e agora de volta aqui é são paulo atenção porque uma mulher trans negra denunciou o segurança de uma farmácia por racismo após ela ele tem sido pego né ela tava dentro do estabelecimento lá em são parte em são paulo e o que aconteceu olha só ela denunciou que foi vítima de preconceito e racismo no local e uma pesquisa inédita feita pela central única das favelas aponta que metade da população negra do país diz que já sofreu sim algum tipo de perseguição dentro de estabelecimentos comerciais é um grande absurdo né vamos ver recuperável e foi nessa
farmácia em frente à praça da sé no centro de são paulo que jéssica viveu um dos dias mais constrangedores da vida dela auxiliar de vendas que é preta e transgénero se sentiu discriminada quando entrou no estabelecimento para pesquisar o valor de um medicamento quando eu cheguei lá tem uma segurança na entrada da loja ele tava sentado em um banco por dentro que ele me deu álcool gel tá sendo a mão e entrei e fui para o fundo da fôrma para poder fazer o orçamento da medicação quando tava no fundo da farmácia eu vi que ele
veio até o meio da farmácia para poder ver onde é que eu tava em seguida entrou uma senhora branca e ele não fez a mesma coisa que ele fez comigo em momento algum ele foi atrás como ele vai atrás de mim mesmo depois do desabafo jéssica não se sentiu acolhida por parte dos funcionários ainda assim ela retornou ao local para comprar o remédio eu cheguei para caixa e falei com a caixa falei nossa ele ele veio querer se justificar comigo falei moça eu não quero conversa por favor me deixa em paz quando eu estava no
caixa para poder pagar para ele e em cima de mim e falou comigo que diz que eu não sabia qual que é que eu estava lidando que eu tinha de respeitado ele e aí cheguei com ele pergunta a ele se ele vem me agredir e começou tipo uma discussão apesar de absurda uma pesquisa realizada pela central única das favelas junto com o instituto locomotiva ea unesco mostra que a discriminação sofrida pela jéssica é corriqueira aqui no brasil isso porque eu estudo aponta que três em cada dez pessoas negras sejam elas pretas ou pardas já foram
seguidas por seguranças aqui no país esse número fica ainda mais assustador quando se trata apenas de pessoas pretas ele sobe para cinquenta por cento a entrevista feita com 1459 brasileiros de 72 cidades diferentes retrata ainda a desigualdade entre negros e brancos no ambiente de trabalho quase metade dos trabalhadores disseram ter pouca ou nenhuma diversidade de raça ou cor na empresa e oi e a maioria afirmou ter chefes brancos para jéssica os dados da pesquisa só escancaram que ela literalmente tem sofrido na pele ela conta que depois da confusão na farmácia passou por um preconceito ainda
maior quando acionou a polícia militar ele me chamou e falou comigo que não vê dele não houve crime nenhum eu falei como novo e crime como nos imprimir eu fui constrangida dentro da farmácia eu quase sofri agressão e você tá dizendo que não houve crime só que em seguida ele chegou para o gerente e perguntou para o gerente seja a gente queria fazer ocorrência minha então assim como eu sou vítima e ele me trata como autora jéssica registrou um boletim de ocorrência de ameaça contra o segurança da delegacia de crimes raciais e delitos de intolerância
da polícia civil de são paulo que apura o caso a conduta que os pms tiveram com ela também foi denunciada na corregedoria da polícia militar infelizmente a lista para a sociedade mas enquanto tiver forças para lutar mas não sei considerada como lixo eu vou lutar em nota a rede droga raia informou que o segurança fazia a contagem de clientes dentro da loja no momento em que jéssica se sentiu perseguida já que neste período de pandemia o controle de acesso em indispensável somos todos iguais até porque quando a gente morrer nós iremos para todo mesmo lugar
não tem esse de um branco e para um lugar e o primeiro tipo outro exatamente jéssica a gente tem que lutar por esse direitos iguais que bom que você tá tendo essa voz a coragem de colocar a cara na televisão aí e falar sobre isso e até a delegacia passar por preconceito também pela própria polícia que ela denuncia mas mesmo assim ela tá aí para mostrar aqui a população transe negras em voz a gente tem que dar voz sim para essas minorias porque até a gente fala minoria mas a população negra é a maioria do
país o problema é que o preconceito existe gente absurdo a secretaria de segurança pública que são paulo informou que esse caso já da jéssica tá sendo e pela the crazy quer delegacia de crimes raciais e delitos de intolerância disse ainda que vai ouvir funcionários da farmácia e também os pms que atenderam a ocorrência as imagens de câmeras de segurança da loja também já estão sendo analisadas para tentar esclarecer os fatos e fios culpados aí sejam punidos é o que a gente espera