[Música] Quando recebemos uma pessoa muito querida em nossa casa, procuramos oferecer a ela todas as condições para que se sinta bem, para que fique à vontade, tenha conforto e suas necessidades sejam atendidas. Não apenas dizemos sinta-se em casa, mas tomamos todas as providências práticas para que isso realmente aconteça. É exatamente assim que precisamos receber as pessoas na igreja.
Se em nossa casa tomamos cuidado para não constranger nossos convidados, encontramos maneiras agradáveis para transmitir as regras da casa, também precisamos ter esses cuidados com os convidados que recebemos na igreja. A casa de Deus é sua também, pois você faz parte da família. Deus quer capacitá-lo a ser o melhor anfitrião, transmitindo o seu amor a todos os convidados que chegam.
O seu sorriso, sua maneira de vestir, de falar, todas as suas atitudes irão dizer: "Sinta-se em casa". Agora vamos à nossa igreja experimental para observar alguns cuidados importantes. [Música] Obrigada, irmão, pelas notícias das missões.
Teremos agora uma mensagem musical para as visitas, mas antes eu peço que as visitas se coloquem em pé e digam seu nome e de onde estão vindo. Daniel de São Paulo. Eu também sou de São Paulo e meu nome é Jaqueline.
Sejam bem-vindos, Daniel e Jaqueline. Mais alguém? Você.
Você de rosa também é visita. Então se coloque de pé e diga seu nome. Meu nome é Vív.
Desculpa. Como? Seja bem-vinda, Vilian.
Vivian. É Vivian. Desculpa.
Seja bem-vinda, Vivian. Eu peço as pessoas que estão próximas que cumprimentem as visitas e teremos então a mensagem musical dedicada a vocês. [Música] Você que se sente pequeno, dirija seus olhos a Deus.
Não deixe que sombras o envolvam. [Música] Será que essa moça sentiuse-se constrangida, Jaime? Ah, só um pouquinho.
Mas por quê? A situação de aqueles que são mais tímidos preferem ficar no escuro, né? E quando a gente os expõe publicamente, a gente os intimida.
É, nós tínhamos ali dois duas situações diferentes, né, pastor? Um casal de amigos visitantes e a Vivian, que também era uma amiga visitante. O casal não ficou constrangido, mas com a Vivian foi diferente.
Eu acho muito constrangedor a gente pedir pra visita ficar em pé. Ela mesmo as pessoas que aparentemente se sentem bem, elas já estão sentindo um peixe fora d'água ali. Então você ainda fazer a pessoa ficar de pé e falar o nome é muito difícil, muito constrangedor.
Mas a gente percebe, Tatiana, que a líder da Escola Sabatina, a condutora, a pessoa que estava ali apresentando e pedindo que as visitas ficassem em pé, ela não fez isso de propósito e a intenção não era constranger. E muitas vezes a gente age assim, sem querer constranger. É, realmente.
olhando ali, falei assim: "Nossa, não sabia que isso estava tão errado, porque normalmente a gente faz isso mesmo. É um costume, talvez um costume errado da nossa igreja, mas a gente pede para que a pessoa se coloque em pé, para que os outros possam ver que tem uma pessoa eh nova ali com a gente para que possam, né, talvez chegar mais perto, dar um abraço, alguma coisa assim. Mas é complicado porque ela não quis, né, se expor àela situação, aquela amiga que tava visitando não quis.
Mas mesmo assim a a diretora ali da escola Sab, olha, você é você mesmo de rosa, então você visita, levanta, né? Forçou ela e ela realmente ficou muito constrangida. Eu acho que a gente precisa ter bastante tato realmente nessas situações, porque a pessoa, coitada, já tá ali se sentindo um pouco desconfortável, mesmo que ela seja bem atendida, é um lugar diferente, tudo é novo, então para ela já é tudo um pouco complicado.
Ainda chega e alguém expõe ela de uma forma tão agressiva na realidade, porque força ela a ficar em pé, né? A intenção do sistema. A gente na Escola Sabatina tem valorizado muito a visita e a proposta daquele que dirige é de valorizar a visita.
Só que a gente o faz de uma maneira equivocada que faz mais mal do que bem para nosso amigo visitante, né? É, precisa ver uma tensão entre fazer a pessoa se sentir do grupo. Agora se ela fosse do grupo, ninguém falaria com ela de maneira especial.
Então não é só isso. Eu preciso dar alguma atenção, mas não tanta atenção que a destaque demais do grupo e ela se sinta mal. Então o Espírito Santo vai dar aí essa habilidade que é um dom de Deus.
E a gente precisa orar para Deus dar essa habilidade de atender bem. É, nosso grupo aqui de debate está levantando algumas questões de grande importância. Vamos ver então se os nossos amigos lá da nossa igreja experimental encontraram as soluções tão boas quanto as que nós destacamos aqui.
Vivia, você se importa se o seu nome for mencionado em público quando falarmos dos novos amigos? Ai, eu prefiro que eu não fale meu nome em público. Eu fico um pouco envergonhada, mas só com a sua atenção eu já me sinto à vontade.
OK. tomar esse cuidado. O importante é que você se sinta bem aqui conosco, tá?
Por favor. Obrigada. Obrigada, irmão, pelas notícias das missões.
Estamos muito felizes com a presença de todos vocês, em especial com os novos amigos que nos visitam pela primeira vez. Entre eles o Daniel e a Jaqueline. E a todos vocês que nos alegram com sua presença, dedicamos a mensagem musical.
[Música] Você que se sente pequeno, dirija seus olhos a Deus. Deus, não deixe que sombras o envolvam. E agora, pastor?
Ficou melhor assim? Ah, bem melhor. Aquela garota foi respeitada.
Vivian, né? Vivian. Ela se sentiu respeitada e a gente via no rosto dela a satisfação de de a sua individualidade estar ali protegida, né?
E ela sentiu até aliviada, né? quando citaram o nome do casal e não citaram o dela, Jaime. Exato.
E o casal não foi constrangido a ficar de pé também, né? Para ser alvo dos olhares de todos. É um constrangimento muito grande, né?
Um outro detalhe, Betina, que a gente não tinha visto ainda foi o fato de eles pegarem o nome, perguntarem se poderia ser falado e aí lá na frente pronunciarem o nome daqueles amigos que estavam ali pela primeira vez, daqueles que se sentiram à vontade em ser apresentados. Então esse esse foi um detalhe também importante que eu acho que é importante a gente ter nas nossas igrejas. OK.
Mas nós ainda temos coisas a aprender. Vamos então voltar à nossa igrejinha. Oi, bom sábado.
Oi, feliz sábado. Tudo bem? Eu sou a Ev e a senhora, como é que se chama?
Pâila. Então, dona Pâela, e já que tá ocupadinha aí, eu vou precisar fazer algum formulário para aqui. O seu nome completo, por favor.
Pamela B, né? Vem para cá. Soleta o sobrenome.
B th A gente não pode deixar isso para outra hora. Natália, cuida dela para mim, por favor. Oi, tudo bem?
Qual é seu nome? Lor. Nossa, que nome lindo.
Quantos aninhos você tem? Oito. Oito.
Você quer ir comigo lá numa salinha onde tem amiguinhos para você brincar e uma professora para contar historinha para você? Vamos lá. 216 1 e me cadê minha filha?
É, a Natália levou ela pr uma escolinha de criança. Escolinha? Não.
Cadê minha filha? Eu quero minha filha. Ah, tá vendo?
Você não pode levar minha filha assim sem me senhora. A gente tá entre amigos. Não preciso que amigos.
Amigos. Pede pr m que eu quero ir embora. [Música] É, o desconforto está evidente aqui, né?
Mas onde foi que começou o problema, Tati? Olha, eu acho que foi quando a recepcionista queria que ela desse as informaçõ, não, primeiro pediu para ela preencher, sendo que ela tava com o bebê no colo. Aí ela percebeu que não era possível, falou: "Ah, então vamos preencher".
começou a fazer perguntas. A mãe tava com duas crianças, uma de colo, a outra maiorzinha, que criança não fica parada, a gente sabe disso. E ela querendo que a mulher respondesse ali, desse os dados numa situação que ela tava completamente desconfortável.
Então, precisaria ocorrer o quê? Primeiro atender as necessidades daquela mãe de, de repente, mostrar a escolinha ou pegar uma professora de classe e depois vamos deixar para preencher depois quando a mãe já tiver se acomodada. ou no final do culto ou que tivesse uma diaconisa junto, posso ficar com o seu bebê um pouquinho do lado, né?
Não sair, não sumir com a criança, porque é a primeira vez que a que a moça chega à igreja e de repente ela olha pro lado e a filha não tá e a moça fala: "Ah, ela foi ali, a moça foi levá-la ali na escolinha, ela vai saber que tem escolinha, o que que é? " Então, precisa tomar cuidado com essas coisas, né? Jaime, faltou sensibilidade da recepcionista, faltou percepção.
Aos olhos da recepcionista, o trabalho dela era o mais importante, anotar, ter os dados, ter as informações e não a percepção da necessidade de quem estava ali diante dela, né? No momento em que ela priorizou aquilo, a pessoa se sentiu eh deixada de lado ou até usada. Querem os meus dados para quê, né?
Uhum. É, não ficou muito claro, pastor Marcos, para que que seriam utilizados aqueles dados todos? Pois é, eu mesmo não gosto de fornecer e-mail porque não sei que uso as pessoas vão fazer desse e-mail.
Eu recebo tanto lixo eletrônico na na minha caixa de e-mails, então, quem sabe deve se eh dar o papel e a pessoa escolhe se coloca ou não o e-mail. A gente pode dizer que essa situação foi um desastre. É, realmente.
E e a gente precisa tomar cuidado também, como por exemplo, ela viu ali a a recepcionista viu que tava complicado, porque a menina que ficava andando, então ela chamou a outra recepcionista para que ficasse com a garotinha. Só que ela convidou a garotinha para ir até uma classe, onde tinham crianças da mesma idade, mas esqueceu do principal de perguntar pra mãe se a menina poderia ir, porque a menina pequena, não pode decidir sair sem perguntar pra mãe. Então esse foi um outro erro que teve ali naquela recepção, que levou a criança sem perguntar à mãe se a mãe autorizaria que a criança fosse levada até essa classe, né?
É, tem algumas regras básicas aqui que a gente precisa deixar um pouquinho claro, né? A primeira é atender a necessidade de quem tá chegando, né? A mãe tava com a criança no colo, não poderia responder o que ela tava pedindo.
Então, atender essa mãe de de maneira imediata. A segunda é isso que a Tati falou, né? Que a criança não pode sair de perto da mãe já sem que a mãe seja consultada.
E se a mãe questiona, nós temos que dar razão à mãe, né? Eu vou providenciar, esclarecer e não querer desfazer da preocupação da mãe. Podemos minizar o problema.
É aquele é aquele assunto. Nós temos uma regra geral que a gente deve procurar seguir. A classe dos amigos visitantes, as crianças na escola sabatina delas.
Essa é a regra geral, mas temos que respeitar o gosto do visitante. A isca tem que ser do gosto do peixe. Exatamente.
São algumas regrinhas que a gente não pode deixar passar, né? A gente pode ser útil a Deus em qualquer idade, porque quando Deus nos capacita, nós temos condições de fazer um bom trabalho. Vamos ver como eles resolveram essa questão.
[Música] Oi, tudo bem? Oi, feliz sábado. Sej bem-vindas.
Qual é seu nome? Lorane. Locane.
Nossa, que nome bonito. Quantos aninhos você tem, Loran? Oito.
Oito. Muito bem. Então, eu sou a Evelyn e essa daqui é a Natália.
E a gente tá aqui principalmente para cuidar do bem-estar de todos vocês. É a primeira vez que você vem aqui? Sim, é a primeira vez.
Como você chama? Pâela. Mas acho que eu não vou ficar muito tempo porque as crianças não ficam muito quietinhas.
Ah, imagina. Aqui na igreja temos a escolinha. Lá tem professoras, onde tem música, histórias, várias atividades.
Se você quiser ir lá conhecer, ver como tudo funciona, sinta-se à vontade. Ou se preferir, nós podemos levar as crianças. Não, eu quero ir porque eu quero conhecer.
Ah, então tá bom. Júlia, pode acompanhá-las, por favor? Sejam bem-vindas.
[Música] E agora, pastor Marcos, como as nossas jovens recepcionistas se saíram? Nota 100. Resolver o problema.
Olha, um detalhe, Betina, é o seguinte. A gente vê que não só não precisam ser só adultos que podem estar ali na recepção da igreja. Jovens podem trabalhar também aí tanto estando dentro da igreja, quando quando alguém sentado do lado, alguém que tá, né, visitando um amigo e ali na porta também, né, isso é bastante importante para que a igreja como um todo se envolva e os jovens não pensam, não, isso aí é coisa de adulto, é coisa da irmã que é diaconiza, não, isso é o trabalho da igreja toda, né?
É, podem e devem fazer um belo trabalho, né, Jai? Porque ali elas incluíram aquela família, né? Mostraram pra mãe o que era a escolinha, aonde elas iriam levar as crianças e convidaram para que a mãe fosse conhecer o trabalho, proporcionando pra mãe toda a segurança e todo o conforto.
Ela temia que não houvesse ambiente paraas suas crianças e se sentiu feliz por ter um espaço apropriado, né? Nós temos que eh imaginar que a pessoa que está vindo a primeira vez não tem noção de nada. Então, precisamos dar detalhes, precisamos fornecer essa informação e elas explicaram que é a classe das crianças.
Foi muito bom. É, essa é uma boa meta a gente buscar na receptividade da igreja. Nós vamos agora continuar observando.
Há mais coisas a aprender e a trabalhar. Vamos ver. Tudo bom?
Já tô com Olá, seja bem-vindo. Muito prazer. Eu sou o Fernando.
Prazer. Oi, princesa. É um prazer tê-los aqui conosco na casa de Deus.
Escada só um pouquinho. Vamos conversar com rapaz. Só um pouquinho, só um pouquinho.
Nós temos aqui um cartão onde o amigo pode deixar um pedido especial de oração. Nós estaremos orando pela família. E temos aqui também uma lembrança que vocês podem estar levando pra casa de vocês.
Papai, só um pouquinho, mais um pouquinho. Eu te atendo já. Tá bom.
A vida do Sintam-se muito bem. Obrigado. Fiquem à vontade.
Olha aquela escada. Vamos lá. Vamos, vamos, vamos.
Não, não, não, não dá para subir. A galeria está lotada. Mas nós só vamos um minuto.
Vamos dar uma olhadinha rápido. A gente vai já vai descer. Um minuto só.
Mas a galeria não está pra visita. E eu arrumo três lugares para vocês aqui embaixo, aonde vocês ficaram bem confortáveis para participar do pessoal criança. É rapidinho.
Não vamos fazer, não vamos incomodar ninguém. Por favor, que a nossa casa, eu gostaria que você compreendesse as regras da casa. Nós não podemos abrir exceção.
É, é questão de regulamentos. Gostaria que vocês compreendessem. Deixa.
Então deixa um dia que ela não tiver em casa, tiver viajando, a gente vem aqui adorar a Deus. Não conseguir entrar. Nós vamos lá no shopping.
Lá no shopping tem uma escadaria igual a essa aqui. Você sobe e desce quantas vezes você quiser. Tá bom.
Vamos embora. Até logo. [Música] Eu fiquei incomodada, Tatiana, com essa situação.
Nossa. E eu então? E interessante que assim, não sei se foi proposital ou não, o diácono era, né, de uma idade mais avançada, porque às vezes acontece isso mesmo, né?
Eu como cresci na igreja desde que nasci, meus pais são da igreja, então a gente já ouviu algumas, né, coisas como essa, olha que você não pode e tal, mas eu era da igreja, né, é diferente. Agora chega uma família que está ali, né, vindo conhecer a casa de Deus e você falar que aquele recinto ela não pode entrar. Então, que Deus é esse que tem lugares que eu posso, né, na casa dele entrar e outros que eu não posso conhecer, né?
É uma questão muito complicada. Então, ah, eu não sei se eu quero conhecer esse Deus em que o o Senhor tá falando que eu não posso nem ali olhar porque tá com uma criança e a criança queria subir a escada, né? Mas a gente tem que observar também, de repente esse diácono, pastor Marcos, recebeu uma orientação de não deixar os novos amigos, os novos visitantes subirem pr pra galeria.
Mas daí como trabalhar com essa orientação que ele deve ter recebido. Pois é, eu tava pensando nisso agora, né? Essas regras devem funcionar pros membros e mesmo para membro.
Como que você vai dizer isso? Tem a forma de dizer, né? Como que eu vou dizer de uma maneira simpática?
Pens que me colocar no lugar da outra pessoa. Como ela vai ouvir aquilo que eu vou falar? E parece que o diácono não teve essa preocupação, né?
Existem princípios e existem regras. Uhum. Princípios são inamovíveis, são os critérios de Deus para com a humanidade, mas regras a gente as estabelece em função do bem-estar das pessoas.
E se as regras prejudicam, talvez elas estejam fora de lugar. É, com certeza. E às vezes as pessoas ficam muito rígidas no cumprimento dessas regras e não consegue observar ao redor de assim que as regras são em função das pessoas, né?
Tanto que o que o diácono falou, ele falou assim: "Ai, eu vou encontrar três lugares confortáveis para que vocês fiquem aqui embaixo". Mas a menininha queria subir a escada, eles queriam conhecer. Então, né?
Ele foi indelicado aí nessa situação. É isso mesmo. Quando nós convidamos Cristo para ser nosso líder e amamos as pessoas como irmãos em Cristo, vamos dar as regras a devida importância e transmiti-las como dicas de felicidade.
Acham isso muito difícil? Vejamos então como eles resolveram essa situação. [Música] Olá, tudo bem, irmão?
Olá. Olá, sejam bem-vindos à casa de Deus. Muito prazer.
Eu sou o Fernando. Pai, olha lá, olha lá a escada. Vamos subir.
Espera um pouquinho. Então, espera. Aqui nós temos um cartão.
O amigo poderá escrever um pedido de oração. Olha, você espera só um pouquinho. Você espera mais um pouquinho até a parte aqui.
Só mais um pouquinho. E nós iremos orar com prazer pela família de vocês. Qual é teu nome?
Pra família Giovana. Que menina bonita. Fiquem à vontade.
Eu posso levar uma galeria? Peça pro teu pai. Se ele deixar eu levo.
Tá bom. Sim. Trouxe bem.
Á, esse moço vai me levar na galeria, você deixa. Ah, deixou. Não vai ser encontro com o senhor?
Não vai lhe atrapalhar não. Que que é isso? A galeria está lotada, mas a gente entra com todo cuidado, reverente.
E vocês três podem conhecer a galeria. Só ela, tá bom? Só ela.
Só ela. Então eu vou levar devagarzinho, tá? Não vai correr lá.
Vamos então. Como é o nome da filha de vocês? Giovana.
Muito bonita. Parabéns. A pequena Giovana tem quantos anos?
Tem 7 anos. 7 anos. Que legal.
Aqui na nossa igreja nós temos o departamento infantil. [Música] [Música] Papai, foi muito legal. Você precisava ver.
Você me leva depois do culto? Depois do culto eu te levo, combinado. Tá bom.
Você gostou? Então tá bom. [Música] Foi uma boa solução, Jaime?
maravilhosa. Agora as pessoas se sentiram importantes. O diácono percebeu o interesse da garota e foi flexível, providenciando uma forma de atender a garota na sua expectativa.
E os pais tiveram até a oportunidade de serem informados de mais detalhes a respeito do programa da igreja. Exato. Conhecer um pouquinho mais sobre a igreja, né, Tati?
Exatamente. Mas ele foi delicado, mas nem por isso deixou de expor ali a situação. Ele falou: "Olha, a galeria está cheia, mas de forma reverente eu posso levá-la, levá-los, né, até lá para que vocês conheçam e tudo.
" Então, assim, ele expôs a situação do funcionamento da igreja, mas sem agredir, de forma atenciosa. E os pais, não, tudo bem, pode levar a sua criança que é ela que quer conhecer. Então é, os pais entenderam na hora, né, pastor Marcos?
Eu eh a minha atenção foi levada para o diácono. Acho que ele foi a quem realizou o serviço mais importante. Nem foi tanto a recepção.
Exatamente. Porque existem duas, dois tipos de pessoa contar o serviço e um tipo de pessoas mais nobres. Tem aqueles que só servem quando são chamados e mandados, mas tem aqueles que procuram serviço, vão atrás de serviço, tão tão procurando chance para servir.
E esse foi o caso do diácono. É uma nobreza de caráter isso. OK.
Ainda temos mais uma situação para que a gente possa avaliar. Vamos voltar na igrejinha. E Eliseu lhe perguntou: "O que hei de fazer?
Diz-me o que tu tens em casa. " E ela respondeu: "Tua serva não tem nada. senão uma dia de azeite complexo da história, principalmente na verdade só tem sentiment senhora, é impossível assistir o sermão do pastor com essas crianças enriquetas.
As crianças não ficam muito tempo à igreja sentados. Precisaria ter trazido um brinquedo para elas. Atrás tem um banco reservado para você e crianças como ela.
Seu irmão, você não sabe? Não, não sabia. Vamos embora.
Eu falei que aqui não era lugar de crianças. Vamos embora. Porvor não.
Vamos. Vamos. [Música] Eita, [Música] pastor Marcos, que situação desagradável, hein?
Palavra de Deus diz que nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros. Amor é suportar. Amar é suportar.
Suportai-vos uns aos outros em amor. Se eu não estou disposto a suportar desconforto, eu não amo. Não sou discípulo de Cristo.
Cristo veio para suportar nossos nossa maneira de ser aqui, ser cuspido, etc. Falta amor. É, falta amor.
E a gente percebe também uma outra questão ali, Jaime, que a senhora que é membro da igreja, ela não estava nem um pouco preocupada em ajudar a mãe com as duas crianças. Ela queria eliminar o problema, eliminar o transtorno de vez. Será que ela não teve filhos?
Todos sabemos que as crianças têm uma dificuldade de se concentrar num programa de adultos. Então, a gente tem que ter uma certa tolerância. Se achamos que a criança precisa de alguma distração, como membros, devemos nós providenciar isto e não repreender a mãe pela pelo comportamento das crianças.
É. E a mãe falou uma frase que me chamou atenção. Ela disse pros filhos e eu disse que aqui não era lugar de criança.
Ou seja, a casa de Deus não é lugar de crianças. Tati muito pelo contrário, né? O que Jesus disse?
Deixai vir a mim os pequeninos, porque deles é o reino dos céus. E a gente cativa os pais quando a gente faz o bem a quem? Aos seus filhos, né?
Eu não sou mãe ainda, mas a gente escuta muito isso. Se você faz o bem pro meu filho, você está fazendo bem a mim. E aquela senhora simplesmente disse para aquela mãe: "Olha, você não tem importância nenhuma porque os seus filhos estão atrapalhando, então você também está atrapalhando aqui.
" E foi um erro grave de maneira muito sutil, pediu que ela se retirasse. Pastor, agora, eh eh eu me coloco no lugar dessa senhora também. Às vezes a gente é desafiado mesmo, a paciência, porque tem gente que não tem noção que está na casa de Deus.
Então a gente precisa orar, dizer: "Senhor, Deus, me dá amor". a medida de amor que o senhor teve por mim. E eu como membro também tenho que cuidar dos meus filhos.
É importante, né? Agora ali era visita, é outra história. É, mas não é tão diferente assim, pastor, porque o comportamento se repete com quem são, quem é amigo visitante, com quem já faz parte da casa há bastante tempo.
Jaime, é uma questão de postura de quem está na igreja para com os outros, né? É a falta de amor que o senhor comentou agora a pouco. Como será que eles resolveram essa situação?
Qual será que foi a solução encontrada? Vamos acompanhar e Eliseu perguntou o que de fazer. Diz-me o que tu tens.
Fique à vontade. Você não tem nada. [Música] Não, não, não.
Para, por favor, que eu não vou parar. As pessoas, na verdade só tem um sentimento no seu coração. E o grande desafio para nós é que Deus trabalhe com aquilo que nós reconhecemos, que nós temos.
Se você reconhece que não tem nada, parece que Deus tem pouco trabalhar com você. No entanto, quando você trabalha, o espírito para para crianças, trouxe alguma coisa para vocês pintarem. Dentro da sacolinha tem uns lapicinhos de cor.
Eu vou ganhar, [Música] obrigada. Estamos vivendo agora um momento complexo da história, principalmente porque a maioria das pessoas não reconhecem o que tem. A maioria das pessoas, na verdade, é, valeu a pena aqui agora, Tati, buscar uma solução diferente.
Sem dúvida, né? A senhora realmente viu que as crianças estavam agitadas e a gente sabe, criança não para mesmo. E pedir para que elas fiquem sentadas, quietas no banco durante o culto é um pedido praticamente impossível, né?
Então, é interessante mesmo que a gente providencie, sendo eh crianças de filhos, de pessoas que estão nos visitando, que a gente providencie o material, porque o amigo tá ali pela primeira vez, ele não sabe como funciona, não sabe quanto tempo vai levar e muitas vezes vai, né, eh, desprevenido, né, ele vai sem ter nada para levar pras para para dar ali pras crianças brincarem ou ou para deixá-las ali envolvidas com uma outra atividade. para não fazer tanto barulho, né? E nós como eh adventistas já devemos cuidar também dos nossos filhos, preparar material e levar para que realmente possa incomodar o mínimo possível os outros irmãos que estão na igreja, né?
Que esse material não seja uma ambulância que faz sem dúvida. Eu já vi isso. Coisas para pintar, para desenhar, né?
É que não façam barulho. Ch. Você tinha comentado essa solução no vídeo anterior que a gente viu, né?
Exato. E eu vejo agora um outro aspecto. Aquela senhora, vejo o estado de humor dela como foi diferente.
Uhum. A gente tem reações orgânicas a partir da forma de ver as coisas. Ela viu com bons olhos nesse segundo momento e toda aquela solução fez bem para ela mesmo quando viu os garotos ali distraídos, brincando e não mais chamando a atenção dos outros.
E a mãe até pode prestar atenção no que estava acontecendo. Então, sempre que a gente procurar, mesmo num momento desagradável, eh, uma boa atitude, nós estaremos contribuindo pro nosso bem-estar, além de contribuir para o bem-estar do grupo. Então, o ideal, pastor Marcos, seria a gente ter um material preparado para as crianças que vem visitar, que vem conhecer a igreja e mesmo pros que já são, já fazem parte da igreja, que já são, a mãe pode trazer de casa.
Existem famílias que reservam eh algumas distrações, alguns brinquedos, especificamente pro sábado, com temas espirituais. Se crianças são menores, podem ser livros de pano, eh livros que não rasgam, coisas assim que levem a criança a pensar em Deus. É, com o amor de Cristo no coração, a gente vai conseguir encontrar o equilíbrio e a maneira correta de administrar qualquer situação, contornar qualquer dificuldade.