J, J, J. . .
em! J, JG, J, JG, s sakti rupen sakupen, na na na na. .
. J, UD, UD, bu na masas, nam nam nam nam nam nam nam namama. H jarv chanti rup ssa, j s sang Sam, nam nam nam nam nam na mast si, na na nam.
J, J, J, J, J, J, ur, j, j, j, j, j em! J DGA, j, j, JEM. Olá, meus amores, alegrias!
Bom dia! Seguimos cocriando um campo de cura, um campo de autotransformação, na medida em que vamos entoando os mantras da mãe, na medida em que realizamos nossa sádhana. Eu os convido para um momento de recolhimento, um instante de silêncio, sintonizando assim com a fonte eterna da vida, que é estável, infinita, constante.
Mas nem sempre estamos conscientes dela. Nossa consciência normalmente é tomada pelo esquecimento e/ou dualidade, precisando, então, parar, fechar os olhos e voltar-se para dentro, para relembrarmos da fonte de vida que flui generosamente, abundantemente. O caminho para esta lembrança é o que podemos dizer lembrança de si mesmo, já que a fonte eterna da vida é o nosso eu interior mais profundo.
Isso também começa com a consciência corporal. Você se torna consciente, está em um corpo e o coloca alinhado em uma postura confortável, mais silenciosa. Evitando se mexer, e se for necessário, mova-se conscientemente.
O segundo estágio: respiração consciente (stage conscious breathing). Solte o passado, solte o futuro, coloque-se inteiro no momento presente, sentindo o ar que entra e o ar que sai, e relaxe no momento presente. Assim, naturalmente, você começa a lembrar de si mesmo.
O esquecimento está no fluxo do tempo psicológico; a lembrança de si mesmo está no momento presente. E é desse lugar e presença que emanamos as vibrações de cura e de autotransformação. Isso ocorre naturalmente, porque, estando presente, irradiamos luz.
É como se esparsássemos um perfume que é como uma medicina, que cura as feridas, que apaga os rastros do mal, que resgata a lembrança de si mesmo. E quando fazemos isso conjuntamente, quando um grupo de almas se reúne para sintonizar na divina presença, potencializamos a irradiação dessa luz, desse perfume; e assim nos ajudamos. Esse é o poder da sanga, is the power of the sanga: uma rede de luz, uma rede de cooperação, da cura, da autotransformação, da lembrança de si mesmo.
Quando quiser, lentamente abra os olhos. Hum, o som abaixou sozinho. Hã, tá com oscilação.
Algumas oscilações são naturais. Desde o início do nosso festival, estamos experienciando oscilações se manifestando na matéria, na energia elétrica, no gás. Produz paraar e apenas assistimos as oscilações, sem nos identificarmos com elas.
Quando ocorre movimentação de energia e estamos movimentando bastante energia através das cerimônias, das práticas, das chegadas e saídas de pessoas, ocorrem oscilações no campo. É natural, e é parte do nosso aprendizado navegarmos sobre tais oscilações, porque assim acontece a todo instante, em todos os lugares, mesmo que numa intensidade menor. Aqui, especialmente durante tais festivais, isso acontece mais intensamente, o que considero uma rara oportunidade de aprendizado.
É como uma oportunidade de treinar o surf, like an ability to train surfing. E o nosso objetivo é nos tornarmos sofistas prateados, que é surfar sobre grandes ondas. Então, eu sempre agradeço as oscilações.
Graças infinitas dou ao meu guru que me presenteou com a equanimidade que, independentemente do que esteja acontecendo lá fora, eu continuo o mesmo. E é isso que eu estou também querendo dar. Considero que essa seja a essência do yoga, o que possibilita que tenhamos uma vinculação estável com a graça divina, which allows for us to have a stable communication with Divine Connection, connection with Divine Grace, equanimidade.
E tudo que praticamos, tudo que estudamos, é para desenvolver a equanimidade mental. É isso que faz você um mestre de si mesmo: estabelece a conexão com o Divino e não se abala com nada que aconteça fora. E o possível, você diz assim: "Amado Baba, Bel Bab, ontem você deixou claro para nós colocarmos o foco no Divino.
" Mas e quando as dores guardadas vêm à tona? Antes você dizia para a gente sentir essas dores; agora, abandono, humilhação vêm para o corpo. Esta é uma boa pergunta.
Colocar o foco no Divino é sinônimo de se estabelecer no momento presente. E quando você se estabelece no momento presente, pode acontecer de você acessar a fonte eterna da vida, que é permeada de existência, consciência e bem-aventurança. Mas é possível que você também tome consciência de dores que estão pulsando nesse momento, reflexo do passado, mas que reverberam no momento presente, como feridas que foram abertas e que não foram cicatrizadas.
Ok, podem até ter sido cicatrizadas, mas as cicatrizes ainda criam interferência, porque ainda sustentam memórias de dor. E quando isso acontece, você não se opõe, não suprime. Quando cocriamos um campo de cura, por exemplo, onde essa divina presença é evocada, acontece de alguns precisarem derramar lágrimas, alguns precisarem entrar em contato com os sentimentos que estavam trancados.
E você acolhe, você coloca a medicina do acolhimento nessas feridas. O que isso significa? Se têm lágrimas para serem derramadas, que assim seja.
Se têm outros sentimentos que precisam aflorar, isso acontecerá naturalmente dentro desse campo de cura. E você os observa, e você notará que existe um raio de orientação divina te conduzindo, te levando a compreender o que ainda precisa ser compreendido. Talvez você ainda esteja precisando aceitar algumas coisas que você ainda não pode aceitar.
Isso faz com que você acesse o momento presente, mas ainda é influenciado por um campo de memórias, porque esse passado não foi totalmente integrado. Ainda existem camadas de mágoa, de ressentimentos, que por mais que conscientemente você tenha feito a sua tarefa de expressar protesto, que tenha se harmonizado com o seu pai, com a sua mãe, com a sua família, aparentemente esteja tudo certo, mas ainda existe ali. nê uma memória vibrando.
Isso, muitas vezes, está registrado no seu corpo e é por isso que, quando você volta para o momento presente, isso acontece através da consciência corporal. Essas marcas vibram. Não se oponha, não surja novamente; apenas observe, faça nada, porque já está tudo sendo feito.
Você apenas com o momento presente, que vagarosamente você vai se autorregulando, naturalmente. O bálsamo da compaixão divina vai tratando essas feridas. É só estar no campo, é suficiente.
Uma outra questão, querido mestre: carrego um medo de estar perdendo meu tempo em tudo o que me proponho a fazer no mundo. Sinto medo de passar a vida fazendo a coisa errada e, depois, me arrepender, ter perdido meu tempo e não aproveitar a minha oportunidade aqui. Essa tem sido uma busca muito longa e o preço tem sido alto demais.
Minha vida financeira praticamente não existe e afetou a área afetiva, familiar também, e outras áreas também. Melhores esforços me levaram a frustrações pela ausência de preenchimento interior. Essa longa repetição acabou me levando ao desânimo e ao cansaço.
Pode me ajudar, meu amado, minha amada? Você faz parte de um grande número de almas que foi condicionado a acreditar que a solução para sua vida está em algum lugar diferente deste aqui, um grupo de almas que foi e está intoxicado de esperança. A esperança pode ser tremendamente intoxicante, uma intoxicação que pode te matar lentamente.
Você está esperando que um dia aconteça alguma situação mágica que traga o emprego ou uma situação que te salve. Muitos de nós fazemos parte desse grupo de almas que estamos esperando a nova era porque não suportamos a que estamos. Esse mundo é terrível, permeado de maldade e de sofrimento.
Então, você anseia por um mundo novo e espera por esse mundo novo. Alguma coisa precisa acontecer; os espiritualistas esperam pelos extraterrestres, esperam por uma grande guerra que ponha fim nesse mundo e surja um mundo novo. Essa é uma fantasia gerada por esse tóxico.
Você está insistentemente, obstinadamente, fugindo do momento presente. Quando você se sintoniza no momento presente, você descobre que tudo é divino e que você já é divino, e que você não precisa fazer nada para se tornar divino. Eu sei que isso pode dar um nó na sua mente, porque você vem aqui e eu te mando fazer um monte de coisas.
Faz, faz cerimônia de fogo, faz P. Eu preciso te dar essas coisas para fazer porque você está obcecado em fazer; sua mente está condicionada a fazer. E eu preciso purificar o seu fazer.
Você purifica o seu fazer com sádhana até que, em algum momento, você possa despertar deste sonho e reconhecer que você já é divino e que qualquer coisa que você fizer se torna prece, ou pode se tornar uma austeridade, que é uma forma de prece também. Então, não importa onde você esteja, nem o que você esteja fazendo, porque esse lugar onde você está e o que você está fazendo é o seu templo e é a sua sádhana. Mas, para isso, você precisa remover essa divisão que tem dentro de você.
Posso dizer que uma pessoa verdadeiramente espiritual é aquela que aceita de forma completa as coisas como elas são. Você aceita completamente o momento; você não se opõe a ele. E, ao aceitar completamente e se entregar incondicionalmente ao fluxo, o fluxo vai te levando para onde você precisa ir.
Se você pode então ir para um lugar onde as coisas sejam mais confortáveis, mais agradáveis, isso acontecerá. Mas isso vem como um presente divino, vem como um acolhimento, não porque você está querendo fugir de alguma coisa ou porque você está confortável em qualquer situação, mas quando você realmente aprende esta ciência da aceitação, o divino se manifesta e te leva para onde você pode ir. Sinto medo de passar a vida fazendo a coisa errada e depois me arrepender de ter perdido meu tempo e não aproveitar a minha oportunidade aqui.
Isso já está acontecendo. Você já está fazendo coisas erradas e já está arrependido e já está perdendo sua oportunidade porque, até aqui, você não desfrutou da vida. Até agora, você está sofrendo, resistindo ao fluxo, brigando com a vida.
Até agora, você não pode relaxar e desfrutar o mistério que é viver. Independentemente se você está trabalhando, varrendo um chão no mercado financeiro ou fazendo uma reza no templo, se você está dividido e, portanto, vendo divisão entre o que é espiritual e o que é material, você está no inferno, e você está correndo, sempre correndo, para fugir da tristeza e para tentar encontrar alegria. Sempre correndo, sempre correndo para fugir da tristeza, tentando encontrar alegria em um intervalo entre duas tristezas, porque é assim que acontece quando você está dividido.
E essa divisão é um condicionamento. Algumas religiões estão há milênios esperando pelo Messias: um dia, quem sabe ele venha e resolva tudo, me salve desse meu sofrimento, transforme esse mundo no mundo melhor. Meu amor, isso é fantasia.
O Messias está aqui agora, a nova era está aqui agora, o mundo novo está aqui agora. Ele surge da unidade. Portanto, a medicina para você é meditação, meditação, porque é na meditação que você encontra, e, portanto, dessa necessidade de ter que encontrar em algum lugar aquilo que vai te salvar.
Existe uma frase no Kula-Nava Tantra, um texto sagrado antigo, que diz assim: "Aquilo que não está aqui, não está em lugar algum. " Então, a questão não é o fazer no mundo; a questão é o seu estado interior. A questão é a sua mente condicionada.
A solução é você se libertar dessa mente condicionada. Carrego o medo de estar perdendo meu tempo? Você está perdendo seu tempo.
A verdade pode ser bastante inconveniente, pode ser desagradável, mas é verdade que ela te liberta. É importante que você reconheça que você está mesmo perdido na sua mente. A mente é um labirinto.
Você tá perdido nesse labirinto, e a saída desse labirinto chama-se meditação para poder se mover em direção à fonte eterna. Quando estou aqui, sentado nessa cadeira, eu me verticalizo para poder lhe dar algo significativo. Quando me horizontalizo, para na cidade, no mercado, tomar um café, eu não deixo de ser eu.
Eu continuo o mesmo, só não estou usando a totalidade do meu potencial, porque não é o caso. Então, aqui não é questão de tentar entender o seu fazer no mundo; é questão de conhecer a si mesmo, questão de lembrar de si mesmo. Tendo encontrado a si mesmo e se estabelecido em si mesmo, você vai fazer o que você quiser.
Faz o que quiser. Na verdade, o fluxo divino vai usar o seu potencial da melhor maneira. Como é que o divino utiliza o seu potencial?
Cada um tem potencial, cada um tem um dom, tem um talento, tem ferramentas, instrumentos. Um vai administrar uma empresa, outro vai dar uma aula de yoga, vai cozinhar. Isso não é importante.
Você, em si mesmo, o seu fazer no mundo, se torna serviço. Tudo é serviço, tudo é uma prece, Senhor. Então, meu amor, conquiste a si mesmo.
Abandone tudo que você procura; está aqui agora, em você. E, para encontrar, você precisa se voltar para dentro. Comuns que a entidade humana evolução encontrou para se castigar, para se autopunir, é sabotando sua vida financeira.
Então, independentemente de onde esteja o bloqueio do fluxo divino nas diferentes áreas da vida, se tem um bloqueio, significa que você está indo contra a verdade. Eu acho que isso merece ser grifado: independentemente de qual área da vida o bloqueio esteja se manifestando, pode ser na área financeira, na área sexual, nos relacionamentos, não importa. Significa que onde existe bloqueio, você está indo contra a verdade.
Você está fugindo de si mesmo. Tem autopunição, tem auto-ódio, tem ferida aberta ou, no mínimo, memória de uma cicatriz. E sim, uma das principais maneiras do ser humano se castigar e se punir é sofrendo o medo da escassez.
E faz isso de formas assim incrivelmente ilógicas, porque eu considero ilógico você gastar mais do que você tem, por exemplo. É uma matemática muito simples, não precisa de grandes entendimentos, assim, né, de matemática para saber que, né, 10 - 20 é 10. Se você ganha 10 e gasta 20, você vai ficar devendo 10.
Mas a gente se trai nesse ponto, tamanho é o auto-ódio. Mas aí, então, eu volto em outro momento para continuar essa conversa, eu te vendo que entrando aqui num outro capítulo do livro da vida. Então é um assunto para um outro momento, mas eu volto.
Mas por hoje, eu sinto que é suficiente. Vamos cantar um pouco. C, bra e h, m.
LM, divina energia, che V, min, prospera. Nu, viva a prosperidade. Viva, divina energia, che in energia, a prosperità.
Energ, cheer, divina energia. Min, div, energ. Min, energ, che, energ, che, lmm.
LM, energ, viina. Energ, vi, LM, l, lmm di energia, che diina energia, che vi. K, divina energia, divina energia, a prosperidade.
Viveros, div, divina energia. Divina energia, divina energia. Divina, energ, divina energia, che divina.
Energ, div energ, si, se l, l. Ener, LM, energia, che. Vit, divina energia, che.
Vit, divina energia, che. Divina energia, che. Divina energia, che.
Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia? Eu tava. Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava.
Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia? Eu tava. Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava.
Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia? Eu tava. Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava.
Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia? Eu tava. Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava.
Quando o calcanhar chegava, o dedão do pé já tinha ido. Me escondendo, eu me achava e me achava escondido. Eu só sei que, quando eu penso que sei, não sei quem sou.
Já enjoei de me achar no lugar que, aonde eu vou, eu tô. Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia? Eu tava.
Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava. Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia? Eu tava.
Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava. Tô pensando em tirar férias de mim, mas eu também quero ir. Eu só vou se minha sombra não for, eu fico aqui.
Um dia desse, sonhando, eu pensei: “Ah, eu não vou me acordar, eu vou me deixar dormindo e levantar para comemorar”. Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia? Eu tava.
Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava. Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia? Eu tava.
Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava. O espelho me disse: só tem um jeito pro assunto. Não adianta querer morrer, porque, se morrer, vai junto.
Se correr, o bicho pega, mas se limpar, o bicho some. Tem que desembaraçar o novelo da vida do homem. Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia?
Eu tava. Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava. Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia?
Eu tava. Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava. Quando o calcanhar chegava, o dedão do pé já tinha ido.
Me escondendo, eu me achava e me achava escondido. Eu só sei que, quando eu penso que sei, já não sei quem sou. Já enjoei de me achar no lugar que, aonde eu vou, eu tô.
Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia? Eu tava. Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava.
Eu pensei correr de mim, mas aonde eu ia? Eu tava. Quanto mais eu corria, mais perto eu chegava.
Tô pensando em tirar férias de mim, mas eu também. . .
Quero ir. Eu só vou se minha sombra não for. Se ela for, eu fico aqui.
Um dia desses, sonhando, eu pensei: "Ah, eu não vou me acordar. Eu vou me deixar dormindo e levando para comemorar. " Eu pensei em correr de mim, mas aonde eu ia?
Eu travava. Muito mais eu corria, mais para perto eu chegava. Eu pensei em correr de mim, mas aonde eu ia?
Eu estava muito mais. Eu corria mais para perto, eu chegava. O espelho me disse: "Só tem um jeito.
Pro assunto, não adianta querer morrer, porque se morrer, vai junto. Se correr, o bicho pega, mas se limpar, o bicho some. Tem que desembaraçar o novelo da vida do homem.
" Eu pensei em correr de mim, mas aonde eu ia? Eu estava. Quanto mais eu corria, mais para perto eu chegava.
Eu pensei em correr de mim, mas aonde eu ia? Eu estava. Quanto mais eu corria, mais para perto eu chegava.
Eu pensei em correr de mim, mas aonde eu ia? Eu estava. Quanto mais eu corria, mais para perto eu chegava.
Eu pensei em correr de mim, mas aonde eu ia? Estava. Quanto mais eu corria, mais para perto eu chegava.
Eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava, eu chegava. Eu pensei em correr de mim, mas onde quer que eu ia, em todos os lugares eu estava. Quanto mais eu corria, eu fugia, eu me esquivava, mais para perto de mim e de tudo que eu carrego.
Mas até da minha essência, na verdade, eu também chegara a só… [Tradução da canção: "I want to, I try to run. The more I run, the closer I get. And hiding all I know that when I think that I sei, I no longer know who I am.
I've already got tired of finding myself in the place where I go. I am there. I try to escape myself, but wherever I was, I was there.
The more I ran, the closer I got. I'm thinking about taking a vacation, but I won't get up, I won't wake up. I will leave myself sleeping, and I will get up to celebrate.
" O espelho me disse: "Há apenas um jeito de resolver essa questão: não adianta querer morrer, porque se você morrer, vai junto. Ok, seguimos. Jornada para ti, chá, chá.
. . até o próximo encontro.
Namaste.