bom dia boa tarde boa noite boa madrugada pra você está me assistindo meu nome é marcão e cargas o advogado criminalista e professor de direito penal e nesse vídeo não vou me ater aos 1 minuto de praxe que eu faço aqui para o instagram e eu vou colocá lo sem limitação de tempo portanto creio que seja o primeiro vídeo a colocar no ig tv do estado mauro ricardo criminalista então caso vocês gostam desse tipo de formato peço a gentileza que vocês cometem aqui embaixo quem começa a fazer mais vídeos com pouco mais de tamanho do
que apenas aquele minutinho tá bom porque eu não vou me ater se um minuto porque eu acho que o assunto que vou falar aqui é de fundamental importância principalmente para aqueles que se dispõe a participar de tribunais do júri quando nós entramos no tribunal do júri nós entramos naturalmente contrário há um preconceito que as pessoas possui esse preconceito é contra o princípio constitucional o princípio do in dúbio pro réu então quando você entra no júri principalmente isso vai para uma conversa entre pessoas vai ter uma série de situações mas eu vou tentar me até aqui
principalmente ao júri você entra com as pessoas têm preconceito em relação ao princípio do in dúbio pro réu elas pensam as pessoas comuns à maioria das pessoas principalmente nos dias atuais elas entendem o princípio do in dúbio pro réu como mais uma forma de se passar a mão na cabeça de bandido mais uma forma que você tem de deixar pessoas que cometeram crimes na rua e não é essa lógica então eu vou tentar te passar porque eu normalmente tento passar nos plenários nos quais eu participo em relação a uma visão própria do princípio do in
dúbio pro réu se você quiser você pode utilizar se você quiser pode mostrar para as pessoas que você conhece tem essa visão é mais estigmatizadas mais preconceituosa em relação em dobro o réu pessoal nós somos uma briga num processo nós temos uma briga entre dois lados não são lados não são opostos mas nós temos uma briga entre dois lados nós temos um ministério público acusando e nós temos a defesa o advogado defendendo temos uma acusação versus uma defesa só que na prática não existe uma equiparação de forças não tem paridade de armas a gente busca
a paridade de armas sim mas ela nunca vai existir completamente porque nós estamos falando da acusação estado contra o advogado particular logo não estamos falando que tem um estado processando alguém e você enquanto advogado resignado à sua insignificância para tentar defender essa pessoa porque eu estou dizendo isso porque quando o estado está acusando o estado ele tem o mundo de possibilidades para conseguir acusar alguém o estado ele tem um mundo de possibilidades para conseguir provas se o estado quiser e o crime aconteceu dificilmente o estado teria capaz de deixar ele tem a capacidade de provar
aquele crime o estado é deficiente nós sabemos muito bem e ele acaba não deixando tantos recursos para que as polícias funcione para que elas busquem a prática é os praticantes de crimes e afins mas não é um problema do réu esse é um problema do estado o estado enquanto ser forte ele tem muito mais poder do que o advogado enquanto ser particular e mais fraco é aquela lógica se o estado tinha alguém pra comparecer através do delegado a pessoa tem que comparecer sob pena de desobediência se o advogado tinha alguém para comparecer ela não tem
obrigação de comparecer porque ela não tem desobediência em relação a isso se o estado oficial um local para que mande uma imagem de uma câmera se o estado oficial o local para que mande é um extrato de quais funcionários trabalharam naquele dia se o estado oficial universidade para mandar quais alunos estão presentes em uma aula pra você poder fazer uma prova relacionada a um crime eles vão entregar a universidade vai entregar o estabelecimento vai entregar se o advogado oficiais estabelecimento seu advogado oficiais universidade eles vão dizer que só vou te entregar com ordem judicial existe
uma diferença de força tremenda em relação à acusação criminal o estado é muito forte ele pode conseguir as provas que ele quiser se ele quiser ele extrai ele tem o poder da força estatal ele pode obrigar as pessoas a fazer o que ele quer você enquanto advogado enquanto particular não tem esse poder não tem como obrigar as pessoas a fazer aquilo que você deseja aquilo que é importante para uma defesa e então se o estado forte com todo esse poder com toda essa capacidade com a capacidade de chamar alguém à força e distrair provas a
força ainda assim não conseguiu provar com 100% de certeza que aquele cara é culpado ele deve ser absolvido não é passar a mão na cabeça de ninguém é uma questão de equiparação de tentar dar uma qualidade se o estado que tem toda a força do mundo ele não conseguiu comprovar que aquele cara que está ali sentado aquela mulher que está ali sentada é culpada então obrigatoriamente tem que ser absolver porque o estado tem muito mais força do que o advogado particular essa é a minha visão a respeito do princípio da insignificância é com ela que
normalmente eu crio argumentação quando eu faço um pedido para os os jurados é para absorverem caso tenha eles tenham relacionado a alguma dúvida se você quiser usar se fica à vontade eu espero que você usa eu espero que funcione se você gostou deste tipo de vídeo não esquece de kurt ele e deixar um comentário aqui pra que eu perceba de que esse tipo de vídeo é legal pra você e possa fazer mais com certeza jóia muito obrigado um abraço