E aí o Olá a todos meu nome é Mário Gandra Eu sou professor da faculdade de farmácia da UFRJ e essa aula é mais uma aula do programa da nossa disciplina de epidemiologia e saúde coletiva que a oferecida para os alunos da faculdade de farmácia então vamos lá começar bom essa essa aula é sobre a transição nutricional e as doenças silenciosas e de um modo geral como isso tudo influenciou na transição epidemiológica eu tivesse silenciosos que às vezes são conhecidos também como doenças evitáveis ou doenças causadas pelo próprio homem bom então vamos dar uma olhada
no que foi essa transição do sinal na verdade o que que está sendo nessa transição nutricional e quais são as consequências dela e a gente vai começar Relembrando a transição epidemiológica só para situar essa transição nutricional dentro dessa dessa questão mais importante que é transição epidemiológica e a gente vai dar uma conceituada nessa transição nutricional depois a gente vai ver os testes Desenvolvimento Infantil que estão relacionados com essa transição o binômio sobrepeso obesidade que também estão relacionados E aí ver quais são as consequências disso tudo em termos dessas doenças silenciosas Tá bom então vocês Caso
vocês não saibam ainda né podem ver em outros vídeos meus falando sobre a transição epidemiológica então a transição epidemiológica é um fenômeno é uma mudança no cenário epidemiológico das doenças que mais ocorrem o que mais matam uma população bom então seu transição epidemiológica aqui foi um shift né uma mudança no cenário que era focado nas doenças infecciosas e parasitárias e passando para ser focado né nas doenças metabólicas doenças crônicas e degenerativas e nessas doenças silenciosas então a gente vê hoje em dia será que são Dados do Ministério da Saúde sobre mortalidade 2004 Quais são as
maiores causas de mortalidade no Brasil naquele ano né então são primeiro doenças do aparelho circulatório neoplasias causas externas doenças do aparelho respiratório não infecciosas doenças endócrinas e metabólicas doenças do Aparelho Digestivo também não infecciosos e só lá em sétimo lugar é que desculpe oitavo lugares que vende doenças infecciosas e parasitárias é isso é um quadro Nacional em Oi e o quê que é que causa o quê que é importante eu ressaltar isso aqui para poder falar a transição nutricional porque essa transição essa mudança nos hábitos alimentares da população influenciam nisso aqui nesse ranking né dos
maiores causadores de doença e morte no país hoje em dia no país como um todo a transição nutricional Então é isso é uma mudança nos padrões alimentares da população né Tem alguns meandros isso daí que é a gente fala um pouco da mudança na cultura alimentar e também na mudança na distribuição e acesso aos alimentos então tem aspectos muito positivos dessa transição nutricional e tem aspectos negativos também dessa transição e vamos começar a falando dos aspectos digamos assim dos aspectos positivos da sua transição bom o desenvolvimento tecnológicos movimento político e socioeconómico de uma maneira geral
Ele trouxe muitos benefícios para que a gente enxerga claramente um país diversificado como o Brasil que é por exemplo a facilidade logística de transporte de acesso à tecnologia conhecimento educação e aos serviços públicos é em todas as regiões do Brasil né então a tendência uniformização disso se traduziu numa tendência uniformização de vários aspectos um deles por exemplo que mostra é mostrado nesse gráfico é a desnutrição proteico calórica em crianças menores de um ano de idade Isso aqui é uma um gráfico temporal né então de 99 2008 Oi e a gente vê a desnutrição o que
era maior nos Estados nas regiões nordeste norte e caindo mais acentuadamente e elas agora estando muito mais próximo das outras regiões Mas o mais importante é a gente vê como foi muito grande a queda né e a gente reduzir a desnutrição infantil a percentagem muito baixo né gente ainda tem algumas coisas para conquistar mas a gente já conquistou bastante porque disso porque você tem mais acesso à alimentação de qualidade você tem mais campanha para o aleitamento materno é melhor distribuição de renda É melhor por ele cultura Então você com isso tem um melhor Desenvolvimento Infantil
a gente vai ver isso agora mostrado de uma outra forma que é mais ou menos na uma duas consequências desse menor Desenvolvimento Infantil tá eu tô na verdade o título tá aqui desse Desenvolvimento Infantil mas a gente deveria poderia falar que o título melhor que seria correção de Déficit Desenvolvimento Infantil Tá mas tudo bem vamos falar como se fosse deste é uma melhor alimentação se traduz no melhor Desenvolvimento Infantil EA gente pode ver isso em duas consequências que a gente pode medir que normalmente é medido nos consultórios não é um acompanhamento do Desenvolvimento Infantil é
um deles é a baixa estatura Então existe uma margem uma faixa em que as fatura da Criança é considerada normal para aquela idade né então fora contar abaixo daquela faixa isso isso normalmente a consequência de um de um problema desenvolvimento que pode estar relacionado alimentação Então olha só a distribuição de baixa estatura entre crianças menores de cinco anos segundo regiões a empresa 2008 é um intervalo muito pequeno mas que a gente consegue ver a diferença né então você vê aqui o Brasil tinha vinte por cento de baixa estatura entre crianças menores de cinco anos e
isso foi diminuindo até cerca de quatorze por cento 2008 então de 2013 2008 e perceba não é a cor mais escura é onde você tem aí um percentual maior ainda né no verde mais escuro então isso não tá é existe uma desigualdade entre as regiões do Brasil ainda a gente vai discutir um pouco lá na frente nesse vídeo Tá bom mas de qualquer maneira você tá vendo uma consequência é isso tem a ver com várias coisas tem a ver com pré-natal durante a gestação nos tem a ver com com acesso a pediatra e médico de
saúde da família E também alimentação infantil então só várias coisas aqui mas a gente sabe que tenha contribuição da alimentação do acesso alimentação de qualidade tá é uma outra coisa em que os citados estavam debaixo fatura é também o baixo peso a desculpa comeu aqui um pouquinho mas também de 2013 2008 tá baixo peso é de crianças menores de cinco anos também segundo regiões então a gente tinha 12,5 por cento de baixo peso entre crianças menores de cinco anos é isso reduziu até 2008 para 4,8 uma redução muito grande Quase três vezes né é muito
bem de qualquer maneira a gente ainda guarda uma desigualdade entre as regiões né regiões com clássico histório de menor Desenvolvimento Social desenvolvimento sócio-econômico e estrutural no país tem ainda estão na frente dessa desigualdade né ou seja desse deste Desenvolvimento Infantil então mais uma vez o baixo peso Tem várias coisas que influenciam vários fatores que influenciam nisso mas alimentação definitivamente é um deles tá então isso aqui é um espelho dessa questão do e essa mudança né Desse shift dessa transição nutricional bom então vamos fazer uma pausa nesses dados agora para a gente discutir umas coisas importantes
então primeira coisa discutir é que a desnutrição está desaparecendo no Brasil juntos são infantil principalmente ela é muito importante a desnutrição infantil porque ela acarreta consequências graves para o adulto né como dificuldades cognitivas dificuldades de movimento de trabalho de aprendizado Então essa desnutrição infantil que está desaparecendo é muito importante para o desenvolvimento de uma sociedade saudável né existe uma redução constante Nordeste de estatura também Nordeste de peso que como este problema foram corrigidos como eu tinha comentado antes Eles foram corrigidos com essa melhor distribuição e essa tendência a ao desenvolvimento de forma igualitária em todos
os locais no Brasil é claro que a gente não atende igualdade Mas é isso que foi corrigindo esse problema e a consequência disso para a saúde da população é que você tem como eu falei já eu troquei aí na a ordem é que você tem uma maior chance né expectativa de vida aumenta Então você vai ter mais criança chegando saudáveis a idade adulta e da de produtiva e com isso você garante o desenvolvimento da Nação de forma saudável né então tem uma importância muito grande por quê que a desigualdade entre as regiões porque tem regiões
em que a defasagem era muito maior então a correção vai levar mais tempo para alcançar o estado em que regiões que historicamente são mais envolvidos eu precocemente mas eu aviso ou mais precocemente vivo é já atingiram né então isso é obviamente uma falta de interesse político em vestida de certas regiões questões de acesso e a áreas rurais e etc essa é uma pergunta bônus aqui esse esses dois figuras aqui são destes de peso em 2006 e desce estatura em 2006 perceba que os números são são diferentes aqui nas regiões Nordeste de peso mas não tanto
no entanto no déficit de estatura o número ainda é muito grande na região norte é porque a o deve ser tão grande na região norte Talvez ele não seja tão grande assim como o número mostra o problema é que você tem uma uma faixa recomendada né de estatura para que ser considerado normal e na Região Norte a gente tem uma influência genética muito grande indígena e na população e E com isso Você tem uma estatura menor uma média menor estatural nessa região sem necessariamente isso implicarem em um problema de saúde né É porque realmente a
média estatural é dos nossos indígenas originais EA influência disso as pessoas hoje é faz o que ela seja menor mesmo essa média seja menor então talvez esse número aqui ó de 14,8 por cento de esteja um pouco falseado mas ele está baseado no padrão que é a uniforme para o Brasil e talvez deva ser repensado nessa repensando isso esse número aumente não vai ser tão grande assim tá certo vamos seguir adiante fizemos a falso para discutir essa primeira parte da transição nutricional que essa correção do défice Desenvolvimento Infantil que a parte boa da transição nutricional
Vamos agora para a parte ruim então a paz e o aspecto ruim devemos é que começa a surgir na população é um novo problema de saúde pública né saúde coletiva que é o binômio sobrepeso e obesidade então a gente começa a terça essa questão séries históricas muito curtinhos né um triênio apenas 2006/2008 mas a gente já consegue ver aumento por exemplo na obesidade Ah e eu não essas de peso tarde estabilizado nesse triênio por um acaso tá é aqui também a gente pode ver a e aqui eu não lembro se é obesidade ou você é
é obesidade Desculpa então aqui a obesidade mas dividido separado entre mulheres e homens então a gente tem o aumento nesse triênio da obesidade nas entre as mulheres e na obesidade entre os homens vendo a gente ver consegue ter uma pequena diferença é nesse treino em particular um aumento maior entre as mulheres do que entre os homens mas é só nesse triênio né bom essa figura ficou muito para baixo né mas tudo bem Dá para ver é a gente consegue ver aqui também a incidência de obesidade na população segundo faixas etárias é muito interessante de se
ver é inclusive / por gênero masculino feminino isso é muito interessante porque a gente pode ver por exemplo que a incidência de obesidade no homem tá mais é nessa faixa Central aqui de 45 a 54 e na mulher tá concentrada nessa faixa um pouco mais adiante de 55 a 64 tá vendo Então a gente tem um pico aqui nessa região etária para mulher e nessa região etária para o homem né eu digo região porque tá englobando várias faixas aqui nessa nessa tabela tá e eu acho esse dado muito interessante mas o mais interessante dessa tabela
inteira para mim é o a correlação com anos de escolaridade Então se a gente for olhar o total Independente de ser homem ou mulher a gente vai ver que é a obesidade se concentra no grupo populacional cujos que tem menos anos de escolaridade vocês disseram oito anos de escolaridade os Tem quinze por cento 91110 por cento bom então isso é impressionante né porque a esse binômio sobrepeso obesidade como problema de saúde coletiva no Brasil e isso acontece em muitos outros países Mas vamos focar no Brasil mostra que existe uma correlação com com a situação socioeconômica
né É porque ano a escolaridade num país como o Brasil tá associado à o desenvolvimento econômico macro e micro seja uma família também e com isso a gente tem uma associação também com incidência de sobrepeso obesidade então trataram sobre a questão do sobrepeso e da obesidade que são fatores de risco para o monte de de doenças que matam muito hoje em dia então tratar isso focar nisso como interesse de saúde pública é uma questão de justiça social É né você vai por quê Porque você vai estar agindo muito mais sobre a população mais carente economicamente
e os números mostram isso para gente tá Então essa é a parte mais obscura né do da transição nutricional vamos fazer de novo a pausa para analisar Então vamos analisar e discutir aqui ao mesmo tempo então o binômio sobrepeso obesidade como problema de saúde pública surgindo nessa transição epidemiológica e surgindo vindo com essa transição nutricional né É porque que o número em crianças é tão importante esse aqui ó essa mapinha aqui tá mostrando a distribuição percentual de crianças menores de 5 anos com excesso de peso é aquela altura então ele pega esse sim sou o
seguinte você mede a altura da criança então naquela altura ou deveria ter um peso dentro aquela faixa Então você tá acima é considerado excesso de peso para altura Tá certo então 2ª região também de 2006 ela melhor série daquelas figuras que eu mostrei antes né do mapa então primeira coisa que a gente vê o dado Nacional 6,6 tá o e segundo a gente vê que existe uma desigualdade distribuição Então vamos lá Primeiro vamos dessa vez eu vou seguir a ordem dos itens por quê que esse número é importante em criança é porque o fato de
você tem excesso de peso em crianças abaixo de 5 anos o sobrepeso EA obesidade que são fatores de risco para as doenças que mais matam significa que você está adicionando esse rito esse fator de risco desde o início da vida da pessoa e que Isso vai tornar aquele fator de risco ai ainda mais importante na vida daquele indivíduo né se é como se você quisesse dizer assim que olhando na infância e se a presença de fatores de risco na infância você tá dizendo com grave a incidência dessas doenças naquela população vai ser no futuro né
se você tá melhorando ou não esse problema de saúde pública ok e por que que a desigualdade entre as regiões Olha aqui que coisa interessante você reparou que é isso é pergunta bom no já é porque que existe desigualdade entre as regiões é porque oferta calórica aumentou nas regiões mais nas regiões que são mais desenvolvidas vamos falar disso já já segura aí essa informação mas hoje enquanto a outra segura aí na sua cabeça antes eu queria falar dessa média Nacional essa média Nacional esconde um dado da transição demográfica se você não sabe o que é
isso procura aí na no meu canal o vídeo sobre transição demográfica tá porque que esconde um dado da transição demográfica é o seguinte é a média no Brasil é 6,6 por cento Aí você olha aqui no mapa aí você pensa em 5,26 17 6,7 8,8 Poxa somente um dever de ser maior não ainda mais se a gente considerar que as regiões Sul e Sudeste são as mais populosas do país devia puxar essa média mais para o alto né eu puxar mais aqui para 77 pouco só não acha porque que essa média tá mais baixa do
que a gente do que parece que ela deveria ser então aí vem a relação com a transição demográfica a nossa pirâmide etária da pirâmide demográfica às vezes chamado de pirâmide etária ela mostra para a gente que as regiões menos desenvolvidas do Brasil nordestes o norte e Sudoeste Elas têm ainda uma base muito larga ou seja você tem uma população jovem muito grande ao contrário das regiões mais desenvolvidas Sudeste e Sul que tem a pirâmide etária já com estreitamento da base ou seja a natalidade e fecundidade são menores região por isso a a população mais jovem
representa pouco nessa população toda a toda nesse caso da Silva uma região da outra Então apesar da população ser maior nessas regiões em termos de Brasil comparado com as outras regiões a população jovem e de crianças abaixo de cinco anos que é o que está sendo mostrado nesse mapa Ela é maior nessas regiões aqui por isso que eles elas puxam a média mais por perto delas ou seja de valores mais baixo tá é muito bem vamos pergunta bônus e com aquilo que vocês guardaram na cabeça Qual a relação entre essa desigualdade regional e o a
correção de Déficit então vocês viram que a correção de deste a gente tinha indo defeats maiores nas regiões norte e Nordeste não é tanto estatura encontre peso mas para o sobrepeso EA obesidade a gente tem mais ou menos uma inversão desse cenário dessa desigualdade por quê que isso aconteceu só aconteceu porque você tem uma mais urbanização e mudança de estilo de vida nessas regiões aqui do que nessas regiões aqui né claro a gente não pode levar em consideração as grandes cidades daqui do norte nordeste centro-oeste porque elas têm um perfil populacional muito parecido com o
perfil dessas regiões no entanto as cidades menos desenvolvidas aqui o digamos assim um atraso nessa nessa transição nessa tanto na transição demográfica conta na transição nutricional e na própria transição epidemiológica né então a gente tem uma inversão na sua aqui e aí eu vou falar no fechamento dessa aula eu vou voltar nessa história aí tá bom tudo isso leva aqui a várias conclusões importantes que a gente pode tirar disso tudo que a gente viu até agora primeiro o desaparecimento da daquela forma de desnutrição grave e aguda que geravam um alto índice de mortalidade na população
na está sumindo da população segundo é o seguinte como a as doenças infecciosas parasitárias Hoje em dia a gente resolve isso mais facilmente a junção grande problema de saúde pública a gente teve uma outra consequência interessante disso que é o seguinte pessoas convalescendo em tratamento longo de uma infecção o várias infecções repetidas elas tinham um quadro chamado de Marajo nutricional que está associado a convalescença dessas doenças infecciosas né de duração prolongada tratamento longo e tal ou repetidos né então o que que é esse mar é uma pessoa perde o apetite E com isso as alimenta
pouco então com você combatendo essas doenças infecciosas você vai tirando esse Marajo nutricional que acabava se revertendo numa não desce desenvolvimento né então agora esse déficit mundo desenvolvimento que vinha desse Marajo nutricional também das desaparecendo é por tabela né digamos assim a gente tem uma correção do défice Desenvolvimento Infantil a gente tem o surgimento do binômio sobrepeso e obesidade em escala populacional e da onde vem isso e essa coisa do sobrepeso e obesidade isso vem de vários fatores e isso é muito discutido hoje em dia isso pode ser fruto de uma colonização cultural quer dizer
a gente absorvendo uma cultura nutricional que não é Nossa e elevando a gente a esse é esse esse binômio né de sobrepeso obesidade Isso é uma consequência daí pela organização aí pela organização trouxe um problema grave por vários problemas para a população resolveu muita coisa mas a hiper não organização mais a enterro banização trouxe vários problemas um deles é a falta de tempo das pessoas então o tempo para você fazer uma refeição se alimentar e se dedicar a alimentação ou seja cozinhar escolher bem os alimentos é isso faz com que você então recorrer a alimentos
prontos que contém muitos ultra-processados e que são é notório ski conhecidos fatores de risco à saúde e em que induzem também a ao sobrepeso ou obesidade isso pode ter a ver com a superpopulação quer dizer a distribuição de alimentos frescos e o incentivo ao preparo lento da das refeições da alimentação em casa foi se tornando impossível para locais superpopulosos fazendo com que você tem uma indústria de serviços e fornecimento de alimentos superprocessados prospere muito mais do que torna tudo mais ágil e que e que Garanta a alimentação de todos naquele local superpopuloso tem vários fatores
a serem discutidos aí né no outro vídeo aqui do canal que a gente fala sobre essas questões a estes fatores as causas externas né vídeo de morte principalmente que tem a ver muito a ver com superpopulação hiper urbanização talvez a gente volte nesse nesse assunto nesse nessa vídeo aula e aí o que isso tudo isso resulta em que no final das contas em termos de epidemiológicos temos de saúde populacional Maurício resulta no aumento da incidência dessas doenças que tem a obesidade eo sobrepeso como fator de risco por exemplo derrame e nessa obesidade e sobrepeso é
só outras coisas que é de vende isso né É e a cortou segura e cortou isso aqui é são doenças coronarianas desculpem o corte aqui da figura viu é são doenças cardíacas né coronarianas São Miguel nesse gráfica só de infarto no meu carro aqui tá dividido por regiões tem o a linha do Brasil Médio Mas também está dividido por regiões estão você pode ver que todas as regiões avançaram quer dizer que eu bote mais irmãs de avanço né tiveram aumento no percentual né como causa de morte infarto a taxa de mortalidade por doenças isquêmicas do
coração então Mais uma vez você vê uma desigualdade distribuição Ou seja é isso isso mal isso que vocês estão vendo aí é transição epidemiológica Ou seja você consegue ver o avanço mais rápido da transição epidemiológica nas regiões de maior classicamente maior desenvolvimento né então Sudeste Sul né em comparação com o nordeste norte e centro-oeste tá é mais ou menos o que eu tinha mostrado antes só que agora específico ou doença isquêmica do coração é bom aqui de começa com os números bem interessantes aqui foi tirado do World Health Risk que é que é o que
é feito pelo menos é o MS e mostra a incidência dos dos fatores de risco na população mundial a população global e é e aqui são os fatores de risco o mais importante ou seja aqueles que estão mais Associados com as doenças que mais matam Tá bom então ele aqui são fatores de riscos Associados à morte a sociedade Associados à mortalidade tá então a gente tem é [Música] e ele tá / status econômico do país tá então países com um alto status econômico médio ou baixo tá bom então a gente vê Quais são os principais
fatores aqui é hipertensão é tabagismo e é alto índice glicêmico a Inatividade física e sobrepeso EA obesidade são os cinco primeiros logo depois deles a gente tem alto colesterol sexo não seguro abuso de álcool aqui tá uso de algumas o correto seria abuso de álcool é sou esta subtexto infantil tá Ou seja é peso aquele que eu tinha mostrado pra vocês né peso muito baixo infantil é inalação de fumaça se tem a ver com questões industriais é a água não segura né água contaminada falta de saneamento e higiene tá muito bem Olha só que coisa
interessante né se esse gráfico os cinco primeiros né até o sexto aqui a gente tem uma distribuição entre os países de baixa renda média renda e alta renda relativamente parecido tá vendo ó alta média e baixa renda olha aqui para todos os seis primeiros ok é mas temos bem desiguais por exemplo sexo não seguro que tem a ver com educação praticamente não existe em países de alta renda bom então você vê que a distribuição é desigual nesse caso aqui abuso de álcool a mesma coisa é baixo peso infantil A mesma coisa é acesso à água
tratada água segura nessa alinhamento higiene também completamente desigual nem aparece país nesses três aqui nem aparece eles não são fatores mais em países de alta renda Então existe uma questão de Justiça socioeconômica acontecendo aqui sim tá mas de um modo geral a gente tem os seis primeiros acontecendo forma igual entre em todos os países Ah tá tá tchau vê se eu não perdi nada aqui então no final das contas é uma questão de uma mudança cultural né que tá afetando a saúde da população é porque então a gente chama isso doença silenciosa ou doença causada
pelo próprio homem olha aqui porque os fatores discussão alta pressão que tem a ver com hábitos e cultura o uso o tabagismo né que é hábito e cultura é a Glicemia alta que em grande parte é hábito e cultura inatividade física que abre que cultura sobrepeso obesidade que está relacionado com hábitos e cultura da população colesterol alto também é abuso de álcool também sexo não Seguro também está entendendo agora onde é que a gente queria chegar com isso então o que que mais causa do Ah tá Quais são as doenças que mais matam hoje em
dia essas e quais são os fatores de risco para estas doenças que mais matam são coisas relacionadas ao hábito das pessoas a cultura da sociedade tá depois vocês podem causar esse vídeo para olhar mais atentamente eu vou já finalizar esse é a mesma coisa só que agora tá mais separado né que é Mundial que é o mesmo quem tinha visto antes nós vamos ao tabela a invenção forma geográfico e aqui nesses outros quadrantes está separado por o renda do país né então em países de baixa renda alta renda e média renda ou se vê que
tem algumas alterações aqui as alterações marcantes mais marcantes são em países de baixa renda você tem lá em primeiro lugar o baixo peso infantil sexo não seguro e o acesso à água de qualidade e saneamento e higiene Tá bom então o que eu queria mostrar para vocês nessa aula é que a nutricional ela vem Principalmente uma mudança de hábitos mas também vende um desenvolvimento geral dos países que levou a uma melhor distribuição e acesso à alimentação que corrigiu deste E aí melhorou uma questão de saúde em vários países em muitos por todos os países né
quase todos e Mas ele também vem com uma mudança cultural é e no hábito alimentar que está relacionado com questões muito modernas daí pela urbanização e da superpopulação Mas também como a questão Possivelmente cultural mais relacionada à colonialismo cultural e essas coisas que a gente não precisa ter bater aqui mas isso tem também uma relação com uma situação socioeconômica seja do país como um todo seja de famílias ou grupos populacionais dentro de uma grande população de um país e isso a gente viu aqui nesses últimos números Tá eu espero que vocês tenham aproveitar a aula
e que vocês possam jogo me colocar aqui que vocês possam usar esses dados para refletir sobre essas que estão estão acontecendo e pode até a servir como não só como conteúdo né acadêmico Mas que sirva também para gente pensar nos nossos hábitos e como isso está nos matando né nosso população e nós mesmo pra gente repensar esses nossos hábitos e dentro do possível a gente tentar retrans formá-los para hábitos de um modo geral uma cultura mais saudável alimentar e em relação a nossa saúde tá então espero vocês tenham gostado um abraço para vocês a gente
se vê no próximo vídeo