Você posta o mesmo vídeo no YouTube, no Instagram e no TikTok? Isso, além de não te ajudar, ainda prejudica a sua performance, porque cada plataforma tem uma lógica própria, um algoritmo e um comportamento de audiência completamente diferente. [música] E nesse vídeo a gente vai entender quais formatos performam melhor nas cinco principais redes: Instagram, TikTok, YouTube, LinkedIn e Facebook.
Você sabe quanto tempo nós brasileiros passamos por dia na internet? Mais de 9 horas desse tempo, mais de 3 horas são só aqui, ó, nas redes [música] sociais. E mesmo assim tem criador, marca e negócio digital postando todo dia e não conseguindo chegar nessas pessoas.
E eu vou te falar, viu, não é falta de conteúdo bom, não. É falta do conteúdo certo no lugar certo. Nesse episódio do Só se falar nisso, você vai saber exatamente o que você deve fazer em cada plataforma para que o seu conteúdo engaje, alcance e venda.
>> [música] >> Vamos começar pelo Instagram, provavelmente é a plataforma onde você mais investe o seu tempo. No primeiro semestre de 2025, a taxa de engajamento do Instagram chegou a 0,45%, registrando uma queda de 24% em relação ao ano anterior. Só que antes de você pensar, então eu vou jogar a toalha pro Instagram, você precisa entender uma coisa.
O Instagram não tem um algoritmo, como muita gente vive reclamando e criticando. Ele tem quatro. A plataforma de 2026 não funciona com uma lógica única.
Ela tem quatro sistemas, cada um com seu próprio critério de distribuição. Primeiro, o feed, que prioriza a profundidade. Que que isso significa na prática?
salvar, comentar e compartilhar. Segundo, os resorizam a descoberta, [música] ou seja, retenção, replay e compartilhamento via DM. Terceiro, os stories que priorizam a proximidade, frequência de visualização, respostas e DMs.
Em quarto, o explorar prioriza a velocidade, o quanto seu post engaja dos primeiros minutos. Isso quer dizer que olhar para um único comportamento do algoritmo não funciona. E mais, o formato que você escolhe muda completamente o fundamento de quem vai ver o seu conteúdo e como.
E é nesse ponto que as pessoas mais se equivocam, replicando o mesmo conteúdo do TikTok, por exemplo, direto no Instagram ou vice-versa, sem adaptar o formato ou a linguagem. Os dados mostram que fazer isso prejudica a performance nas duas plataformas. Todo mundo foi pro resels.
Faz sentido. A plataforma pediu isso, os criadores entregaram e a audiência consumiu. E os resc.
Contas que publicam resente tem 40% mais alcance total do que contas que publicam só no feed. E 50% dos usuários interagem com pelo menos um real por semana. Mas existe uma mudança que virou e continua virando a cabeça do mercado desde o ano passado.
Os carrosséis continuam sendo o formato mais eficaz. Isso não mudou de 2025 pro primeiro trimestre de 2026. A taxa permanece estável em 0,52 contra 0,50% [música] dos RS.
Eu sei que parece pouca, né, essa diferença, mas o motivo por trás disso explica muita coisa. O carrossel gera significativamente mais salvamentos do que qualquer outro formato. E salvamento é o sinal de qualidade mais valorizado pelo algoritmo hoje, porque ele indica uma coisa muito específica, que o usuário vai precisar disso depois.
Não é uma curtida passiva, é uma intenção. A pessoa valorizou aquele conteúdo. E tem mais, quando alguém não passa da primeira tela, ou seja, pula o post, o algoritmo reibe o carrossel para essa pessoa, mostrando a tela dois e você ganha uma segunda chance de alcance automaticamente.
Se o seu objetivo é descoberta, ou seja, chegar em novas pessoas, crescer a base, Reels deve ser o seu formato. uma janela ideal aí de 30 a 60 segundos para novos públicos, onde os primeiros 2 segundos são decisivos. Se você não conseguir chamar a atenção com um hook visual imediato, o algoritmo te descarta.
Se o seu objetivo é engajamento e autoridade, fazer quem já te conhece confiar mais em você, salvar, compartilhar, carrossel é o seu formato. O ideal são sete telas, tempo suficiente para entregar valor sem perder aquela pessoa que desliza rápido ou não tem muita paciência para grandes leituras. E os stories, completamente diferente dos dois.
Stories não viralizam e dificilmente alcançam novos públicos. Eles fazem uma coisa que nenhum outro formato faz tão bem. Eles convertem.
Quando o seguidor responde um story via DM, um algoritmo passa a entender os dois como contatos próximos e o seu próximo post aparece primeiro para ele. Stories são a camada de relacionamento. E relacionamento no mercado digital, como você deve saber, é o que antecede a venda.
O Instagram, então, ainda faz muito sentido, mas com clareza de cada função. Rels para crescer. Carrossel para engajar e consequentemente vender.
Stories para relacionar e converter. Agora, se o Instagram perdeu essa coroa da descoberta rápida, quem assumiu esse lugar? [música] O TikTok tem a maior taxa de engajamento médio entre todas as plataformas que a gente vai falar hoje.
3,73%. Só para você ter um valor de referência, os concorrentes normalmente ficam abaixo de 1%. Só que o TikTok tá entrando na era da saturação.
Um estudo de maio desse ano, analisando 2. 300. 000 publicações de 92.
000 contas mostrou o seguinte: o volume de vídeos publicados cresceu 72%, mas todos os outros índices tiveram quedas. Visualizações caíram 31%. Comentários 45%, e o tempo total de exibição 87%.
O conteúdo que chega ao espectador ainda segura a atenção, mas o grande problema tá sendo justamente esse, né? Chegar. A saturação não matou a qualidade, matou a distribuição.
Nos últimos meses, o TikTok começou a empurrar carrosséis e imagens. Os criadores aderiram e o volume de postos de imagem cresceu 140%. Mas o público não respondeu na mesma proporção.
Vídeo no TikTok gera cinco vezes mais views e seis vezes mais interações do que imagem ou carrossel. A taxa de engajamento do vídeo é 3,67% contra 2,62% do carrossel. A comparação direta entre as duas plataformas deixa isso ainda mais claro.
Vídeo no TikTok gera 240% mais views e 93% mais interações do que res no Instagram. Para vídeo descoberto em escala, o TikTok vence. Já para Carrossel, o Instagram gera seis vezes mais alcance e quatro vezes mais interações do que carrossel no TikTok.
Esses dados provam que a gente falou lá no começo do vídeo, cada plataforma tem o seu território. Então, o que que funciona agora no TikTok? Vídeo, sempre vídeo.
A plataforma passou a dar mais espaço para conteúdos de 30 segundos a 3 minutos, desde que mantenham a retenção. Vídeos de 7 a 15 segundos ainda dominam a etapa de descoberta, especialmente para novos seguidores. E o algoritmo hoje prioriza retenção, não apenas visualizações.
O tempo de exibição vale mais do que o volume de views. Outro ponto importante, 73% das visualizações ainda vem da aba For you. O motor de recomendação segue sendo o principal canal de distribuição da plataforma.
E tem um dado aqui que vale destacar: posts que pedem comentário aumentam o engajamento em 14%. Posts [música] que pedem curtida derrubam o engajamento em 60%. A leitura que a gente pode fazer é a seguinte: pedir curtida é um favor unilateral.
Pedir [música] comentário é uma conversa e o algoritmo reconhece essa diferença. Agora, uma coisa bem importante sobre crescimento [música] no TikTok. A plataforma ainda é generosa com quem tá começando.
Contas menores com conteúdo relevante muitas vezes conseguem resultados melhores do que contas grandes com conteúdo genérico. O algoritmo recompensa mais relevância do que tamanho, [música] mas acima de 100. 000 seguidores, a maioria sente estagnação.
Que que isso diz? que viralização pontual não pode ser a sua estratégia, é a consistência e o nicho que definem crescimento [música] sustentável no TikTok. Mas existe uma dimensão que o TikTok ainda tem dificuldade de entregar, profundidade.
O TikTok te captura, mas não necessariamente te faz ficar. E é exatamente essa lacuna que o YouTube ocupa melhor do que qualquer um. [música] >> [música] >> Em 2025, o YouTube ultrapassou a Disney e se tornou a maior empresa de mídia do mundo, registrando 62 [música] bilhões de dólares em receitas.
Isso definitivamente não é pouca coisa. A Disney tem 100 anos de história, parques temáticos, personagens conhecidos em qualquer lugar do planeta. E o YouTube, que começou como um site onde as pessoas postavam vídeos de animais, literalmente chegou na frente.
Isso diz muito sobre onde tá a atenção das pessoas nos dias de hoje. O YouTube é o segundo maior buscador do mundo. As pessoas não vão lá só para se entreter, elas vão para aprender, pesquisar [música] e tomar decisões.
É a plataforma onde alguém digita como investir, como emagrecer, como vender mais. e aí encontra você. Quando a gente fala de formato no YouTube, a primeira coisa que precisa ficar muito clara é que shorts e vídeo longo não concorrem entre si, eles fazem coisas diferentes.
Em 2025, mais de 90% de tudo que foi publicado no YouTube foram shorts. Mas conteúdo com produção profissional responde por 46% de todo o tempo que as pessoas passam assistindo na plataforma. Isso mostra que quantidade de upload não é tempo de tela e que a qualidade e a produção ainda dominam a atenção.
E os dados de engajamento confirmam esse equilíbrio. Há quase um empate técnico de engajamento entre vídeo curto e vídeo longo no YouTube. [música] 52% contra 49%.
Nenhuma outra plataforma tem esse equilíbrio. É a única onde os dois formatos coexistem com a mesma força, cada um fazendo o seu trabalho. [música] O YouTube é a única plataforma onde o que move a recomendação é o tempo de exibição, não a curtida, não o comentário, não a velocidade de engajamento.
Se as pessoas assistem, ele distribui e continua distribuindo por meses, por anos. Um vídeo de anos atrás pode estar gerando views, inscritos e [música] receita agora enquanto você assiste esse vídeo. Isso tem impacto direto no bolso.
Em uma análise de 90 dias do canal Think [música] Media, canal referência em estratégia para YouTube com mais de 3 milhões de inscritos, shorts geraram 7 milhões de views. Vídeos longos geraram 135 milhões até aqui parece bem parecido, mas o RPM que a receita a cada 1000 views foi de 0,08 nos shorts contra 8,15 nos vídeos longos. A diferença de faturamento [música] foi de 100 vezes.
Então a estratégia é clara, ter os dois formatos, porque eles têm funções diferentes, shorts para descoberta. Os primeiros segundos são decisivos, como nos reals. E um detalhe que faz bastante diferença, shorts que terminam conectando de volta ao início, fazendo a pessoa assistir de novo sem perceber, aumentam significativamente o alcance.
O algoritmo interpreta o replay como sinal de qualidade e aí distribui mais. Vídeo longo para autoridade e monetização. O YouTube é o lugar onde as pessoas vão quando querem aprender algo de verdade.
É onde você prova o seu conhecimento, constrói confiança [música] e no fim quem sabe vende. Shorts vão abrir a porta e os vídeos longos vão fazer a pessoa ficar. [música] A gente falou de três plataformas que vivem de volume, de feed e de disputa de atenção.
O LinkedIn tem regras completamente diferentes. 89% dos profissionais de marketing B2B consideram o LinkedIn o canal mais eficaz para geração de leads qualificados. Em 2026, o LinkedIn teve uma atualização importante, um novo sistema de inteligência artificial, responsável pelo ranqueamento e recomendação de conteúdo.
Essa mudança fez com que o algoritmo parasse de premiar a popularidade e passasse a premiar autoridade técnica. Na prática, isso significa três coisas. Primeiro, posts com dados proprietários, análises de mercado ou tutoriais técnicos tem quatro vezes mais alcance qualificado do que posts de opinião genérica.
Segundo, comentários com 15 palavras ou mais geram 2,5 vezes mais alcance pro seu post do que curtidas simples. O algoritmo diferencia a qualidade de engajamento, um comentário de verdade vale mais do que 1000 curtidas. E terceiro, o algoritmo lê o seu perfil inteiro, bio, especialidade, histórica, e verifica se o seu conteúdo é coerente com o que você diz ser.
Se o seu perfil, por exemplo, fala de marketing e o conteúdo fala de culinária, a distribuição cai. A consistência entre perfil e conteúdo virou requisito. Agora, em relação ao formato, vem a grande surpresa do LinkedIn.
é a única plataforma entre as cinco que a gente vai falar hoje, onde o vídeo não lidera. E dois estudos chegam à mesma conclusão por caminhos diferentes. Quando se olha paraa taxa de engajamento por formato, quem lidera são imagens múltiplas [música] com 6,60% e documentos com 5,85%.
Quando se olha pro tipo de conteúdo que mais engaja na percepção dos próprios usuários, posts de texto lideram com 51%. Dois estudos, dois métodos e a mesma resposta. O LinkedIn, profundidade escrita domina.
A audiência que tá lá quer ler, quer aprender, quer se aprofundar. E tem mais um dado importante sobre distribuição, que pode mudar a estratégia de muitas empresas. Perfis pessoais recebem 65% [música] da alocação do feed.
Páginas de empresa recebem apenas 5%. [música] Quem aposta só na página da empresa tá jogando com 5% do espaço disponível. No LinkedIn a pessoa vale mais do que a marca.
[música] Então o que que você deve fazer para jogar direito o jogo do LinkedIn? O formato que mais performa é o documento, aquele arquivo que você sobe direto no LinkedIn e que a pessoa passa tela por tela sem sair da plataforma. Ele gera quase o dobro de resultado em relação aos outros formatos, porque mantém a pessoa mais tempo lendo e consumindo.
Textos longos com estrutura também funcionam muito bem. Publicações de 800 a 1000 palavras no formato problema, análise e solução rendem 26% melhor do que posts sem essa estrutura. E sobre frequência, perfis que postam pelo menos duas vezes por semana alcançam até cinco vezes mais visualizações [música] de perfil.
Ele é frequentemente [música] descartado por criadores e marcas como uma plataforma ultrapassada, mas os dados contam uma história diferente. O crescimento de audiência do Facebook dobrou de um ano pro outro, de 12% em 2024 para 23% em 2025. E o tempo que as pessoas passam assistindo vídeos cresceu mais de 20% no mesmo período.
Então por que todo mundo age como se o Facebook tivesse morrido? porque ele mudou de público e a maioria dos criadores ainda não se adaptou a essa realidade. O Facebook tem hoje a base de usuários mais velha e mais diversa entre todas as plataformas que a gente viu.
Para negócios que atendem público acima de 35 anos, sobretudo entre 40 e 55 anos, o Facebook continua sendo a plataforma com maior alcance e o menor custo por contato. Se o seu negócio atende esse perfil e você tá ignorando o Facebook, você tá deixando dinheiro na mesa. Agora, sobre formato, o Facebook tem quatro opções principais: vídeo curto, imagem estática, texto e link.
E a diferença de performance entre elas é brutal. Vídeo tem 0,15% de engajamento e foi o único formato a registrar [música] crescimento do primeiro trimestre de 2026. Imagem estática e texto ficam em 0,13%.
E Link Post, aquele post com RL que todo mundo usa para mandar tráfego para fora da plataforma tem 0,05%. Metade dos demais, porque o Facebook penaliza quem tenta tirar as pessoas de lá. Então, quanto mais você tenta mandar o usuário para fora, menos o algoritmo vai distribuir o seu conteúdo.
E tem um ativo muito subestimado no Facebook que os dados mostram com clareza os grupos. O alcance orgânico dentro de grupos é maior do que em páginas. Grupos criam um ambiente de menor competição e maior confiança.
As pessoas estão lá porque escolheram estar, não porque o algoritmo empurrou. Para nichos específicos, uma estratégia de comunidade no Facebook ainda supera a maioria das plataformas. Então, o que que funciona de verdade no Facebook em [música] 2026?
Vídeos para awareness, especialmente para alcançar público acima de 40 anos com custo menor do que nas outras plataformas. Grupos para comunidade e alcance orgânico e o que não funciona mais. link, posts e páginas empresariais sem nenhuma estratégia de vídeo.
[música] [música] A gente falou de cinco plataformas, cinco lógicas diferentes, formatos que performam melhor em cada uma delas. Agora vamos entender como que a gente organiza tudo isso na prática. Imagina que você tem um curso de inglês e tá prestes a lançar.
Você não precisa criar um conteúdo diferente para cada plataforma do zero. Você precisa entender qual pedaço da sua história você vai contar em cada lugar. No TikTok, você entra com descoberta.
Vídeos curtos de 15 a 60 segundos para pessoas que nunca ouviram falar de você. O conteúdo aqui não vende o curso, ele desperta curiosidade. Vídeos com temas, por exemplo, o erro de inglês que todo brasileiro comete numa entrevista de emprego ou porque você estudou inglês por anos e ainda não consegue falar?
Ou ainda três palavras que parecem educadas em português, mas são rudes em inglês. São alguns bons temas para sua produção. O TikTok pede naturalidade, menos produção e edição, uma linguagem informal e ritmo rápido.
A pessoa tá lá escrando no celular sem intenção e você tem segundos para parar o dedo dela. No Instagram, o raciocínio de descoberta é parecido, mas a linguagem muda. Reels no Instagram tolera uma produção um pouco mais cuidada, um enquadramento mais limpo, uma edição mais polida.
O público do Instagram tá mais acostumado com conteúdo visual bem feito e isso pode influenciar como ele percebe a credibilidade. Os temas podem ser os mesmos, mas o mesmo vídeo postado nos dois lugares sem adaptação perde performance nos dois. Além do ReS, você usa o carrossel para engajamento e autoridade.
Os sete erros mais comuns de brasileiros aprendendo inglês ou como montar uma rotina de estudos em 20 minutos por dia. Conteúdos que as pessoas podem salvar para usar depois. E nos stories você mostra o processo, os bastidores do curso, enquetes sobre as maiores dificuldades do seu público, você dando dicas de inglês em meio à sua rotina, caixinhas de perguntas.
Essa é a camada que constrói confiança antes do lançamento. No YouTube você vai entregar profundidade, um vídeo longo por semana respondendo as perguntas que o seu público mais tem. Como aprender inglês do zero sendo adulto?
Como eu aprendi inglês sem morar fora? É aqui que você prova que sabe do que você tá falando. E os shorts do canal funcionam como porta de entrada.
Vídeos de 30 a 60 segundos extraídos dos próprios vídeos longos, apresentando você para quem ainda não te conhece. No LinkedIn o ângulo muda. Aqui o público não tá procurando aprender inglês por lazer, tá procurando inglês para crescer na carreira.
O formato é documento ou texto longo. Por que profissionais que falam inglês tm salários significativamente maiores? Como me preparei para uma entrevista em inglês e consegui a vaga?
Conteúdo mais técnico com dados e estrutura. Esse é o canal onde você alcança quem tem maior poder de compra e maior urgência para resolver o problema. No Facebook você fala com quem quer inglês para viajar, para acompanhar os filhos na escola, para uma mudança de [música] vida.
Um público um pouco mais velho, que talvez não esteja lá no TikTok, mas tá aqui. Vídeos curtos e diretos funcionam muito bem. Inglês para quem tentou várias vezes e nunca conseguiu, [música] por exemplo.
E um grupo onde você compartilha dicas semanais, responde dúvidas, cria comunidade antes mesmo do curso abrir. Quando o lançamento chegar, [música] esse grupo já é uma audiência super aquecida. Percebe o que aconteceu aqui?
Você não criou cinco conteúdos diferentes. Você pegou uma mesma mensagem, que nesse caso é: "Eu tenho um curso de inglês que resolve o seu problema" e traduziu ela pra linguagem de cada plataforma com formato certo pra pessoa certa no momento certo. Agora me conta aqui nos comentários qual dessas plataformas você ainda não tá usando do jeito certo.
A gente se vê no próximo vídeo com assunto que tiver mexendo com o mercado digital. Afinal, se só se falar nisso, a gente te explica.