é [Música] é é [Música] o Olá seja bem-vindo aula 4 tá preparado preparada divisão do sistema nervoso central em então para isso eu já separei essa imagem 3D aqui que você vai adorar Então olha essa imagem 3D toda a parte correspondente ao cérebro que a gente vai ver ali se chama telencéfalo que é só essa parte superior a parte correspondente ao Sereno toda a parte que tiver aqui na região do meio aqui basicamente essas pequenas estruturas eu vou corresponder a um nome geral né que se chama de encéfalo Tá certo e toda parte inferior e
sobraram essas estruturas aqui né É verdade não essa como um todo uma metade dela né que é o cerebelo aqui e a ponte o bulbo mas a ponte o bobo não é esse toda que eu vou mostrar uma outra imagem que fica legal também e enfim todo esse contexto tem um nome específico e você vai adorar conhecer e saber aí umas das funções de cada um deles e como é que as coisas foram se estruturando porque a princípio nós demais aulas nós estávamos falando de coisas já menores né agora já tá falando de estruturas mais
vigorosos com tamanho diferente né enfim e inclusive volto Resgate daquilo né de e a embriologia foi formando coisas mais internas para as mais externas mais cefálicas para os mais caudais e também de microestruturas para macro estruturas Então quem está diante desse grande fenômeno então para isso eu queria convidar que só um pequeno resgate no final da aula 4 onde nós temos essa imagem que também ajuda bastante Oi opa e essa imagem aqui ela mostra exatamente essas divisões né então como a gente viu ali no modelo 3D e aqui fica mais didático que tá separado então
todo esse Contorno aqui a parte superior é o telencéfalo que a gente já viu lá o limite dele é até aqui né em toda essa parte aqui daqui para baixo vou ser outras estruturas certo por todo esse todo aqui o daqui para cima tem uma encéfalo é certa a parte mais Central ali de sistema todo é o diencéfalo que é isso que tu já está circulado em azul o contorno em amarelo em volta só para reforçar Mas ele já está aqui bem limitado né quem te viu lá no três deles quais sozinho e termina aqui
Ah tá certo e esse é o diencéfalo o restante que sobra né dessa linha para baixo toda essa parte aqui para baixo nós não temos ali e a ponte que essa estrutura aqui o bubu que essa outra estrutura em aqui o que vai continuar que a medula espinhal lógico e o cerebelo toda essa outra parte que sobrou esse conjunto de coisas que sobraram vão formar ali o que se chama de mês é encéfalo Tá certo um sobe the difference acções a nível didático mesmo né só para diferenciar superior médio e inferior tá ok é só
que tá lá no finalzinho da aula 4 né você já deve ter visto lá depois ainda aproveitando essa imagem que dá aula 4 só para reforçar como que as estruturas foram formadas lembra de Todas aquelas dilatações do tubo neural então era um pequenas estruturas que depois quando cada vez se especializando em vem seguindo nessa tabelinha Que estrutura após a estrutura até ali chegar em algumas semanas né E a gente já consegui ver o que seria o feto né e já com um formato mais parecido com o que vai ser um bebê e aí assim segue
dessa forma tá bom só para resgatar mesmo então aqui na nossa aula quatro nós teremos essa divisão do sistema Então como a gente já viu na figura só resgatando em re falando os nomes dessas estruturas Então essa divisão ela se dá da seguinte forma isso inclusive até uma dica é perguntas de números provas por aí viu concurso público provas de aprimoramento né provas específicas da área de Neurologia e assim por diante Então qual é a divisão do sistema nervoso central respectivamente você tem que falar exatamente nome correto das estruturas EA sequência que elas foram concebidas
Tá certo então telencéfalo o diencéfalo que a gente já falou mesa encéfalo certo E aí depois temos ali ponte o cerebelo que estava para trás bulbo EA medula espinhal daria para falar também ponte bulbo medula e cerebelo por último cerebelo Ele está na parte posterior Então tudo bem tirar ele dessa sequência ponte bulbo medula espinhal cerebelo por fim ou do jeito que está aqui ponte cerebelo bulbo e medula espinhal Tá certo Mas no geral é essa é a sequência que nós devemos seguir todo esse conjunto de estruturas forma então o sistema nervoso central que a
gente já falou em aulas anteriores A gente só não tinha ainda dado esses nomes Mas ele já tinha falado do todo que seria o sistema nervoso central beleza bom então seguindo é mais figura ilustrativa só para reforçar vou passar aqui adiante Oi e aí agora a gente vai pensar nas questões funcionais de sistema nervoso nesse caso ainda especificamente Central certo existem dois nomes são habilitar a caneta que fica mais fácil de falando e mostrando né e existem dois nomes de sistemas um se chama sistema nervoso somático Oi ok ok bom e o outro se chama
sistema nervoso visceral O que é isso aqui é a ideia central por trás dele é pensar que os dois sistemas basicamente um atuar de forma semelhante um vai ter a sua questão aferente o outro vai ter a sua questão referente questão que eu falo é a forma de trabalho a forma de conduzir o impulso elétrico impulso nervoso ou receber a certo a gente já falou disse na aula um também e as palavras aferente e eferente então ele conduzem o impulso elétrico à frente até chegar numa determinada estrutura referente ele traz de uma determinada região e
leve esse comando tudo bem para uma outra região então ele leva por exemplo comando para alguma região específica de forma voluntária então é aquele nosso exemplo lá da aula um eu peço para o meu sistema fazer a abertura e fechamento da mão então isso é uma solicitação Então essa via vai levar a informação até lá tá certo e você consegue de forma voluntária ou seja eferente fazer isso acontecer certo aferente já é mais voltado para estímulos específicos né você pode estar como por exemplo recebendo uma informação sensorial de um toque lá na sua mão por
exemplo é isso eu preciso ter uma somática para o sistema visceral é a mesma ideia só que nesse caso o nome visceral remete a algumas coisas ele é involuntário por exemplo o sistema nervoso visceral voltado para a questão cardíaca batimentos do coração eu não consigo pedir voluntariamente para que o meu coração bata mais vezes ou menos vezes ou ele pare por alguns segundos de bater ele funciona de forma visceral né Sistema visceral de forma involuntária Surf e esse involuntária é o que garante a sua nobreza do sistema que até aquelas piadinhas né Imagine se por
alguns momentos aqui enquanto você assistir à aula enquanto eu dou aula Nós esquecemos de pedir para o coração bater simplesmente isso nossa o caramba fiquei cinco minutos sempre para o coração bater que será que teria acontecido por a gente é verdade então a nobreza da construção é tão bem arquitetada tão bem pensada que existe setor para tudo né Story com luz esse impulso elétrico até chegar o coração de forma totalmente involuntário tão sistema que funciona de forma automática e depois a gente vai ver outros nomes né para subir nomes para essas mesmas condições né que
ele tá falando de sistema somático e sistema visceral no sentido de voluntário e involuntário a primeiro momento mas nós teremos também um outro nome ali que se chama do sistema simpático eo sistema parassimpático que não necessariamente tem a ver com um voluntário e involuntário mas a gente vai chegar lá tá bom enfim basicamente é isso então olhando esse todo da função dessa divisão de função é entre esses dois sistemas o sistema somático e o sistema visser e eles são iguais a chamar este nome aqui que é o sistema nervoso autônomo o sistema nervoso autônomo dentro
dele nós teremos subsistema que a gente já comentou simpático eo parassimpático certo além de um outro sistema que é pouquíssimo falado que é o sistema impérico que acaba estando juntos ali com o parassimpático de trabalho muito parecido né Tá certo Bom vamos lá seguimos adiante dúvidas ou algo em discordância ou não tão claro vai deixando registrado aí para não gerar bagunça se não pode gerar confusão Tá certo e quando a gente ia agora olha parece pressa grande divisão e a gente observa esses dois novos nomes que sumiram né surgiram desculpa que é o sistema parassimpático
e o sistema simpático a gente vai olhar para algumas estruturas específicas quando a gente pensa eu consigo de certa forma contrair a pupila dilatar a pupila de forma voluntária eu posso pedir para sistema fazer para mim ele me responde isso é simpática ou para se Impacto pus aí veio a bomba né é porque não tem a ver com voluntário e involuntário foi o que a gente acabou de falar certo simpaticotonia e parassimpaticotonia são fenômenos que acontecem dentro de um sistema autônomo de certa forma não depende do nosso querer esse primeiro exemplo aqui né dessa figura
ilustrativa contrair a pupila eu contrário de forma para simpático certa e ali como exemplo né dilatar a pupila Eu tenho esse evento de forma simpática e parassimpática contraiu ou seja diminuiu a pupila e ali como por exemplo delatou a pupila simpática um outro exemplo a conduzir os batimentos do coração que esse terceiro exemplo aqui ele reduziu esses batimentos né dentro dessa condução toda a primeira opção é reduzir o batimento diminuir para simpaticotonia aumentou acelerou aquele traz como exemplo né as batidas né os batimentos nesse coração acelerou mentor simpaticotonia tudo bem Ah e assim sucessivamente a
gente poderia pegar outros exemplos lá embaixo contraiu uma bexiga Tá certo para simpaticotonia ele contrai a bexiga para poder ter o evento ali de micção para ajudar xixi sair por exemplo E aí na simpático Toninho no sistema simpático ele Relaxa pela bexiga e assim por diante então a grosso modo que que a gente precisa pensar para simpaticotonia de certa forma para trazer umas fases demais calmaria demais relaxamento EA simpaticotonia tá trazendo a ativação vigor maior para alguns sistemas Por exemplo delatou algo contraiu um músculo para fazer um gesto aumentou os batimentos do coração certo e
assim por diante então existem trocadilhos né dentro da popularidade clínica que você pensa assim simpaticotonia é aquele Alto Astral né Vamos fazer uma acontecer vai fazer um segui-la tá faltando a pessoa ela é 54 o tempo todo tá o tempo todo em grandes atividades em grandes é mais ou menos isso a para simpaticotonia são os eventos demais calmaria é mais tranquilo mais relaxado diminui o batimento do coração contrai um sistema para conseguir fazer algo acontecer o exemplo da bexiga que a gente comentou Ah tá certo só que o que tem que ficar claro em tudo
isso aqui nada disso é controlável é aí que tá confusão simpaticotonico parassimpaticotonia não são eventos voluntários eles fazem parte de um sistema que se chama autônomo ou seja algumas coisas acontecem de forma totalmente involuntário certo um exemplo que talvez tire um pouco dessa zona é assim vou pedir para um músculo contrair eu estou em atividade simpático tônica eu quero sair correndo então tô parado aqui vou fazer uma prova de explosão de tiro vai dar a largada eu vou sair correndo Então já tô preparado preparado vai e aí você foi E aí você está em Alerta
isso a simpaticotonia e você está em Alerta propositalmente de forma voluntário mas são eventos atípicos na grande maioria para simpaticotonia e simpaticotonia são eventos dentro de um sistema autônomo ou é involuntário beleza Oi e aí saindo desse contexto agora nós temos outro nome que se chama de somático tem um sistema também que se chama somático o que será que de fato é sistema somático faz né então no primeiro momento a gente vai pensar ele vai fornecer alguma inervação e tem que ser junto comigo ele tá sistema somático ele tá fornecendo tipos de inervação e vai
favorecer a sensibilidade Então ela é sensível a questões motoras como por exemplo Tá certo não toda a parte do corpo exceto víceras músculo liso por exemplo esôfago e glândulas como tireoide por exemplo elas recebem esse tipo de inervação todos os sistemas exceto esses vísceras e glândulas e musculatura Lisa como estômago pela é esôfago né que a gente falou então ele vai transmitir informações sensitivas né para todos sensitivas e motoras e certa forma para todo esse sistema além de algumas outras coisas né informações dolorosas informações de temperatura informações de posicionamento através dos seus receptores sensitivos aí
Olá tudo bem esse é essa pequena parte somática do sistema nervoso central Oi e aí depois você temos uma parte que se chama autônoma essa parte autônoma Como o próprio nome já diz vai participar de uma função motora né mais autônoma no sentido de fazer por conta própria Então ela consiste basicamente em fazer coisas involuntárias ao nosso querer então por exemplo já que a gente comentou de esôfago e estômago o esôfago estômago eles têm um movimento clássico que se chama de peristaltismo basicamente o movimento de varredura você colocou lá no objeto objeto um alimento na
boca para comer e aí aquele bolo alimentar passou ali por regiões posteriores dessa boca chegou no esôfago quando ele chega ali essa musculatura tem que promover algum tipo de contração dessa contração que tem esse movimento de varredura levando para um destino se chama peristaltismo Oi e aí esse movimento não é controlado por nós é o próprio sistema que faça se não seria a mesma situação tô aqui na aula Esqueci de pedir coração bater pus eu acabei de almoçar esqueci de pedir para aquela última garfada de cedo Nossa imagina que loucura sem te controlar as tudo
né então existe uma parte desse sistema nervoso central que se chama sistema autônomo que justamente é esse é um ótimo exemplo tão controla ali músculos lisos né músculo visceral músculo cardíaco algumas glândulas tudo de forma sempre mais diferente do que aferente mas nesse sentido de ser autônomo acho que esse é um grande pontuais que tem que ficar sem por cento Claro o tempo todo tá certo Oi e aí seguindo quando a gente Agora pensa nessa divisão geral que é por onde a gente começa todo esse sistema ele foi dividido em duas partes certo teve várias
subdivisões mas no final de tudo ao nosso fechamento ele foi dividido em duas partes a parte simpática e a parte para simpática não pensa a parte simpática ela vai corresponder a parte tóraco lombar torácica e lombar certo a parte para simpática vai corresponder a parte crânio-sacral certa Só dividiram trechos cada um vai ter sua particularidade de funcionamento mas só para que anatomicamente a gente entenda então é um sistema que tá funcionando ali de forma involuntária os dois na verdade mas quando a gente for pensar em divisão Física mesmo que a gente está pensando assim sistema
simpático o sistema autônomo ele tá dividido entre sistema é tóraco lombar e super simpático parassimpático crânio-sacral beleza Oi e aí só justamente baseado nas características anatômicas mesmo né então se a gente for agora começar a voltar e desenhar quais vão ser esses desempenhos que vão ser feitos a gente está pensando a estrutura basicamente vai governar a função ou a função vai determinar as características da estrutura e assim sucessivamente tanto em localização quanto em aparência anatômica mesmo né tamanho jeito da estrutura enfim tá certo então dessa forma a gente agora começa verificado uma forma mais expressiva
algumas coisas então quero pegar esse pequeno bloco dessa aula 4 dividir trazendo um reflexo de tudo que a gente viu daqui para trás bom então por exemplo a gente começou o curso na aula um falando de uma série de coisas falando de fibras e tipo de células depois a gente falou lá da dos neurotransmissores os receptores precisa neurotransmissores o trajeto desse impulso elétrico passando de célula para célula e assim por diante não falamos muitos nomes de neurotransmissores Eis que surge o momento ele já tinha falado da dopamina esses um momento por exemplo e falar de
dois novos neurotransmissores um por exemplo pode ser a Noro adrenalina ou noradrenalina sessão nomes diferentes mas é a mesma coisa tá certo e aí a própria adrenalina nós vai pensar assim se eu estou em parassimpaticotonia não fases de relaxamento imagina estou aqui na aula você também então de certo modo fisicamente estamos mais relaxados Oi eu tô em alerta porque eu tô falando na aula você está em Alerta por estar recebendo informações mas fisicamente a gente está de algum modo relaxado você parassimpaticotonia traduzido para simpático para fase de relaxamento não muito ativação certo E quando eu
penso agora em colocar um neurotransmissor por exemplo como a adrenalina Putz Então já estou extremamente em Alerta Então vai existir Ali pela dilatação da pupila porque eu estou numa situação de emergência eu vou ter que conseguir enxergar algo diferente eu vou ter que pensar numa ação para fugir para fazer algo para levantar da cadeira eu correr sabe alguma coisa assim alguma algo mais marcante mais explosivo mas a tive essa é a simpaticotonia Então tudo no nosso organismo quando a gente pensa nessas duas divisões eles vão passar por essa fase não só de estrutura de localização
anatômica mas também na sua função parassimpaticotonia estou produzindo menos substância estou transmitindo menos volume de neurotransmissores porque não existe uma solicitação por parte de alguém por parte de alguns futuro não há uma necessidade de eu mandar mais adrenalina noradrenalina E a mina lá na frente da pré-sináptica por exemplo ou no nas sinapses e tem um menos substâncias químicas que eu não tive alguém solicitando um volume por estou pouco confeccionei e disponibilizei pouco sabe assim a parte Impacto Tá agora se eu tiver em simpaticotonia por exemplo numa situação de luta ou fuga imagina que está no
meio de uma selva de repente aparece ali um leopardo e ele quer nos devorar ou você corre ou você morre aí cê fala nossa entre correr ele morrer eu vou correr Então você precisa ativar tudo como temos no tudo quanto é coisa diminuir o calibre de vaso para poder ter mais velocidade de condução de nutrientes mas causar mais explosão metabólica no consumo dos músculos mais existir ali uma dilatação de pupila para você conseguir pensar criar estratégia enxergar e assim por dia de Imagino é um super evento a simpaticotonia Tá certo então eu vou parar aqui
por aqui essa parte da aula 4 só para você começar agora pensar em coisas do cotidiano e a neuroanatomia tá trazendo para gente né agora a gente já nem fala mais como neuroanatomia na verdade já estamos entrando em neurociência mesmo né Ah tá certo eu poderia falar aqui para você inúmeros exemplos de situações mas o fato aqui daria para pensar em muita coisa então Segue o exercício acho que vai ser bacana você processar umas coisas novas ou ler mais o tanto de neurotransmissores quanto de rotina de vida diária mesmo né exemplos do que seria para
as cotonio e simpaticotonia Beleza então só para a gente fechar uma curiosidade que eu vou deixar com você e eu não vou responder eu preciso que depois você responde quando Estamos doentes precisando reparar tecidos ao longo do corpo nós estaríamos em parassimpaticotonia ou em simpática Antônio eu estou gripado e o sistema precisa combater aquele vírus eu preciso de mais para simpático ou mais simpático Pensa aí depois você me responde Tá bom então vamos seguir Bom vamos lá então então dando sequência aqui nós falaremos agora sobre os nervos no geral né característica Constituição dos nervos depois
nós falaremos dos Famosos 12 pares de nervos cranianos né então primeiro ponto com a gente pensa nos nervos é ele né ou são eles que efetivamente conduzem agora o impulso elétrico para distâncias Diferentes né a gente tava vendo até então esse fenômeno acontecendo só ali na célula né neurônio E aí acontecer Mais especificamente no axónio que aquele pro longamente e depois ele ia faltando neurônio através de neurônios Agora ele já tá vendo uma coisa mais maciça mais robusta que é a própria presença do nervo então levo nada mais é uma espécie de cordões né que
eles são Entrelaçados ou trançados entre si e aí eles são unidos a ideia do sistema central com alguma estrutura ou órgão periférico E aí eles dependem nessa nessa porção específica mas sair do Central aí ele passa ali pela saída pela raiz nervosa no caso das vértebras gente vai ver alguns pares e nem a gente vai ver essa situação e chega ali no seu destino e o grande objetivo é o cliente já veio até aqui ao longo do curso que é conseguir de fato conduzir esse impulso elétrico E aí para isso a gente vai conhecer a
partir de então esses doze pares de nervos cranianos e identificar dentro desse nosso grande com contexto aí corporal como é que esses essa sequência de nervos trabalha né Elas são numeradas de cima para baixo um 12 pares esses doze pares você sempre vai o livro alguma coisa assim ou até mesmo ele citado em um artigo científico como pares cranianos numerados em algarismo romano Como ele sempre foram feitos dessa forma tá bom Oi e aí é exatamente do jeito que está aqui então de cima para baixo e também é correspondente as suas funções eles são numeradas
do ou até o 12 tão número um é olfatório o número 2 o nervo óptico o número três é o nervo óculomotor quatro troclear depois a gente vai falar um pouquinho da função de cada um tá bom É o 5 é o trigêmeo famoso trigêmeo os seis é o nervo abducente o 7 no Face ao o oitavo vestíbulo-coclear o nono é o glossopharyngeal o décimo nervo vago nervo vago muito famoso com inúmeras funções sobretudo funções da parassimpaticotonia que a gente tava falando a pouco né é o 11º um levo te chamar acessório e por fim
o 12º que ao hipoglosso Beleza o que esses nervos fazem qual é a o ponto que eles vão chegar Então deixei essa imagem aqui que eu imagem muito boa e do livro do Nether ele traz essa ilustração bem rápido aqui então o nervo olfatório o nervo óptico ele também não mera cada um deles né e o nervo óculomotor como o nome já diz mais ou menos que ele faz troclear que a condução do estímulo ali pra musculatura né abducente trigêmeo e assim vai facial vestíbulo-coclear glosofaringeo vago E aí para cá o acessório e o Hipoglós
e Ah tá certo Então olha que bonito visualizar o que cada um desses nervos vai fazer ao longo da sua trajetória isso Lembrando que são só pares de nervos faciais tá voltados pra faciais não desculpa cranianos voltados para o crânio como um todo tá certo Depois nós temos outras que acontecem ao longo do corpo a gente vai ver um pouquinho também os plexos e tudo mais mas basicamente é isso cada um indo para uma região específica e vai demandar funções específicas nessas regiões certo bom então vamos lá aparência de um desses nervos traga essa figura
aqui só para ilustração na verdade deixa eu te mostrar que aquela imagem em 3D que a gente mostrou lá no início do curso e pode ser essa daqui eu vou mostrar diferentes imagens tudo isso aqui representado em amarelo vem Quem são os nervos e com toda sua ramificação apesar de parecer difícil de entendimento ele tem uma forma de se organizar e mapear Então não é tão difícil assim quando a gente observa as bases dele né o que seria um grande tronco ali para as ramificações e não fica fácil de definir e de falar um pouquinho
né sobre o nome e a função deles até pela localização que eles têm por exemplo esse grande que a gente vê que em toda essa lateral é justamente o nervo trigêmeo né a parte dele tá aqui Unificado levando em direção ao que seria que a mandíbula né te dando toda essa relação da lateral do rosto Oi tudo bem é uma outra ilustração por exemplo esse daqui e ela para ver mais as estruturas internas vai toda a base ali do encéfalo ou seja bem aquela região que a gente estava comentando né de encéfalo e mesencéfalo pelos
Saindo dali partem daquele. Oi e aí caminho e vão se ramificando até chegar na sua terminação final ali né certa é só pro curiosidade para você ter uma noção da complexidade desse desses nervos ao longo da sua trajetória e essa figura ilustrativa mostra um pouquinho com base na inserção né então a região onde ele está nesse caso aqui por exemplo o óculo motor né o nome já diz você já imagina um nervo que vai conduzir o estímulo elétrico para comandar os músculos que vão movimentar a linha o globo ocular tão esses carinhas aqui né tipo
militar com a caneta são esses carinhas aqui ver bom levando todo esse relacionamento tem esse outro aqui tem um maxilar e depois em suas ramificações aqui Aí sim vou lá para o Max lá também Ah tá certo é a base dele de origem saindo largas estruturas do mesencéfalo né mesencéfalo de encéfalo e assim por diante certo E aí e vamos seguir em frente então quando a gente pensa né estava falando dos pares de nervos né no crânio especificamente os pares nervo craniano quando a gente pensa quantos nervos será ou Paris ou raízes existem ao longo
do corpo então aqui não vai ter como a gente não associar com outras estruturas André gente pensa nas vértebras cada uma das vértebras nós temos cerca de 33 vértebras Existem algumas variações anatômicas e pessoa para pessoa alguém pode ter uma mais uma menos mas assim são variações Como o próprio nome já diz mas no nível de pares de nervos cranianos precisa necessariamente ter 31 pares independente da quantidade de vértebras entenda que assim se não tiver essa quantidade de pares alguma estrutura longo do corpo vai deixar de receber essa inervação Isso vai ser um super problema
Tá certo então desses 12 que a gente viu relacionados à Ucrânia agora está vendo todo no corpo né não são só os 12 carinhas hoje está pensando nos 31 ao longo do corpo que elas são eles os oito pares cervicais certo vai fazer na conta junto 12 pares torácicos cinco pares lombares cinco sacrais e exclusivamente um oxigênio Então são oito com 12 com 55 e com mais um a soma tem que dar esses 31 pares de nervos tudo bem quando fala Paris é proteção o Paris mesmo né então saindo além do sistema nervoso central pois
a gente vai ver uma figura também o que mostra bem isso né o agazinho medular a linha saída deles estão saindo desse nesse sistema nervoso central eles se divide em dois é uma metade vai para o lado esquerdo outra metade vai pro lado direito e aí transforma aquele nível como um par Então você vai contando e o país se fosse pensar em quantidade de nervos né tô seria exatamente o dobro poderia falar que são 62 nervos ou 31 Paris enfim daria na mesma é que a literatura traz para a gente sempre como pare sempre foi
assim então essa imagem que só para ficar mais claro ainda então é justamente a divisão e nós temos né lado direito para o lado esquerdo Até cheguei a comentar Em algum momento né sobre o famoso H medular que são informações que de certa forma trabalho em sentidos opostos né a parte anterior da medula espinhal a parte posterior tão faz justamente só essa transição parece uma máquina né e o desenho medular o sistema ele absolutamente dividido em quatro né então a gente tem a parte lateral direito 17 na parte lateral esquerda depois à parte anterior da
parte posterior está dividido em 4 Tá certo e esses pares de nervos eles trabalham dessa forma estou ele pega tanto a parte anterior aqui né outra parte posterior só Tá certo quanto o lado direito do outro lado esquerdo Vou colocar aqui ó ele Leste o White direita certo anterior posterior direita e esquerda Oi e aí perceba que sipar deixa eu apagar essa bagunça toda aqui e perceba que esse par é justamente juntando a parte anterior com a parte posterior a parte anterior com a parte posterior E aí você tem agora essa região aqui que se
chama de raiz nervosa né a raiz espinhal Olá tudo bem O Justamente esse ponto e aí a partir daquele momento ali no cada nível diverso para você tem um par de nervos ao longo do corpo inteiro e aí fechou Se a gente fosse contar quantidade são 31 olhando de cima a baixo certo e olha eles aqui ó bom então nós temos 33 vértebras C1 C2 C3 C4 ser até sete dias e um até sete são as cervicais 21 até T12 as torácicas de L1 a pele cinco as lombares ds1 até S5 a sacrais E aí
depois a gente tem as coccígeos intenso as variações anatômicas Mas se for olhar osso poderia ter até três vértebras coccígeas fundidas mas quando está falando de pares de nervos para o cox para os poucos sejas é apenas um par certo e aí agora o que acontece aqui por isso que eu tô comentando sobre as vértebras cada um deles vão ter Exatamente Essa sequência o relação a parte óssea exceto a cervicais não percebo até assim vértebras cervicais descer um até sete e depois pares de nervos ao longo do corpo vai existir de ser um até ser
oito opa não tinha oito vértebras cervicais porque tem um par chamados e oito Essa é a diferença depois ao longo do corpo essa história é sempre a mesa T1 T2 T3 T4 até 12 L1 L2 L3 até 5 S S1 S2 Ace 3 até 5 e a cor que você já tem uma só acabou certo então essa mas é exclusivamente c8c oito uma transição entre a ac7 e a primeira torácica theon E aí nesse espaço cresci essa opção das e oito né é um pãozinho específico aí até há quem diga que é uma região muito
Nobre né informações muito importante dessa faixa alta do nosso corpo né seja torácica seja dorsal seja lembro superior temos ali a formação do Plex né a ficar um pouco mais alto um pouco mais baixo braquial todo nessa região né Principalmente o finalzinho Mas você cinco até ser oito é a formação do plexo cervical do plexo braquial de uma região precisa de muita informação muita destreza envolve muitos gestos muitos músculos também para ser controlados né então talvez por esse motivo existem um para mais mas é um não espécie de informação corriqueira mesmo né do cotidiano Clínico
não é uma coisa muito mais fundamentada na ciência mais uma curiosidade mesmo mas o fato é que isso tá ali para ajudar mais ainda nesses múltiplos comandos na que a gente tem ao longo da vida Tá certo e às cegas a imagem também que pode ser que te ajude bastante que fica com uma tabela né para poder olhar e lembrar a nível de cada vértebra Qual é o nervo específico só nós temos ali alguns bem famosos né lá em cima e o que se jo alça cervical o último ali da cervical relacionado ainda com finalzinho
da C4 deixou marcar e tipo mais fácil para você ver o nervo frênico levo frente é muito importante aí para algumas questões voltadas para o dinamismo respiratório né e assim tem outros o na Radial mediano o pouco mais para baixo nervo o seu mural e assim por diante vai seguindo a sequência toda tem muito nervo cada um com a sua função correspondente dependente ali da área da região que ele vai levar ou receber o estímulo bom então quando a gente pensa né nessa relação de raiz nervosa com as vértebras essa a exata imagem que eu
estava mencionando a cada uma tem ali uma correspondência não está falando aqui né a base do crânio está aqui partiu da base do crânio a primeira vértebra que surja ec1 eu vou marcar para cá para não atrapalhar embalagem ser um depois vem C2 C3 e assim sucessivamente C4 estão todas vão ter exatamente aquele mesmo nível essas figuras representativas você pode se deparar com ela outras vezes e ela sempre colocam as cores correspondentes às regiões estão crescendo O que é que tem uma panela do lado né A cor verde tá sempre representada como um cervicais Azul
torácica o roxinho como lombares e por fim vermelha sacral e pouco seja é colocado como as duas juntas né então são quatro grandes blocos ali empilhados na cada um com sua divisão específico Ah tá certo Olá seguindo adiante agora voltando tudo olhando desde lá de cima a junção é só voltar que eu passei a junção dessas desses pares de nervos numa determinada região pode virar uma estrutura que se chama plexo talvez você já tenha escutado falar falei um pouquinho quase agora né plexo braquial plexo cervical no caso desse nosso primeiro aqui que é o plexo
cervical ele é responsável pela inervação nos músculos de cabeça e alguns músculos do pescoço tudo bem existe ainda um para o outro que leva um pouquinho de informação ali para região do ombro podendo até pegar regiões do tórax esses todos sendo os pares né relacionados a cervical isso vai especificamente de ser um até ser quatro e termina em C4 para o cervicais é certa o próximo da nossa sequência são os pares que vão formar o plexo braquial esse plexo braquial ele é responsável obviamente por enervar os músculos né que vão corresponder a ler os membros
superiores na parte do ombro e os braços né e antebraços e mãos o mesmo superior como um todo e eles estão relacionados na sequência de cinco até theon lembra que tem um entrou a questão já da torácica mas como ombro ele está no nível mais relacionado com a torácica do que com a cervical temos um para mais a lei que ter um e lembrando também que não pode deixar passar mais uma vez bate lhe C8 não corresponde com vértebra vértebra C8 não existe C8 é uma transição entre c7t um só para nível de par de
nervo mas com relação a vértebra não tá certo isso é eu quero ir muito confundido também às vezes estou precisa ficar atento Olá tudo bem plexo cervical plexo braquial próximo Plex ó sequência só continua Agora nós estamos lá embaixo não existe plexo torácico tá algum dia você escutar falar de alguma frase complexo torácico que faz não isso não existe na anatomia alguma controvérsia alguma coisa errada aconteceu no meio do raciocínio ele não existe o torácico então cervical braquial da depois da Lei já pula lá para baixo do braço o lombar próximo não tem plexo lombar
certo o plexo lombar você já pode imaginar obviamente ele é responsável pela inervação de boa parte ali da parede muscular nos músculos abdominais além de alguns órgãos específicos não existem órgãos genitais que são inervados por esses plexos relacionados ali a região lombar e a localização destes plexos é da Lombardi dl1 até L4 especificamente Tá certo começa igual aconteceu lá para cima Nossa na cervical começa a ele um termina em ali quatro. Na sequência vai ver o plexo sacral que isso aqui é o plexo sacral ele começa na verdade um pedacinho dele uma metadinha nele L4
e depois ele segue acaba que didaticamente ele é inscrito como L5 porque tem um Rigor maior dentro da L5 também pega L5 em diante Mas para ficar categorizado ficar fácil a gente pensa lombar é exclusivo L1 termina em L4 E aí agora foi pegar a sequência o sacral ou lombo-sacral como alguns trazem pega ali um trecho de ali quatro aí vem a sequência L5 S1 S2 S3 e te PS4 então a grosso modo l4s 4 ou um trecho de L4 L5 S4 também não pode ficar confuso nessa ilustrações elas facilitam nossa vida né você vai
entender tô vendo aqui a sequência toda pegou uma anterior que está representado aqui em amarelo pegou anterior que justamente L4 some e aí Verde L4 L5 S1 S2 S3 S4 e acabou em s4ds 5 para baixo vai ser o plexo sacral O opa falei sacar o plexo coccígeo né no finalzinho dele né É verdade não existe bem plexo coccígeo né ainda se chama sacral mas ele tá mais para o final correspondendo as roupas sujas e por isso que se chama plexo sacral e oxigênio tem uma continuidade mesmo tá certo Oi e aí pensando dessa forma
terminamos toda essa parte de raciocínio e de visualização da estrutura anatômica nervo ou nervos né que a gente tá falando em Paris e a gente caminha para o outro contexto e vai ser chamado de dermatomos e miotomos que são nomes estranhos Mas ele tem relação com tudo que a gente está falando agora esses dermatomos e miotomos eles são basicamente regiões como a gente fala em dermátomo com o próprio nome diz para relacionado com a pele com a Derme certo por isso do nome dermato quando a gente fala miótomo meiota ou está relacionado com mioface mil
de músculos Tudo bem então é a relação da inervação em trajetos em secções em áries né dessa inervação com relação a pele dermatomo com relação aos músculos miótomos Tá certo só que o nível delas de recorte ele para falar onde é que está cada um é absolutamente mesmo que segue o que a gente já viu né sem um C2 C3 até ser oito aí foi um bloco próximo tem um T2 T3 e assim por diante certo então a São superfícies que de certa forma estão inervados por uma raiz nervosa nessa raiz nervosa ela é sensorial
já que está falando por exemplo da pele e ela ficar batendo essas divisões para ficar de forma mais de data Então ela tem origem segmentar a toda segmentada para ficar ilustrativamente mais didática tanto prodermatho o quanto por um óculo certo e aí volta aquela máxima que a gente já comentou algumas vezes existe lá que ela vai ter a existe a raiz nervosa saindo através daquela vértebra e aquela raiz nervosa vai caminhar por uma região Então essa faixa da região pela qual ela vai caminhar é o que vai dar a faixa e determinar o nome da
área Olá seja dermato não seja me ó tá certo e observe esta imagem vai ficar bem mais claro e deixa eu pegar uma aqui mas para o meio na verdade deixa eu voltar uma imagem para você entender uma coisa é essa daqui essa imagem coisa vamos pegar como referência até on eb1 por exemplo é esse parzinho aqui né Essa aqui ó me deu um estalo uma faixa do tórax justamente relacionado a região alta do tórax preço for perguntar o que corresponde O que que tem um faz dentro dessa faixa Que tipo de estímulo Que tipo
de coisa é uma promove o deixa de promover se ela tiver alterado então uma faixa grande né olhando na região posterior fica até fácil quando for para região anterior desse corpo ela muda um pouquinho então Deixa o sal tá lá para outra imagem 1 E aí E olha que a mesma tem um e tem um então estaria lá no posterior bem nesse centro aqui né caminho por esta região é a região sensório-motora desta deste par de nervo tudo bem a pessoa que exatamente T1 Tá certo Oi gente for olhar uma vez para posterior a história
só se repete só que agora trajetória é um pouquinho Menor Mas ela tá relacionada mesmo mesmo nível né Ah é mesmo que um né Ah sim então por exemplo a alteração de sensibilidade de pele por exemplo nessa faixa é especificamente correspondente até um é sugestivo de que haja alguma alteração neural né nível de condução elétrica e tudo mais ou interrupção de alguma forma da estrutura anatômica mesmo nervo vocês por uma lesão algo do tipo exatamente nesse nível Oi tudo bem E aí agora você entendendo isso vai ser assim sucessivamente isso vai valer para qualquer uma
dessas vértebras para qualquer um desses níveis Então olha só que curioso e lá em cima ó bem no final do bumbum tu colocar em amarelo fica mais fácil de ver já que ela está em roxo este carinho aqui ó esse irmã a raiz nervosa L4 L5 essa L4 com ele cinco da essa trajetória aqui né por exemplo é isso uma vez que a posterior mas é só de um lado É uma vista anterior e ele cinco de novo ou M5 a trajetória dela era toda essa lateral até chegar lá em cima novamente e ele quatro
e bem não é o lateral até chegar um pouquinho lá em cima novamente eu não posterior com que ela ficou G1 e fica Alisson ele cinco para ficar fácil ilustração e aqui eu fiz as duas não existe um par de nervos entre L4 L5 que é muito famoso se chama nervo ciático é a raiz do ciático está exatamente a depressão dois níveis o nível houver todas né o nível L4 e o nível L5 aí você tem ali a saída de um nervo que o nervo ciático se algo acontecer nessa trajetória sei lá um bloqueio o
ócio um trauma local uma desmielinização por algum motivo exemplo diabetes que a gente já falou aqui no curso alguma coisa Que altere toda essa trajetória que a gente estava desenhando aqui que seria beneficiada por esse nervo vai estar comprometida bom então uma ciatalgia ou logo ciatalgia que você nenhum evento local nessa faixa geral aqui da Lombar tá certo o o ciatalgia que quando de fato ele desceu ao longo do Meio longo se a tal gira isso vai corresponder com as áreas Exatamente Essa área Então essas tabelinha saque de dermatomos e miotomos ela serve para nos
orientar para ela vai dizer assim olha se você tiver alguma coisa naquele nível você vai ter um problema neste trajeto ou pele ou músculos aí a pergunta é quando a pele a pele você só observou o mapa mesmo trajeto corporal vocês são os músculos você pensasse um bom nessa faixa aqui na L5 por exemplo lá na gestão anterior nessa perna deixa eu colocar vermelho por cima vai acabar pegando toda essa parte aqui dos dedos do meio né do segundo até o terceiro dele essa parte anterior da perna da tilly e essa região aqui principalmente essa
região lateral aqui e tem um músculo muito importante que se chama tibial anterior tô trazendo curiosidade só para ficar mais claro e para que que serve essa essa tabela né então por exemplo a alteração naquele nível trouxe uma alteração almoço lá embaixo com o músculo tibial anterior que está exatamente nesse trajeto aqui que eu coloquei uma bolinha ali e ele faz esse trajeto e vai em direção dos dedos no meio do pé é um pouquinho mais pro para região do hálux né do que para o meio né quando eu desenhei pegando esse trajeto então uma
alteração lá em cima nível lombares vai trazer alterações na mecânica na dinâmica do pé lembrando por exemplo o tibial anterior faz um movimento específico em diagonal ele sozinho né ele em conjunto contra os músculos fazem movimentos diferentes mas ele isolado faz um movimento de diagonal com o pé e se chama inversão é trazer o pé em direção a perna né ao osso tíbia porém mais diagonaliza Du não isso assim neutro seria dorsiflexão e sim diagonal que é um outro nome de uma inversão não tem do S componente neural trabalhando um favor desse músculo ou a
assim sinergismo trabalhando de alguma forma em parceria com essas ações nas estruturas nesse caso especificamente o músculo você vai ter por exemplo fraqueza muscular esse músculo fraco é o que o pé fique caindo uma vez o pé caído imagina no momento que você vai caminhar no momento da Marcha a ponta do pé não sobe para conseguir fazer o próximo nível ali das fases da Marcha né o ponto do pé não sobe você acaba não conseguindo tocar no fim da história o indivíduo andaria arrastando ali a ponta dos pés o hálux especificamente né arrastando ao longo
do chão você já viu essa situação por exemplo uma alteração nervosa né gigantesca que é o acidente vascular encefálico ou acidente vascular cerebral AVC EA Vieira muita das vezes a sequela após avc ou ave uma delas é essa marcha com a ponta do pé caído por fraqueza de um músculo chamado tibial anterior que pode estar relacionado com alterações Gerais nesse sistema cerebral né por conta da lesão mas também podendo ter alguma alteração física por inúmeros fatores tô trazendo esse exemplo mas poderia existir vá a beleza então super exemplo acho que uma boa uma boa comparação
é uma boa resposta para que serve essa tabela dermatomos e miotomos e elas têm totalmente a ver com tudo que a gente tá vendo até aqui ao longo do curso na verdade Oi e aí dessa forma a gente fecha aqui este próximo bloco aqui do curso né que era justamente falar um pouquinho das estruturações um pouquinho das funções Gerais né dos nervos um pouquinho da divisão não é do sistema como a gente viu bem no início enfim é isso tá bom tem muito mais coisas que poderiam ser exploradas aqui mas é como eu tô dizendo
desde o começo do curso é só um pequeno recorte da imensidão existe no sistema nervoso central e periférico e tudo mais tá certo e aí Aqui fica o convite para você de repente explorar mais tudo isso daqui e buscar coisas estas Beleza então te vejo na próxima aula vai ser a nossa aula de número 5 onde nós falaremos de algumas outras estruturas a linha ainda anatômicas mais já com o olhar mais as funções dela pra gente poder começar a caminhar para a finalização do nosso curso não perca Aula 5 aula 6 é muito boa também
tá bom Um abraço eu te vejo lá