No vídeo de hoje você vai descobrir avanços no tratamento do câncer que podem mudar a realidade dessa doença e colaborar para a qualidade de vida de pacientes que, muitas vezes, já tinham perdido as esperanças. Esse vídeo tem o apoio da Johnson & Johnson. Fique até o final para saber como eles estão cuidando da saúde dos brasileiros há 90 anos.
Quem já conviveu com o câncer sabe que tratar essa doença é uma verdadeira jornada, não só para o paciente, mas para os familiares e amigos. Ninguém espera que isso aconteça, mas a verdade é que o câncer ainda é responsável por quase 10 milhões de mortes no mundo, todos os anos. Ainda existe a noção de que o câncer é uma sentença, mas eu vou te contar como essa realidade está mudando.
Foi o que descobriu Lucrécio, que havia acabado de iniciar a sua própria jornada contra o câncer. Lucrécio estava há semanas com uma tosse chata, dor no peito e dificuldade para respirar. A princípio, ele pensou que fosse só uma gripe forte, mas quando o tempo passou e os sintomas continuaram, ele ficou preocupado.
Depois de algumas consultas e uma bateria de exames, veio o resultado que ele menos esperava. Lucrécio estava com câncer de pulmão. A história do Lucrécio vai ilustrar porque um paciente com câncer, pode manter as esperanças e acreditar no poder da ciência.
Até mesmo quando tudo parece perdido por causa de um tumor agressivo e com poucas opções de tratamento. Todos os dias, milhões de células no nosso corpo morrem, seja porque elas estão velhas, ou porque sofreram algum dano, e têm que ser substituídas por células novas. Esse é um processo normal e essencial para a manutenção e reparo do corpo.
Mas cada vez que uma célula se multiplica para originar outra, existe um risco dela sofrer mutações, pequenas mudanças no DNA, que a princípio não causam nada e podem até ser corrigidas pela própria célula. O problema é quando os danos são frequentes e intensos: você toma muito Sol, fuma frequentemente, tem uma alimentação não saudável ou se expõe a uma lista interminável de fatores de risco e substâncias tóxicas, que podem danificar as células e aumentar a demanda por novas células. Quanto mais as células se multiplicam para compensar aquele dano, mais elas podem acumular mutações.
Chega um ponto em que a célula acumula um conjunto de mutações que aceleram a multiplicação, bloqueiam a correção dos erros e inibem o sistema imune. Essa única célula defeituosa que se multiplica sem parar pode gerar uma lesão grave, um aglomerado de células descontroladas que fica cada vez maior, o que nós chamamos de. .
. câncer. É assim que um câncer pode começar em qualquer parte do corpo.
E foi provavelmente assim que aconteceu com Lucrécio. Mas assim como vários tumores malignos, o câncer de pulmão é silencioso, se desenvolve lentamente e sem gerar sintomas, na maioria dos casos. Outro agravante é que diferente do câncer de mama e de intestino, que são monitorados em exames que ajudam no diagnóstico precoce, o câncer de pulmão costuma levar as pessoas ao médico quando já chegou nos estágios avançados.
Nesse ponto, as células do câncer de Lucrécio já estavam espalhadas pelo seu pulmão esquerdo, se aproximando dos brônquios que levariam até a traqueia. É por isso que ele já estava tendo sintomas: dificuldade para respirar, tosse, escarro com sangue, dor no peito e pneumonias que apareciam de tempos em tempos. As estratégias mais conhecidas para tratar os mais variados tipos de câncer são a quimioterapia, radioterapia e a remoção cirúrgica do tumor.
Mas a verdade é que existem outras opções, que variam de acordo com o tipo de câncer, o estágio da doença e a condição de saúde do paciente. A estratégia no caso de Lucrécio até poderia ser a cirurgia, mas como o câncer já estava espalhado pelo pulmão e se aproximando de regiões sensíveis, como a traqueia, a cirurgia era arriscada. Lucrécio poderia sofrer danos permanentes no sistema respiratório, ou até morrer.
Entre (1) retirar o câncer, mas deixar a saúde de Lucrécio fragilizada e (2) aderir a um tratamento contra o câncer de pulmão que pudesse colaborar para a sobrevida e a qualidade da vida, mesmo não havendo cura, o médico do Lucrécio escolheu a segunda opção. O cenário ideal para pacientes com alguns tipos de câncer é que antes de qualquer tratamento seja feita uma análise genética das células do tumor. Sim, pessoal, isso existe e traz um avanço gigantesco para o tratamento.
Com uma análise detalhada das células, dá para saber quais mutações aquele câncer acumulou e, a partir daí, escolher o tratamento ideal! No caso de Lucrécio, a raiz do problema estava em uma molécula responsável pela multiplicação das células, o receptor do fator de crescimento epidermal ou EGFR para os íntimos. O EGFR do câncer no Lucrécio estava mutado, e com isso, ficava ativado constantemente, o que levava a uma multiplicação descontrolada mesmo sem nenhum estímulo.
Mas e se tivesse um jeito de bloquear esse receptor mutado e paralisar o seu efeito? Uma opção seria a terapia alvo. Trata-se de um anticorpo produzido em laboratório para reconhecer especificamente o EGFR mutado.
Depois de ser injetado no paciente, o anticorpo vai se ligar nos receptores que possuem a mutação. Seja no pulmão ou fora dele, caso o câncer já tenha se espalhado. Ou seja, é uma terapia direcionada para as células que possuem o receptor mutado e que não atinge muitas células saudáveis.
A ligação do anticorpo bloqueia o EGFR e, consequentemente, o crescimento acelerado do câncer. Mas não é só isso. O anticorpo é, acima de tudo, um sinal de alerta para o sistema imune.
É como se cada célula do câncer de repente ganhasse uma placa brilhante que atrai as células de defesa. O próximo passo é uma batalha épica, em que o próprio sistema imune destrói boa parte das células do câncer, diminuindo o tamanho do tumor. Após esse tratamento, a equipe multidisciplinar que atendia Lucrécio optou por submetê-lo a um procedimento personalizado: a ablação, uma técnica que poderia ajudar ainda mais no tratamento do câncer.
Na medicina, pessoal, ablação significa destruir. Eu tô falando de um aparelho com uma agulha extremamente fina que será inserida na região do tumor para destruir as células do câncer. Funciona assim: Exames de imagem guiam o profissional responsável pela ablação para que ele insira a agulha exatamente na localização do tumor.
Depois de confirmar que a agulha está no lugar certo, começa a emissão de micro-ondas na ponta da agulha. As micro-ondas agitam rapidamente as moléculas de água que estão no seu caminho. E essa agitação eleva a temperatura, que sobe pelo menos 60 graus em poucos segundos.
O calor causa a morte das células tumorais com um dano mínimo nas células saudáveis. A ablação tumoral é uma cirurgia rápida, em que cada liberação de microondas leva de 5 a 10 minutos, dependendo do tamanho do tumor. Ela pode ser usada sozinha ou em conjunto com outros tratamentos e mesmo quando mais de uma ablação é necessária, em casos de vários tumores ou de tumores grandes, o procedimento todo leva de 1 a 2 horas.
Como a técnica de ablação é feita com uma agulha minúscula, o risco de atingir uma área fora do tumor é baixo. Por essas razões e por ser pouco invasiva, a ablação gera um risco quase 70% menor de complicações pós-operatórias, como trombose, acúmulo de água no pulmão e insuficiência pulmonar. Muitos pacientes recebem alta no mesmo dia ou no dia seguinte ao procedimento.
Por isso, ela é segura até para quem não sobreviveria a uma cirurgia convencional e é indicada para câncer de fígado, rim e câncer ósseo, além, claro, do câncer de pulmão. Os tratamentos que o Lucrécio recebeu diminuíram o tamanho do tumor. Além disso, ele passou por uma cirurgia minimamente invasiva que conseguiu tirar todo o tumor, preservando grande parte do seu pulmão, mantendo sua qualidade de vida.
Após todos os tratamentos, ele recebeu um prognóstico bem melhor do que se tivesse seguido apenas com os tratamentos tradicionais. Pessoal, claro que a ablação e até mesmo a terapia alvo estão sujeitas a riscos e limitações, assim como qualquer tipo de tratamento. Quando falamos de doenças complexas como o câncer, não existem soluções milagrosas que funcionam em 100% dos casos.
Mas ter essas técnicas como opção é algo incrível porque traz qualidade de vida para pessoas que, sem essa tecnologia, não teriam mais o que fazer. O próximo passo é tornar esses tratamentos mais acessíveis, apesar deles já estarem aprovados pela ANVISA. A Johnson & Johnson é uma das empresas comprometidas em aumentar o acesso de tratamentos para transformar o futuro da saúde.
O segmento farmacêutico da empresa, chamado Johnson e Johnson Innovative Medicine, aplica rigorosamente a ciência para enfrentar as doenças mais complexas e desenvolver tratamentos como o da terapia alvo que eu falei nesse vídeo. Enquanto isso, a Johnson & Johnson MedTech, desenvolve tratamentos mais inteligentes, menos invasivos e serviços mais personalizados. Para saber como a Johnson & Johnson está cuidando da saúde dos brasileiros há 90 anos, é só clicar no link da descrição.
A ciência está sempre gerando soluções para todos nós, mas ainda existem perguntas que intrigam os cientistas, como a que eu fiz nesse vídeo aqui: Por que algumas pessoas acordam paralisadas durante à noite? Um grande abraço, me diz o que você achou dessas inovações e eu te vejo no próximo vídeo. Tchau.