e salve salve legião x estamos de volta temporada 2020 eu me chamo gabriel feitosa e é com muito prazer que nós estamos inaugurando galera nossa temporada de vídeos para esse ano dizem que no brasil não é de fato o ano só começa depois do carnaval nós estamos cumprindo né esse ditado voltando aqui da folia com todo o gás para você preparando para o seu concurso vestibular e militar e mais um ano de vídeos vamos sim estar com vocês semanalmente aqui no youtube e é claro na nossa plataforma também o projeto shiseido.com.br com os cursos voltados
para o enem para uerj para espcex para esa como já estamos fazendo desde 2018 galera é um imenso prazer tá aqui em inauguram nesta temporada com vocês e trazer um tema galera que é muito importante primeiro momento saída da sua preparação tanto história geral como também nos estúdios da filosofia oi hoje esse conceito importante que com o modo de produção escravista conceito que a gente vai utilizar aí muito nas primeiras aulas do ano em grécia em roma para entendermos um pouco do desenvolvimento dessas civilizações da antiguidade clássica ok tenha sempre em mente que isso é
um conceito que você vai utilizar muito para compreender os aspectos políticos econômicos e sociais das nossas primeiras civilizações que ocupa a europa ali é por intermédio ali mais ou menos do ano do século 20 o século 18 antes de cristo civilizações que vão dar origem a nossa cultura clássica ocidental o primeiro tipo parte para uma definição não é uma definição básica do que seria esse modo de produção escravista a gente vai definir como tá escrito aqui né conjunto de características sempre que eu de civilizações clássicas do ocidente e você trabalha com grécia e roma né
que desenvolveram seus sistemas de sociedade com base fundamental na mão de obra escrava sendo essa o principal pilar de trabalho para estes indivíduos uma lá galera quando falamos o modo de produção escravista a gente tá falando ele claro de um modelo econômico que tem como base os cravos só que na prática né isso vai diferenciar muito em civilizações que vieram um pouco antes como o caso dos egípcios e das civilizações da mesopotâmia o caso da palestina também e dos persas e se é assim os assuntos fotocitando aqui lá de trás o caso do egito aqui
é um caso clássico não viveram esse modo de produção e ver o modo de produção asiático e não tem como base a escravidão já que os próprios egípcios e os impérios da mesopotâmia não desenvolveram uma escravidão no seu sentido mais clássico apenas uma escravidão com base na guerra e mesmo assim esses que trabalhavam nos grandes impérios do oriente eram ali adepto da servidão coletivo seja todos eram alite mão de obra de um mesmo estado e não podia ser comprados ou vendidos nesse modelo de sociedade a gente passa vi uma grande inovação que a escravidão por
dívidas coisa que a gente não vinha civilizações do passado os gregos os romanos os seus primeiros a desenvolver com a escravidão por dívidas que a gente chama de escravidão hipotecária é que tem desrespeito ali a compra de terras e vão ver nesse escravo a base de sustento dos seus elementos econômicos de modo também que você percebe aqui uma certa coisificação desse e o trabalho atribuído a esses indivíduos nas suas mais variadas de séries na esfera do artesanato na questão agrícola na pecuária ou até mesmo escravos vão ser utilizados aqui na questão da guerra também essa
é uma mão de obra coisificada trabalhada ali no sentido de objetificação e nós também percebemos gregos e romanos desenvolvendo um pequeno mercado de escravos no seu sentido de comprar e vender tá agora quando falamos de civilizações anteriores as características de um aparece tenho semente ok o processo que do modo de produção escravista ele tem como base a mão de obra escrava a coisificação dessa mão de obra em seu processo de comercialização também que sendo assim galera vamos começar aqui entender os aspectos econômicos desse modo de produção né importante se lembrar que morde produção conceito que
a gente usa muito na sociologia marxista e que é muito utilizado é preciso até hoje no concurso como é o caso da fuvest é o caso da unicamp e o próprio enem eles pegam como base a análise das sociedades pelos seus modos de produção isso é muito comum na literatura ainda trabalha muito com essa visão e uma hora de produção e trabalha com a ideia de que a economia seria base de todas as características de um povo né em para entender o desenvolvimento das sociedades em classe em hierarquias bem definidas para entender os sistemas políticos
dessas civilizações para entender como elas se organizam culturalmente as os seus elementos mitológicos para entender o organização cultural você primeiro tem que olhar para as questões econômicas é a base né seria ali a base de entendimento dessas civilizações e a partir da economia você entenderia todo rajita pelo pelo pelo prisma né que nós utilizamos o marxismo isso é fundamental e ainda é muito recorrente neste concurso gostando ou não e do modelo marxista de análise só uma questão aí que vai de furo 21 claro mas é ainda um modelo muito utilizado para analisar várias questões em
provas e você tem que ter isso nos seus estudos tá analisando pelas questões econômicas é legal pegar né você tem aqui ó uma base agrícola que gera excedentes isso é muito importante para que a gente tem o comércio né é uma um modelo de civilização aqui que não só produz agricultura para subsistência mas também vai desenvolver agricultura para o comércio não à toa o sistema monetário dos gregos e romanos vai ser bem dentro vai ser bem amadurecido dura você não vinha suas características nas civilizações do oriente quando você olha para o egito quando recebeu algumas
civilizações da mesopotâmia eles vão ter tanto o sistema de moeda única vão utilizar aí moedas muito dispersas ao longo de sua história e tem uma agricultura é muito focada na subsistência uma cultura de cunho familiar a base ali no seu jimny é o caso dos egípcios no rio nilo o caso da mesopotâmia no tigre eo eufrates agora aqui galera já alma agricultura entre os gregos os romanos para o desenvolvimento de excedente com o desenvolvimento aí realmente do comércio tá com uma característica aqui fundamental a base agrícola onde você comercializa excedente legal perceber também como a
gente já trabalhou a escravidão aqui ela é uma só por guerra ela também vai se desenvolver com base em pessoas endividadas de modo que você vai perceber acho que era visão do grego pelo próprio grego e claro a escravidão do romano pelo próprio romano né uma escravidão por parte dos individados dentro dessa sociedade aqui cabe um observação na verdade um detalhamento né essa escravidão por dívida ela vai existir ao longo de toda a história grega nem ao longo de toda a história romana tá sempre trabalha aqui no caso dos gregos a escravidão por dívidas o
aluá por legislador chamado solon o cara que a gente detalhe é bastante lá no nosso curso não é nosso curso específico site gente fala bastante desde questões de legislativas na grécia antiga a gente tem a forma de draco solon e clístenes o solo é o cara responsável ali no período arcaico pelo desenvolvimento da na verdade do fim da escravidão por dívidas ele assistindo uma lei anulando esse modelo de escravidão então a partir do solo você só teria que me dá um por guerras entre os gregos tá eu caso aqui em atenas quando você olha para
roma a escravidão pudim ela vai ser anulada quando teremos assinatura da lei das doze tábuas precisar ali em meados do período republicano interessante perceber que é tudo um pouco na mesma época mas estamos ali no século 6º antes de cristo quando os romanos vão desenvolver o fim da sua escravidão por dívidas e os gregos também tá bom então ao longo da história as ações esse modelo de dívida vai sendo gradualmente abandonado até que nós temos a lei das doze tábuas em roma que anule esse processo e o solo que anula em atenas tá é importante
perceber que é aqui que nós temos também o primeiro desenvolvimento da propriedade privada da terra propriedade privada dos bens de produção além dos meios de produção perdão é o meio de produção entenda como aquilo que gera riquezas né a terra o latifúndio no caso do brasil colônia o engenho será um meio de produção tudo aquilo que jogou maneira você possa investir para desenvolver claro capital para desenvolver mais investimentos seria ali o dinheiro que gera dinheiro né o dinheiro investido que gera mais retorno gera lucro esse meio de produção para os gregos para os romanos agora
ele pode ser privado diferente da sociedade no egito o caso da mesopotâmia e também não aperte não há no irã onde a propriedade tá ligada à coletividade do estado né o estado nas civilizações do oriente ele tem total controle das terras ea propriedade estatal aqui nós percebemos a minha terra a sua terra a terra do outro a ideia de uma propriedade privada isso na grécia vai ficar muito claro no período arcaico que está vendo aqui de cima aqui o emprego a cura você começou a ver o desenvolvimento da pólis apólice modelo de cidade estado do
grego né após ela vai mostrar para a gente no período arcaico o seu desenvolvimento urbano de cidades independentes entre este e nessa cidade nós temos propriedades privadas ou seja já dá para dizer que no modo de produção escravista pela primeira vez na história nós temos uma classe de proprietários bem consolidada um poder localizado em latifundiários os gregos vão chamar e o pati lindas os humanos vão chamar de patrícios essa classe dominada pela elite latifundiária que detém os é uma classe despossuído que não tem quase nada seria ali a mão de obra seja ela mão de
obra livre ou mão de obra escrava mas estamos falando de uma sociedade que pode ser dividido de maneira bem simples entre proprietários e despossuídos isso já é uma marca do período escravista do modo de produção escravista que nós não vimos anteriormente tá isso é muito importante ficar claro aqui agora galera do ponto de vista político né a gente também pode analisar os gregos e romanos joão malheiro pouco mais geral pegando por exemplo a ideia da cidade aqui a cidade como espaço político os gregos os romanos vai inaugurar esse modelo de cidade que prioriza a convivência
que prioriza o debate que priorize o uso ali da palavra para a execução das suas leis né a cidade para o egípcio não funcionava dessa forma aí cidades nesse mês ações anteriores aos gregos aos romanos é um espaço muito mais de o metalismo mais uma monumentalidade dos grandes construções arquitetônicas que priorizam claro a homenagem aos deuses e aos imperadores a cidade nesse sentido para o egípcio por exemplo é o espaço ali de ostentação dos grandes faraós ele do mundo mentalismo arquitetônico aqui não só né além dos e claro para o grego a cidade como símbolo
da monumentalidade a gente percebe por exemplo uma área mais elevada da política se chama de acrópole onde as grandes construções são desenvolvidos nos grandes templos estão na acrópole gregas estão nessa região mais elevada da cidade então é claro que arquitetura ela tem ainda o seu aspecto monumental mas a cidade não sexual para isso a cidade também serve como espaço de troca como espaço de debate como a gente vai percebendo muito nos textos neste que vão para a prova que falam de grécia eu muito aí eu fazer a palavra o uso da palavra como execução da
cidadania onde você a prática se coloca um cidadão por meio da troca da mesma coisa que você vai na cidade de romanos então a uma urbanização aqui como sinônimo de civilidade o próprio romano vão utilizar muito bem esse conceito onde eles se projetam como um civilizado onde ele se projeta como ápice de uma civilização e projeta nos outros aqueles que não vivem em cidades aqueles que falam outras línguas como bárbaros são selvagens são aqueles que não falam o latim por romano o sentido da sua evolução o estilo do seu progresso ele tá muito associado às
suas cidades né já que os bárbaros a gente pega como exemplo outros vickings não vivem em grandes cidades adivinho na verdade é suas tribos numa agricultura ali no modelo de sociedade muito ruralizado então legal perceber que esse é um aspecto político típico de gregos e romanos e claro vão se organizar politicamente de uma o versa dependendo da localidade modelo político mundo cê tem por exemplo no caso aqui o modelo oligárquico que a gente atribui em algumas etapas da história ateniense atenas foi governada por uma oligarquia por um bom período da sua história sobretudo no período
homérico no período arcaico onde nós tínhamos os latifundiários no poder o chamado seu paternidade como eu disse um poder localizado na mão de poucos e significa oligarquia eu ligo os poucos aqui ia poder tocar de ter uma pequena elite governante em atenas chamamos esse modelo de modelo oligárquico há também momentos da própria história de atenas ela foi governada por reis a gente tem isso no caso de esparta também esparta seguia a época o modelo de dia ar kia militar dois genes governando simultaneamente se eu não parar dos ali por um conselho ideia de pessoas mais
idosas que seria geruse então é legal perceber que além da oligarquia e também o modelo que aparece politicamente no modo de produção escravista dá para dizer também que a democracia entra aqui e ela se desenvolve pela primeira vez em atenas nas mãos do legislador que vem um pouquinho depois do solo solo que eu falei agora pouco nós temos o caso de clístenes em 510 antes de cristo clístenes desenvolve a chamada lei democrática e assim a democracia no modelo antigo é desenvolvida então é também o modelo político atribuído ao modo de produção escravista e por fim
galera falando do caso aqui de roma a gente tem a república que há também um modelo típico da antiguidade a democracia seria uma invenção ateniense grega né demonstrate a poder do povo república já vem do latim uma invenção romana respublikos coisa pública coisa do mpu no regime republicano galera que hoje na verdade nós já misturamos com a democracia a democracia ea república para nós contemporâneos as políticas unificadas para eles não são exatamente a mesma coisa apesar de terem se desenvolvido na mesma época muito interessante enquanto cristo a gente faz isso hoje a formas democráticas em
atenas nós temos a declaração de uma república em roma a derrubada dos últimos reis no caso que tarquínio o soberbo que foi o último grande rei romano do período da monarquia ea assunção de uma república onde o senado o governo no caso do modelo republicano galera o que diferencia a república de uma democracia na democracia ateniense o próprio gregos se representa a democracia para os atenienses ela é direta ou se é sorteado e por isso pode ir até assembleia participar das questões políticas olho no olho é ali a democracia objetiva e direta para república não
ser exatamente dessa forma o romano na verdade ele já percebe a necessidade de um processo eleitoral onde os homens livres escolhem seu representante hoje é o nosso modelo já unificou as duas coisas né a nossa democracia republicana porque ele em parte é representativa e também participativo mas isso é um papo que a gente tem só que o iluminismo o iluminismo que vai unificar as duas coisas por enquanto são coisas separaram mas entenda que são modelos políticos muito importante principalmente democracia em atenas ea república em roma e por fim galera é legal também eles aos aspectos
sociais né é dentro da análise social do mundo grego de mundo romano conceito chave aqui galera a ideia de uma sociedade com base na renda nossos lados censitária fez o conselho que a gente trabalha muito na sociologia e que criam um contraste forte quando falamos das sociedades no caso do egito ela não era censitária o modelo e social dos egípcios ó vou deve estar mental onde você é colocado no nível aqui o que nasceu dentro dele cidade está mental ela vai levar ali como regra a hereditariedade então todos da mesma linha hereditária ficaram sempre no
mesmo nível social sociedade estamental portanto é muito rígida aqui no modelo censitário como o seu nível depende da sua renda nós podemos dizer que existe mobilidade social vários gabaritos de provas já trabalham com a solução especialmente no caso em roma a uma é um aspecto de mobilidade tanto ascendente como decrescente de cima roda de baixo para cima de cima para baixo no seu sentido de formação do romano especialmente na república romana a sensação é depressão sociais ajuste muito comum a gente relacionar muito o período de guerra quando você tem ali de movimento da classe de
cavalaria dos guerreiros romanos liderando exércitos e conquistando lá mais terras claro aglutinando latifúndios para suas famílias a um processo de ascensão social ao passo que as novas terras elas não são distribuídas entre todos os plebeus de maneira igualitária então você tem muita concentração de terras na mão ali de uma elite militarizada e o plebeu acaba ficando de lado nesse processo então muitas empobrecem mais ainda é legal perceber que essa possibilidade de mobilidade e quanto mais renda mais direitos do cidadão vai possuir ficar muito claro aqui nessa é isso aqui saiu uma pirâmide social básica que
você pode utilizar para gregos e para romano claro que cada caso é um caso mas a gente pode dividir esses três níveis aqueles que detêm terras em atenas eles vão ser o seu patriotas em roma serão os patrícios aqueles que são considerados uma mão de obra livre pode ser comerciantes podem ser artesão no caso aqui de roma sem os plebeus trabalhadores livres né e a classe que sustenta pelo seu trabalho forçado os escravos tanto por guerra como por dívidas lembrando que escravidão no mundo antigo não tem nada a ver com cor da pele tá galera
a gente pode detalhar isso melhor no outro vídeo se for do interesse de vocês falar só de escravidão comparar a escravidão antiga com a escravidão moderna é um tema de vídeo a parte mas já te adianto que não há nada a ver com raça nada a ver com etienne aqui nesse caso legal percebi que a filosofia também desses caras ela tá muito relacionada ao homem a filosofia aqui ela se torna antropológica e para analisar isso só o sócrates mesmo como base dos seus estudos só que ser o cara que vai trazer as questões filosóficas humano
né enquanto os egípcios e os mesopotâmios analisavam mas a filosofia na confluência do homem do animal e da da terra da fauna e da flora né você conflito tudo isso na análise da filosofia pelos orientais todas as energias estão comungando aliás ideia de um animismo a mesma energia que habita em mim habita também nos animais os gregos e romanos na verdade discordam disso e vão partir de uma perspectiva humana de filosofia é a primeira vez que isso acontece a religião era politeísta mas também muito humanizada pois os deuses romanos e gregos são aliens feios do
que é o homem que você tem na verdade e o deus grego deus humano errando como homem erra que é sentindo raiva sentindo ciúmes sentindo felicidade sentido tristeza então realmente o pão de deuses greco-romanos seriam uma espécie de espelho como nós somos né então erram como nós erramos então lá uma filosofia entrou muito ligada ao homem antropológica e uma religião também muito ligado a um homem pela primeira vez importante também analisar a arte aqui pela primeira vez ela vai buscar a ideia de uma estética de beleza o culto ao belo harmonia assimetria a busca pelo
equilíbrio tanto na arquitetura onde arquitetura ela não vai pegar tantos exageros como você vê no caso dos egípcios arquitetura greco-romana ela é mais comedida ela tenta buscar né certo equilíbrio e também previsão do claro uma simetria por você analisa o corpo humano né você vê a própria figura das estátuas de culto um os atletas na grécia antiga se chamava essas status de discóbulo discóbolo modelo de estatuto onde aparece lá o atleta né lançando aquele disco esse fazer perceber o atlético discóbolo ele não é e ele é forte claro mas ele tem ali um equilíbrio muscular
eo equilíbrio nos seus ossos não é nem muito alto nem muito baixo então o ideal de beleza para o grego eo romano uma beleza simétrica organizada quase ele geométrica isso é uma característica da arte greco-romana que nós vamos pegar para a cultura clássica muito utilizado por exemplo no renascimento tá bom galera bem gente espero ter ajudado vocês na hora de hoje breve bate-papo sobre a grécia e roma sempre que você fosse das civilizações foque nos conceitos do modo de produção escravista pra você perceber um pouco do que há em comum e do que há de
diferente entre a grande civilização grega e o império romano na antiguidade galera forte abraço e até a próxima a e aí [Música] e aí