tá com dificuldades em vender no Metaeds? Tuas campanhas estão com custo muito alto e venda que é bom, nada. É, meu amigo, não tá fácil para ninguém, principalmente nos dois últimos meses.
Mas nesse vídeo aqui eu vou te mostrar tudo que você precisa saber para voltar a recuperar suas vendas com os anúncios online. Fato que a estrutura do Meta mudou completamente. A meta mudou muita coisa, fez muitas atualizações nos últimos tempos e além disso ainda, a gente tem toda uma situação econômica, não só no Brasil, mas mundial, interferindo nisso.
A gente tem as bets roubando todo o dinheiro da galera. A gente tem uma guerra acontecendo lá fora que tá influenciando no custo do petróleo e tudo mais. A gente tem um endividamento recorde no Brasil por parte dos brasileiros.
Então a gente tem infinitas questões que estão interferindo no poder de compra do consumidor. Mas aqui o principal problema que eu quero te ajudar a resolver é no que se refere às mudanças da meta. E inclusive é uma das coisas que mais tá impedindo as pessoas de conseguirem vender através de anúncios.
Mas antes de qualquer coisa, já se inscreve no canal e ativa as notificações. Eu sei que você fica assistindo vídeo de uma hora por aí que não te ensina nada e quando eu te entrego coisa de verdade aqui, você não dá nenhum like, né, cara? Pô, deixa o like aí, se inscreve no canal para ajudar e presta atenção para tudo que você tá fazendo e fica, porque isso aqui vai ser uma verdadeira aula.
Fica até o final porque tudo que eu vou te mostrar aqui vai ser valioso pros seus resultados. E a primeira coisa que eu quero que você entenda de uma vez por todas é que a meta inverteu completamente a lógica de como você constrói campanhas hoje em dia. Até mesmo se você olhar pro próprio gerenciador de anúncios, ele é construído, né?
Eh, estruturado conforme a lógica antiga. Você primeiro configura uma campanha, o que que você escolhe na campanha? Objetivo da campanha.
Qual objetivo você quer atingir com esse anúncio que você tá fazendo? Você quer que mais pessoas vejam? Você quer vendas?
você quer que pessoas entrem em contato com você, você quer que as pessoas se envolvam com o conteúdo, leiam o conteúdo, interajam, etc. Então ali na campanha você define o porquela campanha. Depois nós temos os conjuntos de anúncio, o que mais, principalmente nós configurávamos nos conjuntos de anúncio, onde o anúncio aparece e para quem ele aparece.
Então, basicamente, estávamos definindo o público desse anúncio. Então, primeiro nós escolhíamos o público para depois, por último, nós configurávamos os anúncios. De fato, essa era a última etapa.
Então, você primeiro definia porque eu estou fazendo isso, para quem estou fazendo isso e depois o que eu vou mostrar para essas pessoas. Agora, a lógica é completamente diferente. Não temos mais controles sobre o para quem estamos fazendo isso.
Através das configurações das ferramentas, segmentações, direcionamentos detalhados, etc. , não funcionam mais. Agora, a própria meta e toda a documentação da meta, inclusive eu tô com um blueprint da meta aqui para te mostrar algumas coisas importantes.
A narrativa dela é voltada para isso, mostrando para você que agora é a meta que olha pro seu criativo e escolhe o seu público. Então, a meta encontra o público para você. Você não configura mais isso.
O controle principal não está mais ali. Então, onde ele está? Como que eu escolho o meu público agora?
Com o criativo, como era feito há 100 anos atrás na publicidade verdadeira. O criativo, a peça publicitária, virou a chave central. Antes você escolhia o público e aí depois mostrava alguma coisa para ele.
Agora o criativo, quem escolhe o público para ele. Entendendo isso, você entende que a primeira etapa e mais principal de todas, antes de você sequer abrir o gerenciador de anúncios, é você entender o seu público e construir a mensagem correta para ele. Eu vou construir um anúncio, seja ele um vídeo, um rescelo que eu quero vai olhar para aquilo e vai falar: "Ah, isso é para mim".
E aí ela decide se vai se envolver mais, assistir mais, interagir, chamar você no WhatsApp ou comprar de fato. Esquece ficar escrevendo coisa pro algoritmo, escreve para humano, escreve pra pessoa. O seu anúncio tem que atrair as pessoas certas e repelir as pessoas erradas.
Quando isso acontecer, a inteligência artificial da meta responsável pela entrega dos anúncios, vai entender isso e vai entregar o seu anúncio pras pessoas certas. Inclusive, eu tenho uma aula especial só falando sobre como fazer anúncios que realmente vendem. Ela tem um link aqui embaixo em algum lugar, acesso vitalício por apenas R$ 39.
Agora você tem que entender qual que é a estrutura que a meta pede para que isso aconteça, para que a inteligência da meta consiga aprender qual público deve ver o seu anúncio. E a própria Meta já vem divulgando isso há muito tempo. Inclusive ela fala sobre simplificar a estrutura da conta pra fase de aprendizado.
Ou seja, menos é mais. Concentrar sinais em um único lugar para que a fase de aprendizado passe mais rápido. Ao simplificar a estrutura da conta, você oferece ao sistema de veiculação de anúncios mais oportunidades de obter resultados mais rapidamente e reduzir a fase de aprendizado.
Nos gráficos aqui para ilustrar, basicamente ela mostra que a fase de aprendizado ela tende a oscilar muito. Você vai pagar muito caro, de repente muito barato, muito caro de novo. A oscilação da campanha é muito grande.
até que ela consiga aprender para quem entregar o seu anúncio. E aí ele estabiliza. Quando você enxuta sua campanha, quando você diminui a sua estrutura, simplifica a sua estrutura, a fase de aprendizado é vencida mais rapidamente.
O que que significa isso? Que a máquina aprende mais rapidamente quem é seu público ideal comprador. Quando ela aprende mais rapidamente, os resultados estabilizam mais rapidamente, logo você gasta menos.
estruturas de contas simples oferecem mais oportunidades de alcançar clientes. Então, ela fala sobre mercados, campanhas por mercado. O mercado que ela tá querendo se referir aqui, ela tá até exemplificando como países, né?
Supondo que você atenda a nível mundial. Mas vamos supor aqui um negócio que atende a nível Brasil. Atendo o Brasil todo.
Era uma prática muito comum você separar campanhas por estados. Às vezes você fazia uma campanha para um estado, outra campanha para outro estado, ou você separava isso a nível de conjunto de anúncios. Você fazia uma única campanha de vendas, um conjunto para Paraná, outro conjunto para São Paulo, outro conjunto para Rio Grande do Sul e assim sucessivamente.
Essa prática é insatisfatória, como diz a meta. Separar por campanhas, não recomendado, e separar por conjuntos, insatisfatório. Qual seria o correto?
Uma campanha, um conjunto Brasil todo. E aí você faz os anúncios dentro. Por quê?
Você vai concentrar os sinais de venda, os sinais que a meta precisa, as 50 conversões em 7 dias, mais rapidamente em um único lugar, tá? Você não vai fragmentar o orçamento entre várias estruturas, vai concentrar seu orçamento em um lugar só. É como você ter que fazer uma grande viagem, você tá em quatro pessoas e você vai pegar um carro para cada pessoa para fazer essa viagem.
Você vai gastar muito mais dinheiro porque vai ter que abastecer quatro carros para levar as mesmas quatro pessoas. Aí você pega as quatro pessoas, coloca num carro só e faz a mesma viagem. Você vai fazer a mesma viagem com muito menos custo, porque você não precisa abastecer quatro carros e vai levar as mesmas quatro pessoas.
E aí agora vem um adendo. A meta inclusive fala que também não recomendamos conjunto de anúncios por grupo de mercados, como eu acabei de falar ali. No entanto, isso pode ser testado caso exijam restrições rígidas que impeçam a consolidação, tá?
A meta própria abre um parênteses aqui. No entanto, existem situações aonde isso seja necessário. Quais citações onde isso vai ser necessário, James?
Vamos lá. Imagina que você tem três produtos diferentes e vamos excluir dessa situação aqui e-commerces e lojas virtuais, porque para essas situações você tem lá os anúncios de catálogo e anúncios dinâmicos, tá? Então aqui nós estamos falando de produtos mesmo.
Eu vou fazer anúncio de três produtos. Eu tenho uma empresa que presta três serviços diferentes e cada um desses serviços tem ou produtos t preços muito diferentes. Se você fizer uma campanha com um conjunto de anúncios e colocar os três produtos ou serviços, três anúncios aqui dentro, um para cada produto e serviço na mesma campanha, mas esse produto aqui custa R$ 100, esse daqui custa 50, esse daqui custa 250.
Você sabe o que que vai acontecer nessa situação? A meta vai mover todo o seu orçamento para o produto de 50 e ela vai priorizar esse criativo aqui e vai começar a gerar [limpando a garganta] mais impressões e mais gastos somente nele. Por que que isso acontece?
Não importa se você tá usando ABO ou CBO aqui a nível de conjunto, tá? Porque a meta distribui o orçamento com base em meritocracia. Ela faz uma distribuição dinâmica de orçamento a nível de anúncios, sempre, independente da configuração que você colocou aqui na campanha.
Então, aquele anúncio que gerar as melhores sinais paraa meta, que ela entende que tem mais probabilidade de gerar conversões e também está gerando mais conversões ao mesmo tempo, ela vai começar a injetar todo mais orçamento, mais esforço todo para esse criativo aqui, porque ele vai vender mais. E obviamente sempre o produto mais barato vai gerar mais sinais. Por quê?
Porque é mais fácil de vender. Eu já expliquei isso em outros vídeos. Se você me acompanha no canal aqui, você já sabe disso.
E se não me acompanha, se inscreve e ativa as notificações para não perder essas explicações. Cara, a pessoa considera menos quando ela tem um produto mais barato ali em vista, tá? Se você vai pagar R$ 50 um produto hoje, você vai pensar muito?
Senhor não vai pensar muito, mas isso você tem que pagar R$ 1. 000. Aí você vai pensar muito mais, você vai avaliar muito mais coisas.
É mais difícil vender um produto mais caro. Por isso que é mais caro anúncios para produtos mais caros também. Não porque a meta cobra mais, porque você tem que imprimir mais vezes, mais anúncios, convencer a pessoa, quebrar mais objeções.
Quando o anúncio é mais barato, é mais fácil vender. Por ser mais fácil vender, a meta vai entender dentro daquele conjunto, dentro daqueles anúncios, que aquele anúncio ali é o melhor, porque ele tá vendendo mais, ele tá gerando mais sinais, tá gerando mais resultados do que você pediu aqui. Você pediu na campanha vendas, ele tá gerando mais vendas.
Então, é óbvio, a máquina entende o óbvio, então ela vai obviamente trazer o orçamento todo para cá e negligenciar os outros. Significa que os outros anúncios são ruins? Não, mas são produtos mais caros e mais difíceis de vender.
Nessa situação e somente em situações como essa que eu exemplifiquei aqui, você pode mudar a estrutura. Aí você pode, por exemplo, usar campanhas diferentes para cada produto. Ou o que eu acho até mais interessante, e aqui não tem regra, tá?
Você tem que testar paraa sua situação que funciona. Eu vivo falando aqui que não existe fórmula mágica, mas talvez a situação mais interessante que você deveria testar é concentrar os sinais na mesma campanha. Então o que que você vai fazer?
É vendas. Se é o mesmo objetivo, usa a mesma campanha. Se fosse um objetivo diferente, ah, eu vou fazer uma campanha para vendas, outra campanha para engajamento, outra campanha porque eu quero que mais pessoas vejam, seria warnes, né?
Alcance. Mas eu quero vendas. Para todos os produtos.
O que eu tô buscando agora é vendas. Então você vai criar uma campanha de vendas, tá? Aqui, é o mesmo objetivo todos eles.
E aí você pode criar um conjunto para cada produto. Lembrando que para que você possa fazer isso de forma satisfatória, você vai ter que colocar aqui em ABO, orçamento a nível de conjunto. E aí você vai definir o quanto você quer gastar em cada conjunto de anúncio, o quanto você quer gastar para vender cada produto, tá?
De forma geral, depende o seu produto. Se o produto é mais caro, você tem que gastar mais para vender ele. Lembre-se disso.
Então, você não tá fazendo nenhum teste aqui. Não existe obrigação de colocar o mesmo valor em todos, porque você não tá testando nada. Você só tem que ter em mente que quanto mais caro o produto, mais você vai gastar para vender ele, porém ele pode te dar mais retorno.
Então, obviamente, você vai ajustar isso conforme a sua estratégia, conforme o seu produto, conforme o seu negócio e colocar mais orçamento nos conjuntos que contêm o produto mais caro. E aí dentro de cada conjunto você vai diversificar os anúncios, colocar em média dois a três anúncios diferentes para cada produto, abordando ângulos diferentes. E a gente já vai falar sobre isso porque é uma coisa muito importante também.
Aí deixa que a meta escolha qual o criativo aqui dentro que é o melhor para vender aquele produto. E tenha em mente também que uma estrutura dessa ela é mais inchada e ela vai exigir mais dinheiro. Sim, vai ficar mais caro fazer uma estrutura dessa.
Você precisa de mais dinheiro. Você tem mais anúncios. Você tem no mínimo nove anúncios rodando aqui.
Você precisa que o orçamento que esteja aqui seja suficiente para suprir a exibição desses nove anúncios. Como eu faço o cálculo dos anúncios, James, para saber quantos conjuntos eu posso ter, para que a o meu orçamento seja suficiente para mostrar os anúncios. Porque se o seu orçamento não for suficiente, é igual pegar o carro para fazer a viagem e não botar combustível suficiente nele.
Você vai parar no meio do caminho. Então, se não tiver orçamento suficiente, não adianta. Não existe mágica.
Então, como que eu faço para calcular esse orçamento? Vamos lá. A própria meta aqui nesse blueprint, eu vou deixar o link do blueprint aqui se você quiser estudar, ela diz, ó: "Limite a quantidade de conjuntos criados.
Para determinar o número máximo de conjuntos de anúncios, divida o orçamento semanal total pelo custo por aquisição multiplicado por 50. " Vamos lá. O que que você vai fazer?
Você olha paraas suas campanhas e vai identificar qual que é o seu custo por aquisição típico, o quanto tipicamente você paga para conseguir um cliente. Ah, James, eu não sei o quanto eu pago. Então você vai descobrir qual que é o custo máximo que você pode pagar sem quebrar o negócio.
Todo negócio tem um custo máximo que ele pode pagar. Você vai ter que fazer essa conta, conversar com o dono do negócio. Ou se você é dono do negócio, você vai ter que descobrir qual é o custo máximo em publicidade que você pode pagar para adquirir um cliente, para adquirir uma venda.
Vamos supor aqui que o meu custo máximo por uma venda é de R$ 30. Aqui esse é o meu custo por aquisição. Mas tem em mente o seguinte: não tenta mágica.
Não existe R$ 30 de custo por aquisição para vender um imóvel de meio milhão. O custo do produto interfere nisso também, tá? Seja realista.
Não vão acreditar em conto de fadas aqui. Então eu vendo um produto de R$ 100 e o meu custo por aquisição é aproximadamente R$ 30. é o que eu gasto mais ou menos para conseguir um novo cliente.
Se eu preciso de 50 conversões, é por isso que no artigo da meta aqui ela fala para você fazer multiplicado por 50. Se eu preciso de 50 conversões em 7 dias para sair da fase de aprendizado, quer dizer que eu preciso de 50 vezes esse valor aqui para conseguir sair da fase de aprendizado. Se eu pago R$ 30 para uma venda, eu preciso 50 vendas.
Eu preciso 50 vezes os R$ 30 dentro de um período de 7 dias, que vai dar R$500. Significa que isso é o mínimo que eu preciso gastar em 7 dias para conseguir sair da fase de aprendizado, senão nada feito. Certo?
Eu já descobri então meu custo por aquisição vezes 50. A meta diz que eu tenho que pegar esse valor, né, multiplicado aqui e dividir o meu orçamento total por ele. Meu orçamento total semanal.
Por que semanal? De novo, fase de aprendizado em 7 dias. Tudo em 7 dias aqui na meta.
Então o meu orçamento diário é de R$ 500 vezes 7, porque ele é por 7 dias, dariam R$ 3. 500 de orçamento semanal em anúncios. Eu só preciso dividir esse valor aqui, esses R$ 3.
500 aqui, pelos R$ 1. 500, que é o valor que eu preciso para atingir as 50 conversões e sair finalmente da fase de aprendizado, vencer a fase de aprendizado. O que dá um resultado de 2,3333.
Significa o quê? que eu não posso ter mais do que dois conjuntos de anúncio com este valor aqui que eu tenho disponível de orçamento. É o que a meta diz aqui para descobrir a quantidade, número máximo de conjuntos de anúncio.
Eu não posso ter mais do que dois conjunto. Não dá para ter 2 conjunto e meio. Não dá para ter 2 conjunto,33.
Então eu não posso ter mais do que dois conjuntos de anúncio por conta desse orçamento. Se eu quisesse mais conjuntos de anúncios na campanha, eu teria que ter mais orçamento. Entendeu?
A lógica do quanto você precisa é sempre com base no seu custo por aquisição vezes 50, que são as conversões necessárias para sair da fase de aprendizado. Você precisa desse valor em 7 dias. Assim você consegue vencer a instabilidade e conseguir uma estabilidade e resultados mais realistas.
Certo? Até aqui eu já te entreguei muita coisa, mas continua que tem mais coisas extremamente importante que é relacionado à diversidade de criativos. E aqui é onde 99% das pessoas aí fora tá rrando e torrando completamente a grana e depois vindo reclamar que Metaedads não funciona mais.
Quem entendeu essa jogada realmente tá funcionando e tá ganhando dinheiro ou no mínimo tá conseguindo manter vendas satisfatórias. Dos dois mantras da meta agora é simplifique suas estruturas e diversifique seus criativos. Se você entender isso de uma vez por todas, você vai conseguir sim ter resultados.
Eu tenho absoluta certeza. Se você aplicar isso da forma correta, você vai ter resultados. É assim que a máquina funciona.
Estrutura simplificada para acumular sinais. Criativos diversificados, criativos diversos. Porém, essa frase gerou uma grande confusão no mercado.
Quando a meta falou criativos diversos, o povo enlouqueceu achando que tinha que criar 50 criativos por dia, que diversos era quantidade. E, cara, pelo amor de Deus, entenda isso. Diversidade não é quantidade.
Diversidade é ser diferente. Uma grande prática que era do mercado, que não funciona mais, é que você fazia uma campanha, fazia um conjunto e aí você colocava lá um anúncio aqui dentro. Daí você fazia outro conjunto e colocava outro anúncio, outro conjunto e daí colocava outro anúncio.
E assim você ia colocando vários conjuntos com anúncio dentro para testar o criativo. E aí a pessoa testava criativos geralmente semelhantes, só para tentar identificar qual criativo convertia mais. Esse aqui a mesma imagem, só que com uma CTA.
Depois outro criativo com a mesma imagem, só que ele usava uma outra CTA, CTA 2, repente um outro criativo com a mesma imagem, só que aqui ele usava uma COP diferente, uma descrição diferente, entendeu? Eram pequenas variações do criativo. Isso aqui não são criativos diferentes, não, tá?
Isso aqui são todos criativos iguais. Ou de repente a pessoa poderia até fazer, vamos apagar isso daqui. Ou de repente a pessoa poderia até fazer criativos um pouco mais diferentes.
Eu tô ilustrando isso aqui para você entender isso de uma vez por todas e parar de errar nisso aqui. A pessoa fazia uma imagem de um produto e aqui na própria imagem tinha uma headline, depois tinha uma outra imagem de produto e a headline aqui diferente ou sem headline e uma copy. São criativos um pouco mais diferenciados.
E às vezes aqui é a mesma imagem, mesmo conceito de imagem. E era um criativo com mais texto, com mais cópia aqui dentro do criativo. Isso aqui tudo são criativos iguais também, não são criativos diferentes.
Pequenas variações no criativo não funcionam mais. Isso aqui já era. O que que você vai fazer agora?
Você faz agora um uma campanha quando possível, dado as explicações que eu já dei anteriormente, um conjunto. Aí você vai colocar vários criativos realmente diferentes, tá entendendo? Criativos realmente diferentes, diversidade.
Quando eu digo vários criativos dentro do que o seu orçamento suporta, não adianta encher de criativo aqui que a meta vai escolher um e vai entregar só ele se o seu orçamento não for suficiente. Tem que ter orçamento suficiente para que a meta consiga dar chance de teste para todos eles para descobrir qual performa melhor. É óbvio, sempre um deles vai receber mais orçamento do que os outros.
Não significa que os outros são ruins e que você tem que pará-los, mas os outros estão contribuindo na jornada de compra. Quem recebe a conversão, quem recebe o mérito pela conversão, vamos pôr um trofeuzinho aqui, é quem deu aquele anúncio onde a pessoa deu o clique que gerou a compra, tá? Mas significa que os outros não ajudaram?
Não, os outros, a pessoa pode ter visto esse anúncio primeiro, depois viu esse, depois viu esse e por fim quando viu esse, ela comprou. Esse aqui recebe o mérito, a medalha de compra, mas os outros contribuíram. Por isso, quando você para os outros, aquele lá para de converter também, porque ele perde a ajuda dos outros criativos.
Isso aqui agora é uma jornada de compra. A pessoa vai passando pelos seus anúncios até tomar a decisão de compra, certo? Entendido isso?
Você vai fazer criativos realmente diferentes. Mas o que que é criativos realmente diferentes? Tá todo mundo falando essa porcaria de ângulos diferentes, etc e tal.
E o que que é ângulos diferentes de criativos? O que que é criativo realmente diferente? Vamos lá pra documentação da meta.
O que é considerado um criativo diferenciado? Esse criativo aqui, digamos que ele é o anúncio original. Aí você tem um exemplo.
O segundo criativo é a mesma pessoa, é a mesma roupa, é o mesmo cenário, ela tá no mesmo lugar, só mudou a posição. Isso aqui não é um criativo diferente. Isso aqui é um criativo diferente.
O formato do criativo é outro, porque aqui a gente tinha uma imagem, agora aqui a gente tem um reals, que é em vídeo, né? Tem indicação ali. Ele tem um texto ali em cima também com uma headline bem escrita.
O cenário tá diferente. Apesar de ser o mesmo local, o ângulo é diferente. A pessoa ali tá de costas, já não é a mesma coisa.
É um anúncio diferente. Isso é um anúncio diferente. Vamos para outro.
Anúncio original. Os cookies ali, a foto do cookies. E aqui de novo um cookie.
Não é a mesma coisa. Isso aqui não é anúncio diferente. Esse aqui é um anúncio igual.
Só mudou a aproximação da foto, continua sendo o mesmo anúncio. Paraa meta é o mesmo anúncio, não funciona mais esse tipo de variação. O que é um anúncio realmente diferente aqui agora é a pessoa fazendo o cook ali, o docinho, sei lá o que que é isso daqui, com uma CTA diferente.
É um anúncio em reels, é um formato diferente inclusive. Então aqui a meta mostra exemplos, conceito de semelhante, formul formato semelhante. Ó, aqui eu tenho o mesmo anúncio, só mudou a headline, primavera floresceu ou temporada de pêlonas.
Deve ser o nome dessas flores. Eu não sei, não entendo nada de flor. Se você entende de flor, coloca aí nos comentários.
Você tá vendo que é o mesmo anúncio, é o mesmo conceito visual, mudou pouca coisa visualmente, mudou somente o texto que tá ali. Isso aqui para meta agora é um anúncio só, não funciona mais esse tipo de variação. Esses dois também mudou o texto, mudou 15%, aqui o texto é colocado de forma diferente, mas o cenário é o mesmo, a pessoa é a mesma, a imagem de fundo é a mesma, o formato do criativo é o mesmo.
Isso aqui são anúncios iguais, você não vai usar isso aqui. Aqui sim nós temos dois anúncios diferentes trabalhando dentro do mesmo produto, certo? Isso aqui são anúncios diferentes.
O que que eu no meu criativo? Varia formato, usa imagem, usa carrossel, usa reels, pode usar tudo junto dentro do mesmo conjunto. Sim, essa inclusive é a recomendação da meta e é o que funciona agora.
Antigamente a gente separava tudo isso. Eu entendo, é difícil você mudar, virar a chave, porque era completamente diferente como a gente pensava sobre anúncios antes. Agora a meta vai encontrar dentro do melhor momento de compra do cliente qual deles que é o melhor anúncio para ser exibido para aquela pessoa.
E ele tem que tá ali, tem que ser uma carta no seu baralho, tem que ser uma carta na sua mão para ele ser exibido pra pessoa certa no momento certo, na hora certa. Então pode misturar. Varie formatos.
Varia a estética do criativo. Estética é uma forma de variar ângulo criativo. Como assim a estética do criativo, James?
Criativo super produzido, um criativo nativo, que é aquele que parece que a pessoa pegou o celular e gravou sozinho, sem super produção, que a gente chama de lowfy, né? Isso é variar a estética do criativo. No criativo de imagem, uma imagem fotográfica de alta qualidade, depois um outro anúncio mais normal, com uma imagem tirada com celular.
Isso é variar a estética do criativo. Você pode variar o conceito do criativo. Ele é lógico.
Ele fala sobre especificações do produto. Faça um criativo que fala sobre especificações do produto. Tem pessoas que compram pela lógica.
Ele pode ser emocional, um criativo que fala da dor e desejo. Cada pessoa sempre compra por um desses dois motivos. Ou ela tá fugindo de uma dor, ou ela tá correndo em busca de um desejo.
Faça criativos que abordem a dor, outros criativos que abordem o desejo. Você pode fazer um anúncio de prova social com depoimentos. Você pode fazer um anúncio com escassez e urgência, oferecendo cupons de desconto ou oferta por tempo determinado.
Isso é variar conceito do criativo. Você pode e deve também variar níveis de consciência. Cada consumidor está em um nível de consciência diferente.
Tem o cara que sabe que tem um problema e sabe que existe uma solução, mas não sabe que a sua solução é a melhor. Tem um cara que nem sabe que tem um problema. Enfim, todos aqueles conceitos de nível de consciência que o Edin Schwarz aborda no livro Breakthrough Advertising.
Você pode abordar Jobs to be Done. Que que são jobs to be done? abordado no livro Muito Além da Sorte do Christensen.
Cada produto ou serviço realiza um trabalho na vida da pessoa. E aqui eu quero matar uma que pessoal sempre me comenta aqui: "Ah, mas eu faço produto, como que é? É diferente de serviço?
Ah, mas o meu é serviço, é diferente de produto. Dá um exemplo para mim, cara. Produto, serviço é tudo igual.
Por quê? Você tem que partir da ótica aqui. Não importa se ele está comprando um produto ou contratando um serviço.
As duas coisas realizam um trabalho para ele na vida dele. Eu não comprei um óculos, cara. Você acha que eu comprei um óculos?
Eu quero só simplesmente eu quero tá com esse óculos na minha cara. Por que que eu comprei a de um óculos? Eu comprei um óculos para enxergar melhor.
Então eu não comprei um óculos, eu comprei a possibilidade de enxergar melhor. Eu comprei uma ferramenta que me faz enxergar melhor. Esse óculos aqui, esse produto, realiza um trabalho na minha vida, me permite ver melhor.
Você tá entendendo? Eu contratei alguém para limpar o meu sofá. Eu não contratei um serviço, eu contratei ter um sofá limpo e cheiroso.
Eu poderia ter contratado isso em forma de serviço ou em forma de produto. Eu poderia ter comprado uma higienizadora para eu mesmo higienizar ou poderia ter contratado alguém para vir e higienizar o meu sofá. Mas a motivação é a mesma.
Eu quero ter um sofá limpo e cheiroso para sentar no final do dia e descansar. Tá entendendo que tanto o produto quanto o serviço cumprem a mesma função? Porque nesse caso não importa se é produto ou se é serviço.
O que você tem que pensar é qual trabalho isso que você está oferecendo realiza na vida da pessoa por ela. E você tem que entender que toda pessoa compra um produto por um trabalho diferente. Eu comprei o óculos para enxergar melhor o meu trabalho.
Tem gente que compra o óculos por estilo. Às vezes ele já usa óculos há muito tempo, mas ele tá trocando óculos não porque ele precisa de um óculos melhor, ele já tá enxergando com aquele. Ele tá trocando porque ele quer se sentir mais estiloso.
Posso comprar um carro porque eu quero simplesmente me locomover pro meu trabalho ir e voltar de forma mais rápida, sem ter que pegar ônibus. Já outra pessoa pode comprar um carro porque ele gosta de um carro antigo, de um carro esportivo ou de uma coisa assim, satisfazer um status. O motivador é diferente.
O trabalho que aquele produto está realizando na vida da pessoa é outro. Por isso você aborda trabalhos diferentes, porque as pessoas não são todas iguais, meu querido. Cada pessoa no mundo é diferente e única.
E a meta entendeu isso. E quando a gente seleciona direcionamentos detalhados, você está colocando as pessoas em uma caixinha, querendo que elas sejam iguais ou semelhantes para receber o seu anúncio. Agora, quando a meta olha pro seu anúncio, ah, o James tem um anúncio que fala com o cara que quer comprar o óculos porque ele quer se sentir mais estiloso, mas ele também tem um anúncio que fala com o cara que tá fazendo seu primeiro óculos porque ele quer enxergar melhor, o problema dele é enxergar melhor.
Mas ele também tem um anúncio que fala com o cara que além de querer enxergar melhor, ele tem sensibilidade à luz. Então ele precisa de um óculos com aquela lente que escurece ao sol. Aí a própria meta olha, falou: "Nossa, para esse cara aqui é esse criativo aqui que eu preciso mandar, porque é isso que ele tá precisando agora".
Entendeu qual que é a dinâmica da coisa? Entendeu como a coisa se inverteu completamente? Então ter criativos realmente diferentes é isso.
E aqui eu te dei todo o mapa de tudo que você pode variar. Volta para essa aula e anota tudo. Joga numa inteligência artificial que ela vai ajudar você a criar esses criativos.
Mas pelo amor de Deus, não escreve anúncio com inteligência artificial só. Usa ela só para aprender a fazer alguma coisa, para dar o seu toque. Se você quiser aprender mais sobre como fazer anúncios que realmente vendem, tem um link aqui na descrição em [música] algum lugar.
Valeu, um grande abraço e até a próxima.