e fala pessoal tudo bem último vídeo falei para vocês sobre a relação entre dor e comportamento motor e eu tentei finalizar as evidências científicas atuais disponíveis essa para discutir as perspectivas futuras de pesquisa também e sempre legal de ver como esse assunto gera interesse em colegas que trabalham com o movimento especialmente colegas da fisioterapia músculo-esquelética e talvez seja justamente por esse assunto já tanto interesse que a gente na minha opinião ver tanta má aplicação de conceitos de controle motor na prática clínica eu vou tentar explicar essa minha frase com uma pergunta para vocês na verdade
se eu pedir para vocês pensaram exercícios de força no grupo muscular específico eu acredito que na cabeça de vocês da maioria de vocês vai vir pelo menos um conjunto de exercícios que podem acessar querido que muscular é uma porcentagem da força massa na quente para trabalhar para ganhar o desfecho força o número de séries e repetições e o intervalo entre as séries para que a gente possa trabalhar força inclusive e talvez vem até uma sequência de como progredir a carga ao longo das semanas para que a gente possa atingir nosso objetivo que não exercício que
é prescrito para ganho de força e ganhar força agora pensem comigo o que é um exercício de controle motor e enquanto talvez na última pergunta a resposta entre vários colegas seja bem uniforme sobre como que é e como fazer uma pesquisa são de fortalecimento quando a gente faz a pergunta para controle motor o que a gente vê é que a resposta ela normalmente difere muito entre as pessoas e não só entre as pessoas mais na literatura científica também o que é o exercício de controle motor menos superior normalmente são exercícios que trabalham a conscientização dos
movimentos da escápula com exercícios de controle motor primeiro inferior normalmente o exercício sensório-motor que tem como objetivo manter o alinhamento de um membro enquanto você mexe o outro normalmente a situações de opa tarefa o situações de instabilidade ou com resistência interna na região da coluna exercício de contorno motor normalmente são exercícios que trabalham a ativação de músculos profundos ou ditos estabilizadores oi e a gente também ver que exercícios de equilíbrio com dupla tarefa tudo isso é chamado de controle motor principalmente na prática clínica onde normalmente quanto mais demanda sobre o sistema de movimento mais isso
é entendido como o exercício bom de controle motor mas será mesmo será que a gente encontra quando a gente fala de força a gente entende que a prescrição adequada para o grande força ela tem que ser específica porto ganho normalmente é específico né a gente então estímulo específico para ter um ganho específico então será que a gente pode olhar para uma área onde a gente tenta para escrever exercício né a gente tentar atingir um objetivo entender que na cara de praticidade eu olhar para outra área e achar que qualquer coisa que estimula o sistema de
movimento e controle motor e o controle motor na verdade vem ser utilizado como um termo guarda-chuva da área da músculo-esqueléticas para denominar qualquer tipo de exercício que não envolva a força ou mobilidade basicamente e a grande questão é o que que ele está trabalhando quando faz isso será que realmente eu tô produzindo algum ganho é importante para o paciente então a confusão nessa área tem a ver com duas coisas a primeira delas o mal entendimento do que é controle motor do que é comportamento motor isso é uma coisa que eu pretendo explorar ao longo dos
próximos vídeos e a segunda coisa para mim que está relacionada com essa esse mal entendimento do assunto é de novo a dificuldade de entender a diferença de pesquisas que tentam responder como porque algo acontece o funciona que são pesquisa de mecanismo e pesquisas que tentam responder se algo funciona são pesquisas clínicas então sente para pensar na músculo-esquelética boa parte das abordagens que são chamadas de controle motor elas têm como objeti e como modelo de base o modelo sinésio patológico que se vocês lembram de últimos dos outros vídeos que eu fiz e falei sobre o assunto
é o modelo que tentou explicar a dor através de mudanças do movimento né então alterações biomecânicas do movimento seriam responsáveis ao longo do tempo o gerar uma sobrecarga nos tecidos que geram ponto de falha isso é responsável tanto pelas dores agudas na traumáticas quanto pelas dores persistentes vão lembrar que o modelo ciência é algo que foi momentaneamente proposto pela comunidade científica para explicar um fenômeno que a gente não sabe explicar melhor e a ideia de um modelo não é ser tomado como verdade absoluta mas é levantar uma explicação que pode ser testada e a gente
discutiu nos últimos vídeos que o modelo cinese o patológico ele foi falseado porque todas as suas premissas foram derrubadas pelas evidências científicas é isso quer dizer só que esse modelo não é adequado para a gente tentar entender porque as pessoas se movam como se movem por que elas têm dori porque elas melhoram com a gente atende pacientes com queixa de dor músculo-esquelética isso não quer dizer que o movimento não tem papel que as atrações de movimento não tem nenhuma relação com dor né e que a gente nunca vai mexer no movimento isso não quer dizer
isso só que daqui um modelo explicativo não explica o fenômeno e por isso ele não deve ser utilizar e os modelos multidimensionais levam em consideração fatores relacionados ao movimento né e só relativizar ão isso já estão a falta de entendimento é né sobre o que é o modelo de base dos abordagem de controle motor e o que os estudos de controle motor podem ou não falar para mim é um dos principais fatores que gera confusão na aplicação desses conceitos no dia a dia cinco eu vou dar um presente para você está na hora do menu
superior e inferior por exemplo a a sinésio escapular e os movimentos de palco dinâmicos alinhamento dinâmico do interior foram tomados com o mecanismo lesional né a parte do mecanismo causal que leva a queixa de dor e é isso foi extrapolado com base em uma série de estudos transversais caso-controle né onde você compara pacientes que têm dor com quem não tem dor e aí você vê se esses grupos são diferentes ou não e se sim qual sentido vários estudos demonstram que pacientes com dor eles são diferentes de paciência em dor e é o máximo que você
pode extrair os um transversal assume que pacientes com dor no ombro tem menos cotação para cima desse carro né isso que eu estou transversal fala por exemplo e que isso é causado por uma fraqueza de determinado grupo muscular daí que a falta desse movimento leva uma sobrecarga dinâmica das estruturas do ombro por esse esse aquele motivo isso não foi provado inclusive tem estudos recentes mostrando que o que a gente chama de impacto não acontece no ombro né tem o estudo da paula luta que mostrando que diferentes posições da escápula não influenciam no espaço subacromial então
é isso é boa parte da falta de a ação ou da internacional de quadra dessa nessa área vem de estrapola achado de estudo transversal tanto com relação aos finais scapulatempo com relação ao valgo dinâmico e com relação aos músculos estabilizadores coluna né as pesquisas que presencialmente propuseram que os músculos estabilizadores eles não então eles têm um atraso são pesquisas que tem um é muito pequeno só pesquisas que quando reproduzidas por outros grupos foram falseados não acharam a mesma coisa né então a extrapolação desses estudos transversais é um problema das pessoas venham escutando versao pega o
não tentam entender o que ele fala com base no modelo tivesse um patológico e como já viu foi falseado pela ciência ele não deve ser utilizado como modelo de básico explicação e tentam aplicar isso nos seus pacientes a e do outro lado também acontece né a gente vê que algumas abordagens que se baseia um por exemplo é em princípio de controle motor se mostraram eficazes na literatura científica então treino estabilização segmentar eficaz quando comparado com terapia manual por exemplo como tempo comparado com lado e isso não quer dizer que o mecanismo de explicação da estabilização
segmentar funciona daquele jeito só quer dizer que aquela terapia em média melhor mais as pessoas do que as abordagens passivas e não fazer nada então quando a gente olha temperatura porque a gente vê é que o que a gente chama de controle motor todo normalmente na músculo-esqueléticas sempre voltado para tentar mudar o movimento para diminuir dor e a gente isso vocês estão comprando literatura científica se tem que assumir né que vários pontos dessa ideia estão sendo altamente questionários né não tiver que a relação entre dor e alterações climáticas extremamente fraca o que sai inexistente que
as abordagens que tentam mudar movimento melhor os pacientes sem mudar movimento é então tem tem uma série de coisas que questionam essa abordar essa linha de raciocínio então a gente tem que tentar entender uma coisa é na neurofuncional o exercício com promotor ele é um exercício por escrito por um objetivo muito específico só tem um paciente que teve um avc isquêmico ea queixa funcional dele é uma dificuldade de manter a postura sentada e de realizar o câncer por exemplo com lembro bom um exercício de compra e motor para esse paciente seria justamente tentar estimulá-lo ou
fazer exercícios que vão ajudar o sistema de movimento deles de achar novas soluções de movimento ou a ganhar capacidade que vão ajudá-lo a manter aquela tarefa então o exercício controle motor na neuro está diretamente ligado a trabalhar aquilo que está relacionado com a queixa de incapacidade funcional do paciente e não músculo-esquelética motivo pelo qual a gente normalmente que é usar exercícios controle motor é para tentar mudar padrões de movimento para melhorar a dor e aí a pergunta que fica é e esse é o caminho ou será que esse essa é a utilidade de princípio de
controle motor na fisioterapia músculo-esquelética eu tô sempre eu levantei essa discussão eu gosto de falar um pouco desse view point que foi feito pelo nacional e publicado no adilson betim 2018 e o título desse viu pote para mim ele é um aplicativo é hora de refletir sobre o que é controle motor na fisioterapia músculo-esquelética ele traz na verdade um view point todas as abordagens que foram baseadas em princípios de controle motor o que se disseram baseadas em princípios de controle motor ao longo da história da nossa área e levanta uma reflexão inclusive muito pertinente sobre
o que é então controle motor e e a e uma coisa legal aqui civilport trás é que a gente tentou o longo do tempo trazer princípios de comportamento motor para nossa área e base abordagens práticas nisso talvez pelo motivo errado talvez pelo baseado no modelo errado baseado no modelo linear de que as alterações de movimento levariam a dor e de novo né o modelo ter sido falseado não quer dizer que o movimento não tem nenhuma relação com a dor só quer dizer que a gente não tava olhando para dividir certo provavelmente a comportamento motor é
uma área da ciência é uma área maior do que aquela que nós usamos de base para atender nossos pacientes que são as ciências da reabilitação nos basearmos nas residências construídas pela ciência na replicação para reabilitar os nossos pacientes e comportamento motor é uma área da ciência que tenta entender porque os organismos se movem e se move como se move e análise esse problema de vários ângulos diferentes bom então a primeira coisa que a gente tem que entender né ao aplicar conceito de controle motor ou na na nossa prática clínica é que o movimento é um
comportamento nós precisamos assumir ele é mais do que o sistema de alavancas a segunda coisa que a gente tem que começar a pensar se nós somos aplicar conceito de controle motor é para quem e para qual desfecho porque na fisioterapia músculo-esquelética nós podemos ter diferente de desfechos levantados pelo paciente eu posso trabalhar o ajudar um paciente uma queixa de performance uma queixa que envolvem estabilidade articular uma queixa que envolvem estabilidade postural e para cada uma dessas queixas soluções baseadas em princípios de controle motor talvez posso ajudar esse paciente acontece que nós possamos entender primeiro o
que que a controle motor ea gente precisa propor abordagens investigar essas abordagens para saber se elas são melhores do que a abordagem genéricas o segundo ponto é quando nós somos tratar pacientes com dor a gente precisa levar em consideração esse nosso entendimento de como porque as pessoas se movem quando tem dor os assassinos lineares baseados em explicar é como eu falei no último vídeo aquela relação circular entre dori movimento eles não tem base científica e o que a gente sabe cada vez mais é que as pessoas corrente atende elas com abordagens baseadas em movimento melhor
não por vários motivos além de mudar o padrão momento então é comportamento motor ela faz parte do nosso alicerce da nossa identidade profissional e a gente tem que começar a cada vez mais trazer esses conceitos para o nosso dia a dia clínico do nosso entendimento mas nós precisamos entender que o movimento assim como a dor é uma resposta e que pacientes com dor em média apresentam alterações de movimento e apresenta uma persistência da dor talvez pelos mesmos motivos e eu vou acabar esse vídeo com uma frase eu achei o nome da autora eu se tava
essa frase sem saber o nome dele que é homem fala que ele fala que para todo problema complexo existe sempre uma solução simples elegante e completamente errada nós temos uma série de atalhos cognitivos como humanos confiança por coerência para mim é um dos piores quando a gente gosta de dar mecanismo porque ele faz a gente entender que algo que a gente sente que algo que faz sentido é a verdade porque ele faz sentido é um atalho que objetivo é uma tarde similar àquele que faz você olhar na parede do supermercado vários tipos de palha de
aço e falar aquela é melhor porque é bombril é palhaço só que aquela foi mais martelada você conhece a marca que você sente que ela é melhor é um atalho cognitivo nós temos tomar cuidado com a confiança por coerência porque ela nos engana no dia a dia com ele bom então a gente tem que entender que o que é hoje chamado de controle motor para o desfecho do ar tem que ser muito repensado na aqui nos próximos vídeos eu vou discutir isso mais a fundo falando um pouco quais são as teorias atuais a teoria na
verdade atual de controle motor ea gente vai levar essa discussão cada vez mais a fundo sobre a relação entre dor em movimento e como aplicar esses conceitos no dia a dia clínico obrigado