Sim, Vivia, já responde para todo mundo. Estamos e vamos. Bora. Cabelo cortadinho. É, é. Estamos aí, eu deu, dei uma bainha, deu uma bainha para vir trabalhar. Tô aqui em Aracã. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde, PC Macedo, meu irmão. Você tá bem? Boa, garo, tranquilo. Remando feito louco, mas tá bom, tô reclamando não. Eu gosto é disso. Eu gosto é disso. Ó, a gente tá dois a gente tá em alguns momentos que são interessantes porque assim, cada um tá em um momento agora da jornada. E isso é interessante porque eu recebo as
as mensagens de todos vocês, todos. E o que eu vejo é exatamente isso. Cada um tá em um momento. Alisson, o meu é o certo. Eu tô avançado, eu tô atrasado. Nem um nem outro. Você tá no seu momento, entendeu? Tá cada um no seu momento. Cada um, como diria aquela musiquinha que a gente não gosta, cada um no seu quadrado, né? Tá cada um no seu quadrado, cada um fazendo a sua jornada e tá tudo certo. Tá tudo certo com isso. Fiquem super tranquilos. Então você pega, por exemplo, acabei de dar uma revisada no
roteiro da clau, cara. Tá lindo, tá lindo, lindo, lindo. Agora apertar parafuso, colocar ferramenta, mas tá lindo. Marcão, a gente já viu o roteiro, tá lindo, entendeu? Quem já fez o individual, a gente já caminhou por roteiro. Quem não fez ainda, tá, Alisson? Tô com dúvida natural. Tá tudo certo. Tá tudo certo. Diga. Tem alguém mais igual a mim, mais perdido do que cupim em em em metalúrgica. Ado a ado, cada um no seu quadrado, rapaz. É, é, é. O pior de tudo foi aquilo que eu te mandei no áudio. Eu tô um pouco perdido
porque eu já escrevi umas três possibilidades. Gostei das três. Aham. tem uns caminhos que eu quero escolher melhor. E aí eu fico olhando para aquele negócio, falando: "Cara, como é que eu vou fazer um só? Tá tudo certo, meu velho. Já se prepara. Já foi, falei para você no início, vou repetir. Vou dar trabalho, mas vai ficar legal. É isso. É, não vou vou pegar uma uma frase do J. O J tem uma frase que ele diz o seguinte: as pessoas dizem: "Vai dar trabalho, vai dar trabalho, vai dar trabalho". Não, não é o trabalho.
Não vai dar trabalho. Esse é o trabalho. Então a gente só tem que fazer. E tá tudo certo. Tá tudo certo. É esse o caminho. A gente vai botar para quebrar. A gente vai fazer acontecer e ponto. E ponto. Sem conversa, entendeu? Então, alguma chance, Adon, de dar errado só se você não fizer. Aí, aí é verdade. Aí, aí pode ser que não dê certo. Agora, se você fizer, fica em paz. Fica super em paz com isso, tá? Então, o caminho é esse. O caminho é parece confuso em vários momentos. Em vários momentos parece confuso,
mas quando você vai construindo, quando vai dando o passo a passo, você vai percebendo que vai nascendo e aí você vai começando a entender o jogo, entendeu? Você vai começando a entender. É difícil no início porque é tudo muito novo, né? Então assim, eh, vou pegar aqui alguns perfis, por exemplo, o Anderson Maíce não tá aqui hoje, mas vou falar dele. Eh, o Ma já palestra há bastante tempo e aí ele veio para pr pra individual e ele saiu assim: "Acabei de descobrir que eu nunca palestrei. Acabei de descobrir, eu nunca palestrei." E tô achando
que esse vai ser meu caso, Alisson. É natural. R tá me dizendo que esse vai ser o meu caso. Mas foi exatamente assim, entendeu? Porque ele falou: "Cara, o que eu fazia era muito da aula. Eu ia lá, eu falei: "É isso não é palestra, isso é treinamento, pô. É diferente. É diferente. Vai chegar o momento que você vai precisar fazer treinamento, tá tudo certo. Mas se o jogo, cara, é muito diferente. É muito diferente. É outro bicho. Eu eu digo que não é assim, não é um um um cachorro e um lobo que é
parecidinho, não. É uma abelha e um elefante, irmão. É completamente diferente. Completamente diferente. Então a gente tem que entender. Eu tô sentindo cara. Eu tô sentindo isso nos treinamentos, porque você sabe que tem clientes meus que me convidam para dar palestra paraos seus clientes. Eu acabo fazendo captação de mentoria e e de consultoria a partir disso. E já não chamo mais de palestra, né, cara? Eu tô chamando de qualquer outra coisa, de aula, de workshop, de qualquer palestra eu já sei que não é. Vamos deixar claro. Palestra é outra coisa. Treinamento. É workshop, é treinamento.
É isso. Eu que de eu que dei de comer comer TED no engarrafamento, né? Eu entrei naquele canal do YouTube lá que você recomendou do TS, do TEDEx e tudo mais e ficou ouvindo que cara aquilo acabou comigo de um jeito. Acabou meu irmão, porque aí você vai, eu falei isso que eu tô fazendo é aula, gente, desculpa, não tem nada a ver com palestra. Palestra é outra coisa. Vai querer cantar no chuveiro, né? E e ó, que louco. E fazer um show para 4.000 pessoas. É a mesma coisa. Mas não é a mesma coisa.
Ó que louco. Semana passada nós falamos do Modelo TED, que aí já é um outro bicho, aí já é uma baleia, entendeu? É outro bicho diferente ainda. E aqui a gente tem que fazer os dois. A gente vai fazer o TED depois da palestra, entendeu? Eh, então, ó, ó que interessante e que delicioso, né? Já contar para vocês uma novidade. Eu posso? Deixa eu pensar se eu posso. Não posso deve. Ó, já tô com o olho piscando, ó. Ó, sabe quando tá tremendo o olho? Ele gosta de fazer gente sofrer. Não é macedo. Ah, pode
chamar de PC. Vai na unha. Assim, vai matando na unha. Ele a Vera quase atravessou a câmera aqui, ó. A deviu, né? Deve, deve. Como assim? Fala logo, fala logo, fala logo. Saindo fogo assim. Fala, fala, fala, fala. Al, tu não era assim não, hein, cara? Tá lá, hein? Tá ficando malvado. Sempre foi, sempre foi, sempre tem um mistériozinho, né, Marcão? No grupos tentando apelar pro lado do bem. Eu concordo com você, mas eu tô tentando arrastar ele pro bem, entendeu? Que ele mas o grupo do PDA, ele é assim, ele jogava de manhã e
tinha um pessoal que ficava insandecido. Cadê o Abson? Ele falou e sumiu. E cara assim no no grupo de mentoria eu fazia assim, isso que o Marcão tá falando. Eu fazia assim, gente, tem uma coisa importante Para contar para vocês e desligava o celular. Eu ligava para ele. Se fosse lig aquele que falou que ligava o celular, eu ia atrás dele nas redes sociais, sinal de fumaça, fa qualquer coisa, porque eu sou extremamente curiosa. Olha o que que eu escrevi no chat aí, ó. Nr1. Não venha comprometer minha sanidade não, menino. Vê lá, hein. Agora
então vamos para as boas notura. Preciso do mentor. Primeira boa notícia. Primeira boa notícia. A priori, eu diria 99%, mas a priori 99% todos nós estaremos juntos no HJ Conference. Todos. Entendeu? Porque tô aguardando aqui uma detalhezinho da confirmação do Claud do Cloud e do Thorf, entendeu? Que é um detalhezinho, um detalhezinho desse tamanhozinho assim, mas que olha, olha como é importante, é importante dizer isso tudo, tá gente? Desculpa o preâmbulo longo, mas é porque é importante, é o momento que a gente se encontra e a gente precisa falar sobre isso. Olha o quanto a
o Instagram é uma audiência silenciosa, porque você tá falando e as pessoas elas estão comentando, elas estão ali curtindo tal, isso e aquilo, mas você não tem o a outra parte respondendo, né, falando para você, ó, tô aqui, hein? Vem, não, você não tem o rosto da pessoa ali falando com você. Eh, e aí eu fui ter uma reunião com o pessoal da HJ para fazer os nossos últimos acertos, alinhar os últimos processos. E aí eu falei do Tor e da Cláudia, falei: "Cara, para mim, Tor Cláudia tem que tá aqui, tal". E, pô, eles
são incríveis, eles e eh o trabalho, a palestra dele tá deles tá incrível. Penso que faz muito sentido. E fui para cima, fui para cima, fui para cima, fui para cima. Aí na hora que eu ele Torre, Cláudia, não sei, não sei quem são, não sei quem são, na hora que eu mostrei no Instagram, o seu, acompanha esse garoto, cara. Eu acompanho ele, ele é incrível. Nossa, gosto demais dele. Que bacana. Você acha que dá? Você acha que a gente consegue? Falei, consegue, mas aí eu quero que você me arrume isso aqui, ó. E e
aí eu vou fazendo meus medidas também, né? E daí eu não sei quem é o mais maluco, se é o Alisson ou se é a Cláudio. O Torque Top. Agora vamos lá. Vamos fazer bonito. É lógico. Vamos estudar para isso. A gente vai se preparar para isso. Sem pressão. Sem pressão. Imagina tranquilamente assim. Quando que é? Mês que vem. Ué, a gente volta de uma, já vai pra outra. Uhum. E aí, ao mesmo tempo, eu consegui aprovar, já aprovado, assinado, dois alunos para Um TED, entendeu? Essa notícia eu não tinha falado para vocês ainda. Eh,
um tá aqui que com a gente, que é o que é o Luciano Costa. Coronel tá com a gente, vai com a gente para Portugal, ele tá aqui como convidado, mas ele tá aprovado para um TED. E a Dani Pompeu que fez a minha última turma em Nova York, entendeu? E ainda tem mais dois. assim que tá quase. Coloquei mais dois também. Coloquei André Héller e Marcelo Germano, que são meus amigos queridos. E tô brigando por mais dois alunos que tem possibilidade ainda ainda de entrar, ainda estão na seleção. E eu vou falando de vocês,
tá gente, o tempo todo. Eu vou trabalhando o nome de vocês, eu vou organizando. Exemplo, eu falei, nem contei, nem vou contar aqui ao vivo agora. Eu falei o nome do Thor também, prested. Falei, ó, ó a mãe infartando. Falei e aí ele me me respondeu. Ele falou assim: "Vamos aguardar pro próximo porque eh a gente tem que sempre, o TED tem muitas regras e a gente tem que tomar cuidado para não parecer que a gente tá tendencionando para algum lado. E nessa edição eu tenho um menino aqui da cidade de 9 anos cego que
está palestrando. Então para não parecer assim, ó, colocou duas crianças, colocou aqui duas pessoas com várias aspas deficiência, então não Vamos fazer nesse. Falou assim, mas gosto muito da ideia, vamos deixar aqui na gaveta para um próximo falei top. Então assim, vai caminhando, o processo é esse, sabe? O processo é esse para é tudo muito silencioso, mas se você ir fazendo a tua parte, acelerando, organizando, ah, tô com dúvida, me chama, tira dúvida, vamos lá, ó, olha esse texto aqui, olho. Vamos lá, entendeu? Manda o texto. Eu vou olhar. Olha, eu tô com dúvida disso
aqui. Manda. Talvez alguns momentos eu demoro um pouquinho mais a responder. A clau essa semana sofreu comigo, tadinha. Não. E a Cláudia foi um negócio muito interessante. Vou contar para vocês para encerrar o preâmbulo. A gente tá conversando, conversando, conversando. A Cláudia me mandou uma mensagem assim: "Alisson, primeiro eu quero te agradecer, eh, porque assim, pelo seu cuidado, pela sua atenção, porque a gente manda um áudio, você escreve ouvindo, tal". Então, obrigado, tal, pelo cuidado, né, de tá sempre respondendo essa mensagem dela. Eu demorei três dias para responder. Foi, foi, ficou engraçado. Ficou pelo menos
engraçado. Falei, Clau, na hora que você elogiou, exatamente isso que eu respondo rápido, eu demorei a responder. Perdão, cara. Mas e aí vem o o a vida caótica, né? E aí esse fim de semana vocês sabem, dia dos pais e aí tem toda a questão que Vocês sabem que eu vivo, que foi um dia que eu dei o off, apertei o off, apertei o power mesmo e fui me me desligar completamente, porque foi um dia muito difícil, um dia muito complicado. E ontem eu saí em viagem, né? Eu vim aqui para Aracaju hoje, então eu
espremi quase que a semana toda em meio-dia para eu cumprir meio-dia e viajar para vir para cá para cumprir a semana aqui. Então, ah, às vezes demora um pouquinho, mas tô sempre aqui. Tem urgência? Me chama no grupo, que o grupo eu olho ele toda hora, o grupo não fica sem resposta, entendeu? pra gente caminhar. E para fechar realmente antes do do tema, eu quero só eh reiterar uma coisa que eu falei semana passada e que, na verdade, o Marcão puxou minha orelha e eu fui estudar, fui buscar e já trouxe aqui uma solução. Eu
falei semana passada sobre a questão do banco, né, da pra gente ver o C6 Bank é uma boa opção, isso e aquilo, tal. Quem já abriu? Já abriram? Então vou mudar tudo que eu falei. Eu fui pesquisar digital. Fecha rápido. Fecha rápido. Entra e fecha. Eu tenho todos eles. Eu tenho C6, eu tenho Inter, tenho todo. Eh, o melhor não paga. Não paga nada, tá tudo certo. Porque antes o que que acontecia? A Wise não tinha Pix, então você tinha que fazer a transferência, esperar ela compensar transferência para pegar aquele dinheiro e fazer. Aí agora
entrou o Pix, só que aí eu fui buscar, falei: "Cara, legal, qual é a melhor opção?" E aí expliquei o movimento que a gente vai fazer, mandar o dinheiro para ele em real, fazer a transferência pro Dólar e aí gastar em dólar para não precisar usar lá o peso que é coisa mais maluca do mundo, e depois você precisar retornar ele paraa real. Melhor movimento, melhor processo é o Arq A arq, que que é antigo dólarep, entendeu? Eu já até abri o meu aqui também, já acabei de pedir o cartão. Eh, ele tem, vou ler
para vocês qual que foi a o veredito final. Veredito final para essa situação. O ar funciona perfeitamente para essa situação. Por quê? A prioridade absoluta é custo de conversão, baixo IOF, pouco spread. E é exatamente isso que ele oferta. Então, ele tem Pix, ele funciona como cartão de débito, é um cartão internacional Mastercard. Os pagamentos são descontados do saldo que você mantém. A documentação da AR explica, por exemplo, que uma compra em dólar, uma compra em dólar é debitada do saldo em dólar. Se não houver saldo suficiente, ela pode converter automaticamente a partir do euro.
Então, dólar e sempre que for pagar, pedir para pagar em dólar. Não paga. em em em pesos, porque se pagar em pesos, aí sim ela vai vir um spread mais alto, entendeu? Porque ela fica como uma conta internacional que o dólar tá nela, entende? O IOF de entrada é tã o C6 é 3.5. Marcão que me chamou atenção para isso, que eu não tava prestando atenção. E o IOF de entrada da ARC é 1.1. Tá igual da Wise também tá assim. É só que o Won só uma perguntinha agora a gente tá falando da viagem.
Ã, todo mundo já organizou o hotel? Eu que eu ainda não organizei hotel pra gente ficar mais ou menos no mesmo hotel. Então, e o hotel eu mandei lá no grupo logo no início, né? Eu no meu tá tá reservado. Eu acho que já tem outros alguns outros também no Sarmiento Palace. para nós que eu também eu já comprei a passagem aérea, mas não comprei o hotel. Coloquei aqui no no chat agora também, ó, Sarmiento Palace Hotel. Por quê? Ele é bem pertinho de tudo, eh, especialmente do nosso principal ponto de apoio, que é ali
a Avenida Corrientes. É um hotel bacaninha, é um hotel honesto. Os hotéis na Argentina é é meio complicado, né, gente? que tem uns hotéis que, meu Deus do céu, é complicado. A única coisa que ele tem de pra gente, especialmente eu, Marcão, de mais chatinho, é que o elevador dele é desse tamanho assim, ó. Literalmente cabe uma pessoa entra você e a mala não cabe mais ninguém, entendeu? Mas e o quarto legal, tal, é muito bem localizado, um café da manhã bacana, então vale a pena. E o e o custo benefício é maravilhoso, maravilhoso. Ele
é bem baratinho. Então, Sarmiento Palace Hotel Alisson é obrigatório ficar nele, não é obrigatório nada, gente. Mas Buscam mais ou menos. Se se conseguir vaga nele ainda, ótimo. Se não conseguir, buscam perto. Por quê? Ah, acabamos de de fazer todo o trabalho do dia. Vamos sentar aqui, vamos fazer um lanche, todo mundo junto, vamos pro hotel, vamos sentar no sagão, ficar batendo papo, vamos fazer uma avaliação de como foi. Isso acontece sempre, entendeu? Aliás, eu preciso às vezes ser a voz da consciência. Ass, gente, ó, só para lembrar, amanhã cedo a gente tem que trabalhar,
tá? Então, vamos dormir. Vamos. Sarmiento, então. Sarmiento. Sarmiento já espanhol. Sar. Tu tens o telefone, Marcos? Eu não liguei, eu acabei fechando para uma uma pessoa que me ajudou. Ah, beleza. Eu não peguei lá direto não. Ele tem, se eu não me engano, do Booking também, pensei. Tem Booking. Ano passado eu vi no Booking. Esse ano a Talita viu para mim, né? A Talita fechou lá para mim. Mas vale, vale a pena. É bacaninha. É bacaninha. Top. alinhados até aqui. Show. Só me responde uma coisa, Alisson, que eu perguntei no chat aí com relação a
banco. Eh, alguém chegou a ver como como opera isso no Inter? Ah, eu coloquei aqui, ó. Sim, quarta opção, entre as melhores. Tá atrás do C6. É, alguém usa Bradesco? Eu, eu uso a opção do Bradesco que eles me ofereceram cartão. Não, eu vou vou abrir o ark, cara. É, eu acho que os bancos tradicionais, o o você vai ter IOF e spread. Alisonomade. Então, nas opções que ele me deu aqui, ele me deu duas que eu já utilizo, né, que é o IC6. E aí ele trouxe e esse arc que eu nem conhecia, na
verdade como dólar app. É, a Nômade eu uso quando eu vou para os Estados Unidos e eu gosto muito, não tem OF, a taxa é uma das mais baixas do mercado, mas eu não sei se funciona. Eu faço transação só em dólar. Perguntar, vou perguntar aqui porque se for aí eu não, eu abri o C6, eu posso usar também, mas eu gosto muito do Nomade que ele não me cobre IOF e a taxa é uma das menores do mercado. Taxa de conversão. A lista que ele fez aqui foi assim, ó. Ark primeiro, Wise segundo, desculpa.
Ark primeiro, Wise segundo, C6 terceiro, Inter em quarto. Aí eu tá, eu também tenho Inter. Eu tenho um monte de banco digital. Vou perguntar do nome aqui agora. Eu quero não cancelar um monte. Trouxe o Nomad. Ele trouxe, ele trouxe o Nomad. Ark em primeiro. Continua Ark em primeiro. Ah, o I segundo. Nomade terceiro. C6 em quarto inter em quinto. Então vou continuar com o Nomad. É fácil. O Nômad estaria atrás de Ark e o Wising. Fechou. Entendeu? Top. A única coisa que eu vi que o Ark tem diferente de todos os outros aqui é
que ele me cobrou 3 para emitir o cartão. A Nôm também cobra. Se você se você não tiver se você não tiver movimentação, ele te cobra. Se você tiver acima de $. 1.000, dependendo da movimentação que você vai fazendo, você vai juntando, como eu tenho já há bastante tempo, eh, ele vai juntando e é acima da movimentação de $000, ele ele te dá o cartão. Legal, legal. Boa tarde, pessoal. Tarde, Vanderlei. Boa tarde, homem aí, rapaz. Homem tem sucesso essa semana. Boa tarde, Vander. Boa tarde, queridos. Mandei uma mensagem inclusive pra Daisy para falar sobre
isso. Ela foi lá e comentou, não sei se você viu. Foi. Foi. Desculpa atraso, pessoal, que eu tava resolvendo umas coisas. Cheguei aqui agora no meu escritório. Depois assista que falamos um pouco sobre a viagem, tá? Até aqui. Vamos começar o conteúdo exatamente agora. Show de bola. Show de bola. Então, gente, eh lembrando que eu falei nas últimas aulas, na primeira aula, palestra é conteúdo e forma. Até a última aula nós falamos tudo sobre conteúdo. Por isso essa loucura insanidade que estamos no fechamento, cada um na sua loucura, no fechamento do roteiro. A partir de
hoje nós vamos falar de forma, não é o que você vai entregar, é o como você vai entregar. é realmente o como você vai se portar no palco, como você vai eh se posicionar, como você vai se vestir. E se vocês acharam que até aqui que tava complicado, agora que o negócio vai começar. Agora que a gente vai começar, na verdade, a a sexta aula, que é a aula da semana que vem, é a aula mais chata de todas e é a que faz o maior resultado. Por quê? Porque a neurociência é aplicada ao palco.
Então é para onde você anda, por quê? Para onde você olha, por quê? como você mexe com a tua voz, como você modula a tua voz, para quê? Então, tudo tem um porquê. Minha dica, minha dica, eh, hoje a gente vai falar de arquétipos, tá? Você vai da aula que vem especialmente, você vai selecionar de quatro a cinco itens para você gravar e já começar a executar agora. E os outros você vai incluindo aos poucos, porque é muita coisa. É muita coisa. Aliás, a aula que aula de hoje é uma aula mais curta, aula que
vem é uma aula longa, tá? Próxima aula é uma aula longa, então já se preparem para isso. Alon, mas eu não sei se eu venho, eu não perderia a próxima aula, porque você vai chegar lá, eu vou fazer algumas marcações no palco e você vai olhar para aquilo, vai falar: "Que que é isso? Como assim? Entendeu? Então, é bem importante, tá? E como a gente não vai ter eh ensaio prático antes da palestra, é você ensaiando na tua casa. Aliás, a gente vai ter um ensaio individual, cada um de vocês comigo no particular, né? Para
esse ensaio individual, eu não quero você sentadinho na frente da câmera, tá? Você vai ensaiar a palestra. Então, em pé, se já tiver com slide, com slide, caminhando, fazendo a palestra, porque eu vou avaliar tudo quando a gente for pro individual para fazer isso. OK? Bora de conteúdo, gente. Hoje a gente vai falar de arquétipos. E se eu pudesse resumir eh o que o arquétipo representa, o quanto é importante você entender sobre arquétipos para fazer uma palestra, eu diria que se você nunca estudar arquétipo e achou que você palestrava, eu sinto te dizer que você
nunca palestrou na sua vida. Sinto. Por quê? Porque lembra que eu falei na primeira aula que eh palestra ela é um show, ela é um filme, ela é teatral. Pois é. Como que você faz um filme com um ator só? Como é que você faz um filme de com de uma forma só, com uma entrega, só com uma fala, só com uma pose só? Não dá. Não dá. Um filme é feito de uma composição de atores e quase no caso de todo mundo, o caso da Cláudia não, porque na na da Cláudia vão ter dois
atores no palco, vai ser um só ator, só você. Então, como que você faz pra tua audiência entender que existe um filme sendo contado com vários personagens? Você vai variar os seus arquétipos. Tá? O arquétipo é a parte essencial que transforma você realmente em um palestrante extraordinário. E de onde é que vem isso? Só pra gente entender. Quem é que já estudou sobre arquétipos conhece de arquétipos? Deixa eu entender. Vivia, Vívia e Vívia, tá? Vívia e Vívia. Eh, os arquétipos eles são um estudo maravilhoso de um cara chamado Carl Gust Junk, tá? Que começou a
mexer com isso em 1919. Não, eu não tava lá, eu juro, entendeu? Mas eu estudei muito isso porque é a coisa mais mágica do mundo. E Jung mostra que arquétipo nada mais é que um conjunto de modelos ideais guardados na sua memória. É como se fosse uma tatuagem, uma um, ele chama isso de resíduo arcaico, que não é você que sabe, que não é alguém que contou, que tá na tua mente desde o teu nascimento. Então, por exemplo, para exemplificar e ficar mais fácil de entender, a concepção que as pessoas têm de heroísmo, de guerreiro,
de ladrão, de maternidade, de bruxaria, são basicamente as mesmas. Independentemente de onde você for criado, da forma que você for criado, na cultura que você for criado, sempre você vai ter a mesma visão. Então assim, ó, vamos usar o chat um pouquinho. Se eu falar para você, por exemplo, a figura da mãe, o que que traz, o que que vem para você, qual a palavra que exemplifica? Coloca aí. Vamos ver o que que representa a mãe para você. Um de cada vez, gente. Não precisa se empurrar para escrever. Isso, ó. O Marcão, amor. Afeto, carinho,
entrega. Percebe? Vocês não conhecem minha ex? Vou apresentar. Ela é mãe também. Vou apresentar para vocês, para vocês entenderem que nem tudo é assim. Por isso que eu não escrevi. Mas por que que vem essa imagem? É um resíduo arcaico. E é aqui assim, é na África assim, é no Japão assim. Em todos os lugares são assim. Quer entender melhor ainda os arquétipos? Vamos pros animais. Vamos pros animais. Por exemplo, o cachorro é o quê? Fala para mim que que é o cachorro. Coloquem aí no chat o melhor amigo do homem. A Vera, ó, lealdade.
Amigo, sempre é isso. Companheiro, parceiro. Isso sempre, sempre. Se eu levar pro leão, o leão é o guerreiro, é o rei, é isso, é aquilo. E o lobo, o lobo é o estrategista, o que enxerga mais longe, que protege a matriha. Você já traz em em você mesmo esses arquétipos que ninguém precisou de contar, você foi guardando e Jung, como todo maluco beleza que existe no mundo, começou a perceber isso, começou a estudar esse negócio. E aí, na concepção de Jung, essa ideia se remete a memórias, imagens primitivas presentes no inconsciente coletivo desde os primórdios
da humanidade. Ninguém precisou contar isso pro outro. E isso acontece para ajudar, inclusive a explicar as histórias passadas de geração para geração. Então, segundo o Jung, os arquétipos serviriam como uma Fonte primordial para amadurecimento do seu mindset, entendeu? Olha como vai aprofundando o jogo. Só que além do arquétipo como um padrão comportamental, tem um segundo conceito que aborda a forma da compreensão que você tem de você e do outro. Então, como a gente viu até aqui, o arquétipo influencia direta ou indiretamente na forma como a gente vê as pessoas e como elas nos enxergam. Se
a gente for na concepção da palavra arque arquipo quer dizer primeira impressão. Olha isso. A primeira impressão que você deixa numa pessoa é exatamente o arquétipo que você apresenta a ela. Se a gente vier pro mundo da literatura, do teatro, os autores utilizam os arquétipos como um esqueleto pra construção dos personagens. E se você começar a prestar atenção, você vai observar e entender os padrões, né, de como isso é feito. E Jung foi estudando esse negócio, foi se aprofundando nesse negócio. Aliás, olha que interessante, há um tempo atrás, um uma das agências que cuidam de
mim veio com uma ideia meio louca de me inscrever no Big Brother. Alon, a gente quer te inscrever no Big Brother para levantar o teu nome, isso, aquilo. Não, você ia ganhar, eu acho. Eu ia ganhar um cancelamento. Odeio mimimi, entendeu? Falei, gente, é vida boa demais aqui para vocês ficarem fazendo um show, fazendo graça. Vamos levantar e trabalhar, pelo amor de Deus, Para de gracinha, entendeu? Então, três meses aqui sem fazer nenhuma, comendo e bebendo de graça e vocês vão reclamar, tá? a merda, né? Vai reclamar de quê? Entendeu? Essa sou exatamente eu, Alisson.
Exatamente. Tem um arquétipo aqui, entendeu? Então eu seria cancelado. E aí eles vieram falar comigo sobre isso e eu falei: "Cara, mas por que, né? De onde é que sai isso?" E aí eles me explicaram, ó que interessante, Alisson, o Big Brother é selecionado com base arquetípica. Olha isso, gente. É coisas que a gente não sabe, né? Então não é selecionado assim, ai gostei desses 20 vídeos aqui, que lindo, vai ser legal. Não é assim, ó, cadê o governante? E aí separam os vídeos dos governantes. Olha a linda. 500 governantes para escolher um. Vamos agora
pro pro Vamos escolher aqui um inocente, que é o que vai ser manipulado. Ele não conhece a maldade. Vamos manipular ele. Mas precisa desse cara. Acha ele. Acha o inocente. Ótimo. Agora acha um cara comum. Aquele que é o trabalhador, que vai fazer comida para todo mundo, vai varrer o chão. Achase aí aí acho o cara. Aí ele falou: "Você é o antiherói, você é esse cara. É para entrar lá e mandar todo mundo a merda quando precisar, entendeu? Então se for te inscrever, a gente já vai te colocar como antiherói. Aqui, ó, o perfil
dele, antiherói, tal, tá tal. Por quê? Porque sou eu, pô. Entendeu? Então, quando você começa a prestar atenção no cinema, gente, você vê como é montado da forma mais linda do mundo para te envolver, porque uma história tem que ter vários personagens. Então, se você tem um antiherói, que é o, entre aspas, justiceiro, o cara que fala na lata, que fala a verdade, entendeu? Você tem que ter do lado um inocente. Por quê? Porque o antiherói vai dar uma porrada nele, no bom sentido da palavra e ele vai chorar e vai comover o público. Ai
o que ele falou para mim que não sei o quê. Gente, é tudo planejado. Ao mesmo tempo tem que vir um soberano e colocar ordem na bagaça. Falou: "Calma aí, não é bem assim. Entenda ele. Entende esse aqui?" Tá tá. Vem o mago querendo causar transformação e mudar a vida de todo mundo. Tudo é planejado. Quer fazer uma palestra extraordinária? Você tem que ter no mínimo três arquétipos na tua palestra. Se você começa a tua palestra e vai até o fim com um arquétipo só, tá chato. Tá chato. Você não mudou em nenhum momento. Lembra
da ferramenta das viradas emocionais? Na hora que vira a emoção, vira o arquétipo. Só que se vira o arquétipo, vira outro personagem. Então, se eu saio do antiherói e vou pro inocente, tom de voz vai ter que mudar, o olhar vai ter que mudar, o jeito de caminhar vai ter que mudar, tudo muda. Não é simplesmente, ah, agora eu mudei o arquétipo, tá? Cadê? Deixa eu ver. Não, tá a mesma coisa, tá igual. Aí daqui a pouco você vai pro governante, você vai pro soberano. O soberano não se impõe. O poder já impôs. Ele é
soberano, pô. Tá em cima do salto, dando a ordem e todo mundo obedecendo sem ele gritar. Ponto. Ele tá aqui, ó, de boa. Muda tudo. Como que eu vou fazer isso, Alisson, para começar entendendo. Primeiro você tem que entender, porque Yumou a estudar esse negócio em 1919, se aprofundou em 1960, quando ele lançou mais três estudos. Aí nos anos 2000 veio um monte de merda de influenciador e deturpou essa toda. Aí outro hoje você abre a internet, você vê o arquétipo da cigana. Hã, de onde tiraram isso? A o arquétipo do dragão. Falei: "Só se
for de São Jorge, filho. Entendeu? De onde você tá tirando isso? Não existe isso. Não existe. Isso é uma deturpação de um estudo feito por Cong. Então, o que que a gente precisa entender? O antierói, ó, toma ali. A gente precisa entender o que que Ung estudou e como que a gente vai fazer isso. E ele fez algumas separações maravilhosas. A primeira coisa que Ung identificou e separou são os quatro, ele chama de quatro grandes arquétipos que são fundamentais pra nossa existência, tá? Eles são amplamente representados em diversas obras e no dia a dia. É,
ó, aqui não são os 12 arquétipos de Jung, tá? São os grupos arquetípicos. São quatro grandes grupos, tá? Primeiro deles, persona. Primeiro é a persona. Já ouviu aquela frase: "Ah, tua máscara caiu, vou desmascarar você. Você é um mascarado. Ô gente, todos nós somos todo mundo aqui mascarado. Não, Alisson, eu não sou. Ah, não. Então você lida com o seu filho da mesma forma que o seu lida com o seu superior hierárquico. Vai dar merda com um dos dois, não tem como. Então, o que que o o estudo da persona de Jung mostrou? O arquétipo
é um instinto natural que nós seres humanos temos em adotar diferentes máscaras, diferentes personalidades, comportamentos para nos adaptar à realidade que o mundo aqui à volta tá nos impond. Então, no trabalho, eu tenho regras de conduta do trabalho. Eu não posso chegar e jogar o o sapato pro canto como eu faço em casa. Não posso, lá tem uma regra de conduta, então eu ponho uma máscara, aí eu vou brincar com o meu filho, eu jogo ele pro alto, aí beleza. Aí chega um superior perto de mim, eu vou jogar ele pro alto. Não, então você
não é a mesma pessoa. Você lida de formas diferentes em situações parecidas. Eu já ouvi pessoas falando assim, ó, não, porque esse cara em casa é uma pessoa, na rua é outra. Eu falo: "Graças a Deus, né? Graças a Deus. Tá mais que certo. Tem que ser, porque se for o mesmo, não, mas em casa ele é uma coisa e na rua ele Então você quer que ele saia na rua e trate todas as mulheres como ele trata a esposa? Não dá, pô. Não dá. Então a gente precisa entender que nós somos mascarados e isso
é saudável. Então com isso em mente, a gente tem que entender que persona não representa quem você é. é só um personagem, é a representação externa criada para você se adaptar e sobreviver em determinado contexto. E a persona é o que a gente mais vai variar na palestra, é o que a gente mais vai mudar durante a palestra. Aqui é onde a gente vai Trabalhar intensamente, mas a gente precisa entender os outros grandes grupos para não errarem algumas coisas. Por exemplo, o segundo, o segundo grande grupo é a sombra. O que que é a sombra?
Já viu quando alguém aponta um detalhe sobre você que faz você ficar puto? Pessoa fala alguma coisa para você e você fica puto? Pois é, ele encontrou tua sombra. Porque sim, aquilo faz parte da tua personalidade. Só que a sombra não é o seu lado mal. A sombra é o que você não quer trazer à luz. Por isso é a sombra. Você não quer trazer pra luz. Porque se você trouxer pra luz, traz algo que você não gosta, traz uma parte de você que você não acha legal, que para outras pessoas pode ser maravilhoso, entendeu?
Então, tudo isso você precisa trabalhar. Imagina que eh a sombra é só ausência de luz, tá? Só isso. Então, tudo que você acredita que é relevante para você, as suas crenças, os seus valores, os seus costumes morais, o que não tá eh eh o que tá sobre o holofote dos outros, é o que você gosta, são as suas personas. A sombra você deixa escondidinho. E gente, repito, não é lado mau ou lado bom, não. É um lado que você não quer mostrar, Mas que ele existe em você. Aliás, uma coisa importante pra gente já entender,
todos nós temos os 12 arquétipos, tá? Todos, todos nós temos os 12 em nós, só que você tem um que é dominante, você vai ter um arquétipo dominante, que é o que é você em quase sua maioria, e você tem dois arquétipos auxiliares. Por que auxiliares? Porque eles entram exatamente quando o dominante precisa de uma forcinha, entendeu? Hora que você precisa, opa, ah, eu sou muito antiherói, beleza? Aí chega em um ambiente, tem que entrar um inocente em algum momento falar assim: "Irmão, calma aí, pô, pega leve. As pessoas vão se assustar aqui, ó, vão
sair correndo de você, entendeu? Eu tenho uma mistura muito louca e eu vou contar para vocês qual é o meu dominante e os meus dois, os meus dois auxiliares. Aliás, o por incrível que pareça, o antiherói não é meu dominante, tá? Ah, o Marcão eu fiz até assim, ó. Hã, jura? Não é. Isso aqui é planejado. É a imagem do professor. É a imagem que eu quero passar enquanto mentor. Eu quero passar a imagem do mentor sem firula. Eu não vou te enganar, mas entenda que essa é a realidade também. Não, eu sou zero governante,
PC. Zero zero zero zero. O governante não tá nem nos meus auxiliares, entendeu? Vou mostrar para vocês. Então, o que que a gente tem que entender primeiro? entender quais nós estamos, qual é o meu dominante e os meus dois auxiliares. Por quê? Eles obrigatoriamente têm que estar na palestra. Por quê? Porque ele é a maior representação que você tem de você mesmo. É a mesma coisa que tentar calçar um sapato pequeno. Se você tentar trazer um arquétipo que não tem nada a ver com você, vai ficar artificial. Então, primeiro você tem que se conhecer. Você
tem que conhecer suas personas dominantes, tá? Terceiro grande grupo. O terceiro grande grupo é o Anima e o Animus. Faremos alguma avaliação de perfil. É uma autoavaliação, porque não existe nenhum teste validado para isso, PC. Nenhum. Jung, inclusive na obra de 1960, ele fala sobre isso, que não existe precisão em testes arquetípicos. Não existe. Então, se você comprou algum teste arquetípico na internet, parabéns, você caiu no pit. Entendeu? Você caiu num pit porque não existe. Yung, que é o cara que inventou essa bagaça, falou: "Não existe eh eh eh certeza científica para se dizer o
arquétipo. É muito autoavaliação. É você olhar para você e falar: "Eu sou esse cara aqui, ó". E vai acontecer aqui, tá? Aliás, se entreguem. Especialmente o dominante. Eu quero que você coloque na hora que eu começar a falar, você vai colocar aqui. Sou eu. Sou eu. Sou eu. Sou. Você vai dizer certeza. Certeza. Terceiro grande grupo é o ânima e ânimos. O que que é ânima e ânimos? A a primeiro eu vou falar a fala científica que é bonita, né? Depois eu explico. O grande arquétipo do anima e imos é representado pela personificação de uma
figura interior que contrabalanceia a ideia demarcada de gênero que você tem na sociedade. Ó que coisa linda. Só que é ruim de explicar, né? Quem se identifica como homem tem um lado feminino chamado ânima. Quem se identifica como mulher tem um lado masculino chamado ânimos. Então, ânima e ânimos são o contraponto do que você se entende como gênero. E, gente, não tem nada a ver com sexualidade, nada, nada. Já viu aquele cara? Aliás, o Marcão conheceu um cara da minha mentoria também. Lembra do Sydney, Marcão? Acho que você conhe do podólogo isso. Você conversa com
Sydney, você fala assim: "Uma moça fala fino, todo delicado, aquele jeito, casado com três filhos, tem neto agora. E ah, não, mas olha, se ele é homossexual, não é, velho. Não é. Só que o ânima dele é mais forte que o ânimos. Ele tem o ânima mais exaltado que o ânimus. Ao mesmo tempo, a Beatriz, Beatriz tá aqui comigo, né? Aí eu tava editando um vídeo do motocube, aí a Bia olhou e falou assim: "Ai, amor, ainda não me identifico com essas meninas que vão no motocube, porque elas são tudo meio, oh". E eu sou
mais delicadinha, tal. Por quê? O o meio que elas vivem Faz com que elas sejam mais ânimos, meio de motor, óleo óleo de isso e aquilo. É isso. Então não tem nada a ver. Alisson, vai ter algum momento que eu posso trazer o meu ânima a mais paraa minha palestra ou eu sou ânimos e eu preciso ou seu ânima, eu vou trazer um pouco mais ânimos. Sim, talvez precise em algum momento. Aliás, os próprios 12 arquétipos, alguns são mais ânimos e outros são mais ânima. Se você pega, por exemplo, o arquétipo do inocente, ele é
muito ânima, muito. Já falaram que o meu masculino é alto? Tem algo a ver? Sim. Seu ânimus é mais alto. Você tem o ânimus e não é o ânimo. É o ânimus um pouco mais alto que o ânima, provavelmente pode ser. Mas por quê? Assim como a persona, que é uma máscara que você coloca para sobreviver, ânima e ânimos, a mesma coisa. Você deve ter convivido em um ambiente mais masculino. Você precisou endurecer, entendeu? Para aguentar a porrada, entendeu? E repito, zero a ver com sexualidade. Zero. Foi o Paulo até que me falou essa semana,
percebe, teu ânimus é mais exaltado. É isso. E por último, existe o grande grupo do selfie. Gente, o selfie é um negócio louco, porque o selfie, e é daí que surge Inclusive a palavra da selfie, é o si mesmo. É quem é você para você. É o é o significado que a sua mente, que a sua personalidade, que a sua psiquê como um todo entende sobre você. Agora, olha que bacana, eu vi um eu vi uma, eu eu estudo muito arquétipo, gente, porque eu sou apaixonado nesse tempo. E aí eu vi outro dia um estudo
dizendo que o selfie não existe. Aí eu falei: "Como assim o self não existe? Porque a visão que você tem sobre você mesmo, ela é deturpada pelos teus filtros, pela tua criação, pelo teu ambiente. Então, se a sua visão que você tem sobre você é deturpada por você mesmo, quer dizer que nem você sabe como você é. Ó que coisa mais maluca e mais genial, não é verdade? Porque você tem uma visão sobre você que é deturpada pelos teus filtros. Sim, é verdade. Entende? Então o self é o mais complexo dos grandes grupos. O mais
complexo, porque ele é a unificação do inconsciente com consciente. É o produto do seu processo de individuação. Quem eu acredito que eu sou, que talvez eu não seja. É, é maravilhoso, Marcão. Maravilhoso. É maravilhoso. É lindo. Eu leio esses negócios, meu, eu não durmo. Que eu fico falo, cara, então quem que pode saber sobre mim? Quem vai saber quem sou eu? Talvez a pessoa que convive comigo, mas também passe pelos filtros dela, não? Então quem a a inocência de uma criança talvez saiba, porque a criança ainda não tem filtros, mas a criança não tem o
cognitivo também para avaliar. Ela não tem o córtex pré-frontal, então só tem um bicho que sabe quem nós somos na realidade, se chama Deus. Ó lá, sempre que eu entro nesse tema eu penso, como que ele chegou nisso? Exatamente. Aí louco, né? Mas é é muito real e é muito gostoso. Entendemos os quatro grandes grupos? Entendemos. Top. E aí ele fez uma segunda separação, que são os quatro tipos arquetípicos. Quatro tipos. São 12 arquétipos como um todo. E esses 12 se dividem em quatro tipos. Cada tipo tem matematicamente já dizendo, né, três arquétipos dentro dele.
Quais são eles? Primeiro, ego. Tem o tipo do arquétipo do ego. Quem é o arquétipo do ego? O arquétipo do ego é Aquele cara que se projeta pro mundo, que se joga, que quer fazer a diferença, que quer lá e viver, quer experimentar, entende? Ele quer realmente fazer a diferença. Você já vai começar a se identificar até com os tipos, tá? falou: "Eu tô aqui, gente. Eu não sei qual é o meu ainda não, mas eu sei que eu tô aqui. Eu sou muito do ego. Aliás, gente, com todo o carinho do mundo, todos nós
aqui temos pelo menos um auxiliar do ego, senão você não queria estar no palco. Você quer se jogar, pô? Você quer aparecer falando de forma direta. Ponto. Segundo, ó, gente, isso influencia até as nossas profissões, tá? Até as nossas profissões. Segundo ordem. O arquétipo do tipo da ordem, ele existe para estruturar o mundo, para criar as leis, a moral, para evitar que tudo caia no caos. Então, se você pega um advogado, ele é da ordem, não dos advogados do Brasil, mas do tipo da ordem, né? Você pega um um policial, ele tem um arquétipo da
ordem, certeza. Um dos três tá ali com ele, entendeu? Então, já direciona ele para isso. Terceiro tipo é o social. Eu também tenho muito do social, tá? Quem é o social? O social é o cara que serve de ponte, de comunicação, talvez entre dois grupos, entre duas entidades, Entre pessoas. Ele tá ali o tempo todo conectando, ele é social. O quarto tipo, grande tipo, é o da liberdade. Quem é o cara que tá no arquétipo da liberdade? É aquele que que busca uma realidade melhor, que quer um novo mundo, que quer o paraíso, como dizem
hoje em dia, né? Que abraça a árvore, entendeu? Esse cara, ele é da liberdade, sabe? Ele ele não quer simplesmente a experiência mundana, ele quer algo maior, ele quer transcender. Eu tenho muito de liberdade também. E aí só depois disso, sem falar em arquétipo da cigana, do dragão e do gatinho, sei lá se tem, ele separou em 12 arquétipos. Só depois disso que ele separou 12 arquétipos, que são só esses 12, gente. Ah, eu vi aqui o arquétipo do gigante guerreiro Don. Não existe, não existe, tá? São esses 12 aqui. Eu vou dizer qual é
ele, eu vou explicar como ele funciona. E no final de cada arquétipo eu vou dar um quadrinho, giraia. Eu vou dar um quadrinho que explica sobre ele. Depois nós vamos falar sobre só para então, por que isso pra palestra? Você vai entender. Porque tem um arquétipo visual e a forma de entregar o arquétipo no palco, tá? Então vamos lá. Primeiro deles, primeiro dos 12, e não é uma ordem cronológica, tá? O primeiro é o inocente. Quem é o inocente? O inocente ele é otimista ao extremo. É a pessoa que tá sempre buscando. Ó, eu quero
que vocês se entreguem, tá? Alisson, sou eu, tô aqui. Nós estamos nos 12, tá? Mas aquele que eu eu tiver falando tudo de você, você vai falar: "Opa, me chamou para eu saber que é o teu dominante". O inocente, ele o inocente ele sempre vê o melhor até nas adversidades. Ele é adaptável, ele busca constantemente a felicidade, ele busca a aprovação, ele busca o reconhecimento. Ele é um arquétipo que se relaciona muito com o ânima, ele é meio feminino e com a infância. Por quê? Porque os traços de personalidade dele são infantis. A partir da
relação da fase da vida que que ele tem, ele vai continuar meio inocente, meio meio bobão, meio e eh bobão, no melhor sentido da palavra, tá, gente? De não ver maldade. É aquela pessoa que não entende a crueldade do mundo. Ela não tem noção da crueldade que o mundo pode apresentar, entendeu? Então o inocente ele tem algo muito interessante quando você traz ele pro palco, porque o inocente ele tem a inocência como essência. Então, a característica dele de ser feliz, de ser inocente, de parecer quase desprotegido, faz com que a plateia queira abraçar ele, queira
cuidar dele. Oh, que bonitinho. Olha, eu tenho uma aluna, ela não fez o processo palestra ainda, mas ela fez várias mentorias comigo. O Marcão, acho que conhece Também a Bruna Baiana, não sei se você conheceu a Bruna. O Thor, Cláudia, total. Ele não vai conseguir enxergar crueldade no mundo. Ele vai achar que todo mundo quer ajudar ele, que todo mundo quer quer abraçar, que todo e não é, gente, o mundo não é assim, entendeu? É um arquétipo infantilizado, quase feminizado. A Bruna, cara, tinha hora que eu tinha que chamar ela no privado, fala assim: "Ô,
acorda, você não tá vendo que o cara tá te cantando em grupo de mentoria? Você tá ali toda sua lista tentando ajudar e a pessoa tá querendo em outra coisa. Se você tiver entendido, beleza. Agora, se você não tiver, abre o olho. Não, Alisson, que isso? Ela não chama de mestre? Não, mestre, não. Não é possível. Falei, dá uma, fala mais duas palavras que você vai ver o que vai dar. Passava um pouquinho, ela não acredita o que tal pessoa fez. Acredito. Eu te falei antes. Acredito. A pessoa não consegue ver a maldade, gente. Ai,
mas faz de besta. Não faz de besta. É a essência dele. É a essência da pessoa. Você não vai conseguir mudar isso. Quem tem a dominância do inocente, você não vai conseguir mudar isso. E aí, ó, um quadrinho para entendimento. De que tipo é? Vamos ver se vocês já começaram a pegar. De que tipo? Dos quatro tipos é o inocente? Qual dos quatro? Ele é ego, é ordem, é social ou é liberdade? Liberdade. Muito bom, Viviar. Liberdade. Por quê? Que o desejo de vida dele é ser bom, é receber coisas boas, é ter acesso ao
paraíso, a um lugar melhor, um mundo diferente. O objetivo de vida, ele tem um só, gente, ser feliz. Tive aquela pessoa que você fala assim: "Que você quer da sua vida? Eu quero ser feliz, pô". Ele já tá dizendo, ó: "Eu sou inocente, eu quero ser feliz, só quero isso." Quais os pontos fortes de um inocente? Confiança, sinceridade, fé, otimismo. Quais são as fraquezas? Ingenuidade, dependência. Você tem que cuidar um pouco do inocente que senão aproveitam dele. Qual o maior medo de que tem quem tem o arquétipo da inocência como como o teu dominante? Maior
medo é ser punido por fazer algo errado. Lembra? Ele não vê maldade. Então quando você pune um inocente para ele é o fim. Porque ele nem sabia que tava fazendo algo errado. Você destrói com ele por causa da punição. Ah, talvez a Cláudia tenha passado isso com Tória em algum momento da vida. Você tem que tomar cuidado de como corrigir e falar, porque senão você destrói a pessoa. Ela não sabe que ela tá fazendo mal. Nossa, eu tô, tu tá falando aqui, eu tô vendo o Thor, inclusive na relação dele de trabalho. A minha filha
é muito assim. Uhum. A minha filha é muito assim. você tem que tomar muito cuidado com tudo, entendeu? E e aqui é um problema, porque o inocente ele ele pode e ele tende a ser manipulado. Uhum. A gente tem que tomar cuidado, entende? É interessantíssimo, viu? Porque se tu fala do arquétipo, né, do do inocente, do ponto da liberdade e todos eles estão ligado, estão ligados o ponto positivo, o ponto negativo, todos eles se comunicam e é muito interessante isso, realmente. E Ung era genial, gente. Eu sou apaixonado no estudo de Ungi. É genial, genial,
genial. Você vai ver muitos estudos e aqui são realmente, tá, os mesmos. Pessoas chamando o inocente de criança, de jovem, de utópico. O que ele tá falando aqui é do inocente. Jung definiu como inocente. Você vê esses nomes é o inocente, tá? E eu gosto sempre de trazer um exemplo do cinema da literatura, que aí fica muito fácil da gente enxergar. Quer ver quem é o arquétipo do inocente no cinema? Gente, para mim o maior ícone de todos. A Dori do procurando Nemo, lembra da Dori? Ah, vamos pra festa. Mas são dois tubarões, mas é
uma festa, vamos lá, tal. Ela não vê que ela pode ser a comida da festa. Ela não tá entendendo. Ela tá ali na inocência, sabe? O o inocente no palco, ele ele dá vontade de abraçar. Ele dá vontade de abraçar. Só que ele tem, você tem que medir porque o palco não pode ser dele mais de 80%. Por quê? Porque exatamente ele traz esse outro lado da ingenuidade. Aí ele começa a ser visto como bobo. Então aqui tá a métrica de em que momento eu tiro um pouco do meu inocente para trazer um arquétipo, entre
várias aspas um pouco mais forte, um pouco mais duro, entendeu? para medir, mas é muito bom trazer o inocente pro palco. Só que olha que interessante, desde que ele não seja a sua sombra, porque se ele for a sua sombra, vai começar a aparecer o lado ruim que você não quer mostrar. É um pouco da minha sombra, tá gente? É um pouco da minha sombra. Eu não quero me mostrar frágil. Por quê? Porque eu acho que esse é um lado ruim meu. Então eu tento esconder o meu inocente. Ele tá em mim muito, muito. Mas
eu prefiro deixar ele ali quietinho. Mexe nele, não. Deixa ele ali. E geralmente é por quê? Porque você já levou umas pancadas utilizando esse Mesmo arquétipo, entende? Então, quando você acredita nisso, o meu processo de separação, gente, eu fui o inocente de ponta a ponta. Eu fui manipulado de todas as formas para acontecer tudo que acontece comigo até hoje. E eu nem percebi, porque eu pensei assim: "Não, estamos fazendo tudo numa boa, tá tudo certo, seremos felizes para sempre, vamos ser amigo, entendeu? E o meu inocente se ferrou e se ferra até hoje, entendeu? Então,
percebe, não é ruim, é algo que você não quer trazer à luz. Segundo, o segundo é o cara comum. Quem é o cara comum, gente? O cara comum, o nome já diz tudo. Ele é o cara comum. Ele é a pessoa que tem muitos medos em relação ao pertencimento, à visibilidade. Ele é meio melancólico, eh, mas ao mesmo tempo ele é empático. Como defesa, muitas vezes ele é irônico, ele tende a se vitimizar. O cara comum é exatamente o que o nome dele, Jace. é um personagem que não tem nada de especial, nada de sobressalente
em relação, por exemplo, a outros arquétipos fortes, como o herói, como antiherói, como rebelde, mas ele tem um papel muito fundamental na sociedade. Por quê? que o cara comum, ele é o trabalhador do dia a dia, ele é o teu vizinho, ele é a pessoa que vai ali varrer a rua, vai eh consertar o carro, ele é o cara que pilota o ônibus, ele é o motorista de Uber. O arquétipo do cara comum, ele é o cara que busca, acima de tudo, estabilidade. Ele quer só estabilidade. Você vê aquela pessoa que não tem grandes ambições,
que você fala assim: "Que que você quer da sua vida?" Pagando as contas do mês, tá tudo certo. As contas tão paga. Tô bem, precisa nada demais. Esse é o cara comum. Ele não quer superper, ele quer viver assim, pô. o o igualdade, justiça, um pouquinho de conforto. Esse cara é o que tá mais próximo da realidade da sociedade como um todo. E olha, mais uma vez, não é por maldade, é porque ele já enfrentou tantos problemas, tanta dificuldade, isso faz com que ele observe tudo com desconfiança. E aí ele não quer dar grandes passos,
porque com grandes passos podem vir grandes tombos. A intenção dele é boa. Ele inclusive ele quer apoiar quem é justo, mas ele não quer nada demais. Então esse e ó que louco, esse cara comum, exatamente por ele ser mais comum, ele Geralmente é o que comete as maiores falhas, os maiores pecados. Por quê? Porque ele não tem nada demais. E aí quando ele tenta, ele pode ter um erro grave. Ó que louco, gente. Ó que louco. De que tipo é o cara comum? Qual dos quatro? Ego é o número um. Ordem é o número dois.
Social é o número três. Liberdade é o número quatro. De qual ele é? Que que vocês acham? É, é, é, é, é, é complicado de avaliar o o cara comum, né? É o mais chatinho de avaliar. Ele é social, gente. Social três. Por quê? Ele é ponte. Ele não tem nada de especial. Ele liga um ao outro. Ele é ponte. Qual que é o desejo de vida dessa pessoa? Ele quer se conectar com os outros e viver de forma confortável. Qual o objetivo do cara comum? ser aceito, reconhecido como parte do grupo, como parte da
sociedade. Ele faz a parte dele. No meu livro, eu chamo ele de engrenagem. Aqui minhas tatuagens das engrenagens aqui. Se dá para ver. Ele é a engrenagem do mundo. Ele é importante. Ele faz o papel dele. Pontos fortes. Ele é virtuoso, ele é realista, ele é empático, ele é trabalhador, ele é resiliente. Fraqueza. Ele não tem talentos especiais, ele não tá preparado para grandes desafios. E aí, por isso ele pode ser cínico, ele pode ser meio pessimista. E, ó, que louco. E aqui nós vamos entender, inclusive partes políticas do nosso país. Ele pode se permitir
ser passado para trás só para dizer: "Eu faço parte do grupo". Qualquer semelhança não é mera coincidência. Ele permite que se aproveitem dele para ele dizer assim: "Mas eu faço parte, faz o L, nosso vice". Entende? Ele se permite. Ele se permite. Não. E esse? Então mais ainda. Ô Viviar, mais ainda. E todo mundo achou que vinha um grande golpe. Que grande golpe? não tem capacidade para isso. Qual que é o maior medo do cara comum? O maior medo é ser deixado para trás, não pertencer. Ele quer fazer parte, ser deixado para trás com ele
é o fim. Você vai encontrar estudos que vão chamar de órfão, de menina, de menino normal, vão chamar de eh eh de de o realista, eu já vi também. Todos esses falam do cara comum, tá? E olha como abre a mente. Qual que é o personagem do cara comum, gente? Quem que vocês mais acham que mais representa o cara comum? Na hora que eu falar, vocês vão falar: "Não, Homer Simpson". É o mesmo trabalho, a vida inteira, mesmo lugar, mesmo carro, a mesma casa. Ele é mau. Não, pô. Ele ama a família, ele faz de
tudo pela família, comete um monte de cagada tentando fazer as coisas certas. Por quê? Porque ele não tem grandes poderes, ele é só o cara comum. E olha que louco, olha como não tem nada a ver com criação, com meio ambi com o ambiente que você é criado, com crítica social, com nada. O meu irmão de sangue é um cara comum. Mas assim, eu eu diria que ele é o cara comum. Eu leio isso aqui lendo o André. Eu vejo o André, meu irmão, total. O André até pouco tempo ele tava com o mesmo carro
há 25 anos. Lembra que ele busca estabilidade? E aí a frase dele era assim: "Não, tirei da fábrica. Tirei da fábrica. Para onde o meu leva, me leva, o seu também leva". Eu falei: "É, o problema é como você chega, né? Porque continua sendo Uno essa merda. Você tá com ele há 25 anos, ele continua sendo um uno. Pelo amor de Deus, cara. Não troca essa porcaria. Ele trocou, comprou um corça e tá com ele tem uns 10 anos. Por quê? Ele quer estabilidade. É o carrinho que não dá problema, sabe? Qualquer um mexe, ó.
Percebe? Esse é o mindset dele. Não é que ele não pode. Trabalho, trabalha na companhia siderúrgica nacional, orgulho do país. Há quase 30 anos o mesmo emprego. Eu olho pra vida dele. Deve fazer o mesmo trajeto para ir para casa. Se bobear, assiste o mesmo programa de televisão todos os dias, faz a mesma comida, dorme no mesmo horário, acorda no mesmo horário para ele, ele olha e diz: "Estabilidade." Eu olho e digo: "Tédio, tédio, não, não é para mim. Ele olha paraa minha vida e fala: "Meu irmão é maluco, não para em lugar nenhum. Cada
hora tá num lugar diferente. Cada hora tá fazendo uma coisa diferente. Tem 432 projetos acontecendo ao mesmo tempo doido. Quem tá errado? Nenhum dos dois. Cada um no seu quadrado. Ele é feliz da forma dele. Eu sou feliz da minha forma. Entende? O cara comum no palco, ele sempre vai aparecer. sempre vai surgir um cara comum no palco. Eu começo a minha palestra como cara comum. O meu primeiro arquétipo na palestra é o cara comum. Só que você tem que sair dele rápido. Por quê? Ele não tem grandes poderes, então ele é chato. Você ficar
muito tempo no cara comum, fica chato. E aí, meu amor? Tem. Então, o cara comum, ele precisa, ele, ele é legal ele aparecer exatamente para ele mostrar a virada, para ele mostrar o momento que você sai dele. Então é importante, é legal se você trouxer, mas repito, não fica nele muito tempo. Não fica nele muito tempo que vai ser chato, tá? Ninguém se identificou ainda, gente? Só temos o Tor até agora como dominante aqui no inocente. Mande quando vou você. Terceiro, o terceiro é o herói. Quem é o herói? O herói é forte, é ambicioso,
eh, vitalidade no máximo. E, ó, quando eu digo herói, eu não tô dizendo bondoso, eu não tô dizendo ele é do bem, eu tô dizendo que ele tem eh traços arquetípicos heróicos, porque a maioria dos vilões do cinema são arquétipos do herói. Ele também tem poder, ele também tem vitalidade, ele também tem muita energia. Obrigado. Ele também tem tudo isso, só que ele usa pro mal. Então não tem a ver com bem ou mal, tem a ver com psiquê humana, tá? E o herói, ele é um dos arquétipos mais discutidos na literatura e na arte,
porque ele é o Cara que salva o dia, ele é o cara que tá pensando no bem da humanidade. Mas ó que massa, ó que legal quando você começa a aprofundar. O herói geralmente é um arquétipo que não tem muita identificação com os outros, com os outros arquétipos. Geralmente ele é solitário, geralmente ele ele tá mais sozinho. E isso não é desde hoje, tá gente? Desde as histórias da Grécia antiga. Os personagens heróicos, por exemplo, na mitologia, eles não eram nem vistos como humanos, eles eram vistos como semideuses. Por quê? para afastar ele do restante
todo. Ele não é humano, ele não é como você, ele está separado, ele é um semideus. E aí você vem Aquiles, Hércules, né? Se você trouxer agora pra nossa mitologia atual, né? o Superman, o Thor, o Hulk, essa turma toda, todos eles, pessoas normais, né, que tem uma vitalidade, às vezes no na mitologia, né, tem superperes, mas que os separa. E o herói, ele também pode ser posto, como assim? por cargos, por algo que as pessoas, a sociedade o eleva a um nível de herói, como um rei e uma rainha. Gente, com todo o carinho
do mundo, vocês olham pro príncipe Charles agora, rei Charles e vem um herói. Ô, gente, ele nem queria est lá, ele nem queria trabalhar, ele tava tão bem até os 70 anos sem precisar fazer nada. Aí a mãe dele decide morrer, acabou com a vida dele que ele virou teve que virar rei. Falou: "Meu Deus do céu, eu achei que essa velha era eterna, que eu ia ficar aqui de boa a vida toda, agora tem que virar rei." Como assim? Ele tá posto no arquétipo de herói, mas ele não é o herói. Ele pode ser
colocado pela sociedade. Tá dentro do grupo de heróis. Qual tipo que você acha que ele é? Se ele ainda fosse o outro, o rei Charles, não, o outro era um herói. Ele parece um bobão, né? Penso exatamente igual. Você olha para ele, fala: "Que que esse moço tá fazendo aí, gente? Oi, Vivia. O herói é do ego. O herói é ego total, entendeu? Ele se joga, ele vai lá, ele quer salvar o mundo. Ninguém pediu, mas ele quer. O novo filme do Superman, não sei se vocês viram, tem o o, aliás, os filmes de herói
usam muito arquétipo, né? Sabe onde mostra exatamente o arquétipo do herói? Quando o Superman vai salvar o cachorro que ia ser esmagado. Ele já salvou todo mundo. Ele vem tira um cachorrinho, entendeu? Ele não quer deixar ninguém, ele quer salvar o mundo. Esse é o herói. Então, se você buscar o desejo de vida do herói, o herói ele quer provar o seu valor por meios aptos de valentia e, se Possível, até arriscar sua vida em prol do outro. O objetivo de vida dele é um só. Salvar o mundo, vencer um desafio, derrotar o inimigo. É
isso. Quais são os pontos fortes dele? Coragem, altruísmo, perseverância, competência, fraquezas. O herói tende a ser arrogante. Tende. Maior missão de um herói, fracassar na sua missão e ser covarde. Você vai encontrar estudos que vão chamar de guerreiro, de salvador, de matador de dragões, de superherói, herói, heroína, soldado, vários. E eu gosto de trazer um exemplo para tirar a imagem do cara forte, super poder, com a cueca por cima da calça, para mostrar para vocês que o herói não é a compleição física. O maior arquétipo do herói que eu enxergo é o Harry Potter. Ó,
um menininho. Ótimo, maravilhoso. Pode deixar se é um menininho que tem dois amigos, ou seja, ó, isolado. Percebe? A escola inteira sabe dele, a cidade inteira conhece dele. No final o mundo sabe sobre ele. Ele tem dois amigos. Ele tá isolado. Ele não tá no meio de todo mundo. Porque as pessoas não conseguem se identificar. Ele é diferente e ele não precisava fazer nada do que ele faz em nenhum dos filmes. Mas ele quer salvar o mundo. Ele quer salvar o mundo. Ele não quer viver a vida dele escondido, porque ele poderia. Não, não quero
ir pra escola de bruxo nenhuma. Não quero continuar vivendo aqui do meu jeito. Vou fazer minha vida, tá tudo bem. Não, ele quer ir para lá e salvar o mundo. Esse é o herói. Na palestra, o herói é lindo, desde que seja a partir do quarto ato. Se você tentar começar como herói, lembra? O herói distancia. O herói não traz para perto, o herói afasta. Então, se você começa, eu sou super poderoso, eu sou lindo, eu sou maravilhoso, eu sou forte, eu tenho bilhões na conta, eu tenho uma casa maravilhosa, filhos incríveis, pessoal vai olhar
fal: "Ei, que saco, hein? Tá se achando, ó. Te afastei na hora". Então, o herói ele só pode surgir na palestra depois de um ponto de virada. Você o ideal é você começar com arquétipos menores e ir migrando, fazendo viradas para ter o eletrocardiograma. Você começar com eu sou já era. Já era, perde na hora. Aqui é um erro que 70% dos iniciantes cometem. Qual a primeira coisa? Qual o primeiro slide que o cara apresenta? Aqui, ó. Ó o meu currículo. Eu sou PhD nisso. Eu sou sinistro MBA naquilo outro. Harvarda Ou Musetts tá aqui.
Eu sou o cara. Eu olho e falo: "Que saco, hein, velho? Precisa mostrar currículo, quer dizer que sua palestra não fala nenhuma de você, entendeu? Então, percebe, afasta herói a partir do Eu eu vou abrir um precedente ali no terceiro, no terceiro ato indo pro quarto, mas o ideal que ele surja ali no quarto, entendeu? Professor de Deus, é isso aí. Não, um saco. É um é chato. Quer dizer que ele não fez aquilo, gente? Não, ele pode ter feito tudo, mas antes de me conquistar, ele já quer dizer que ele é o bonzão. Me
conquista primeiro. Lembra dos pontos iniciais da palestra? Atenção, conexão, engajamento. Você já quer ir direto pro lembrete, entendeu? Não, primeiro me conquista. Então, cuidado com isso. Cuidado. E dá para para essa descrição pessoal aparecer como inspiração. Eu não gosto. Eu não gosto porque eu não vejo gerando inspiração. Eu não vejo. Para mim pode ser como callback, como callback lá na frente. Ó, importante, Clau, a iluminação na tua palestra da forma que você tá fazendo, não tá assim. Tá leve. Tá leve. Por quê? Porque tem uma brincadeira ali. É o que a gente chama das exceções.
Você tá dizendo, "Eu já Fui conhecida como for audióloga, como não sei quem, como não sei quem, como não sei quem, como isso, como aquilo, como aquilo, mas hoje eu sou a mãe do, há 22 anos eu recebi o meu maior título, que é: eu sou a mãe do Thor." Na sua não tá currículo chato, não. Você tá fazendo a introdução para trazer ao ponto principal que é o teu papel principal que é ser mãe do Thor. E depois quando aparece o Thor falando sobre ele dos feitos dos livros, não também tá OK? Tá tudo
bem porque você preparou, tá? Você preparou o caminho para ele. E lembra o Thor, ele sempre vai ter um olhar diferenciado do público. Uhum. Sempre. Entendeu? Porque ele é um garoto autista. E não por ser um garoto autista, mas ele é um garoto autista genial. Ele é genial. Então você já olha para ele de forma diferente, você já olha para ele. Eh, eh, tem um efeito também num outro estudo maravilhoso que Yung também fala sobre isso, que é o estudo das musas. Não sei se vocês já viram isso. Que que é o estudo da musa?
O estudo da a musa, ela ela inclusive foi interpretada no cinema várias vezes assim. É aquele ser que ele representa algo tão importante que ele carrega os olhares. Ele chama a atenção. O Thor é uma musa. O Thor chama a sua atenção sem pedir licença. Ele gera esse encantamento, Entendeu? Então ele, um menino que teria tudo para ser um garoto cuidado como coitadinho, como ai coitadinho do meu filho que é autista. Ele é escritor, ele é palestrante, ele é ilustrador, ele tem seis livros lançados e ele entendeu? é diferente. Aqui o olhar é outro. Uhum.
Entende? Então não fica chato, não fica. Uhum. Tá, mas é que acontece muito, né? E e o pior, né? Eu vejo assim, ó. Lembra dos sete pecados? O cara comete uns quatro um slide só. Ele põe o currículo dele num slide branco com 500 kg de texto e acha que tá arrasando. Quatro pecados em um slide. Entendeu? Não é porque tu tá tu estás falando e a gente que tá pensando na palestra, a gente fica pensando, cara, onde que isso entra, né? Tá certo, não tá muda, altera? E o mais, sabe o que é o
mais legal disso tudo, gente? Sabe o que que é mais legal? é que tudo é regra e nada é absoluto. Porque vão ter momentos que você vai olhar e falar assim: "Por exemplo, ó, eu tinha uma uma parte da minha palestra logo no início, que é o cara comum contando o Alisson ali, que que passou sufoco, que passou perrengue, que E aí eu ficava muito nessa de pô, vai desconectar porque é muito tempo de cara comum, é muito tempo de inocente logo no início da palestra vai desconectar, vai desconectar". E aí eu coloquei gatilhos de
humor no meio para dar quebradas. Então, por exemplo, na hora que eu digo assim, eh, eu venho de uma família muito pobre, falo assim, mas calma, eu não tô aqui para contar a história triste para Vocês, é porque a gente era pobre, mas pobre e profissional de ser pobre mesmo, né? Que qualquer um não, ela queria assim que na hora do da refeição e outra, né? A família é grande. Então na hora da refeição, se eu fecharse o olho para rezar, o frango sumia, tinha mais três em mão na mesa, então não podia dar bobeira,
tal. Eu eu coloco gatilhos aqui no meio para quebrar o chavão, porque o chavão também é chato. E aí, ai, olha como eu comecei tristinho e minha vida foi mudando. É chato. Então você tem que, então percebe, tudo é regra, mas nada é absoluto. Dá para você usar ferramentas aqui para manusear os processos, entendeu? E no caso do Tortem, essa visão da musa que a gente nunca pode deixar de lado, né? A gente não pode trazer como o superper, mas ao mesmo tempo a gente não pode esquecer dele. Quarto arquétipo, gente, o quarto eh, como
é que eu posso dizer? O quarto ele foi durante muito tempo o meu dominante, muito tempo. Só que eu pendurei uma corda numa árvore, coloquei ele lá e falei assim: "Enforca aí, meu filho". E hoje ele ainda é um dos meus auxiliares, mas eu tento segurar ele muito, que é o cuidador, tá? E eu vou explicar tudo. O cuidador é aquela a representação da figura protetora, da figura que se deixar ele carrega o problema de todo mundo e esquece dele Mesmo. Ele põe tudo nas costas, ele vira a tartaruga e ele sai carregando. E aí
você fala: "E você fala?" Eu eu tô aqui, ué, tô aqui resolvendo tudo. Ó lá, ó. Você e vocês vão entender porque que eu pendurei o meu na forca. O cuidador, ele tem como representação os personagens que quase abdicam da própria vontade, da própria necessidade em prol do outro. Esse cara, ele sempre tá presente quando você vê o o aquela historinha clássica do de contar a jornada do herói, ele sempre tá ali como mentor, como professor, como apoio. Ele tá do lado do herói ajudando e ninguém sabe nem a história dele. Ele tá ali pensando
na história do outro. Eu não tinha dúvida nenhuma, Cláudia, que você é é cuidador. Nenhuma. Nenhuma. Você não precisava nem falar. Obiuan Kenobi. É isso, é esse cara. Ele tá ali o tempo todo cuidando dos novos diedais e ninguém sabe dele, pô. Só que tem um problema. Quando a gente vai pro quadrinho, ó, e o cuidador ele ele faz de coração aberto. Ele não ele não quer pedir nada em troca. Ele não quer pedir nada em troca. E aqui que eu coloquei o meu na forca. Por quê? que eu virei mentor. Aí o cara não
pede para você construir uma casa para ele de graça. Não pede. Ele não pede se ele tiver com problema de coração para você operar ele de graça. Mas o mentor tem que dar conhecimento de graça, sabe? O mentor tem que instruir de graça. Você gasta para caramba para aprender, mas poxa, é só uma ajudinha. É essa ajudinha que você diz de ajudinha, é o que eu faço, é o meu trabalho, entendeu? As pessoas não entendem. Isso é é muito louco porque não entendem. A gente passa muito isso no mercado de palestras também, tá gente? É
a mesma coisa. O cara não vai pedir para construir uma casa de graça, mas o palestrante de graça ele quer, entende? Ué, mas não é profissão, não é a mesma coisa. É uma não uma palestrante, pô. Ele só vai ali palestrar. É o que ele faz. Caramba. Então, quando você vem pro educacional, você tem que matar um pouquinho do teu cuidador. Você tem que dar uma matadinha nele. Por quê? Porque senão você vira o trouxa que ajuda todo mundo e ninguém tá nem aí para você. Aliás, geralmente é assim, ó. Aconteceu comigo algumas vezes. Pessoa
me ligar, falar assim: "Alisson, tô precisando de uma ajuda assim, assim assado, falar: "Abre o Zoom agora, abre aí, vamos lá". E ficar duas, 3 horas entregando, ajudando e e fazendo o que é possível e ligar e querer saber e conversar e não sei o que e a pessoa sair daquela situação que ela tava. Na hora que ela sai, ela vai lá e investe na mentoria dinheiro de outra pessoa. Aí você fala: "Uai, na hora que tava no sufoco era comigo, na hora de pagar é com outro, entendeu? Acontece muito. Então, quem tá no educacional
precisa dar uma sufocadinha no cuidador. Eu tenho que tomar cuidado que senão ele grita alto", sabe? Eu quero o tempo todo cuidar de todo mundo. Mas quem cuida de quem cuida? Quem é que cuida de quem cuida? Entende? Então, quando você vai pro quadro, ó, que interessante. De que tipo é o cuidador? Qual deles? Que que vocês acham? Boa! Não, eu não sei qual ordem que você colocou, mas ó, se for na ordem que eu falei, ego, ordem social e liberdade. O cuidador é ordem. Ordem. É, a gente precisa de cuidadores, senão o mundo vira
o caos. Cuidador é ordem. Ele tá ali equilibrando as coisas. Qual que é o desejo de vida desse cara? Manter a salvo as pessoas que ele ama. O objetivo ajudar todo mundo, ajudar quem necessita. Aliás, gente, meu cuidador tá aqui gritando hoje, tá? Aliás, ele gritou para eu tá aqui. Ele gritou para eu tá. Eu tô aqui por causa do meu cuidador. Vou contar para vocês. Eu tenho um grupo de mentoria chamado Hermes, que é o meu time de elite. São 12, os meus 12 do meu grupo de elite, os meus apóstolos aqui. E eu
sempre faço encontros Sudeste, Centro-Oeste, Sul, tá tá tá. E quem que sempre tá presente? Sempre. Os meus três do Nordeste, os meus três do Nordeste, eles vão em tudo. Eles não falham em nada, nada. Aí eu tinha um um encontro com eles no em Floripa mês passado. Eu desmarquei e falei: "Eu vou pro Nordeste mês que vem. Quem quiser que vá comigo, quem não quiser, beijo, porque eu vou cuidar de quem tá lá em cima que não falha com a gente nunca, entendeu? Chega deles gastarem passagem, vocês ficarem no bem bom. Resultado, tô eu e
os três. Os outros não vieram. Aí o antierói grita, né? Que se dane. Eu vou servir quem sempre serve, entendeu? Eles que estão perdendo, não eu. Porque os três do Nordeste sempre que precisa descer, eles descem. Eles sempre estão junto. Pontos fortes do cuidador, generosidade, dedicação, compaixão. Fraquezas. Aqui é um problema. Ele ele pode ser ingênuo, ele pode ter ausência de liderança, ele tem uma tendência a se tornar mártir. Tem que tomar cuidado com isso. Com maior medo do cuidador. Ah, isso aqui mata um cuidador, tá? Ingratidão, egoísmo, dói na alma. Dói, dói pesado, pesado.
Você vai encontrar estudos que vão chamar ele de santo, de altruísta, mas esse é o cuidador. E exemplo, gente, maior exemplo para mim do cuidador no cinema é o Capitão América. Erison, o Capitão América não é o herói? Pega nos dois filmes finais. Sabe por que tudo aquilo aconteceu? Porque o Capitão América não quis destruir um Cborg. que era só ele pegar, arrancava a joia da alma da cabeça do do visão, quebrava ela, acabou o problema antes do primeiro filme. Mas ele, cara, mas se a gente fizer isso vai matar ele. Ele quer cuidar de
todo mundo. Ele topa perder metade da humanidade para cuidar de um. Se não for, tem que cuidar de todo mundo. Não pode deixar um ali solto. Percebe? O quinto? O quinto já fui eu, assim, de ponta a ponta. Aí você vai ficando velho e vai mudando. Quem é o quinto? O explorador. O explorador é o ousado, é o aventureiro, é o livre por natureza. Ele quer conhecer tudo. Curiosidade extrema, vontade absurda. Ele leva uma vida autônoma, fiel ali à alma dele. Maior medo de um explorador é ficar preso, pô. Então ele faz de tudo para
ficar livre, para se sentir livre o tempo todo. Então o explorador ele já nasceu pronto paraa aventura. Ele quer a liberdade, ele quer ir ver com os próprios olhos. Ele não quer que ninguém conte para ele, não. Ele que vai voltar e contar depois. Eh, cara, tem, aliás, já viram a Odisseia? Já viram? Eu ainda não fui ver, eu quero ver. Eu sou apaixonado pelo pelo pelo livro, né, de Homero, Odisseia, né, por toda a saga de Troia, né, mas a Odisseia para mim é incrível, incrível, incrível, incrível, porque o Odisseu ele é o explorador
nato, tá? Aliás, já contei para vocês quem é o personagem que eu vou trazer. Olha a ideia do explorador. Alguém vira pro cara e fala assim, ó, nós vamos voltar para casa. Então vamos voltar nesse barco aqui. Beleza. Beleza. Mas tem um lugar que a gente vai passar que tem umas mulher meio peixe ali que são as mulheres mais lindas do mundo. As mais lindas. O canto delas é incrível. Só que todo homem que ouve o canto delas e vê elas enlouquece se joga no mar e morre. Se fala isso para um cara comum, o
cara comum vai falar o quê? Não vamos passar por ali não, pô. Vamos dar uma volta para outro lugar, né? Vamos mexer com isso não. O que que Odisseu faz? Odisseu diz o seguinte: "Me prenda amarrado no mastro, coloque a cera nos meus ouvidos, porque assim, eu qu Se o canto delas é bonito, eu quero ouvir. Então põe cera no meu ouvido para eu não enlouquecer. Se elas são lindas, eu quero ver, mas eu não quero me jogar no mar. Então me amarra no mastro. Eu vou passar lá, eu vou ver, depois eu conto. Esse
é o explorador. Ó lá, o Thor Bill, inclusive, tá fazendo vídeos falando sobre a obra. Vai te divertir com ele? Não, eu comecei no dia que o Thor foi no cinema, eu vi o vídeo dele voltando com a com a prima dele e aí ele começou a dar spoiler. Eu, tum, desliguei, parei de ver os stories. Falei: "Eu quero ver o filme primeiro." Tó, calma. Então assim, eh, esse é o explorador, cara. Ele não quer que ninguém conte. Ah, mas é perigoso que se dane. Eu quero ir lá ver. Me disseram que é legal, eu
vou lá. Eu não tô preocupado com perigo. Eu quero viver a experiência. Essa é a essência do explorador. A ansiedade em conhecer o novo, em viver uma jornada que além de um superpoder, é uma falha de caráter. Porque esse cara ele quer tanto experienciar as coisas que ele se envolve em problemas, ele se envolve em treta. Não tem como. Aqui eu não preciso nem perguntar qual tipo que é, né, gente? Preciso nem perguntar, né? Qual tipo é liberdade, pô. Já diz tudo. Qual o desejo de vida do explorador? Descobrir quem ele é explorando o mundo.
Objetivo: viver uma vida mais completa, repleta de experiências novas. Pontos fortes, curiosidade, motivação, energia, perseverança, fraquezas. Ele nunca se dá por satisfeito. Ele quer sempre mais. maior medo do explorador viver uma vida ordinária, uma vida simples, uma vida sem liberdade. Você vai encontrar estudos que vão chamar ele de peregrino, de nôma, de de iconoclasta. E o exemplo, eu já falei, é o Odiceu. Aliás, não sei se vocês viram, há um tempo atrás saiu uma uma reportagem de um cara, um tiozinho, que foi o cara que na época lá do da exploração de Serra Pelada, ele
foi o cara que mais extraiu o ouro individualmente. Ele extraiu não sei quantos quilos de ouro e ele ficou muito rico, muito. E ele torrou tudo em 8 anos. Mas muito rico assim, vocês terem uma noção, ele queria conhecer o Rio de Janeiro. Ele queria conhecer o Rio, não sei se vocês viram essa reportagem. E aí não tinha voo. Não tinha voo. Aí ele chegou no aeroporto, olhou e falou assim: "Mas e aquele avião ali? Não tem voo. E aquele avião ali tá fazendo o quê?" Não, aquele avião ele só voa amanhã. Por quê? Não,
não tem passageiro para ele. E como é que eu faço para ele me levar pro Rio? Não, para você ven levar o seu pro Rio, você teria que comprar todas as cadeiras. Vou compra. Ele comprou todas as cadeiras para viajar sozinho num boing do Nordeste pro Rio de Janeiro. Chegou lá, suspendou no Copacabana Palace na presidencial e ficou lá três meses. Carro, ele disse que era assim, ó. Ele comprava o carro, tá andando com o carro. O carro furou o pneu, ele abandonava ali, entrava na primeira loja e comprava outra. Ele viveu 8 anos assim.
E aí tem uma entrevista do cara, as pessoas perguntam para ele, você se arrepende? Hoje ele vive de favor, trabalha de faxineiro na casa dos outros. Aí perguntaram para ele, se arrepende? falou, eu faria tudo de novo. Ó, o explorador, ele não consegue entender que se ele colocasse aquilo tudo numa renda fixa, ele poderia ter feito aquilo pro resto da vida sem gastar R$ 1 do que ele acumulou. Não, ele quer ir lá e viver, pô. Ele quer ir lá e se jogar. Então, percebe? Esse é um problema, tá? Eh, a fraqueza dele é essa.
Maior medo viver a vida originária. E falei o exemplo do seu. Adrenalina é outro, é outro jogo, né, PC? É isso. O sexto, que eu não preciso dizer, é um dos meus auxiliares, né? antiherói. O antiherói é o o cowboy fora da lei. Ele é o cara que ele não é que ele não se preocupa com regras, é que ele tem um forte senso de justiça, tão forte que ele só quer que a justiça seja feita. De qualquer forma, tem uma palavra que define o o o antiherói é revolução, porque ele ele não vive de
acordo com regras morais e éticas, ele tá pronto para fazer justiça. Ponto. Gente, o antierói é até um pouco na minha sombra, tá? Porque se eu trouxer ele muito pra luz, eu viro bandido, não pode, entendeu? Mas a minha a minha forma de entrega é antiherói total. É o estilo punk rock, é o independente que resolve as coisas. Lá em casa era assim, ó. Época de moleque, tá? Época de moleque, não, né? Época de juventude. Ah, tem um problema familiar, precisa resolver pros filhos resolverem. Chama o André, que é o meu irmão mais velho, que
o André, como diz meu cunhado, o André, minha mãe, colocava ele de castigo, esquecia ele lá por três dias, ele nem se mexia, ficava no mesmo lugar. Então o André vai lá conversar e tal, vai ver como é que é, pá pá, e tentar resolver numa boa. Não deu certo, chama Alessandra, que a Alessandra já vai chegar meio tirando a tamanca. Não Deu certo, chama o Alisson que ele chuta a porta, vai lá e resolve. Como? Como? Não sei. Do jeito que tiver que resolver, ele vai resolver. E ponto. Agora olha que massa, eu tenho
dois auxiliares, um cuidador e um antiherói. Imagina a guerra dentro do do Divertidamente. Os Divertidamente eles se pegam lá dentro toda hora porque o cuidador tá assim: "Calma, pô, ajuda aí". O antihorói fala: "Mata, mata. Não é possível que não tá entendendo. Que burrice, meu Deus do céu. Ele fica ali, eles ficam se matando. E aí daqui a pouco quando eu trouxer o govern o meu, o meu dominante, vocês vão entender quem é que organiza o caos, entendeu? Porque senão eles se matam lá dentro. E é nosso cérebro, gente. É assim, o antiherói, ele o
jogo dele é resolver o problema, tá? E às vezes de qualquer forma. E por que que traz isso para ele? Porque ele já passou por injustiças, ele já passou por problemas que ele não admite passar mais. Então agora ele é resolutivo. Vamos resolver, pô. Vamos resolver. Entendeu? De que forma? Vamos resolver. Ponto. De qualquer forma. Ó que massa. De que tipo ele é, gente? De que tipo é o antierói? Ego é muito ego. Desejo de vida. Revolução. Se derem bobeira, vingança. Qual o objetivo de vida dele? Acabar com algo ou alguém que exprima opressão ou
injustiça. Percebe? Não é acabar com a pessoa, é acabar com a opressão injustiça, mas do jeito dele. Pontos fortes. Ele é independente, ele é extremamente inteligente, ele é radical, ele é inovador. Fraquezas, ele não demonstra muita emoção. E se deixar a sombra gritar, ele pode virar criminoso. Qual o maior medo? ficar indefeso. Você vai encontrar estudos que vão chamar ele de rebelde, de revolucionário, de fora da lei. E não, não, coincidentemente, os exemplos que eu trago são os meus dois heróis favoritos. Tem um pouco desse cara, o Vand. são os meus dois heróis favoritos, que
são o Justiceiro. Não sei se vocês conhecem a história do Justiceiro, para mim é o herói mais genial que existe. Eh, ele era um policial e a máfia, ele tava combatendo a máfia e a máfia matou a mulher, a filha e o cachorro dele, destruiu a casa dele, acabou com tudo. E hoje ele não tem emoção. A vida dele é matar bandido. Ponto. Aliás, o tem uma discussão muito grande na questão dos novos filmes da Marvel, porque fizeram um justiceiro meio bobão, né? Especialmente no filme novo do Homem-Aranha agora, pô, o Justiceiro fazendo macacada no
fim do filme pro Homem-Aranha fugir. Aquilo não é o justiceiro. O Justiceiro riu, riu nos quadrinhos três vezes e virou acontecimento porque ele riu. Fazer uma macacada daquela lá não existe, entendeu? E o outro é o Lobo, que acabou de sair na tragédia do filme da Superg, que é uma tragédia aquele filme. O Lobo, exatamente. É o é um justiceiro das galáxias que anda com a moto dele resolvendo o problema. São os meus dois heróis favoritos, entendeu? Porque me identifico, me identifico. Sétimo, sétimo arquétipo, arquétipo do amante. O amante é o cara que gosta de
se relacionar com as pessoas, que é compromissado, que coloca paixão em tudo, que valoriza e vê a beleza interna do outro. Só que isso também é uma fraqueza, porque deixa a emoção, a emoção dele fala muito alto, fala mais alto que a razão. E ele só é feliz. se ele se sentir amado. E aí isso faz com que ele tenha medo de ficar sozinho, medo de ser indesejado. E apesar da palavra amante, Tá semanticamente ligada a amor romântico, eh nem sempre a ligação amorosa dele é com outra pessoa. Tem pessoas que tm o arquétipo do
amante dominante e que ele descarrega todo esse arquétipo no trabalho, que descarrega todo esse arquétipo no carro. Já viu aqueles carro, cara que fica no fim de semana lavando o carro ali que e pôle, esfrega e faz aquele negócio virar um espelho e passa pretinho no pneu ali é o arquétipo do amante gritando, gritando. Ele é completamente apaixonado naquilo. É uma relação sentimental entre duas coisas, um ser humano e um carro, entendeu? Pode ser um amor parental, você pelos seus filhos. Então, a questão do amante é que se ele se entrega sem pensar duas vezes,
sem pensar em consequência para o o objeto de desejo dele ali, tá? fazendo o que for preciso para realizar esse amor. E não é segredo também que o arquétipo do amante tem como prioridade o sentimento, as emoções, o idealismo, não a razão. Aliás, aqui tá um dos grandes erros que Daniel Goleman já falou várias vezes, né, que os coaches brasileiros erraram quando interpretaram inteligência emocional quando ele diz gestão das emoções, porque não existe inteligência emocional, porque no momento que você ativa emoção, você fica burro. Você desliga o córtex préfrontal. Não tem inteligência emocional. Isso é
um erro. É gestão das emoções. Como você gere a as emoções são burras, elas não têm nada de inteligente. Se a gente traz pro quadrinho aqui qual que é o tipo do amante? Ele é social. Lembra? Ponte. Ele une desejo de vida dele é intimidade. O objetivo é ter uma relação completa e eterna com seu objeto de desejo. Pontos fortes dele, o humanismo, paixão, fidelidade, fraqueza e irracionalidade. Ele corre o risco de se arriscar demais por outra coisa. essa pessoa, pelo objeto ali do amor dele, maior medo de ficar sozinho. Outros nomes você vai encontrar
como parceiro, como entusiasta. E para mim, a maior representação do arquétipo do amante no cinema, na literatura como um todo, é o clássico Romeu e Julieta. Romeu e Julieta, eles se matam os dois, um pelo outro, né? Muito louco. Oitavo. Gente, ninguém mais gritou dominante aqui até agora, hein? Eu tô achando que ou vocês não estão entendendo. Só temos o Tória e a Cláudio até agora. Me falem, quero saber. Ou vocês estão com medo de falar. Pode falar. Oitavo é o criador. O criador, como o próprio nome diz, ele é criativo e ele adora inovação.
E não existe possibilidade de existir algo que ele não faça. Tô sofrendo aqui para definir. Não tem. Você tem os 12, tá, PC? Todo mundo tem os 12. É porque tem um que é muito você sempre. Eh, o criador ele é perfeccionista, então ele expressa suas opiniões e visões, os objetivos dele em prol de criar algo que valia muito. Ele é visionário, ele vê além. O arquétipo do criador, ele é representado geralmente por personagens mais excêntricos, que estão sempre ali explorando os limites da existência, buscando formas de expandir, de inovar, sabe? Eles são donos de
uma imaginação sem limites. São retratados como pessoas à frente do tempo. Lembra do do professor do de volta pro futuro? Aquele cabelão dele arrepiado, aquele jeitão todo excêntrico de falar, de viver, é o criador, pô. Ele não tá aqui, ele tá no futuro. A gente tá achando que ele tá aqui, ele não tá. E e quando você fala isso, você começa a identificar até os amigos em volta, né? Alguns criadores que você conhece. Ele ele é do tipo da ordem, ó. Que interessante. Nós precisamos de criadores pro mundo evoluir. Deve ser um dos auxiliares dele,
Cláudia. Certeza que é. A gente precisa de criadores pro mundo evoluir. Por isso ele é do tipo da ordem. Qual que é o desejo de vida dele? Criar e inovar. Objetivo: transformar a ideia em realidade. Pontos fortes, criatividade, convicção, foco, inteligência, genialidade, fraquezas. Ele tem quase uma tendência a brincar de Deus. Ele pode ser insensível e pode ter problemas comunicativos. Por quê? Ele pensa tão à frente que ele não consegue se comunicar com as pessoas que estão aqui. Ele não consegue porque ele tá lá. Ele não tá aqui, é diferente. Você vai, qual que é
o maior medo desse cara? Visão limitada, impossibilidade de execução. Eu já vi estudos que chamam ele de artista, de sonhador, de inventor. E para mim, o maior ícone do criador não é nem do cinema, é da vida real. Se chama El Musk. Cara, El Musk total criador, pô. Eu vou povoar lua. Como assim, velho? Não, povoar Marte também, entendeu? Só porque você reclamou que eu queria a lua e ele tá lá, pô. Ponto. Entendeu? Ele é Não adianta você dizer pro cara que não dá, ele vai fazer. Ele vai fazer. Eu brinco toda vez que
que eu brinco sobre a questão da da dificuldade do palestrante com traslado, né, com logística, eu falo assim: "É porque o Elon Musk ainda não construiu a a máquina de teletransporte ainda." Se tiver alguém que vai fazer isso, é ele. Gente, eu não tenho nenhuma dúvida disso, porque ele é o ele é o criador, ele é o cara que olha à frente, ele tem a visão. Na palestra, o criador é extremamente importante, porque o criador é quem tem a visão. O teu público não vai ter a visão que você tem. Então, se você não mostrar
para ele, ele não vai enxergar. Então, é muito importante em algum momento, pelo menos, você pincelar o criador ali. Mas, Alisson, é minha sombra, eu não sou criativo, então não tente. Se for tua sombra, não traz, entendeu? Porque aí é o sapato apertado que não vai caber. Vamos pro nono. O nono. Eu acho que eu tenho dois dominantes aqui na sala, pelo menos. Talvez três. O Alisson, ele é dois ou ele é quatro? Ele é ordem. Criador é ordem. Ordem dois. É, a gente precisa de do criador pro mundo evoluir, cara. Ele tá ali para
fazer as coisas acontecerem. O nono, o nono é o bobo da corte. O bobo da corte é o o piadista, o alegre. É o cara que ri tudo e de todo mundo, até dele mesmo, que é engraçado, que sonha ali com um momento grandioso, que é conhecido pela sua sinceridade, que às vezes até passa do limite, né? Ele é um dos arquétipos mais complexos. e mais fascinantes da lista. Por quê? Porque a relação e até a fala do do bobo da corte, ele é ambíguo e não só para para fora, não só para quem tá
vendo, até para ele mesmo, porque ele ele apela pro humor como uma forma de alívio cômico e naquele momento eles mostram as suas maiores motivações. às vezes algumas verdades profundas que ele conta ali de uma forma de piadinha, entendeu? E ele passa porque ele é o bobo da corte. E a índole do bobo da corte, não fiquem chateados comigo, meninos, não é exatamente explícita. Por quê? Porque esse cara, ele traz um ar infantil, algumas características ali que leva a gente a questionar se as intenções dele são verdadeiramente boas. Então, o bobo da corte, ele vive
quase numa realidade própria em que só ele sabe as motivações e as leis morais dele. O bobo da corte tem dificuldade em se colocar como autoridade, exatamente por causa desse olhar ambíguo de ele tá brincando ou ele tá falando sério, entende? Então esse cara muitas vezes ele tá ligado a um humor satírico, onde ele expõe ali as hipocrisias da sociedade, das outras pessoas e a personalidade dele faz com que a gente adore e ao mesmo tempo se irrite, fique irritado com ele, entende? Então o bobo da corte, ó que interessante, de que tipo ele é,
gente? Onde é que ele tá? Eu só acho que esse é o meu predominante. Eu tenho certeza absoluta. Onde é que ele tá? Ele tá no social, pô. Ele é ponte. Qual que é o desejo de vida do bobo da corte? Viver o momento na sua capacidade máxima. Objetivo: trazer mais graça pro mundo. Pontos fortes. Ele é sagaz, ele é inteligente, ele é rápido, ele é engraçado. Fraquezas. Por muitas vezes ele é misterioso e superficial. Maior medo, se entediar ou entediar o outro. Você vai encontrar estudos que vão chamar ele de louco, de bobo da
corte, de comediante, de trixter, de parvo. E para mim o maior exemplo de bobo da corte é o gênio do Aladin, especialmente esse que foi interpretado pelo Will Smith. Tem hora que ele é brincalhão engraçado e tem hora que ele é perverso fazendo as pessoas rirem. É muito arquétipo, ambiguidade ali do bobo da corte, sabe? O bobo da corte é essencial em todas as palestras, porque em algum momento você tem que jogar uma piadinha, você tem que soltar algo ali para virar a emoção da pessoa, para ela ficar feliz com você. Só que, só que
tem uma linhazinha tênuei, muito tênuei, entre o engraçado e o chato. O que? chato, hein? Tem que tomar muito cuidado na utilização do bobo da corte. Tem um cara que ele me ronda, tem uns, acho que desde que eu comecei em processo de mentoria, tem uns seis anos, que ele ronda para fazer minhas mentorias. E no meio das mentorias ele é conhecido como legalzão. Os mentores todos chamam ele de legalzão. Por quê? Porque ele tenta ser tão legal que ele é chato para caramba. Ninguém quer vender para ele. Vou repetir. Ninguém quer vender para ele.
Entende? Olha o perigo do bobo da corte. Ele pode trazer pro lado, mas ele pode afastar. Tem que tomar muito cuidado. Tem que tomar muito. Aliás, no roteiro do do Vand que a gente criou, eu não sei que que ele viu, se ele viu, mas eu eliminei tudo que era exagero. Ele entrava gritando. Foi a primeira coisa que eu tirei. Você nem conquistou as pessoas ainda. Você vai entrar gritando, eu levanto e vou embora. Meu antierói fala assim: "Que cara mala! Para que que eu vou assistir ele? Primeiro conquista, pô. Primeiro conquista, depois se a
galera gostar, top. Chegou gritando, levantei e fui embora no primeiro minuto. Não vou ouvir nem sua segunda palavra, entendeu? E lembra, são 12 arquétipos. São 12. E desses alguns muito fortes que não vão curtir. Claro, eu tenho que deixar de ser eu, não. Mas primeiro conquista. entrar no uh vou embora no primeiro minuto. Tem que tomar muito cuidado porque a linha é tênue. Décimo respondendo a sua pergunta, meu amigo PC. Décimo é o sábio. Quem é o sábio? O sábio é o Oi. O bobo da corte é um, né? É social. Social. Social. Ele é
ponte. Ele conecta um ao outro. Ele é sempre ponte. O 10o é o sábio. Quem é o sábio? exemplificando, o defensor da verdade, inteligente ao extremo, sempre busca de mais informação, busca vencer os desafios através da razão, tem um medo absurdo de ser enganado. O sábio, geralmente o arquétipo do sábio no cinema, na literatura, ele tá ligado a uma pessoa mais velha. Por quê? Porque é aquela pessoa que já experimentou de tudo, muito estudo, muita vivência. E aí hoje ele tá aqui para ensinar. Então esse personagem que é derivado do sábio. Conselheiro não existe, irmão.
Conselheiro é deturpação. É o sábio. Eh, o cara que é sábio atua como conselheiro. Sim, pode ser. Então tá bom. Já me achei. Embora não me considere sábio, né? Mas pode ser. Acaba de ouvir. Que que você acha? Esse personagem derivado do Sab, ele enxerga o mundo de uma maneira muito analítica e muito lógica. Sempre tem uma frase ou outra de sabedoria para auxiliar ali alguém na jornada. Eh, ele parece que ele detém todas as respostas sobre tudo a ponto de saber até o que vai acontecer de uma forma quase meio mística. E por isso,
por ele ter tanto conhecimento, ele tende a não estar disponível o tempo todo. Tem dois exemplos que eu gosto muito na literatura. Um é o gato Xiri do Alice no país das maravilhas e o mestre dos magos da Caverna do Dragão. Eles sabem de tudo. Eles têm conselhos sábios para tudo. Então eles não podem estar presentes o tempo todo. Percebe? Aqui é a inteligência suprema. Esse é o sábio de que tipo ele é? Ele tá no grande tipo da liberdade. O sábio ele não quer depender, ele quer ir lá e ver. Ele quer estudar. Desejo
de vida do sábio. Saber a verdade suprema. Objetivo, se puder compreender o funcionamento do mundo. Se ele puder, ele vai nesse ponto. Pontos fortes, sabedoria, experiência, fraquezas. O sábio muitas vezes ele deixa de agir porque ele tem medo de tá errado. Ele não faz, ele trava porque ele tem medo de tá errado. E ele não quer tá errado, ele é um sábio. Qual o maior medo dele? Erros e a ignorância. Você vai encontrar vários estudos que chamam ele de mentor, de expert, de acadêmico, conselheiro, eremita. E o exemplo eu já citei, para mim o maior
de todos é o mestre dos magos. Ponto. 11º e penúltimo, o mago. O mago ele tem um ar meio místico. Ele sempre tá em busca do crescimento pessoal dele. Em alguns casos, ele pode ficar solitário Porque ele é muito idealista, tá? Mas se ele canalizar esse poder da forma certa, ele é capaz de causar uma revolução. Ele tem o objetivo de realizar sonhos, de compreender as leis do universo também. E se a gente fizer uma análise aqui, ó, se o arquétipo do criador e do sábio visam inventar e conhecer, o que define o mago é
transformar. Então, diferentemente dos outros, ele não se importa muito com os assuntos mundanos, não. O negócio dele é dominar o conhecimento, reunir poder e utilizá-lo em benefício próprio e de quem tá com ele. Os o mago, ele tem um problema, assim como o governante, tá? Porque tem dois tipos de mago. Tem o mago benévolo e tem o mago maléfico. Então, a maior preocupação desse personagem é ser corrompido. Se a gente trouxer pro cinema, muitos desses personagens são de fato feiticeiros, feiticeiras que ganham habilidades ali a partir de fontes sobrenaturais, tá? Mas tem personagens menos explícitos
que desempenham o mesmo papel. E aqui o mago, ele tem um problema sério também. Porque como ele ele conhece leis fundamentais do universo, ele estuda, ele busca muita coisa, ele pode ser visto como manipulador, mentiroso, charlatão, ilusionista. Ele tem que tomar muito cuidado aqui, porque a visão do mundo para ele é pode ser deturpada. De que tipo ele é, gente? De que tipo? Que que vocês acham? Não. Quem teme mais a síndrome do impostor é o sábio. O sábio tem mais medo. A fraqueza do mago é que ele pode ser corruptível, ele pode ser arrogante,
ele pode ser egoísta, entendeu? A fraqueza, tá? De que tipo, gente, que vocês acham que ele é? Esse tá claro também. O mago é ego. Maggo é ego. Qual que é o o desejo de vida dele? Compreender as leis fundamentais do universo para para cumprir um objetivo que é transformar o mundo em algo que ele goste. Pontos fortes. Ele tem muita disciplina, poder, onisciência. Você parece que esse cara tá em todos os lugares. Você olha o bond você olha, ele tá. Quais as fraquezas? Ele é corruptível. Ele se ele der bobeira, ele se torna arrogante.
Ele se torna egoísta. Qual o maior medo do mago? Exatamente esse, ser corrompido pelo mal. Outros nomes a gente vai encontrar ele como visionário, como catalista, como curandeiro, como chamã. O exemplo na literatura, eu gosto de trazer um que já se corrompeu, só para vocês entenderem o poder disso, que se chama Dart Vader. O Anakim Skywalker queria mudar o mundo. O Darth Vader se corrompeu. Ele se corrompeu, né? O Anakin se corrompeu e virou Darth Vader. Gente, prazer, esse é meu dominante. Aí você imagina um mago dominante com um curador, um um com um cuidador
e um antiherói. Que guerra que é esse negócio? Entendeu? O cuidador fala: "Cuida". O antierói fala: "Mata" e o mago fala: "Não, gente, vamos transformar". Calma, vocês dois, vamos transformar isso aqui, entende? Ó como é os os tic brigando, não é louco? Quantos que eu tenho que definir? O PC perguntou. Você tem que entender quem é o teu dominante, quem são seus dois auxiliares. O resto você tem tudo. Ah, lá, Vera. Mago, curador e antiheróis são os que eu me identifiquei mais. Sou eu, velho. Então, somos nós. S somos nós. O mago é meu dominante
total. Eu tenho vontade de, às vezes eu tenho vontade assim de matar, perder o ré Mário. É assim, jogar. Tem a Minha empresa aqui, ela tem, eu tenho, é um mesanino. Eu brinco, eu falo assim que o próximo que vier me irritar, eu jogo pela janela. Nesse nível. Aí o curador olha e fala assim: "Não, tadinho, eu deixei de vender uma mentoria, uma consultoria de 100.000, porque o cara, eu fiquei com dó do cara porque ele tava passando por uma situação ruim. Tem mais um, tá calma. Eu fui lá, fiz tudo pro cara, a hora
que ele se reergueu, por isso que eu falei, aquela hora que ele tava falando, eu tava balançando a cabeça, ele foi lá e fechou com o Marcos Marcos do acelerador. Ó, aconteceu uma lá em casa há poucos dias. A a Bia sofreu sozinha lá em cima no quarto. Eu tenho duas cadelas, né? Eu tenho uma Border Col, que é a Honda. Eu vejo lá nos seus nos seus stories. E tem uma terrorista que é a Valentina. A Valentina é a terrorista, entendeu? E aí tinha uns dois cachorros do vizinho indo lá em casa e tentando
cruzar com elas, só que elas não queriam e eles batiam nelas. E assim eu passei umas quatro noites expulsando o cachorro do quintal, expulsando. Aí eu falei, vou fazer uma armadilha para esse bicho. Vou prender ele aqui e vou matar ele. Acabou. Ó o antierói. Vou. Deixei o lugar para ele entrar e fechei a saída. Falei, pego ele, rebento com ele. Beleza. O cachorro entrou. Eu só ouvi a ronda gritando. Quando a Ronda gritou, eu desci, mas juntei o cachorro na pancada. Foi agora eu mato mato, brabo. Pingou a primeira gota de sangue. Eu abri
o portão, falei: "Vai, bora, sai daqui". Deu uma pancada nele, ele deu a primeira gota de sangue, eu expulsei ele, mandei ele embora que o cuidador olha e fala assim: "Não, pô, tá doido, você vai matar o cachorro, entendeu?" Mas o antiherói tá mata. Vamos. É divertidamente, gente. Tadinho. Tipo assim, né? Tadinho, pô. Voltou. O que importa é saber o seguinte. O bicho voltou todo dia. É de malandro. Todo dia. Eu sofrendo horrores lá no quarto. E a Bia sofrendo com o grito do cachorro lá embaixo. Falou: "Ai, amor, ainda bem que você, ainda bem
que você na hora você pensou. Desci antiherói, voltei curador. Detalhe, eu sou dominante, influente colérica. Olha aí que problema. Eita. Uma bomba prestes a explodir. Marcos, você não tem noção. Você não tem noção. Caraca, colérica ainda. Misericosa. Os meus amigos de infância falavam que eu era um amigo bomba atômica, que eu tô aqui rindo, brincando, tal. falasse uma besteira, eu já mandava merda, chamava pra pancada e por quê, gente? É a mente humana, a gente é assim, né? Superid lá brigando o tempo todo. Agora, além de já tá complicado, como você disse que ia complicar
bem mais, calma, vamos usar isso como? Calma que ainda tem mais um. Vamos pro governante. Deus. Ai, meu Deus. Tem o governante. Quem que é o governante? governante é um líder supremo, é o cara que gosta do controle, gosta do poder, ele gosta tanto que ele pode se tornar autoritário, ele pode se tornar mandão, ele pode a gente pode ter mais de um. Você tem os 12. Você não tem um não, você tem 12. Todo mundo não. Mas tipo os dominantes, porque esse daí também tem você você pode confundir o dominante com herói, o governante
com herói, tá? E você pode confundir um pouco do governante com sábio também. Aqui é a avaliação mesmo. O governante ele ele é tão dominador que ele não consegue delegar, sabe? Ele ele conhece o jogo e ele se impõe, só que com responsabilidade. Esse cara ele é representado por por personagens que se apoia quase num poder legal ou psíquico. Ele ele domina a partir do medo. O governante é um dos mais problemáticos e também paradoxais dos 12. Por quê? Porque a linha também, assim como o bobo da corte, é muito tênue. A linha que separa
justiça de tirania, né? Você pega na na no cinema tem exemplos de soberanos justos, como o Mufasa, pai do Simba e tem o sultão de Ágraba, pai da Jasmini. Os dois são governantes, entendeu? Um é tirano e o outro é justo. Percebe? Grande parte dos vilões e das vilãs bebem da água do governante porque eles são soberanos através do medo. Ele é soberano através do medo. Percebe? Então o soberano, ele tem o mesmo desafio do herói e do antiherói. Ele pode ser corrompível. Aliás, tem um documentário que quero indicar para vocês. Eu sempre indico ele,
que é como se tornar um tirano. Assistam. É maravilhoso. Tirando a parte da tirania da maldade, é influência pura, de ponta a ponta. Você pega a história de Hitler, que é o capítulo um, cara, é genial. Hitler era um gênio. Não tô falando que ele era bonzinho, tô dizendo que ele era um gênio. Exemplo, Primeira Guerra, ele usava o bigodão como eu gosto de usar também, apesar de eu ter feito uma cagada outro dia, cortei ele, que é o mustache, que era o bigode da mustache, que é o bigode da, ele tava na trincheira na
Primeira Guerra, tá? Ele era um soldado. Aí ele usava bigodão mustache, que era o bigodão da da dos ricos, né, da turma que comandava o país, um cabelão um pouco maior que era como usavam os ricos. E ele tava na trincheira. Aí ele vai numa reunião do Partido dos Trabalhadores. Aí tinha um cara lá, um líder que falava assim: "Companheiro, não, mentira. Mas é quase, tá? Ele vai numa reunião do Partido dos Trabalhadores e descobre que ele precisava falar como povo. Aí ele põe o bigode escova de dente, que era o que o trabalhador usava,
raspa a cabeça com a faca, deixa só o a parte de cima, que era como os trabalhadores usavam. E na Segunda Guerra ele era o Premiere de uma guerra na trincheira. ao premiere do país, usando só a influência. Claro, tem um elemento tirania que transformou ele no que ele era. Mas se você olhar essa série como se tornar um tirano e tirar a parte da tirania, é uma aula de influência. É uma aula. É absurdo. Absurdo. O governante, ele é de que grupo, gente? De que tipo? Que que vocês acham? Ordem. Hã, não. Ordem. A
gente precisa de governantes pro mundo funcionar, senão não funciona. Qual que é o desejo de vida dele? Controle. Ele quer controlar tudo. Ponto. Benf. A B tá falando que é ess patroa dela. Objetivo ter sucesso e manter o seu poder. E se der, construir uma comunidade no entorno. Se não der, que se dane. O negócio é manter poder. Pontos fortes, recursos, poder, relevância, fraquezas. Ele pode se cegar e se levar pela quantidade de poder, se tornando opressor, se tornando tirano. Qual o maior medo de um governante? Ser deposto, perder o poder. Eu já vi estudos
que ele é chamado de chefe, de líder, de aristocrata. E como exemplo, eu gosto de trazer dois caras também do cinema que um tomou um caminho, o outro tomou outro. Vocês assistiram assim dos anéis? Os magos Gendolf e Saroman, os dois eram governantes. Um tomou um caminho, o outro tomou outro. Percebe? Governante? Você pode trazer pra palestra? Pode, mas você tem que eliminar a tirania, Você tem que eliminar a centralização, você tem que ser o governante posto, o rei. Ele não grita. Ele fala e as pessoas obedecem. Lembra que eu falei, acho que foi na
segunda ou terceira aula, que em palestra você não pede nada, você dá ordem. Aqui é muito governante. Governante não pede, ele dá ordem. Ele não diz: "Gente, pega o celular um pouquinho, por favor." Não, ele fala: "Pega o celular." Ponto. Sem levantar a voz. E você pega. Por quê? Porque ele tá ordenando, ele não tá pedindo. Na palestra é assim. Nessa hora você precisa trazer o governante. Alisson, vou pegar a pergunta do PC aqui. Como é que eu vou usar esse negócio agora? Agora a gente vai dar uma uma forçadinha aqui. Cada um desses arquétipos
é, imagina cada um deles como um personagem. Eu trouxe vários aqui para vocês. Eu falei da Dory, eu falei de Odisseu, eu falei de Gendolf, eu falei de Harry Potter, eu falei de Saroman. Vamos construir um filme na sua palestra com esses personagens. Primeira coisa, escrevi o roteiro, tá? Escrevi o roteiro. Aí eu volto no roteiro e olho e falo assim: "Quem sou eu nessa parte aqui dessa dessa história? Eu sou o quê? Aqui aqui eu sou o cara comum. Eu tô sem superper. Tô contando coisas simples, tal. E aí, como que você vai se
portar nesse momento? Como um cara comum. A tua postura vai ser de cara comum, a tua voz vai ser de cara comum, o teu olhar vai ser de cara comum. Aí, nesse ponto aqui, nesse ponto aqui, eu tive uma grande virada, mas para isso, eu precisei virar o antiherói, mandar todo mundo a merda e fazer o que eu queria. A tua postura vai mudar. Aa se identificou. Opa, sou eu. Você tá a Vera quase, eu sou, eu mando todo mundo a vel e fala: "Vai ser do meu jeito e acabou". Cara, semana passada a gente
teve uma reunião com a liderança que não tava dando certo. Eu bati na mesa, eu falei assim: "Cabou, a partir de agora quem manda nessa sou eu." Foi assim, nesse nível antiherói. O antierói assumiu, entendeu? Nessa hora você tem que falar como antiherói, você tem que olhar como antiherói, você tem que se portar como antiherói. Tudo é um personagem. Uma palestra extraordinária tem no mínimo, no mínimo três arquétipos. No mínimo. As minhas t cinco, todas elas. Alisson, posso colocar os 12? Pode ficar caricato se você exagerar. Qual que é o número mágico? Não tem. O
que tem o bom senso é você olhar e ver que não tá caricato, que tá legal, que tá gostoso, entendeu? É um filme, tem que mudar. Alisson, mas eu vou, tá, eu vou vestir seis, cinco personas, como você falou da tua palestra, ou seja, cinco máscaras diferentes, mas eu não vou trocar de roupa. Como é que eu vou fazer? Porque ela não é expressa também na roupa. É. E aí haverá, meu Deus do céu. E aí, o que que você vai fazer? Você vai escolher o teu arquétipo visual. E o teu arquétipo visual não tem
a ver com você, tem a ver com o seu cliente, tá? Exemplo, um dos caras mais geniais que eu já vi palestrando se chama Luís Justo. Conhecem Luiz Justo? Eu vou dizer o cargo dele. Eu vi uma, eu vi uma palestra deleo, cara. Dizer que tu ia falar Luís Inácio. Ui, Deus te livre dessa má hora. Deus me livre, Senhor Jesus. Ô, Alisson, eu vi uma palestra dele dia 4, dia 4 de julho. Aham. Em São José dos Campos. Cascudo. Ele é ótimo. Ele é ótimo. Cascudaço. Ele é seou. Ó, pega essa. Ele é CEO,
aliás, ele era, acabou de sair, ele foi pro con, mas ele era CEO do Rocking R, da empresa Rocker, que comanda os principais eh eventos de música do Brasil. Quando eu digo para vocês que ele é CEO, você pensa nele vestido como? Como que você pensa? Terno, gravata. Ele é CEO, pô. Terno gravata. Ele é o executivo, mas é do Rocken Rio. O público dele não quer isso dele. Calça jeans, tênis, camisa de botão, arregaçada, pulseira para caramba no braço. Eu lembro bem. Cal. Percebe? Isso é arquétipo visual. Você define não para você, você define
pro teu grupo. Vou pegar o meu. A palestra atitudinal, enquanto eu estava com a minha, com o meu ecossistema atitudinal rodando, o meu público era essencialmente feminino. 77% do meu público era feminino. As aulas eram todos os grupos, em sua maioria absurda feminino. Qual era o meu arquétipo visual? Amante. Amante. Assanhado. Amante. Que que você falou, Marco? Amante assanhado. Amante. Então, eu usava um coletinho por cima da camisa. Então, por isso que eu tô te falando. Conheci nessa época aí. Um crucifixo. Bem atenção. Cara feia para mim aqui. No passado você não tá mais lá.
Fala para ela foi outra administração. 2021 eu conheci o Alice 2021 tá sobre nova geração. Tá sob nova direção. Calma. Uma outra administração. Fica em paz. Conheci ele nessa época também, Verá. Foi um pouco depois de você. Eu também conheci. Então, pronto. Aliás, ô PC. Ixe. Nós conhecemos a Bia no mesmo lugar, no mesmo evento. Cadê? Olha, ela tava lá naquele evento que eu te conheci. Bacana, hein? Aí, naquele dia, eu já pedi para ela fazer foto minha. Faz umas foto minha aqui. Aí, aí, ó. Aí. E aí eu usava o arquétipo do amante, por
quê? 77% do meu público é feminino. Então eu queria conquistar clientes. Lembra que não tem a ver com conotação amorosa, amor amante, não. Eu tô conquistando cliente. Todos os meus gatilhos eram de conquista para trazer cliente. Meu ecossistema mudou. Agora é o síndrome da empresa invisível, que é a palestra que eu tô trabalhando mais, porque vai vir o livro a Bíblia do palestrante. O foco é founderled growth. Eu falo com quem? Novos empresários. Qual que é a stirpe do novo empresário, gente? Primeira coisa que o novo empresário coloca quando ele vira empresário. Qual? O novo
empresário. Acabou de virar empresário, ele faz o quê? Ah, gente, essa é fácil. 2 mais 2. O quê? Mete um blazer. Então, blaz. Primeira coisa com tênis hoje. Para onde eu vou? Blazer e tênis. Blazer e tênis sou eu. É assim que eu tô fazendo. Camiseta. Camiseta estilo startup. Blazer de tênis. Bom, rapaz, eu já tava até nessa e nem sabia. Ó, ficou fácil. Agora é outro arquétipo. É outro. Tá, mas qual arquétipo? Aqui eu tô usando mago transformação. Tá começando a facilitar meu trabalho. Eu tô começando a ficar feliz. Eu vou não, eu vou
fazer aqui a eu vou fazer uma leitura aqui, um overview para vocês, para vocês entenderem, tá? Vamos lá. Como que eu me visto? Como eu me comunico, como eu faço em cada momento. Primeiro, eu sou herói, tá? Como que eu vou? Qual que é o caminho? Se a minha mensagem for de força, superação, coragem, o arquétipo dominante da palestra vai ser herói. Como que se você se veste, você for mulher? Calça cargo, leg estruturada, uma jaquetinha bomber, tênis de performance, uma camiseta mais justa, tecido, você pode usar nel prene, jeans com elastanos, sarja, cores, cores
preto, vermelho, azul escuro, pensa em herói. Olha as cores do Superman aqui, ó. Preto, vermelho, azul escuro. Combinação: uma leg preta, uma regata de performance, uma jaqueta estruturada vermelha, tênis branco, um relogiozinho esportivo de acessório, um óculos com design mais reto, herói. Postura do herói. Qual que é a pose do herói, gente? Ombro aberto, queixo firme, passo forte, determinado, postura sempre se jogando à frente. Você tá indo salvar o mundo. Percebe? Força pro homem. Uma calça jogger, um jeans escuro, uma camiseta drive fit, uma jaqueta tática, uma bomber, um tênis esportivo, bota de trilha, acessórios,
um relojão robusto, pulseira de couro, você pode usar ali, ó, uma calça jeans, uma camiseta preta, uma jaqueta militar, uma bota. Pronto. É o herói. Quem se veste assim do nosso grupo aqui, gente? Se você, se for, se o, se o, se o arquétipo visual do teu público for pro herói, é, irmão. Vendas de quê? Vendas de quê? Entendeu? Ah, eu vendo energético. Ponto. Herói. Entendeu? Tudo é o que você quer, é o que você quer entregar. Quem do nosso time, nem todo mundo vai conhecer, mas do meu time da antiga, do meu grupo de
da antiga que vocês conhecem, que que é esse arquétipo aqui que ele se veste assim? Quem? Eu não sei se todos aqui conhecem, talvez o Marcão só conheça. O Messi do nosso time aqui. Quem vai se vestir assim do nosso aqui? Dos nossos 10. Quem? Coronel. Coronel, né? Coronel Luciano. Coronel. Coronel Luciano. Pô, herói. Forças especiais do exército brasileiro. Caveira. Ponto. Olha lá no cartaz como ele tá. Herói. Percebe? É para atrair pro público dele. O Alisson. Tô olhando no nosso cartaz. Tô olhando o nosso cartaz. Nossa foto conseguiria só na naquele lado que que
a gente tá passando? Consigo. Pega o cartaz. Consigo. Deixa eu passar os os 12 e aí eu volto aqui e falo com você. Fala os 12 aqui. Fala os 10. Segundo governante, qual que é a mensagem central de uma palestra que tem dominância de governante? autoridade, sofisticação, liderança. Então, pra mulher, um blazer bem cortado, uma saiazinha de alfaiataria mid, uma calça fler, uma pantalona, camiseta de seda, tecido lã fria, seda, crepe de alfaiataria, cores mais robustas, preto, vinho, azul, marinho, dourado, combinação aqui, ó, calça de alfaiataria, camisa de seda branca, escarpã, blazer vinho. Acessórios, um
brinco discreto, um reloginho dourado. Postura, lembra do rei? Qual a postura do rei? O rei tá ergu. Olhar muito firme. A gente vai estudar o coles semana que vem. Olhar muito firme. Gestos contidos. Não tem nada espalhafatoso, nada longo, só gestos mais contidos, porque ele já é o rei, entendeu? Ele não precisa ser espalhafatoso. O governante não impõe pelo grito, ele impõe pelo poder. Pro homem, um terno sob medida, uma camisa de algodão egípcio, sapato social Oxford, cores também centradas, cinza, azul escuro, preto, vinho. Então ele pode usar um costum azul marinho, um blazerzinho azul
marinho, uma camisa branca, um cinto, um sapato marrom, uma lapela, abotoadura. Tem uma galera falecendo com a botoadura, canetinha de luxo. Isso é o governante. Para mim, olhando de primeira, é isso que você mostrou aqui, Viviar. A tua é governante aqui, entendeu? Deixa eu, deixa eu ver se se eu tô falando besteira, se eu não peguei uma foto sua e falando de outra. Você tá de branco, não é? Só me inter aqui. Não, de azul, escute. É, é, tá levando um pouco pro governante, talvez um pouquinho, um pouquinho aqui de cuidador também, mas tá mais
no governante. Eh, depois eu vou falar, tem uns tem uns pontos bem interessantes aqui nesse cartaz, bem interessantes. Já, já, já falo para ele, só pra gente não perder o foco. Terceiro, o mago. O mago, se a mensagem for de intuição, de mistério, de poder invisível, sabe? Algo quase intuitivo, a mulher, um vestido longo, mais fluido, um caftanzinho, uma saia em camada, blusa com mangas mais amplas, tá? Um tecido veludo, seda, tule, cetim, muito movimento, sabe? Cores, cores mais quase espalhafatosas, roxo, verde, esmeralda, preto com brilho. Então você pode pegar um vestido longo, roxo, um
colar de pedra, uma sandália, entendeu? Cristais de acessórios, colares com amuletos. Aqui é mago. Qual que é a postura do mago? Imagina o mago, gente. Pega um mago, a concepção do mago. O mago ele faz magia, então ele tem um andar mais suave, quase flutuante, um olhar penetrante, gestos mais leves, teatrais, quase desenhando, sabe? Esse é o mago. O homem, uma camisa preta, colarinho mais aberto, calça reta escura, colete. Ó o Alisson, ó. Tecido linho, algodão leve, um veludo, cores preto, roxo, grafite. Uma combinação, calça preta, camisa vinho, uma bota, anéis com pedras, colares simbólicos.
Isso tudo vai chamar atenção. Quarto, o amante. Vou dar uma aceleradinha, tá gente? que essa aula era para ser menor e eu já estouri o tempo dela. O amante, a mensagem dele é de charme, prazer, estética, atração, sensualidade. Então, todas as peças, tanto no homem quanto a mulher, tem que exaltar atração. Então, um vestido mais ajustado, uma blusa com decotezinho suave, uma saia com fenda, tecido de seda, cetim, renda veludo, cores. Você pode trazer umas cores mais vivas, porém suaves, vinho, vermelho, preto. Combinação: um vestido justo, vinho, um salto fino, um batom vermelho, um perfume
marcante, um brincozinho pendente, aqui é amante total. O homem, uma camisa de linho mais ajustada, uma calça de alfaiataria bem slim, jaquetinha, um colete, tecido algodão egípcio, linho, cores preto, vinho, branco, ou seja, uma camisa preta, uma calça skin lisa, um perfume envolvente, um relógio discreto, um colar mais fino, crucifixo, isso é o amante total. Quinto, o inocente. Vou perguntar para mim. Qual que é a mensagem central? Pureza, otimismo, leveza. A mulher, vestidos mais soltos, blusinha com babado, calça jeans. Pode usar de cores branco, azul, claro, lavanda, pastel, tecido, algodão, linho, viscose. De acessórios, pulseirinhas
mais delicadas, colares mais leves. Pro homem, uma camiseta branca, um jeans claro, suéter leve. Obrigado. Cores, branco, bege, azul claro. Acessório, um óculozinho redondo, mais arredondado. Lembra do inocente? O inocente ele é otimista, então o andar dele é mais determinado, o olhar dele é mais alegre, ele tá sempre feliz, ele não tem maldade. Lembra? Bobo da corte. Qual que é a mensagem do bobo da corte? Se a mensagem for de alegria, de leveza, de irreverência, E aí o bobo da corte ele pode exagerar, tá? Então, pra mulher, um macacão colorido, um tênis plataforma, uma blusa
mais divertida, cores amarelo, laranja, azul, rosa, choque, um óculos colorido, um acessório mais inusitado pro homem, uma camiseta com estampa engraçada, bermuda, tênis vibrante. Boné, boné, Alisson. Boné, bobo da corte. Tá tudo certo. Tá tudo certo. O bobo da corte, a movimentação do bobo da corte, ela é muito legal. Por quê? Porque ele tem uma foto, cara, deixa eu ver se eu acho aqui. Tem uma foto que eu uso de um cara que já fez algumas palestras com a gente lá em Lisboa, que é o Fábio Borges. Aliás, ele explodiu, gente. Fábio, graças a Deus,
é um querido. Ele acabou de bombar. Ele saiu de 5.000 seguidores para 600.000. Sim, ele achou o nicho e ele assumiu o bobo da corte total. A gente já lançou tem um produto juntos. É um querido, um querido, um querido. E eu uso uma foto dele que é de uma palestra dele que você olha e fala: "Ó, o bobo da corte, pera aí. Você vai ver a roupa e a movimentação. Eu vou ver movimentação na foto, Alisson. Vai. E não é o Harry Potter, ele tá assim, ó, meio de lado, se jogando assim, ó. Entendeu?
É o bobo da corte, pô. O bobo da corte é o malandro, é a zoeira. Ele pode, ele pode, o exagero para ele pode. Tá tudo bem. Olhar alegre, feliz, brincalhão, ambíguo. É aqui o jogo. O sábio. O sábio. Se a mensagem for de conhecimento, de lógica, de análise pra mulher, camisa bem passada, blusa de gola alta, calça de alfaiataria, cores azul, cinza, bege, branco, acessórios, óculos com bolsa estruturada, uma bolsinha estruturada pendurada, fica bacana. na palestra, Alison, tira, coloca, tá tudo certo. Tá tudo certo. Pro homem, um suéter sobre a camisa, uma calça de
sarja, mocaim, óculos discreto, caderno, entendeu? Uma anotaçãozinha que ele traz ali na hora. Sabe quem fez isso essa semana? Entrou com arquétipo do sábio pesado. Vocês podem olhar aí. Pablo Marçal entrou com coletinho da Aramis. Aliás, eu tenho um coletivo. Verdade, verdade, verdade. Tem um coletinho igualzinho daquele. Entrou com coletinho da Aramis, bloquinho de nota na mão para palestrar. Sábio, estudioso. Percebe? O careca é muito também. O bobo da corte, o o PC total. Só que é o interessante, ele entra como governante, sai, se troca e volta de bobo da corte. É isso mesmo. Ele
faz aquela brincadeira. Agora me fala mais do sábio aí, cara. Gostei dessa ideia. Vamos lá. O sábio pro homem, né? Eh, esse esse esse esse coletinho, esse suéter sobre a camisa, imagina que que eu posso trazer de referência de um sábio aqui. Hum. Eh, eu palestrei há pouco tempo com o Paulo Guedes. Paulo Guedes usa o arquétipo do sábio, cara. Ele chega, ele passa conhecimento de ponta a ponta. Ele tá vestido, só que ele é um senhorzinho, né? Quase 90 anos. Então ele tá vestido como um senhorzinho, né? Mas ele tá com um um um
suéterzinho por cima da camisa, uma Calça alfaiataria, ele usa um pouquinho mais larga, um sapatinho Oxford, mas você olha e vê um erudito. Você vê um cara extremamente inteligente. Saquei e as cores aqui pensa o sábio ele não é espalhafatoso, ele é discreto. Ele tem que mostrar conhecimento, tá? Então, quanto mais discreto, melhor. Mas não tem problema se você colocar em algum momento, aliás, o Paulo Guedes usa um xadrezinho, é legal, entendeu? Mas se eu usar umas cores mais concisas, uma, ó, por exemplo, esse esse blazer do Marcão aqui, ó, dá para se encaixar num
sábio legal, um azulzão escuro, entendeu? Bem cortadinho, arrumado, é um sábio, tá? Vale a pena. Criador, gente, o criador é bem legal. O criador ele ele ele dá uma namorada com bobo da corte aqui no visual, tá? Por quê? Porque ele é criador, pô. A mensagem é de originalidade, é de arte, de liberdade. Então a mulher, eu tenho uma amiga que inclusive ela palestra assim, que é a Silvana Silvana Silvana Lobo. Silvana Lobo, não. Ô meu Deus, esqueci o nome da mulher agora, sobrenome dela. Depois eu te vou mandar para vocês o Instagram dela, Silvana,
a Sil lá de de BH, ela usa sempre ou uma saia assimétrica ou mix de cores na camisa. Às vezes a camisa dela é assim, ó. Do lado de cá, uma cor, do lado de cá outra, entendeu? Ela ela brinca com estampa, estampas grandes, longas, por quê? Contraste, acessórios sempre grande, brinco grande, óculos retrô pro homem, mesma coisa. Uma camisa estampada, uma calça xadrez, um tênis vintage, pin boina, entendeu? É o criativo, pô. Ele é diferente, ele pode ousar, ele dá uma brincada, sabe? Nono, o cuidador. Ó, o cuidador, a mensagem é de apoio, de
empatia, de acolhimento. Pra mulher, um vestido de algodão, um cardigã, uma saia longa, um terninho. Cores verde oliva, bege, azul bebê. aqui que eu falei que a Vívia eh eh conversou ali um pouco com o cuidador, pro homem, uma calça de linho, uma calça chino, um tênis ecológico, o acessório, uma pulseirinha eh de madeira, uma pulseira de ong, um relógio de madeira, percebe? É o cara que quer cuidar de tudo e de todos. Então eu tenho que olhar para ele e me sentir bem e me sentir leve. Não tem exagero. É tudo aquela postura de
pai e de mãe, de quem quer cuidar. Sabe, o cuidador ele não tem movimentos bruscos. Imagina você cuidando de uma criança, você não pode ah, vou pegar a criança, vai matar a criança, susto. Entendeu? Então é sempre gestos mais contidos, mais afeituosos, mais de quem quer levar no colo. O olhar é sempre amoroso, sempre eh bondoso. Essa é a postura do cuidador. Décimo, o explorador. A gente vai lá pro outro extremo, ó. Ó como muda aqui. A mensagem é liberdade, é movimento, é aventura. Aí a gente dá uma brincada um pouco com o herói de
novo. Jaqueta jeans, calça, cargo, bota, cores verde militar, cque marrom, um pro homem uma camisa xadrez, uma calça largo, uma calça cargo, bota, entendeu? Bonezinho de aba curva, boina. É o explorador, pô. Ele se joga acessórios, sabe? E o explorador, tanto a postura quanto o olhar dele são sempre como se ele tivesse em movimento de ação, sempre se jogando, sempre à frente. Ele não tá contido como governante. Ele tá avançando, ele tá explorando, tá como herói. Ele tá se jogando para fazer acontecer. Explorad, ó. Só quem pula do palco para baixo do palco, independente do
tamanho do palco. Herói, explorador e antiherói. Só cuidador não faz isso, pô. Cuidador cuida. Se eu pular, eu vou me machucar. Eu posso machucar as pessoas. Cara comum também não. Percebe como tudo é impulsionado pelo arquétipo que você tá usando naquele momento? Ai, Alisson, mas eu vou descer bonitinho na escada ali. Aí você pode usar um governante. É o governante indo até seu Povo, entendeu? O explorador ele não espera, ele pula. Ponto. Aí eu tô todo governante, eu pulo do palco. O cérebro da pessoa que tá vendo falou assim: "Ué, algo não conectou. Tá estranho.
Ele de terno e pulando do palco. Algo não conectou". Percebe? A mensagem é uma só. Antiherói. A mensagem é de ousadia, de ruptura, de autenticidade. Então aqui imagina um show de rock and roll, peça pra mulher, couro, camiseta de banda, jaqueta oversize, acessório corrente coturno. É antierói, pô. Pro homem. uma calça skin preta, uma camiseta mais justa, uma jaqueta jeans, corrente, tatuagem, amostra. Eu brinco muito com o meu antierói, independentemente do que eu vou colocar. Por quê? Porque ele aparece muito na palestra. Então, eu sempre vou estar com tatuagens amostra, até porque não dá para
esconder, né? É muito, mas sempre vai tá. Se eu tô de blazer, eu dobro ele. Se eu tô de blusa, eu dobro. Tatuagem tem que aparecer. Por quê? Porque o meu antierói grita: "Eu sempre vou estar de anéis". Por quê? Porque eu sempre uso anéis, sempre mesmo. Mas na palestra eu vou estar com mais, eu vou Estar com correntes sempre. É o meu antierói mostrando. Eu tô aqui, eu tô aqui porque ele vai aparecer muito, então eu coloco ele. Mesma coisa, tá? Postura de ataque, de avanço, olhar. Ó que interessante, ocules. O olhar do antiherói
é agressivo, é atravessando o cara, não é dando chance para ele pensar. É aquele olhar de quase briga, de enfrentamento, entendeu? É para botar medo. Esse é o antierói. O cuidador é leve. Cuidador é afeto. Percebe como tudo tá conectado? Tudo tudo cara comum, gente. Luiz justo. Simplicidade, autenticidade e empatia. Jeans, camiseta, jaquetinha, cabelo natural. Nada demais. Cara comum, relógio simples, tudo acessório básico, cara comum. Mas o Luiz justo é CEO, mas o público dele é cara comum. Ponto. Vamos dar uma última passada em comunicação, comunicação de cada arquétipo pra gente fechar essa aula gigantesca.
O herói, o verbal do herói é sempre direto, é linguagem de ação, linguagem de superação, um tom de voz mais firme, mais seguro, postura erguida, dominante. Os gestos são decididos, a expressão é determinada, eu vou fazer. Então você tá enfrentando mal. O governante, ó como muda. Um verbal mais refinado, mais controlado, mais claro, um tom de voz mais grave, mais pausado, uma postura mais reta, não avanço, mais reto, mais impecável. Gestos mais elegantes, mais econômicos, uma expressão mais contida, mais pensada. Ah, exemplo, a Beatriz, ela tem um canal, eu não sei se vocês acompanham no
Instagram, ela trabalha com Saboaria Artesanal, né? Então, eh, ela produz saboaria, produz sabonetes, velas, isso, aquilo. Beatriz Vitória Sr. É isso, né, amor? Depois olhem aí. Então ela vai ensinar, ela é influencer de de Saboaria, ela vai ensinar a as alunas dela a produzir artesanato. Aí ela já criou dentro da estratégia de Primal Branding, ela já criou a comunicação. Então a comunidade dela ela trata com meus cheirinhos. Oi meus cheirinhos. Aí como que ela faz? Ó, olha o arquétipo. Oi. Oi meus cheirinhos que não sei quê. gesto aberto, tal, isso, aquilo, atração. Tá aí ela
tá gravando uma série. Eu tô rindo, desculpa atrapalhar. Eu tô rindo igualzinho eu falando nos stories. Eu solto meia de palavrão. É, é diferente. É diferente. Aí ela tá gravando uma série. Eu tô eu tô fazendo marketing total de um evento que foi até onde eu conheci a Cláudia, que é um evento para saúde multidisciplinar em neurodiversidade, que vai acontecer em São Paulo em 2027. E aí a B tá fazendo, ela faz a social mídia do do processo todo, ela entende muito de Instagram e ela faz um dos quadros, aliás, entra hoje, não entra? Uhum.
Que é o Visão de Elite. Todo dia 7 da noite ela põe um quadro que é contrapondo de manhã se ou do evento traz um problema que as clínicas enfrentam e a Beatriz fecha com a visão de elite que qual a resolução daquele problema. Deu trabalho gravar os primeiros? Deu trabalho. Deu. São agora são três vezes por semana por enquanto. Não são todos os dias, mas deu um trabalho. Por quê? Porque o Oi, oi, meus cheirinhos tem que sair para entrar e vai tá conversando com gestores de clínicas. Então, postura mão aqui. Hoje no Café
com Elite a Roberta disse isso, isso, isso, aquilo. Só que ela tá acostumada com Tadinha sofreu para gravar comigo. Ai, gente, é complicado, viu? Eu tô sofrendo muito porque eu fazia as chamadas da banda. Aham. Entendeu? E aí a linguagem para prpect é outra coisa. É outro rolê. É outro rolê. gestual é mais curto e também não pode ser muito fechado porque é vendas, então você tem que chegar na câmera e sair da câmera. É, é chato. Acostumar até virar lá a chave é complicado. Queria gravar, ela falou assim: "Ana". Eu falei assim: "Você já
viu a Fátima Bernardes falando, fazendo assim, se jogando assim pra câmera?" "Não. É aqui, ó. Conta, segura a mão e vai apresentadora. O primeiro a gente vou tentando gravar quanto tempo? Nossa, primeiro a gente não conseguiu gritar, não conseguiu. Ela desistiu no meio do caminho, ela falou: "Não, para" e eu quase não sou exigente, né? Aí imagina eu vou falar fecha sozinha injustiça. Você desistiu? Por que você desistiu? Para ele, ele já me fez chorar algumas vezes, tá? Beatriz, Beatriz tem muito arquétipo do inocente, tem que tomar cuidado como fala, entendeu? E e o e
assim, eu sou antierói muito, sabe? Então assim, é quase 24 horas tem um antierói gritando. E não é que eu tô de maldade, eu sou direto. Então assim, na televisão é assim, ó. Como é que é gravação em televisão? Errei. Eu não faço assim: "Ai, meu Deus do céu, errei. Puxa vida, não dá, o tempo tá correndo." Então é assim, errei uma palavra, três, dois e continuo. Ah, que não sei o que que o problema. Opa. três, dois, o problema e e já conserta e vai. Ela errava, eu fazia assim com ela, porque eu fui
treinado assim, ela errava, falava: "Erou três dois". Aí ela começava de novo, aí p errou três, dois. Ô, para de jogar o corpo. Três, dois. Aí daqui a pouco ela, amor, não vou gravar não. Não vou não. Você já tá bravo comigo? Eu falei: "Eu não tô bravo, eu não tô bravo, eu só tô agilizando, tô de boa, tô tranquilo. Bora lá, vamos gravar, vamos gravar." Entendeu? Mas por quê? Aí, o meu marido vive falando: "Pô, mas você tá brigando comigo?" Eu falo: "Não tô". E ele é meu sócio aqui na empresa. Hoje vocês têm
uma coragem que nunca passou perto de mim, gente. O quê? Eu eu sou eu sou casada há 28 anos. Nunca pensei em trabalhar junto com a minha esposa de jeito, hipótese alguma. Ó, eu sou casada h sociedade. Parabéns, Vera. Você é uma heroína, guerreiro. Eu não tenho essa característica, essa capacidade. Eu lamento, invejo de forma positiva, mas não. Eu prefiro manter a minha sanidade, entendeu? Porque é complicado. Não quero não. Hoje eu tô mais tranquila, né? Hoje tá gravando. Hoje ela tá gravando de boa. E eu erro, eu reclamo, eu já fico na minha cabeça,
não reclamo. Volta aí. Eu já a base de remédio medicada. Vê o que que tem na água. Vê o que que tem na água. Tu vê só. Ah, rapaz. É porque você fica reclamando. Ô, Alisson, música também é muito assim, cara. Muito, muito assim. Você com um monte de gente dentro do estúdio 5 se e vai. Se tu errou continua conserta na próxima para gravou começa de novo. Se começar a internalizar cara, então saio. Vamos fazer o print que a Vivia vai sair e aí a gente termina a comunicação e aí eu prometo que acabou
mesmo. Bora lá. Vem. Parece que Ah, tá. Pera aí. Em três, em dois. Voar que cadeira barulenta, né, gente? Por amor de Deus. Seguindo comunicação do governante mais grave, mais pausada, gestos econômicos. O mago, o mago é mais poético, o verbal é mais enigmático, é mais frasista, um tom de voz mais melodioso, mais calmo, uma postura mais fluida, quase deslizando, gestos desenhando no ar, um olhar mais profundo, sabe? Ele tá fazendo a transformação. O amante, o amante tem um verbal mais sensual, mais descritivo, mais emotivo. Ele brinca com tonalidades, sabe? Ele usa um tom de
voz mais aveludado, mais suave. postura, um corpo mais inclinado, mais próximo, tocando nas pessoas, toques mais delicados, mais suaves, um sorriso sutil, meio monalisa, um olhar mais intenso, penetrante. Aqui é amante puro. O inocente. O inocente, o verbal mais simples, mais positivo, mais sonhador, um tom de leve, um tom de voz mais leve, porém entusiasmado, feliz, uma postura mais solta, mais expansiva. gestos mais abertos, né? O sorriso mais largo. É o Oi, oi, meus cheirinhos. Ali é o inocente. O arquétipo que você usa no no naquele vídeo. O bobo da corte. O bobo da corte.
O verval é mais engraçado. Trocadilhos, brincadeira, piada. Um tom de voz mais alegre, mais oscilante, voz mais aguda, gestos mais teatrais, mais exagerados, uma postura mais descontraída, expressão brincalhona. É o bobo da corte, gente. Me dá um minuto. Me dá um minuto só. Passa o número dela, tá? Eh, esse é o bobo da corte. O sábio, o sábio ele tem um verbal mais preciso, mais analítico, mais lógico, mais conciso, sem piada, ensinamento, apenas, uma postura mais erguida, mais observadora, gestos também mais discretos, nada exagerado, entendeu? uma expressão mais atenta, mais pensativa. Esse é o sábio.
O criador. O criador ele tem um verbal mais metafórico, imaginativo, um olhar distante. Às vezes você vai ver ele olhando assim pro nada, como se ele tivesse imaginando uma postura expressiva, gestos mais amplos, mais artísticos, uma expressão mais curiosa, olhos arregalhados, sabe? Esse é o criador. Ele tá ali viajando na na onda dele. O cuidador, o cuidador, o verbal é mais acolhedor, mais afetivo. Um tom de voz assim, ó, mais doce, entregando amor mesmo. Uma postura inclinada, mas não como ataque, como o herói e o antiherói, mas como doação, sabe? já tá servindo. Gestos são
mais afetuosos, a expressão é mais calorosa. O explorador, que é o décimo, o verbal do explorador é mais inspirador, mais cheio de verbos de movimento, sabe? Um tom de voz mais animado. Não, não animado como o bobo da corte, que é o alegre. É o animado de empolgado, de vou lá e vou fazer uma postura mais ativa, mais alerta, soldados, sabe? Gestos abertos, diretos, uma expressão sorridente e ao mesmo tempo enigmática. Sabe? Esse é o explorador antiherói, verbal provocador, ácido, agressivo, palavrão liberado, um tom de voz mais grave, mais firme, uma postura ou ele tá
mais relaxado, tipo num tonei aí, ou ele tá desafiando, apontando o dedo. Gesto incisivo, uma expressão crítica, ó, como já dobrou aqui a testa. intenso. Isso é é o antiherói. E o cara comum? Cara comum é um cara comum, simples, acessível, um tom de voz mais amigável, uma postura natural, Gestos mais espontâneos, uma expressão tranquila, mais empática, light, light, tranquilo. Aí vem pra gente finalizar de verdade o desafio, senhoras e senhores, pegar o roteiro de vocês e partir o bolo. Partiu o bolo. Onde começa um arquétipo? Onde ele muda? Onde ele muda de novo? Onde
ele muda de novo? Onde ele muda de novo? Onde ele muda de novo? Onde ele muda de novo? Onde acaba a palestra? pergunta. Adilson pode. Como que eu vou saber se eu posso usar tipo os três arquétipos que eu eu me identifico mais com o antiherói? Uhum. É minha é assim, eu todinha, mas eu tenho muito do cuidador. Uhum. Eh, e tenho muito do, como é que chama? Do mago. Esqueci o outro. do mago. Isso tenho os três. Mas, cara, o antiherói é o que grito na minha vida e eu uso muit eu já inconscientemente
lembrando das minhas palestras e eu eu Uso e aí eh também inconsciente eh o arquétipo do guerreiro. Guerreiro. Guiro, não do heró não, do Gente, minha cabeça tá péssima. Governante. Esse último que você governante. Eh, o do governante eu eu uso muito por quê? Eu não sei se é por causa da minha dominância e às vezes acontece muito disso, não sei se tem a ver. Uhum. Eu eu tenho essa imposição na hora de falar. Uhum. Aí eu tive até na no último evento que eu fiz, que na hora do meu pit, a as meninas falaram
assim, as meninas que trabalham comigo falar assim: "Bela, você falou assim, sobe agora". Uhum. Tipo, isso não é legal, mas eu eu subi 15 pessoas, não sei se foi por medo. É, mas olha, eu preciso eu preciso entender em que ponto que que eu sei se isso eh ajustar esse esse esse essa coisa. que percebe, ó, a primeira coisa, a primeira avaliação que você tem que fazer, sobe e as pessoas sobem, é governante. Sobe agora é antiherói. Ah, entendeu? O governante ele não impõe, o poder impõe, tá? Ele é o rei. O rei não vai
falar sobe agora. O rei vai falar sobe e o cara sobe. É o poder imposto, sabe? O o antiherói não, o antierói ordem. Ele aí até as meninas até brincaram e falaram assim: "Vera do céu, você tipo os dois últimos eventos que eu fiz, eu subi muita gente aí as pessoas aí o pessoal brinca, mas também o povo acho que tem medo da velha e todo mundo sobe e paga com medo. Sobe agora. Sim, senhora. O cara não sabe que que você vê aqui? Sei. É, mas eu entendi nessa aula de hoje que eu preciso
tomar cuidado com isso. É porque é tão inconsciente que eu não percebo na hora. E aí, somente na hora que eu tô ali no o antiherói, se ele como que ele ele vai bem. E aqui que eu brinco muito, tá? Eu uso muito antió palestra, muito, só que eu eu eu faço ele com pitadas de bobo da corte. Hum. Então, eu tô te dando ordem, mas eu tô brincando. Eu tô aqui zoando, eu tô fazendo piada, eu tô me zoando, entendeu? Então eu tô brigando, mas eu tô mostrando para você que eu sou um cara
legal, porque o se se você ficar muito tempo no antierói, o risco é a pessoa ficar com medo, se afastar. Sim. Sabe? Então tem que tomar cuidado com isso. Por isso tem que ter a variação. Por isso a variação. Então acho que pode pode pegar a ideia de antipatia também, né? Pode o cara pode ir lá. Falei que cara chato, velho. Tendo me dar ordem aqui. Não, não quero saber disso. Não vou ouvir, não vou ouvir mais não. Vou embora. O nosso cérebro é teimoso. Ele tá discutindo o tempo todo com quem tá no palco.
O cara tá no palco e o nosso cérebro tá discutindo com ele. É a mesma coisa com o bonzinho também. A história do bonzinho também chega uma hora que não chatinho, né? Não, sem graça, entendeu? A mesma coisa lá o o herói que chega contando muito herói. Ai, não, tá se achando demais, hein? Meu Deus. Tudo que é exagera. Por isso a gente tem que brincar. Uhum. Então, o que que eu faço? Roteiro. E eu vou olhar dentro desse discurso que eu tenho aqui. Qual a mensagem que eu quero passar aqui? Eu quero passar uma
mensagem de acolhimento. Então, se aqui eu quero uma mensagem de acolhimento, eu vou trazer o meu cuidador, que aqui é acolhimento. Agora aqui eu quero mandar todo mundo à merda e falar: "Faz assim o que eu tô mandando". Aí Você traz o antiherói. A aqui eu já quero mostrar soberania. Eu quero mostrar que eu tô dizendo e dá certo e você aceita ou não. Não me interessa. Entendeu? Mas é assim que acontece, governante sem imposição, mas com um poder imposto, né? Já imposto. Aí eu quero aí eu vou soltar umas quatro, cinco piadas no meio
da palestra. Aí eu tenho que trazer o bobo da corte, a movimentação vai mudar, o jeito de falar vai mudar, entendeu? Na palestra eu acho que a atitudinal quase todo mundo aqui viu, né? Acho que Cláudia não viu e e Vand não viu. Na hora que eu tô falando de mim, né? E eu tô falando ali, eu começo brincando muito e aí eu brinco que todo grupo de amigo tem um chato, né? Não tem, gente, fala a verdade. Todo grupo de amigo tem um chato, não tem? Fala a verdade. Levanta a mão. Quem tá lembrando
o amigo chato aí para eu ver? Levanta a mão. Levanta a mão. Aí o pessoal levanta a mão. Fala assim: "Se você não levantou a mão, cuidado, hein? Pode ser você. Na hora que eu falo o cuidado, a galera a galera já responde. Pode ser você. Eu falar o teu amigo deve tá assim, ó, mostrando aqui. Eu tô todo caricato. Eu tô me movendo. O meu vo, o Meu tom de voz tá mais agudo. Só que eu vou sair dali de imediato. Eu vou sair do bobo da corte e vou entrar no antiherói. Por quê?
Porque eu vou dizer pro cara que o resultado que tem na conta dele, a culpa é dele. São os atitudes que ele não toma. Que é por a culpa é dele dele não ter dinheiro. A culpa é dele dele tá quebrado. Percebe a variância? Eu tô aqui fazendo o cara rir e eu bá vou lá embaixo e dou-lhe porrada. Entendeu? Então essa brincadeira é que torna a palestra interessante que o cara vê que saiu um personagem e entrou outro. Aí daqui a pouco eu vou descer e eu vou trazer o sábio. Aí eu desço pro
meio do público para mostrar os 6 gra de 1000. E aí eu vou contando a técnica e demonstrando a técnica como que ela funciona, como que você se conecta. E eu tô ensinando, eu tô sábio, dando técnica total aqui. Pá, daqui a pouco eu já subo antierói de novo. Toma ele porrada. Então o jogo é esse. Aqui eu quero o quê? Que que eu quero causar com a plateia nesse momento da palestra? Aqui eu quero o efeito ah inocente. Aqui eu quero que eles fique incomodado. Aí cara tá doendo. Que que eu faço? Antiherói aqui.
Eu quero mostrar para ele que eu sei do que eu tô falando. Sábio ou governante. Aqui eu quero que ele se sinta como eu, cara comum. Lembra que a maioria? É esse o sentimento. Como que eu vou brincando? Então, não tem um número limite para cima, para baixo tem. Menos de três, deu errado. Menos de três deu errado. Para cima não tem. Ah, Alison, quer dizer que quanto mais eu usar, melhor. Não, não pode ser caricato. É aquela linha de ficou legal e não ficou caricato. Porque se variar, se exagerar, vai ficar caricato. Aí é
feeling, gente. Aí não tem, não tem uma métrica. Aí é o feeling, sabe? De como que isso vai acontecer. Pegaram? Eu não falei que ia ficar mais facinho, viu? Oh, que delícia. Picolé de ch. Viu como ficou mais simples? Agora fica bom, cara. Foi uma a aula, né, Alisson? Parabéns. Obrigada, meu amigo. Eu amo, eu amo. Eu amo esse tema. Eu amo, eu amo, eu amo, eu amo. Aliás, que a gente teve, né, amor? Sensal. Foi a primeira conversa que eu tive com a Beatriz foi sobre arquétipos. Só que legal. Você ganhou ela pelos arquétipos.
Foi. Ganhei nos arquétipos. Aí me laçou nos arquétipos porque foi muito inteligente. Foi por aí. Falei que homem inteligente. Qual Qual o arquétipo que eu tava usando naquela hora? O sábio do AV. Ah, é do sábio. Amante safado, rapaz. Era um amante misturado com sábio. Você tem vergonha, rapaz. Vai falar para quem te conhece. Tá doido. É, rapaz. Tava usando sábio ali, ó. Mozinho. Deixa para mentir nos que ninguém te conhece. Deixa. É. Quem ganar carioca, olha só. Quem ganar carioca. Dá-lhe conteúdo. Dá conteúdo. Dá-lhe conteúdo. E eu lá, eu tava lá. Se eu puxar
da memória aqui, eu tava foto com ele nesse dia. Eu digo que roupa ele tava. tava com aquela camisa azul, coletinho preto cin grafite, não era? Crucifix, ô, vem para cá contar. Aí eu fico chateado, né? Você tava com roupas diferentes. Tu pode até me zoar, mas tirar de bobo não. Aí fica feio, né? É. Não é na hora que eu fui subir no palco, eu vesti essa roupa que é a roupa da da palestra, mas ele não tava, porque a gente conheceu um dia antes dele dele palestrar no café, tomando um cafezinho depois do
almoço, que ele me laçou também lá no cafezinho depois do almoço, né? Gostoso tomar um cafezinho para acordar, né? Depois do almoço carioca, né? Não gosto daquela moça que vende lá. Boa, meu povo. Boa. Então agora é fazer isso. E assim, aula que vem, eh, como eu falei, aula que vem ela é mais pesada. Ela ela é muito densa. Mais pesada. Tá bom. Pior que a aula que vem eu não vou conseguir participar, gente. Ai, minha agenda tá insana, mas eu eu procuro assistir logo na sequência para eu não perder o o o feeling do
negócio. É porque aula que vem vocês vão vocês vão entender movimentação de palco, olhar de palco. Eh, exatamente. Cada passo que você dá, ele é orquestrado. Ele não, ele tem um porquê, sabe? Então, eh, tudo é planejado, os símbolos que você faz, como você movimenta a tua mão, tudo isso a gente vai falar na próxima aula, entendeu? É profundo, é muito profundo. Por isso que eu sempre digo, antes dessa aula, eu já preparo, pega três, quatro elementos que você vai usar agora. Três, quatro que você vai usar agora. Eu vou usar isso, eu vou usar
o ocules, eu vou usar o mapa cronológico, eu vou usar isso e isso. Separa os quatro, top. E o resto? O resto você vai estudando depois porque não dá para fazer tudo. É impossível. É impossível. Entendeu? Tô surtando. Tô surtando. Eu já tô ficando com dor de barriga agora. Imagina lá na frente. Ah. Ah. Alisson. Passei minha palestra de 1 hora e 8 para 52. Ah, não é. Qual é a primeira primeira regra? Não, não. Mas olha a pergunta. Olha a pergunta. Vamos pra pergunta aí. Não quer que o Alisson tenha paciência zero. A pergunta
dele foi assim: "Minha palestra tinha 1 hora e 8 e eu baixei ela para 52 minutos. Tá bom?" Aí eu falei: "Quanto tempo nós vamos ser de palestra?" Aí ele: "40". Eu falei: "Então qual que é a regra número um? Qual é o erro número um?" Mas não é estouro de tempo. ele não deixa. 40. Você tem 52, você vai perguntar se tá bom. É p uma voadora nos peitos, né? Aí pedi uma vadora no peito. Pedi para tomar vadora no peito. Pedi uma pergunta assim, quem é que o bate legal que bate que dói
no espinhaço, velho. Al era pal. Eu lembrando daquele dia que eu te passei a palestra, velho. Eu na boa quando a galera aplaudiu, eu falei: "Chupa Alisson". E quem que já palestra e acredita que não que já tá fazendo tudo errado? que agora depois que eu comecei, que eu assisti a aula, eu falei: "Eu eu aqui". Ei, Alisson, fala em arquétio cara, hoje hoje eu recebi, tô achando que eu tenho fazer tudo errado. Os car os car os cara participaram lá na palestra, velho. Olha só, eu tava lá, eu tava lá na palestra, aí a
galera tava tem vários palestrantes, né? Aí eu peguei, lembra que tu falou que não pode ser uma aula, que é chato? Aí a a a menina, eu tava sentado do lado da Sara Menezes, aí ela falou pro câmera dela: "Ei, para de fazer zoada que você vai perder a aula do outro cara", sabe? Eu falei: "Porra, tá chato demais, velho". Aí um amigo meu falou assim: "Vanderlei, cara, eu me surpreendi porque eu pensei que você eu conheço você e você mudava assim de outra pessoa no palco e aí você mudou outra hora a pessoa tava
chorando, outra hora tava feliz". Falei: "É, pô, foi o Alice que ensinou os arquésticos, velho." Vocês viram, vocês viram, vocês viram o vídeo do Vanderley da palestra? Põe lá no grupo, hã? Põe lá no grupo teu res da palestra. Pronto, vou mandar. Manda lá. Show. Ficou do caramba. Foi sucesso, pô. Foi sucesso do evento. Foi o homem, rapaz. Lógico, eu tô comito, né, velho? Disputou com a campeão olímpica e ganhou, cara. Na boa. É, eu ganhei, eu ganhei a medalha dela, viu? Ela me deu a medalha. Eu disse que gente bora trabalhar. E a banana
fez sucesso, irmão. Não é não? Ela subiu no palco, falou assim: "Eu ainda tô segurando a banana do Vanderle". Meu Deus. Lá ele lá ele lá ele. Gatilhos, cara. Gatilhos. Dá muito certo. Dá muito certo. Show. Show. Show. Top povo. Obrigado, gente. Beijo para vocês. Curtiram estamos junto. Muito mais demais. Parabéns. Obrigada, gente. Parabéns, cara. Top. Já deixou a cabeça mais confusa do que já tava, porque agora vou ter que Ah, você palavra, perguntou se a gente gostou. Ele não perguntou se a gente tá tá tranquilo, que aí ele o gostou e tá feliz é
diferente. O gostou e tá feliz é diferente. É isso. Boa, Marcão. Boa. A B tá mandando um abraço pro Thor aqui. Cláudia. Oh, o Tá lá no canto. Nem apareceu aqui. Eu tô até estranhando porque tá um frio aqui, gente. Cláudia. Eu moro num paraíso chamado Balneário Camboriu. Eita, hein? Também no Piauí. Aliás, você só vocês foram temas do assunto hoje na reunião também, Clau, que a gente falou assim, falei, a gente precisa gravar uns vídeos da Roberta CEO do evento com os palestrantes. Aí eu falei: "Ó, a maioria tá aqui em São Paulo, a
dificuldade maior vai ser o Thor e a Cláudia, que eles estão em balneário, todo mundo na hora. Não, eu vou, eu vou, deixa que eu vou, deixa vou fazer excursão para Balneário eu ligo." Ó, Balneário tá muito bom. Acho tem que pensar em fazer algum evento aqui também, viu? Eu já comentei isso contigo assim, ó. Deixa eu falar uma coisa para vocês, para quem não sabem. Aí balneári, meu Deus, eu fui aí, me apaixonei. É, ó, Balneári, ideia. Eu bati foto da lixeira. Eu tenho uma foto da lixeira no meio da rua, cara, porque é
parece que eu tô em outro outro outro país, outro mundo, cara. É, mas tá tá bem tá bem administrado assim, tá com Para que que não tá batendo a foto da lixeira? Não é uma lixeira qualquer, minha filha. Uma lixeira de balneário. Gente, para quem não sabe, eu sou especialista em eventos, tá? Então, se vocês quiserem fazer eventos, bora a gente ajuda. Bora. É, mas tem que pensar mesmo assim, sabe? Porque o balneário tá super bem articulado, tem uma gestão boa. Bora, bora organizar essas turmas aí pra gente fazer um evento bacana. Vamos, vamos fazer
a hora que vocês quiserem. Alon me chama que a gente vai juntos. Eu gosto, eu gosto também. Eu tenho outra aula daqui a 20 minutos. Beijo, beijo, beijooijo.