diferentes formas geométricas em cores fortes se movem cortadas por Linha Branca se transformam em ondas programa especial em branco no fundo vinho acima e abaixo do nome ondas coloridas Olá começa agora o programa especial o nosso tema de hoje é a tecnologia assistiva e eu vou receber aqui no estúdio três convidados para debater esse assunto eu sou o Juliana Oliveira a apresentadora e cadeirante fique com a gente no programa especial de hoje os convidados vão conversar sobre a evolução das tecnologias que auxiliam na independência de pessoas com deficiência eu recebo hoje no estúdio lilan Pinto Martins Leila scaf e Antônio Borges três convidados que vão conversar comigo sobre tecnologia assistiva A Lília é cadeirante a Leila é amputada dos pés e das mãos e o Antônio não tem deficiência mas trabalha com esse pra gente começar cada um deles vai contar um pouquinho Qual é a sua relação com o tema tecnologia assistiva e a sua própria história Lila começo por você eu tive poliomelite aos 2 anos de idade e no desenrolar de toda a minha vida sempre o tema da inclusão social foi muito pertinente né em função de um quando criança eh não pude frequentar a escola primária na época né eu eu tive a o desejo numa certa fase de romper tudo isso e foi quando então eu procurei e tive acesso a uma escola que na época era uma escola tradicional e foi muito importante numa fase em que eu tentei romper com essa eh exclusão né a a o acesso à cadeira de rodas foi um movimento muito importante na minha vida eu ainda consegui uma cadeira do exterior na época nem havia né indústria Nacional então foi aí que eu dei o grande passo eu considero que nessa minha história esse equipamento a cadeira de rodas que é tida né como uma prisão como alguma coisa que transforma a pessoa numa pessoa dependente Foi aí que eu encontrei a minha liberdade a primeira forma né de poder viver essa essa liberdade então ao longo da minha vida Eu sempre me dediquei ao campo da da reabilitação fui psicóloga de um centro de reabilitação aqui do Rio e lá eh nos anos 80 em 1988 precisamente eu e um grupo de pessoas amigas que vinham também militando né nesse movimento nós fundamos o CV Rio onde eh foi o espaço que eu de encontrar para tratar muito especificamente desse tema tecnologia assistiva e Leila já chegou já numa época em que você vi já existia já existia um outro movimento né nesse sentido conta pra gente um pouquinho da sua história leil pois é eh eu sou recente deficiente física eu fui 4 anos atrás eu fui atacada por uma bactéria sobrevivia ela difícil às vezes sobreviver mas eu tive que amputar os pés e as mãos para continuar aqui eu tive que reaprender a viver depois de um ano com essa primeira adaptação eu voltei eu hoje em dia eu acho que eu tenho uma vida trabalho enfim moro sozinha como acompanhante sempre que eu preciso de ajuda mas enfim com uma certa Independência eu consegui uma voltar a uma autonomia com a ajuda do cvi e das tecnologias né é prótese dos pés das mãos eu tentei mas infelizmente não me deu todo retorno aí eu fiz uma opção dos pés e tem algumas ajudas de e eh de adaptações que eu ponho no coto que me dá um uma Total grande Independência uma grande Independência mesmo Antônio acho que passou um pouquinho pelas duas etapas né onde tecnologia uma simples cadeira já era uma super tecnologia e hoje Onde existem milhões de recursos fala pra gente um pouquinho a sua história po é eu trabalho já na área de computação há mais de 40 anos e acompanhei a evolução da computação e nunca tive na verdade nenhuma ligação com pessoas com deficiência isso aconteceu aproximadamente há 22 anos atrás quando eu tava dando aulas sobre computação gráfica na universidade tinha um aluno cego e não sabia nada sobre esse tema mas mas de alguma maneira aquele momento de ter que lidar com aquele aluno no momento em que a tecnologia para pessoas cegas era muito precária tá E graças a esse trabalho conjunto uma grande quantidade de programas foram criados que permitem hoje que a pessoa cega interaja plenamente com o computador e e utilize o computador para ler para escrever para trabalhar para lazer etc Talvez as pessoas que estão nos assistindo não ten noção de como a tecnologia Pode ser útil para as pessoas que TM limitações como nós Eu por exemplo tenho essa cadeira que é mais ou menos nova que fica de pé que eu assim não sei como eu vivi sem ela até hoje vocês têm algum caso assim de amor pela tecnologia Ai que bom que isso existe Graças a Deus eu tenho o meu tablet porque através dele que eu consigo ler o jornal ler um livro enfim eu tenho ele do meu lado quase que para levar para uma reunião para escrever uma ata da reunião para mim facilitou minha vida demais demais demais demais não vivo sem ele quais são os lançamentos aí novos do mercado antô assim que você possa esar Olha você você sabe Juliana que esse essa área de tecnologia assistiva ela deu um salto tão extraordinário e E hoje é possível eh fazer coisas que são são completamente inimagináveis a pessoa tem por exemplo uma esclerose lateral motr que tole completamente os movimentos ele Ina a fala e só resta o olhar então uma pessoa nessa situação hoje consegue falar utilizando os olhos ela consegue escrever utilizando os olhos ela consegue controlar uma cadeira de rodas usando os olhos isso é tecnologia é uma tecnologia de sonho eu diria que talvez sim mas a tecnologia é isso mesmo Juliana e para você a tecnologia não é simplesmente Um luxo Você não tem opção você não consegue andar então a cadeira de rodas faz parte de você é como a lía falou a cadeira de rodas é Libertadora ela permite né você lá no cvi trabalha com essa realidade né Lan de de levar essa liberdade pras pessoas e até coisas que as pessoas nem imaginavam serem capazes de fazer com deficiências conta pra gente um pouco nós temos a oficina de que nós chamamos atualmente oficina de tecnologia assistiva e que exatamente nós empreendemos esse trabalho né onde a pessoa vai é muito importante que ela mostre o seu desejo a sua necessidade e vai ser construído um produto um objeto dentro daquela situação particular para mim eu acho que isso é o Vital é o que a pessoa pode fazer com aquele produto de que maneira ela vai porar sua vida pessoal e é muito importante que ela dê esse aval porque ela é que vai viver a vida como ela vai construir dentro daquela situação você sabe que eu tenho uma memória do cvi da primeira adaptação para me alimentar e eu lembro que quando eu usei em casa pela primeira vez foi um pranto geral assim as pessoas ficaram muito emocionadas de ver como um simples objeto me permitia eh uma Independência à mesa né que foi super lindo esse momento e familiar o que que isso trouxe não só para mim mas pra minha família né como a gente às vezes não se dá conta de Como a tecnologia assistiva tá presente né nesses nessas vivências às vezes são coisas muito simples né não é de uma tecnologia sofisticada é o que ela pode dar de liberdade pra pessoa e aquilo ser um ponto fundamental pra vida comum dela né pro dia a dia no seu trabalho de arquiteta Leila você tem alguma alguma novidade assim em termos de arquitetura para contar pra gente eu antes de ficar deficiente eu dava uma certa importância hoje em dia eu dou muito mais importância seu olhar Mudou as circulações entende os acessos né enfim que eu tinha mais acanhada Talvez sabe porque eu não tinha vivência né hoje em dia eu tenho a vivência né eu sei o que que é passar por lugares muito apertados enfim tem várias coisas que eu passei a ser muito mais antenada né do que eu era antes por uma própria experiência mesmo né Um dia eu entrevistei uma uma pessoa aqui no programa que me disse que um dia haverá tanta tecnologia que não haverá mais pessoas com deficiência que que vocês pensam sobre isso eu acho que vai chegar um momento que nós vamos ter a a vamos dizer assim a biônica a a a computação a eletrônica relacionado ao corpo suficientemente evoluída para que você tenha liberdade por exemplo se você hoje tem um problema cardíaco você vai colocar uma prótese lá no seu coração para fazer com que seu coração funcione direito Mas isso não é uma opção isso você tem que fazer se você não fizer você morre vai chegar um momento em que isso ah meu coração tá meio fraquinho a vou trocar esse coração comprar o coração Biônico modelo x y z porque ele é muito bom dá um poder da as pessoas que compraram esse coração Dizem que ele é sensacional isso hoje não é possível mas eu acredito que isso seja possível então eu acho que vai chegar um momento em que a gente vai ter tantas opções que você vai poder decidir ser menos deficiente ou ser tão deficiente quanto você queira ser nós estamos falando aqui de de tecnologia mas tem a questão da pessoa né no momento em que você coloca uma pessoa junto com uma máquina a pessoa na verdade ela se estende a máquina passa a fazer parte dela né imagina você Juliana sem cadeira de rodas você não é a mesma Juliana porque a juliana que a gente conhece ela vai ela toma um transporte ela faz as entrevistas ela caminha sozinha dentro daqui é uma Juliana tira a cadeira de rodas a Juliana não é a mesma e essa é uma questão que acho que o CV trata muito né dessa coisa da gente poder trazer para si o objeto sem que fique a parte né a cadeira faz parte do corpo né ex antes a gente se pautava Pelo modelo médico e agora nós temos uma outra compreensão que é mais ligada ao social que vai Justamente a tecnologia assistiva vai trazer uma uma uma questão importante para essa avaliação você tira a deficiência da pessoa apenas né ela tem uma limitação por conta da deficiência mas essa limitação pode ser maior ou menor dependendo do ambiente e dependendo dos recursos que esse ambiente me dá se eu tenho por exemplo uma cidade mais acessível eu na minha cadeira de rodas eu vou ser uma pessoa agora se for num ambiente que não me dê essa possibilidade de ir e vir eu vou ser uma outra pessoa né Antônio fala pra gente um pouco como é que o Brasil tá posicionado no que diz respeito a tecnologia assistiva em comparação com o mundo o Brasil evoluiu muito muito muito muito mesmo quer dizer nós saímos em de 20 e Poucos Anos Atrás em que não existia nada A Lília contou o caso que cadeiras de rodas aqui no Brasil eram importadas não se fabricava esse equipamento que é tão importante na vi na década de 50 mais ou menos e isso se modificou tá então foi criada uma indústria para algumas áreas por exemplo cadeiras de rodas você tá usando uma cadeira de rodas super sofisticada feita no Brasil Tá certo então eu acho que em muitas áreas houve uma evolução eu diria que talvez a maior evolução na área de informática a área de informática trouxe para as pessoas com deficiência uma uma vantagem extraordinária Você não sabe a quantidade de cegos que se casaram pela internet porque a tecnologia propiciou entre outras coisas uma coisa mágica que faz com que as pessoas evoluam chama-se encontro Então as pessoas se encontram através da tecnologia E aí a limitação ela deixa de ser importante e vários outros quesitos também por exemplo a gente pode ir ao mercado pela internet né eu não preciso nem que ele seja acessível pouco importa eu cadeirante da minha casa e faço compras né coisas que às vezes parecem banais no nosso dia a dia mas quando a gente vê o que isso trouxe de evolução né a gente vai dar uma pausa aqui nesse bate-papo mas volta daqui a pouco porque o tema tecnologia assistiva rende bem até já Estamos apresentando programa especial Voltamos a apresentar programa especial voltamos agora com mais tecnologia assistiva a gente tem aqui o caso da Leila que optou por exemplo por não usar uma prótese nas mãos Por que né que papel é esse da pessoa com deficiência no uso da tecnologia Pois é eh na realidade quando eu me vi quadra amputada eu queria tudo de volta né Lógico né e cheguei a comprar uma umas mãos maravilhosas e tal tal tal só que eu vesti quatro próteses todo dia fora eu fui me sentindo um pouco parecia que eu tava meio desumana sabe assim meio demais e E aí eu fiz uma opção das próteses que realmente me dão eu não vio sem minhas próteses dos pés eu adoro caminhar Eu caminho muito hoje em dia não vi é quase que tá fazendo parte agora do meu corpo são as minhas próteses mas as mãos eu não tive a mesma relação fora essa situação de muita prótese na vida sabe eu acho que pelo pouco que eu consegui fazer uma pessoa que tem perdeu uma mão sabe ou enfim vai usar uma prótese só de mão acho perfeito vai ajudar demais Lila pode falar um pouco sobre o que vê no cvi sim é eu acho que esse é um dos princípios fundamentais do cvi a própria pessoa tá implicada num processo que diz respeito a ela né e é a grande diferença de uma atitude mais da da do modelo médico do que agora o modelo social né por você é que vai determinar o que você quer isso que a lilan falou é muito verdadeiro a as as as escolhas T que ser individuais as pessoas têm que escolher aquilo que querem com relação a tecnologia assistiva também é isso vou usar um sistema de som como o dosvox que é um sistema mais usado no Brasil vou usar um sistema americano jws eu vou usar um nvda vou usar o que que eu vou usar tem que ser uma escolha individual O que é importante é que a pessoa com deficiência conheça se ela não conhecer ela não vai poder optar É verdade então tudo passa por esse momento inicial de informação e aí eu digo internet é ótima porque todas as maluquices que existem que foram criadas em qualquer lugar do mundo estão lá estão lá e agora outra coisa importante nem tudo que existe é é útil ou é bom Às vezes a pessoa compra uma coisa aquela coisa não não atende como qualquer coisa como no caso da Leila né agora é importante saber que no Brasil isso é fundamental saber há muita tecnologia e muita tecnologia inclusive gratuita há pessoas das quais nós esperamos uma informação vou dar um exemplo você sofreu um acidente e por conta desse acidente você perdeu suas suas pernas ou você ficou cego ou você ficou tdo ou você ficou sei lá o quê Tá e aí você vai procurar a quem infelizmente isso é um problema enorme que nós temos no nosso país é a falta de conhecimento dos profissionais dessa área de saúde para fazer orientação temos o cvi que é uma exceção né no qual as as pessoas correm para lá porque é um dos raros pontos onde você pode realmente ter informação tem a Rede Sara também tem informação mas são poucos lugares isso deveria ser um conhecimento da sociedade deveria ter muito os médicos deveriam ser ensinados os professores deveriam ser ensinados na na sua formação deveria ter pós-graduações aos quilos falando sobre isso porque a quantidade Juliana de pessoas que pode ser beneficiada com o uso dess tít de tecnologia é enorme e a velhice tá chegando se nós vamos ficar velhos Com certeza nós vamos ficar deficientes para não falar né ô Antônio de que as próprias pessoas com deficiência estão envelhecendo é e hoje em dia né você vê a minha geração e as pessoas que eu acompanhei durante o movimento político já estão com 60 70 anos enfim e eu acho que até é uma amostra interessante para ver como é que essas pessoas estão envelhecendo em cima das deficiências que já tem né E como as pessoas que estão se tornando deficientes agora vão envelhecer Pois é ex ex Leila pode contar um pouco que é recém né entrou agora no grupo pode contar um pouco como é que foi o seu processo né de encontrar Essas tecnologias que te ajudaram Ach eu tive uma sorte muito grande porque eu tive uma uma uma assistência eh muito boa assim desde o hospital assim de terapeutas fisioterapeutas e eh enfim que e uma delas que me levou no cvi eu logo logo Fui fui bem caminhada para pessoas esclarecidas que me mostraram coisas e eu acho que que eu acho também eu sempre falo que acho que tem que ter uma Em contrapartida tem que ter uma vontade talvez quando você fala assim existe mas a pessoa tem que querer né Eu acho fundamental todos nós termos alguma coisa aqui dentro que a gente quer a gente tem que demandar né a gente quer ir pra frente a gente não quer parar eu conheço eficientes que estão parados eu acho que que que juntou as duas coisas o meu querer ir e a oportunidade das pessoas com quem eu encontrei aí eu fui descobrindo uma coisa importante chamar da família ah nasceu um menino Esse menino é cego então se a família investir se a família colocar esse garoto eh numa boa escola se comprar os equipamentos ou tem muita coisa por exemplo para cego que é grátis e mas as pessoas não sabem que tem existe um dosvox que é completamente grátis né e que permite a pessoa ler escrever brincar etc mas as pessoas nem sabem que existe então a família estar antenada saber que existe e a família querer Uhum que essa criança que essa pessoa da família que teve um problema qualquer de deficiência eh seja um acidente seja uma questão de nascimento ou seja alguma coisa que nem se tem uma uma razão muito muito clara né a família acreditar que aquela pessoa tem um um papel importante Então vamos continuar esse bate-papo aqui através da internet quem quiser deixar o contato eu acho que no nosso caso o ponto de referência do nosso trabalho é o nosso site intervox. nce. ufrj.
br ali você tem uma resenha de tecnologias sobre as mais variadas finalidades Leila quer deixar um contato quero quero eu não tenho site mas eu tenho o meu e-mail enfim quem quiser trocar opiniões saber eu tô à disposição é leil escaf @gmail. com Lil o centro de vida independente do Rio de Janeiro tem um site que todos podem consultar é www. cvv.
org. br e lá vocês encontram informações sobre todos os serviços e Mais especificamente sobre a oficina de Tecnologia assistiva agradeço demais a presença de vocês aqui acho que o nosso bate-papo foi muito bacana e enriquecedor espero que vocês em casa tenham gostado também e assim a gente encerra mais um debate aqui no programa especial paralímpicos eu sou Felipe Gomes tenho 29 anos Sou natural de Campus es gooit casas tenho glaucoma congênito catarata de escamento de retina e desde que nasci vim perder na visão até aos 7 anos hoje eu faço o atletismo corro as provas de velocidade 100 200 400 m e revezamento 4 por 100 minha classe é at11 para cegos que não enxergam nada Total eu fazia futebol B BOL e também o atletismo 2011 eu parei de fazer as outras modalidades e comecei só a me dedicar no atletismo para 2012 onde nas pedas de Londres eu conquistei a medalha de ouro nos 200 m numa prova que eu não era nem Não estava nem entre os cinco no rank e nos 100 m eu conquistei a medalha de bronze no Panamericano eu conquistei duas medalhas de ouro nos 400 m e no ramento 4x 100 e conquistei a prata nos 200 m e no Mundial realizado na cidade de durra conquistei a medalha de ouro nos 200 m e a prata momento da de paralimpíada é um momento diferente de qualquer outra competição né você entrar no estádio 80. 000 pessoas gritando e aí é você ou você fica amedrontado ou você se empolga com aquilo tudo e Graças a Deus eu me empolguei Me empolguei tanto que eu cheguei na frente aí eu dei cambalhota rebolei fiz a bagunça e aí o momento subir no po e o tocar a vontade é que era vontade de voltar correndo pro Brasil abraçar os amigos abraçar a família abraçar todo mundo e Poxa 80.
000 pessoas em pé e o hino cantando por su por sua causa pô eh São momentos únicos que eu vou levar pra vida inteira assim foram experiências maravilhosas que aconteceram na minha vida e aí eu espero repeti-las em 2016 aí vai est a família na arquibancada vai est os amigos e já tô me preparando Já comecei a treinar para as paraolimpíadas espero chegar lá 100% e dar o meu melhor fotos na primeira Felipe com uma venda nos olhos sorri de boca aberta na outra sentado no chão de uma pista coberta de atletismo na última Céu Azul em uma varanda com plantas ao redor Felipe sorri ao fundo prédios e casas eu encerro o programa especial de hoje ficando na posição de pé na minha cadeira motorizada que me permite fazer fazer esse movimento essa posição é super benéfica para quem é cadeirante tanto no que diz respeito à saúde quanto no que diz respeito à interação social Essa é a forma de tecnologia assistiva que eu uso na minha vida se você tem algum uso de tecnologia assistiva na sua vida escreve pra gente contando o nosso site é programaes especial. com.