[Música] Marina confessa Jerônimo que se sente responsável pelos acontecimentos por acreditar que tudo teve início quando decidiu se afastar e por sua relação com Saul. Jerônimo reforça que a culpa é inteiramente de Augusto que teria cometido esses atos de qualquer maneira. Marina comenta que ao compartilharem a angústia e a incerteza pelo desaparecimento de Jerônimo, ela e Renata acabaram desenvolvendo uma amizade.
Jerônimo se alegra ouvir isso e Marina afirma quem entende seu lugar. Sem ressentimentos, ela reconhece que Renata é a mulher que ele ama e garante que tanto ela quanto seus filhos respeitarão essa realidade. Jerônima elogia dizendo que é uma grande mulher.
Marina deseja que os filhos dela e os de Renata cresçam unidos com afeto e respeito para que jamais repitam o que Renata viveu com Roberta. Enquanto isso, Renata percebe que a porta da cabine foi deixada aberta e decide explorar o barco. Logo sobe até o Convess, mas é surpreendida pela presença assustadora de Augusto, que surge perguntando se ela se cansou de ficar confinada.
Renata responde que não aguenta mais ficar trancada. Augusto ordena que ela volte para dentro, afirmando que é perigoso permanecer ali e que não há chance de fuga. Renata o encara e pergunta se ele realmente gosta de tratá-la dessa maneira.
Augusto diz que gosta de tê-la por perto e agora que ela é viúva, sugere que o veja como uma possibilidade, garantindo que não encontrará alguém melhor do que ele. Tomada pela raiva, Renata entra de volta na cabine enquanto Augusto permanece com um sorriso no rosto. Na cozinha da bonita, Azira revela que ela e Lázaro arquitetaram um plano para conquistar a confiança de Medeiros, com o intuito de fazê-lo falar sobre a morte de Ezequiel.
No entanto, ela foi obrigada a contar à polícia que Medeiro sabia do paradeiro de Augusto, o que acabou comprometendo a chance de descobrir a verdade sobre o que realmente ocorreu com Ezequiel. De repente, ouvem-se vozes exaltadas vindas da sala. São os homens trazendo Medeiros rendido.
Ao vê-lo, Jerônimo percebe o espando de Medeiros ao encontrá-lo vivo e diz que se recorda nitidamente dele e dos outros dois que participaram de sua agressão. Gonçalo, exaltado, avisa que é melhor para Medeiros que Renata esteja elesa. Jirônima direto sabe que foi Augusto quem deu a ordem para atacá-lo e também para sequestrar Renata.
Medeiros nega qualquer envolvimento, mas Jerônimo insiste que se não quiser passar o resto da vida preso, que revele o destino de Renata e o local onde Augusto a levou de barco. Adriana interrompe e diz que ara já mencionou que Medeiros contou sobre a fuga de Augusto em uma embarcação. Matias e Regina pressionam Medeiros a cooperar.
Jermo garante que se ele colaborar poderá interceder por ele junto às autoridades. Diante da insistência, Medeiros revela que o barco se chama Renascer e que aguarda um telefonema de Augusto para entregar documentos que permitirão sua fuga do país. Medeiros pede para ser solto, mas Jerônimo afirma que ele permanecerá sob vigilância.
Gonçalo exige saber para qual número Augusto fará a ligação e Medeiros responde que será em seu próprio celular. Carlos entrega o telefone a Jerônimo, que avisa que Medeiros atenderá a chamada na frente de todos. Jerônimo então solicita a Lázaro que garanta que Medeiros não fuja e o capataz é conduzido a outro cômodo.
Regina em pranto e suplica a Deus que cuide da filha. E Jerônimo promete que trará a Renata de volta para casa, nem que precisa arriscar a própria vida para isso. Enquanto isso, Renata permanece trancada na cabine e faz uma oração, pedindo para ser encontrada.
No Convesa, Augusto saboreia uma taça de vinho e reflete que ter Renata consigo é seu maior prazer. Com arrogância, afirma que venceu a disputa contra Jerônimo. No dia seguinte, o detetive chega a Bonita e informa que o barco Renascer partiu a três dias e agora navega em mar aberto.
Regina ressalta que Renata foi levada apenas no dia anterior e o investigador explica que é comum parte da tripulação retornar ao porto em lanchas menores, deixando a embarcação principal no alto mar. Matias questiona porque ainda não começaram as buscas e o detetive responde que localizar um barco sem informações precisas é extremamente difícil. Além disso, se estiver em águas internacionais, a polícia não poderá intervir.
Jerônimo observa que Augusto conhece essas limitações e afirma com convicção que ele está a bordo com Renata. Enquanto isso, Medeiros continua vigiado por Lázaro e outros trabalhadores. Azira entra na sala trazendo uma bandeja com comida.
Medeiros reclama da atitude dela, acusando-a de traição. Azira retruca que a vida de uma mulher está em perigo e que ele ainda pode salvá-la contando tudo que sabe. Ele insiste que não possui mais informações, mas aira o lembra de que ainda precisa esclarecer os fatos sobre a morte de Ezequiel.
Ela conta que Álvaro desconfia que Augusto seja o responsável, já que Ezequiel tinha conhecimento sobre o caso Saro. Medeiros, porém, finge não entender. Lázaro segura com firmeza e aponta que estão falando do sarmento roubado que estava sob sua responsabilidade.
Ele também menciona a estranha coincidência de Medeiros ter assumido o posto de Ezequiel logo após sua morte. A ir paciente, dá um tapa em Medeiros, exigindo que ele diga a verdade. O Capataz mente dizendo que não tem relação com a morte de Ezequiel, mas acaba admitindo que foi Augusto quem o eliminou, deixando Azira atônita.
Girônimo pretende contatar os órgãos navais e a guarda costeira, buscando apoio para localizar a embarcação de Augusto. Matias se oferece para ir à cidade e cuidar pessoalmente da coordenação das ações. Jerônimo comenta que vai pedir para Carlos se juntar a ele, já que ele Aníbal estão na delegacia ajudando na criação do retrato falado de um dos aliados de Augusto.
Logo depois da despedida de Matias e do investigador, Lázaro aparece acompanhado de Azira e alguns empregados trazendo Medeiros sob custódia. Lázaro informa que Medeiros finalmente confessou que Augusto foi o responsável pela morte de Ezequiel, deixando Jerônimo, Regina e Adriana estarrecidos. A Zir acrescenta que Ezequiel tinha informações importantes sobre os crimes de Augusto e que sua morte serviu para afastar as suspeitas de Renata.
O telefone de Medeiros começa a tocar e Geror ordena que ele atenda com o viva-vos ativado. Do outro lado da linha, Augusto informa que os papéis estão prontos e instrui Medeiros a levá-los até o porto e entregá-los ao comandante da lancha. Medeiros aceita e encerra a chamada.
Jerônimo então avisa que podem seguir em frente, mas Medeiros questiona. Jerônimo garante que ele estará sob constante supervisão. Enquanto isso, Augusto entra na cabine levando roupas para a Renata e exige que ela se arrume para ele.
Renata, revoltada, joga as peças no chão. Augusto menciona que até trouxe o perfume que ela costuma usar e insiste para que ela experimente um dos vestidos, mas ela responde arremessando tudo novamente. Perdendo a paciência, Augusto eleva o tom de voz, exigindo obediência.
Renata encara o sequestrador e pergunta o que acontecerá se ela se recusar. E Augusto, exaltado, grita para que ela não obrigue a usar a força. Antes de sair, avisa que ela não deve demorar.
Em uma praça da cidade, Matias comunica a Jerônimo que tudo está pronto. Jerônimo pede que ele fique à sua frente para que não seja reconhecido. Em outro ponto da praça, o detetive informa Gonçalo que contam com o apoio da Guarda Costeira e que será instalado um rastreador na lancha enviada por Augusto.
Medeiros recebe os documentos destinados a Augusto e logo os entrega a Jerônimo. Ao analisar os passaportes, Jerônimo percebe que o plano de Augusto é fazer Renata se passar por sua esposa. Ele então adverte Medeiros a não pensar em enganá-los e deixa claro que jamais colocaria em risco a vida de sua mulher e de seu filho por causa dele ou de qualquer outra pessoa.
Pelo telefone, Regina informa a Inês que Renata está em alto mar a bordo de um barco, mas que ainda não conseguiram descobrir a localização exata. Inês diz que todos estão aflitos e menciona que Constança, Nório Isidro enviam abraços reconfortantes. Regina promete entrar em contato assim que tiver novidades e recebe palavras de apoio.
No porto, Jerônimo Medeiros, Gonçalo e Matias se encontram com Carlos e Aníbal e revelam que Augusto pretende tirar Renata do país usando documentos falsificados. Aníbal revoltado afirma que seu pai não conhece limites e se afasta indignado. De repente, o grupo avista uma lancha se aproximando e rapidamente se esconde.
Jerônimo e Gonçalo reforçam a Medeiros a importância de agir com cautela. Os comparsas de Augusto chegam e um GPS é colocado dentro da lancha. Medeiros entrega o envelope.
Eles questionam se é apenas aquilo e ele confirma. Enquanto isso, Aníbal aproveita a distração e entra escondido na embarcação. A bordo do barco, Renata surge usando o vestido vermelho que Augusto havia mandado.
Ele a elogia encantado. Ela tenta convencê-lo a deixá-la ir, lembrando que já tentaram ficar juntos e não deu certo. Augusto afirma que o fracasso foi por culpa de Jerônimo, mas garante que agora tudo será diferente.
Renata o adverte que está alimentando seu desprezo, mas ele responde que prefere o ódio dela em diferença. Augusto tenta beijá-la, mas Renata pede que ele não a toque. Furioso, ele assegura e grita que ela terá que se habituar aos seus carinhos e beijos.
Depois disso, sai da cabine. Ao notar que ele esqueceu o celular, Renata tenta fazer uma ligação, mas não consegue. Augusto retorna, percebe a tentativa e tomado pela raiva dá um tapa em seu rosto, dizendo que ela jamais se afastará dele.
Renata implora para que ele a mate de uma vez, pois prefere morrer a continuar vivendo assim.