E aí [Música] a todos bem vindos eu sou Ana Paula primeira totalmente coordenador da organização de procura de órgãos para exigir a outra e eu não falo aula eu falo um bate-papo sobre acolhimento familiar Digamos que é é mas apesar de ser a finalização do processo simples consigo a entre o acolhimento EA entrevista familiar ela começa quando a família entra da entrada com seu ente querido então se você me perguntar quando inicia a entrevista familiar para a doação eu falo com você quando o paciente da entrada na porta do hospital A então é é um
processo e envolve não só o profissional que trabalha diretamente ligado com a doação de óvulos mas envolve todos os profissionais que estão dentro de uma unidade hospitalar então envolve desde o profissional responsável pela recepção ao profissional responsável pela limpeza ou profissional Responsável a pela recepção realmente do protocolo morte encefálica enfim é como se a peça fundamental nós encontra profissionais responsáveis socialmente pelo processo de doação de órgãos Então nós vamos continuar conversando sobre isso e eu gostaria muito de participação de vocês e no final nós vamos estar respondendo aí todos os chamamentos Então vamos lá vamos
falar sobre acolhimento e entrevista familiar no processo de doação de órgãos bom e o que é Cole a colher Nato nossa né inata do ser humano escolher nada mais é do que dá Refúgio da abrigo da se França ao outro então o ser humano como ser humano nasceu para acolher o próximo e aí alguns pontos algumas palavras que eu costumo usar alguns princípios que a gente precisa ter nesse momento de acolhimento e entrevista familiar o primeiro dele é o respeito o respeito pelo ser humano que está ali debilitado na sua frente a com and situações
em situação crítica uma situação que envolve todo familiar então quando a gente está doente não é só ele tá doente a família também tá então a família é a peça fundamental eu achei acolhida para ser respeitada tão respeito vender das informações de áudio ao modo como você se reporta essa família Oi e aí a a outra importante também que a gente precisa colocar em mente no trabalho da enquanto saúde é a questão da empatia a palavra bonita né em a ao pé da letra significa fazer pelo se colocar no lugar do outro né E aí
eu vou além e se colocar no lugar do outro e ter a sensibilidade de perceber as necessidades daquele daquele indivíduo porque falar seja empático passa pelo outro que você gostaria que fizesse com você Certo mas o que que é fazer pelo outro Às vezes o que é importante para mim não é importante para o então nós precisamos ser cidade percebeu que é importante promovido que tá com você aí naquele momento e o que é importante para você e aí eu já entro na próxima na próxima o que a gente precisa ter em mente é o
pré conselho Então eu preciso conversar com familiar eu preciso acolher a família preciso ter esse contato livre de qualquer preconceito formado em relação a essa família é ser uma ele tem o seu desenvolvimento história Então ninguém conhece a história do outro melhor ninguém então é nunca acabei a gente julgar cabe ao profissional existe realmente de uma a manta de nada gerados em preconceito para que você não crie uma antipatia Talvez uma você crê coisa na cabeça que não e a família realmente então não cabe a nós julgar então a gente não vive a vida dele
a gente não sabe o que ele já passou então a gente tem entendeu o contexto e tentar oferecer as ações as respostas alguma colhimento E aí você precisa de realmente ser autêntico você precisa realmente é de veracidade e se você naquele momento de conversar comigo hein e parece que a comunicação ser humano é a comunicação Parece que deu a palavra Fala Deu local a deu beijos as imagens né Precisa conversar com alguém manda lá no Zap lá alguma figurinha que representa o que você acha que acontece tempo que você quer falar então a comunicação ela
precisa existir EA comunicação ela precisa ser passada não tem a pessoa que tem a que fala e aí eu abro um parêntese também para para falar sobre a nossa fala o nosso tom de voz a nossa informação a nossa autenticidade na fala e isso pesa muito no momento da entrevista Então eu preciso quer saber o que eu vou falar é lembra que a família tem direito sempre tem direito de saber mais que ela seja dura que ela seja difícil mas a família precisa você precisa ter saber como comunicar né o que falar como falar de
morre ou a notícia mesmo de uma comunicação difícil como falar e quando falar às vezes é um momento que a família tá extremamente em você foi postada espada naquele momento ela não vai assimilar o que você então o profissional ele precisa ter essa sensibilidade no momento da fala e ele vai crescendo aí é com quem falar aí a perceber não é na estrutura familiar essa pessoa que realmente vai estar entendendo o que você vai tá transmitindo para ela E aí a entrevista como a gente tinha conversado a entrevista do paciente no hospital vamos falar que
a família ainda com a folha em branco e à medida que vai acontecendo que vão vai se passando as ações dentro do hospital ela vai escrevendo a sua história Então você entrega uma folha em branco na no momento que ela entra e aí desde a recepção o acolhimento na ela vai estar notando nessa folha de papel e lá no final quando você sentar para conversar com essa família e amizade entre elas a minha história passada aqui então é é muito importante a base da doação de ovos é justamente esse acolhimento familiar e outra coisa a
revista ela é feita no intuito de oferecer dados familiares e conhecer o processo de pedir não a família de entendeu em argumentos entendo todo o contexto e assim ela decidir a doação ou não a gente dá meio para que ela entenda que ela possa decidir E aí é a entrevista com como envolve Não envolve a envolve a partir ele ela é realmente é a parte mais difícil do processo bom então eu lamento informar que a gente não tenho forma a regra a você vai sentar e fazer assim assim assim assado trabalhando com ele não padrão
de vida então a gente tem que fazer assim para que aconteça que a gente e quando eu falo Sucesso sucesso sucesso Quando você vê que realmente a família Entendeu todo o processo e ela é e a partir daí tomar a decisão dela quer seja por dó se ela não quer seja por não boçal então a entrevista bem feita a entrevista é com processo é uma entrevista que você sente realmente a família tá entendendo que ela foi acolhida e que a decisão dela foi com todos os argumentos possíveis que você transmite para ela e que ela
conseguiu decidir nesse momento Inicial é o espaço inicial para todo o processo mas eu vou fazer treinamento para conversar para fazer entrevista uma coisa tão parece tão simples não precisa ter treinamento precisa ter técnicas para conversar conhecer técnicas de fala a entrevista a gente não aprende a fazer entrevista Seguro não precisa realmente praticar e precisar dá um treinamento continuação reabrir da em treinamento do processo como um todo profissional ele precisa entender o processo precisa acreditar para vocês terem uma ideia é a morte encefálica a doação de órgãos é algo muito recente mete da década de
60 sessenta para cá então a gente tem muito no entendimento da morte é um processo extremamente seguro e não tenho nenhuma 100% né eu não teria não seria um processo que eu tivesse dúvida que o profissional precisa confiar e também não precisa entender todo o processo para que ele transmita segurança família quando tiver conversando sobre isso então o treinamento é a base fundamental para isso aí dando continuidade a gente vai garantir a informação a transparência da família a gente sabe que a família precisa tem problema em todo momento isso gente garantido em lei é a
família precisa ser comunicada do momento da abertura de quando vai abrir do momento da cultura então precisar é o tempo todo sem formar nesse processo de Mia realmente uma certa dificuldade neste momento porque assim ó bom então teve um distanciamento na com relação a família muito grande nesse momento mas vai passar e a gente já tá vendo reflexo a gente já tá começando realmente até o retorno da Paz um contato mais próximo com a família e a gente pode assim mesmo ainda em cademia chamar o membro da família no local reservado para que possa ser
esclarecido e passado para esse em ti há a questão da do protocolo E aí a gente vai conversando ao longo da aula sobre o local sobre o momento certo para fazer entrevista e e aqui em falar com quem falar o momento certo então é que eu tinha falado com você sobre o treinamento profissional uma coisa que que a gente é muito difícil de um dia é que a entrevista ela precisa de Precisa ver que o profissional disponha né o tempo disponível para tirar as dúvidas para conversar com a família então a Hoje em dia a
gente anda muito corrido né o corre-corre a vida profissional nos digamos esse tempo disponível mas a gente consegue se organizar a gente consegue ter lá naquele momento que e a nossa para dar uma pausa dá para chamar a família nesse nesse nesse intervalo e tem um tempo disponível e a desenvoltura do profissional o que ele fala é E e esse tempo despendido para a família é muito importante então não adianta você tá fazendo uma entrevista e olhando no relógio o que você tem mais dez passinhos para ver você tem procedimento para realizar então preciso ser
programado não é na mão Uma Mente E aí o e o posturas eu não posso falar quando eu já falei conversando com a família e olhando para o relógio eu preciso estar sentada usar um tom de voz que ele não tem ainda precisa tá disponível realmente olhar nos olhos o toque também é muito importante nessa fase claro que tudo que eu tô falando com vocês é fase não com anemia mas o toque sabemos tocar na família prazo tem muitas muitos falam que você deve passar as informações de forma técnica para família muito muito [Música] ele
não técnica então choro é isso não quer dizer que você tá e vou vir é o seu sentimento envolvido com aquela família claro que a gente não vai sofrer o sofrimento sofrimento canal a gente não pode não consegue sofrer o sofrimento do outro e cada um é um sei mas a gente pode ter o toque pela lágrima nós somos gente não vão ser humano então isso realmente é é nosso Down não se prende isso também tá claro que eu não posso desesperadamente chorar e aí eu vou interromper todo o processo mas o fato de você
olhar para Para onde para pessoa que tá aí na sua frente estava no mesmo nível o tom de voz a fala pausada é esse empresta isso faz toda a diferença e a família percebe se percebe e não é o fio da meada E aí onde realizar essa entrevista a gente precisa ter uma espada sem barulho que possa acolher a família claro que agora no distanciamento a é mais difícil né mas tem como organizar uma sala em que você possa colocar os familiares para que possa se conversar e ela lá que não tenha entraves Vocês estão
vendo aí na nessa sala organizada você vê que não tem nem perfil entre as pessoas que não tem uma mesmo pedir nada não tem nada física esse contato da família se sente mais acolhida nesse momento Então não é para fazer fazer a leitu e não é para fazer é claro que tem muitas e muitas aqui cuidado nesse mas a gente acha cantinho tem copo e tem a sala própria para isso mas se não tiver a gente trabalha muito conseguir também encontra um local mais reservado possível para que isso acontecesse nunca passa no Gordo nunca faz
saber a lei Nunca faça um lugar que tenha muito barulho não sempre a cor e entrevista uma calça que dê para você ser escutado e perceber a reação do próximo Oi e aí a entrevista entrevista ela vai Pergunta assim ó a família que vai quantos dias seguidos então é é a família que vai te dar o Staff do momento ideal do momento que você realmente vai poder falar geralmente a costumo falar que é quando paz o silêncio E aí você espera aquele silêncio e você sabe que já já família vai falar assim e agora o
que que eu faço Oi e agora Quais são quais são as atitudes quais Fundações que a gente vai ter E agora onde eu pego cor então nesses momentos é que você vai entrar para falar e aí você vai ter que proceder com quem falar e como falar é a família há quanto tempo enfermeira não seja pode ser muito rápido pode O doador e é um doador em vida já declarada para família as entrevistas delas são mais às vezes né ah e podem durar horas o ar como é que você vai determinar Quanto tempo você vai
ficar com a família a gente aí é bom senso é consenso não tem como eu falar vou esperar a três dias eu vou esperar uma hora só nossa tem que me dar a resposta agora você vai sentir vai ver alguém da intenção é claro que eu não tenho como [Música] três quatro dias mas além de dentro de horas é possível sim tá bom E aí você na entrevista é sempre interessante você vê entendeu o feedback da familiar e como é que eu vou sentir como é que eu vou saber que a família realmente tá entendendo
que eu tô dizendo fazendo questionamento ou então pedindo para ela não sei o que que você entendeu às vezes você fala e não é assimilado e quando que você percebe que não é que não tem essa situação quando você pergunta e o que que você entendeu E aí você vai ver não é às vezes não vão entra nada aí é o momento de você parar ver se é um momento tão dá uma pausa às vezes até pedi para voltar em outro momento então é nós precisa ser mais sentido para ver realmente e E aí eu
coloquei um lembrete doação única exposição assistir a família me perguntar antes se muito de falar sobre isso conversa sobre isso aí e antes de fechar o protocolo o potencial doador o paciente ele não tá ele não tá oficialmente morto então como é que você fala de doação se você não tá não tá legal meu amor e eu não quero nunca E aí eu trouxe é o momento certo de falar sobre de iniciar uma entrevista são as fases do grupo a gente conhecendo essa quase um pouquinho a tomada de decisão iniciar conversa então muitas vezes falha
o anão doação de não aceitação da da por isso o que a família ainda está na fase de negação de volta ali chorando e o profissional querendo falar sobre doação de órgãos Então você precisa esperar as reações Lembrando que cada um tem uma reação diferente sem reação de silêncio do o grito de de seria mesmo se jogar no chão lembra que eu falei sempre aconselho deixa o momento isso não dura eternamente dura momento minutos então deixa ela ter Claro que tem tenho mais agressivo E aí você encontra não tem que se defender em relação a
isso mas espera tchau para iniciar uma sensação é realmente entendeu que o o ente querido que faleceu que o referido tá tá morto e aí outra coisa que eu acho muito importante também é a questão do termo morte encefálica a cantora Não ele tá Concluído concluído colo gente a gente precisa trazer para nossa fala que a comunicação é a comunicação de morre então a gente precisa comunicar o familiar que o ente querido faleceu morreu então às vezes o que é o produto profissionalmente da Morte E aí muitas vezes essa comunicação fica usando E aí o
família sua família quando se fala você e você entendeu que Pedro outra coisa também saber o nome precisa entendeu que João faleceu e infelizmente é meu então a família muitas vezes posso ir lá que a morte em si usando o termo morreu faleceu então parece parece às vezes muito grosseiro mas é a família assim o termo realmente não fale que a gente não é assim lá escutar se você livre né do preconceito você precisa escutar e escutar realmente a prestar atenção no que está ouvindo porque se você presta atenção você vai ter como a parar
com o justificar como argumentar o que é família o que é família tá trazendo para você Muitas vezes mas fala na forma da família você percebe sentimento Como pa como revolta E aí se você tá realmente escutando assimilando que o falando você naquele momento vai ter argumentos vai ter fala mais precisa para apoiar o familiar e se você falei com pressa é só escutando não assimilando é porque ele vai fazer para ele vai trazer uma besta que você não vai não vai ter momento falar com ela a família Oi e aí identificar a gente que
tem o poder legal de decidir pela doação e são os familiares de primeiro grau e nós vós eles não têm a autonomia de decisão de assinado ação A não ser que eles sejam os únicos parentes vivos mas é preciso identificar quem é a pessoa com como poder legal que é diferente da pessoa que tem autonomia muitas vezes a família que você vai conversar não é a pessoa que vai decidir legal mas é a pessoa que vai te ajudar a conversar Esse é um primo que é mais próximo que acolhe a família que tá tomando a
frente em esse essa assalto às vezes é opcional você liga o não é uma outra é intuição de precisa tá muito próximo saúde que a líder religioso eles têm essa essa é só comia de conversar com a família e ele sem Eles transmitem segurança a família então é uma pessoa sabe para que você tenha próximo a você o que ela vai te ajudar a esclarecer Claro se essa pessoa tiver né No momento certo momento da situação que você possa conversar sobre isso com ela então você tem que ter opcional em que vai fazer entre se
você tem que ter essa essa sensibilidade também de visualizar a estrutura familiar em pode ser essa pessoa para que você direciona te ajudar nesse processo E aí E aí E aí E aí E aí E aí [Música]