fala você que vai fazer o vestibular da UNEB a gente tá de volta aqui para comentar mais uma obra literária indicada pro vestibular que é o livro cadernos negros contos afrobrasileiros Então a gente tem várias coisinhas aqui para comentar a primeira delas o que que é um conto então conto é um gênero textual da literatura de tamanho curto de tamanho pequeno claro que esse pequeno esse curto pode aí variar de acordo com alguns critérios então de uma linha a gente tem realmente um microconto que tem uma linha até cerca aí de 30 e poucas páginas
a gente tem um formato curto chamado conto passando aí de 40 50 páginas nós poderíamos claro que grosseiramente falando considerar isso uma novela e acima de 100 páginas nós teríamos um romance Então são três formas de se contar uma história na literatura o conto um formato mais curto a novela e o romance não há problemas quanto o enquadramento no gênero conto porque primeiro o livro já anuncia isso na capa e segundo são histórias aí de 5 8 10 páginas nada muito volumoso que nos despertasse a dúvida se se tratava ou se se trata de um
conto ou de uma novela tá então são 19 contos afrobrasileiros como a capa nos anuncia e são contos portanto que estão afinados com questões ligadas à identidade racial afro--brasileira então a gente já tem aí uma primeira linha de análise a gente vai ter questões como preconceito inserção no mercado de trabalho a imagem do negro da negra por exemplo no que diz respeito ao cabelo todas essas questões que perpassam o universo da negritude do Brasil São questões que estarão presentes no livro cadernos negros contos afro-brasileiros volume 32 E aí eu paro aqui pra gente fazer um
comentário sobre esse volume 32 Então na verdade a série cadernos negros não é apenas restrita a esse volume que eu mostrei para vocês mas é uma publicação que existe desde 1978 E que nos anos pares publica poemas e nos anos ímpares publica contos esse volume como a gente viu é de 2009 não é do agora não é um livro recém lançado é um livro lançado desde 2009 e que traz 19 como eu falei para vocês contos de 18 autores que foram um autor tem dois contos que foram selecionados naquele momento Então como é que se
dá o processo de seleção podemos dizer assim um interessado um escritor interessado uma escritora interessada em figurar no volume mandava seu texto Manda seu texto para kilombo que é a editora e ela Escolhe um corpo de jurados variadas áreas inclusive do conhecimento e esse corpo de jurados vai selecionar aqueles trabalhos que podem ser poemas como eu falei ou contos que vão integrar o volume daquele ano então um trabalho de seleção ali inicial para também né reduzir a quantidade de texto que Eu imagino que eles recebam que seja uma quantidade grande aí veio alguma questão estética
veio alguma questão temática E aí é feita essa seleção é importantíssimo o trabalho que a Quilombo hoje aí capitaneada pelo Márcio Barbosa que é também escritor e pela Esmeralda Ribeiro que também é escritora é importantíssimo dizer aí o trabalho deles na divulgação da literatura de autoria negra já passaram aí autores que hoje são bastante conhecidos no cenário da literatura afro-brasileira como Conceição evari Cut né Carlos Assunção São alguns nomes aí Oliveira Silveira já falecido que estão e nessas diversas edições dos cadernos negros e a gente tem também né o interesse da Universidade seja no vestibular
por exemplo a o o antigo vestibular da Universidade Federal da Bahia trazia como um dos livros indicados o livro cadernos negros os melhores poemas agora o vestibular da UNEB também se interessa por essa temática traz Endo o livro volume 32 também é interessante pensar que esses trabalhos são analisados no campo da Universidade da graduação e pós-graduação então existem números tccs falando sobre a importância dos cadernos negros e as temáticas ali presentes também existem trabalhos de Mestrado dissertações de mestrado e teses de doutorado que vão dar conta que vão analisar tanto a importância eh Cultural de
uma série como essa como também a importância literária estética que essas obras que esses contos e poemas trouxeram aí ao longo desses já 46 anos de existência da série cadernos negros então o volume de número 32 eu selecionei aqui dos 19 contos o primeiro para a gente sentir um pouco dessa dicção desse sutaque dessa literatura de autoria afro-brasileira Então a gente tem aqui para ver o primeiro conto do livro foi Ariano quem fez os caracóis chorarem do escritor sacolinha a gente pode ver aí o pseudônimo do ademiro Alves ou sacolinha peguei aqui pra gente dar
uma olhada Uma Breve nota biográfica dele não tão breve assim né algo um pouquinho longa disponível aí no literafro que é um portal de literatura afro-brasileira mantido pela Federal de Minas Gerais UFMG então ademiro Alves o sacolinha apesar da cara aí de novio Na foto ele já tem aí os seus 42 2 anos né Mais ou menos 41 anos nascido em 1983 e que tem aí uma carreira que vai começar né da distribuição de panfletos nos faróis das Avenidas em Itaquera e também que trabalhou como cobrador de ônibus e em 2002 após concluir o ensino
médio mudou-se com a mãe e com os dois irmãos pra cidade de Suzano em São Paulo iniciando ali sua atuação em movimentos sociais coordenando um programa de rap numa rádio e o projeto cultural literatura no Brasil ainda Vivendo em Suzano recebe prêmios e participa de coletâneas em 2005 assume oficialmente a Coordenadoria literária da Secretaria Municipal de Cultura de Susana e ver seus textos começarem a ser estudados em quatro universidades Paulistas aí continua obviamente a prova da UNEB não vai cobrar a carreira a trajetória a biografia do ademiro Alves o sacolinha Então vamos ver aqui o
conto que abre o volume 32 foi quem fez os caracóis chorarem e já chama atenção n esse nome Ariano porque o personagem vai ser negro e o Ariano remete né a raça ariana aquela teoria de uma suposta superioridade racial que foi uma das bases da política nazista né então o ademiro já faz essa ironia colocando o nome do personagem negro Ariano né brincando aí de maneira Claro crítica com essa dualidade então o conto começa assim agora sim é hora de largar números e clientes no banco e se dedicar ao instrumento então o personagem principal o
Ariano é um gerente de banco que em determinado momento da vida se vê né talvez aí com muitas pessoas que produzem arte no impasse continuar a sua arte ou seguir por uma carreira mais a Ortodoxa mais o que se espera de todos num carreira que seja entre aspas mais produtiva num primeiro momento então agora sim não agora é hora de largar números e clientes no banco e se dedicar a um instrumento viver dele batucando a vida para tirar lascas do passado Então esse lascas do passado aqui tão também é remete né a essa ancestralidade presente
no atabak que é um instrumento que Ariano toca desde os 12 anos tá então desde os 12 anos que ele toca atabak hoje com 32 coleciona 20 anos de mãos em contato com o curo de boi e de e de Bod né que são os couros usados ali para revestir o a pele né fazer a pele com a qual se tira o som do atabaque conhecido em todo o Brasil como exímio tocador o primeiro a sair em escola de samba com instrumento sagrado a frente da bateria foi revelação do carnaval naquele ano a partir daí
era chamado para sair em Várias escolas como destaque em cima do carro alegórico e por vezes no Abre Alas se um destaque ali esse cara realmente é um precursor um desbravador né da tua tabaque como protagonista em uma bateria de escola de samba só parou de participar dos dfig porque nos últimos anos quem ganhava prestígio e dinheiro eram as vedetes da TV Então aqui tem uma denúncia que o conto traz né quer dizer a cultura raiz ela é colocada num plano secundário como se fosse quase que para promover as grandes estrelas da televisão que ele
chama aí de Vedete que é uma palavra um pouco mais datada entregando a idade dele a gente falaria falaria Estrela né os astros até pouco importa isso nem tanto por ele até pelo pelo personagem pelo Ariano ele continuaria saindo nos desfiles das escolas de samba mas não pela comunidade que trabalhava o ano inteiro e não era reconhecida e na hora h não tinha valor tá peço desculpas a vocês um pouco pela formatação do PDF que eu tive fazer um scanner do do livro tá pra gente ter aqui a chance de poder ler pelo menos um
conto e aqui um buje aí obviamente Me perdoe mas estou divulgando aqui também o trabalho então Além do mais todo mundo queria seu trabalho mas ninguém queria pagar quer dizer o Ariano tocava ali mas ninguém queria também fazer um cachê pagar decentemente a ele começou a pedir cachê para tudo quanto era convite e abrir uma escola de arte onde dava aulas de atabak isso não acontece só com os músicos não também acontece com outras profissões né só ele daram valor anualmente éo convidado de honra do congresso africano de tocadores de atabaque e outros instrumentos sagrados
é requisitada em diversos países na mesma proporção em que mi Couto e pepetela que são autores aqui que ele tá citando né O Mi coutto um autor de Moçambique representativo da literatura africana de Moçambique né e o pepetela que é angolano então o Ariano é convocado para congressos com a mesma intensidade que o Mia Couto que é um grande expoente da literatura de Moçambique e o pepetela também são chamados para participar de centenas de feiras de livro pelo mundo aí também o o autor né fala da sua do seu conhecimento sobre a Literatura africana então
não deixa de ser também uma manifestação um reconhecimento do valor da literatura produzida nos países óf que falam português e que estão na África o Ariano conheceu países que nunca sonharam existir Lituânia Rússia ainda quando era a União Soviética xexenia Turquia Azerbaijão entre entre outros no continente africano passou por todos os países exagerado aí que o continente Africano tem país para caramba mas enfim o arano era famoso a Igreja Católica não pense em outro nome quando assunto é missa afro ó a revelação aí do sincretismo religioso a missa afro quer dizer a missa que já
incorpora elementos da cultura afro-brasileira o que já deu muito bo no passado como conta por exemplo o livro do autor baiano mas muito mais radicado aí que morou muito tempo da Vida no Rio de Janeiro o Alfredo Dias Gomes que lança o livro na década de 50 o pagador de promessas que vai trazer de fato como grande temática essa crise provocada pelo sincretismo religioso Quando Zé do burro faz uma promessa para colocar a cruz na Igreja de Santa Bárbara mas ele fez a promessa no terreiro de ançã Então essa dualidade vai provocar o grande complicador
da peça do Dias Gomes mas aqui não né aqui a igreja já chama o Ariano para exer afro as missas como ele fala uma missa afro né onde anda o instrumento ele vai junto né ele sem o atabaque não é ele e vice-versa atabak sem Ariano não é atabaque então resolveu largar a função de gerente do banco para finalmente fazer apenas o que gostava exprimir a vida nas batidas do atabak mas não foi fácil para chegar ao patamar de decidir ser dono de sua vida como não é para ninguém também né hoje sabe o preço
que pagou para ser quem é lembra-se sempre que a fome passou melhor lembra ser sempre que a fome que passou foi sua professora do no ensino da rebeldia de vida era difícil aprender a lição de português com as cabeças de serpente a fome né dando bicadas ou picadas na parede de seu estômago nesses tempos comia pedaços de borracha para apagar a fome que sentia então aqui a gente tem um pouco mais de uma linguagem que Beira a poética né comia pedaços de borracha borracha para pagar a fome que sentia mas também é uma denúncia da
pobreza da privação que Originalmente a vida de Ariano tinha depois veio a faculdade lugar em que se inseriu por meio das cotas Então veja aqui ó a revelação das cotas como importantes para a inserção da população negra no ambiente acadêmico Universitário e viveu o pior momento de sua vida nesse momento né nessa nessa hora da cota porque lá na universidade sofri horrores por conta do preconceito racial Vale lembrar que esse conto foi publicado em 2009 a implantação das cotas se D ali por volta de 2004 2005 então o preconceito era muito forte no que diz
respeito à performance por exemplo dos alunos não são capazes não merecem etc então o sacolinha traz aí esse digamos assim momento né da implantação das cotas no discurso do conto seu apelido na universidade era nariz na vidraça porque tinha um nariz achatado então aí é o estereótipo racial também para né diminuir a autoestima a imagem a beleza do indivíduo Portanto o Ariano é era perseguido pelos alunos e professores então também o poder público né você vê que até os professores então outra denúncia foi então que adquiriu o vício da bebida hábito de seu finado pai
aparece muito na literatura eh uma a degradação através das drogas ou do álcool como uma saída pro preconceito que sofre a população mais pobre e também a população de origem afro-brasileira hábito de seu finado pai que ingeria Cachaça para se esquecer dos problemas oriundos do racismo então a sacolinha tá fazendo uma temática que a gente percebe em outros trabalhos eh da literatura afro-brasileira fugia constantemente das aulas e muitas vezes evitava responder a chamada para os colegas de classe não lembrarem da sua existência Ele queria se apagar ele queria ser invisível quase perdeu a vaga só
não não perdeu só não aconteceu isso porque teve um dia aqui a gente tem por exemplo ó uma linguagem que Beira mais o coloquial né o Teve um dia é uma marcação da oralidade então pode ser uma questão de vestibular também pensar a variante da língua portuguesa só não aconteceu isso porque houve um dia seria aquil dentro da digamos Norma gramatical mais Ortodoxa em que bebeu demais e foi para al bêbado na saída foi surrado poros universitários que achavam que negros não tinham direito de estudar de graça nas públicas principalmente porque seus pais dava um
duro danado nas multinacionais certa ironia aqui né dava um duro danado nas multinacionais eh e nos cargos políticos para pagarem suas mensalidades a universidade pública não paga né então eles estavam ali trabalhando no serviço público nas grandes multinacionais e achavam que tinham exclusivamente o direito de frequentar as Universidades públicas nesse dia o Ariano dormiu na rua debaixo da chuva então ele foi espancado e dormiu na rua no dia seguinte lembrava-se de tudo e com gosto de ódio e Vingança misturado a pasta de sangue na boca quer dizer o gosto de sangue ainda na boca resolveu
encarar a realidade a partir daí andava de cabeça erguida então foi importante essa surra para ele desenvolver essa autoestima não se deixara bater e não levava mais desaforo paraa casa nem usava da vi procurava seus direitos estava se impondo nessa época já era um bom tocador fazia aula há 8 anos com Mestre Bina de quem herdou instrumentos e técnicas aprendeu também a manusear a Conga a a tumbadora e o chequer além de outros talentos infinitos Então veja mais uma valorização de elementos da cultura afro-brasileira então ele valorizou esses instrumentos que remetem a matriz africana tocar
tocar Desculpa era a sua fuga a válvula de escape de quem procurar sua parte na sociedade e só recebia insultos então tocar era a fuga dele para uma parcela da população que procurava a sua participação na sociedade mas só recebia insultos de volta tinha algo e que não se via em ser humano algum né ele tinha algo que não seia em ser humano algum talento não era mais do que isso talvez os orixa ou Aché enviado pelos ancestrais ou tudo isso de uma só vez algo que nem mestre Bina entendia tudo que ensinava rapidinho o
discípulo aprendia viia assim seus olhos a fúria é que não atrapalhava no contato com o couro manuseava tudo com leveza diferente de muitos mestres que diziam que para aprender a tocar tem que sangrar as mãos faltou erra aí porque o scana comeu né sangrar as mãos calejar lasas pendurar em cada braço 2 kg de qualquer coisa para dar liga e sustento Quando estivesse sem o peso então ele não tinha essa maneira bruta vamos dizer assim de tocar o mestre de Ariano mostrou que não precisava no caso é o mestre Bina que é o mestre Ariano
o mestre de Ariano o mestre Bina mostrou que não precisava daquilo que de Sofrimento já bastava o passado dos antepassados né tocar tem que ser um ato prazeroso dizia o mestre Bina e para ele era mesmo o seu momento de distração uma válvula de escape daquilo que enfrentava dia a dia na faculdade ou no emprego então aí agora a gente tá falando do Ariano só depois de vários estádios e 5 anos atuando no caixa bancário é que foi promovido a gerente eu não sei dizer tá Qual o tempo que um um um caixa leva para
ser gerente mas me parece aqui a denúncia da demora Provavelmente em virtude pela cor da pele mesmo nessa posição preconceito existia enraizado e ingênua então você vê aí a denúncia do preconceito e eh que tá perpassando um um negro na posição de gerente Então já causa uma estranheza para muita gente o que também fez com que corresse atrás de conhecimento muito conhecimento então ele corria atrás lembra-me muito aqui o Tenda dos Milagres para quem conhece a história quando Pedro Arcanjo busca o conhecimento como forma de se impor socialmente e quanto mais conhecia quanto mais estudava
né mais humilde ficava a ponto de adquirir a virtude de não mostrar o que sabia então estudava sabia mas ele não se exibia caso não fosse pedido para ele mostrar o que sabia por se portar assim é que as pessoas não lhe davam um valor no primeiro momento ouviu diversas vezes Ariano Antes de te conhecer para mim você não valia um real um desses momentos aconteceu na Suíça e foi a mais bela expressão contra o racismo que se tem notícia Então chega aqui na última parte ele diz o seguinte agora estava numa conferência Econômica representando
o banco em que trabalhava numa festa que ocorreu no terraço do hotel assim que Ariano foi visto logo pediram mostrando os instrumentos Ei negão toca um sambaê Então você estereotipia né Não deixou aquele estigma aquele preconceito passar em branco aí um trocadilho com o branco que falou isso provavelmente né pegou instrumento de cordas pegou um violão não foi a tabac tá vendo pegou o violão e soltou a voz no microfone com todo o talento que ele tinha cantou e tocou bossa nova e mpb não necessariamente um samba né então ele foi para outros ritmos e
para deixar todo mundo pasmo mandou ainda em inglês o Bob Dylan né o Marvin gay e o ry Charles ou seja dois aqui inclusive nomes da cultura Negra musical que é o rei Charles e o Marvin gay e o Bob Dylan aí o cantor de folk música norte-americana ele cantou tudo isso em inglês mostrando vencendo aí a estereotipia e mostrando que o talento era com ele então tá aí para vocês o conto foi o Ariano quem fez os caracóis chorarem do ademiro Alves a sacolinha presente na coletânia cadernos negros volume 32 e você passa aqui
a ter uma prévia do que é esse volume de contos claro se você quiser saber mais dos Outros Contos ainda existem 18 contos pra gente debater eu lhe convido para participar da minha turma UNEB na qual eu analiso as 10 obras indic pro vestibular Te Entregando como eu fiz aqui todas as peculiaridades os temas os assuntos que são relevantes como por exemplo essa narrativa que a gente acabou de ver que é uma narrativa em terceira pessoa a gente pode ver o narrador está de fora falando do Ariano tá uma narrativa portanto que não tem um
espaço muito delimitado a gente não pode dizer que foi uma narrativa que aconteceu em São Paulo ou no Rio de Janeiro ou na Bahia não é pretenção do autor Porque o autor tá denunciando um quadro que se repete por todo o Brasil então se você quiser saber desses detalhes dos Outros Contos que eu infelizmente aqui não tenho todo o tempo para analizar te convido a participar da nossa turma que acontece com aulas ao vivo ou se você tiver vendo esse vídeo depois quando as aulas já tiverem começado a gente também tem as aulas disponíveis depois
no formato gravado aqui embaixo na descrição do vídeo aparece como você se matricula e garante um excelente performance na prova da UNEB afinal de contas nas estaduais português vale mais para qualquer curso peso máximo vestibular da UNEB dá para a prova de português Valeu a gente se vê no próximo vídeo tchau tchau