Tem alguns que pensam que são evangélicos lá no Congresso e eles querem criar lei para proibir o aborto. E e ei, babacas, vocês não têm esse direito de criar lei para proibir o aborto. Se a pessoa quiser fazer um aborto, é problema dela.
Deus deu ao ser humano livre arbítrio. Eu não tenho direito de criar uma lei para impedir uma pessoa de pecar. Eu não posso fazer isso.
É que o aborto não é só um pecado, né? Um assassinato. Não importa.
Não importa não. Se aquela mãe quiser fazer, ela vai prestar conta com Deus. Mas eu não posso proibi-la de fazer.
Como é que eu vou, eu vou criar uma situação muito pior se eu deixar uma mulher, hum, ter um filho que ela não quer ter? Eu não criei uma situação muito pior? Qual que é a situação?
Não é só ela entregar para adoção. Ah, tá. Hoje você pode, você pode entregar para adoção sem se identificar.
Você não sabe, você não tem conhecimento do que é uma criança nascer com sentimento de rejeição desde o ventre. Normalmente essas crianças são os que estão encabeçando o tráfego, são os que estão encabeçando os piores segmentos da sociedade, os mais ediondos, porque são crianças rejeitadas dentro do ventre. Esse conhecimento, obviamente o Congresso não tem, pô, não aprendeu comigo, nunca vai conhecer isso.
Então, quando uma criança nasce rejeitada, mesmo que ela seja dada para adoção, se ela não vier a ser curada pelo evangelho na exclusividade de dentro de uma igreja verdadeira, ela vai se tornar o próprio, o próximo marginal, o próximo serial killer. E as pessoas vão examinar a vida do cara. Ah, o cara nasceu numa família ilustre.
Por que que deu para isso? Deu para isso porque dentro do ventre ele já tava ferido. Esse conhecimento eles não têm.
Então, esse negócio de tentar impedir pessoas de cometer o seu pecado não existe. Eles não têm direito de criar lei para impedir pessoas de pecar. É a vida dela, é o querer dela.
Se tiver recursos no mundo, ela vai lá e faz o aborto dela. Se não tiver, ela dá o jeito dela. Ela vai ter que ter o filho, vai ter que criar.
Mas eu não me acho no direito de proibir uma pessoa de pecar. Por exemplo, o cara ali quer fumar uma maconha. Eu não vou não.
Tu tá proibido, tu não pode fumar maconha. Tu pode sim. É com o teu dinheiro.
Você pode fumar quanto você quiser. Livre arbítro. liberdade.
Mas no caso da maconha sendo com o dinheiro do cara, é a maconha, é para ele, entendeu? Não envolve um um dano a terceiro, entendeu? No caso do aborto, como eu falei, para mim envolve, é uma coisa diferente.
É, depende do pensamento. Por exemplo, o caso de um aborto não envolve dano a terceiro para mim. O feto não, não é um Não tenho esse pensamento.
Não. Por exemplo, eh, eu ainda tenho um conhecimento de que toda criança que morre no seu estágio de inocência é salva. Ah, entendi.
Então, quer fazer a boa? Vai prestar conta a Deus, não a mim. Deixa falar uma coisa importante para vocês antes da gente entrar nessa questão do pastor Tupirani.
Ontem eu cometi um erro, tá? ontem à noite na live de ontem, um rapaz fez o que hoje de manhã eu percebi que era apenas uma brincadeira, mas naquele momento da live de ontem à noite eu não entendia assim como a brincadeira e eu fiquei na defensiva e fui extremamente agressivo com o rapaz na resposta que eu dei a ele na live. Foi uma brincadeira simples.
Ele falou assim: "Ah, Felipe, quer dizer então que eu sou virgem, eu tenho que sair com uma uma digníssima rodada para corrigir ela". Ele falou brincando. Foi uma brincadeira que ele fez, foi o Leon.
E aquele momento, isso me lembrou de uma situação do meu passado em que o pessoal tava dizendo que eu estava defendendo você sair com digníssima rodada e estavam usando isso para me cancelar aqui no no YouTube, né? Então fiquei na defensiva e eu fui extremamente gredo com o rapaz e depois ele mandou a seguinte mensagem: "Me desculpe, senhor Felipe, não vai acontecer mais". E quando ele me mandou essa mensagem, eu me senti extremamente envergonhado porque eu percebi o erro que eu tinha cometido.
Era uma brincadeira. E eu pedi perdão a ele, pedi perdão diante de todo mundo da live. E estou aqui mais uma vez pedindo perdão a Leon.
Eu fui, fui injusto. Eh, ofendi o rapaz, não xinguei, não faço isso, mas eu fui duro nas minhas palavras desnecessariamente. Por que eu tô dizendo isso?
Nó todos nós somos eh expostos a cometer erros. Todos nós podemos cometer. Ninguém é perfeito.
Eu não sou perfeito. E o pastor Tupilani também não é perfeito. Ele está cometendo um erro agora.
Eu não vou, o que eu vou falar agora não quer dizer que eu acho que ele seja uma péssima pessoa, que ele não preste. Não, não vou dizer nada disso. Porém, eu preciso dizer, ele está cometendo erro.
Da mesma forma que eu cometi um erro ontem à noite e a minha obrigação foi me desculpar com o rapaz no mesmo momento. O o pastor do Piran tá cometendo erro agora, porque não é questão de ah não causa danos a terceiro. Então também a Bíblia nos orienta a justamente salvar os nossos irmãos que estão caminhando para a forca sem perceber.
Eu tenho o dever moral e teológico de orientar as pessoas que estão cometendo pecados para que elas não cometam mais. A simples ideia de que, ah, não pode filmar tua maconha ali com o teu dinheiro, isso é só diz respeito a você, é falha, porque nós sabemos o que a liberação de das aberrações sociais causa numa sociedade. As coisas nunca ficam na inocência, sempre tentões tendem a escalonar para virar clacandes, por exemplo.
A mesma coisa do abobo. Quando uma digníssima faz abobo, isso não diz respeito apenas a ela, porque você tem duas dois efeitos diretos quando você libera o abobo. Primeiro é que você vai ter leis, como você tem no Canadá hoje e você na Inglaterra também, que crianças que nascem com algum tipo de má formação, que tem direito à vida, são sem cientes, sem direito à vida, elas são forçadas pelo Estado a serem eh abobadas, né?
Existe já nos Estados Unidos o que nós chamamos de abobo tardio, que é a criança tá nascendo e você naquele momento destrói a cabecinha da criança que tá nascendo. Já se discute abertamente isso. Eu tive um debate quando eu fiz filosofia na UFRJ, eu debati esse tema com os meus professores lá no IFIX, na no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais.
Isso já debatido amplamente nas na academia, na universidade. O abobo tardi que é após o nascimento elimina a criança. Então você o na Inggraterra crianças com determinadas doenças são proibidas de buscar tratamento até mesmo fora da Inglaterra.
Teve uma família que a criança tinha nascido com problema congênito. A criancinha tava bem, só pensava do tratamento que era feito nos Estados Unidos. A família conseguiu arrecadar o dinheiro para levá-lo pros Estados Unidos e um juiz simplesmente na Inglaterra disse: "Não vai, precisa perder a vida aqui em solo inglês e não permitiu que a criança fosse e a criança perdeu sua vida".
Isso foi assasso aqui. Isso é sempre uma consequência direta de quando você acha que o abobo é algo natural, um direito dos indivíduos e ele passa a ser uma concessão do Estado. O que inicialmente é uma concessão do Estado se torna controle do estado para ele fazer no momento que ele quiser.
A eutanásia é uma consequência disso também, você pegar pessoas idosas, pessoas com algum tipo de doença e forçaras a eutanásia, como hoje se força indivíduos ao abobo. Uma outra questão é que você pega digníssimas, saudáveis, sem nenhum tipo de doença e você joga ela em grupo de risco. O abobo, o abobo legalizado, feito em hospital, tudo certinho, ele tá relacionado com câncer de mama, depressão, mal formação dos próximos fetos, tendências suicidas, eh dificuldade de manter uma gestação até o fim, você tem abobos espontâneos.
O que você pega é edição digníssimas, saudáveis e joga elas num grupo de risco que vai efetuar eventualmente sobrecarregar ainda mais o SUS e o que vai influenciar a sociedade como um todo. Então, o pastor Tupirani, ele tá cometendo um grande erro aqui. Ele não tá conseguindo perceber que as coisas não param a nível individual.
Aberrações sociais não param a nível individual. Elas sempre escalonam para uma macrovisão e vai dar trabalho e problema para todo mundo. Infelizmente, pastor Tupirani, não estou falando do caráter dele, não estou falando dele como indivíduo, estou dizendo pontualmente que ele está cometendo um erro aqui.
Não adianta você falar constituição, não, Bíblia, sim, se num momento importante ele tem um comportamento liberal dessa forma. Abobo não é a solução. Eu nasci sem amor do meu pai.
Eu nasci sendo sendo rejeitado pelo meu pai, tendo uma mãe doente emocionalmente. O meu pai já me disse que ele queria ter me abobado, que não era para ter nascido. E eu sou um bom homem.
Eu sou um bom homem, apesar disso. Amo meus filhos profundamente. Esse argumento que ele deu agora não é solução pro problema da violência.
A solução, a solução ao problema da violência é voltarmos para a castidade, para moças que se deixem deixem a deseneração dos seus desejos e parem de se envolver com os piores homens possíveis e parem de ter intimidade em todo lugar. Foi triste, muito triste ver essa fala do pastor Tupirani, que eu gosto dele. Conheço pouco o trabalho dele, mas o pouco que eu conhecia sempre me fez gostar dele.
Já falei dele aqui nas minhas lives. E da mesma forma que eu cometi um erro ontem à noite e pedi perdão e estou pedindo perdão de novo, isso não me faz uma má pessoa, eu não estou dizendo que o erro do pastor Tupirani o faz uma uma má pessoa, mas ele precisa ser corrigido e a gente precisa orar a Deus para que ele perceba esse erro e abandone esse pecado. M.