e até esse último slide nós estávamos falando e necrose a nível de célula pontualmente a alteração que acontecer ali a nível celular mas Observe em que a necrose ela pode afetar um tecido ou mesmo órgãos inteiros podem sofrer uma necrose isso acontece em condições patológicas graves como a gente pode observar aqui nessas duas imagens então é sobre necrose tecidual e o seu Chico das suas variedades que nós vamos falar a partir de agora é o primeiro tipo de necrose tecidual que nós vamos falar é a necrose de coagulação esse tipo de necrose ele acontece frequentemente
é observado nos casos de infarto E no caso de órgãos ele tem uma consistência mais sólida a única exceção aí nesse caso é para o cérebro porque no cérebro acontece um outro tipo de necrose e que a necrose que a gente chama de liquefativo bom mas o que que acontece aí na necrose de coagulação nessa variedade de necrose arquitetura básica do tecido permanece preservada mas porque professora Inclusive a gente consegue visualizar que na imagem em a um rim um corte macroscópico de ruim onde a gente o visualizar aqui uma área de necrose mas Observe em
que a arquitetura básica que desse tecido ela está completamente preservada E isso acontece porque na necrose de coagulação a principal característica EA desnaturação de proteínas mas o que é que isso tem Associação essa desnaturação de proteínas a preservação da arquitetura do tecido professora observa em que aqui na necrose de coagulação como uma desnaturação de proteínas e aqui quando a gente fala nessa desnaturação a gente está falando em proteínas estruturais e também proteínas enzimáticas então não tem em cima aí para degradar o meio intracelular pelo menos esse primeiro momento então se você não tem enzima pah
o meio intracelular arquitetura do tecido ela permanece preservada apesar do órgão do tecido das células Thalia acontecendo o processo tem acontecido melhor dizendo o processo da necrose então é o que a gente observa aqui nessa micrografia Então essa que é um corte na área do rim Observe que sabem que o rio tá normal observa em que os núcleos é que a gente consegue ver bem corados pela hematoxilina que em roxo aqui a gente tem um glomérulo área de número original e aqui do outro lado quer dizer nada nessa nessa área que mais à direita a
gente consegue visualizar alguns túbulos renais e observe vem esses túbulos eles estão bem o sino filicos que é diz muito a respeito da perda de se você tem um aumento deusino fininha no aumento da afinidade para um corante Usina e a gente pode observar também ausência dos núcleos nos túbulos que aquele fenômeno que a gente chama da cariólise então a gente observa tanta a cariólise como também ao cinofilia nesse caso de necrose de coagulação e por essas células pelo tecido ele se apresentar exatamente dessa forma é muitos livros dizem né que é a necrose de
coagulação ela deixa esses vestígios de células como se fossem células Fantasmas nesses tecidos característico e da necrose de coagulação eu nesse tipo de necrose e também observe a textura a consistência do órgão ele continua firme por isso esse nome de coagulação e aqui um outro exemplo também de infarto renal aqui comparando olha aqui essa área que é um corte de rir novamente essa área aqui o Que Vocês conseguem visualizar o corpúsculo renal e aqui dentro a área de gumelo Então observa em que é que a gente vê os contornos normais é a que a gente
consegue ver os núcleos bem corados pela hematoxilina em roxo e aqui já seria aquele glomérulo é como os livros falam é Fantasmas observa em que o contorno dele permanece preservado mas aqui olha o minto da cinofilia redução do número de núcleos que todo isso é característico de quem da necrose de coagulação e na necrose chamada de Emily UEFA ativa a uma digestão enzimática da célula e como é que só acontece essas digestão minhas imagens pela acontece geralmente por infecções bacterianas vocais e também alguns casos mais infecções fúngicas neste caso aqui nos dois casos os índios
micro-organismos eles estimulam rápido acúmulo de células inflamatórias e as enzimas esses leucócitos dessas células inflamatórias elas digerem elas limpa e fazem uma tecido quer dizer transformam no tecido e uma massa viscosa e quando isso está associado a uma infecção bacteriana é o que nós chamamos comumente depois então aqui por exemplo olha não atende nós temos uma macroscopia de um o cerebral porque o cérebro apesar de seu nome sólido ele geralmente não faz o motivos ainda razões é não compreendidas ele não faz uma necrose coagulativa como nós falamos slide anterior ele faz uma necrose liquefativa quando
há por exemplo uma situação de hipóxia e aqui a gente pode observar que o tecido ele está completamente e dissolvido e formação dessa massa viscosa Inclusive a que formou uma cavidade que é cheia de pus e e aqui a gente tem duas e microscopia as duas micrografias melhor dizendo é comparando aqui no caso de um infarto renal em causando a necrose de coagulação aquela questão que a gente falou momento da palidez daí o cinofilia a perda do núcleo e aqui é a mesma lâmina só que a gente tem agora no Rio uma necrose de liquefação
que foi causado aqui por uma infecção fúngica Então você vocês podem observar aqui que um material ele está completamente é as células estão mortas sem contornos definidos e uma outra questão importante aqui existe uma hora uma borda de células inflamatórias ao redor dessa área necrótica então dá Oi gente visualize compare bem os dois aspectos de necrose a necrose coagulativa EA necrose liquefativa que inclusive só são os tipos de necrose tecidual que a gente consegue visualizar com maior frequência é bom agora a gente vai falar de um tipo de necrose tecidual que na verdade não é
o padrão de necrose mas esse tempo é muito utilizado na clínica que é o que nós tomamos de necrose gangrenosa o que que é isso a senhora quando é que acontece a né causa do em venosa é quando existe a perda do aportes Vinho em um determinada área não determinar Domingo então é apesar de não ser o padrão de necrose tecidual é um termo que é muito utilizado na clínica E observa em que Existe dois tipos de Gangrena o que nós chamamos de gado na seca quando a gente pode observar que dessas duas imagens a
esquerda EA Gangrena úmida como é que acontece Professor Então você tem perda de suprimento a minha e com necrose coagulativa aquele primeiro tipo de necrose de coagulação melhor dizendo em várias camadas tá se você tem que é o que a gente observa aqui na Gangrena principalmente a seca se existe neste membro que está afetado aí é posteriormente uma associação com infecção bacteriana sobreviver um outro tipo de necrose que a necrose liquefativa o que vai caracterizar aí uma área mais úmida que a característica uma área mais viscosa mais a unidade a presença de pus associado que
é o que a gente passa chamar de gangrena Oi amiga E aí olha agora a gente esse outro padrão de necrose que não tem bordas definidas contornos definidos como a gente observa lá na lecrose de coagulação e ela tem essa coloração meio que [Música] branco-amarelada essa aqui gente o vezes os patologistas associam estes achados macroscópicos associam a semelhante à semelhança o queijo e por isso essa necrose e chamada de necrose caseosa o nome Case osu refere-se a queijo esse tipo de necrose ela acontece nos casos de tuberculose nas infecções tuberculosas e como é que ela
acontece pro e essa necrose ela ocorre em resposta a infecção pelo mycobacterium tuberculoses que é a bactéria causadora da tuberculose Então observa em aqui no exame microscópio para que uma área de maior lindo para que vocês observe a perda de contorno então a gente não consegue visualizar mais o que é citoplasma O que é núcleo então toda essa área aqui é a área nekrost que era um de nós encontramos as células rompidas e células fragmentadas então arquitetura gente olha aqui ela está completamente destruída Observe em que é um redor da do foco né erótico nós
vamos encontrar aqui uma hora uma coleção de macrófagos como também aqui aparentemente linfócitos e outras células inflamatórias esse aqui padrão que eu tô falando com vocês quer dizer se conectar ótico a gente tem a macrófagos e depois linfócitos e outras células inflamatórias e saem um padrão também que a gente fala para o padrão da do processo inflamatório de inflamação que o que a gente chama de grânulo uma Mas isso também nós vamos aprender com detalhes quando nós falarmos em inflamação um pouquinho mais à frente é um outro tipo de necrose bem interessante padrão em morfológico
de necrose tecidual é o que nós chamamos de necrose gordurosa a necrose gordurosa elas em geral ela é resultante tanto de lipases pancreáticas ativadas no pâncreas com também na cavidade peritonial observa em que essas lipases acabam por digerir ali o tecido conjuntivo adiposo ou formando ácidos graxos que acabam se conjugando também aí alcas cálcio formando que a gente chama de saponificação da gordura tá então é é o que a gente consegue visualizar nessas áreas mas esbranquiçadas que é um padrão morfológico também muito utilizado para o reconhecimento e é de pancreatite aguda onde acontece eu por
muitas vezes é esse padrão morfológico que a necrose do tipo gordurosa então a área ela fica bem aqui nessa coloração branco-acinzentada sendo que essas áreas mais brancas usadas é na cavidade peritonial área perto de pâncreas é devido dançar Purificação da gordura como eu falei como eu já falei com vocês e por último mas não menos importante a necrose fibrinoide necrose fibrinoide ele é um padrão que a gente só consegue observar na biópsia quer dizer o exame a nível histopatológico então na macroscopia a gente não identifica esse tipo de necrose por quê Porque ele é um
tipo de necrose que acontece ao redor de vasos sanguíneos devido o que a reação imune acúmulo aí de complexos imunes antígeno-anticorpo como a gente pode observar aqui nesse material mais ahm o fumacê o sino filico ao redor quer dizer na parede de um vaso sanguíneo então é esse achado aqui é característico da necrose fibrinoide e onde é que ele acontece a professora em casa acontece na prosa e ela pode acontecer na hipertensão então O resultado é esse material aqui binhozinho filico róseo e brilhante E aí