vai falar um pouco em inglês e e depois vai fazer o resto em italiano. O Senhor fez maravilhas. Ele quer tomar as palavras do salmo, cantar as maravilhas, entai ao Senhor, porque ele fez maravilhas para nós.
bênçãos que Deus continua a dar a cada um de nós. Ele me chamou. Ele me chamou e me abençoou com essa missão.
E eu convido a todos a caminhar comigo para anunciar, para um anúncio, fazer um anúncio dos discípulos de Cristo, pro trabalho, a messe dos discípulos de Cristo. é do Cristo, o filho do Deus vivo. Com essas palavras, Pedro, juntamente com os outros discípulos, resume a herança que a igreja da igreja, através da Associação Apostólica, que durante milhares de anos conservou ah e transmite ao longo desses 2000 anos.
Jesus é o Cristo, filho do Deus vivo, o único salvador e e revelador da face do Deus, para se fazer próximo e acessível aos homens, se revelou a nós, se fez criança, se fez jovem e depois assumiu os traços maduros de um homem até aparecer aos seus depois da ressurreição com o seu o corpo rosto glorioso. E ele nos mostrou assim o modelo de humanidade santa que todos nós podemos imitar juntamente com a promessa do destino eterno que ultrapassa todos os nossos limites e capacidades. Pedro, na sua resposta capta as duas coisas: o dom de Deus e o caminho a seguir para se deixar transformar.
Essas são as dimensões da salvação confiadas à igreja para o bem de toda a humanidade. Confiai a nós que fomos escolhidos por ele antes de sermos formados no ventre materno, regenerados depois nas águas do batismo. Vamos além dos nossos limites sem méritos.
mas enviados para anunciar o evangelho a toda criatura. Em particular Deus me chamando através dos nossos votos para suceder ao primeiro dos apóstolos. Pedro me confia esse tesouro para que com a sua ajuda eu seja seu fiel administrador em benefício de todo o corpo místico da igreja para que seja cada vez mais uma cidade edificada sobre o mundo, um uma arca de salvação que navega nas ondas da história, um farol que ilumina o mundo.
E isso não se deve tanto à magnificência das suas estruturas ou à grandeza das suas construções, como os monumentos em que nos encontramos aqui, mas em mas sim a santidade dos seus membros, daquele povo que Deus adquiriu para si, para que anuncie as palavras ah e as maravilhas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Contudo, na rígida conversação, conversa em que Pedro faz a sua profissão de fé, tem também uma outra questão. Jesus pergunta: "O que dizem eles que é o filho do homem?
Quem dizem eles que é o filho do homem? " Essa não é uma questão banal, mas diz respeito a um aspecto importante do nosso ministério, a realidade em que vivemos, com seus limites, as suas potencialidades, as suas questões e as suas crenças. Quem dizem as pessoas que é o filho do homem?
Pensando na cena sobre a qual estamos refletindo agora, podemos encontrar duas possíveis respostas para essa pergunta. São duas atitudes diferentes. No primeiro, em primeiro lugar, a resposta do mundo.
Mateus enfatiza que a conversa entre Jesus e seus seguidores sobre a sua identidade acontece na cidade Cesareia de Felipe, repleta de edifícios luxuosos, uma cidade bonita situada num cenário natural, encantador, aos pés do Monte Hermon. mas também lar de círculos cruéis de poder e cenários de traições e infidelidades. Essa imagem nos fala de um mundo que considera Jesus uma pessoa sem importância nenhuma.
é o máximo, no máximo, um personagem curioso que pode causar admiração, espanto com seu modo estranho de falar e de agir. E assim, quando a sua presença se torna incômoda por causa das suas exigências morais, eh, esse mundo não vai hesitar e rejeitá-lo e eliminá-lo. Depois há uma outra possibilidade, uma outra possível resposta à pergunta de Jesus, a das pessoas comuns.
Para elas, o nazareno não é um charlatão, é um homem justo, corajoso, que fala bem e diz coisas corretas, como outros grandes profetas da história disseram. É por isso que eles o seguem. o o quanto podem, sem muitos riscos e inconveniência, mas eles o consideram apenas um homem.
E, portanto, no momento de perigo, durante a paixão de Cristo, eles também o abandonam e vão embora desiludidos. O que chama atenção dessas duas atitudes é a sua atualidade. Na verdade, elas incorporam ideias que poderíamos facilmente encontrar expressas numa linguagem diferente, mas idênticas em substância.
encontrar na boca de muitos homens e mulheres do nosso tempo. Também hoje existem muitos contextos em que a fé cristã é considerada como algo absurdo, algo para pessoas fracas e pouco inteligentes, contextos em que outras certezas são preferenciais, preferíveis a ela, como o dinheiro, sucesso, o poder, o prazer. Esses são ambientes nos quais não é fácil testemunhar e proclamar o evangelho.
E aqueles que acreditam em crem são ridicularizados, combatidos, desprezados e no máximo tolerados. Mas precisamente por isso, eles são esses são lugares em que a missão é urgente, que a falta de fé muitas vezes traz consigo tragédias, como a perda do sentido da vida, o esquecimento da misericórdia, a violação da dignidade humana em todas as suas formas, nas formas mais dramáticas, na crise da família e muitas outras feridas das quais sofrem a nossa sociedade. E não é também hoje não faltam contextos em que Jesus, embora apreciado como homem, é reduzido apenas a uma espécie de líder carismático, superhomem.
Isso não só entre os que creem, mas também entre os batizados, que assim acabam vivendo nesse nível e que é um ateísmo prático. Esse é um mundo que nos ha confiado, que que Deus nos confiado e com o qual o Papa Francisco nos ensinou muitas vezes, no qual somos chamados muitas vezes a testemunhar a fé em Jesus Salvador de forma alegre. E por isso também para nós é essencial repetir: "Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo.
" É essencial fazer isso antes de qualquer outra coisa, na nossa relação pessoal com Deus, no nosso compromisso do caminho diário de conversão, mas também como igreja, vivendo juntos a nossa pertença ao Senhor, elevando a boa nova a todos. E digo isso antes de mais nada para mim mesmo, que sou o sucessor de Pedro. Ao iniciar a minha missão de bispo da igreja em Roma, chamado a presidir na caridade a Igreja Universal, segundo a célebre expressão de Santo Inácio de Antioquia, ele levado, acorrentado a esta cidade, lugar do seu iminente sacrifício, escreveu aos cristãos que lá estavam: "Então, serei verdadeiro amente discípulo de Jesus Cristo, quando o mundo deixar de ver o meu corpo.
Ele se referia à possibilidade de ser devorado pelos leões no circo. E foi exatamente o que aconteceu. Mas as suas palavras evocam esse em sentido amplo um compromisso indispensável para que na igreja exerça o ministério de autoridade.
Desaparecer para que Cristo permaneça, fazer-se pequeno para que ele seja conhecido e glorificado. ar-se completamente para que ninguém perca a oportunidade de conhecer a Cristo e o amar. Que Deus me conceda essa graça hoje e sempre com a ajuda da eterna intercessão da Virgem Maria, mãe da Igreja.
Yeah.