Uma pesquisa do Instituto Meio Ideia mostrou que o senador Flávio Bolsonaro aparece tecnicamente empatado com Lula nas intenções de voto em um eventual segundo turno das eleições para presidente da República. Você acompanha com a gente aí a imagem. Lula registra 45,8% das intenções de voto contra 41,1%.
A margem de erro é de cinco, aliás, é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos. Meio Ideia entrevistou 100 pessoas por meio de entrevistas por telefone entre os dias 30 de janeiro e 2 de fevereiro. O nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR08425/26. Eh, Gutapini de volta comigo aqui no telão. Gutapini, o resultado aí dessa pesquisa na semana passada, claro, deixou os partidos de oposição tanto quanto animados para placar aí um candidato à vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro, inclusive nos bastidores aliados do senador Flávio Bolsonaro, sugerem dois nomes para compor essa chapa como vice na disputa presidencial de 2026.
A informação é da revista Veja, por exemplo, os nomes são da senadora Teresa Cristina, ela é do progressista do Mato Grosso do Sul, foi ministra da agricultura no governo de Jair Bolsonaro. E outro nome é do governador Romeu Zema, do Partido Novo, governo o estado de Minas Gerais. >> É, e o que se avalia também é que são nomes fortes para compor essa chapa, mas a senadora Teresa Cristina, ela seria mais nichada.
então também mais desconhecida. Então, por conta disso, seria mais desafiador tê-la na chapa como vice. E aí, talvez Romeu Zema tivesse aí um pouco mais de protagonismo para compor este projeto.
Mas o fato é que ainda que não se tenha essa chapa completa, não se saiba quem será o vice, a candidatura de Flávio Bolsonaro tem se consolidado. Veja só, ele já aparece com empate técnico com o Lula no segundo turno. que isso não acontecia no início das pesquisas.
Então agora fica cada vez mais justificado esse desespero do Lula, porque veja, ele terá um candidato, um adversário à altura para disputar essas eleições. Ele, o sistema, esse consórcio encarcerou o ex-presidente Jair Bolsonaro, mas ele não sai da pauta e o seu filho será o seu sucessor. Então esse nome Bolsonaro vai continuar permeando aí o debate público e o Flávio, senador Flávio Bolsonaro, como o candidato da direita com mais força.
Ele será então esse nome principal da direita para enfrentar Luís Inácio Lula da Silva. Veja a ideia Bolsonaro, Jair Bolsonaro, quando ele surge ali em 2018, é como se ele fosse aquele erro na Matrix. Não, não se esperava um candidato que fosse balançar tanto esse sistema, inclusive chegar a a ganhar as eleições.
Não durou muito tempo, foi apenas um mandato e aí conseguiram então emplacar essa narrativa do golpe, conseguiram emplacar dentro do consórcio e tiraram Jair Bolsonaro do jogo. Mas o fato é que existe esse espólio, existe um eleitorado engajado e que tem então no Flávio Bolsonaro esse sucessor. E o ambiente político hoje no Brasil, ele está extremamente polarizado, mais ainda do que em 2018.
E não só por conta dessas duas figuras, Lula e Bolsonaro, mas por conta também do ambiente que se vive no Brasil hoje. As pautas que o PT defende e estão aí colocadas e o tempo inteiro questionadas. Veja, é um governo que está no poder e ele não consegue entregar qual que é a pauta prioritária do povo brasileiro hoje, o que dá conta, dão conta todas as pesquisas, a segurança pública.
E qual que foi a pauta vencedora de Jair Bolsonaro lá em 2018? a pauta da segurança pública. Então veja, parece que para o PT, para a esquerda, para o Lula, é um dejavu.
Eles não conseguem se desvencilhar disso. De novo, a pauta é a segurança pública e de novo terá um Bolsonaro disputando por essa pauta para dar conta dessa pauta. agenda da campanha de Flávio Bolsonaro certamente terá ali como tópico um a segurança pública e ele poderá navegar por essa pauta justamente porque hoje o que que se vive no Brasil senão uma grande crise na segurança pública.
Por isso também o desespero de Luís Inácio Lula da Silva querendo ir para a guerra, não apenas para as eleições. Marcelo Rocha Monteiro. Estamos precisamente há 8 meses do primeiro turno das eleições de 2026 e a segurança pública é um dos temas principais, centrais dessas eleições, não >> é?
Sem dúvida alguma. Quando agora a pouco eu fiz esse pequeno retrospecto, né, dos dos feitos do atual governo Lula ou dos não feitos, né, eh, sem falar dos mal feitos, mas o fato é que e eu acabei não mencionando isso, né, curiosamente, embora seja a minha área, né, eu falei do do do supermercado com preço alto, falei do da da das vendas de celular que despencaram, eh, falei do INSS que não funciona, dos Correios que não funcionam, da corrupção. do Banco Master.
Eh, mas eh deixei de falar, né, do do principal talvez eh eh resultado, né, desse desgoverno do PT, né, que é a explosão da criminalidade no Brasil, né, desde o início deste século, né, ah, desde ali por volta do do do início do primeiro mandato do senhor Lula, o que a gente viu foi uma explosão dos índices de criminalidade, né, e que e para isso Isso muito contribuiu à mentalidade, né, do PT de ter eh uma atitude completamente errada com relação ao crime e ao criminoso, nãoé? Eh, crime é escolha e para os petistas, crime não é escolha. Criminoso não escolheu assaltar, estuprar, matar.
Ele faz isso, coitadinho, porque ele é uma vítima da sociedade. Essa mentalidade do PT, ela se reflete nos ministros indicados pelos governos petistas para o Supremo Tribunal Federal, né, do dos quais um dos exemplos mais deploráveis é o senhor Lewandowski, né? Eh, então, eh, a a maneira como esses ministros eh interpretaram as leis e aplicaram as leis penais, ela reforçou, né, eh, a criminalidade, só fez isso, só fez reforçar, não a segurança, mas o contrário, a insegurança, a criminalidade, né?
Eu lembro aqui rapidamente para dar um exemplo de uma decisão do senhor Lewandowski quando era ministro do Supremo absolvendo um ladrão de celular dizendo que aquilo não era crime. Por quê? Porque o celular que ele furtou era um modelo muito barato, né?
Não era uma coisa tão cara assim. Então, como não é caro, não é crime. Ele diz isso no acordão, não é crime.
E com base nisso ele absolve e manda soltar o sujeito. Esse é o tipo de mentalidade que o PT trouxe e que só contribui pro aumento da criminalidade. O bandido sabe disso.
O criminoso sabe qual é a atitude do governante, do poder público, dos tribunais com relação a ele. E quando ele percebe esse clima de dileniência, de frustidão, hã, ele se aproveita disso. Então esse é outro péssimo resultado que o senhor Lula ã tem teria para mostrar.
Ele não vai mostrar, ele quer esconder, não é? Mas e e novamente, como a Guta falou, esse é o tema em pauta. E do outro lado tem o sobrenome Bolsonaro, não é?
O que o Bolsonaro pensa sobre criminosos, o Brasil inteiro sabe. Hã, o Brasil inteiro conhece o pensamento do Jair Bolsonaro e sabe que esse é o pensamento. Alguns não conhecem ainda o pensamento do Flávio, mas vão conhecer, né?
E esse essa posição do Flávio que já tá muito boa, porque não é a primeira pesquisa que mostra o empate técnico, né, de uma candidatura que não faz nem sei lá 3ês meses tava lá atrás, hum, e agora já tá em situação de empate técnico. Então a luz de alerta tá se acendendo no no Palácio do Planalto. E só para encerrar meu comentário, eu gosto sempre de destacar eh o que o nosso público diz.
E o Wellon pergunta o seguinte: "O Lulinha recebe mesada de 350. 000, o filho do presidente, né? É Playboy.
>> Pois é, Berenice Leite, quero te ouvir também porque o senador Flávio Bolsonaro tem apostado bastante aí no equilíbrio das contas públicas para agradar o mercado financeiro, principalmente no começo dessa sua pré-campanha. Ele realizou algumas reuniões, inclusive o mercado financeiro é quem mais, obviamente, reclama das taxas de juros hoje em 15%. E também ele quer um contato cada vez mais intenso, mais próximo, gerar uma proximidade com o setor do agronegócio.
E aí eu pergunto a você, nesse sentido, uma figura como a ex-ministra Teresa Cristina contribuiria positivamente na posição de vice na chapa de Flávio Bolsonaro? Olha, Daniel, esses dois setores que você citou são primordiais para que a economia do país se restabeleça. Até porque Flávio Bolsonaro, sendo eleito presidente da República, primeiro vai ter o trabalho de consertar tudo aquilo que foi bagunçado pelo governo do PT.
Agora, com relação ao nome de Teresa Cristina, que foi ministra da agricultura no governo Bolsonaro, eu acredito que o PL de Flávio precisa ter muita cautela na escolha desse vice-presidente para não acabar ali escolhendo um novo general, Hamilton Mourão. E por que que eu tô dizendo isso? A gente tá falando da época ainda da gestão do presidente Bolsonaro, onde o vice não ajudava e mais atrapalhava antes ficasse na dele do que atrapalhando, né?
Hoje, como senador da República, por exemplo, ele assinou ali um documento para premiar o Oscar, no caso vencido aqui pelo pelo pelo ator, ele é tão, viu na minha concepção que eu esqueço o nome dele, mas aquele lá do Tropa de Elite, né, não vale a pena ficar fazendo propaganda também. Enfim, o general Mourão assinou um documento para que eles sejam ali tenham essa honra ao mérito em relação ao filme que ganharam o Óscar. >> Só para lembrar, Berenice, desculpa te interromper.
Só para lembrar, o Wagner Moura. >> O Wagner Moura. Isso.
Obrigada, Daniel. O Wagner Moura. E o que que acontece?
Esse filme que ganhou o Óscar, ele ele acaba com os militares, né? Ele mostra ali que o regime militar foi eh algo muito ruim pro nosso país e o general Mourão assinou isso agora, né, para que eles sejam ganhem uma honra ao mérito lá no Senado Federal. Esse é o tipo de vice presidente que, infelizmente, o Bolsonaro teve quando estava no poder.
Agora a Teresa Cristina também, vamos lembrar que ela enquanto senadora da República na no ano passado, ela viajou numa comitiva com senadores do PT, foi lá pros Estados Unidos para tentar desmobilizar aquelas sanções que foram aplicadas no nosso país, né? Então assim, muito cuidado. Ela é do PP, o PP de Ciro Nogueira.
Ciro Nogueira, presidente do PP, que em dezembro estava reunido com o presidente Lula, que deu presentinho de whisky, né, whisque de presente pro Lula ainda em dezembro do ano passado, que tá firmando alianças para se reeleger novamente como senador. Então, muito cuidado com essa escolha do vice-presidente, né, quem é que vai est do lado ali do Flávio Bolsonaro. Temos o nome do Romeu Zema, como você bem trouxe aqui, Daniel, que é do novo, um partido já mais alinhado à direita, que vota pelas pautas conservadoras.
Então, nesse momento, muita cautela e é preciso avaliar com quem realmente, né, o PL, a direita conservadora que o ex-presidente Jair Bolsonaro tirou do armário, realmente pode contar para fazer uma boa gestão e para que não seja ali uma pedra no sapato a partir de 2027. Daniel, >> eu quero trazer também uma pergunta levantada aqui pela nossa audiência, por meio do nosso chat para você, Gutapini, a sugestão de vice na chapa de Flávio Bolsonaro, de Ratinho Júnior. A Lola Rondelli quer saber a sua análise sobre essa possibilidade.
>> Olha, Dani, o que a gente ouve dos paranaenses é que Ratinho Júnior tem feito um excelente governo. Então, mas o fato é que ele também é muito desconhecido, até por isso ele também não desempenha tão bem nas pesquisas quando o nome dele é testado para presidente da República, mas também existe análise que justamente o fato dele ser desconhecido há esse espaço de crescimento. Então, a o fato é que hoje na direita existem nomes muito fortes que poderiam sair não só a presidência da República, mas também compor essa chapa com Flávio, Ratinho Júnior, o próprio Ronaldo Caiado, Romeu Zema.
Veja, a direita conseguiu produzir esses nomes fortes que tem aí no currículo números para entregar. são governadores que têm feito um excelente trabalho. Então, como a Berenice bem disse, é uma escolha que precisa ser feita com muita cautela, porque esse vice ele vai auxiliar nesse trabalho lá na frente, mas o primeiro trabalho desse vice é ajudar na eleição do candidato.
Então, nesse momento, também precisa ser avaliado quantos votos esse vice consegue trazer. Então essa questão do conhecimento ou desconhecimento desse candidato também é algo que precisa ser pesado na escolha. E o ex-deputado Eduardo Bolsonaro cobrou dos aliados apoio público à pré-candidatura presidencial do irmão senador Flávio Bolsonaro.
Enquanto a pré-candidatura de Flávio cresce nas pesquisas de intenção de voto por meio do X, Eduardo criticou a falta de engajamento de aliados. Abre aspas aqui pro que disse ele. Estamos em viagem internacional, sendo recepcionados com respeito e honra por líderes das Américas e do Oriente Médio.
A candidatura já está posta h exatos dois meses e o objetivo, é, claro, tirar o Brasil do rumo da pobreza com o Lula. Não estou pedindo postagens diárias, nem copiar e colar a nossa agenda. No entanto, quem está dentro de campo na arena política precisa estar na mesma página.
Integrar um movimento e permanecer em silêncio não é neutralidade, é omissão deliberada. Berenice Leite Eduardo diz que aliados precisam estar na mesma página com a candidatura de Flávio Bolsonaro. Esse é o momento?
>> Com certeza esse é o momento. Porque o o Eduardo Bolsonaro, ele tá falando de aliado, ou seja, de quem já é da direita. Ele não tá colocando aqui ah figuras políticas que são de centro direita.
exemplo, eu tô vendo audiência citando, por exemplo, o nome do Caiado, né, que é de um partido mais de centro direita e que pode ser sim o vice-presidente na chapa com o Flávio. No entanto, essa cobrança por parte do Eduardo Bolsonaro, que vem já desde o ano passado em relação à pauta da anistia, essa cobrança aqui em Brasília, especialmente no Congresso Nacional, tem irritado alguns aliados, né, do próprio Jair Bolsonaro, algumas pessoas que têm, inclusive se afastado dessas pautas, não sabemos ainda por quais motivos, né, com o tempo todo, vai aparecendo, vai clareando. Mas eh como o deputado Eduardo Bolsonaro não está mais aqui no Brasil, cabe a ele fazer esse tipo de cobrança, né?
Nós temos muitos nomes importantes, a exemplo do Nicolas Ferreira, deputado por Minas Gerais, mais votado do Brasil, que mobilizou, que eh renasceu ali dentro dos brasileiros, dos patriotas, esse sentimento de voltar para as ruas e que é um importante nome, sim, que deve demonstrar o apoio à candidatura do Flávio Bolsonaro. Afinal, ele vai apoiar quem? Um candidato de centro?
Não vejo isso acontecer. Mas nesse momento o deputado Nicolas permanece na dele. Acredito que isso vai acontecer em algum momento.
Sim. E como o próprio Jair Bolsonaro relata ainda que preso, né, os filhos dele têm trazido ali as suas colocações, as suas articulações políticas, isso vai acontecer em algum momento, todos estarão no mesmo palanque, até mesmo os políticos de centro direita, porque o objetivo é vencer as eleições do Partido dos Trabalhadores, é vencer o Lula nas urnas. Então, nesse sentido, é mais do que o momento, Daniel, já deveria estar acontecendo desde que Jair Bolsonaro anunciou que Flávio é o seu sucessor nessa corrida presidencial.
Eles precisam se manter unidos e aliados, porque o governo do PT tem essa característica. Eles podem lavar a roupa suja dentro de casa, mas é muito difícil ver eh esses políticos de esquerda, né, brigando em público, em redes sociais. Muito raro isso acontecer.
E isso diz muito sobre quem está ainda indeciso nas eleições. Então, a união nesse momento é muito importante se a direita quiser retomar o poder a partir de 2027. M.