Sais de ácido único nas articulações aí por aí a gente já imagina né como é difícil a manifestação Clínica dessa dessa doença sei se você já conhecem pessoas que tem gota geralmente durante as crises elas são caracterizadas com bastante dor né ocorre então a deposição desses cristais de ácido único nas articulações e isso vai gerar uma resposta inflamatória nessas articulações e ISO vai gerar dor bastante dor tá geralmente é hiperuricemia né aumento da concentração de ácido úrico acima de 6 MG por D em mulheres e acima de sete em homens tá então máo a gente
já considera hiperuricemia e acima dessa concentração Bora concentrar aqui gente tá acabando a gente vai ter a deposição desses cristais da forma de ur monossódico e isso vai gerar essa inflamação e nesse caso aqui da osteoporose mesmo a gente viu que ACOM mais Mulheres nesse caso aqui é mais prevalente em homens do que em mulheres e aqui tem uma uma via metabólica né mostrando a a produção do ácido [Música] úrico as vias de metabolização do ácido úrico então tem alguns componentes aqui que quando eles estão em em maiores concentrações né a gente vai aumentar a
a eh de uma forma geral a gente tem a gente precisa ter um equilíbrio entre formação e excreção do ácido úrico né então Eh quando a gente tem um desbalanço entre a formação e a excreção ocorre eh essa supersaturação Esse aumento do risco de cristalização eh em relação à formação cerca de 23 eh é produzido em endogenamente né como a gente pode ver aqui por por essas vias Então a gente tem a formação de ácido únco pelo metabolismo de ácidos nucleicos né que é uma das principais guas de síntese endógenas de ácido úrico Então a
gente tem aqui o metabolismo dos ácidos dos ácidos nucleicos e essa é a via mais importante via de síntese mais importante e cerca de 1/3 é via ingestão então a gente percebe que a alimentação ela vai ter um um estímulo importante vai ter um papel importante nessa nesse aumento da concentração de ácido úrico mas ela não é a única forma de obtenção do ácido úrico tá lembrar que a gente tem essa síntese endógena pela metabolização dos ácidos nucleicos e que isso muitas vezes é é a principal causa né então a gente tem sim uma um
efeito positivo a partir da modulação alimentar mas Lembrando que como não é a única fonte né a gente não consegue também resolver o problema somente com a modulação da ingestão alimentar e em relação à eliminação cerca de 1/3 é realizada via excreção intestinal e 23 excreção renal então pacientes também que T doenças renais também correm o risco né de ter aumento dos de ácido único e maior risco de desenvolvimento de Goa Então são pessoas aí que T um risco aumentado eh e 90% dos casos de gota é por conta da redução da hipo excreção então
problemas na saída são mais comuns do que problemas né na obtenção do ácido úrico que que acontece a gente tem primeiro então o aumento dos níveis de ácido úrico eles vão se aglomerar formam esses cristais né esses cristais se precipitam nas articulações se depositam lá nessas articulações e isso vai gerar uma resposta inflamatória Então são recusadas células inflamatórias para esse local né com a manutenção ali de uma inflamação crônica a gente tem aqui a o ataque agudo de gota que é caracterizado por essa resposta inflamatória mais intensa e ao longo do tempo esse processo inflamatório
ele vai sendo resolvido mas ocorre a formação dessa rede aqui de fibrose e isso acaba gerando o enrijecimento das articulações e aumento da região né a gente vai até ver uma foto ali mostrando o que a gente chama de gota crônica tofácea a formação desses tofos indica esse processo inflamatório crônico que acontece já há muito tempo e que vai formando essa rede aqui por conta da inflamação certo eh a doença ela vai ter a fase assintomática e a fase em que as manifestações clínicas estão eh mais proeminentes né aqui na inicialmente a gente tem fatores
genéticos como nós vimos que pode tá envolvida também na maior susceptibilidade ao acúmulo do ácido eh do ácido úrico Então a gente tem vários genes que já foram identificados Nesse contexto eh fatores ambientais importantes principalmente dieta e o estado nutricional então aqui a gente tem também um estímulo importante né a presença de obesidade é um fator de risco pro desenvolvimento de Goa além da dieta o comprometimento da função renal é um Outro fator de risco importante porque se a gente não tá conseguindo excretar o ácido úrico consequentemente ele vai se acumular e vai se aumentar
a chance de formar cristais o aumento da idade né A idade é um fator de risco também sexo masculino o uso de algumas medicações que também podem interferir nesse processo e eh aqui tá mais relacionado esse estado inflamatório crônico também pode favorecer eh A hiperuricemia tá então primeiro a gente tem aqui a formação desses cristais que se depositam aí a gente tem os ataques Agudos eh ess esse ataque ele ele ele é resolvido né A inflamação é resolvida e posteriormente pode vir outra outros ataques e concomitantemente né Cada ataque ele vai formando aquele toro que
é a a gota crônica tá que pode destruir completamente as articulações eh dependendo né do tempo e dependendo do número de Fases agudas aí que esse paciente pode vir a ter eh aqui é o uma figura bem complicada vocês podem ficar t a gente não vai entrar em detalhes aqui mas só para mostrar que a injeção alimentar ela vai ter um papel importante e também a microbiota então a gente sabe que hoje a disbiose ela também vai tá relacionada a maior chance né de deposição de de ácido úrico na articulações Então ela contribui paraa hiperglicemia
Então a gente tem bastante evidência de alterações microbiota que aumentam isso aqui mostrando a Bia hepática a Bia renal e a eliminação né a gente a gente eh absorve o ácido úrico metaboliza no fígado elimina pelo C então qualquer defeito que acontece nessa via aqui além da disbiose pode eh favorecer esse processo eh Aqui também tá representado tá bem pequenininho mas alguns componentes alimentares que também estão eh envolvidos nesse maior risco né então Eh vísceras principalmente carnes eh vermelhas principalmente vísceras fígado finin coração e outras vísceras eh frutos do mar também estão relacionados ao maior
risco além de álcool e bebidas ricas em frutose as bebidas ricas em frutose também estão relacionadas ao aumento da hiperuricemia Então a gente tem aí fatores importantes né né tanto eh modificáveis quanto Não modificáveis e aqui é uma imagem eh essas são as principais articulações que são acometidas né das mãos e dos pés e aqui é uma imagem mostrando como fica na fase aguda né então a gente tem eh rubor calor vermelhidão tudo isso mostrando um processo inflamatório ali presente isso isso dói eu assim não sei se vocês já tiveram contato com alguém que teve
mas dizem que dói muito que incomoda muito até você e encostar assim já sente bastante dor então a pessoa não consegue andar direito enfim dessa fase aguda é bastante complicado pode falar professora por que que vai especialmente para esse local Hum porque vai especialmente para esse local de articulações pergunta porque a gente tem nas doenças doenças reumáticas de uma de uma forma geral e articulações diferentes que são a cometidas é uma boa pergunta não sei responder por que que vai para essas articulações e não para para outras articulações não sei vamos vamos vamos discutir Mas
é uma pergunta interessante e e assim serve não só para essa mas para as outras também porque aqui né que tem essas essas diferenças eh mas essas aqui são as mais acometidas né as crises iniciais costumam ser monoarticulares então elas não necessariamente vão acontecer dos dois lados do corpo e essa aqui geralmente é a primeira a meta taala né forá desse desse dedo aqui eh e outras articulações que podem ser acometidas são o taço o tornozelo o calcanhar e o joelho joelho mesmo eu nunca vi nem foco nem relato cas Clínico mas imagina que meu
Deus imagina no joelho deser mais ainda e e as manifestações clínicas é artrite dolorosa né A inflamação das articulações isso gerando bastante dor febre sala afrit malestar ele tem cutâneo e descamação da pele pode acontecer também os tocos que indicam essa cicatrização né por conta de vários processos ativos eles surgem em geral depois de muitos anos né de 10 anos ou mais após essas após o início dessas crises agudas e elas vão gerando deformações mesmo aqui é um caso de um de um paciente que já tinha mais de 10 anos com Goa e a gente
pode ver aqui várias regiões né várias articulações acometidas aí pela pela Goa aqui é tá com mais características de fase ativa mas as outras são mais crônicas eh a terapia nutricional na gota ela é importante como eu falei a gente tem cerca de 1/3 eh da fonte de ácio proveniente da alimentação então a gente consegue reduzir né assim moderadamente digamos assim eh os níveis de ácido úrico pela modulação dietética mas não é somente diretamente com o ácido úrico né que a gente deve eh atuar porque o estado nutricional também tem um papel importante no desenvolvimento
da Gota então obesidade é um fator de risco pro desenvolvimento de gota E além disso é comum que essas pessoas tenham outras comorbidades como por exemplo a a doença renal que é um importante fator de risco pra gota então às vezes a gota tá sendo secundária a uma alteração renal então é importante a gente avaliar essas comorbidades que o paciente tem para fazer as adequações os ajustes aí da conduta nutricional então aqui são as comorbidades que são mais eh geralmente associadas né com a gota hipertensão obesidade diabetes a síndrome metabólica de uma forma geral né
a doença renal crônica e o alcoolismo Então são condições muito frequentemente associadas e que a gente tem que pensar em um contexto eh geral né para poder definir as intervenções é importante também porque como essas doenças todas estão relacionadas a risco cardiovascular a associação da Gota com essas alterações aumenta mais ainda o risco de eventos Cardi vasculares e por exemplo o risco de impacto aumenta em 26% de doença arterial periférica em 33 Quando essas doenças estão associadas com a gota então a Goa acaba sendo um fator de risco a mais para doenças cardiovasculares e por
isso que a gente tem que pensar também né além da Gota especificamente do ácido úrico pensar no controle metabólico geral e controle do Estado nutricional a terapia nutricional na gota ela vai depender da fase Então se o paciente tiver na na fase aguda né com a inflamação ativa ali aí a gente vai ter e a gente vai ter que e orientar uma restrição maior de cinas então a recomenda-se que a ingestão fique entre 100 e 150 MG por dia tá então nessas fases agudas É necessário uma restrição maior depois dessas fases agudas geralmente o paciente
toma medicamentos antiinflamatórios e é analgésico que isso resolve e ele pode ficar ali meses até anos sem manifestações então durante esse período eh a gente pode ter um pouco mais de liberdade na ingestão eh de puinas que recomenda Assim entre 600 a 1000 mg por dia tá então a gente acaba tendo uma restrição mais intensa durante essas fases ativas e a restrição deve ser principalmente de alimentos de origem animal porque a gente tem muitos alimentos de origem vegetal também que tem eh eh cinos e que contribui para aumento de ácido úrico mas como são alimentos
que tem fibras tem outras vitaminas minerais e tal o efeito acaba sendo menor né não compensa tanto então a gente vai preferir a restrição de alimentos de origem eh animal Então aqui tem uma tabelinha com os alimentos né Que são fontes eh principais de purinas os principais que devem ser restritos né nessas nessas nessas fases tem alto teor de urinas carnes e ovos né Principalmente vísceras que acaba tendo bastante fígado coração língua rins eh peixes e frutas do mar também acaba tendo uma concentração maior não são alimentos que a gente consome tão frequentemente né salmão
sardinha mas são alimentos que a gente recomenda por ser fonte de ômega3 né mas nas fases agudas a gente acaba eh restringindo das hortaliças o alimento os alimentos que tem uma quantidade maior eh a cebola e o tomate então restringir na fase aguda o tomate principalmente a semente a semente tem uma concentração muito maior então às vezes a pessoa tem muita dificuldade de tirar o tomate e a cebola a cebola Acho que até um pouco mais fácil o tomate a gente pode tirar a semente ofertar a PPA mas mesmo assim né na na fase Ativa
é melhor retirar eh e alimentos industrializados também mos industrializados que podem ter uma alta concentração e alimentos que devem ser evitados durante as crises né então carne de boi de uma forma geral frango porco coelho não tão comum aqui né e presunto carang camarão os lagosta lagosta quia tanto mas não que é tem uma quantidade moderada que também a gente a gente deve restringir na fase ativa tomar muito cuidado para não orientar assim ah o feijão porque o feijão também tem uma quantidade moderada só que pelo seu componente da sua composição melhor dizendo enfim a
gente não não restringe vai priorizar a restrição dos alimentos de origem animal Tá mas feijão Vagem grão de bico lentilha acaba também tendo uma concentração maior Então acho que essa restrição aqui ela deve defender muito da resposta do paciente então se a gente conseguir restringir os alimentos de origem animal e o paciente já ter uma boa melhora a gente mantém Mas se for pacientes que tem crises muito frequentes muito intensas e tal aí a gente pode fazer uma uma restrição não uma eliminação porque são alimentos importantes né Fonte de fibra de de proteínas também Vegetais
mas aí a gente avalia tá professora no caso se o meu paciente ele não tiver passando por uma crise eu posso ofertar esses alimentos da do Meio deve ser CR po pode pode pode eu acho que assim essas essas aqui é que deve restringir mais frequente né Independente de de tá na crise ou não porque tem muuito quantidade esses aqui a gente restringe das crises e e aqui são os alimentos perios eh tofu tofu é permitido outras coisas importantes adequação da ingestão hídrica Porque quanto maior a ingestão hídrica maior a produção de urina a gente
vai eliminar esses componentes né o mesmo raciocínio que a gente fez para cálculos mais por exemplo você aumenta a a a dissolução mesmo pra eliminação causar uma maior excreção uma outra coisa é a adequação da ingestão de vitamina C que também auxilia na excreção do ácido lúrido mas isso não significa uma suplementação de vitamina C não é necessário a vitamina C A gente consegue facilmente aí com a ingestão alimentar uma outra coisa importante é a restrição de bebidas açucaradas com o charope de milho né aquelas bebidas industrializadas aí que tem esse componente para adoar porque
isso também tá relacionado a um aumento muito importante da concentração de ácido úrico então a frutose mas não é a frutose das frutas né a frutose concentrada e alimentos industrializados e aumentar a ingestão de alimentos ricos em ácido fólico porque eh eles contribuem pra redução da produção de ácido úrico também então adequar a injeção de ácido úrico sim eh o consumo de bebidas alcoólicas ele deve ser restrito também né Tá principalmente cervejas e destilados contribuem bastante eles aumentam a degradação do ATP e isso faz com que a gente aumente os componentes que serão metabolizados e
que formarão o ácido úrico eh E além disso eles causam desidratação e acidose metabólica né quando estão ingeridos em grandes quantidades então isso vai diminuir também a excreção renal então pacientes que T gota mesmo nas fases controladas da doença é recomendado que não realize a ingestão de bebidas alcólicas é assim relativamente simples né a conduta mas a principal dificuldade que a gente tem é de adesão mesmo né então tem orientar tem explicar e fazer as substituições lá quando quando tiver na fase ativa pode repitir a relação do álcool então o álcool ele aumenta a formação
de metabólitos que serão metabolizados para formar o ácido úrico Então você acaba aumentando a concentração diretamente de ácido úrico E além disso a o álcool causa desidratação né então você acaba concentrando mais esses componentes quer [Música] falar pois é é difícil né a gente convencer mas na nas fases agudas que a pessoa tá lá tá sentindo dor aí é mais fácil né mas sando de casa não faz milagre não não adianta tomate tomate não pode mas resto mudo o tomate não pode mas o coraçãozinho de frango pode frango qu carne mesmo mais vcera também assim
é é complicado mas é isso S casa faz milagre Pede para alguém falar para outra profissiona falar porque aí já ele é ele sabe que não falar ele já sabe ele eu acho que e a gente trabalhar com paciência assim com adesão difícil é muito difícil porque você não tem que ter conhecimento de nutrição e tal você tem que ser um psicólogo para você convencer e ter técn paraar enfim né É difíciles mas é ao vai fazer sobe o negócio bom a outra doença que a gente vai ver é a osteoartrite eh que é uma
é uma é uma doença eh do grupo de artrites crônicas né a gente tem várias artrites tipos de artrites crônicas essa aqui ela a gente tem essa aqui é a mais frequente dentre esse grupo de artrites crônicas e ela é é caracterizada pela deterioração dessa cartilagem das articulações Então ela causa uma incapacitação importante né Por conta dessa destrução e é uma doença inflamatória e de progressão lenta então o que que acontece nessas situações fisiologicamente normalmente a gente tem nas nossas articulações e vários mecanismos de proteção contra esse dano né contra o atrito para um osso
não ficar lá tendo atrito com outro e e sendo destruído lentamente a gente tem vários mecanismos de proteção para isso entre eles uma a presença de uma cartilagem né que vai recobrir essas articulações então torna o contato ele um pouco mais mais suave né mais mais macio dá uma gastura Só de pensar nisso né oço assim tando e uma outra coisa é o fluido sinovial então nessa região que a gente tem a membrana sinovial e o fluido sinovial é um fluido que vai mesmo ali lubrificar essas regiões e tem várias situações que podem levar as
alterações eh desses mecanismos de proteção temos fatores genéticos estão relacionados a a a menor espessura dessa cartilagem mas temos também fatores comportamentais como por exemplo a atividade física a atividade física regular ela vai estimular a produção desse líquido Então já ouviu falar os educadores Ah vamos usar vamos lubrificar as articulações é literalmente isso porque a gente estimula a produção desse líquido e quando a gente tem comportamento dentário ou tem alterações eh genéticas al relacionadas a redução disso aqui eh a gente passa a ter atrito de uma articulação com a outra ali durante a atividade física
Dea diária e tal e isso vai gerar consequentemente uma inflamação tá e essa inflamação vai causar uma degeneração e uma incapacidade aí ao longo do tempo a Flávia tá fazer ess que faz fazer tem a ver com a cartilagem mas quando tá fazendo barulho não significa que você tenha uma osteoartrite não é não tá relacionado com isso é profess profess eu lembro de uma vez que eu tomei cortic aí a a cartilagem acho que fica sensível meus ossos estava doend principalmente da mão e do joelho doi e dói muit dói e quanto mais você movimenta
mais dói né e por isso que essas doenças acabam sendo muito incapacitantes né porque Causa muita dor aí a pessoa não quer movimentar Porque quanto mais movimenta mais dói professora pessoas que t o l de ficar falando né prejudica Olha eu já ouvi falar isso mas eu nunca li quando eu fui estudar e ler sobre o assunto eu nunca vi falando que esse comportamento pode prejudicar mas eu já ouvi isso assim senso comum um monte de gente falando mas nunca vi evidência sabe que isso pode prejudicar dizem que H aqu que tipo faz o pulinho
que cria meio que bolhas de ar entre as articulações daí tu estrala e faz barulho por ISO por isso que tipo depois de um tempo tu consegue estralar de novo pode o resto da vida tu vai estralar e vai ouvir o barulinho porque o meio que forma bolinhas de ar não nos Espaços mas isso aumenta o risco de pelo que eu tinha visto não tipo não tinha problema nenhum porque as bolinhas estouravam Mas voltava de novo então isso é estranho né tipo formar bolinhas articulações nessa região porque a gente tem aqui a membrana e o
l como é que faz enfim as regiões que são mais afetadas são aquelas que suportam mais peso né que com joelhos quadri coluna e espécies Então são as regiões que acabam sendo mais acometidas aí pela osteoartrite e tem fatores de risco importantes aí a gente entra eh tanto como eu falei fatores de ritmo genéticos e fatores ambientais a obesidade é um fator de risco por quê por dois motivos diretos O primeiro é que o maior peso corporal vai proporcionar um maior uma maior sobrecarga paraas articulações então isso vai gerar né um peso maior e uma
chance de atrito maior de forma então a perda de peso Acaba alineando Esse peso das articulações tendo efeito positivo uma outra coisa é a lesão por esforço e e até mesmo alguns tipos de atividades físicas quando feitas de forma inadequada Como por exemplo o cross que é fácil por se você não tomar cuidado gerar uma sobrecarga então exercícios físicos que você tem uma sobrecarga muito grande também pode podem eh causar eh maior risco e traumas então pessoas que também sofreram traumas nessas nessas regiões isso pode influenciar a os os mecanismos de proteção a normalidades anatômicas
sobrecarga mecânica que eu falei de alto impacto e eh inflamações crônicas Então tudo isso aí pode contribuir para maior risco e a obesidade além desse desse mecanismo direto né né de aumento de peso de carga a obesidade ela é caracterizada por uma inflamação eh crônica que também vai favorecer esses mecanismos aqui de de degeneração certo eh o tratamento ele é muito voltado para linja dos sinais e sintomas e também algumas intervenções para retardar essa progressão da doença incluindo fisioterapia uso de órteses né dependendo da da situação para você aliviar o peso em determinadas regiões farmacoterapia
cirurgia e Reabilitação em relação à nossa atuação como nutricionista a gente precisa pensar em objetivos principais entre eles a redução do peito né porque aí a gente vai ter uma menor carga uma menor sobrecarga eh nas articulações então a gente melhora sintomas e quando o paciente perde peso melhora os parâmetros metabólicos também melhora a velocidade de evolução da doença por modulação mesmo metabólica né então são objetivos principais aí pra gente é comum a pessoa com Artrite Aí perde peso faz o tratamento e tem uma vida funcional normal Então isso é importante e evitar atividades que
sobrecarga sobrecarregam as articulações B então a ingestão alimentar o que a gente sabe é que esse processo de degeneração articular ele é caracterizado por uma inflamação e por um desbalanço ali entre oxidação e antioxidação então a degeneração da Matriz essa celular a gente pensa muito nessa questão de antioxidante e adequação de vitamina C vitamina e seleno cobre e Zino não há evidências que é necessário suplementar esses esses nutrientes Porém quando a gente percebe que estão deficientes na dieta a gente tem efeitos positivos ao suplementar Então essa questão de suplementação ela tem que ser avaliada aí
individualmente a gente percebe que algumas pessoas que fazem a suplementação elas acabam tendo melhora de sintomas mas quando isso é feito né dentro dos dos padrões aqu sobrecarga superdosagens e e só para complementar ali o que a alimentação não tá fornecendo mas nosso objetivo principal é sempre adequar a alimentação o que a gente tem em evidência de suplementação é o nosso querido conhecido ômega3 pelo efeito antiinflamatório Então quando vocês tiverem em dúvida que que eu vou responder para suplementar compõe ômega3 que ele faz coisas faz tanta coisa que a chance de vai ser Marão então
o ômega-3 tem esse efeito antiinflamatório e tem bastante estudos mostrando que a suplementação do o do ômega3 eh causa melhora de sintomas tá eh E como eu falei não há estudos científicos consistentes para justificar outros outras suplementações para osteoartrite eh a vitamina D A gente vai também avaliar sempre tá todo paciente com osteoartrit a gente tem que avaliar a vitamina D e suplementar se tiver deficiente se tiver abaixo de 30 se tiver acima de 30 não então então resumindo a osteoartrite é muito pensando nessa questão de dietas antiinflamatórias de uma forma geral e adequação do
pesso tá Artrite reumatoide é uma outra doença também que envolve as articulações mas ela tem mecanismos fisiopatológicos bem diferentes né porque ela é uma doença autoimune né diferente da osteoartrit e mais essa questão mecânica aqui a gente tem uma resposta inflamatória com contra nossas articulações então né e é uma doença que é caracterizada por poliartrite periférica então atinge várias articulações juntas ao mesmo tempo eh ela é geralmente simétrica Então ela envolve dois lados do corpo e envolve tanto pequenas quanto grandes articulações ela tem um curso crônico Assim como as demais doenças autoimunes que com essa
inflamação eh vai ocorrendo a deformação e destruição das articulações consequentemente deterioração da qualidade de vida e Menor capacidade funcional e assim como as outras tem fatores genéticos ambientais e orgos toda doença autoimune vai ter um fator genético muito importante né Ela é mais prevalente em mulheres e a prevalência aumenta com a idade que que acontece aqui na eh artrite reumato o a as consequências digamos assim são muito parecidas com a osteoartrite a gente vai ter uma inflamação nessa região que vai causar uma perda da cartilagem de proteção e uma erosão óssea Então a gente vai
ter um degeneração óssea nessa região vai ter uma perda óssea nas articulações além de uma inflamação ali crônica Então embora as as respostas acabam sendo muito cidas tem uma diferença bem grande entre óo artrite e artrite cide não ento de fisiopatologia de origem as manifestações clínicas elas incluem rigidez matinal prolongada que é aquela situação que depois de um longo período de inatividade o paciente ele sente literalmente né rigidez ele sente o corpo mais mais rígido mais duro aí ele levanta tem dificuldade para começar a fazer aqueles movimentos Depois tem uma tem uma certa melhora pessoa
que levanta toda dura iG pu fica brincando é coiso que levanta todo msio fadiga mialgia hipertemia e forexia pode acontecer também por conta lembrar que é uma doença autoimune e que é sistêmica né então a gente pode ter esse estado inflamatório e sistêmico ele pode causar essas alterações tanto de hipertermia quanto de an tá eh e e consequentemente perda de peso nódulos subcutâneos podem acontecer e ela tem envolvimento extraarticular não é limitadas articulações então pelo componente autoimune é normal né Geralmente essas doenças autoimunes mesmo que inicialmente a gente tenha a produção de de Alto anticorpos
voltado para uma região é muito comum a gente ter manifestações cênicas então aqui a gente tem envolvimento ocular e vasculite também para com medimento dos vasos eh sanguíneos eh pulmonar neurológico e cardíaco Então a gente tem todas essas alterações possíveis por se tratar de uma doença autoimune inflamatória sistêmica é comum o desenvolvimento da caquexia cardíaca ó Cia reumática não sei se já ouviram falar desse a caquexia sim né mas aí a caquexia é uma condição de depressão de massa muscular associada a várias doenças né Então nesse caso aqui é associado à Artrite reumatoide então é
comum o catabolismo então o paciente geralmente perde bastante peso perde muita massa muscular e isso Eh vai piorar mais ainda a perda de de funcionalidade Esse é o problema porque eles já tem uma um comprometimento das articulações quando isso isso tá associado a uma desnutrição acaba sendo muito mais intenso então que é uma outra diferença bem gritante da osteoartrite que a gente tem mais um perfil de um paciente com excesso de peso com obesidade doenças metabólicas aqui a gente tem um perfil de um paciente desnutrido mais caquético com depressão de massa muscular e eh com
mobilidade também mais reduzida o tratamento é geralmente vários eh fármacos são utilizados né medicamentos eh os aimes né que são antiinflamatórios não esteroidais e os glicocorticoides então todos eles vão modificar né Essa questão da inflamação algumas drogas são chamadas de modificadoras do curso da doença porque elas vão eh limitar vão minimizar o desenvolvimento crônico da Artrite reumatoide aí são vários né hidroxicloroquina o m trato e entre outros eu ressaltei aqui o método treato porque ele tem uma interação importante com nutriente que é a depressão Então ele pode induzir a deficiência de colar então se a
pessoa faz uso crônico de metado deve ser realizada a suplementação de ácido fólico tá eh geralmente esse esse medicamento ele é ofertado em doses e que são periódicas e a sua a ação de ácido fólico na dose de 5 a 10 mg por dia é realizado no dia seguinte a uso do medicamento não é geralmente um medicamento que a pessoa usa todos os dias usa periodicamente com esse objetivo aqui aí no dia seguinte ao uso do medicamento é recomendado a suplementação do ácido fólico por conta desse desse efeito tá E aqui vários imunobiológicos né que
são medicamentos que vão modular a inflamação que vão impedir que o alto anticorpo se ligue lá na região e desencadeie um uma resposta inflamatória que vão eh minimizar o recrutamento de células que vão minimizar a ativação de células inflamatórias aí a gente tem várias aí que vão atuar em em Pontos diferentes aí desse processo inflamatório eh E no caso desse medicamento também leflunomida também é recomendado a suplementação de ácido fólico então geralmente quando o médico prescreve ele já prescreve a suplementação e já prescreve o medicamento junto tá o que que a gente tem de evidência
então na Artrite reumatoide é bastante comum em caso de doenças autoimunes que a gente tenha reação cruzada com alimentos Então porque são produzido autto anticorpos e muitas vezes eh por similaridade eh proteica mesmo de antígeno a gente pode ter reações cruzadas com alimentos isso acontece aqui na Artrite reumatoide só que não temos assim a gente tem um grupo de alimentos que estão mais frequentemente Associados a essa reação cruzada mas a gente assim não tem como falar que aquilo vai agir da mesma forma para todo mundo porque pode ter diferenças individuais Então o que é preconizado
no caso da Artrite reumatoide é a exclusão de alérgenos alimentar Então você vai fazer uma investigação de alimentos que estão mais relacionados à piora de sintomas então ah consumi camarão aí eu senti mais dor aí a gente vai fazer uma investigação sempre de ingestão e manifestações aí a gente vai fazer um uma lista né com esses alérgenos que estão suspeitos Vamos fazer uma dieta de exclusão por um tempo geralmente qu semanas três a quatro semanas a gente vai deixar sem esses esses componentes e depois a gente vai fazer uma reintrodução lenta um de cada vez
Então a gente recomenda que introduza um alimento espere de três a quro dias para verificar se tem algum sintoma se não tiver esse alimento pode ser mantido aí a gente passa para outro então recomenda-se que faça isso é um um protocolo que demora né um tempo mas aí a gente vai conseguir saber realmente o que tá associado a a melhor resposta para cada pessoa tá então é recomendado que se faça isso e os os alimentos mais comuns de estarem Associados à intolerância é o milho trigo bacon laranja Leite a leite é um dos principais também
mas que não Por isso a gente vai tirar leite para todo mundo a gente vai fazer esse esse protocolo aveia cente ovos carne bovin café algumas pessoas também não t uma tolerância boa ao café tá aí a gente vai fazer todo esse protocolo e de uma forma geral como nós falamos paraa osteoartrite eh tem muitos trabalhos mostrando né os benefícios Gerais de de um padrão de e fético antiinflamatório toda doença autoimune a gente vai se beneficiar disso então menor eh consumo de gordura saturada eh maior de colle saturadas menor de carboidratos simples né preferência de
carboidratos complexos proteínas de boa qualidade eh além da da redução se for o caso né da de alguns desses componentes que são mais inflamatórios eh da mesma forma que a gente falou pra osteoartrite a adequação de vitaminas antioxidantes zinco po celeno então sempre eh avaliar o o ômega3 pode suplementar porque muito dificilmente a gente vai conseguir atingir e a vitamina D sempre investigar a vitamina D A gente sempre repete dela também porque ela tem uma função imunomoduladora muito importante né então geralmente a suplementação a deficiência de vitamina D também pode estar relacionada com aumento de
inflamação certo então assim conseguiram ver bem as diferenças e as similaridades entre osteoartrite e artrite tode que geralmente a pessoa confunde mas são bem diferentes bom eh continuando aí falando de doenças autoimunes o Lucos Ele tem ele tem atoso sistêmico é uma doença autoimune também assim como a atrite reumatoide eh que a gente vai fazendo Alto anticorpos para proteínas presentes em vários locais por isso que é uma doença de envolvimento sistêmico e isso vai gerando imunocomplexos né de células e componentes inflamatórios que se depositam em vários locais eh e nesse caso aqui a gente tem
o o acometimento de articulações tendões tecidos conectivo e pele e mulheres são mais acometidas que homens eh no caso do Lucos a gente tem muitos a gente tem fatores genéticos que fazem essa pessoa ser PR eh predisposta ao desenvolvimento do loucos e Quando essas pessoas predispostas são submetidas a fatores ambientais dizem para adante aí elas eh respondem né Elas desenvolvem a a doença entre esses fatores infecções antibióticos alguns outros medicamentos e até exposição a componentes que estão presentes ali em plásticos em em em brinquedos em cosméticos e até mesmo em alimentos então um deles é
eh agora sim a gente tá tendo um pouco mais de cuidado e com mais oferta de produtos adequados de utensílios mesmo mas dep hoje a gente ainda acha muito aquelas vasilhinhas que não são apropriadas para ir de de de plástico que não são apropriadas para ir no micro-ondas que não são livres de bpa que a gente bota e congela e depois põe no micro-ondas isso vai fazendo com que esses componentes passem pro alimento e eles estão Associados a maior risco de lutos e de obesidade e de outras doenças também então a gente tem tem que
tomar muito cuidado com isso no caso de [Música] luos Obrigada profess no caso de Lucos eh geralmente essas pessoas são sensíveis a cosméticos eh maquiagem enfim é bem é bem complicado além do sempre pensando em uma predisposição genética né É É uma doença que a predisposição genética ela é determinante ali a se manifesta na [Música] na e a evolução costuma ser crônica e a gente tem período de exação e de remissão então é muito comum que a pessoa entre em reição e às vezes pega uma gripe e e volta tem um novo período aquio no
caso de lcos é bastante comum e o lcos tem uma relação importante com risco cardiovascular porque no lucus são produzidos Ant alto anticorpos que vão destruir a lipas lipoproteica que vão atacar a lipas lipoproteica E com isso a gente tem maior risco de dislipidemias e risco cardiovascular consequentemente então está associada a maior morbidade cardiovascular então é importante também que a gente Identifique e controle os outros fatores de risco cardiovascular podem estar presentes pode falar Eh essa dação do luos eu acho muito muito curiosa porque acho que tem 5 anos que a minha avó descobriu que
ela tem glos só que ela já é uma idosa Então ela passou a vida inteira aparentemente eu não de ter visto ela assim um sintoma nem nada do tipo Desu só depois e aí quando foi na época do covid ela teve covid E aí depois do covid ela começou a apresentar mais sintomas ainda toda aquela coisa de vários sintomas muito aleatórios Alé de vários médicos n um médico diagnóstico e a Depois de muita luta conseguiram enar o diagnóstico dela E aí eu lembro que ela era por exemplo um sol lá fora muito quente ela tava
com frio ela tremia de frio ela perdeu muito peso e ela sentia muita dor principalmente n ela conseguia ficar e dor no joelho também depois ela desenvolveu joelho que ela anda mantando agora para E aí tem períodos que ela fica muito boa tem períodos que ela começa de assisti muita dor muita coisa aí ela tinha perdido meu peso dep elaa coisa meu peso é são realmente são são ciclos mas é é é curioso né porque teve a manifestação só depois de uma infecção que foi uma infecção importante né com a covid Mas foi muito comum
eh depois de covid Lucos e outras doenças que a pessoa tinha predisposição depois do covid manifestou isso foi bastante comum e é muito curioso a gente tem entende muito né Qual que é a relação mas no no Lucos é bem característico fases ativas fases de remissão e a gente não conhece ainda todos os f Fes que influenciam aí eh São desencadeantes né digamos assim a relação com a lip Ah porque a gente tem a produção de antipas lipoproteica anticorpos que vão destruir essa proteína aí você acaba não metabolizando os lipídios Então as as lipoproteínas ficam
altas e ISO configura um risco cardiovascular eh então é um outro a gente precisa acompanhar em relação à terapia nutricional eh durante as fases ativas o paciente geralmente tem um aumento da taxa metabólica basal né como ela exemplificou aqui a gente tem é normal a perda de peso deterioração do Estado nutricional durante as fases ativas por isso porque a gente tem uma maior demanda então o aporte nutricional tem que ser maior e só que é até difícil também porque como é muito variável a gente não tem uma recomendação única Então realmente acompanhando e individualizando ali
mas sabendo que nas fases ativas é necessário eh Esse aumento né de oferta proteica e calórica Além disso adequar a dieta com as comorbidades presentes até mesmo pensando no risco cardiovascular né então vê se a pessoa tem outros comorbidades e avaliar as deficiências que também a gente pode ter múltiplas deficiências de nutrientes aí Principalmente quando tem Fes ativas muito prolongadas né porque a ingestão alimentar fica mais comprometida e tal é comum que a gente tem que fazer algum tipo de suplementação Inter calórica interpre e tal n nessas nessas fases ativas e da mesma forma que
eu falei pras outras adequar vitaminas antioxidantes cinco cobre selênio também temão nessa função antioxidante e o ômega3 pode suplementar E fibra acho que a fibromialgia é a última Deixa eu só ver aqui é a ú é a última é a última que a gente vai ver de doenças reumáticas que é uma doença também bem e bem difícil controle né porque é uma doença que tem um componente eh psicológico muito grande muito forte tá ela tem uma etiologia desconhecida então diferente das outras que a gente já tem muito eh muito gen determinado não sei o quê
se eh que a gente tem fatores genéticos ou tem eh exames coisas muito específicas que a gente consegue fazer aqui não então o diagnóstico e da fibromialgia é bastante complicado e também porque as manifestações clínicas elas são inespecíficas que é principalmente do msul esquelética crônica generalizada então to cortou e tá pode estar presente em várias situações né então isso também acaba dificultando muito o diagnóstico eh sintomas como fadiga disturbo do Sono depressão ansiedade comprometimento cognitivo são presentes na fibromialgia e várias outras situações até no fim do semestre né todo mundo tá cansado foar então assim
é uma dois que acaba tendo um diagnóstico mais difícil 90% dos pacientes são mulheres eh eh a doença é caracterizada por dor generalizada e para diagnóstico geralmente é avaliado a presença em a presença de dor em alguns pontos específicos que são mais Associados a isso tá então a a a avaliação de dor eh nesses nesses pontos aí são considerados pro diagnóstico eh a doença tem fator genético então a gente sabe que tem fator genético e fatores ambientais principalmente também relacionados a estress traumas e infecções também podem piorar né Podem eh intensificar os sintomas eh um
outro ponto é que tem um uma influência da cognição e do comportamento também muito forte então é bastante comum eh a fibromialgia associada a distúrbios de ansiedade né transtorno de ansiedade generalizada e de depressão Então são diagnósticos que são frequentemente vcos juntos eh São pessoas que T resposta modificada à dor então a sensibilidade é maior então às vezes algo que não causa dor para uma pessoa causa para outra e às vezes até mesmo o toque pode causar dor então é um ponto também que a gente tem que tomar cuidado durante a avaliação nutricional até fazer
um uma avaliação pelo atômo pode causar um desconforto muito grande né então a gente tem que tomar cuidado e como eu falei comorbidade psicológicas que podem estar eh associadas tá a obesidade tem também tem muitas evidências que a obesidade a que a que a fisiopatologia da fibromialgia está relacionada também com a obesidade então quando a gente vê os estudos a prevalência de excesso de peso é muito alta nessa população de pacientes com fibromialgia e quando essas pacientes perdem peso os sintomas geralmente melhoram Lembrando que são sempre sintomas de percepção né Sempre percepção eh a gente
tem melhora então isso mostra que de alguma forma a fisiopatologia da obesidade pode estar envolvida diretamente nessa questão ou indiretamente também através de eh transtornos psicológicos a pessoa Às vezes perde peso se sente melhor aí melhora sintomas de depressão de ansiedade melhora fibromialgia Esse é um é um Panorama bem comum Então se a gente fosse pensar em um caso Clínico típico de fibromialgia seria uma mulher com obesidade crônica há muito tempo é com comorbidades com ansiedade com depressão isso é um caso Clínico típico seria bastante e eh TP clássico né Eh pacientes com fibromialgia geralmente
tem uma hiperresponsividade do do sistema nervoso central então por isso isso tá relacionado maior sensibilidade a dor e também a hábitos intestinais alterados é bastante comum também a gente a gente pensar eh já foram descritos as alterações de alguns neurotransmissores eh em pacientes com fibromialgia então por isso que é bastante comum pacientes com fibro fazerem uso de medicamentos muito similares aqueles que fazem com para fazer tratamento de de ansiedade e depressão então geralmente aí são medicamentos que são recomendados para esses casos também porque a gente tem aí um desbalanço de serotonin de noradrenalina e os
os antidepressivos atuam modulando essas vias tá então geralmente é uma é uma forma de tratamento farmacológico aí os antidepressivos em relação à nutrição os estudos sobre nutrição e fibromialgia ainda são muito escassos eu acho que não não por ser uma doença não frequente eu acho que ela é bastante frequente mas eu acho que tem dois problemas muito importantes O primeiro é que é uma doença negligenciada por quê como não é uma doença que você consegue fazer um exame você consegue fazer um sei lá uma aferição ali de algum parâmetro é realmente só relato e você
não tem alteração nenhuma então ah eu sinto muita dor nessa região você não vê nada você pode fazer exame po fazer Rai ressonantes po fazer tudo você não vê nada então Depende muito da percepção e são manifestações clínicas muito variáveis um período a pessoa sente ou a outra não então muitas vezes o diagnóstico disso é muito difícil Então esse é o primeiro ponto da ausência de estudos né Eh o eu acho por ser negligenciado e por ter um diagnóstico difícil então a gente tem poucos trabalhos sobre a nutrição e o que a gente tem hoje
mais estabelecido essa questão do Peso corporal eh então a adequação do Peso é um ponto principal as principais direções que os estudos mostram também que é vai de contro aquilo tudo que nós já falamos de doenças reumáticas que é essa questão de adequação de antioxidantes de função antiinflamatória e de neuromodulação mas de todas elas a que a gente tem menos evidências é a fibromialgia não tem recomendação específica de macron de micronutrientes a gente não tem diretriz até os trabalhos são poucos então é um campo de estudo aí que precisa ainda de mais evidências e volto
sempre né para esse padrão padrão antiinflamatório dieta antiinflamatório consumo adequado fibras vegetais carboidratos complexos tal e e cobre em salura saturada carboidrato simples vai promover um efeito benéfico por essa modulação geral aí eh metabólica Mas a gente não tem nada específico eh deixar aqui como recomendação esse livro aqui da Sociedade Brasileira de biomat olia que fala um pouco né sobre os critérios de Diagnóstico que eu não trouxe aqui que são avaliações dos pontos de dor mas sobre a nutrição a gente tem pouquíssima coisa sobre esse assunto até um tema legal né para quem quer é
um legal para quem quer estudar ISO