o Olá me chamo Francislene sou gerente da loja agropecuária da conversa de Jacinto Machado Estamos aqui na propriedade do Fabiano Medeiros na comunidade Sapiranga juntamente com consultor de vendas Jefferson Damiani Marcos beletini consultor técnico Bruno Sequinel e o engenheiro agrônomo Ivan Tedesco da syngenta e hoje estamos aqui para conversar sobre o manejo de doenças da cultura do arroz para que uma doença ocorra é necessário a interação de três importantes fatores primeiro que é o cartório que é o fungo segundo o hospedeiro que a planta e o terceiro que é um ambiente que é o temperatura
e umidade favorável para que uma doença ocorra ese a de manejo que devem ser respeitados quando se fala em doença dá para a cultura do arroz a primeira respeitar a época de semeadura de cada cultivar cada material cada cultivar tem uma janela de plantio ideal para semeadura a densidade de semeadura deve ser respeitada o manejo da cultura começando lá no preparo do solo preparam solo antecipado destruir o resto de Palhada o resto de material orgânico antecipadamente a escolha do material da cultivar correta evitar repetir uma cultivar por muitos anos e sem poder faltar o uso
de sementes certificadas a principal doença do na cultura do arroz hoje à brusone que pode causar perdas de até sessenta por cento na produtividade inicialmente ocorre nas folhas causando uma perda de área foliar causada por uma mancha alongada e Estreita com suas extremidades escuras o grupo Claro e também a brusone da panícula mais conhecida como brusone do pescoço essa causando um dano ainda maior pois não há formação de graça e também o complexos e manchas que na nossa região as principais são mancha-parda risoquitonia escaldadura e de dentro do nosso tema de hoje que é o
manejo de doenças para a cultura do Arroz irrigado assim gente tem a oferecer arruma uns seis de priori top priori top um fungicida com dois ingredientes ativos uma combinação inteligente e azoxistrobina a Extra urina mais sistêmica do mercado tem difenoconazol que é o triazol especialista no controle no complexo de manchas respeitando todas as técnicas e apresentadas pelos colegas da copérdia o monitoramento da lavoura desde a fase vegetativa é fundamental neste cenário o controle químico ele se torna indispensável ao produtor de arroz e recomenda-se no mínimo duas aplicações de fungicida em parte aérea da planta sendo
que a primeira aplicação precisa entrar na lavoura em até no máximo final da fase do emborrachamento para emissão de pânico a segunda deve ser repetida 14 dias após a primeira É nesse cenário de complexo de manchas priori top vai se encaixar perfeitamente a combinação dos seus dois princípios ativos vão conferir poder de controle e residual contra a entrada da doença na cultura do arroz e