[música] A web Rádio Fraternidade apresenta [música] Jorge Elará, no nono Congresso Espírita de [música] Uberlândia com apresentação do tema: Nunca temais. Eu [música] seguirei convosco e vos aguardarei por todo sempre. >> [aplausos] >> Boa tarde para todos nós.
Boa tarde. >> Boa tarde a todos que nos assistem pela internet, que estão ligados conosco neste nosso momento final do nosso nono céu. É uma honra muito grande poder participar desse evento e agradeço ao web Rádio Fraternidade o convite que me foi feito para que estivesse aqui presente nesse momento.
E antes de começar, quero render as minhas homenagens a Divaldo Pereira Franco, que é responsável por boa parte de todos nós estarmos hoje aqui. [aplausos] as tradições do mundo espiritual, que existe uma comunidade de seres extremamente evoluídos e que são responsáveis pelos destinos não só dos orbes, como dos sistemas solares e das próprias galáxias. esta comunidade celeste que se responsabiliza pelos destinos do universo, conforme estabelecido na literatura espírita.
Mais especificamente, o capítulo primeiro da obra A caminho da luz de Emanuel nos oferece a informação de que há muitos e muitos bilhões de anos atrás, esta comunidade se reúne para decidir os destinos de várias partes do universo de nosso Senhor. E existe um grupo particular que define os destinos do nosso sistema solar. E há 4,5 bilhões de anos, esta comunidade teria se reunido para decidir sobre a criação de um novo orbeiro.
Seria uma nova oportunidade de termos uma escola diferenciada dentro do sistema solar. para que ali espíritos pudessem realizar o seu grande trabalho de aprendizado. A reunião aconteceu e um dos membros dessa comunidade, um dos espíritos que ali estava, não o seu chefe, seu coordenador, mas um dos integrantes, foi designado para ser o governador deste planeta que surgiria.
Duas atividades começavam não com ele sozinho, mas secundado por um grupo muito grande de auxiliares diretos de uma alta envergadura espiritual, a ponto de se dizer que este coletivo de espíritos possuía uma identidade de pensamentos muito grande com relação a desse próprio governador planetário. grau de evolução desse espírito que comandaria essa equipe já era naquela época puro em relação a nós. Sua condição espiritual naquele momento, há 4,5 bilhões de anos, já era de um espírito sem as máculas das nossas imperfeições morais.
E foi esta entidade secundada pelo seu grupo de ministros que iniciou a formação do nosso ORB muito lentamente a partir das colisões sucessivas das partículas cósmicas que foram dando origem a um adençamento que deu o surgimento ao nosso planeta, mostrando suas competências no campo da física astronômica. Esse grupo reunido estabeleceu então as primeiras movimentações para o surgimento da vida orgânica. Segundo os estudos que foram feitos, a costa ocidental da Austrália possui indicativos de vida orgânica há 3,5 bilhões de anos atrás.
Já começavam as primeiras expressões de vida conforme esses estudos. Isso daria a informação de que o nosso governador planetário trabalhava as movimentações da matéria ainda inorgânica para a formação da matéria orgânica, dando a nós a compreensão das suas competências, não só na física, mas na química também, ao reunir os aminoácidos para que formassem as proteínas, que resultassem nos coloides e, por fim, os coacervados, conforme aquilo que mais tarde seria apresentado por Ivano Ovic Koparin em 1935 na teoria heterotrófica da origem da vida e que depois seria apresentada por Emanuel 3 anos depois apenas na obra Caminho da Luz. Enquanto que Oparen chamaria essas estruturas de coacervados, Emanuel designaria esse material com o nome de protoplasma, uma substância gelatinosa que haveria de se formar sobre as superfícies mornas dos mares do planeta.
dando origem à vida orgânica. Ali iniciavam as competências do nosso governador planetário em estabelecer não só o surgimento da vida, mas a melhoria progressiva das manifestações orgânicas que o nosso planeta possui. Texto religioso dos judeus debruçados sobre esse fenômeno na história mítica daquilo que se apresenta no livro do Gênesis, professor Severino Celestino, nos diz que o texto no original do hebraico, no primeiro versículo da Bíblia, teria grafado a seguinte frase: Bitá, Elohim.
No princípio criou Deus o céu e a terra. O único problema é que Elohim é um plural. Uma tradução mais exata seria: "No princípio criaram os deuses, o céu e a terra, mas o judaísmo não tem deuses, não podia ter deuses.
" Então, os Elohim, na verdade, representam aquilo que na filosofia de Platão é uma um conceito muito conhecido que é o conceito de Demiurgo, os artífices cósmicos, os que produzem a construção da matéria cósmica. Então, os Elohim eram o grupo dos espíritos que, capitaneados pelo governador planetário, estabelecia os princípios da vida no nosso planeta. Essa evolução se daria de maneira muito lenta e o governador planetário promoveria as mudanças sucessivas das espécies do planeta para que nós pudéssemos chegar à condição ominal.
E é muito interessante isso, porque muitos de nós quando olhamos isso acontecer, dizendo assim: "Nossa, mas tem um trabalho bacana, lindo, ah, eu queria uma oportunidade dessa". Só que é um compromisso para todo sempre. Quando ele disse sim, é um sim para não desistir.
Foram um bilhão de anos para que as formas mais primitivas surgissem sem que ele desistisse da tarefa. E depois que as formas surgiram, nós muitas vezes achamos que o processo de evolução no planeta correu sempre lindo e maravilhoso, as coisas se transformando progressivamente, sem nenhum acidente de percurso, que não é verdadeiro. Ao longo do mecanismo de evolução das espécies, antes do surgimento da criatura humana, nós tivemos vários momentos de grandes destruições da própria fauna e flora do planeta.
Existem cinco grandes destruições que aconteceram na Terra e que, evidentemente, não são sequer citadas nas nossas escolas. Há 475 anos antes do nosso momento atual, há 400 440 milhões de anos atrás, nós tivemos uma primeira grande destruição. 85% das vidas foram aniquiladas.
Depois, em 375, uma segunda grande destruição. Foi embora mais 75% da vida orgânica. Depois, há 251 milhões de anos, uma terceira destruição que eliminou 95% daquilo que era a vida orgânica no planeta.
Depois teve uma outra. Depois de 250 tivemos uma 200 milhões que levou mais 80% da vida orgânica. E depois a última que a gente conhece, a de 66 milhões, quando o meteoro bateu, é a única que a causa é externa e que vai eliminar 75%.
Eu fiz a conta para vocês, sobrou 0,01% das formas de vida. Ou seja, o nosso governador planetário poderia ter desistido, porque o trabalho é difícil, porque você constrói, mas a vida ela se reorganiza e ocorre fenômenos de destruição, mas isso não perturba a sua marcha, porque essa é a característica essencial de um governador planetário, minha irmã Teles. A característica essencial de um governador planetário é ser imperturbável.
É não se abater com os aparentes fracassos. É não se sentir vencido porque constituiu a vida e a vida que ele organizou. Não sobreviveu ao longo do processo.
Isso é um fenômeno razoável. das nossas vidas. A, o insucesso ou o aparente insucesso faz parte do nosso mecanismo de desenvolvimento.
A própria vida para o surgimento do homem não foi diferente. Para que o homem surgisse, não pensemos que foi uma linha perfeita de evolução. Houve os avanç Houve avanços e recursos na construção do homem.
Houve momentos em que de repente acreditava-se que a gente ia conseguir a construção do homem como nós conhecemos e havia recursos em função de alterações climáticas. Mas o governador planetário não desistiu. Ele trabalhou de maneira bastante diligente até o surgimento de uma espécie muito importante, o Homo Erectus.
Esse cara é muito importante na nossa história, porque o Homo Ábilis, ele já andava em pé, mas ele andava meio curvadinho, não ia muito longe não. Mas o Homo erect foi o primeiro que andou em pé de verdade, ficou em pé. E isso tem uma teve uma consequência enorme porque ele andou em pé, ele foi mais longe.
Ele é o a primeira espécie a sair da África. Ele ganhou o mundo. Ele se espalhou pelo planeta.
Antes o Homoábiles e os outros ficaram presos na África porque não tinham a possibilidade de locomoção. E o governador planetário esperou diligentemente que o Homo here erectos surgisse para que nós pudéssemos ver a terra povoada pela espécie inteligente. Ele vai chegar até Pequim, o homem de Pequim vai chegar até Java, o homem de Java.
Homem de Java, homem de Pequim. É tudo homo erectos. foi a nossa grande transformação na história, o impulsionar da genética que acontecia segundo aquilo que a própria literatura espírita nos apresenta, pela chegada de contributos orgânicos diferentes que promoviam processos de mutações sucessivas no mecanismo da vida, impulsionando a genética orgânica, Marcialii, fazendo surgir as espécies sucessivas que aprimoraram as nossas condições, passando pelo homem de Cromaghon até que nós chegássemos no homem moderno, com as contribuições de entidades que vieram de lugares longincos para construir a espécie humana.
Esses espíritos que aqui chegaram, que se apresentaram no planeta dentro dessa perspectiva, eles eram grandes colaboradores do impulsionar da Terra pela possibilidade de estruturar um corpo muito melhor pelas contribuições genéticas que eles traziam, impulsionando as mutações dentro do nosso próprio DNA, mas ao mesmo tempo traziam grandes conhecimentos extraordinários. O governador planetário, ao ter a possibilidade de ter esses colaboradores no trabalho, sabia que eles tinham grandes potenciais, mas eram almas profundamente comprometidas, estabeleceu para eles duas grandes promessas. A primeira que onde eles nascessem ele mandaria um missionário.
E ele fez, teve missionário nos vários povos antigos, levando a doutrina para que eles não esquecessem as leis morais. E a segunda grande promessa é que ele mesmo, o governador planetário, nasceria no planeta se, por algum motivo, os seus missionários não fossem capazes de acordar a todos eles, o governador iria em pessoa para promover o despertamento dessas entidades. Assim foi feito.
Os missionários do governador estabeleceram na terra suas várias doutrinas. Trouxeram para nós Ângela Seabra, conhecimentos imortais pela boca de Krishna, pela boca de Buda, pelos saberes da Cabala, dos Vedas de Hermes Trismegisto, pela pelo pensamento de Pitágoras, de Platão, de Sócrates e de tantos outros. E essas verdades imortais acordavam os espíritos que voltavam para os seus locais de origem.
Muita gente despertou nesse período, mas houve muitos espíritos que continuavam ainda muito perdidos, desconhecedores daquilo que deveria ser feito. Então, era o momento do governador em pessoa vir. Quando o governador analisa a possibilidade de que ele mesmo venha para estabelecer o seu processo de renascimento entre os homens, aquela mesma equipe que se reuniu há 4:30, reunão de novo.
É a segunda reunião, segundo a literatura espírita que vem falar exatamente quando o Cristo planetário decide reencarnar. Eles se reúnem para decidir como ficariam as coisas, como seria as balizas da vinda dele, como ficaria a organização espiritual do planeta enquanto o governador estivesse encarnado. O trabalho de articulação para que a equipe externa e interna mantivesse a governança do planeta no período em que o Cristo aqui estivesse.
O Cristo planetário ou o nosso governador planetário decide reencarnar na Terra. >> [risadas] >> E tem uma coisa muito curiosa nisso, muito interessante. As pessoas muitas vezes dizem assim: "Não, foram vários os os iniciados e Jesus é mais um deles.
" É uma ideia, é uma possibilidade. Ninguém vai dizer que não é uma possibilidade, mas não é essa que a doutrina espírita apresenta. O que a doutrina espírita apresenta é que o governador é ele e os outros vieram em nome dele.
E não se fala isso simplesmente pelo fato de sermos um cultura mais ocidental e mais próxima do Cristo. E, portanto, logicamente teríamos que ter uma conexão mais clara com ele. Eh, não exatamente por isso, mas existe algumas razões.
Embora alguns desses reveladores, como Krishna, como os Vedas, fossem assentados dentro do do pensamento eh politeísta ou monoteísta, que foi o pensamento da Cabala, o pensamento de Moisés, o pensamento de outros que vieram depois. Hum. Todos eles falavam de um criador.
Todos falavam mesmo sabendo do polminal tem um criador. E todos se referiam ao criador, mas nenhum dos iniciados chamou o criador de pai. Só Jesus.
Os outros chamavam de o criador, o Senhor, o o misericordiosíssimo, o juiz perfeito, pai, só Jesus. Todos falaram da imortalidade da alma. Pode pegar.
Todos falaram da imortalidade da alma. E Jesus também com uma diferença. Só Jesus apareceu depois da morte, materializou e surgiu.
Todos eles pregavam o bem. Todos ensinavam o bem. Mas é, todos ensinavam o bem, mas todos ensinaram o bem apoiados nas leis espirituais.
você tem que fazer o bem, senão você vai ser punido. A lei de causa efeito vai te alcançar. Então, as pessoas tinham que fazer o bem exatamente pelo fato de que elas poderiam ser punidas.
Mas o governador planetário trouxe uma nova proposta. Ele não apoiou a necessidade de fazer o bem nas leis espirituais. Ele apoiou no amor e disse: "Olha, por amor de mim vocês têm que fazer o bem".
Então ele ele não assentou na lei de causa efeito. Ninguém tinha que perdoar porque senão o cara ia nascer na minha casa, na próxima encarnação ia ser meu irmão. Não foi isso.
Mas o Cristna usou isso. O Buda usou isso, Sócrates usou isso, Cabala, todo mundo, Hermes trisbegisto, todo mundo usou essa verdade. O Cristo disse: "Por amor de mim vai ser assim".
E todos falaram do amor, Poliana. Todos falaram do amor, mas só Jesus. construiu um grupo de discípulos que depois da sua crucificação decidiram acolher os miseráveis, os famintos, os desgraçados, os desvalidos, os os abandonados.
Então, tem alguma coisa de diferente na mensagem dessa criatura que parece realmente transcender a própria natureza dos iniciados. E ele se ofereceu para vir exatamente de uma forma que não era necessário. O nosso governador planetário poderia dizer o seguinte: "Pois eu vou mandar mais um.
Não deu certo. Não foi todo mundo ainda não? " "Ah, não.
Manda mais dois. Manda de novo". Ele não fez isso.
Disse não, agora eu vou. Eu vou, porque se eu for na, se eu for, eu conseguirei atrair todos a mim. Todos a mim.
E realmente a grande proposta do Cristo era que nós nos acordássemos para esse processo e nos vinculássemos a ele, não pelas complexas leis espirituais, porque o mecanismo do perespírito, quando acontece um processo reencarnatório, a pessoa tem uma contribuição epigenética, não tem isso. É por amor de mim. Amarás por amor de mim.
Muito simples, é muito tranquilo de se viver. Sua doutrina era extremamente simples, fácil de ser pregada, fácil de ser ensinada. Era uma doutrina, portanto, universal.
Ele trouxe uma doutrina fácil, porque ele não veio só para os migrados, Sedinha Mota, ele veio também para nós. Ele veio para aqueles que éramos na terra, aqueles que estávamos aqui há mais a desde o princípio, desde a época animal. Foi para nós que ele ele veio, veio para todo mundo, veio para os migrados, veio, mas veio também para os pequeninos que nem nós ignorantes.
Então, só doutrina era muito simples. É só fazer o bem e perdoar. Esquece esse raciocínio complexo de de mundo espiritual.
Isso aqui é muito complicado para vocês. Faz só o seguinte, ama teu próximo, perdoa as pessoas e toca a vida, tá bom? Faz assim, vai aí que você vai bem.
Então, [aplausos] é uma doutrina simples de explicar, porque é uma doutrina de um governador planetário, é uma doutrina que simplifica as coisas para que nós entendamos de maneira mais simples. E foi impressionante o trabalho que ele fez, porque ele realmente acordou muita gente. Foi uma explosão que aconteceu no planeta de espíritos que acordaram com a chegada de sua verdade espiritual.
O Cristo, então, produz um despertamento tão profundo nas criaturas, tão profundo, que vai tanta gente embora que só ficou nós. Os melhores alunos da sala foram embora. Só ficou mesmo a turma do Fundão.
E nós poderíamos dizer assim: "Não, agora a Terra vai agora vai embalar". Gente, com essa revelação aí fácil de entender, super tranquila. Agora a Terra vai decolar de uma vez, vai virar um mundo de regeneração rapidinho com a chegada dessa mensagem.
Só que a mensagem excelente foi entregue para os ruins. Esse é o problema. A mensagem era ótima, mas quem teve que lidar com esta mensagem não eram os melhores alunos, porque os melhores alunos entenderam e logo foram libertados daqui e voltaram para suas escolas naturais e não a nossa.
Então nós fizemos uma bagunça com a mensagem de Jesus, que se eu fosse ele, eu tinha dado um jeito em nós muito rápido. Mas o que é um governador planetário? É o imperturbável.
Então, na medida em que os desvios vão vão acontecendo, o governador planetário vai tentando corrigir, mandando seus emissários. Não, não é assim, Rafael Siqueira, ele vai mandando os emissários, olha aí, manda fulano, não, agora manda esse outro. Aí em cada século, não é?
A gente vai vendo lá na história do cristianismo, século a século, os vários missionários que foram apresentados a cada século, a tentativa de restauro desta mensagem. E o Cristo planetário mandava um, ele fazia alguma coisa, aquela, aquela proposta parece que ia vingar, ah, ela murchava de novo. Não, manda outro aí, então manda outro e manda outro e manda mais um e manda outro.
E nós vamos vendo um um desfile de espíritos de escol fazendo a tentativa de restauro desta mensagem. Mas a gente sempre dava um jeito de piorar a situação. Chegou um momento em que a situação tava crítica mesmo, sabe?
Nós não tínhamos mais quase que saída porque nós tínhamos convertido o próprio cristianismo numa mensagem de intolerância, de crueldade, de perseguições, de violência. Então o governador planetário disse: "Está na hora de fazermos uma mudança muito importante no planeta. Nós vamos vamos percebendo que a humanidade tá se atrofiando progressivamente.
Era o século X. E o Cristo planetário então estabelece um século chamado século ponte, um século aonde grandes progressos iriam acontecer, abandonando o pensamento medieval e entrando numa história completamente diferente. Era o período do renascimento, da chegada de Jan Rus, de de Jerô de Praga, de Wicliff, de tantos homens incríveis, das mudanças com a tomada de Constantinopla, as transformações geopolíticas do planeta, as transformações sociais com os grandes descobrimentos, o fim do feudalismo como as grandes mudanças no campo do aspecto econômico, as transformações nas artes com o renascimento e na filosofia, a imprensa na área da ciência, que transformou a história da humanidade de maneira como nunca, antes, porque o conhecimento se espalhava de uma forma muito mais rápida do que no passado.
É assim que o governador age. Quando as coisas parecem muito complicadas, ele imperturbavelmente move as peças no tabuleiro e espera que a humanidade corresponda. Sempre foi assim.
Sempre foi assim. Quando as espécies estavam entrando em extinção, ele criava novas, promovia o processo de mutação e seguiu imperturbavelmente para o êxito de sua tarefa, que era o surgimento da raça humana. Quando os exilados aqui chegaram e promoveram uma alteração muito profunda na sociedade e que parecia que nós iríamos virar verdadeiras feras humanas, ele sabia que a própria lei de causa efeito nos educaria.
Então ele foi trabalhando essas entidades e melhorando progressivamente a condição de cada uma delas. Quando chegou o período dos seus missionários, que não conseguiram efetivamente acordar a todos, não por culpa deles, mas por nossa, ele não se perturbou e ele veio. E quando ele viu a sua doutrina completamente distorcida, deturpada, alterada, esquecida, ele mandou o renascimento, ele mandou a imprensa.
É assim que as coisas funcionam. O imperturbável governador planetário persiste na tarefa que assumiu, mesmo considerando as nossas falhas, porque ele evidentemente sabe que nós somos assim. É da característica ainda da criatura humana, como disse a Eulia, porque o reino dele ainda não é deste mundo.
É da característica da personalidade humana o erro. A gente faz um planejamento, vem para cá, é igual o céu, planeja para cá, aí chega na hora, não, não acontece tal coisa, programei assim, não veio, era. E mas as coisas saem tão bonitas no final, é só não se perturbar, né?
Meu Deus, falta uma semana, não temos ainda. Não chegou, vai chegar aí na hora chegou tudinho, como tudo, ninguém nem viu nada, tava tudo certo. Mas é assim, mas é assim, as coisas funcionam desta forma.
Então, quando o governador planetário nos ofereceu a ponte, parece que ele nos colocou no trilho de novo. Graças a Deus, agora vai, agora não tem mais como dar errado, porque a gente já tinha o cristianismo, nós já tínhamos feito um desvio e aí o Cristo veio, colocou um colete para tirar aquela escoliose que ajeitou a gente direitinho. Dis: "Não, agora vai, agora vai ficar bom".
Mas a gente entortou por outro lado. É impressionante, sabe? Se eu não fizesse parte, eu não saberia entender.
Mas é impressionante porque ele nos ofereceu a libertação, porque a religião tava oprimindo, a filosofia tava oprimindo tudo. E quando com o amadurecimento da própria ciência, nós no século XIX chegamos a considerar que havia havíamos alcançado o topo do saber e que a religião era um mal, nós vamos promover uma infeliz ruptura com o pensamento religioso e tentar marchar dentro das hostes do miserável ateísmo que devora as nossas almas. A perspectiva do século XIX é que sem Deus nós seríamos muito mais felizes.
Essa era a proposta. A humanidade sem Deus será plenamente feliz. Assim diziam os pensadores famosos do século XIX, basicamente em toda Europa.
Mas o que aconteceu não foi o que deu. Nós enfrentamos hoje a maior crise de transtornos mentais que a humanidade já viveu, não é, Ana Teresa Camasmi? Olha, depressivo sempre teve, gente.
Ansioso sempre teve. A história se você consultar, existem pessoas com depressão, com ansiedade, isso faz parte. Mas hoje a gente tem um elenco muito mais significativo.
E não é só em números absolutos, não. Claro que em número absoluto tem mais gente na terra, tem que ter mais gente depressiva, lógico. Mas percentualmente os números estão alarmantes e só não sabemos que a gente tá tão doente que tá todo mundo tomando aquele remedinho.
Se a gente suspendesse o remedinho tarja preto um ano, a gente ia saber como nós somos. Então veja que nós estamos muito adoentados. Que que aconteceu conosco?
Houve um processo de ruptura. Nós achamos que a gente seria mais feliz, Cleid, se nós trabalhássemos sem Deus, se nós vivêssemos sem a possibilidade de nos conectarmos ao divino e negamos tudo aquilo que era espiritual. O que fez o governador planetário quando viu a onda de descrença?
de ateísmo, tomando conta do pensamento humano. O que fez o Cristo planetário quando no século XIX os cientistas se levantaram para negar não somente a religião, mas infelizmente também a espiritualidade. Nesse momento, o imperturbável decidiu que uma nova doutrina deveria vir à Terra para ser o antídoto de todo esse processo de loucura que estava tomando conta da humanidade.
Dentro do próprio seio do ateísmo, entre os cientistas mais famosos. Se pegarmos a obra Afinal Quem Somos de Pedro Granja de 1948, capítulo 14 da obra, existem 117 cientistas que produziram material científico de investigação sobre a imortalidade da alma, sobre a mediunidade, sobre a materialização, sobre os inúmeros fenômenos que existem para contrapor o pensamento. crescente de que a humanidade, evidentemente, era apenas corpo.
Governador planetário traz então vários cientistas e vários médiuns extraordinários do século XIX, onde se destaca Eusápia Paladino, Florence Cook, Daniel Dunglas Home, Elizabeth Hope e tantos outros, para não citar os do século XX, do século XX, como Ana Prado na Belém do Pará, como também nosso Peixotinho Chico Xavier, Divaldo Pereira Franco, que também eram médiuns de materialização, e outros muito menos conhecidos, mas que nem por isso deixavam de fazer, fenômenos pujantes conhecidos nos vários centros espíritas do Brasil. Sim, é verdade. Todos esses fenômenos eram exatamente para que a humanidade não enlouquecesse na descrença.
É assim que o nosso governador planetário age. É dessa forma que ele atua. Diane Coradini.
dessa forma, sem desistir de nós, sem nos abandonar quando nós pegamos um caminho equivocado, sem virar as costas para a humanidade rebelde. É dessa maneira, misericordiosamente ele vai cuidando de nós. E quando ele vê as nossas falhas, os nossos erros, isso não o revolta, isso não o aborrece.
Isso não o entristece, Larissa. Isso não os Isso não o entristece. Por quê?
Porque ele é o Cristo planetário. Ele não desiste da sua tarefa. Não existe desistência.
Nenhuma das minhas ovelhas se perderá. Não foi isso que ele quando encarnado disse na personalidade de Jesus, que é aquela que nós tanto conhecemos como sendo a do governador planetário? Não foi isso que ele apresentou?
Não era a face de um Deus misericordioso, cumprindo a promessa de Isaías, que ele não quebraria a cana rachada? Esse é o perfil do governador. Se ele não tivesse isso, ele não era governador.
Então, a nossa humanidade, ela já passou diversas vezes por muitos momentos extremamente dolorosos, perigosos, desde o princípio, desde o surgimento das espécies, nas grandes destruições que aconteceram. Sim, aconteceram, mas o governador permaneceu no surgimento da raça humana. Problemas com a vinda dos dos vieram para cá, dos migrados.
Ele perseverou na hora de estabelecer a loucura do cristianismo. A ponte quando nós enlouquecemos na descrença, ele nos ofereceu a mensagem espírita. E hoje, Lula, hoje não tá muito [risadas] diferente.
Hoje nós estamos, tá muito difícil hoje. Tá muito difícil em casa, tá muito difícil a saúde, tá muito difícil no trabalho. Às vezes a gente tá enfrentando dificuldades financeiras, não sabe nem como é que a gente vai fazer para chegar no final do mês.
Às vezes a gente tá enfrentando problemas de saúde muito graves, muito graves, problemas de conflitos familiares que a gente não consegue nem dormir. Nós estamos vivendo muito, muita dificuldade, indiscutivelmente. Só que essas dificuldades elas são verdadeiras.
É real, a doença é real, o conflito familiar é real, os conflitos econômicos são reais. Isso é verdade. Só que nós temos um elemento muito importante dentro disso, que é o conhecimento que a doutrina espírita nos oferece.
Esse instrumento, ele é extremamente poderoso para que a gente consiga atravessar esse período borrascoso que a gente está vivendo. É difícil viver sem fé hoje. É quase que impossível de você não enlouquecer.
As perspectivas do amanhã são muito sombrias, mas nós nós tivemos a possibilidade de receber uma mensagem extraordinária e a gente precisa estar com essa mensagem bastante clara nas nossas mentes para que não aconteça nas nossas vidas o equívoco de nós nos lançarmos na loucura do mundo como se nada soubéssemos. Paulo de Tarso dizia: "Se nós conhecemos uma doutrina e nos comportamos como quem não conhece, a nossa doutrina é van. Porque se o conhecimento que eu tenho não me faz de maneira diferente daqueles que não conhecem, então a doutrina que eu tenho não serve para nada.
" E não é esse o sentido que a mensagem espírita nos traz. A primeira grande informação que essa mensagem espírita nos oferece é a possibilidade de nós sabermos que, ao contrário daquilo que o mundo nos diz, nós sabemos que existe um Cristo planetário no timão do nosso barco. Nós, mesmo que exista as tempestades, as as convulsões de um mar revolto, o Cristo planetário ele está presente.
Então, essa informação ela é muito preciosa para que a gente consiga movimentar as nossas disposições íntimas mais profundas e dizer: "Pode estar ruim, mas eu sei que o Senhor está no comando. " O sermão profético aqui foi lembrado por vários de nós ao longo do encontro. E é isso mesmo.
O Cristo já sabia que isso tudo iria acontecer, né? As coisas estão dentro daquilo que era o planejado. Pode não ser aquilo que nós gostaríamos que fosse, mas é o resultado das nossas imperfeições.
Nós, portanto, hoje começamos a perceber que exato. Nada como um contrregra. Eh, mesmo que o mar esteja encapelado e nós estejamos, muitos de nós estamos assim, muitos de nós estamos desta forma, estamos aqui num encontro dizendo assim: "Eu nem quero voltar para casa, porque quando eu voltar eu vou encontrar com tudo aquilo que eu quando eu bati a porta, eu disse: "Eu quero que você fique para trás".
Mas a gente vai voltar para a realidade objetiva das nossas vidas. Só que nós vamos voltar com alguns sinalizadores acesos, porque eles nós já tínhamos, só que eles estavam com a luz meio apagadinha. Então, a gente vai carregar essas baterias e voltar com essas lâmpadas acesas.
E a primeira de todas essas informações é: o mundo não está à deriva. Existe um governador planetário no comando de todas as coisas. Não temais, né?
Não temais. Não precisa temer. Não precisa temer.
Existe uma equipe, não é só ele, existe uma enorme equipe espiritual comandando o planeta. E nós já vivemos períodos horríveis lá atrás. A gente sobreviveu, a humanidade sobreviveu, vai sobreviver.
Isso faz parte desses nossos atritos do mundo de provas e expiações. Eu vejo muitas pessoas desesperadas com o mundo, esquecendo de si mesmas, preocupadas com o mundo lá fora. Meu Deus, o mundo lá fora, olhar para si.
E esta é a segunda das grandes informações que a gente precisa cuidar. Nós não somos o governador planetário, tá? Então tem muita gente que assiste noticiário e diz: "Mas o mundo tá perdido?
Olha o mundo como é que tá. Meu Deus, eu não vou nem dormir. Aí não tá dormindo porque o mundo isso, o mundo aquilo, porque fulano isso.
Aí acaba de assistir a novela ou o noticiário apavorado com o mundo lá fora, senta na mesa para jantar e fica olhando. Aí o marido, né, muito solisto, claro, diz assim: "Meu bem, você quer que eu ponha seu jantar agora ou quer que eu coloque depois? Você quer?
" >> [aplausos] >> E ela então diz muito carinhosamente: "O que é que você quer? Você não está vendo que o mundo tá em guerra, vou querer comer? Eu não tô com fome.
" Aí você vê que nós estamos pegando o que tem lá fora e trazendo para dentro de casa. Gente, nós não somos o governador planetário. Nós não somos o governador planetário.
Esse problema não é meu. Eu não tenho que resolver problema do do mundo, do planeta. Não sou eu.
Eu não tenho governança sobre isso. Eu quero ter governança sobre o que eu não tenho. Aí eu fico neurótico porque eu não consigo resolver o que não tá na minha mão.
Mas eu posso resolver aquilo que está perto de mim. Eu posso resolver as minhas questões familiares. De repente eu não consigo tirar um filho da droga, mas eu consigo eu amá-lo mais, eu entendê-lo mais?
Consigo eu mudar? Então, o primeiro sinalizador que nós temos é que existe um Cristo planetário. O segundo é que eu só tenho governança sobre a minha própria vida.
Então, nós temos que empreender marcha com aquilo que eu posso fazer. Então, ã, as pessoas às vezes fica esperando na janela. O mundo já é regeneração.
Ainda não, então vou ficar por aqui. Já é regeneração. Aa, então vou ficar por aqui.
Esperando que o mundo mude pra pessoa mudar. tá errado. [aplausos] [aplausos] É a mudança do homem que muda o mundo.
Não é a mudança do mundo que muda o homem. Sou eu que preciso ser de regeneração. Não é o planeta que tem que ser.
Sou eu que tenho que mudar. Tá aqui a Evely que não me deixa mentir. A Amazônia, gente, onde nós vivemos, ela não é verde.
Quem é verde são as folhas pequeninas das árvores que formam a Amazônia. Então, se nós queremos um mundo de regeneração, é a mudança de cada indivíduo que vai fazer o planeta mudar. Não é o planeta mudando que as pessoas mudam, não é.
É a mudança de cada um. que muda o planeta. Então nós aqui nós já podemos ingressar independente do vizinho, do outro, do marido, da mulher, do filho, do pai, da mãe, até mesmo da sogra.
[risadas] Nós podemos mudar e já sermos de regeneração. Que me importa se o outro não é? Por que que eu estou esperando que o outro mude para eu mudar?
Não precisa. Eu não dependo da mudança do outro para que eu possa empreender a minha. Então, mudemos nós.
Não é assim, professor Severino, quando Jesus diz para Pedro, que te importa a ti, segue-me tu. Esse negócio é exatamente isso. Nós não temos que ficar esperando as coisas mudarem para que eu comece mudar.
Eu vou fazer a influência que eu posso fazer. Não posso me esconder. Vou fazer a mudança.
Vou fazer dentro da minha casa, no meu ambiente de trabalho, no meu bairro, na minha rua, no que eu posso, sem me desesperar. Olha o governador planetário. Eu, se fosse o governador planetário, eu eu imagina o planeta que eu governo está tendo a chance de eu estar encarnado.
Eu estou encarnado na terra, dando a minha mensagem para todo mundo. E eu sei que nesta noite eu serei preso e no dia seguinte serei crucificado. E a missão vai acabar, porque eu não vou ter mais nenhum dia na terra para passar a informação para os meus discípulos.
Cara, eu tô na quinta-feira à noite, sabendo que eu ia ser preso, eu cancelava aquele jantar, eu pegava um cavalo e ia correr a Jerusalém gritando: "Mai o próximo gente o próximo eu ia me desesperar". Sabe o que o governador planetário fez? [aplausos] Sabe o que o governador planetário fez?
Foi jantar com os amigos. Último dia, último dia, último dia. Ele foi jantar.
Então é mais, ele não é modelo e guia. Então, olha como ele funciona. Não vamos nos desesperar.
Nós não vamos nos desesperar. Vamos produzir aquilo que a gente puder produzir sem nos escondermos e sem nos neurotizarmos. Nós temos uma fala, Adriane Bacarim, no capítulo 11 do livro Amor imbatível, amor de Joana, em que ela diz o seguinte: "O ser saudável, ele se preocupa com o que está em redor dele.
Ele se preocupa com o que tá em redor dele. Atua para menorar o o sofrimento do que ele pode fazer, mas ele não se angustia. Não é interessante?
Eu não me angustio, mas eu ajo. Não vou ficar inerte, não vou fazer nada, não posso fazer nada. Não.
Faz o que você pode para que você promova o seu processo de libertação. Isso é muito importante. Então, que a gente não espere por nada.
A gente tá esperando pelo que para se transformar, não é? Nós só ainda não somos individualmente, com todas as informações que a gente tem, nós só ainda não somos um espírito de um planeta de regeneração pelo mesmo motivo que o sapo não lava o pé. Só por isso, porque nós já temos todas as condições.
[aplausos] Nós já temos todas as condições para que isso aconteça. Nós ainda não fizemos. Ele mora na lagoa, não faz porque não quer.
E há um terceiro fator que também é importante. O primeiro, a governança. O segundo, não preciso que o mundo mude.
A mudança é de mim para o mundo. E o terceiro fundamental. Somos almas imortais e indestrutíveis.
Não temamos a morte. Não temamos que a doença possa nos promover a desencarnação. Lembremos da imortalidade da alma e que os nossos amados nos aguardam.
Lembremos que somos seres imperecíveis, que já vivemos outras épocas, que já passamos por diversas dificuldades, mas nós sobrevivemos a todas elas. Todas as dificuldades nós superamos porque somos seres imortais, que vamos nos lapidando a cada etapa, que vamos nos burilando a cada período. Que a morte não nos amedronte, que a desencarnação nos não nos apavore, que a pobreza, que a miséria, que a fome não tire o nosso sossego.
Marchemos como a gente puder, dentro do possível. Se está difícil, procuremos os amigos. Os amigos podem nos ajudar.
Às vezes a gente tá muito fragilizado, o amigo ajuda. Se eu não tô bem, eu tive um problema de saúde, me ajudam, não tem como pagar o plano de saúde. A gente se se ajuda e e e se se colabora e vamos juntos.
Um tá doente, a gente dorme no hospital. Nós somos todos uma família. Nós temos que entender que nós somos um grupo e que a morte não nos amedronte.
Nós somos espíritos imortais. Se nós tivermos esta compreensão, haverá para nós uma claridade muito grande de que nós somos uma grande, extraordinária promessa para o mundo do amanhã. Nós ainda não somos o fruto, nós ainda somos o botão em flor, mas já somos a floração, já som já somos botões divina, já somos flores em botão que aguardamos o momento de nos transformarmos no fruto maduro, mas nenhum fruto nascerá antes da flor.
Aprendamos a valorizar as flores que nós já somos e cultivemos os valores espirituais que nós já possuímos. E não tenhamos dúvida, não temamos o amanhã, porque o governador que nunca nos abandonou não nos abandonará, a ponto de que o último versículo do Evangelho de Mateus, capítulo 28, versículo 20, diz: "Eu, eu estarei convosco até a consumação dos séculos. O nosso Cristo planetário estará conosco por toda a eternidade e por mais tempo que precisarmos, ele estará conosco.
Não percamos a fé, sigamos em frente e façamos a nossa transformação como o Senhor assim deseja. E que Deus abençoe a todos nós. Muito obrigado.