população que necessita para que a população tenha acesso né Eh vocês devem est bem tá bem fresco isso na memória de vocês nós tivemos desabastecimento durante a covid de
vários medicamentos assim essenciais fundamentais né a a Indústria Farmacêutica teve que mudar suas linhas de produção para produzir medicamentos muito utilizados no tratamento da covid E para isso eles tiveram que deixar de usar de de de produzir alguns medicamentos fundamentais também né eu trago um exemplo que nós no no enquanto Hospital né farmácia hospitalar Sofremos muito foi com relação a dipirona sódica né Eh os os laboratórios fabricantes de de de dipirona injetável tá deixaram de produzir de pirona que era muito mais barato para produzir por exemplo rocurônio que era muito utilizado em tratamento grave com
covid Tá certo e é claro que ele ganhava muito mais dinheiro produzindo rocuron do que produzindo de pirono e o que aconteceu nós tivemos desabastecimento de pirona no Brasil né Você imagina que que é trabalhar num hospital Onde você trabalha dor e febre e não ter de pirona né ter que usar medicamento mais tóxico né como os antiinflamatórios não esteroides usamos demais de crenac Cetoprofeno Esses medicamentos no lugar de de de pirona tá que a gente não tinha realmente aqueles pacientes que a gente conseguia dar por via oral a gente dava mas tinha aqueles que
não tinha jeito tá ok então a promoção da produção de medicamentos a fim de atender a demanda nacional é uma prioridade da política nacional de medicamentos Eu já falei repito a garantia da segurança eficácia e qualidade dos medicamentos né então através de ações sistemáticas de inspeção e fiscalização sanitária da Anvisa da Vigilância Sanitária né Eh e o conjunto das outras ações de regulação eh que são implementadas eh elas fundamentam esse processo de garantia de eficácia segurança e qualidade do dos medicamentos no País tá certo a própria eh elaboração da rename né através do processo de
seleção quando a gente monta a lista de medicamentos essenciais a gente Traz essa preocupação de trazer medicamentos que são considerados né que já foram testados experimentados que a gente tem vários estudos clínicos ensaios clínicos realizado mostrando que aquele medicamento é eficaz que ele é seguro né e a fiscalização da Anvisa vai garantir a qualidade da produção lá na na Indústria Farmacêutica tá bem ainda ponto importantíssimo desenvolvimento e capacitação de recursos humanos na assistência farmacêutica tá então eh a gente não tinha né Eh farmacêuticos para atuar na reorganização da assistência farmacêutica né no no no setor
público eh uma Um dos fatores que no levou a a gente fazer o projeto pedagógico né do curso presencial do Unicesumar eh voltado pro SUS pro farmacêutico do SUS foi essa a demanda por farmacêuticos no SUS ela foi gigantesca a partir do momento que se publicou a política nacional de medicamentos se fez a reorientação da assistência farmacêutica e se publicou a política nacional de assistência farmacêutica todo lugar fazia concurso para farmacêutico e ainda faz então primeiro é é necessário garantir o quantitativo dos profissionais envolvidos na na política nacional de medicamentos e nas suas atribuições e
também gente na capacitação Desse pessoal tem capacitar para atuar no Sistema Único de Saúde ou seja uma formação ou ou seja Na graduação ou na pós--graduação de que se ensine né Eh saúde pública se ensine saúde coletiva de como atuar na gestão em saúde pública de como fazer assistência farmacêutica no SUS isso daí se aprende né Eh e vocês por exemplo estão tendo isso dentro da graduação vocês vão sair da graduação farmacêuticos habilitados a trabalhar na assistência farmacêutica do SUS Tá certo sem precisar sequer fazer uma pós-graduação nisso Ok eh e agora para finalizar bem
em cima da Pinta né professora Evely eh eu coloco uma cação minha tá uma cação minha que tem que tá no livro de vocês eh que através da minha análise né do estudo da assistência farmacêutica eh desde quando eu comecei a trabalhar com assistência farmacêutica eh eu cheguei à seguinte conclusão né que não basta somente oferecer o medicamento à população caberá você farmacêutico garantir o seu uso racional por meio de ações de educação saúde acesso a informações objetivas e seguras sobre medicamentos intervenções do farmacêutico e seguimento farmacoterapêutico dos pacientes capacitação de profissionais de saúde entre
outras são estratégias que você farmacêutico deverá aplicar continuamente para alcançar eficácia segurança e qualidade da farmacoterapia tá com isso eu finalizo a nossa aula de assistência farmacêutica nós temos um minutinho para responder alguma questão que possa ter ficado pendente professora Professor você tava numa eu nem tive coragem de interromper Mas vamos lá eu acho que é interessante essa pergunta da Caroline hã Professor gostaria de saber se Esses medicamentos baseados na rename é distribuído no Brasil Uma demanda igual a todos os estados ou dependendo da demanda utilizada em cada estado é pela demanda utilizada é e
através de de gasto de consumo tá eh na realidade o a maioria dos medicamentos da rename são medicamentos da atenção básica tá E quem cuida da atenção básica no SUS é o município a secretaria municipal de de de medicamento de de saúde desculpa e é a assistência farmacêutica do município que adquire Esses medicamentos então ela vai adquirir paraa sua população pra sua demanda então nasce na atenção primária a secretaria assistência farmacêutica do município é que vai eh guarnecer né suprir a a farmácia eh do município para atender a sua população Tá certo eh a gente
tem eh só falando né Tem eh os os insumos de diabetes né como principalmente insulina eh a compra é feita em nível Federal né só que que hoje nós temos um sistema informatizado chamado hiperdia que dá ao Ministério da Saúde todo o quantitativo do do número de diabéticos hipertensos os medicamentos que eles usam quantitativo que eles usam tá então Isso facilita hoje muito esses programas né Nós temos o orus também que eu vou falar dele são programas de de de computação que ajudam os gestores a não errarem né na comprem na distribuição de medicamentos Tá
ok e mais uma sobre essa distribuição a gente vai abordar isso também né Professor como o professor falou né seria pela quantidade de habitantes também essa quantidade de medicamentos isso tá eh deixa eu dizer uma coisa com relação da dessa distribuição per capita tá eh eu falei que a organização eh da compra se dá no município Tá mas para comprar medicamento no município vem recurso Federal recurso estadual e o município também entra com uma parte desses recursos para compra de medicamentos no município tá o ministério da saúde né o governo federal manda metade desses recursos
a outra metade é rateada entre o estado e o município Tá certo e esse recurso que vem do Governo Federal e do governo estadual é um recurso per capita tá então é importantíssimo um senso demográfico atualizado tá porque através do senso é que o governo federal que os estados mandam o recurso financeiro per capita por cabeça por pessoa interessa se ele toma medicamento ou não se ele é doente ou não é pela população toda tá então para cada habitante vem uma quantidade de eh recursos financeiros para ser aplicados na compra de entos pela Secretaria Municipal
de Saúde tá é professor nós temos mais duas mas o nosso tempo já estourou Tudo bem então a gente vai respond Guarda aí na na gavetinha exatamente el da Vanessa eu vi as perguntas de vocês tá a gente vai segurar aqui quem sabe né paraas próximas horas a gente consegue responder ou eu mando uma mensagem para vocês aí Tá certo muito obg pela participação Professor suas palavras finais para essa noite tá joia gente eh Me desculpe pela correria eu falei pra professora que fiquei alguns meses sem dar aula né para vocês perdi um pouco a
o fio da miada fiz fiz slides demais né mas eh eu prometo ser mais enxuto nas outras aulas para oportunizar Realmente esse diálogo entre a gente tá ok se eu se eu não for vocês me puxem a orelha tá professor gente quer perguntar e Fala pra professora Evelyn ó eu quero perguntar esse professor fala para ele parar de falar e me responder tá joia eu conto com a participação de vocês realmente gente vamos fazer essa disciplina ela é Ela é mais assim eh menos teórica e muito mais a prática tá e a atuação do profissional
a organização da assistência farmacêutica ali no Sistema Único de Saúde tá vamos nos aprofundar e eu quero realmente que vocês levem uma bagagem muito grande dessa disciplina paraa vida profissional de vocês uma boa noite a todos vocês até o nosso próximo encontro Tá certo tem uma boa aula na sequência a que vão ter né Tá joia gente tchau tchau até professor até pessoal tchau tchau