Porque Paulo falando sobre a ceia lá em Primeira Coríntios, ele diz o seguinte, que a causa de todas as enfermidades na vida do cristão, todas as enfermidades na vida de um crente, elas de alguma maneira passam pela forma como a gente significou a mesa e a comunhão na nossa vida. Porque muitas vezes a gente entende a comunhão de maneira intuitiva. Que bom que fosse, talvez seja, quem sabe será.
Isso é intuitivo. Você faz se der ou se deu. A gente às vezes até entende que é importante ou necessário, mas ainda não discerni o que é essencial.
De modo que o essencial é aquilo do que a gente é feito. Então, o evangelho não é para te garantir o que é necessário, nem o que é importante. Por isso a palavra de Deus, vamos acompanhando aí, a palavra de Deus diz o seguinte: "A sabedoria do homem, a sabedoria do homem, do mundo caído, ela é animal".
Isso quer dizer o seguinte: existe um nível de conhecimento que é instintivo. É o nível de conhecimento da formiga, da ameba, da minhoca. Amém.
E mesmo sendo instintivo, ela padroniza comportamento. Então, é possível uma formiga desenvolver rito. Em tese, dá para você organizar uma igreja de formigas.
Você põe um montinho de açúcar e deixa até um momento com a formiga com fome achar o açúcar. Você já formou o evangelista. O que ela vai voltar, vai bater as anteninhas com outra formiga.
Ah, daqui a pouco sua congregação tá lotada de formiga. É só não faltar o quê? Açúcar.
Hora marcada. Amém. e membresia garantida e só aumentando, mais açúcar, mais formiga.
Isso é uma sabedoria animal, ela é instintiva. Então, até uma formiga faz culto, o culto do açúcar. E aí você vai ficar assim um pouquinho mais sofisticada, já vai ter umas formigas do açúcar mascavo, do açúcar cristal, do orgântico.
Você acha, demora, mas acha. E acabar, tem e acabar com a igreja de formiga dá trabalho, porque se você tirar o açúcar, ela fica ali no rito, até uma formiga mais revelada, mais ungida, fala: "Gente, mas não tem mais açúcar". Aí ela sai procurando onde é que tem uma igreja do açúcar melhor.
Sim ou não? Mas aí você pode ter um crente, desculpa, não crente não, você pode ter um ser mais evoluído, que ele rompeu o limite do instintivo, lidando com as coisas necessárias e ele entra na dimensão do intuitivo lidando com as coisas importantes. Aí ele já começa a fazer ciência.
Ciência é uma capacidade intuitiva de observar, comparar e deduzir. Quando a ciência deduz, ela deduz uma realidade que não é mentira, mas não é necessariamente a expressão da verdade, porque foi concluída a partir de observação. Mas não é porque foi concluída a partir de observação de maneira cognitiva que estabelece uma consciência de verdade.
Amém? Estão acompanhando isso aí? Pode parecer meio difícil, mas não tá tão difícil não.
Você tá entendendo que você tá acompanhando. Então o seguinte, aí você evolui de uma reunião de formigas para uma reunião de macaco. E aí a liturgia já é um pouco mais sofisticada, porque você pode ter ciência.
Então, um macaco que depois de algumas observações, ele concluiu que para abrir o coco ele pode usar pedra, já é um macaco cientista. Porque usar uma pedra para abrir um coco é ciência, ainda que de maneira primitiva. É um raciocínio, mas não é uma revelação.
Amém. Mas é uma forma intuitiva de pensar. Por isso você pode montar uma igreja de macacos e aí você pode elaborar inclusive uma liturgia mais sofisticada.
Amém, irmão. Como você pode montar uma igreja de cachorro, tudo crente e todos sensitivos. Quem tem cachorro em casa aqui?
Quem é o Deus do seu cachorro? Você, ué. E o seu cachorro é espiritual.
Você tá umas três quadras de sua casa e o seu cachorro já tá percebendo. Alguém assim por causa sabe o que eu tô falando? Não.
Ele fica ali meio inquieto, vai de um lado pro outro. Aí ele começa uma liturgia e quando você chega, ele já manda o culto com rito. rito para convencer a divindade a dar para ele a atenção que ele merece e no fim satisfazer ele como ele quer.
Sim ou não? Ele ora uns cachorros mais tradicional au au outros um pouquinho mais renovado. Au au au lá na revelação neopentecostal e nem ele entende.
Não tô criticando. Não recebe isso como uma ironia. Isso é uma conversa de pai com os filhos.
Porque às vezes a gente precisa sim que a palavra de Deus nos coloque diante do espelho. Você pode treinar seu cachorro a partir do estômago dele a só comer depois que você falar amém. Porque o homem caído fez do seu ventre o seu Deus.
Então, onde habita o Deus do homem? Na satisfação da sua necessidade e na contemplação dos seus interesses. Então, não falta Deus.
nem para formiga e nem pro cachorro. Sabe o que que você vai encontrar em qualquer lugar do mundo que você for? Se você pegar aqui, for teletransportado pro lugar mais remoto do planeta e enfiar numa selva, onde você vai encontrar um ser humano que viveu a vida toda totalmente afastado de qualquer padrão de civilização, sabe qual é a única certeza que eu tenho do que eu vou encontrar lá?
Culto. Sabe o que é isso? O que Deus escreveu no coração do homem a eternidade.
Amém, amados. E aí nós temos um outro nível de conhecimento que não é o instintivo pela necessidade, não é o intuitivo pelo interesse, mas é o intencional pela vontade. E aí que tá a nossa essência, a essência do ser humano que foi feito, criado e formado pela vontade de Deus.
A essência da nossa natureza é conhecer a vontade e ser instrumento de encarnação e revelação da vontade. Então, se toda a criação compartilha conosco instinto e intuição, ela não compartilha conosco intencionalidade. A intencionalidade é um atributo exclusivo da pessoa gerada do espírito de Deus e não criada a partir do seu poder.
Porque tendo Deus criado todas as coisas, resolveu fazer o homem. E o homem foi feito a partir do exclusivo conselho da sua vontade. Então, o que levou Deus a criar o homem e a fazer o homem não foi ser reconhecido no seu poder, mas foi ser conhecido na sua vontade.
Então, a parte central de toda a criação éramos nós como filhos de Deus. Por isso que nós somos a última parte revelada da criação, porque tendo Deus criado todas as coisas, preparado todo o cenário, as plantas, os animais e tudo mais, tava tudo pronto. Aí no meio de tudo pronto, Deus colocou o homem com uma intenção, a vontade de Deus, a intenção de Deus é para que esse homem, guiado pelo seu espírito e pela sua vontade, pudesse ser a expressão visível de quem ele é.
Então, nós não fomos criados para testemunhar o que Deus pode. Nós fomos criados para testemunhar quem ele é. Então, nós não fomos criados para reconhecer o seu poder.
Nós fomos criados para revelar as suas virtudes. Amém, irmãos. Amém.
Por isso você vai ver um macaco fazendo ciência. Se você deixar um raio laser na mão do macaco e esse raio laser não acabar a bateria e voltar daqui 20 anos, você vai ver macaco cortando coco com raio laser, mas também cortando outros macacos. Sabe o que que você nunca vai ver o macaco fazer?
Plantar coco paraas próximas gerações de macaco. Amém, mano. Glória a Deus, irmão.
Você vai ver macaco tirando carrapato de macaco. Você pode até achar que ele é pastor. Você vai macaco, v macaco mostrando para outro macaco onde é que tá o coco.
Vai achar que ele é evangelista. Você vai ver macaco, corrigindo macaco porque tá batendo no outro macaco. Você vai achar que ele é mestre, mas você nunca vai ver um macaco de forma consciente, plantando coco pra próxima geração de macacos.
Amém. Você nunca vai ver um macaco gerando outro macaco de maneira intencional, porque esse é o propósito da sua vida. Mas você até vai ver macaco transando com macaco para criar macaco, porque esse é o seu instinto.
Alguém tá entendendo o que eu tô falando aqui ou não? Então, em nome de Cristo Jesus, quando Deus criou o homem, ele não criou para ser reconhecido nos seus atributos. Ele criou o homem para ser conhecido nas suas virtudes.
Então, o homem tá sendo criado da vontade do Pai e não do poder de Deus. Por isso, se nós não nos libertarmos das nossas expectativas de Deus, nós nunca vamos conhecer a vontade do Pai, porque todo o nosso culto vai est voltado para ser reconhecido por Deus, pensando que Deus queria ser reconhecido por nós. Isso vai ser uma relação comercial, sendo que o nosso culto não é para ser reconhecido por ele, nem pensar que ele foi reconhecido por nós.
O nosso culto é fruto de que nós nos conhecemos e estamos aqui para cumprir a sua vontade e traduzir isso nas nossas relações, porque nascemos da sua vontade. Então, Deus é um pai usando o seu poder divino para fazer filhos. Porque a vontade do Pai nunca foi gerar alguém que o louvasse como Deus, senão ele era um cara com crise de identidade, precisando ser louvado.
Mas não, Deus não queria ser louvado. Ele é um pai querendo ser conhecido. Glória a Deus, amados.
Então, a igreja não é para Deus ser reconhecido. A igreja para Deus ser conhecida. E como é que Deus vai ser conhecido?
Na comunhão dos seus filhos. Porque a bem-aventurança que cumpre o propósito do Pai é ver os seus filhos ao redor da mesa revelando as suas virtudes. Por isso que a palavra de Deus diz que quando a gente finalmente voltar para casa, Jesus não tá esperando a gente com um culto.
Ele não tá lá preparando um culto. Ele falou: "Tô voltando para casa para preparar lugar comigo na mesa. Aleluia!
Então você acha que eu quero pregar outra mensagem? Tá doido, rapaz. Por isso que Paulo fala que quando a gente não entende a mesa, a gente começa a ficar doente.
Ele tá lá em Primeira Coríntios 11. Porque Jesus não foi traído na cruz. Jesus foi traído onde?
Na mesa. Porque ele diz, "A mão daquele que me trai tá comigo na mesa. " Glória a Deus, amados.
Então, se eu não conhecer a vontade do Pai na mesa, não adianta eu pregar a cruz. Fala a Deus. Porque o que dá sentido à cruz é a mesa.
Sem a mesa, a cruz não tem sentido. Quer ver um testemunho a respeito disso? Jesus antes da cruz preparou o quê?
Uma mesa e falou assim: "Presta atenção, o que eu tô fazendo isso em memória de mim. E vocês vão fazer isso todas as vezes até que eu venha. Aí ele foi pra cruz.
Aí o povo não entendeu a cruz. Ele marcou outra crucificação. Não, mano, ele levou isso tudo de volta pra mesa.
Depois Jesus voltou ressurreto, ficou aqui entre nós 40 e tantos dias, 50, na verdade, entre os três dias, porque ele tinha que completar um jubileu. Amém, amados. Sete semanas de sete dias, um jubileu.
Jesus ficou um jubileu de dias entre nós. Agora imagina a cena. Ressurreto, venceu a morte, voltou da sepultura.
O que que Jesus fez depois que ressuscitou? Foi lá na casa do Pô Pilatos peitar ele. Vai aí, Pos Pilatos.
quer encarar ou lá na casa de Herodes marrar os demônios tudo Herodes. Por que que Jesus, depois de ressurreto marcou um culto no centro de Jerusalém sem luz de noite e ele iluminado? Meia ascensão, só meia.
Pensa Jesus, meia ascensão, corpo glorificado, na praça central de Jerusalém. Alguém conhece Jerusalém? Não conhece?
Imaginou a cena? praça central, os romanos, os judeus, tudo reunido, Jesus passeando ali meia ascensão. É aquelas muralhas de Jerusalém, ele passava pro outro, passava pro outro meia altura igualzinho ele fez com a casa.
Eu tô falando isso porque lá na casa dos discípulos, quando eles estavam reunidos, ele tchup, passou na parede, tchup, passou para outra. Pensa lá os romanos e o povo tudo jeito tchap numa parede daquela daqui a pouco ele tch uma parede de lá pá. Eu vou falar uma coisa para você.
Vamos ser honestos. Nós dois ressurre que esse poder tudo nós ficar lá esperando completar 50 dias. Que conversa!
Anjo, os demônios tudo amarrado, Satanás de joelho. É Deus, é Deus, é Deus. Não tinha para concorrência, rapaz.
A igreja já tava plantada lá, acabou tudo, encerrou o serviço. O que é que Jesus ficou fazendo 50 dias? Paulo sentado à mesa ensinando.