Que é é um tpico um pouco mais tranquilo n comparado com os outros a mais trila a finaliza Hi na terça-feira já coloi os casos clnicos qualquer dúv Eu também já mandei isab vocês estão indo na monitoria S você ironia n u Deus ning mal bom eh Então a gente vai falar de algumas doenças que afetam o sistema respiratório Eh e só lembrando aqui né de diversas funções que são desempenhadas por esse sistema a gente sempre pensa eh da função de troca de Gá o pulmão também participa e da manutenção do aquil o a b
da fonação né pra pala pra função local da pala existem eh várias células especializadas do sistema imune que contribuem pra defesa dessa região né contra partículas que são inaladas contra componentes então o sistema imunológico Tá bastante Presente no pulmão e contribui de maneira importante para homeostas aí contra esses agentes externos eh o sistema respiratório também vai vai promover a humidificação e o aquecimento do ar a participar da olfação e do metabolismo então Existem várias substâncias que são metabolizadas pelos pelos pulmões Enfim então são funções eh que vão além né da simples prova de gases eh
e nas vees pulmonares a gente tem o acometimento aí o comprometimento Dessas funções só em termos de didáticos né o sistema respiratório ele foi vai ser dividido em vias aéreas de condução que incluem as vias as vias nasais a boca a faringe a laringe traqueia Broncos e bronquios nessa região né O ar é conduzido mas não ocorre efetivamente as trocas de gás essas trocas acontecem propriamente dito nos tecidos respiratórios que estão presentes lá no final dos bronquios respiratórios e dos Ductos alveolares Então essa porção final ali que vai de fato fazer as trocas gasosas então
aqui é uma outra figurinha esquemática só para mostrar isso vocês já viram isso em fisiologia já viram isso em anatomia já viram isso C istologia eem várias outras outros componentes mas só pra gente lembrar aqui eh que a medida em que a gente vai eh aprofundando né Eh da traqueia até os alvelos a gente vai tendo a ramificação isso é importante para aumentar a Superfície de contato né com o ar para promover essas essas essas trocas e a gente vai tendo a especialização também dessas células aqui eh e aqui é nessa região final que nos
bronquios terminais nos bronquios respiratórios e nos alveos que acontece eh essas trocas gasosas eh e aí a gente vai ver algumas doenças que acometem essas regiões e vai comprometer aí Essas funções os alvelos eh nos alvelos a gente tem alguns tipos de células que São especializadas dessa região entre elas os pneumócitos né que são as principais células ali que compõem os alveos os pneumócitos tipo um eles desempenham então propriamente DIT essa função de troca gasosa e são a maior parte das células né então elas aí a maior parte desses alvelos são tipo um um saquinho
mesmo né inflável assim que vai fazer esses movimentos aí de acordo com o movimento de expiração e de inspiração O pneumo Tipo dois é uma Célula que tá em menor quantidade ali mas ela desempenha funções muito importantes como a produção do surfactante pulmonar que é uma substância que vai eh ajudar eh na redução da tensão superficial que vai promover aí uma respiração mais fácil então existem até doenças em que a produção desse desse surfactante pulmonar tá reduzida então a pessoa tem um desconforto respiratório porque eh a tensão superficial ali da água naquela Região acaba sendo
maior então isso acaba acaba promovendo uma dificuldade respiratória tá eh uma outra coisa que a gente precisa lembrar é que essa região ela é bastante irrigada né esses alvéolos aqui são irrigados eh P por esses vasos sanguíneos que vão né trazer o sangue vão irrigar essa área e vão permitir então a troca de gases aí Eh aí só pra gente relembrar alguns termos provavelmente também Vocês já viram isso aqui é só uma coisa pra gente Eh lembrar coisas que vocês já viram pra gente seguir eh alguns termos que são importantes aqui quando a gente pensa
em fisiologia respiratória o primeiro deles é a complacência pulmonar eh Essa complacência ela vai se referir à facilidade com que os pulmões podem ser insulados né que a gente tem esse esse movimento de expandir e de retrair Então esse movimento normal ele é importante para eh É permitir a troca de gases normais normal né e a compas ela Ocorre também por conta da produção do suquito pulmonar Então a gente tem algumas alguns fatores que contribuem para variar essa essa complacência entre eles o teor de água então quando a gente tem eh a redução do surfactante
pulmonar por exemplo ou quando a gente tem o aumento do Teo de água essa respiração fica mais difícil que é o caso da congestão e do edema pulmonar em que a gente tem uma Quantidade maior de líquidos e isso aumenta a tensão Superficial e diminui a complacência então isso causa uma dificuldade respiratória eh uma outra coisa que vai influenciar nessa complacência é a quantidade de elastina e a quantidade de fibras de colágeno então a proporção entre elastina e colágeno também vai modular isso e a elastina ela vai promover essa maior capacidade né Como o próprio
nome diz essa capacidade de R e de insulação essa elasticidade e as fibras de colágeno elas são mais Resistentes então quando a gente tem uma uma quantidade maior de de fibras de colágeno essa respiração também fica mais difícil e é o que acontece no caso de algumas que neumopatias e de fibrose então na fibrose a gente tem uma destruição ali dessas fibras e das fibras de elastina e a formação de fibra de colágeno então isso acaba também promovendo essa maior dificuldade ai na respiração então a gente pode ter variação da compac tanto Por doenças que
são crônicas e que vão gerar essas alterações de uma forma mais crônica mais longa mais permanente como aqui na na fibrose pulmonar por exemplo quanto situações mais agudas como uma edema uma até mesmo uma infecção pulmonar que causa uma congestão então a gente pode ter essas duas situações certo e um um outro conceito importante de fisiologia respiratória que a gente precisa lembrar é sobre retração elástica a retração elástica é a Capacidade do pulmão voltar ao tamanho normal depois de ser insuflado depois de ser estirado então ele precisa retornar aí é só a gente pensar igual
um balão quando você e enche demais quando ele volta ele não volta para aquele tamanho original Então essa capacidade de voltar para aquele tamanho original é chamado de retração elástica e a gente também tem alterações como por exemplo no enfisema pulmonar a gente pode ter essa essas essas Alterações isso tudo eh vai culminar em dificuldade respiratória que pode ser aguda ou pode ser crônica E aí assim sempre tentando eh pensar mais no nosso contexto no contexto da nutrição e da influência do Estado nutricional quando a gente tem essas alterações o o esforço respiratório geralmente aumenta
então toda doença toda e alteração pulmonar seja ela aguda ou crônica ela pode envolver um maior esforço dos músculos Respiratórios e isso pode gerar um aumento da taxa metabólica basal Então a gente vai ver que algumas situações como na doença pulmonar obstrutiva crônica e a gente tem um aumento de demanda e respiratória então ISO acaba também contribuindo para aumentar a taxa metabólica basal e e contribui né pra desnutrição desses pacientes bom E aqui também já falando de de um pouco de fisiologia respiratória eh a gente tem então as Trocas de gases nesses nessas vias de
condução finais que são os alveos então o ar passa aqui pelas vias à medida em que ele passa eh ele vai sendo aqui a medida em que ele passa por essa região aqui ele vai sendo umid AD eh e ele vai sendo purificado também então aqui lembrando que a gente tem um revestimento de muco por exemplo isso já contribui para aprisionamento de bactérias de vírus de partículas para que esse ar que chegue aqui no final ele Seja ele esteja uma temperatura eh adequada né e e que não tenha componentes aí que possam ser nocivos eh
essa questão da temperatura mesmo algumas pessoas TM doenças pulmonares quando o ar o o tempo fica mais frio o desconforto o desconforto respiratório aumenta Justamente por isso né porque o ar que chega nessa região ele acaba sendo mais frio e isso causa alterações aí até mesmo de constrição de vaso constrição Desses pequenos vasos que irrigam essa região tá então a gente tem aqui nessa região entre o alvéolo e os capilares as trocas de gases propriamente ditas né Eh E lembrando que os gases são transportados na corrente sanguínea eh na forma eh eh dissolvida Então a
gente tem esse conceito de pressão parcial que é a pressão exercida por um gás em uma mistura então ele é utilizado na avaliação dos gases que estão dissolvidos no sangue Eh no caso do oxigênio 2% só é eh transportado né nessa forma difundida né apenas uma pequena parte a grande maior parte do oxigênio ele vai ser transportado ligado a molécula de hemoglobina certo já o o CO2 a gente tem uma proporção um pouco maior né cerca de 5% é transportado dissolvido no sangue então a gente tem a pressão parcial de CO2 ali que que corresponde
a mais ou menos 5% 3% é transportado também a molécula de Hemoglobina Mas é uma proporção bem menor quando a gente compara com oxigênio e a grande maioria mesmo do co do CO2 ele vai ser convertido em bicarbonato e ele vai ser transportado dessa forma então por isso que eh o sistema respiratório ele contribui muito né pra manutenção desse equilíbrio ácido básico e nessas situações em que a gente tem alterações eh na concentração de oxigênio e de CO2 a gente pode ter por Exemplo acidose respiratória ou alcalose respiratória dependendo ali a gente tem um aumento
é de bicabornato aí a gente a gente vai ter uma acidose respiratória porque né aí a gente contribui aqui para essas mudanças eh então também quando a gente vai avaliar a função respiratória até mesmo vees pacientes críticos tem essas discursões respiratórias a gente utiliza muito desses critérios que é a avaliação da pressão parcial dos gases Porque mesmo que é uma proporção Menor Ela já indica pra gente alguma alteração e é bem comum a gente avaliar também a concentração de bicarbonato e o PH do sangue então através também da avaliação do PH a gente consegue eh
ter essa indicação né de de função respiratória aí aqui eu coloquei só a equação alí de convenção do CO2 mais água forma bicarbon eh ah sim e alguns termos também vocês estiverem estudando sobre isso vão Aparecer e a gente precisa e diferenciar né que são a hipoxemia a hipóxia e a hipercar vocês estão lembrando desses termos provavelmente vocês viram isso lá de fisiologia respiratória que que vocês estão lembrando esses estão lembrando ação Tá mas qual que é a diferença entre hipóxia e hipoxemia hip redução local hipoxemia acho que é geral n redução de é a
Hipóxia é a diminuição da oferta de oxigênio e a hipoxemia É de fato a a redução da pressão parcial do oxigênio dissolvido é claro que a hipóxia ela vai gerar a hipoxemia mas em termos de de definição mesmo são coisas diferentes a hipóxia a gente falou assim ah gente tá em hipóxia uma redução da oferta de oxigênio então aqui tá até representando uma via aérea obstruída então o oxigênio não tá chegando ele não vai ter as trocas gasosas ele vai ter uma hipóxia Consequentemente qu o oxigênio não chega ele vai ter também uma uma redução
da pressão parcial de oxigênio Então vai ter também uma hipoxemia mas só para vocês ficarem atentos a esses dedos e a hipercar pinia é o termo para aumento da eh concentração de da de CO2 dissolvido ou seja aumento da pressão parcial de CO2 que também acontece né nessas nessas situações de redução da função respiratória certo eh essa figura aqui ela representa Algumas situações que podem acontecer né nessas doenças respiratórias de uma forma geral aqui representando as vi as vias respiratórias né com a passagem do ar e aqui os capilares com a passagem do sangue então
aqui n nessa nesse doio aqui nessa figura que tá aqui eh a gente tem tanto o fluxo eh aéreo quanto o fluxo sanguíneo Então a gente tem aqui o sangue chegando ocorre as trotas gasosas e o sangue rico em e oxigênio pobre em CO2 vai né Pro CC numa situação normal a gente pode ter uma obstrução do fluxo de ar sem comprometimento do fluxo sanguíneo então Nessa situação a gente vai ter eh uma perfusão sanguínea sem uma ventilação então é um caso de uma de uma pessoa que tem uma obstrução das vias aéreas por algum
algum material ou por excesso de muco por exemplo né então doenças que até doas respiratórias agudas eh que causam uma uma produção de Mulco muito grande isso é mais comum mais assim eh grave até em crianças né Aí você tem uma obstrução da passagem de ar mas o fluxo sanguíneo ele tá normal eu acho que é melhor ligar um pouquinho né se estão enquetes aí deve ser calor ligamos FL que é uma situação que a gente chama de atelectasia que é a obstrução das vias respiratórias e por outro lado a gente pode Ter a a
ventilação normal né com as vias aéreas normais desobstruídas porém a perfusão do sangue não acontece nessa região eh que é uma situação que acontece por exemplo quando o paciente desenvolve em embolia pulmonar né que é uma situação em que ocorre a formação de de coágulos de sangue esses esses coágulos eles vão obstruir esses capilares né que são capilares muito pequenos muito finos então ocorre essa obstrução E aí tem a Ventilação normal mas não tem a perfusão né então isso reduz o fluxo de sangue o fluxo de sangue naquela região tá só pra gente ir eh
aprendendo esses esses seos que muitas vezes a gente vai se deparar com eles né quando a gente tiver eh tratando aí pacientes com doenças pulmonares eh em termos de avaliação das doenças respiratórias eh a gente tem alguns parâmetros que são normalmente avaliados a gente até viu um pouco disso em Doenças críticas eh mas normalmente a gente tem avaliação de gasometria nessas doenças crônicas e doenças respiratórias agudas também né Principalmente situações graves geralmente pacientes sem UTI esses parâmetros eles são monitorados continuamente que avaliação do PH da pressão parcial de de CO2 O bicarbonato como eu falei
que é a maior parte do CO2 é transportado por essa fula e a pressão parcial de oxigênio Então são esses parâmetros aqui aqui a Gente tem a faixa de normalidade quando a gente tem alteração do PH por exemplo a gente pode ter uma acidose respiratória ou uma alcalose respiratória dependendo né se pegar ou diminuir certo e a gente viu algumas alterações relacionadas a eh disfunções respiratórias agudas até dentro de pacientes críticos né então aqui a gente vai focar e em condições crônicas Principalmente duas situações que acabam Tendo uma influência maior em relação à nutrição e
a gente tem outras doenças respiratórias mas que não impactam tanto Enfim então quando a gente vai eh estudar as referências capítulos e tal as que mais aparecem mais de relevância pra gente eh são essas doenças aqui que a gente vai falar que é a asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica né Principalmente a DPC ela tem um impacto no estado nutricional que é muito maior Então a gente vai falar dessas dessas aqui sendo que DPOC a gente tem a bronquite crônica e o enfisema a gente vai entender e a diferença entre essas duas e como
elas se apresentam tá eh a essas essas doenças crônicas elas se encontram entre as principais causas de morbidade e de mortalidade né são doenças que têm uma prevalência muito grande são bastante comuns e que tem um impacto econômico e social também muito grande porque eles causam bastante Incapacidade e limitação né de funcionalidade V falar primeiro então da doença pulmonar obstrutiva crônica e a DPOC ela é um um grupo de doenças né que inclui duas formas clínicas principais que é o efizema e a bronquite essas duas situações elas podem acontecer de forma isolada ou o pa
pode ter características tanto de enfisema quanto eh bronquite né então ele pode ter uma característica mais voltada para um tipo Para outro tipo ou pode ter as duas e elas e elas apresentam algumas elas possuem algumas apresentações químicas diferentes o efisema é caracterizado pelo alargamento dos espaços Aéreos então o que que acontece a gente tem a destruição do tecido pulmonar né a destruição do alvéolo e ele fica sempre maior ele perde aquela capacidade de voltar ao tamanho normal então ele modifica a complacência né o tempo que a gente já viu Então nesse caso a gente
Tem sempre aqui os alvéolos ufad e isso acaba causando um maior aprisionamento de ar aqui nessa região e o comprometimento dessas trocas gasosas já a Bronquite é uma inflamação que acontece nos bronquíolos essa inflamação ela eh tem como característica a constrição dos vasos sanguíneos e isso vai causar uma redução do fluxo sanguíneo naquele local e também o aumento da produção de muco Então a gente tem também uma uma obstrução das vias aéreas então Aqueles dois mecanismos estão presentes tanto a diminuição da ventilação pelo excesso de produção de muco quanto eh a a perfusão sanguínea né
por conta da obstrução e da da vasoconstrição que acontece então nessas duas situações o o fluxo de ar fica fica comprometido né e as pessoas com DPOC elas geralmente apresentam essas características sobrepostas né Elas podem iniciar com uma Uma uma característica mais marcante mas na evolução da doença é uma doença crônica né uma doença progressiva eh o paciente acaba tendo a manifestação dessas duas doenças tá eh em ambas as situações a gente vai ter a obstrução do fluxo aério né então isso vai causar uma diminuição das trocas gasosas eh sintomas respiratórios crônicos né então a
dispineia todas essas situações que as trocas gasosas reduzem a frequência respiratória ela tenta aumentar para Poder compensar e isso pode causar um desconforto respiratório né então a a dificuldade para respirar é uma é uma característica marcante também da DPOC a tosse crônica também é presente então tosse com expectoração é diferente de uma tosse seca por exemplo aqui na dvc a gente tem tosse crônica com expectoração Porque a produção de Muca ela fica maior Então a gente tem essa essa tosse produtiva né tosse produtiva que a gente chama Eh nessas duas situações a gente tem tanto
fator de risco genéticos individuais quanto fatores externos né que estão relacionados aí ao ambiente os principais fatores de risco externo são o tabagismo né que obviamente vai contribuir por diversos mecanismos para disfunção respiratória tanto por aumento do stresse oxidativo quanto por partículas né inalação de partículas que são novas ali que acabam gerando essa resposta inflamatória eh E a exposição a poluentes do ar então pessoas que moram em regiões de fábricas regiões industriais que tem muita poluição ou que lugares que tem muitas queimadas isso tudo também pode e causar a pode falar qual seria por exemplo
o período para se considerar uma bronquite crônica hum são deixa eu ver se tem aqui não tem mas são de TR a se meses direto direto então quem tem volta vai Volta vai não corre sim a doença a da queela tem essa essa característica de períodos de maior controle de exacerbação mas para uma uma pessoa que começa com um sintoma respiratório e agudo para ser considerado DPOC ela precisa ter por além acho que de TR a se meses a manutenção desses desses sintomas porque as manifestações clínicas são muito parecidas com infecções respiratórias comuns né que
é tosse tose com espora pode acontecer Também por uma gripe por uma virose né por situações mais agudas e e geralmente eh a gente vai ver aqui a classificação e alguns critérios que são utilizados para esse diagnóstico eh aqui a exposição a poluentes do ar n então isso acaba contribuindo bastante principalmente né quando é de forma aí crônica ao longo da vida então até a questão da cidade que a pessoa mora eh a a profissão também então era muito muito Comum eh DPOC em pessoas que trabalhavam nas minas né que acabam inalando aqueles componentes sílica
o dia inteiro ali que trabalham em marmorarias trabalham em madeireiras todas essas essas profissões em que a pessoa é exposta a inalar uma quantidade maior de partículas né por muito tempo isso acaba sendo importante então esses fatores de risco externos eles são essenciais aí eh pro desenvolvimento da doença e a gente tem Também alguns fatores de risco individuais que são também genéticos alguns genéticos outros não né então por exemplo a deficiência da glutationa peroxidase é um fator de risco eh conhecido do pro pro DPOC então é uma alteração genética mesmo então a gente tem essa
maior susceptibilidade genética a gluta peroxidase gluta transferase desculpa é uma enzima antioxidante então quando ela tá reduzida a gente tem um comprometimento a o aumento de estresse Eh de geração de espécies reativas de oxigênio e isso também vai gerar uma disfunção mitocondrial maior eh inflamação isso isso tudo pode contribuir também para DPOC Então a gente tem esses dois fatores genéticos que são mais conhecidos que é a deficiência da gla chama transferase e da alfa1 antitripsina Essa alfa1 antitripsina ela vai proteger contra a destruição da elastina então é uma enzima que tem essa Função de proteger
porque normalmente a gente tem ali células do sistema imunológico presentes células do sistema imunológico que que são responsáveis por manter ali o equilíbrio e a homeostase nessa região Lembrando que é uma região que tá em contato com meio externo né então a gente tem ali que regular o sistema imunológico muito bem e a gente tem neutrófilos que estão presentes no pulmão que vão combater ali os os Patógenos e componentes estranhos só que esses neutrófilos eles acabam também tendo funções ali que precisam ser controladas para que ela não destrua o próprio tecido e uma delas é
a destruição da elastina então esses esses neutrófilos neutrófilos eles destróem essa elastina e a alfa1 antitripsina é uma proteína que vai proteger a elastina e vai evitar essa degradação aí quando o paciente tem deficiência de alfa1 antitripsina ocorre essa destruição Maior da elastina e o paciente então pede essa essa capacidade de elasticidade de complacência então ele desenvolve principalmente o enfisema então por isso que essas essas alterações genéticas também são bastante relevantes tá então esses dois pontos são essenciais e a gente também tem influência no estado nutricional então ação pessoas que é isso gente se já
fic assim gente Não é não depois aquele meio tivemos que desligar o risco de incêndio Socorro passou eh a desnutrição então pessoas desnutridas T maior risco né de desenvolver DPOC isso também tem relação com várias coisas né tem relação com função respiratória né lembrando dos músculos respiratórios que precisam estar normais para que essa respiração aconteça eh pela diminuição de fatores protetores imunológicos então na desnutrição a nossa a gente fica mais Imuno incompetente né então a capacidade de responder a patógenos a antios fica menor então isso também pode contribuir e uma característica também importante é baixo
peso ao nascer então bebês que nascem com baixo peso e que e crianças que tem ehe eh infecções respiratórias de repetição não pass ah tá eh infecções na infância infecções respiratórias de reção também acaba aumentando o risco de depel porque você Tem ali o estímulo respiratório ó o estímulo inflamatório mais mais pronto certo eh aqui é uma é um gráfico mostrando a progressão da doença né a gente tem a progressão dos sintomas eh progressão ass ficou feio né uma evolução progressiva né a gente não tem eh digamos assim a gente tem o controle não que
a pessoa tenha a cura completamente mas ela tem esse esse controle e eh existem também muitas Diferenças na evolução individual dessa dessa dessa função então algumas algumas pessoas têm a a diminuição mais rápida né o o declínio acelerado então desenvolvem a doença e rapidamente né de diminui muito a função pulmonar e outras pessoas TM uma evolução um pouco mais controlada e está relacionado com fatores genéticos com estado nutricional com estado de oxidação né de ingestão de antioxidantes e e estress oxidativo também que tem a ver com tabagismo que Tem a ver com exposição a poluentes
Então isso é bastante individual Mas e a doença aí ela Geralmente se desenvolve mais mais lentamente ao longo dos dos anos né as manifestações clínicas principais são fadiga né porque a pessoa ela passa a ficar mais cansada porque a oferta de oxigênio ali acaba não suprindo as necessidades então geralmente começa com ela tendo intolerância ao exercício então coisas que ela conseguia fazer de Quando tinha um maior esforço físico ela passa a sentir mais desconforto mais dificuldade para respirar eh e não é aquela dificuldade que a gente tem quando a gente fica sedentário depois vai começar
uma atividade física aí a gente fala nossa vai subir um lance de escado a gente já fica colocando os bos para fora né não é isso porque isso a gente consegue eh melhorar é situações em que não há essa adaptação a gente não consegue ter essa adaptação ao exercício Por isso que a gente chamar de intolerância ao exercício eh presença de tosse tosse de forma crônica com expectoração não necessariamente a expectoração vai est presente desde o início né que ela é uma mais característica da da bronquite crônica eh o paciente pode começar com enfisema e
depois de desenvolver eh mais essa produção de buco dispineia que é a dificuldade que a dispineia é uma É uma sensação subjetiva de dificuldade de Respiração Então ela sempre vai depender aí da percepção e do relato do paciente respiração ofegante ocorre a hipoxemia a e a hipercar pinia né que é a diminuição da a pressão parcial de de O2 e aumento de CO2 e a cianose né tão lembrados O que que a cianose extremidades as extremidades ficam arrocheadas né Por demonstrando aí essa diminuição da perfusão e da oferta de oxigênio nos estágios tardios o paciente
Ele passa a ter eh uma menor eh imunocompetência também porque a a a capacidade respiratória reduz muito então o risco de infecções respiratórias também aumenta então às vezes é bastante comum o paciente às vezes tem DPOC e vai ter o diagnóstico mesmo quando ele tem uma agudização dessa doença crônica quando tem uma infecção pulmonar eh de forma aguda né aí vai fazer a investigação e ele acaba tendo um diagnóstico de DPOC também Eh pode gerar insuficiência respiratória crônica então pessoas nos estágios finais aqui D doença em que a capacidade respiratória reduz muito eles podem precisar
fazer o uso de ventilação geralmente com catéter no início né não sei se vocês já viram pessoas com aqueles catéteres com galãozinho de oxigênio eh inicialmente geralmente a pessoa passa a fazer o uso tipo de nebulização e dessas dessas medidas que são mais temporárias né Em Algumas situações de maior cansaço de maior estresse mas com a progressão da doença elas podem precisar ali de uso contínuo então aquele catéter nasal contínuo com a oferta de oxigênio ali de forma mais contínua e também o paciente pode desenvolver a insuficiência cardíaca de origem pulmonar coro pulmonar demonstrando também
aí eh esse comprometimento da função respiratória aí são situações mais graves nos estágios mais Eh adiantados da doença né Eh a eh a doença ela geralmente é classificada pela limitação do fluxo de A então existe essa tabelinha aqui o gold é um é um documento eu acho que eu não coloquei no C mas é um documento que ele vai nortear essa questão de diagnóstico e de classificação né então é o nosso critério principal aí para poder fazer isso então sempre que vocês virem sei lá pegar um prontuário for avaliar algum algum paciente pode vir Com
essa terminologia Gold de um a quatro né Gold de um ou Gold quatro o gold um significa uma obstrução leve em que a gente tem mais de 80% da capacidade respiratória mantida o gold do uma obstrução moderada e Entre 50 e 80% no gol de TR uma obstrução grave entre 30 e 50% e o gold de 4 eh uma obstrução grave com a redução da capacidade respiratória abaixo de 30 então a gente eh pode perceber né que inicialmente acima de 80% o paciente Ainda vai conseguir realizar algumas atividades e vai sentir maior desconforto mesmo quando
ter uma maior demanda ou fazer uma atividade física escada gente que susta seu auditório né E até perinho que vai ter uma uma limitação menor e Pens e uma pessoa que tem menos de 30% da capacidade de respiratória é normal de se esperar que até em repouso A pessoa vai ter um desconforto e isso é muito importante porque pensa menos de 30% a pessoa ela não vai até para falar ela vai ficar cansada na questão da alimentação is isso tem uma influência muito grande também porque eles ficam bastante cansados até para se alimentar então o
ato de alimentar para eles é como se fosse academia fazer uma musculação durante uma hora porque realmente o esforço acaba muito ficando muito grande porque a capacidade Respiratória fica muito baixa então também já fazendo paralelo com a alimentação a gente vai precisar também adaptar a dieta em termos de frequência em termos de consistência né de idade de de mastigação de deção pensando nisso também né pra gente facilitar o máximo e não demandar muito daquele paciente aí de acordo com a situação Aqui de acordo com a classificação que ele possui tá e eu eu coloquei essa
tabelinha aqui só para explicar porque normalmente essa Classificação aqui é feito pela espirometria você já viram vocês já fizeram já ouviram esse esse Tero esse pirometria eu tirei também a tirei mu co de deixar é um exame que a gente faz com com uma máscara a gente coloca uma máscara e durante o teste a gente é orientado a inspirar o máximo que a gente consegue e expirar o máximo também que a gente consegue pra gente conseguir avaliar Qual que é o volume máximo ali Eh aí Aqui tá entado aqui em ml aqui o volume e
a capacidade pulmonar quando a gente tá respirando normalmente uma respiração normal ser uma situação de estresse e tal nosso movimento ali de respiração inconsciente a gente tem um volume corrente de ar que é de mais ou menos 500 ml é o que a gente eh eh movimenta ali naquela situação só que quando a gente tá respirando normalmente a gente não tá usando a nossa capacidade respiratória máxima né então Eh quando Eles pedem pra gente inspirar ao máximo eles tentam aproximar um pouco desse volume de reserva inspiratória é claro que eh a gente não quando a
gente respira ao máximo não é o 100% que nosso pulmão consegue senão a gente ia quase explodir o nosso pulmão né mas a gente consegue aqui ter uma estimativa dessa capacidade de reserva máxima eh e quando a gente inspira também tudo né Se vocês quizerem Ah vou respirar fundo e depois vou inspirar tudo a gente não consegue Tirar todo o ar que tá no nosso pulmão né senão a gente gera um vácuo no nosso pulmão isso acontece então sempre fica um pouquinho de ar quando a gente inspira o máximo que a gente consegue e esse
é chamado de volume residual então na espirometria todos esses esses parâmetros são avaliados eles avaliam Qual que é o nosso volume corrente Qual que é o volume de reserva respiratório que é aquele que eu consigo expirar tudo E estima qual que é aquele volume residual que é o que eu não consigo inspirar de forma voluntária Então tudo isso aqui é uma estimativa que é feita nesse teste para ver também a capacidade pulmonar Total Então a partir desse parâmetro que seria o máximo para aquela pessoa eh é feita essa estimativa e a capacidade respiratória ela é
diferente então se a gente for pegar capacidade trazer aqui vamos trazer Marcela nem muito longe né maratonista se a gente For pegar a capacidade respiratória dela vai ser maior que a nossa que não corre uma maratona então atletas geralmente tem capacidade respiratória maior então isso também tem que ser avaliado de forma individual tá por isso que é sempre assim eh baseado nesse teste e o percentual ali do máximo que seria para aquela pessoa bom em relação à nutrição né às intervenções na verdade ao tratamento das doenças Eh pulmonares né do DPOC um ponto principal é
a sensação do tabagismo né então eu acho que todo profissional de saúde que tá envolvido ali no Cuidado muit profissional com o paciente com DPC precisa eh atuar nesse sentido né porque o tabagismo ele vai ter uma importância grande na progressão no desenvolvimento e na progressão da doença então pessoas que já t o diagnóstico de depan que abandonam o hábito de fumar eles apresentam uma evolução muito melhor do Que aqueles que continuam fumando então a interrupção do tabagismo é um ponto muito importante pra evolução a terapia farmacológica né também é bastante Ampla geralmente são utilizado
broncodilatadores né que são medicamentos que vão eh ampliar e vão aumentar o espaço aí para Condução do ar né melhorando os sintomas drogas antimuscarínicos e antiinflamatórias que vão diminuir tanto os espasmos ali respiratórios vão promover redução de Inflamação consequentemente menor produção de muco menor tox Então tudo isso também ajuda bastante corticosteroides inalatórios que também vão ter esse efeito de controlar inflamação microc corticoides antibióticos se tiver alguma infecção aguda e agentes mucolíticos né que são agentes que vão atuar ali na na modificação da consistência do MCO para expectorar mais fácil né então para poder liberar as
vias aéreas eh é comum Também para tratamento a recomendação de vacinação então a vacinação vai reduzir o risco de infecções do trato respiratório então pessoas com DPO sempre que tem essas campanhas de vacinação vocês olham lá os grupos prioritários geralmente né pessoas idosas crianças tal e pessoas com doenças crônicas incluindo a DPOC eh porque o risco de pessoas com DPOC pegar uma grip pegar uma uma uma doença respiratória muito maior né Eh do que pessoas que já não t a doença geralmente também é instituí a reabilitação pulmonar com exercícios respiratórios né para melhorar essa essa
essa capacidade a oxigênio terapia e suporte ventilatório que pode ser eh esporádico ou eh contínuo né dependendo da Necessidade em alguns casos intervenções cirúrgicas e um suporte nutricional em relação à nutrição a gente tem pouquíssimas coisas nas referências Eh nas principais referências a gente vai ver os documentos até coloquei aqui eh esse que é um dos principais documentos nesse né que a iniciativa global para doenças pulmonares eh crônicas eles aí eles falam de todos esses tópicos descrevem bastante coisa e falam muito bem disso por ser um por ser doenças bem prevalentes bem relevantes porém quando
a gente chega na parte de suporte nutricional é uma frase então a gente não tem muita coisa sobre isso Apesar de saber que a nutrição ela vai ter um impacto direto né na na resposta nas manifestações clínicas a gente tem muita Pou a gente tem pouca coisa né Eh o que tem nesse documento eh é uma frase que fala assim suplementação nutricional deve ser considerada em pacientes desnutridos com DPOC então eles discutem muito pouco sobre isso né A única coisa que tem é que se o paciente tem DPOC tem uma desnutrição a gente deve fazer
uma suplementação aí com vistas de recuperar O estado nutricional mas não tem quase nada então em termos de diretriz e documentos oficiais aí realmente é é muito pouco eh e eles não disfrutem nem a quantidade nem a duração eles não discutem nem a quantidade nem a duração dessa suplementação então é uma é meio que uma frase solta assim tem muita coisa e a gente também não tem diretrizes específicas de nutrição em tpoc o que a Gente tem é muitos muitos muitos artigos né a gente tem muitos artigos relacionando principalmente a desnutrição a DPOC então a
gente sabe que eh são vários os mecanismos que estão relacionados com o DPC e eh a desnutrição são vários mecanismos um deles é são as próprias manifestações clínicas da doença porque se a pessoa tem uma menor capacidade de respirar ória e uma menor eh capacidade de realizar exercícios físicos né então Consequentemente eh o nível de exercício físico vai reduzir o uso muscular reduz então geralmente São pessoas que são mais sedentárias por conta disso e com isso a gente tem como consequência a perda de massa muscular que pode contribuir também paraa desnutrição então São pessoas que
T uma menor funcionalidade e uma menor eh quantidade de massa muscular então é importante que esses pessoas mesmo com esses sintomas sejam orientadas ali a realizar Atividades físicas de acordo com a sua capacidade né para para manter ao máximo a força muscular e a capacidade de realização de atividades de vida diária né esse é um ponto importante uma outra coisa é que a gente tem ali uma inflamação né então adpc eh tanto paraa bronquite quanto pro enfisema vai ter na na sua fisiopatologia ali estado inflamatório que dependendo do grau acaba também causando manifestações sistêmicas então
em pacientes com o DPOC A gente consegue detectar aumento de marcadores inflamatórios sistêmicos então isso também vai contribuir para maior né catabolismo proteólise lipólise o paciente perde músculo perde gordura Então esse é um outro mecanismo além do do aumento do estresse oxidativo que tem nessas situações de inflamação né né Então tudo isso também pode contribuir paraa desnutrição e a desnutrição aqui ela vai agravar mais ainda essa capacidade de realização de atividades Físicas né então acaba sendo um ciclo a pessoa não consegue fazer o exercício perde músculo aí fica desnutrir e a desnutrição piora mais ainda
e a anorexia que tá presente também por conta da inflamação então eh a redução da ingestão alimentar em pacientes com DPOC também acabam contribuindo muito para esse quadro tanto por conta da anorexia que vai ser direcionada por conta da inflamação quanto também por Eh maior cansaço e maior desconforto mesmo na hora da alimentação então às vezes a pessoa ali ela demora um tempo maior para se alimentar tem uma dificuldade maior eh Às vezes o o paciente ele como ele tem pode ter muita tosse né pode ter alí algum desconforto algum engasgo na hora da refeição
isso acaba gerando mais estress maior medo então Mas se a gente tiver falando de um idoso né que acaba tendo um certo grau de disfagia também Então isso acaba sendo muito complicado e alimentação inadequada vai piorar mais ainda esse essa situação como um todo né então Eh manter o padrão alimentar adequado nessas situações vai ajudar em muitos aspectos né em melhorar a funcionalidade melhorar a massa muscular prevenir a des combater o estresse oxidativo e e melhorar a ingestão tanto em quantidade quanto em qualidade Então são questões muito importantes que eu não sei por não Tem
documentos muito né estabelecidos aí falando sobre isso mas acaba que Pouca importância é dada É muito difícil você ver um paciente que foi encaminhado para nutricionista por conta de uma DPOC geralmente eles chegam pra gente quando tá desnutrido aí aí chega mas por conta do diagnóstico da doença não né e isso é complicado porque a gente poderia atuar em vários pontos aí para evitar complicações para para promover uma melhor eh evolução da doença eh a Desnutrição também né quando a gente perde músculo perde músculo do corpo todo e a respiração ela vai depender de vários
músculos respiratórios de a fragma de vários músculos Então a gente vai precisar também a gente vai ter também pacientes desnutridos por conta disso eh uma menor força respiratória com essa menor força respiratória até a capacidade de tosir ela fica também comprometida lembrar que a tosse é um movimento de proteção né se a gente Torse é porque tem alguma coisa incomodando nossas vias aéreas então a gente toce no sentido de expectorar Então se o paciente é muito desnutrido a a força respiratória reduz e capacidade de expectoração também reduz e ISO pode gerar aumento de infecções né
que a capacidade de expelir o muco vai ser maior de espelir partículas vai ser maior então por isso também que pacientes com desnutrição acabam tendo maior taxa de infecção pulmonar e De é recorrente não geralmente aparece mais mais depois de alguns anos de de doença sabe porque é uma doença que vai se desenvolvendo lentamente mas no início não só quando realmente a capacidade pulmonar acaba ficando menor mas tipo assim ah tô no início tô ali no nível um no go um geralmente não tem tanto problema assim é uma coisa que vai se desenvolvendo ao longo
do tempo conforme vai envelhecendo piorando exatamente Por isso que a gente não tem que começar quando já tiver o problema a gente tem que começar antes né para prevenir e e um outro ponto que acaba piorando a situação nesse contexto é que com a desnutrição e a ingestão alimentar insuficiente a gente também tem uma injeção deficiente de proteína e de Ferro Então se o paciente ainda tem nesse contexto todo uma anemia uma anemia nutricional né Isso vai piorar ainda mais né reduz a hemoglobina e Reduz frequentemente a capacidade de transporte de oxigênio sa então percebem
como existem vários mecanismos aí que relacionam né a a desição e a depel eh bom como disbiose aparece tudo né a gente também tem evidências aí eh entre a disbiose e a função respiratória né então existe também eh evidência que uma disbiose vai gerar um aumento de translocação essas bactérias vão promover uma inflamação a Nível sistêmico e que podem também comprometer a função respiratória Então hoje a gente tem algumas bactérias patogênicas que são aumentadas mais em pacientes com DPOC então é é comum ver isso é claro que os mecanismos ainda que modulam isso não estão
totalmente esclarecidos e são bastante compos mas a gente sabe que principalmente pela liberação de endotoxinas intestinais isso pode também ter uma influência na na função respiratória Eh e Existem algumas evidências que o uso de probióticos em pacientes com DPC pode ser benéfico né Porque as primeiras evidências foram obtidas de tipo assim você pega um grupo de pacientes com DPOC avalia a microbiota e compara com pessoas que não tem então eles uma diferença né e e que quando esse grupo que tem DPOC e disbiose recebem o probiótico isso poderia causar eh melhor resposta clínica então a
gente tem algumas evidências sobre isso mas isso Ainda é muito incipiente a gente tem até alguns estudos clínicos mas estudos clínicos muito pequenos muito restritos com número pequeno de pacientes e com características muito diferentes então assim é um campo que tá em aberto que tá em estudo a gente pode ter alguma eh eh evidência disso no futuro hoje a gente ainda não tem nenhuma diretriz nada assim muito específico sobre isso mas é o ponto aí pra gente ficar de olho né E microbiota tá sendo muito em evidência Aí nos últimos 15 anos então é é
pouco tempo né em termos de literatura pra gente ter evidências mais ricas em relação à avaliação nutricional eh a gente também não tem ferramentas específicas para pacientes com DPC Então a gente vai utilizar o padrão que a gente já conhece né considerando se é um adulto ou se é um idoso e eh avaliar os possíveis fenótipos que podem estar presentes nesses pacientes que é pacientes com caquexia pulmonar né a Caquexia né a gente já viu esse conceito que é a diminuição de massa muscular associada a doenças como a é uma doença crônica né que vai
gerando essa inflamação e esse catabolismo ao longo do tempo a gente pode desenvolver a caquexia também então avaliar esse fenótipo de de pacientes com caquexia pulmonar geralmente são pacientes desnutridos com depressão de massa muscular e com DPOC e pacientes por outro lado que podem ter obesidade Sarcopênica que é o paciente com excesso de tecido adiposo mas com deflexão de massa muscular então muitas vezes esse perfil aqui vai mascarar essa deflexão e de de músculo né e isso é mais complicado ainda porque a obesidade vai por ser caracterizada também por uma inflamação crônica vai exacerbar ainda
mais essa inflamação que é vista no pulmão e em relação às necessidades energéticas de pacientes com dep a gente sabe que eles são hipermetabólicos Porque ao longo da doença esse essa essa demanda respiratória ela vai aumentando né então o esforço que o que os músculos respiratórios Precisam fazer acaba ficando maior Então a gente tem um aumento de entre 30 e 70% na taxa metabólica basal ao longo da evolução da doença então assim é muita coisa se a gente pensar nas fases finais alí 70% é muita coisa então a gente sempre tem que pensar nisso e
promover uma apte maior de proteínas e de energia para pacientes Com DPOC tá aqui a gente plan de energia por enquanto eh se o paciente estiver hospitalizado a gente pode usar a a fórmula de har e benedict para estimar o o gasto energético basal e ficar entre 1.3 e 1.7 pro fator em judo aí a gente vai definir isso de acordo com a gravidade da doença então pacientes que tem Gold um Gold dois Gold TR go de qu aí a gente vai fazendo assim e de acordo com isso aqui seria 30 e Aqui seria 70
se a gente for usar a fórmula de bolso eh vai ficar ali entre 30 e 45 aí também de acordo com essa faixa Lembrando que 45 é muita coisa não sei se se a gente já fez talvez a gente já fez se a gente já fez algum se vocês já fizeram algum cálculo de plano alimentar com a essa necessidade é é muita coisa né então a gente acaba dando uma quantidade muito grande um volume muito grande e lembrar que esse paciente ele não vai tolerar volumes muito Grandes a gente pegar o gold de três Gold
de quatro são pacientes que eles cansam muito para alimentar Então a gente vai ter que pegar uma dieta mais Branda às vezes dieta pastosa E se a gente for pegar uma dieta pastosa com 45 calorias por kgo é muita coisa tem que fracionar muito né tem que fracionar muito e a acaba ficando muito cansativo então é muito comum muito frequente a necessidade de suplementos orais Então a gente vai ter que fazer o Uso disso e assim não esperar também chegar nessa situação aqui para poder fazer o uso de suplementos inclusive Esse é o único ponto
que eles colocam lá na diretriz da Gold né que o paciente com desnutrição ele precisa receber o suplementos então a gente fazer essa suplementação de uma forma mais precoce vai evitar aí algumas complicações bom em relação à recomendação de de macronutrientes eh você já ouviram falar disso né de cociente respiratório Eh em relação aos macronutrientes né que é o tanto de de oxigênio que a gente consome o quanto de CO2 que a gente produz para metabolizar os macronutrientes já ouviram falar disso provavelmente nutrição básica algum conceito básico que a gente devem ter visto isso então
em tese eh PR metabolizar carboidrato a gente tem cociente respiratório de um que é a quantidade de dióxido de carbono produzido é igual a quantidade de Oxigênio que é consumido por isso que é um proteínas é 0.8 e gorduras é 0.7 então a gente vê que os que as gorduras são um tipo de macronutriente com a menor quantidade de oxigênio certo então Eh então produz menos dióxido de de carbono então a gente poderia pensar assim Ah então é melhor a gente aumentar a quantidade de lipídios porque eh a produção de dióxido de carbono vai ser
menor então o esforço respiratório para eliminar CO2 Vai ser Menor e eh reduzir carboidratos só que assim isso embora a gente tenha isso em teoria na prática isso não se traduz em benefícios tá então hoje não há consenso sobre o aporte de lipídio e redução de carboidratos para diminuir produção de CO2 tá então referências mais antigas aí de 20 30 anos a gente até achava isso quando a gente ia ver recomendações nutricionais para pacientes com DPOC pensando nisso né então se lipídio a gente produz menos CO2 a demanda Vai Ser menor Então vou optar mas
por os lipidos são moléculas que vão sinalizar ali Então dependendo da quantidade de do tipo de lipídeo que você aumenta isso vai ter um efeito muito pior então a gente não tem recomendação tá eh recomenda-se dietas normoglicídica e normolipídica então não há necessidade de modular carboidratos e lipídios e recomenda-se dietas hiperproteicas por conta da da do hipermetabolismo presente da depressão de músculo tá então Pacientes com dplc vão receber dietas hipercalóricas e hiperproteicas hipercalóricos de 30 a 45 calorias por kil e hiperproteicas de 1.2 a 2 aí vai depender também do Estado nutricional se for o
paciente desnutrido aí ele vai ter que chegar a dois se for ainda paciente com estado nutricional normal a gente vai optar pelos valores inferiores mas sempre da Hiper prote eh e a gente tem alguns trabalhos alguns Estudos aí sobre padrão alimentar e a influência no no desenvolvimento da DPOC Então qual seria o padrão alimentar que seria melhor nesse sentido Então a gente tem evidências né daqueles padrões que nós já conhecemos que são mais anti-inflamatórios que é dieta da dieta vegetariana dieta do Mediterrâneo e a avaliação do índice inflamatório da dieta de uma forma geral então
o que que a gente tem em comum nessas nessas dietas né ricas em frutas vegetais Legumes pobres em carnes vermelhas com a quantidade maior de peixes eh o consumo do ômega-3 acaba sendo relevante nesse nesse contexto né de inflamação então dietas que são ricas em ômega-3 antioxidantes fibras vitaminas minerais e fitoquímicos mas também não há eh recomendação formal de suplementar esses componentes né apenas ajustar a dieta para esse padrão que acontece é que muitas vezes o padrão alimentar ele já tá alterado né então a gente só vai Fazer uma adequação e suplementar realmente só se
for necessário certo eh ah tá só para finalizar essa parte aqui alguns trabalhos né que mostram eh os benefícios de alguns padrões dietéticos com resposta clínica então nesses nesses dois trabalhos aqui esse aqui de 2022 esse aqui de 2021 eles mostram que uma dieta pró-inflamatória aumenta o risco de DPOC tanto pro desenvolvimento Da a doença quanto eh promove menor função pulmonar e assim são estudos grandes né com com a qualidade metodológica boa então a gente tem muitas evidências sim da influência da nutrição no desenvolvimento de doenças pulmonares eh Nesse artigo aqui eh foi visto que
uma maior aderência à dieta das foi associada a uma menor prevalência de DPOC eh e sintomas respiratórios né e melhor sintomas respiratórios ou seja tanto para Desenvolvimento quanto para aliás tanto para causar a doença quanto para progredir a nutrição tem uma influência então esses dois estudos aqui feitos com dieta D tem esse tem esse contexto Então vamos orientar nosso nosso paciente né aumentar consumo de cereais integrais frutos vegetais eh peixes fibras alimentares e antioxidantes e reduzir vermelhas embutidos e carnes processadas bran Finados gordura saturada e açúcar que é O que a gente tá sabendo já
né Eh em relação à suplementação de nutrientes individuais a gente não tem muitos estudos todos quando a gente vai e avaliar são sempre de padrões dietéticos assim quando eles eles pegam dietas dieta das aí vai ver tá mas o que que tem na dieta da acha a gente sabe que a dieta da acha ela é rica em magnésio ela tem uma quantidade boa de magn magnésio aí será que a gente suplementar o magnésio vai fazer o Efeito aí a gente vê que não faz então que é realmente quando esses nutrientes eles estão eh eles são
obtidos dentro de um contexto né de uma dieta saudável então não há recomendação formal de de suplementação exceto aumento de vitamina C para pacientes que são fumantes né que acho que vocês já até viram essa recomendação então pacientes tabagistas a gente tem um aumento do estresse oxidativo Então nesse caso ele se beneficiam né da suplementação Eh então RDA para mulher de 75 para hom 90 para fumante aumenta para 100 e 125 aí respectivamente então é a única recomendação assim que a gente tem e orientar o paciente como agir né como conduzir aí nessas situações de
maior demanda de maior exacerbação da doença nessas situações de infecções udas né que os sintomas eles acabam sendo mais exacerbados então no caso de anorexia e saciedade precoce né a gente sempre vai pensar em fracionamento em Densidade nutricional então alimentos tem uma densidade nutricional maior pra gente redusir o volume optar por alimentos de maior preferência né que aí que a aceitação Vai ser menor e preferir alimentos frios que reduz sensação de Plenitude gástrica também então geralmente a a ingestão vai ser maior na dispineia e fadiga orientar consumir devagar e descansar antes das Antes das refeições
eh empregar o fazer o uso de broncodilatadores Antes das Refeições essa é uma prática que ajuda bastante né então usar a bombinha lá com os os vasos dilatadores antes vai fazer com que a aceitação da dieta seja bem melhor então organizar esses horários eh empregar assim estratégia de liberação de de secreções né para poder fazer a limpeza das vias aéreas Antes também de começar a comer comer devagar sempre ter alimentos prontos e preparados para esses momentos que a pessoa tá mais cansada e não consegue preparar E se for Necessário durante a refeição fazer a suplementação
de oxigênio que pode ser necessário Às vezes a pessoa com eh DPC mais grave às vezes ela tem que interromper fazer o uso da máscara ou do catéter nasal contínuo para poder el conseguir se alimentar melhor certo alguma dúvida sobre DPOC e eu eu vou falar de asma hoje porque asma é menorzinho Deixa eu ver com cinco slides dá pra gente finalizar e asma Acaba também sendo mais mais tranquilo a asma é uma doença que tem as manifestações clínicas muito parecidas com o DC mas a fisiopatologia é completamente diferente né nasma a gente também tem
inflamação das vias aéreas e obstrução do fluxo de ar mas o mecanismo aqui é imun imediato né então é uma doença alérgica é uma doença que tem aí eh uma Resposta imune do tipo T H2 né que é a característica de respostas Alérgicas eh contra componentes aí que estão presentes no ambiente então São pessoas que respondem de forma exacerbada né Tem uma Resposta imune exacerbada e descontrolada contra antígenos por exemplo é fleem ácaro pelos poeira de uma de uma forma geral então São pessoas que desenvolvem essa Resposta imune isso vai gerar uma inflamação e vai
causar os sintomas as respostas imunológicas relacionadas à alergia elas são eh essa Essa predisposição é determinada geneticamente né então tem pessoas que são mais predispostas a a desenvolver asma e assim como outras alergias né por essa predisposição a respostas mediadas pela hig que é o que a gente chama de atopia e Geralmente as pessoas asmáticas elas também têm eh um aumento de outras eh alergias né às vezes alergias alimentares alergias de pele enfim São pessoas que respondem isso de uma forma mais Exacerbada quando né expostos a a ess antígenos ambientais eh e aqui só uma
figurinha pra gente observar o que que acontece na asma né a gente tem uma vasoconstrição então aqui seria uma via aérea normal e uma via aérea asmática e porque a asma também ela é uma doença crônica e ela tem os ataques né Eh e aqui seria durante um ataque que é uma exacerbação dessa condição crônica eh então a gente percebe aqui eh uma redução do tamanho Né do espaço ali paraa passagem de á então uma vasoconstrição que tá até representados os músculos né que que contribuem né para essa construção dessas vias aéreas Então a gente
tem essa constrição eh e um espessamento aqui dessa região também pela maior produção de muco em decorrência dessa resposta inflamatória então com isso durante os ataques de asma o fluxo de á Ele fica muito muito reduzido né não sei se vocês já viram pessoas com asma tendo Um ataque é horrível porque parece que elas vão morrer na hora né porque realmente eh e elas ficam meio que desesperadas isso pior piora né porque você aumenta a ansiedade aumenta a frequência respiratória você tenta respirar mas o ar não passa então por isso que geralmente pessoas asmáticas elas
precisam andar com as Bombinhas né que aqueles medicamentos vão ser inalados e vão promover e a vasodilatação dessa Região permitindo né o fluxo de ar Então são são situações n que exigem que a pessoa se Organize ali para sempre ter um uma uma bombinha de asma ali e os ataques são desencadeados pelos antígenos né que vão levar essa resposta e são agravados também pelo estresse e ansiedade porque aí você vai né ter e aumento de frequência respiratória frequência cardíaca pior ainda mais a situação eh a fisiopatologia da asma ela vai ser mediada então pelas respostas
Imunes do tipo th2 que vocês também já viram né Vocês estão lembrados disso né já fizeram todo mundo aqui fez imunologia não tem ningém não né Eh normalmente a gente tem uma primeira resposta né que é que é a fase de sensibilização Então a gente vai ter a primeira exposição a esses antígenos a esses alérgenos nessa primeira exposição então o paciente não tem sintoma nenhum né a gente não tem a as manifestações Clínicas presentes esses antígenos então eles vão ser capturados vão ser apresentados né as células imunes vão levar ativação de plasmócitos né de pósitos
B que vão produzir anticorpos contra aquela proteína ali que foi o antígeno Então a gente vai ter ali toda a montagem de uma resposta imunológica mas que nesse momento a gente não vai ter sintomas Então nesse primeiro contato a gente vai produzir a iG né os anticorpos Específicos para aquela para aquele antígeno esses anticorpos eles vão se ligar lá na superfície celular de mastócitos então a resposta ali fica montada Então a gente tem os os m mastócitos prontos ali né com os os grânulos ali Contendo a histamina prontos e produzidos e com o anticorpo ali
na na superfície que vai reconhecer esse antígeno que deu origem a essa resposta quando a gente tem uma exposição repetida a esse antígeno Ocorre já a ligação desse antígeno no anticorpo na superfície de mastócitos então por isso que a gente tem essa resposta imediata né subsequente a essa primeira ativação Então a gente vai ter a degranulação de mastócitos com a liberação de estamina leucotrienos mediadores inflamatórios que vão fazer essa resposta aguda né por isso também que essa resposta ela acaba sendo exacerbada ali eh nesses nesse nesse a partir desse segundo contato então toda Vez que
a pessoa tiver o contato com esse antígeno ela já vai ter essa sensibilização e vai ter aí essas Essas manifestações clínicas aqui tá bem pequenininho mas mostra que essa resposta eh acontece na hora é uma resposta imediata que vai é mediada por essa degranulação de mastócitos com a liberação de estamina eh leucotrienos E isso também vai estimular uma resposta que é um pouco mais tardia que vai ser mediada pela inflamação tá qu isso vai Causar aqui os sintomas nesse gráfico aqui tá mostrando a resposta imediata que ela acontece minutos depois da exposição ao antígeno e
a resposta tardia que vai demorar algumas horas que também vai ser caracterizado aí por esse aumento de inflamação certo os sintomas da asma são muito eh parecidos né também com o que a gente viu Eh dispineia dificuldade respiratória Pode ter tose eh uma característica mais específica aqui da asma é a cilânia que é aquele Xiado no peito não sei se você já tiveram contato com alguém ou alguém eh e nas crises o paciente geralmente ele tem uma crise né ele fica bastante ansioso porque ele realmente não consegue respirar então geralmente são crises imobiles e o
paciente né fica bastante apreensivo e ansioso e pode gerar Insuficiência respiratória de acordo com a intensidade dessa resposta então pessoas asmáticas que se elas foram expostas a ambientes né com muitos antígenos ali tipo e café caus bastante resposta pel de animais Então aquela pessoa Seme ali tendo contato com esses componentes ela pode desenvolver uma inflamação que é mais crônica ao longo do tempo e com o passar do tempo desenvolver insuficiência respiratória bom em relação à Nutrição a gente também tem menos cois ainda do que na DPOC aqui a gente tem uma diferença é que na
DPOC a gente tem tem um uma demanda respiratória maior então aumento de taxa metabólica maior do que a gente tem na asma a asma por mais que a gente tem uns ataques ali que vai ter uma influência não é tão crônico quanto a dplc então por isso que o impacto em termos de desrição acaba sendo bem menor então a gente não tem essa implicação tão grande assim né um Comprometimento de alimentação de como nós vimos na DPOC Então nesse aspecto a asma é bem mais tranquila o que a gente tem é que alguns alimentos eles
podem piorar os sintomas né então no contexto da nutrição é muito mais voltado para isso temos poucos trabalhos em adultos A grande maioria é pra população pediátrica eh e temos também muitas evidências da nutrição do efeito da nutrição Perinatal na asma Então Eh mães né gestantes desnutridas tem maior risco de crianças com eh risco de asma eh e também a nutrição ali nos nos primeiros eh meses de vida né um um um desses pontos que é bem claro que é bem marcante é o papel da do aleitamento materno então bebês que que foram amamentados apresentam
uma menor chance de desenvolver asma eh quando comparado com aquelas crianças que receberam formas então também tem muito muitos estudos Nesse contexto né da população Pediátrica no adulto não tem muita coisa tem poucos estudos né até aquela influência ser bem menor não é uma coisa que acaba chamando tanto atenção e e a maior parte também volta para aquilo que a gente já falou do padrão dietético então pessoas que tem o padrão dietético mais adequado com um perfil mais antiinflamatório geralmente tem uma resposta melhor então sempre pensar nessa questão de adequação do padrão dietético Eh temos
alguns trabalhos mostrando os papis o papel eh protetor da vitamina D então pessoas que TM deficiência de vitamina D acabam tendo uma resposta Pior né Lembrando que a vitamina D tem esse papel imunológico também importante mas que também não tem necessidade de suplementar só verificar se a pessoa é deficiente ou não e realizar a suplementação se for necessário temos algumas evidências de fibras antioxidantes e ômega-3 mas ainda também Com evidências muito limitadas o que a gente tem um pouco mais claro assim uma evidência um pouco maior é sobre Laticínios eh que há uma evidência de
maior risco de desenvolvimento de asma em pessoas que T essa predisposição e de exacerbação de sintomas então algumas pessoas que T asma podem relatar o aumento de manifestações químicas após o f de linos Mas isso não é uma uma verdade absoluta então a gente também Não precisa sair tirando leite de todo mundo então a gente vai reforçar esse negócio consumir leite leite é inflamatório e pronto em algumas a gente tem sim evidências que nesse contexto como são pessoas mais alérgicas pessoas que já TM essa predisposição o leite pode exacerbar sintomas aí a gente vai investigar
se o consumo de leite está associado a piora de sintomas daquela pessoa porque se ela relata pra gente que consome Leite come queijo iogurte e Tá tudo bem não tem sintoma tá tudo certo não ver relação entre as crises e o consumo de laxin não tem necessidade da gente retirar Tá mas frente à evidência dessa relação a gente precisa ficar atento tá e se for necessário a gente faz essa restrição mas em relação a asma né as evidências são muito e mais limitadas né então eu até trouxe Eu sempre gosto de fazer desse assunto seminário
Porque como é uma coisa que tem muita evidência Assim a gente discute né TR as coisas que estão aí pra gente discutir mas sem uma evidência muito direta e e esse artigo Ele é bem legal 2023 ele fala do papel da dieta em doenças alérgicas né Então mostra aqui vários mecanismos pelos quais a dieta pode modular melhorar e essa resposta modulando resposta imunológica né tanto imune inata Quanto adaptativa é modulando o intestino então também tem muitos estudos que vão relacionar A a saúde né da microbiota do intestino de uma forma geral com sintomas eh aqui
mediando a produção de metabólicos né que vão relacionar com a resposta s mas sem muitas coisas muitas evidências e uma outra coisa também que a gente precisa considerar é que a obesidade ela tem eh ela favorece também o desenvolvimento dessas respostas então pessoas que são predispostas apresentam obesidade elas também podem ter uma um Benefício adicional né dessa perda de peso e do controle daí dessa dessa condição pronto eh aí que mostr algumas vias pelas quais eh a obesidade pode modular a função respiratória então pelo aumento eh de toxinas inflamatórias uma desregulação metabólica de uma forma
geral A disbiose tá relacionado também com a obesidade alto consumo de gorduras né Principalmente gordura saturada eh menor volume e função eh pulmonar n uma menor capacidade respiratória e isso Aí pode piorar a a resposta da asma tá então a a a a presença de obesidade em adultos aumenta a incidência da asma em 2,3 vees então pessoas que TM asma tem esse risco maior eh e esse efeito é dose dependente do IMC então quanto maior o grau de excesso de peso né Maior a influência nesse nesse aspecto pro desenvolvimento da doença e pessoas que são
obesas asmáticas elas também têm pior eh pior resposta né pior controle da doença Então nesse contexto o que a gente pode fazer é instituir aí a terapia nutricional para perda de peso e consequentemente a gente vai ter melhora de sintomas certo prma é uma coisa bem mais tranquilinha né mas mesmo assim não negligenciar o peso a obesidade o padrão alimentar de uma forma geral vai ter efeito sim e e os lapic Bom aí não tem mais Mas vocês querem perar alguma coisa dúvidas reclamações choros sempre né Vocês vão ter aula agora sim