Olá pessoal na aula de hoje a gente vai falar sobre as diarreias Principalmente nos ruminantes bom primeiro a diarreia é uma enfermidade multifatorial a gente tem vários agentes etiológicos que podem estar envolvidos na diarreia a gente tem fatores relacionados também ao meio ambiente e ao hospedeiro que vão determinar a ocorrência da diarreia e a gravidade também dela a gente tem diarreias de origem nutricional de origem infecciosas e de às vezes de origem de congênita do do animal os animais jovens são mais sensíveis justamente porque geralmente é o primeiro contato que eles estão tendo com aqueles
agentes então eles já não têm uma imunidade adaptativa contra aquela infecção e geralmente é impossível determinar o agente etiológico somente pelos sinais clínicos então a gente precisa lançar mão de exames laboratoriais para diagnosticar Com certeza qual o agente que tá envolvido e é caracterizada pela diarreia e essa diarreia leva uma desidratação progressiva de maior ou menor intensidade de acordo com a intensidade dessa diarreia pode resultar também em acidose metabólica e em óbito desses animais e aí a gente tem alguns agentes etiológicos que a gente vai discutir com mais detalhe em sala tá um deles é
a emé que leva a uma doença que chama emeri ou Citi que atinge os bovinos e os pequenos menos fulminantes a gente discute com mais intensidade em sala de aula tem a colibacilose que é causada pela eixer Cole a gente vai ver também que ela tem diferentes tipos de ecle que podem ser habitantes normal da flora do animal ou se elas adquirem algumas características de patogenicidade elas podem causar processos como a enterotoxemia tem as bactérias enteropatogênicas e a enterem que a gente vai discutir com mais detalhe em sala a gente tem também a doença causada
pelas por bactérias aí do gênero salmonela que não são habitantes normais dessa Flora dessa microbiota desses animais e geralmente causam doenças graves tem uma doença caracterizada por por enterotoxemia que é causada pelo crosto perfin que vai ser mais importante aí nos caprinos e nos ovinos que ela tem já uma letalidade muito maior do que as outras bactérias e tem as diarreias de origem viral que o agente etiológico é um vírus como as coronav viroses e as Rot viroses que pode atingir também esses animais e aí a gente tem alguns fatores de risco que são comuns
a essas doenças que podem caracterizar a ocorrência dessa diarreia dentro de uma propriedade e a morbidade dessa diarreia né o número de animais que são acometidos e a gravidade dessa doença então fatores aí ligado ao nascimento e a colostragem desses animais desses Bezerros desses Cordeiros se esses animais nascem num ambiente muito contaminado eles vão se contaminar aí Com altas cargas desses agentes etiológicos quanto mais maior a concentração desses agentes maior é a chance de ocorrer a infecção se existe também falha na colostragem se esse colostro não é fornecido num tempo adequado não tem uma qualidade
adequada ou alguma condição do animal impeça a absorção dessas imunoglobulinas também é um fator determinante na ocorrência e na gravidade dessas diarreias a capacidade de resistir a essa infecção intestinal de resistir a esse processo de doença vai est inteiramente ligada à capacidade do hospedeiro de montar uma resposta imunológica contra a doença ou de já ter as imunoglobulinas ali transferidas pelo colostro Então se esse animal não foi colostral ou se o colostro não contina não conha as imunoglobulinas e responsáveis por combater esse agente esse animal vai ter a doença e às vezes de uma forma mais
grave Outro ponto importante é a imunidade da mãe vai ter no colostro somente as imunoglobulinas que a mãe transmitir e Quem produz é ela se a mãe não tiver tido nenhum contato com aquele agente etiológico determinado ela não vai produzir anticorpos E aí mesmo que a colostragem seja bem feita esse animal não vai est protegido porque a fonte do anticorpo que era a mãe não teve contato com o agente tá então algumas doenças aí a gente vai ver que a forma de prevenção é justamente vacinar as mães assinar as vacas para elas produzirem as imunoglobulinas
e transmitirem para esses Bezerros aí Outro ponto importante é o desafio que que seria esse desafio tá ligado à carga de de agente etiológico que eu tenho Então se o animal tiver contato com pouquinho só de bactéria e o outro animal tem contato com uma grande concentração de bactéria quanto maior a concentração de bactérias maior é a chance de ocorrência da doença Tá além disso quantos agentes quantas infecções quantas doenças que esse animal tá sendo exposto por exemplo se o animal não tem nenhuma outra doença concomitante a chance dele responder melhor a essa diarreia é
muito maior agora se a gente pega um animal que já tá com pneumonia que já tá com verminose que já tá desnutrido geralmente Esses animais têm a doença mais grave a resposta imunológica mais deficiente E aí a chance dessa infecção ser mais grave e levar inclusive ao óbito é maior outro ponto importante seria a transmissão fatores que influenciam a transmissão desse o contato desse agente com hospedeiro por exemplo nos confinamentos a gente geralmente tem uma carga mais alta de animais tem mais animais naquele espaço se não houver higiene adequada Esses animais vão ter mais contato
com as fezes ali que é a principal forma de transmissão desses patógenos então em confinamentos Principalmente quando eu tenho superlotação e higiene precária não se retira as fezes e urina desses animais do local sempre vai ter uma chance maior de ocorrência dessas patologias e que elas vão se disseminar mais dentro desse lote de animais tá se eu pego por exemplo o animal que é criado a pasto geralmente o distanciamento desses animais é maior as fezes são mais espaçadas então esses animais têm menos contato com esses agentes Tá além disso nesses confinamentos com superlotação higiene precária
entra aquele ponto do desafio tem outras doenças que vão ser mais prevalentes ali Esses animais às vezes estão submetidos a uma condição muito estressante ou estão ali num ganho de peso muito acelerado numa produção leiteira muito acelerada isso também reduz a resposta imunológica desses animais contaminação de água e alimento quando a gente tem coxo de água coxo de comida e de forma feito ali de forma inadequada que acaba respingando fezes respingando urina nesses nesses alimentos e nessa água também aumenta a chance e a intensidade da ocorrência dessa dieta animais desnutridos subnutridos ou que falta aí
uma suplementação com vitaminas e minerais também tem mais chance de sofrer de diarreia Além disso tem as diarreias de origem de origem nutricional por exemplo em casos de acidose quando esse animal ingere uma alta carga de carboidratos ele acaba tendo essa diarreia outra situação é a ingestão excessiva de leite quando o animal não Tá adaptado a ingerir Aquela quantidade de leite se ele ingere muito de uma vez ele pode ter diarreia de acordo ali com essa ingestão de leite ou naqueles casos que o animal já tava desmamado não tava mamando mais e porventura ele tem
contato o leite é reintroduzido na dieta ou ele escapa e M aí na vaca e aí ele vai ter um uma diarreia aguda e às vezes com uma intensidade mais elevada Outro ponto importante são as doenças concomitantes se esse animal tiver passando por um processo de diarreia e juntamente com outra doença geralmente o quadro também é mais grave e a sensibilidade de um animal doente a sofrer também de diarreia é maior quando a gente tem mistura de categorias a gente pensar em animal adulto animal eh mais jovem adulto aí junto com animal recém nascido com
animal muito jovem também aumenta a chance de ocorrência de diarreia nos animais mais jovens nos neonatos porque eles são mais sensíveis tá isso faz com que esses animais se contaminem com maior facilidade também entra um ponto importante a mistura de espécies diferentes essa promiscuidade entre as espécies é um fator importante na transmissão de algumas patologias que levam a diarreia por exemplo a salmonelose a salmonelose ela tem Às vezes a ocorrência de surtos em situação que Aves principalmente as aves aquáticas contaminam a água desses animais desses bovinos desses pequenos ruminantes dos equinos E aí esses animais
ingerem tem contato com aquela bactéria que eles nunca tiveram contato antes tá então é bem importante aí na salmonelose por exemplo E aí o tratamento e como eu comentei a maioria as diarreias em geral a gente não consegue chegar ao diagnóstico somente pela Clínica do animal qual que é o agente que tá envolvido então na maioria das vezes a gente faz um tratamento sintomático um tratamento geral voltado pra diarreia e não para uma patologia em si não paraa salmonelose não para ecle não para emeri então a gente faz o tratamento sintomático geralmente a gente inicia
com esse tratamento com esse protocolo geral e se a gente remetesse material para laboratório às vezes para pesquisa do de uma hemose ou um material para cultura e antibiograma ou uma sorologia depois de acordo com o diagnóstico Laboratorial a gente pode adaptar o nosso tratamento mas em geral a gente estab um protocolo de tratamento mais geral que que é o princípio do tratamento das diarreias o que vai levar o animal a óbito na maioria dos quadros de diarreia é a desidratação tá então esse animal vai perder muito líquido Ali pela diarreia às vezes ele diminui
a ingestão de leite de água então o que geralmente mata é a desidratação alguns agentes etiológicos causam bacteriemia causam a sepsemia e talvez eles levem ao óbito mas em geral a desidratação é um ponto de grande importância então o primeiro ponto restabelecer esse equilíbrio hidroeletrolítico fazer a hidratação desse animal segundo ponto quando o animal tem quadros de diarreia muito grave geralmente ele entra em acidose metabólica então nessa minha fluidoterapia eu tenho que pensar isso às vezes entrar com uma solução de bicarbonato para fazer a homeostase esse restabelecer esse equilíbrio ácido básico Outro ponto importante é
a Glicemia desses pacientes se a gente tá tratando um Neonato um animal muito jovem a glicose a a Glicemia desse animal é muito dependente da ingestão do leite e um dos primeiros das primeiras coisas que acontece no Animal doente é ele parar de se alimentar então ele para de ingerir leite então a principal fonte de glicose dele foi cortada Então a gente tem que se atentar muito a ferir a Glicemia desses animais porque outra causa de óbito importante em animais muito jovens é a hipoglicemia então a gente afere a Glicemia ou fornece a suplementação de
glicose vi oral ou intravenosa de acordo com a necessidade Outro ponto é o uso dos antibióticos antibióticos ou dos Cidi Quando que a gente vai usar eles vai depender muito da clínica do animal e do agente que tá causando a infecção se é uma emeri a gente vai usar um tratamento específico para emeri se é outra Agente bacteriano uma ecle uma salmonela a gente vai entrar com antibiótico específico para elas só que o que que acontece grande parte desses quadros de diarreia o animal consegue montar uma imunidade contra essa infecção e debelar o quadro sozinho
desde que a gente forneça ali um tratamento suporte de Alimentação adequada e de hidratação então às vezes eu não preciso entrar com antibióticos mesmo que seja uma infecção bacteriana Outro ponto Às vezes a causa da diarreia é viral então não tem uma droga antiviral que eu vou usar e o antibiótico não vai ser efetivo contra o vírus tá então o uso dos antibióticos vai depender muito da apresentação clínica da doença e quando eu tiver o diagnóstico certeiro daquele agente etiológico a gente faz uso também dos antiinflamatórios porque isso vai gerar uma dor essa diarreia gera
dor gera desconforto intestinal nesse animal Então a gente tem que usar os antiinflamatórios para controle de dor controle da inflamação que tá ocorrendo ali na mucose intestinal e controle da temperatura porque é comum que esses animais tenham febre Então a gente tem que pensar aí em drogas que tem boa ação antipirética boa ação analgésica em vísceras e boa ação antiinflamatória tá E aí dependendo da apresentação do quadro eu vou escolher uma dessas drogas se o animal tá só com febre eu posso usar por exemplo uma Dipirona se o animal tá com febre e dor abdominal
posso usar um flunixin E aí eu vou me adaptando de acordo com a apresentação da doença Além disso eu tenho que fornecer um alimento de boa qualidade que não piore também aquela situação eh se eu se tem um animal que já com diarreia e eu fornecer para ele um alimento que ele não Tá adaptado ou uma grande concentração aí de de alimentos com muito carboidrato eu posso estar piorando esse quadro de diarreia ponto importante também que que é muito comum Às vezes o bezerro apresenta um quadro de diarreia E aí o proprietário acha que é
o leite o excesso de leite que tá causando aquela diarreia e corta o fornecimento de leite isso é extremamente errado por geralmente a principal fonte de alimento e água desses animais é justamente o leite se eu tiro o leite eu tô aumentando a chance desse animal entrar em hipoglicemia e aumentando a chance dele desidratar e dessa desidratação ser mais grave então se o leite não é a causa daquela diarreia se eu tenho certeza que ele não é a causa se o animal não tem por exemplo aí não tá recebendo um excesso de leite eu não
corto alimentação de leite desse animal não corta essa fonte de leite e aí a gente tem eh algumas situações e o tratamento mais indicado para essas situações por exemplo se eu tenho um animal que tá ali com uma diarreia moderada porém o animal tá Alerta tá com apetite tá bebendo água tá comendo tá bebendo leite não apresenta febre e tem uma uma desidratação leve que que eu posso fazer de tratamento posso somente fornecer ali uma solução interal é importante que a gente faça essa solução interal que seria a água mais os eletrólitos adequados e não
forneça somente a água para não fazer um desequilíbrio ali hidroeletrolítico no Animal então a gente prepara essa solução interal e deixa ali num baldinho para esse animal beber conforme a necessidade para ele beber à vontade e a gente vai monitorando esse animal não para fornecimento de leite não para fornecimento de alimento nesse animal com essa situação a gente inicialmente não precisa entrar com antibiótico e não precisa entrar com antiinflamatório somente garantir que ele vai ingeria essa solução interal E aí esse animal a gente fica monitorando se ele piorar a gente muda o protocolo de tratamento
já quando eu tenho um animal que tem uma diarreia de moderada a intensa porém o animal tá Alerta só que aqui ele já tá sem apetite que que acontece quando o animal tá sem apetite se ele não tá ingerindo se é um animal Neonato que ingere Leite a principal fonte de hidratação e de glicose já é o leite então esse animal aqui vai ter um quadro clínico pior já pode entrar em hipoglicemia e vai desidratar mais porém ele não tem febre e a desidratação é de leve am moderada como que eu vou tratar esse animal
vou garantir a hidratação dele ele já tá desidratado né Essa hidratação eu posso fazer ou via intravenosa ou eu posso fazer interal forçado o que que seria isso se eu deixar somente o baldinho com interal e esse animal não ingerir ele vai piorar muito que que eu posso fazer faço uma sonda oro ruminal e desço essa solução interal tá porque aí eu garanto que ele vai se hidratar E aí depois que eu forneço essa solução Eu sempre deixo ali disponível essa interal para ele beber conforme a necessidade mas eu não deixo de garantir essa hidratação
Inicial sempre avaliar a Glicemia desse animal para como ele tá sem apetite Pode ser que essa glicose sanguínea comece a baixar e eu tenho aqui intervir vou entrar com antiinflamatório porque às vez essa falta de apetite é por conta de dor intestinal por conta da diarreia então eu entro aí com antiinflamatório com boa analgesia de víscera e já começo a pensar aí no uso do antibiótico nesse animal eu posso ou não entrar com antibiótico tá ou eu já estabeleço antibiótico terapia ou eu vou avaliando se ele se manter assim se ele não melhorar ou se
ele piorar eu já entro aí com o uso de antibiótico sempre mantendo a oferta de leite e mantendo a oferta de alimentos é importante lembrar que nos Anes não é interessante que a gente faça a ingestão de leite forçada por sonda ou por mamada forçada por quê Se eu fizer isso não vai formar a goteira esofágica esse leite vai parar lá no rum vai causar uma ruminite química e vai piorar a situação do animal então o leite ele vai ter que ingerir espontaneamente eu não posso passar a sonda nesse momento e forçar ele a ingerir
próxima situação eu tenho um animal com uma diarreia intensa o animal tá muito apático sem apetite tem febre e tem desidratação de moderada grave nesse caso eu já vou ter que fazer uma hidratação de preferência intravenosa Se não for possível fazer hidratação intravenosa eu faço a interal forçada deixo a solução interal eh disponível para esse animal constantemente Depois dessa primeira hidratação avalio a glicemia e corrijo se tiver baixa e aí nesse animal eu já vou ter que entrar com antiinflamatório e antibiótico nesse animal já Obrigatoriamente já entro com antibiótico terapia tá mantendo a oferta de
leite e de alimento então é esse um protocolo básico geral pra abordagem desses pacientes com diarreia essa abordagem como vocês viram vai ser mais voltada dependendo da clínica do animal do que para o diagnóstico específico daquele agente etiológico tá Então apesar de eu não saber qual bactéria que tá causando eu posso aplicar esse protocolo aos tratamentos exceto aqui numa situação sempre que eu suspeitar ou tiver confirmação de Cox que é a doença causado pela himéria é ideal que eu já faça o tratamento mesmo que a clínica do animal seja boa por se eu deixar esse
animal sem tratar ele vai continuar contaminando muito o ambiente e além disso a imunidade que essa infecção confere ela não é muito forte e não se mantém por muito tempo então se eu não tratar esse animal tem Grande Chance dele ficar portador e de ficar contaminando o ambiente então se eu suspeito de Cidi já entro aí com tratamento que pode ser antibióticos à base de sufa ou o tratamento mais esp que tem mais garantia de sucesso que é o uso aí do tolra azuil considerações Gerais sempre que eu tô trabalhando com neonatos muito jovens conferir
sempre a Glicemia manter se manter atento a essa a essa glicose animais que TM quadros graves de desidratação provavelmente vão estar em acidose então além da fluidoterapia eu vou ter que restabelecer o equilíbrio ácido básico muitos casos vão ter resolução espontânea então eu não preciso em todos os casos entrar com tratamento com antibiótico Então vai dep depender da clínica do animal igual a gente discutiu anteriormente o ideal é que a gente troque Esses animais de ambiente porque provavelmente aquele ambiente que ele tava foi a fonte de contaminação então colocar esse animal num ambiente seco limpo
e principalmente separado dos animais saudáveis para ele não contaminar esses outros animais e tá sempre atento que nesses casos de nos casos de diarreia o que vai matar mais rápido o nosso paciente é a desidratação então é o principal ponto aí que eu tenho que me tentar é o básico aí de todo atendimento de animal com diarreia que que a gente pensa aí de prevenção e controle dessas dessa afecção dessa dessa síndrome que seria diarreia pensando aí num geral para todos esses agentes etiológicos primeiro ponto eu tenho que reduzir o grau de exposição dos animais
a esses agentes infecciosos então manter um ambiente limpo fazer a destinação correta ali dos dejetos das fezes desses animais se eu tenho aí criação eh criação de animais com parição fazer um Piquete maternidade onde Esses animais vão nascer num ambiente mais limpo não deixar a vaca parir dentro de curral que é o ponto mais contaminado da Fazenda eh segundo ponto propiciar a máxima resistência inespecífica aos animais que que seria isso boa colostragem e bom manejo se eu garanto a colostragem se eu garanto que esse esses anticorpos do colostro foram passados pro animal ele tem uma
defesa muito maior contra essas infecções eu garanti num bom manejo eu reduzo o desafio que esses animais estão submetidos então eu reduzo a incidência de outras doenças já aumenta a imunidade desse animal e o terceiro ponto aumentar a resistência específica dos bezerros através da vaccinação das fêmeas gestantes o que que é isso eu vacino a vaca ela desenvolve o anticorpo e passa o anticorpo pelo colostro pro bezerro então é o melhor a imunidade do beiro tá E aí as vacinas que a gente tem disponíveis para as afecções que causam diarreia a gente tem vacina contra
o Rotavírus coronavírus a ecole e o costr perfringens essas vacinas que a gente tem disponível para fazer esse protocolo ou nos Bezerros ou nas mães esses Bezerros para ela passar pelo coloso para eles bom sobre as diarreias era isso que eu tinha para falar para vocês até a próxima aula