você acredita que alguém com deficiência auditiva pode ser considerado incapaz na antiguidade os surdos eram considerados incapazes pois naquela época era muito forte a concepção de que apenas era possível se comunicar por meio da linguagem falada grandes filósofos como aristóteles por exemplo acreditavam que todos os processos envolvidos na aprendizagem só ocorressem por meio da audição e que por isso os surdos tinham menos chance de aprender e se comparados aos cegos a história da educação de surdos é marcada por várias tentativas e métodos de comunicação onde alguns nomes que se tornaram importantes nessa linha do tempo
se dedicaram a ensinarem os surdos e principalmente a se comunicarem com eles por meio dos sinais o hbp francês que criou a primeira escola para surdos na cidade de paris no ano de 1760 sendo referência na formação de professores surdos e servindo como incentivo à formação de muitas outras escolas em diversos países em 1857 rs utis professor surdo também francês veio ao brasil para fundar a primeira escola para surdos a convite de dom pedro 2o onde hoje é conhecido como instituto nacional de educação de surdos entretanto o fato mais marcante na história da educação de
surdos foi o congresso de milão ocorrido no ano de 1880 hoje decidiu se por maioria de votos que a língua de sinais seria abolida da educação de surdos prevalecendo o uso da língua oral por um período de quase 100 anos os surdos foram proibidos de usarem a sua língua e tiveram que abandonar sua cultura hoje a lei número 9 mil 394 de 1996 estabelece as diretrizes e bases da educação nacional procurando trazer a garantia de atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência preferencialmente na rede regular de ensino deficiente auditivo é aquele que não participa de
associações e não sabe libras a língua de sinais o surdo é alfabetizado e tem a libras como sua língua materna a professora geralda de oliveira vai falar um pouco sobre o processo decisório para o estabelecimento de políticas educacionais voltadas ao sul e que esse processo educacional envolve três vertentes distintas oralismo comunicação total e bilingüismo sobre a questão das filosofias e educacionais nós temos que os surdos passaram já por algumas tentativas maneiras de tentar educá los visto que a deficiência traz alguns comprometimentos educacionais então é sabemos que eles já passaram por muitas tentativas o que é
ocasionou alguns fracassos na educação de surdos e dentro dessas tentativas nós temos três filosofias e educacionais que fazem parte dessa situação a primeira é o oralismo que teve início em 1880 com o congresso milão no qual ficou decidido que os surdos não poderia utilizar a língua de sinais isso perdurou de 1880 em alguns países até mais ou menos 1980 são praticamente 100 anos de jornalismo depois é não é estanque netter oralismo e depois começou a perceber que o oralismo ele a tentativa de obrigar o segundo a falar ela não se encaixava nos tempos atuais era
necessário e mudando a maneira de tentar ensinar às pessoas surdas e aí é quando começa mais ou menos 1980 é a comunicação total que é uma filosofia educacional utilizava-se o que tinha ali maneiras combinadas a língua de sinais mínimos gestos o que fosse o que possibilitasse o sul de entender naquele momento houve pouco tempo é dedicado que as pessoas dedicaram a essa filosofia apesar de ela ainda hoje é utilizada em algum lugar e após isso que hoje o que nós acreditamos que é o melhor para a pessoa surda que proporcionam um melhor aprendizado que traz
mais conforto lingüístico é o bilinguismo onde é existe a primeira linha é isso a cultura também que é a libras a língua de sinais e à língua portuguesa na modalidade escrita seria a outra língua que o segundo teria acesso por ele ter uma condição bilíngue e então o bilinguismo é o que acreditamos a filosofia educacional que pode proporcionar um melhor aprendizado desde que a proposta seja bem aplicada à educação de pessoas surdas passou muitas mudanças e desafios e ainda tem muito a desenvolver o entendimento dessa cultura e universo são o norte para o desenvolvimento de
novas modalidades de aprendizado [Música]