Olá, pessoal, tudo bem? A ideia desse conteúdo aqui é um conteúdo extenso que a gente vai falar um pouco sobre prevenção, gerenciamento. Eh, nessa parte, especificamente, a gente não vai conseguir falar da das partes de redirecionamento, de auxílio físico para essas ocasiões, tá?
Por questão da do posicionamento físico, mostrar onde coloca a mão, mas eu me disponho a gente fazer isso numa próxima oportunidade que for possível, tá bom? Com uma outra pessoa. Vamos falar sobre vários assuntos.
Então aqui nós vamos falar da parte um desse conjunto de aulas, tá bom? Então, eh, a ideia é também que nessa aula vocês tenham, eh, pelo menos dois ou três exercícios para poder fazer a fixação. Então, no final da aula ali, mais ou menos de uma meia hora, eu vou orientando vocês eh de perguntas que vocês possam responder, seja para colocar no grupo e aí a se Carol puder colocar ir descrevendo as perguntas no final que eu vou falar, a gente coloca no grupo.
vocês puderem respondendo, a gente pode manter o diálogo na parte de interação, tá bom? Vamos lá. Então, eh muitas vezes a gente tem objetivos de intervenção e eh uma maioria das vezes eles podem funcionar como ensino direto, seja de habilidades motoras, habilidades, capacidades físicas, mas elas podem ser também objetivos relacionados a atraso desenvolvimento de outras áreas, né?
a parte social, parte comunicativa, intelectual, né? Em outras oportunidades, a a prioridade é a manutenção, a restabelecimento de dignidade do indivíduo, que se referem a em grande parte a comportamentos, problemas. Tá bom?
Aqui vale rapidamente uma orientação para vocês sobre terminologia, sobre comportamento problema, interferente ou relacionados subtilos. Ah, o termo mais correto tecnicamente é comportamento problema. Comportamento ifen, problema.
Por quê? comportamento que é alvo de uma intervenção, de uma solução, tá? Não é adjetivando se é bom ou ruim.
Quando as pessoas usam o termo problema de comportamento, dá a impressão que algum comportamento que tá com defeito tá adjetivando bom ou ruim, tá? Então a gente não deve utilizar o termo problema de comportamento, embora muitas pessoas usem isso eh sem nenhuma distinção, tá? Eh, entretanto, por conta das muitas pessoas usarem o termo por problema de comportamento, eh, dá impressão que algumas coisas, alguns são comportamentos, outros não, né?
O do tipo de comportamento. Eh, então, eh, muitas pessoas têm eh, especialmente da a do eh que tem o diagnóstico transtorno espectro do autismo, eh, tem eh eh rejeitado essa terminologia. Então, muitas vezes, a gente usa a terminologia comportamento interferente.
Interferente é um comportamento que eh interfere na sua aprendizagem, na sua relação social, na sua participação inclusiva desse indivíduo. E aí ele pode ser alvo eh de intervenção também. Eu entendo que quando a gente usa a palavra comportamento interferente eh ele não necessariamente tá dizendo algo que precisa ser eh modificado, tá?
por exemplo, com relação ao um indivíduo que tem baixo repertório de comunicação. Então, o fato dele não ter uma comunicação eh eh que viabilize, né, relações sociais com esse indivíduo, isso é um comportamento interferente, mas não necessariamente é um comportamento problema. E o a ausência daquele repertório não é um problema.
O que é problema é, né, a a necessidade de ensinar um novo, um outro comportamento, tá? Então, eh eh embora, né, tecnicamente o termo comportamento problema é o que vai é o que vai aparecer mais nos na literatura, embora eh especialmente na na literatura mais recente da aba na contemporaneidade, o termo comportamento referente tem crescido mais, mas eh é e é eh socialmente é esse tema que a gente tem utilizado. Crises tem que ser relacionados, né?
tem várias definições, algumas comparando com o que é crise, o que que é birra, tá? Na perspectiva da análise do portamento, crise é algo que vai eh ter uma intensidade maior, um impacto maior, um prejuízo maior, seja pro indivíduo ou para efeitos sobre relações com outras pessoas ou com o próprio ambiente, tá? né?
A gente vai tentar eh usar aqui como um sinônimo interferente comportamento problema. Eh, e mais muito mesmo na minha fala vai aparecer mais comportamento problema, tá bom? Bom, o que fazer diante desses comportamentos problema, quando se você tem com os indivíduos, né, depende do seu papel, né, e da abordagem da sua equipe, tá?
Em geral, uma equipe que tem, né, uma coesão, que tem uma liderança, que tem um um supervisor do caso, né, o modelo de exerci eh trabalha na supervisão diária, né? Então, ele ele tá numa parceria entre o supervisor do caso ou supervisora do caso e o profissional a profissional de educação física, tá? a gente tendo uma um supervisor do caso que eh pode haver, mas não necessariamente tem aqui no Brasil, é ele quem vai ajudar na tomada de decisões sobre isso.
Pode ser necessário chamar, né, quando há comportamentos interferentes, comportamentos problemas mais graves, que você contrate uma pessoa externa especializada nesse sentido, nesse nesse aspecto. Mas muitas vezes supervisores de casos deveriam ter habilidades para lidar com isso, tá? E é ele é quem vai auxiliar na orientação para as pessoas poderem fazer avaliações, fazerem registros, tomada de decisão e orientar a equipe e família, equipe escolar para o que fazer.
Então, a sua, o seu papel ele em geral ele deve ser, né, no de eh saber o o predizer as estratégias que são possíveis, ter uma comunicação, saber, né, quais são os termos envolvidos. Quando alguém pedir para falar falar sobre determinados termos, você entendeu mais ou menos do que se trata, tá? Tanto das avaliações, quanto dos tipos de comportamentos identificados nas avaliações, quanto mais ou menos os tipos de orientações e como é que você lê esse material.
Então, aqui no no como modelo exercência, a gente não tem o propósito de esgotar todas essas possibilidades, né, de você aprender tal como uma especialização, tá? Embora possa funcionar dessa maneira. O propósito do modelo exercência é te dar eh orientações daquilo que é possível de você encontrar diante desse cenário, tá?
E hã à medida que você se depara com documentos, com avaliações como essas, né, dentro da sua equipe de atendimento, né, ou ah com as pessoas que atendem o o seu aprendiz, você não ser pego de surpresa, você já saber mais ou menos ali poder ter uma facilhada de diálogo, inclusive saber como perguntar, como seguir essas instruções no Brasil. Então, a gente tem aqui esse treinamento para que os profissionais de educação física, mas a maioria dos profissionais de educação física estão ã separados, né? Então, eh, se tem uma equipe que vai intervir, orienta profissionais e muitas vezes o profissional educação física não é nem orientado, né, nem perguntado.
E muitas vezes até feito isso por falar uma questão física, não não atua, né? E aí o que acontece é quando o comportamento problema acontece, o comportamento referente acontece o atendimento de educação física. Muitas vezes comportamentos são mal gerenciados, são mal eh lidados na hora da intervenção e muitas vezes esses comportamentos, problemas ou pioram muito mais na educação física ou eles não acontecem porque se reforça os comportamentos eh mais graves e isso interfere não somente na vida do aluno, mas interfere também no tratamento realizado por outros profissionais.
Então, cabe aqui vocês entenderem um pouquinho esses papéis e agirem de forma ativamente. Ativamente não quer dizer que você vai decidir o que vai ser feito. Aqui você vai entender sobre o tipo de avaliações com os tipos de estratégias, mas isso não quer dizer que você vai agir sozinho.
Você deve agir de forma integrada. Você não tem autonomia, a não ser que você seja um especialista comportamento, problema. Profissional de educação física não vai decidir intervenção.
Ele pode dominar, estudar um pouco sobre isso e discutir com a equipe qual melhor estratégia a depender do tipo de avaliação. Ele pode dar pitaco quando o supervisor ou alguém decide um tipo de estratégia sem saber a função do comportamento problema. Então ele pode ter essa discussão, argumentos, né, autonomia para argumentar, para discutir, para auxiliar no processo de decisão das intervenções, mas não de tomar a decisão sozinha.
Nós não temos a, pelo menos que as pessoas que não por essas aulas não lhes dá autonomia, ou seja, não é independência. Independência é você conseguir fazer sozinho sobre a orientação de alguém. Outra coisa é você tomar a decisão do que fazer, sabendo as possibilidades de por conta própria.
Autonomia não, autonomia na discussão com a equipe, não, autonomia na decisão das intervenções. Pode ter orientações, protagonismo na discussão e na proposição dessas informações, tá bom? Dessa intervenção.
Então, a ideia é de ser uma equipe coesa, que alguém lidere e eu sugiro que seja o a supervisor ou supervisor do caso, responsável pelo caso, tá bom? Então existem, né, quando a gente tá envolvendo um tratamento, intervenção e lidar com comportamentos, problemas, comportamentos interferentes. Muitas vezes nossos alunos estão eh eh medicados ou estão na discussão sobre a medicação.
É importante dizer que a medicação ela além de, né, em grande parte das medicações relacionadas a comportamentos, problemas são caros e medicação não ensina nenhum comportamento novo. Ah, professor, mas a hora que um aluno toma medicação, ele não faz tal coisa. Muito bem.
Então, você teve ali alguns efeitos no próprio organismo do indivíduo que diminuiu, né, a estimulação para ele fazer tal coisa, mas você não tá ensinando o aluno a como lidar numa situação que desencadeharia o comportamento problema sem a medicação, tá? Então, se ele, né, diante de situações com ruídos, eh, com situações mais desagradáveis, com falta de sono, ele bateria em si próprio, bateria em outros, a medicação pode, né, fazer com que esses comportamentos sejam abolidos, sejam reduzidos, mas isso não tá dizendo como é que o aluno lida com isso sem a medicação, né, ou mesmo na hora da premedicação, ele simplesmente é e é desligado das ações. Então isso é importante que para uma família que tá desesperada, a medicação ela pode funcionar e pode funcionar também em certo parte para que você tenha um tempo de ensinar novas habilidades para esses alunos enquanto ele tá medicado de o que fazer.
Então ele estando um pouco mais eh menos provocado, né, menos com menos efeito sobre a a a os comportamentos, problemas, ele possa aprender, né, com uma orientação, tenha mais chances de aprender para o que fazer nessas situações de autogerenciamento, autocuidado também, tá? eh ensinar comunicação, né, ampliar a comunicação em geral, tende também a reduzir comportamentos interferentes. Então, se você não tiver medicação junto com uma intervenção intensiva para comunicação, treino de tolerância, autogerenciamento, o aluno não vai eh aprender novas habilidades, tá bom?
Então, eh importante também que muitas vezes com a medicação, dependendo da dosagem, o aluno também vai ficar desligado de atenções para outras coisas. Então, é mais difícil ensinar as habilidades de comunicação quando o indivíduo não está eh está medicado. Então, a medicação ela é em parte necessária quando a gente eh quando o a intervenção não tá bem feita ou a intervenção não tá surtindo efeitos, né, a ponto de reduzir diretamente aquele comportamento problema.
Então, temporariamente, a ideia de medicação é auxiliar como um um um braço, né, um suporte para intervenção e não apenas o eh a medicação, tá? H, quando a gente tá lidando com comportamentos que são recorrentes e previsíveis, gente, a gente não pode ficar simplesmente tendo estratégias para reduzir a a ocorrência naquele momento. A gente chama de estratégias de prevenção ou gerenciamento.
A gente vai precisar quando o comportamento ele é recorrente. A gente sabe que o aluno vai, toda vez ele vai que você fala não, que você inicia a aula, que você troca o objeto, que você vai terminar, vai terminar a aula, que uma pessoa quando ele não dormiu bem, quando mudou a rotina ou alguma coisa aconteceu, você sabe que ele vai apresentar aqueles comportamentos e eles são frequentes, eles são recorrentes, você consegue saber que vai acontecer previsível, você não, a a prevenção ela pode ajudar, mas você pode vai precisar de um tratamento. formal desse comportamento interferente, tá?
Quando esses comportamentos são muito intensos, são recorrentes, você vai precisar ter, né, uma um sistema, a equipe vai precisar ter de identificar a função, a gente chama de avaliação ou análise funcional, que são estratégias diferentes. A gente vai falar aqui de avaliação funcional, análise funcional, pode ser feita pelo próprios e e deveria ser, embora poucas vezes feitos pelo supervisor responsável pelo caso, tá? Então, se ele é recorrente, precisa ter um plano de intervenção, que a gente chamaria na literatura de pique, P, plano de intervenção comportamental, que dentre outras habilidades a serem ensinadas pro aluno, também estratégias para que esses comportamentos sejam eh substituídos por outros comportamentos.
Então, em vez dele se bater para em algum momento, né, eh, acessar a atenção de pessoas, acessar itens ou sair da tarefa por algum outro motivo, ele seria a seria ensinado air outros comportamentos, por exemplo, falar: "Não, quero um tempo, não quero fazer isso, quero ir embora, né? Eh, ou pode ser oralmente, pode ser por fichinha, pode ser por gestos, né? Libras, por exemplo, é uma literatura bastante extensa para falar sobre isso, para você ensinar novos comportamentos ao longo do tempo.
A gente vai chamar de tratamento do comportamento problema, não o tratamento do autismo, tá? O autismo em si não é definido por comportamento problemas, mas é bastante provável porque que aconteça? Porque com em geral há uma tendência de indivíduos com baixo repertório de comunicação terem a a comportamentos interferentes, comportamentos, problemas reforçados e substituírem essa comunicação socialmente eh em benefício do próprio indivíduo, tá?
Então, se você tem um aluno sobre isso nessas condições, é importante ter um plano de intervenção, um plano de tratamento de comportamentos interferentes. Isso vai levar a um prazo. Se você tem um aluno que apresenta comportamento de forma esporádica, né, ou não é sempre, a gente vai poder trabalhar com prevenção, tá?
Então, ainda na parte de dos comportamentos, eh na área de prevenção, a gente vai ter que fazer essa eh prevenção é agir quando o indivíduo está apresentando nenhum sinal ainda de comportamento interferente para que você eh reforce, fortaleça comportamentos de engajamento, de a gente chama de comportamento estável, né, ou de eh estado estável. quando o indivíduo está cooperando, quando ele tá engajado e você reforçar ele se manter nessa situação, é uma prevenção dele precisar se comportar de uma outra maneira, né, para conseguir aquilo que no passado, ao exibir esse comportamentos interferentes, ele conseguiu acessar, seja saindo da tarefa, atenção das pessoas, com alguma estimulação sensorial, tá? E aí a gente tem então as estratégias que são de prevenção ou mesmo para agir ou quando não nada aparece que tá aparecendo uma crise ou quando tem alguns sinais que eh são eh eh parecem como uma crise, comportamentos que são de provocação, que são de agitação, que são de irritação, mas com o indivíduo ainda não eh eh esses comportamentos ainda não são tão prejudiciais para essa situação, tá?
Isso a gente chama de prevenção. E quando o comportamento interferente ele toma uma proporção que vai sim lhe trazer prejuízos ou prejuízo para outros no sentido de se bater com mais força, se bater em outras pessoas, aí a gente vai mudar uma terminologia de prevenção para gerenciamento. Então o que usei de três terminologias, prevenção, quando nada parece que tá com comportamento do problema.
Isso é importante. Prevenção, é importante a gente ter isso recorrentemente nas nossas aulas. Estamos trabalhando com prevenção.
Reforçar eh recorrentemente comportamentos de engajamento do aluno, né? Eh, é incompatível com ele se engajar de uma outra maneira. Então, nós estamos trabalhando com estratégias de prevenção.
Os comportamentos começaram a se tornar um pouco mais graves. O que que a gente faz naquele momento? A gente chamou a gente de gerenciamento do comportamento problema, gerenciar, vai, vai fazer na hora.
E muitas vezes esse gerenciamento é de forma física, tá? E aí como você toca, se toca, se não toca, é orientação de alguém supervisor para isso. Você saber a terminologia quando alguém falar, vamos focar em prevenção, vamos, olha, o gerenciamento vai ser dessa maneira, você diferenciar e o tratamento ele vai em médio prazo, quando você vai ensinar novas habilidades, seja de tolerância, seja de comunicação funcional, seja habilidades de brincar de forma independente ao longo do tempo que substituem esses comportamentos interferentes, tá?
Isso é o tratamento de comportamento, problema, tá bom? Eh, alguma das estratégias que a gente tem na literatura sobre prevenção é manter um ambiente seguro, equipe ser treinada, você trabalhar com assentimento, ou seja, eh, ficar atento, né, às interesses do aluno, eh retirar a proposta de intervenção, né, mais propriamente dita. Se o aluno apresentar sinais de rejeição que não quer continuar, se a gente não força o aluno a fazer nenhuma coisa, não obriga nem fisicamente, nem não fisicamente ao aluno fazer alguma coisa.
Isso é trabalhar na base do assentimento, na concordância pelo próprio aprendiz. Ainda que ele não saiba falar do que fazer, mas se o indivíduo se rejeita a fazer uma certa atividade, forçá-lo a fazer é a quebra do assentimento, quebra a relação com o seu aluno. Você não deve continuar dessa maneira.
Então, ter uma equipe que ah saiba lidar com assentimento, né? a gente já tem uma outra aula aqui no no modelo exercência para isso, ter uma equipe que esteja com essas orientações que eu acabei de falar, quem é que toma a decisão, o que que vai ser necessário de uma, né, a de avaliação, o que que precisa registrar, como registra, que para quem que leva essa informação, para que que vai servir essa informação na intervenção, né, e saber depois se a intervenção tá suficiente ao longo do tempo. a gente chama proposta ou domínio, né, analítico, né, essa proposta desse definida, pela feita pela equipe, se ela aplicada com integridade por cada membro, né, seja família, equipe terapêutica, fazendo corretamente, se tá trazendo um efeito, a gente chama isso de uma equipe bem treinada na dimensão analítica, tá?
e ter um ambiente que, né, que e minimize impacto mais grave. Por exemplo, os indivíduos tiram os brincos, tira anel, tira o o o anel que seja muito saliente ou relógios que possam provocar situações mais de de eh comportamentos, né, eh com maior impacto quando relação física entre os o terapeuta e ou profissional de educação física e o aprendiz também é uma estratégia de prevenção, tá? Porque se você não se preocupar com esses materiais que possam estar brinco longo, né, ou uma uma camisa muito aberta, né, que possa o eh gerar eh um impacto maior quando na condição de uma agressividade, por exemplo, aportamento agressivo, né, se você não se preocupar com isso, os efeitos são mais graves.
Então isso se preocupar com esses materiais também é eh manter o ambiente seguro, tirar eh coisas que possam se machucar ou ou o indivíduo possa sair correndo, né, manter um ambiente a por exemplo, a porta aberta que vai direto paraa rua. Você tomar esses cuidados também são estratégias de prevenção, é procedimento, deve ser cuidado o tempo todo, tá? Então se alguém te perguntar quais são as estratégias de segurança, a sua vestimenta, o ambiente é organizado, né?
ter a filmagem, inclusive é uma estratégia de prevenção para que você possa também receber esse tipo de orientação, tá bom? Eh, outras estratégias que são bastante recorrentes são estratégias antecedentes, que que é a hora que a gente vai fazer coisas antes dele emitir o comportamento interferente, antecedentes, tá? Então aqui não é a hora que o comportamento tá acontecendo necessariamente.
Então você fazer coisas enquanto ele tiver engajado, né, para minimizar ele, se desengajar para ir num se engajar num comportamento interferente, é estratégia de prevenção. Então se a gente vai ver na literatura e vocês podem estudar, eu vou falar um pouquinho sobre isso também, de reforçamento não contingente. Que que é reforçamento não contingente?
Quando eu falo para vocês o oposto, o que que é reforçamento contingente? É, então seu aluno, o objetivo é que o aluno espere. Então, a depender do desempenho de esperar numa brincadeira de boliche, por exemplo, consequência a, por exemplo, se ele não espera, então no sentido é eh sem brigar com ele, sem expressão facial ruim, mas também não feliz.
Entendi que você não esperou. Vamos fazer mais uma vez. Então, você tá mantendo uma relação que não não quebra uma relação positiva com o aluno, né?
Mas você tá de alguma maneira reforçando aquele comportamento porque ele tem ele se ele provavelmente no futuro tem uma uma chance eh dele fazer aquele novamente de de não esperar. Agora, se por um eh eh eh ele ele ele numa condição de esperar, você dá auxílio físico, seja auxílio físico, gestual, físico, oral, e ele espera e você então eh dá atenção. Poxa, que bacana que você esperou, né?
Você tá muito bom, você tá sendo um excelente aluno hoje, ou então bate aqui, você esperou, ou então uma fichinha ou qualquer que seja a consequência tangível que a gente vai disponibilizar. É contingente ao esperar com ajuda. A consequência não é mais a A, agora é a B.
E se nessa situação de esperar uma eventualidade ele, eu na instrução de espera, ele espera adequadamente, eu fico: "Caramba, que demais, você tá maravilhoso". Ou seja, uma consequência C, um tipo terceiro de consequência a depender eh o desempenho, que eu tô fazendo reforço contingente ao desempenho de esperar. Eh, o reforçamento não contingente é você reforçar, você disponibilizar essas consequências mesmo antes dele, ah, não precisar exibir aquele comportamento.
Professor, mas para que que serve consequenciar, todo mundo me diz que eu tenho que fazer a consequência depois. Pronto. A estratégia de reforçamento não contingente, ela trabalha na saciação desse comportamento.
Então, por exemplo, se eu consigo observar que o comportamento do meu aluno de agressividade, de se bater, ele acontece eh ah por, por exemplo, quando na presença de outras pessoas, né, esse indivíduo, a hora que ele se exibite de comportamento, problema, o professor ou os colegas que antes não estavam dando atenção para ele, começam a dar atenção. Então, começa a verificar que esse comportamento problema é mantido por atenção. Então, o reforçamento não contingente pode ser oferecer atenção antes desse comportamento, problema, acontecer frequentemente, de forma a saciar esse indivíduo para não precisar se desengajar, não apresentar o comportamento diferente para ganhar atenção.
Se eu percebo, por exemplo, um aluno que passado algum tempo da minha aula muito cansativo e eu tô eh eh muito estressado e aí eu começo a me exibir comportamentos de interferentes e aí alguém me tira da sala porque acha que não tá me aguentando, tá atrapalhando a sala, eu consigo perceber que isso é recorrente. Então, em vez do aluno se se desengajar, apresentar comportamentos, referência, a gente já pode tirar esse aluno da sala. a gente chama de reforçamento não contingente.
É dar a consequência que no passado estava mantendo, estava reforçando o comportamento interferente e você faz isso antes, tá? Ele trabalha na saciação. Essa estratégia de prevenção, ela minimiza a probabilidade do indivíduo se apresentar comportamento diferente para que no passado acessar aquelas consequências que no que no passado acessava.
Por um lado, ela minimiza, ela previne, mas lembra, não tá ensinando o comportamento de como ele, o aluno lida com com o cansaço ou com uma acesso à atenção de alguma maneira, tá? Então, se não tá ensinando habilidade nova, assim como a medicação, o reforçamento não contingente, ele é uma estratégia analítica comportamental eh bacana, tá? Alguém vai me dizer: "Não, mas nunca vai existir o comportamento não contingente".
Porque sempre um comportamento, né, ele vai ter consequências, tá? Aqui é só uma licença poética, tá? Que ele é não contingente ao comportamento problema, mas um comportamento ao longo do tempo, né?
Então, a hora que ele vai apresentar esse comportamento problema, ele acessa ali a a fuga de demanda ou a consegue atenção, alguma coisa que ele quer. Então, temporalmente, antes desse comportamento acontecer, antes dele acontecer, a gente já dá essa consequência. E é claro que esse essa consequência ela não é contingente a esse comportamento que ainda não aconteceu.
Ele previne acontecer esse comportamento problema, mas ele é ele acaba reforçando algum outro comportamento que aconteceu antes. Então muitas vezes a gente vai fazer essa estratégia pensando também em outros comportamentos que possam ser reforçados. Enriquecimento ambiental é uma outra prática baseada em evidência.
São duas aqui das estratégias de redução de comportamentos interferentes, né, das práticas baseadas em evidência pro autismo. Enriquecimento ambiental é uma estratégia da gente também fornecer possibilidades de escolhas, de estimulação, não lotar o aluno de estímulos, mas permitir que o aluno tenha possibilidades de escolhas e também na lógica do assentimento, também ter outros estímulos pela própria motivação do indivíduo. Enriquecimento ambiental também é uma dessas estratégias e a gente também pode ter, por exemplo, estratégia de requercimento ambiental.
na educação física, eh fornecendo no início da aula, em alguns momentos eh recorrentes ao longo da aula, eh situações pro aluno poder escolher, né? Eh não necessariamente ter que se comunicar para escolher, mas permitir visualmente no repertório do aluno, se ele tiver escaneamento dos das atividades, coisas que ele possa se envolver, tá? Então, é uma estratégia também que minimiza a probabilidade dele eh emitir comportamento interferência pela saciação de estímulos que no passado serviram como consequências para reforçar esse comportamento.
A gente, se a gente não tiver ensinando aquilo que o aluno tem como eh necessidade de pré-requisito para aprender uma habilidade nova, a gente desconsidera, né, que ele não tenha pré-requisitos, a gente não tá com currículo adequado para aquele indivíduo e aí aumenta a chance. Então, se você tá aprendendo uma atividade de arremesso, mas você não tem as habilidades básicas de arremesso, se você tá ensinando uma habilidade de salto, mas ele ainda não tem ali os pré-requisitos fundamentais pros movimentos, então ele não tem um repertório de comunicação para quando você vai ensinar a habilidade motora, ele não tem habilidade de se comunicar, ele não faz atenção compartilhada, ele não imita, ele não faz o eco não tem atenção, né, mantida, contato visual. Então você não tá considerando as habilidades para requisitos daquilo que você vai ensinar.
Isso é uma falha em decidir o repertório, o currículo de ensino. Então, revisar, né, se os alunos têm os pré-requisitos para aquilo que eu vou ensinar. Ensinar isso de forma progressiva.
É, é uma estratégia preventiva que a gente chama de revisão curricular, tá? Então, a educação física especial, como é proposto por mim, você vai priorizar as habilidades que são mais comprometidas do aluno, independente se são da área motora, física ou de outra área, tá bom? Então isso também é uma estratégia preventiva que a gente já atua isso recorrentemente.
Uma outra estratégia preventiva é permitir ao longo do tempo escolhas. Seja a escolha qual atividade fazer primeiro, seja a quantas quantas quantas tentativas o aluno vai fazer, eh se ele quer fazer com ajuda ou se não quer fazer com ajuda, eh se ele quer usar o estímulo, o cone amarelo ou vermelho, se ele quer começar pelo um lado, quer começar pelo outro. Essas possibilidades de escolhas permitem com que o aluno esteja numa função de protagonista e sinaliza para ele, sem a gente precisa contar isso diretamente, que muitas vezes ele vai ter a sua decisão eh eh considerada na durante seu processo de aula ou atendimento, diferentemente de um aluno que é proposto o tempo todo do que dizer e se por um acaso ele se discordar, ele não vai ter ali a noção, uma história de que ele poderia trocar, que ele poderia fazer uma outra coisa e sim que ele vai tá sendo obrigado.
Então, o fato do aluno não ter a possibilidade de escolhas, em geral, aumenta a probabilidade de exibir comportamentos interferentes. E ele ter a possibilidade de escolhas é uma estratégia que é importante da gente ter para minimizar a chance dele se engajarem em comportamento interferente, seja por oferecer escolhas apontando para ele escolher, seja com pistas visuais, você mostrando a fita de atividade, seja você falando com ele, escrevendo para ele, né? ele não precisa dar uma resposta oral necessariamente, tá?
Eh, vamos supor que você tem acesso a duas consequências, né? Ó, eu vou fazer uma brincadeira que ele gosta, se ele tiver um bom desempenho na atividade X, você pode permitir escolhas ali. Então, vocês já tiveram ter algum orientações sobre avaliação de preferência, seja por estímulos e tal, mas também vocês podem fazer os a as as eh as escolhas na hora da própria atividade.
Vamos fazer essa atividade, vamos cantar a música do Mário ou do Sonic, por exemplo. Você quer fazer se é economia de fichas? Vamos usar as fichinhas da da Mônica ou ou de um de girafas, por exemplo, que o aluno possa gostar, tá?
Então você oferecer escolhas em geral previne comportamentos, problemas. Uma coisa que é importante vocês entenderem é que eh essas escolhas elas devem e poderiam estar presentes lá no cronograma que nós temos do modelo exerci. Então, quando a gente tem o cronograma do modelo exerciência, vocês vão ter ao longo do tempo as datas do atendimento de vocês e as atividades listadas que vocês tiveram do planejamento.
Então, o planejamento tem um código e à medida que você preenche esses códigos, né, do planejamento, código do do objetivo e da atividade, por exemplo, P1 ou P2 ou eh AB1 ou objetivos diferentes, você vai colocar tudo no cronograma e à medida que você vai ao longo do tempo, você pode permitir uma primeira atividade do dia vai ser essa ou essa. E aí o aluno na hora do atendimento, você diz para ele, você quer fazer, né, por exemplo, para treino de esperar, bol, você quer fazer boliche ou você quer fazer eh arremesso, eh, bola, a bola ao sexto, né? Eh, que seriam duas atividades que poderiam proporcionar, por exemplo, aqui a cidade de esperar.
Então você tá permitindo dentro do cronograma já uma estratégia de gerar ocasião de escolha para esse indivíduo. E aí no dia aquele escolher você seleciona com círculo para facilitar ao longo do tempo você saber as preferências do aluno, tá bom? Então aí você seja para aquela atividade, né?
você vai fazer uma de duas atividades de esperar no começo da aula ou qual é aquela que vai fazer primeiro. O aluno, tendo essas possibilidades de escolha, em geral previne comportamentos interferentes, comportamentos, problemas, tá bom? Você utilizar, né, a estratégias de dica, auxiliar, escolher o tipo de dica.
Por exemplo, o aluno tem mais sensibilidade, intolerância a contato físico, você trocar essas estratégias por dica gestual, desde que ele responda a elas. Se você, né, eh, quando diante de comportamentos que possam, eh, ser desagradáveis pro aluno, você desvia a atenção, por exemplo, um cachorro late e você chama, olha, vamos fazer de olha aqui a bola que a gente tem, você desviar atenção, a gente chama de estratégia de elogio pivô. você chama, é como se mudar de assunto, né, para um aluno também é uma estratégia eh de prevenção.
Você se por um acaso, né, a hora que um aluno tem um histórico de de situações desagradáveis, você também não fazer uma aproximação muito alta, falar muito alto, exagerar os braços. Muitas vezes alunos que têm histórico como esse tendem a ficar a sentir-se ameaçados. Então, usar revisar essas maneiras como se a gente se aproxima, a altura da voz de gestos muito espalhafatosos para alguns alunos eh atentar-se a esses aspectos pode também prevenir.
Eu tive vários alunos em que tinha um histórico, né, muitas vezes vinham para mim alunos que tinham já passado por tentativas de ensino com vários outros profissionais que eram muito alegres, né? Então tinha aqueles gestos abertos alunos muitas vezes tinham uma situação de de aversão para isso. Então às vezes gestos mais baixos, um tom de voz mais baixo para alguns alunos, não é para todo mundo, para alguns alunos com o histórico de esses comportamentos serem combinados, né, com comportamento agressivo, de bater, quando a gente minimiza esses comportamentos, eles tendem a eh gerar menos efeitos eh aversivos pro próprio aluno, tá bom?
E a gente tem a própria estratégia de exercício com função antecedente, que é uma estratégia preventiva. Então, a gente tá falando aqui de probabilidades de prevenção, tá bom? Eh, então o gerenciamento, a gente vai dizer então quando o comportamento já está acontecendo, seja eh num nível que pode tá começando a gerar prejuízos pro aluno e a gente, nesse caso, vai começar a tentar fazer estratégias para ele voltar para se engajar e voltar a trabalhar com prevenção, tá?
Então, o gerenciamento são estratégias físicas e não físicas, seja de redirecionamento, seja de troca de atividades, que façam com que o aluno volte a se engajar e aí se engajando a gente vai dar mais atenção e mantém esse comportamento de engajado que é incompatível com ele se desengajar, tá? E ao longo do tempo, então tratamento é você ensinar ao longo do tempo comunicação funcional. FCT aqui é a eh treino de comunicação funcional do inglês, tá?
funcional communication trainment ou tratment que a gente vai tratar esses comportamentos da comunicação, ensinar novas habilidades, ensinar habilidades de tolerância, o que ele esperar a ver, esperar a sua a sua atividade, o colega a fazer. Isso também é a flexibilidade psicológica de lidar quando o indivíduo não está disposto a fazer a mesma atividade que da sua preferência. também são habilidades que precãoam ser ensinadas ao longo do tempo e a gente pode participar junto com esse processo, desde que a gente aprenda a eh estratégias que são mais comuns desse processo.
A gente não vai decidir, em geral, nós não vamos decidir como profissionais de educação física, decidir o que fazer, tá? mas acompanhar. Então vocês, sabendo essas terminologias aqui, vão auxiliar vocês em em acompanhar processos com coesão eh mais benefícios pro aluno, tá bom?
Ah, em geral, que eu vou é o praticamente o último conteúdo pro dia de hoje, né? a gente vai avançando ao longo do tempo. A ideia é vocês trabalharem com prevenção.
E se vocês quiserem se aprofundar nesses cursos sobre prevenção e e um parte do gerenciamento, é importante que vocês conheçam um pouquinho sobre os cursos que têm formação para isso no Brasil, que vocês possam direcionar. Muitos dos nossos supervisionados já tem essa formação, tá, de prevenção. E aí alguns fizeram formação comigo, outros fizeram a uma boa parte também fez com outros profissionais do Brasil, tá?
Vocês têm uma noção do círculo da crise, o que que acontece em cada fase, né? O tipo de estratégia, o tipo de comportamento que a gente identifica com alunos para saber se que ele tá em qual fase, para que ao saber em qual fase ele tá, eh, a gente saiba qual estratégia utilizar para qual fase, tá bom? Então, existem dois dois cursos especialmente que são eh voltados para prevenção e gerenciamento.
Um é o SCA, que é importante que vocês saibam que ele foi desenvolvido a partir eh de uma outra eh de um de um outro procedimento que é o CAL do que do inglês, que é uma estratégia mãe geral para gerenciamento em ambiente hospitalar, mas que o pessoal do grupo método, uma clínica de São Paulo, que inclusive o professor Luís Henrique trabalhou durante algum tempo, tá? sobre minha supervisão lá no grupo médio também, né? E ele também tem essa formação, ele deu formação por algum tempo, que inclusive essa borrachinha que a gente recebe deles lá à medida que vai ter formação, tá?
Que é o SA, segurança em crises agressivas. É um curso que dura em geral 3 dias, teórico, prático. Ele é um curso que não é barato, mas a eficácia dele é tão alta que vale a pena vocês fazerem um investimento, tá?
Ele é um curso dado pelo Grupo Método, em geral em São Paulo, mas eles também têm ofertado isso em alguns locais do Brasil ao longo do tempo, tá? É um curso pago para isso, para você especializar para trabalhar com essa área, tá bom? Ou você pode também ter a informação no Brasil sobre o PCM.
Que que é o PCM? É uma é um sistema de prevenção e gerenciamento que vai lidar com estratégias especialmente não físicas, fazer de tudo para não tocar no aluno e, se necessário tocar no aluno, tá? E aqui nesse caso é importante que vocês entendam o ciclo.
Então o PCM ele divide formas de de intervir com o aluno de forma não fisicamente e se necessário fisicamente somente a pedido que você observa comportamentos que ele faz, tá? Então ele vai chamar de estado estável, como eu falei com você, quando o aluno estiver engajado, ele tá lá, ele ele espera a vez, ele brinca sozinho, ele arremessa a bola quando dá instrução, ele vai tomar água sozinho, né? Ele acha, isso a gente chama de comportamento estável, nada parece um comportamento problema.
E nesse caso a gente tá utilizando várias daquelas estratégias que eu falei de enriquecimento ambiental, de escolhas, de reforçamento não contingente. Reforçar o próprio comportamento contingente, né? Ou contingente a ele se engajar.
São estratégias de prevenção, manter uma relação positiva com esse aluno. Isso são estratégias que são importantes da gente tratar. Que estratégias eu posso ter de prevenção para prevenir realmente, né?
O comportamento interferente acontecer, tá? Se o comportamento ele começa a desengajarse, ele, por exemplo, um aluno que era para nó esperar começa a batucar, ele começa a olhar pro lado no meio do exercício, ele começa a se frustrar, ele para, né, e não continua no engajamento, aquele comportamento já começa a virar sinais parecidos com uma crise, mas que ainda não é crise, que no ciclo do PCM eles vão chamar de estratégia de são comportamento do tipo pré-crise, pré-crise um, pré-crise dois, pré-crise três. Alguns são mais graves, já se parecem com uma crise, outros ainda se parecem nada se parecem inofensivos.
Nessa estratégias, quando ele já começa a desengajar e já não eh mas ainda não é uma crise, a gente chama de estratégia de desaceleração, que aqui tá escrito como desescalonamento, tá? desacelerar comportamento de pré-crise. Acelerar é eh fazer manejar alguma estratégia para que ele volte a se engajar e aí então receba muito mais atenção, mais relação positiva com esse aluno para voltar a trabalhar com prevenção.
Mas às vezes essas estratégias não funcionam e às vezes o aluno pode apresentar comportamentos mais graves, né, mais intensos, com maior prejuízo. E aí então o PCM tem a nomenclatura de chamar isso de crise, embora a crise possa ter definições diferentes. E aí para PCMA eles vão ter estratégia que somente nesse momento você vai tocar no aluno para fazer o gerenciamento físico, auxiliar ele a relaxar, tá?
É uma estratégia de ensinar o aluno a gerenciar sua própria crise, tá? E à medida que ele também passa por uma crise, você tem que fazer algumas medidas para que não volte imediatamente paraa atividade, verifique a dignidade do indivíduo para que você volte gradativamente ele para voltar para fazer atividade, tá? Que ele tava fazendo originalmente.
A gente vai chamar essa fase de reintegração numa situação em que o aluno sai da crise, ou seja, pós-cise, tá? Então essa é uma noção que a PCMA, e aqui eu não tô dando curso sobre PCM para vocês. A ideia é que vocês trabalhem sabendo o que fazer, o que não fazer, quando tem um tratamento, quando tem uma estratégia mais importante como essa.
Vocês podem fazer curso sobre isso, tá? No Brasil já é já essa formação profissional no Brasil, tá? Então a gente não decide sobre o que fazer em cada fase da nossa eh de intervenção com o aluno sozinho, tá?
você vai precisar receber orientações sobre isso e essa parte dessa aula aqui vai te ajudar a não ser pego de surpresa. Ah, nós vamos trabalhar com pré-crise, né? Ah, vamos trabalhar com estratégias de desaceleração, enfatizar a prevenção e na hora da crise, como é que eu vou gerenciar?
Essa termina nomenclatura vai facilitar vocês terem uma boa comunicação, tá? Interpretar o que vai ser feito. Esse procedimento físico apenas com uma formação física.
você não toca, senão tem informação sobre isso. Ah, mas eu sei, eu sou professor de lutas hoje. Aprendi aula sobre isso.
Não é defesa pessoal que a gente vai lidar, tá? Defesa pessoal. O propósito da pessoa que entra numa num comportamento agressivo é outro diferente de um indivíduo que não sabe se comunicar, né, e que pode apresentar uma topografia, uma forma de agressividade parecida.
Então, a forma de gerenciar essas situações que não são com propósito de, né, de destruição, alguém que tá na balada, quer bater em outros, você vai, nessas situações, você vai trabalhar com defesa pessoal, mas a segurança pessoal é para aquele que não saiba onde tem uma boa comunicação e ainda assim possa se engajar em comportamentos agressivos, né, agressivos ou autolesivos, tá? A ideia é a gente ter, quando acontece esses comportamentos, isso é vira automaticamente prioridade na intervenção. Isso aí chamada uma intervenção informada pelo trauma.
Para entender que situações que o aluno tem de comportamentos agressivos, autoesivos, é o pior que pode estar acontecendo para aquele indivíduo, paraa sua dignidade, tá? pro como ser humano. Então, dentro de uma escala de prioridades, quando a gente tá ensinando habilidades de comunicação, habilidades funcionais, habilidades esportivas e o aluno começa a exibir comportamentos, problemas, isso automaticamente deixa de ser prioridade no pode continuar sendo alvo de objetivo, de intervenção, mas juntar a equipe para reduzir esses comportamentos interferentes, visando, né, maior dignidade do indivíduo, deve ser a linha de de trabalho de todo mundo, de decisões para todo mundo.
Isso aí chamado de intervenção informada pelo trauma, tá bom? Então aqui eu vou encerrar a aula de hoje, a gente vai ter um tempinho para discutir e essa continuidade de estratégia de prevenção, como é que a gente avalia para ficar para uma próxima aula para na sequência, tá bom? Então agora eu quero que a gente eh eh vocês façam o tipo de exercício da seguinte maneira.
Gostaria que vocês tentassem responder, tá? Qual a principal diferença entre estratégias de prevenção, de gerenciamento e de intervenção para comportamentos, problemas? Tá?
Segunda pergunta para vocês, tá? Então, eh, anotem aí, qual a principal diferença entre estratégias de prevenção, gerenciamento e tratamento? Ah, qual a principal crítica e para a terminologia problema de comportamento, né, na na eh para uso social, né, para uso pela própria sociedade?
Então, qual, segunda questão, qual o problema em utilizar a terminologia problema de comportamento no âmbito social? Tá bom? Eh, três, eh, eh, cite uma estratégia preventiva e dê um exemplo da sua própria prática.
Terceira questão, cite uma estratégia de prevenção eh de comportamento interferente e eh um exemplo da sua eh da sua própria prática como profissional de educação física. Vamos agora fazer um exercício sobre isso e é importante que vocês eh discutam sobre isso eh coletivamente.