Então vamos lá Continuar não é na parte 4 aí do das nossas aulas sobre o protocolo de óbito materno e nós estamos falando sobre a codificação de mortes maternas indiretas quer dizer aqueles óbitos que são em óbitos maternos declarados o médico informou que essa mulher estava no ciclo gravídico pueperal mas que a causa básica não é uma causa básica específica do ciclo grave de corporal que é uma doença que acomete a população de forma geral e não apenas as mulheres que estão grávidas que foram ganhar neném ou então que estão no puerpério Então vamos continuar aí com os exemplos esse aqui o campo 37 preenchido o médico mencionou que a mulher estava grávida gripe H1N1 vocêpticemia insuficiência respiratória e além de colocar no campo 37 na parte 2 da declaração de óbito médico ainda especificou ele falou que ela estava no oitavo mês de gravidez então inicialmente você vai colocar todos os códigos e selecionar a causa básica desconsiderando a informação aí do óbito materno porque porque esse código em o você só vai colocar na frente da linha da causa básica só apenas na causa básica vai esse código em o Então vamos lá uma gripe H1N1 pode levar uma sepse pode que pode levar uma insuficiência respiratória também então vai ser um óbito materno declarado indireto então a minha causa básica É j09 mas j09 não dá nenhuma informação de que esse óbito é materno então eu vou na tabela em que eu tenho a correlação do ano 98 ponto traço e o a99. 3 de acordo com o tipo de doença ou tipo de agravo que eu selecionei como minha causa básica então quando você consulta lá o código é o 99. 5 que fica na frente não é desse da linha por causa básica então percebam que apenas a linha da causa básica tem o código em o e que vai se tornar a causa básica dessa declaração de óbito a mas quando eu vou ter que tirar esse código apenas se depois da investigação ou ver a confirmação de que não foi um óbito materno quando você descarta o óbito materno se confirmar vai se manter esse código Lembrando que além da investigação do óbito materno e relacionada com essa a investigação da gripe porque essa é uma doença de notificação compulsória então é preciso também verificar se essa mesma mulher tem uma notificação no sinan relacionada com gripe A porque porque senão houver é preciso fazer uma notificação lá e Lembrando que neste caso a combinação da notificação do sinan da investigação do agravo da gripe com a investigação do óbito materno primeiro para definir se foi realmente a gripe e confirmar se realmente foi um óbito materno então no caso dos óbitos maternos nós temos três intervalos importantes da gravidez até 42 dias após o parto nós temos os óbitos que entram na razão de mortalidade materna que diz a razão pela qual as mulheres que estão no ciclo gravídico puerperal morrem em determinado território de saúde de 43 dias até um ano é a morte materna tardia e que a partir de 43 dias ela já não entra na razão de mortalidade materna então apenas da gravidez até 42 dias que você tem a inclusão desses óbitos na razão de mortalidade de materna existem aí diversos questionamentos técnicos inclusive de que se isso realmente é o mais adequado não é lembrando que o que que muitos desses óbitos né dessas mortes maternas tardias e das sequelas são importantes e eles não se refletem na razão de mortalidade materna existem esses questionamentos essas conversas mas até o momento Essa re que entra para a razão de mortalidade materna junto com o Ministério da Saúde não foi modificado Então até esse momento até uma próxima alteração a razão de ponto qualidade materna do seu município do seu território da sua Regional ela é apenas para aqueles óbitos né que aconteceram durante a gravidez e até 42 dias depois do parto a morte materna tardia o código dela é o 96 e é do intervalo de 43 dias até menos de um ano então quer dizer até 364 dias porque de um ano para frente vai ser o quê vai ser sequela de morte obstétrica o código é o or97 e também não entra na razão de mortalidade materna então repetindo que esse espaçamento e o que é em cada um é muito importante para que para que você possa definir qual o código porque vamos supor é uma morte materna tardia e você confunde você coloca um código de sequela Então você coloca um código como se fosse uma morte materna direta é que vai entrar na razão de mortalidade materna então da gravidez do momento do Resultado positivo se essa mulher morreu até 42 dias depois do parto esses óbitos entram na razão de mortalidade materna de 43 dias até menos de um ano o código é o ano 96 é a morte materna tardia e ela não entra na razão de mortalidade materna e com mais de um ano que aconteceu com mais de um ano do parto né que aconteceu o parto você tem a sequela de causa obstétrica que o código é o ó 97 e que também não entra na razão de mortalidade materna e aqui tem uma imagem da tabela da lista de condições que complicam a gravidez e qual o código que vai ser usado imortalidade né então que na primeira coluna aí os códigos né a b c d e vai indo são o que é o código da causa básica que não é específica do ciclo gravídico corporal por isso é uma morte materna indireta que você identificou aplicando as regras de seleção e modificação naquela declaração de óbito e na coluna a esquerda você tem o código respectivo em o então um exemplo né se você tem aí é a informação de que a causa básica está no intervalo de 20 a 99 a sua causa básica em o vai ser ó 99.
4 certo então quer dizer você vai achar nessa primeira aqui o código da sua causa básica então primeiro você tem que codificar tudo na declaração de óbito você tem que achar a causa básica e só depois que você achou a causa básica você vai poder conferir nesses códigos aqui e Identificar qual o código em o que você vai colocar antes desse código da causa básica indireta da Morte indireta e aí você ter a obtenção da causa básica final que vai ser em ó certo E aí nós temos a questão da recodificação do óbito materno posterior a investigação porque porque em todos esses óbitos em todas essas questões não é que nós estamos falando até agora qual que foi a regra Olha você vai codificar declaração de óbito original considerar que é materno de acordo com as características de acordo com as orientações e depois da investigação é que vai haver a confirmação se é ou não óbito materno se for óbito materno você mantém se não for você tira esse código E aí como é que você vai recodificar o óbito materno depois da investigação se na investigação for constatado que a gravidez não teve participação no agravamento daquela doença pré-existente considerando que ela já estava em um estágio avançado né E que o estado gravídico pueperal não interferiu no desfecho o óbito pode ser descartado como óbito materno né E afecção vai ser codificada somente no seu respectivo Capítulo e o que você tira o código em o E aí um exemplo antes da investigação né então quer dizer essa do original como ela chegou para você o médico mencionou no campo 37 que essa mulher morreu na gravidez então ele é um óbito materno declarado quando você olha os códigos na declaração de óbito você vê que não tem nenhuma causa que ela é específica do ciclo gravídico corporal a pessoa não tem que estar grávida para poder ter um aneurisma para poder ter uma hemorragia cerebral ou uma hipertensão intracraniana Então ela é uma morte materna declarada indireta você vai ter que usar os dois códigos você vai ter que consultar aquela listinha que eu mostrei no slide anterior mas para isso primeiro você precisa antes selecionar sua causa básica para poder identificar lá na tabela lá na lista Qual é o código em o que você vai colocar Então vamos lá uma aneurisma cerebral pode levar hemorragia cerebral sim o aneurisma né que é o que o que que é o aneurisma ele é o processo em que essa veia essa artéria nesse caso no cérebro ela começa por uma série de questões ela começa a afinar essa parede E aí ao afinar não é essa essa artéria essa vela começa a tentar compensar e ela vai aumentando aumentando Quanto mais ela aumenta essa espessura mais fina ela fica e chega um momento que ela história Então esse é neurisma arroto né que a gente chama aqui eu não sei se ele tá arroto ou não é justamente isso não é isso pode levar uma hemorragia cerebral pode porque eu não quando ele rompe Quando Ele estoura o que que acontece esse sangue extravasa dentro do cérebro uma hemorragia cerebral pode levar uma hipertensão intracraniana sim porque porque no cérebro não existe espaço para nada além do que já tá lá determinado não há espaço no cérebro Então quando você tem esses vazamento de sangue essa hemorragia isso vai aumentar a pressão dentro do cérebro porque porque não tem espaço para aquele sangue que está circulando isso pode evoluir para o coma pode evoluir para o coma né sem nenhum problema você tem que o que por princípio geral a sua causa básica foi o quê foi o aneurisma cerebral certo então você vai o que lá na tabela né que nós mostramos no último slide você vai conferir o intervalo que está o i67. 1 e vai pegar o código em o relacionado que vai ser o ó 99. 4 esse é o 99.
4 vai ficar na frente porque porque o sistema o sim o sistema de informação de mortalidade ele pega o código que está na frente o código que está em primeiro lugar então como ele pega o código está em primeiro lugar o código em o que vai você vai falar que esse óbito foi um óbito materno indireto ele tem que vir na frente então você coloca o o 99. 4 na frente e a sua causa básica se torna o ano 99. 4 isso na sua bo original você não sabe nada não foi feito investigação nada a mulher faleceu e chegou a declaração de óbito para você codificar aí isso vai para investigação né na investigação o que que o que que constatou constatou-se que a gravidez não teve participação no agravamento da doença pré-existente nesse aneurisma que a pessoa que a mulher tinha na cabeça e esse óbito deverá ser descartado como óbito materno e afecção será codificada somente no seu respectivo Capítulo Aí percebo vai se tornar um óbito não obstétrico então a mulher estava grávida sim mas ele não é um óbito obstétrico ele não é um óbito materno não é declarar apesar de ser declarado ele não vai ser entendido como um óbito materno ele não vai entrar para razão de mortalidade materna daquele Local E aqui onde estava o ano 99.
4 ele é retirado e se mantém apenas os 67. 1 que se torna a causa básica final E aí nós temos o que nós temos os óbitos maternos Associados à causas externas que estão se tornando aí infelizmente não é cada vez mais comuns cada vez mais constantes existem casos em que um óbito por causa externo pode ser considerado também um óbito materno são chamados os óbitos maternos Associados a causas externas e que não entram na razão de mortalidade materna aí você pode se perguntar mas mesmo se essa mulher tiver do período da gravidez até 42 dias depois do parto sim porque porque nessa nessa declaração nessas declarações de óbito a causa básica nunca vai ser o a causa básica sempre vai ser a causa externa então por isso que eles não entram na razão de mortalidade materna quando há vinculação de que aquela causa externa foi em decorrência do ciclo gravídico e por isso aquela mulher foi morta Você tem o ano 93 mas ele é um código marcador quer dizer ele nunca vai ser selecionado em nenhum momento como causa básica então por isso que esses códigos Apesar esses óbitos apesar de serem entendidos em diversas situações como maternos porque porque essa mulher foi morta essa mulher acidentou essa mulher cometeu suicídio porque ela estava grávida apesar disso eles não entram na razão de mortalidade materna do local todo óbito por causa externa envolvendo mulheres fértil ele deve ser investigado quanto a sua ocorrência durante o ciclo gravídico puerperal os casos positivos né quer dizer aconteceu realmente durante o ciclo gravídico puerperal e ela faleceu por uma causa externa esses casos positivos devem ser avaliados quanto à sua classificação como o óbito materno ou não então quer dizer vai ver aquela mulher ok Ela morreu de causa externa mas ela tava no circo gravidez com corporal ou na gravidez ou no parto ou no puerpério E aí a questão desses casos que são positivos é o que confirmar se realmente ele foi um óbito materno quer dizer confirmar se realmente você tem um nexo causal entre aquela causa externa aquele acidente aquela violência com o fato de que ela estava no ciclo gravídico pueperal Mas mesmo que esses óbitos sejam classificados como óbitos maternos a causa básica será a causa externa então é preciso que você fixe isso que você grave isso na sua cabeça não importa mesmo se um óbito por causa externa for confirmado como o óbito materno necessariamente a causa básica vai ser a causa externa nunca em tempo algum e de forma nenhuma será aí o óbito materno certo na mesma linha após o código da causa externa vai ser informado o código a93. Se você conferir aí no seu Cid no Volume 1 você vai ver que não existe o código a93 na sede porque porque é um código marcador que foi criado de forma posterior então está no seu material mas não está na sede e aí percebam a questão justamente do protocolo porque porque a Cid ela não tinha nenhum tipo de código para marcar uma declaração de óbito e falar que aquela mulher que aquilo foi um óbito materno mas a mulher morreu de uma causa externa então Esses códigos Eles foram criados pela Organização Mundial de saúde e que incluídos no protocolo porque não cabia essa modificação essa inclusão dentro da city certo então na mesma linha dessa causa básica dessa causa externa vai ser colocado o código on93 ou 93.
0 até o 93.