um relatório global aplou que mais de 40 bilhões de dólares em criptoativos foram movimentados por criminosos no ano passado e em todo o mundo aqui no Brasil a moeda virtual também é usada por facções os policiais militares que se tornaram réus pela morte do delator do PCC Vinícius Gritbá receberam segundo as investigações R$ 3 milhões deais pela execução parte em dinheiro vivo e o restante em criptomoedas a criptomoeda é o que os especialistas chamam de dinheiro digital que não passa pelo banco para que a transação aconteça a investigação teve acesso a prints de transações ligadas
aos executores no entanto os policiais não conseguiram acessar as carteiras digitais que é onde fica o dinheiro virtual esse promotor de justiça confirma que as organizações criminosas usam cada vez mais criptoativos mas as quadrilhas acabam flagradas quando precisam transformar o que é digital em bens reais e nesse momento que a transição do cripto pro mundo por uma compra por uma Ferrari por um apartamento é como se fosse um campo de invisibilidade que some nessa transição entre cripto e e e um bem material nós investigadores temos uma grandes eh possibilidades de eh identificar um criminoso que
tá usando o cripto ativo para lavagem ou ocultação de capitais segundo o relatório global sobre crimes envolvendo criptoativos a atividade ilícita com o uso de criptomoedas cresce 25% a cada ano e somente em 2024 criminosos movimentaram mais de 40 bilhões de dólares esse advogado especialista em crimes virtuais pondera ele diz que a imensa maioria das transações acontece dentro das regras e atribui a ação das quadrilhas a tentativa de fugir do controle do estado a cripta é muito mais fácil ser por exemplo movimentada enviada ao exterior não tem intermediação a justiça tem dificuldade em fazer bloqueios
judiciais dentro do sistema porque não há intermediação e por isso há uma migração aqueles que fiscalizam o dinheiro no país quando falamos de crimes relacionados ao uso da cripto ainda são eh agem por eh provocação então COAF Banco Central Polícia Federal Polícia Civil dificilmente tem algum controle hoje sobre blockchain e ficam analisando as transferências o chamado blockchain é uma espécie de livro virtual onde ficam registradas todas as transferências feitas com criptomoedas qualquer movimentação ali está identificada com código e também é pública só que sem o nome da pessoa que fez a transferência para chegar até
os criminosos as autoridades precisam acessar esses códigos formados por letras e números desde 2021 o Ministério Público Federal tem uma equipe que cuida dessas investigações o coordenador do grupo afirma que é possível rastrear os criminosos na verdade o blockchain é como se fosse uma novela que tá sendo transmitida ao vivo mas os atores todos estão de máscara então você sabe exatamente o que que cada pessoa tá fazendo só que você não sabe quem tá por trás da máscara ele destaca que a fiscalização deve ser mais efetiva quando a regulamentação das criptomoedas for concluída pelo Banco
Central essa lei ela entrou em vigor em junho de 2023 junto com a publicação do decreto que falou que o Banco Central é o ente responsável pela regulamentação desse assunto e aí até hoje o Banco Central não emitiu ainda essa regulamentação e na minha opinião já passou da hora da regulamentação por parte do Banco Central com relação às criptomoedas yeah