presidiárias de uma prisão feminina de segurança máxima começam a ficar grávidas uma por uma onde só era permitido a entrada de mulheres mesmo nos cargos de Guardas quando instalam uma câmera no local descobrem algo chocante a dout Helena não conseguia desviar os olhos do monitor do ultrassom depois de quase 15 anos trabalhando como médica já havia se acostumado com tudo ou quase tudo Pois aquela imagem na tela a deixou sem palavras um silêncio pesado tomou conta do consultório e por um momento ela se perguntou se havia cometido algum erro ou se seus olhos estavam lhe
pregando uma peça luí pode chamar a supervisora por favor disse Helena pra guarda que esperava na porta sem conseguir disfarçar o Tom urgente na voz Luísa franziu a testa claramente sem entender o porquê de tanto alarde mas assentiu rapidamente pode deixar doutora vou chamar a supervisora agora mesmo Enquanto aguardava a supervisora Helena Desligou o aparelho e se levantou observando a mulher à sua frente com um misto de curiosidade e cautela a paciente Roberta que estava tão surpresa quanto a médica tinha uma expressão tensa no rosto sem saber o que dizer ou o que pensar Você
tem certeza disso Doutora perguntou Roberta a voz trêmula certeza absoluta respondeu Helena mantendo o Tom profissional mas com um brilho de desconforto no olhar minutos depois Carolina a supervisora entrou no consultório com passos firmes e expressão fechada ao ver o rosto abalado de Helena fechou a porta com um cuidado estranho como se quisesse isolar o ambiente do mundo lá fora Helena o que tá acontecendo questionou Carolina olhando de Helena para paciente sem entender o motivo do chamado repentino Helena deu um passo para trás e respirou fundo como se preparasse a supervisora para uma revelação Inesperada
ela está grávida Carolina levou alguns segundos para processar a informação seus olhos se arregalaram de incredulidade e a mão que antes segurava o documento com os registros de Roberta começou a tremer levemente mais uma não pode ser Já é a terceira essa semana suss Carolina e pela primeira vez a expressão dela parecia perdida Helena e Carolina trocaram olhares que refletiam a mesma dúvida e confusão as palavras de Carolina caíram sobre o consultório como uma bomba silenciosa e Roberta percebendo o clima pesado começou a se remer na cadeira incomodada Roberta disse Helena tentando manter a calma
e o profissionalismo você consegue me explicar como Como isso aconteceu Roberta olhou para ela sem entender franzindo o rosto em confusão Eu não sei simplesmente aconteceu eu não eu não fiz nada Helena e Carolina trocaram um olhar breve mais significativo tentando encontrar respostas nos olhos uma da outra Carolina impaciente se inclinou um pouco mais perto de Roberta como se a pressão de sua presença pudesse extrair uma resposta escuta Roberta começou a supervisora com a voz firme você é a terceira mulher que aparece grávida por aqui e só essa semana ou seja alguma coisa tá acontecendo
e precisamos saber o que e como como você ficou grávida Roberta se afastou levemente Incomodada com a pergunta mas Manteve o rosto em uma expressão de incompreensão e desconforto eu já disse eu não sei e eu não quero mais falar disso disse ela levantando-se da cadeira abruptamente claramente abalada pela pressão antes que pudessem impedir Roberta abriu a porta e saiu do consultório Acompanhada pela guarda deixando a médica e a supervisora sem respostas mais uma vez Carolina se apoiou na mesa parendo buscar foras para continuar de pé enquanto Helena fechava a porta com um suspiro pesado
como isso é possível Carolina murmurou tentando juntar as Peas em sua mente Helena apenas Balançou a cabeça ainda em choque eu também não sei aqui é uma penitenciária feminina como uma presa pode ficar grávida aqui dentro sem nenhuma chance de visitas íntimas é impossível alguma coisa tá acontecendo aqui bem debaixo do nosso nariz Carolina passou a mão pela testa e assentiu ainda tentando digerir o absurdo da situação isso não pode ser coincidência Helena três presas grávidas em uma única semana tem que haver uma explicação para isso mas o quê Helena deu um longo suspiro ainda
processão do Mistério diante dela a situação parecia cada vez mais impossível nos dias seguintes Carolina e Helena começaram a se encontrar todas as manhãs para tentar entender o que estava acontecendo o escritório da supervisora virou uma espécie de centro de Investigações improvisado com pastas e documentos espalhados por todos os lados era visível em cada um dos olhares trocados entre elas enquanto refletiam sobre as possibilidades isso não faz sentido nenhum Helena Carolina dizia com olhos estreitos e cansados você Já verificou o histórico de quem entra e sai alguma coisa tem que est passando despercebida Helena suspirou
foliando pela décima vez as fichas de visitas documentos de segurança e relatórios médicos das presas já fizemos isso Nenhum homem pisou aqui nos últimos meses nem mesmo algum trabalhador terceirizado Ela fechou a pasta com força As presas só T contato com os parentes e mesmo assim nem isso faz sentido o contato físico é o mínimo há câmeras em cada canto das salas de visita a única coisa que permitem é um abraço rápido Carolina sentiu frustrada ela sabia que estavam andando em círculos mas quanto mais tentavam resolver mais o mistério parecia se aprofundar Então como se
o destino quisesse as atormentar ainda mais uma nova notícia as atingiu em cheio Uma semana após a última grávida Helena veio até a sala da supervisora depois de outra consulta com uma paciente sua expressão estava pálida e hesitante Carolina você não vai acreditar disse a médica quase num sussurro temos outra grávida é a Ana ainda por ca Helena e Carolina trocaram um olhar desesperado Ana era uma das detentas mais conhecidas da penitenciária não apenas pela popularidade Mas pela postura intimidadora e pelo respeito silencioso que as outras presas pareciam ter por ela era uma mulher alta
forte e com uma expressão tão dura que raramente se via alguém se quer ousar encará-la nos olhos Temos que falar com ela agora mesmo disse Carolina se levantando rapidamente Helena assentiu e juntas foram até o pátio da prisão Onde Ana estava assim que a encontraram Ana já parecia saber o motivo da visita com os braços cruzados e uma sobrancelha erguida as desafiando a dizer alguma coisa ao lado delas outras presas trocavam olhares murmurando entre si podemos conversar um instante em particular Ana perguntou Carolina tentando manter a calma Ana riu balançando a cabeça com desdém agora
vocês estão me vigiando também é isso Helena deu um passo à frente tentando ser mais direta Ana Nós só precisamos entender três presas e agora é você como é possível Ana inclinou-se pra frente olhando as duas com um brilho de provocação nos olhos talvez vocês devessem parar de xeretar eu não vou falar nada e eu vou dizer só uma vez Parem de procurar o que não devem ou vão ter que se ver comigo ela deu uma última olhada da ameaçadora antes de virar as costas e se afastar as deixando sem reação após a conversa com
Ana Carolina voltou com Helena para seu escritório a tensão no ar era palpável isso tá indo longe demais eu preciso alertar a direção Carolina disse a voz tensa mas decidida Helena concordou é a única opção Eles precisam saber o que tá acontecendo e Talvez tenham uma ideia de como resolver assim uma reunião foi marcada pro dia seguinte com a direção da penitenciária Carolina e Helena estavam visivelmente apreensivas mas tinham decidido relatar cada detalhe por mais bizarro que soasse quando Entraram na sala todos os diretores estavam presentes rostos sérios e tensos aguardando as explicações Carolina começou
explicando os detalhes das últimas semanas enquanto Helena apoiava com documentos e Relatos das pacientes quando mencionou o fato de não haver possibilidade de visitas íntimas muitos na sala se entreolharam confusos sem conseguir esconder o desconforto com todo respeito senhores Carolina respirou fundo essa situação ultrapassa tudo que já vimos uma duas agora quatro mulheres grávidas não existe nenhuma possibilidade lógica para isso acontecer aqui dentro após um longo silêncio o diretor da penitenci finalmente se manifestou esfregando as têmporas enquanto processava tudo o que ouviu não há como negar a única coisa que podemos fazer agora é intensificar
a vigilância e cobrir todas as áreas incluindo os locais mais escondidos assim uma nova resolução foi tomada instalar câmeras em todas as áreas da prisão sem exceção nenhhum canto nenhuma passagem ou corredor ficaria sem vigilância era a última tentativa para end aquele fenômeno durante semanas Helena e Carolina passaram horas intermináveis monitorando as gravações das câmeras instaladas pela penitenciária assistindo minuciosamente aos movimentos de cada presa guarda e funcionária as filmagens capturavam cada esquina cada corredor e cada Recanto do pátio mas não revelavam absolutamente nada fora do comum tudo parecia estar sob controle e o mistério persistia
como uma sombra inquietante Helena Exausta esfregou os olhos Enquanto revisava Mais uma vez o último turno de gravações Carolina ao seu lado suspirou pesadamente eu não sei mais o que pensar Helena estamos observando cada detalhe não encontramos nada nada que explique como aquelas mulheres ficaram grávidas Eu também tô começando a duvidar que vamos encontrar algo nas câmeras já olhamos tudo desde o amanhecer até o anoitecer e o que temos disse Helena balançando a cabeça frustrada os dias eram sempre iguais Carolina e Helena chegavam para trabalhar e quando não estavam cumprindo suas obrigações elas mergulhavam nas
investigações numa certa tarde Helena estava em seu consultório analisando alguns prontuários quando luí a guarda que acompanhava as detentas entrou na sala trazendo uma mulher era uma jovem de olhar baixo claramente retraída que parecia evitar qualquer contato visual Doutora Essa é a Gabriela ela estava reclamando de Dores então eu trouxe ela aqui disse luí guiando a jovem até a maca no consultório Helena assentiu fazendo um gesto para que Gabriela se sentasse começando a consulta eu ando me sentindo muito enjoada ultimamente a minha barriga tá doendo e eu sinto dores por todo o corpo a jovem
parecia retraída como se escondesse alguma coisa e Helena já suspeita perguntou se podia realizar um ultrassom para entender melhor as dores que a jovem sentia com cautela Helena confirmou o que já suspeitava Gabriela estava grávida Gabriela ao receber a notícia abriu a boca mas não conseguiu falar nada em vez disso começou a tremer e logo desabou em lágrimas seus soluços ecoando pelo escritório Helena suspirou fundo e se voltou para luí luí por favor vá chamar a supervisora Carolina diga que temos mais uma luí assentiu rapidamente e saiu deixando Helena e Gabriela sozinhas Helena tentou tranquilizar
a jovem que continuava em prantos Gabriela está tudo bem você pode me contar o que que tá acontecendo aqui é um espaço seguro pode ficar tranquila Gabriela com suas mãos trêmulas enxugou as lágrimas e num esforço hesitante sussurrou eu eu fiz uma escolha errada antes que pudesse continuar Carolina entrou no escritório com luí ao seu lado e se aproximou observando Gabriela com um misto de curiosidade e desconfiança Carolina lançou um olhar inquisidor para Helena que Sutilmente assentiu indicando que a situação era grave Gabriela você está entre amigas aqui o que quer que tenha a nos
dizer nós vamos ouvir disse adotando um tom mais suave Gabriela respirou fundo tentando reunir coragem para falar ela lanou um olhar inseguro pras duas como se temesse que elas não acreditassem em suas palavras a gente sabe que você estão nos observando sabia mas vocês estão olhando no lugar errado o tempo todo murmurou Gabriela a voz hesitante Carol franzi senho sem entender o que a jovem queria dizer como Ass o que que você quer dizer com o lugar errado Gabriela baixou os olhos visivelmente constrangida e depois de um momento de silêncio murmurou não é ninguém aqui
na prisão que tá engravidando as mulheres são os homens de Fora Helena e Carolina trocaram um olhar surpreso completamente chocadas Carolina se aproximou mais a expressão séria e os olhos fixos em Gabriela você tá dizendo que os pais dessas crianças estão fora da prisão mas como é que isso é possível ninguém entra aqui e ninguém sai Gabriela ainda cabisbaixa fez uma pausa e então respondeu baixinho Essa é a questão Tecnicamente Eles não estão fora da prisão e ninguém entrou ou saiu eu posso entrar em crenca com a Ana por dizer isso mas olhem o pátio
ali entre os arbustos depois do bancos de pedra onde a Ana e sua gang sempre ficam o choque era visível nos rostos de Carolina e Helena a revelação de Gabriela suava absurda e ao mesmo tempo explicava uma parte do Mistério que as atormentava há semanas Carolina respirou fundo tentando controlar a confusão e a incredulidade ela olhou paraa Helena que estava igualmente abalada Gabriela Você tem certeza disso você tá nos dizendo que tem homens escondidos no pátio a jovem assentiu quase num sussurro enquanto Carolina e Helena absorviam a revelação Não exatamente no pátio vocês vão entender
quando olharem embora ainda hesitem em acreditar algo na voz trêmula de Gabriela e Na expressão aterrorizada em seu rosto sugeria que ela estava falando a verdade é por isso que tantas mulheres estão ficando grávidas esses encos ali Carolina perguntou tentando entender a dimensão do que Gabriela havia acabado de confessar Gabriela mordeu o Lábio claramente relutante em continuar ela assentiu de leve e com um último olhar murmurou por favor só não vão lá quando tiver todo mundo senão a Ana vai saber que eu contei após isso a jovem abaixou a cabeça encerrando a conversa Carolina e
Helena estavam tão atônitas que não insistiram trocaram um olhar percebendo que aquela pista era provavelmente a mais concreta que tinham até então vamos checar as câmeras no local exato que a Gabriela mencionou se existe uma possibilidade de encontrar algo é agora disse Carolina sua voz carregada de determinação Helena assentiu sentindo a adrenalina aumentar a peça que faltava parecia estar bem diante delas e tudo indicava que a próxima Revelação seria ainda mais impactante Carolina e Helena estavam de olhos grudados na tela do monitor haviam ajustado a câmera pro ponto exato que Gabriela havia indicado o canto
do pátio Onde Ana e seu grupo costumavam se reunir próximos aos arbustos e bancos de pedra os primeiros minutos de observação não revelaram nada suspeito até que Helena notou algo estranho Espera ela se inclinou pra tela franzindo o senho tinha quatro mulheres ali agora pouco mas agora só tem três Carolina se aproximou ainda mais da tela concentrando nas imagens ela observou enquanto uma das presas desaparecia por entre os arbustos e depois nada durante 30 minutos Ana e as outras duas detentas pareciam vigiar o local Olhando em volta como se estivessem em Alerta Helena engoliu em
seco o coração acelerado Carolina acho que finalmente achamos a resposta m ambas esperaram pacientemente até que as presas voltassem PR as celas ao final do dia quando o pátio estava vazio Carolina e Helena saíram do monitoramento e se dirigiram para local dos arbustos a ansiedade fazia seus passos serem apressados e um misto de nervosismo E curiosidade as empurrava pra frente chegando aos arbustos Carolina empurrou cuidadosamente as folhas pro lado e encontrou uma abertura estreita parcialmente encoberta pelo Mato Helena vem ver isso Carolina chamou com a voz carregada de surpresa Helena se abaixou e arregalou os
olhos ao ver um túnel era apertado mas parecia profundo e antigo com marcas de escavação feitas de forma rudimentar não acredito disse Helena maravilhada e ao mesmo tempo incrédula um túnel e bem aqui debaixo dos nossos narizes esse tempo todo rapidamente chamaram algumas guardas para descer pelo túnel e investigarem até onde ele ia as guardas seguiram pelo caminho estreito e depois de alguns minutos retornaram com a resposta o túnel conectava o pátio da penitenciária feminina ao Pátio da penitenciária masculina Carolina Helena e as guardas caíram na risada Assim Que entenderam o que estava acontecendo Então
é isso Carolina comentou enxugando Lágrimas de riso o mistério das grávidas era na verdade um encontro romântico Escondido entre os presos das duas alas a explicação veio facilmente segundo as guardas o túnel parecia ser um antigo projeto de fuga que aparentemente deu errado quando os prisioneiros erraram a rota conectando uma penitenciária a outra em vez de cavarem para fora da prisão e ali no túnel estreito e escondido alguns casais de presos Se encontravam se aproveitando do acaso e da Sorte de terem descoberto aquela passada secreta sem proteção contraceptiva e com encontros constantes o resultado foi
inevitável várias das presas acabaram engravidando Carolina e Helena informaram o ocorrido à direção das penitenciárias após discutirem o que fazer a decisão foi simples e direta fechar as duas entradas do túnel para impedir novos encontros improvisados e gravidezes indesejadas como alternativa as direções trataram de separar alguns dias no mês para que visitas íntimas fossem permitidas oferecendo todo o necessário para que esses encontros pudessem ocorrer com segurança e privacidade reduzindo a possibilidade de uma nova onda de mulheres grávidas nos meses que se seguiram Carolina e Helena assistiram a resolução de tudo o que aquele mistério causou
os cinco Bebês que nasceram na prisão foram entregues às famílias das detentas que cuidaram deles enquanto as mães cumpriam o restante da pena com o túnel fechado e os horários de visitas íntimas organizados tudo na penitenciária parecia voltar à ordem O Mistério das gravidezes inexplicáveis se tornou uma lembrança que Carolina e Helena revisitava teorias absurdas que criaram para resolver o enigma em uma tarde tranquila meses após o encerramento do caso as duas amigas estavam sentadas na sala de monitoramento recordando tudo o que tinham passado lembra quando achamos que podia ser algum tipo de conspiração disse
Helena rindo ou quando a Ana nos ameaçou por tentar descobrir o segredo dela completou Carolina rindo ainda mais as duas riram até se cansarem apreciando o fim de um ciclo complicado que acabou se revelando algo simples quase ingênuo você sabe Helena eu acho que essa história toda nos ensinou algo importante disse Carolina a agora com uma expressão Mais reflexiva Helena olhou para ela curiosa e o que seria Carolina sorriu levemente antes de responder que nem sempre a resposta é algo complexo ou mirabolante Às vezes as explicações mais simples Estão bem na nossa frente só precisamos
olhar sob a perspectiva certa Helena concordou sorrindo Verdade e também que às vezes os problemas que parecem sem solução só precisam de um pouco mais de paciência e colaboração para serem resolvidos não é as duas continuaram conversando refletindo sobre o quanto aquela experiência também as aproximou transformando a relação de trabalho em uma amizade genuína e sólida assim Carolina e Helena seguiram trabalhando na penitenciária por muitos anos auxiliando e apoiando as detentas a amizade que construíram permaneceu e a lembrança do Mistério das grávidas virou uma história contada de tempos em tempos um conto divertido e cheio
de lições um lembrete de que a verdade às vezes é mais simples do que imaginamos e ao final ficou a moral na vida muitos mistérios tê soluções que parecem absurdamente complexas mas que na realidade são bem mais simples do que poderíamos imaginar Afinal a paciência a persistência e a busca pela verdade sempre trazem no fim as respostas bus e se você gostou dessa história com certeza a próxima que tá aparecendo aqui na sua tela também vai te surpreender Não esquece de se inscrever aqui no nosso canal deixar o seu gostei nesse vídeo e ativar o
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