Porque se se eu posar o argumento, vamos esquecer Paulo tudo. Põ, se eu põ na biologia, Jesus não insistiu. Acabou.
Pronto. Acabou. Acabou o debate.
Mas aí você táando superfú colocou. Você não tá entendendo não. Você não tá entendendo, pastor.
Aí tá, você não acredita. Eu não estou lidando com fé e crença. Eu sou quem tá colocando fé e crença.
Ó, ó. [ __ ] Paulo. Paulo no cu.
Você tá entendendo agora, pastor? Você tá entendendo agora? É isso que eu tô dizendo.
Eu não estou lidando com crença e fé. Não, não, ele me liu que é isso que eu tô dizendo. A gente tá discutindo texto, tá discutindo crente e nem fé.
Porque se eu for discutir crença e fé, nada para mim na Bíblia presta, entendeu? Agora, se eu for discutir crença e fé, a Bíblia para mim é imprestável. Agora, meu conceito, minha opinião, a Bíblia como crenç e fé para mim é um lixo.
Voltando na questão da virgindade, ó, 1 2 3 4 Cinco pais da igreja confirmando a virgindade de Maria. Por uma Não, não, vamos lá. Não, isso não é para você confirmar.
Isso é questão de crença e fé. Não, não, não tô colocando crença e fé. É a fala.
Não, não. Tô falando nos padres. Os padres coloca nessa crença mesmo.
Catequese. Ótimo. O que eles estão fazendo é catequese.
É aspecto de crença e fé. Vamos pro texto agora. Vamos lá.
Da virgindade de Maria. Nervoso agora. Vamos lá.
Vamos. Você vai para onde? Qual texto?
Lucas um. Quer não. Vamos para Mateus que é o Vamos para Mateus.
Isaaias. Não esquece. Isaíai.
Tem um livro só sobre isso aí. Mateus 1:18. Não, pera aí, pera aí.
Não é Mateus 118. Vamos ver os problemas existentes ali que existem. Pera aí que tá travando isso aqui agora de novo.
Jesus Cristo. Porque você vê ali um diálogo de Maria com anjo. Eu não preciso um senso espiritual.
Eu quero expegar não. Não. Aí que eu tô falando.
Aspé de crença e fé. Por quê? O contexto volta lá pro inilá.
Mateus 118. Pode voltar lá. Vamos pegar alguns pontos para nós entender.
Agora só diminui porque tá todo fora aí o esboço. Tá. É, você tem que É porque aqui eu para quem tá em casa.
Isso. Vai. pegar tá lá no começo, acho, né?
Aí, pera aí, acho que aí o noivado, não vou falar muito, como diz que ela era desposada com José, já existia algumas prerrogativas e responsabilidades que o escritor vai colocar a respeito disso. Mesmo que Maria sendo desposado, sendo noiva de José, não poderia acontecer o que aconteceu. Maria sabia que tinha concebido o Espírito Santo.
Não, isso é uma nota do escritor, do narrador. Nem José sabia disso. Toda a atitude de José em Mateus, capítulo primeiro, versículo 18 em diante, ele não tem noção nenhuma que que o escritor tem que fazer.
Por isso que eu falo na questão de catequese. O escritor tem que solucionar o problema, tem que colocar algo em sonho para José. Maria tinha concepção do Espírito Santo.
Não, Lucas vai dizer isso. Mas como assim pode algo acontecer comigo, visto que eu não conheço o homem? Ah, virá o Espírito Santo é onde eu tenho aí.
Eles sabiam a respeito do Espírito Santo como alguém que poderia gerar uma vida? Não. A está citando o Lucas agora.
Estou fazendo esse paralelo entre Mateus e Lucas, tá? Eu só estou resumindo para não fazer leitura muito do meu esboço. Então os o Maria e José dentro das narrativas não tinham uma concepção da atividade do Espírito Santo para gerar uma vida dentro do ventre de uma mulher.
A funcionalidade do Espírito Santo dentro do Antigo Testamento não tem nada a ver com isso. O que nós temos são manobras dos escritores para suas devidas comunidades. Por isso que quando se coloca a Patrícia, a Patríca vai lhe dar o quê?
Com a catequese, vai pegar os textos como elemento de fé e de crença. Tanto que quando o Justino tá debatendo com com Trifão a respeito disso, Justino fica pasmo com a pergunta de Trião. Pera aí, mas você pode me provar?
Não, eu eu só acredito que ele existiu e que é ele que eu acredito, mas não posso lhe provar. Então, quando se quer se fundamentar alguma coisa, existe uma comprovação, fundamento melhor. Então, os problemas fontes judaic.
Sobe um pouquinho, eu só vou resumir. Sobe um pouquinho. Eu só vou resumir.
Pode subir, Flávio José, pode subir. Ó, mais um aí, hein? Não tem o que mais tem.
Sobe, pode subir. Pode subir questão de que não vou lhe dar aqui, ó. antes se ajuntarem.
Existe qualquer evidência externa independente que confirme que não houve coabitação? A expressão trreineltemus exerce função narratológica que ultrapassa a simples informação cronológica. Do ponto de vista da crítica literária, trata-se de uma prolépse explicativa, ou seja, o narrador antecipa uma inferência provável do leitor.
A paternidade de José a neutraliza antes mesmo que ela se consolide. Então isso é tudo estrutura da própria narrativa, dos próprios escritores, porque antes de assuntarem, que que ele tá colocando? Ele esteve lá presente?
Não, não esteve lá, mas ele tem que fazer a construção da narrativa para gerar catequese paraa sua comunidade. E olha o problema que vai gerar. Tiveram a relação?
Não, passa, passa, passa, passa. Cadê a verificação? Passa.
Não vou nem lidar com isso. Para. Importante destacar que tal procedimento não constitui demonstração empírica, mas delimitação interpretativa que nós temos no texto.
A frase opera como baliza hermeníêutica, o qual orienta o leitor a rejeitar de uma hipótese mais imediata paternidade de José. Porque Mateus não quer dizer que que Jesus é filho de José. Então para ele extrair que José é pai de alguma coisa, ele tem que usar os artifícios dentro da própria literatura, da narrativa e aceitar a explicação teológica que será explicada.
Assim, a expressão antes de coabarem não acrescenta dados observáveis. Ela estrutura a recepção do relato, funcionando como elemento programático de uma cristologia da concepção virginal já pressuposta pelo narrador. A gravidez ause ter concebido do Espírito Santo.
Passa o achou-se, vai lá passar harmonização, como nem ler sobre isso para já resumir para aqui. Manobra do escritor. Estudiosos informaram que o passivo inicial é literariamente estratégico.
Ao indicar que a gravidez foi encontrada ou achou-se concebida pelo Espírito Santo, o escritor preserva a perspectiva de José como destinatário da revelação subsequente e preparar a intervenção angelical que reinterpreta o fato como ação do espírito. É tudo montagem para atender o quê? A escola aonde estava sendo propagado isso.
Maria Concebeu do Espírito Santo. Afirmação é histórica ou teológica? Se é teológica, com que fundamento apologético pode ser defendida como evento empiricamente ocorrido?
Se é teológica, se é histórica, onde estão os mecanismos normais de constatação histórica? Nós temos vários problemas. Sobe a problemática do narrador.
Do ponto de vista narratológico, isso configura o que a crítica literária denomina de onisciência do narrador. Ou seja, o narrador fornece ao leitor informação privilegiada que ainda não estava disponível nem para José. José não tá sabendo nada disso.
Maria não tá sabendo nada disso. A solução vem depois. Agora, se fosse algum colocar verídico, ele fala: "O que que tá acontecendo?
" "Maria, você está grávida? Eu não tive relação com você. Não, Maria, é o que vai acontecer na narrativa.
José vai ter a atitude de fazer o quê? Pedir um uma carta de divórcio. Poderia lançá-la pro escândalo e ele: Vamos lá, vamos ver qual parte que ele pensa em fazer isso.
Sobe. Vamos ver. Pode subir.
Vamos ver qual parte que José pensa fazer tudo isso com Maria. Pode. Não vou nem usar essa parte da biologia.
Pode passar a parte da biologia. Pode subir aqui. É, pode subir justo.
Pode subir. Vamos para próximo tópico aqui. Aí a exposição.
E José, seu marido, como era justo e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente. Aqui José sabia alguma coisa do Espírito Santo? Não.
O Espírito Santo entra na história em sonho porque é o que o narrador quer. Ele quer suavizar o problema. Se fosse algo literal, verdadeiro, José tinha acabado com Maria.
O que era infamar? O vocábel para informar é degmatio, cujo significado se tem exibir, tornar público, trazer ao conhecimento público. A forma intensificada para digmati explica expor como exemplo vergonhoso.
Se digmatiso implica necessariamente escarn público, porque o texto imediatamente ressaltou que José queria evitar isso. Ou seja, José poderia muito bem expor Maria publicamente, pois o filho não era dele, mas achou por bem deixá-la secretamente. Era dele até então ele não sabe.
Ele sabe que não é dele. E tem certeza que não é dele. Veja que o versículo não afirma que José não podia exparia, afirma que não quis.
Do ponto de vista narrativo, isso é decisivo. A possibilidade de exposição é pressuposta como real. Caso contrário, a frase não querendo expô-la seria redundante.
Sobe a intenção. Intentou deixá-la secretamente. O texto afirma que José tinha certeza de adultério ou apenas que Maria estava grávida.
A hipótese de adultério é inferência lógica ou afirmação textual? Qual o significado da expressão deixada secretamente? O vocábulo apolio significa deixar, ir, despedir.
Entretanto, aqui significa divórcio, pois em contextos matrimoniais o vocabábulo se torna termo técnico para repúdio ou divórcio. Logo, deixá-la secretamente não significa abandono informal, mas divórcio no litigioso. O Zé poderia acusar Maria perante a autoridade pública e pedir um julgamento para determinar se ela tinha sido forçada ou seduzida com consentimento.
Ele poderia, sem mais delongas, elaborar um projeto de lei de divórcio sem o julgamento e convidar duas ou três testemunhas a assinar o documento. Poderia tudo fazer isso? Poderia.
Passa Patrícia, não vou nem na Patríca. OK. Aí o que que acontece?
É projetando ele nisso. Nisso o quê? De que forma que ele ia deixar Maria?
Se ele ia acusá-la, se ele não ia acusá-la, se ia lançar ela ao repúdio não ao repúdio, se envergonhá-la ou não ia envergonhá-la? É isso que o autor que que o autor faz? Eis que em sonho.
Agora ele vai fazer o quê? cria a solução do problema. Hã, aqui, ó, sobe que eu estava projetando.
O que José estava projetando? A cena é estruturada a partir de deliberação mental, não de apuração probatória. O particípio em metentos enquadra José como alguém que rumina uma interpretação plausível.
O que que era? Suspeita de infidelidade. A revelação surge no ponto de crise interpretativa com mecanismo narrativo de correção.
É isso que o autor vai fazer. Vai corrigir o mecanismo que ele próprio criou. A revelação aparece exatamente quando a narrativa precisa legitimar a permanência de Maria e evitar o desfecho jurídico.
Pois a gravidez antes da coabitação, sugeria infidelidade. Sendo assim, o versículo corrige a leitura natural por meio da revelação privada, tá? Agora, pera aí, eu vou colocar o Diego nisso aqui, só queria colocar duas questões.
Depois do Diego, eu quero voltar lá em Lucas e falarmos da palavra gnóosco depois. Mas dentro desse contexto aí que você falou, pode tirar as bolsas. Ô, ô, ô, Sab, olha que interessante.
Hipoteticamente você tá certo, mas eu vejo que tudo que você transitou só em hipótese. Aí vem o sonho de José que é desculpa. Não, o que você conceu foi hipótese.
Agora vamos lá. Caramba. hipóteses.
E isso que José fez foi um erro gigantesco que Jesus não denunciou, que os apóstolos não citaram, que os pais principais da igreja não argumentaram. Quer dizer, foi enganado os pais da igreja, Jesus, os apóstolos, a igreja primitiva, toda a narrativa textual, toda narrativa oral, nem vou colocar o Velho Testamento, Isaías, tal, isso, aquilo. Quer dizer, a sua hipótese que está certa, como você colocou, coloca todo mundo que acreditou nisso errado.
Não digo nem a gente. Tudo bem que você vai dizer dos erros das tradições, mas Jesus nunca citou esse ponto, porque esse ponto que você colocou é muito grave, não é um um buraquinho na parede, é um rombo no prédio. Mas como que ninguém maxim você fez a sua dedutiva, mas como que ninguém pegou a sua dedutiva tão maximizada e colocou isso na época, ô ô, sabe?
Não tem como, irmão, não tem. É bonito, sabe? Eu acho que que uma questão alegórica, como você é lindo, é maravilhoso e como você transita muito na questão mitológica, irmão, isso é mito, não tem como, porque acha um alguém, porque assim, se você vivesse na época, eh, pela sua personalidade, ninguém, deixa só me entender só assim, você tá lidando com a questão da exeguil.
Não, não, não. Eu entendi, eu li ponto ponto que você leu. Tô entendendo que você tá vendo outro ponto da real de Jesus.
Não, eu tô, o que eu tô vendo é que você levantou uma denúncia tão grave que nenhum tribunal eh dentro do que Jesus construiu, nem o próprio Jesus viu isso. Porque ele deveria falar: "Pera aí, José, calma. Você está numa infâmia de sonho.
Não vou piorar, vou usar Paulo. Eu vou, eu vou piorar, vou usar Paulo. Mas você não acredita em Paulo, não usar Paulo.
Volto nov, volto novamente. Volto novamente. A gente vai debater.
Zer Herm. Eu desculpei. Não, não.
Aí você vai criar uma espantar. Você não dá verade só um minutinho, pastor. Ó.
Onde você falou? Ó, ó, aqui não podear foto que você me deu, pastor? É texto.
Ele tá falando texto, mas não você leu todo aquele texto novamente, ó. Porque se se eu posar outro argumento, vamos esquecer Paulo tudo. Põ, se eu pintar na biologia, Jesus, acabou.
Pronto, acabou, acabou o debate. Mas aí você táando superf. Não foi que você colocou.
Você não tá entendendo não. Você não tá entendendo pastor. Mas você não pode falar de Paulo na que eu não posso?
Você não defende, você não acredita nele. Vamos lá o argumento. Você fez um livro que o Paulo não existe.
Eu falei que Paulo não existe. Que que que eu falei que Paulo não existe. Eu falei que Paulo não existe.
Paulo o personagem mais polêmico do Novo Testamento. Então não vamos usar um polêmico. Mas por que não?
Você não gosta dele? Eu não gostar. A gente tá debatendo o quar pela tangente, pastor.
Uma coisa chegar para mim e falar assim, ó, você não pode usar, me desculpa. Aí tá, você não acredita. Eu não estou lidando com fé e crença.
Eu sou quem tá colocando fé e crença. Ó, [ __ ] Paulo. Paulo tá entendendo agora pastor?
Você tá entendendo agora? É isso que eu tô dizendo. Eu não estou lidando com crença e inferno.
Não, eliminé. É isso que eu tô dizendo. Eu tô pouco me lixando para Paulo.
Eu tô pouco me comunicando com Mateus. Para mim pouco se lasca se lixa. O que você tem que entender é o quê?
O senhor fala assim: "Eu não posso usar por questão de crença. A gente não tá debatendo crença e fé. A gente tá a gente tá discutindo texto.
Eu vou te falar com carinho. Você tá usando Paulo como escada agora. Não é porque você não pode usar ele.
Sabe por? Deixa eu explicar por você falou ali. Escada fazer uma pergunta.
Você não acredita em Paulo? Uma coisa tem nada a ver com outra. Uma coisa, mesmo que eu não acreditasse, a gente tá ligando com exegés, não é crença.
Aprenda isso pastor. A gente tá discutindo texto, crença e nem fé, porque se eu for discutir crença e fé, nada para mim na Bíblia presta. Entendeu?
Agora se eu for discutir crença e fé, a Bíblia para mim é imprestável. Agora meu conceito, minha opinião, a Bíblia como crente fé para mim é um lixo. Entend agora como crente fé, eu estou expondo a minha opinião.
Tem que respeitar minha opinião. A bíblia para mim é isso. Se para você ela é santa e fiel, amém.
Eu não escuto fé a minha opinião. Diferente deixa falar. Eu e o Paulo, eu e o estamos se entendendo, não estamos discutindo.
Não, mas que eu quero falar um negócio importante. Eu quero falar um negócio importante. Eu perguntei para você se você não acredita em Paulo, porque eu queria falar uma coisa.
O Sabino deu três lives aqui sobre Paulo, cara, e teve muita gente, não sei se você ficou sabendo, que falou assim: "Cara, esse cara é um pastor? " Falei assim: "Por quê? " Porque ele falou mais de Paulo do que muitos pastores sabem.
Por isso que eu perguntei quando você falou que ele não acredita em Paulo, de Paulo, hein? Mas assim, ó, desculpa, eu não tô puxando o saco. Vendo aqui 54% do testamento.
Por isso que eu te fiz essa pergunta. É por isso que eu te fiz essa pergunta sobre Paulo. Por isso que eu fui vou pedir, vou te pedir um favor, cara, na humildade mesmo, com todo respeito.
Sim. Tenta mandar sua línguajar a Bíblia. Não, mas tá, ele tá normal.
Não, eu tô te pedindo. Eu tô te fazendo pedido. Aí cabe vocêão eu tô te fazendo um pedido aí.
Cabe a você aceitar ou não fazendo pedido deixa explicar assim pedido eu como cristão me sinto ofendido, entendeu? Vamos lá. Eu me desculpa, me desculpa.
Não, mas eu não me sinto meó. Eu não discuto crença e fé. Sim.
Você sempre deixou isso claro. Quando eu ia escutar, discutir biologia, que não é crença nem fé, aí o pastor propôs texto. OK.
Então, quando você fala, você não pode usar Paulo Eu falei: "Por quê? Porque você não acredita". É crença e fé.
Falei: "Mas não é o texto, é o texto. A gente tá discutindo o texto. Vamos lá.
Por que eu entrar em Paulo? Porque Paulo foi o primeiro que escreveu antes dos Evangelhos. Isso é consciência acadêmico.
Sim. E Paulo vai falar que o nascimento de Jesus foi por via normais. Paulo não tinha concepção nenhuma de nascimento virginal de Jesus.
O que que isso demonstra? que a história da concepção veio com outro passar do tempo que não é do período de Paulo. Porque se Paulo vai falar de morte, de ressurreição, coisas tão belas de Jesus que tá em suas cartas, como Paulo não ia dizer a respeito de uma concepção milagrosa dele?
É isso o que eu queria entrar sobre Paulo. Por que que Jesus não nasceu de uma virgem? Porque o, como você acabou de colocar, pastor, o homem que mais escreveu cartas, 54, que intensificou uma pessoa, o, como se diz, o qual ele não conheceu fisicamente, mas aderiu toda a sua história.
E digo mais, não posso nem dizer, como você tinha colocado, pastor, não posso dizer nem história compartilhada por outros apóstolos, porque ele vai se garantir que tudo aquilo que ele aprendeu foi por revelação de Jesus Cristo. Já começa por aí. Aí ele vai escrever que Jesus nasceu no procedimento normal segundo a carne.
Depois esses buscam vou colocar sa deixa eu comentar algo aí rapidão. Não é nem pro debate, é só colocar uma questão. Pelo amor de Deus, não me julguem como herege o car não cres na Bíblia.
Eu sou ortodoxo, eu creio na inerrância, na infabilidade da Bíblia, da Bíblia. Mas essa questão de Paulo dizer, eu recebi do Senhor, eu tenho uma análise que destoa um pouco do que as pessoas têm. Para mim, de fato, Paulo recebeu do Senhor, mas não com uma revelação milagrosa, não tudo, pelo menos recebeu parte pela tradição.
Quando você lê Filipenses capítulo 2, o hino cristológico que Paulo cita em Filipenses capítulo 2, já era uma tradição muito posterior ao que ele escreveu. Então ele recebe coisas [roncando] por tradição. Sobre o que foi dito aqui, que talvez José não sabia que Mateus escreveu tudo isso, com todo respeito, não é querendo ofender.
minha leitura, talvez ele tenha um outro argumento e tudo bem, tá certo, ele põe na preciso que você fale no microfone, senão você não vai te ouvir. Perdão, perdão. Tudo isso na minha leitura e talvez ele tenha um outro argumento, mas aí ele vai pôr na mesa e a gente vai discutir.
Mas tudo isso na minha leitura cai por terra quando você analisa a minha a minha fala introdutória. Eu deixei claro que a os textos circulavam na comunidade, todos tinham acesso. Por que ninguém con contestou?
Ah, por que ninguém desmitiu os apóstolos? [roncando] Se os judeus não aceitaram Jesus como Messias, por que não chegaram lá e já daram essa bomba? Era a maior cliptonita para derrubar Jesus como Messiasamente.
Agora o Sabino citou e nós tentamos voltar para lá várias vezes e não conseguimos ainda. Ele falou: "Per, pera, pera, pera aí, mand vocês voltaram no assunto aí. Vai lá.
O que que tem a ver Jesus e o Messias? " Não entendi. Não tem a ver.
É, o que eu disse, a gravidade que você levantou, como que ninguém falou? Pera aí. Quando é que as pessoas vão tratar do messianismo de Jesus?
Na Bíblia quando? Não, não, deixa conta aqui. Você tá colocando outro outro caminho aí.
A não, vamos lá. A messianidade de Jesus começa a aparecer na Bíblia com Pedro, certo? Tu és o Cristo, tal.
Não, não vi minha pergunta. Quando é você perguntou quando é que aparece? Não, não, não, não falei aparece.
Quando é que vão tratar a respeito da messianidade de Jesus? Tratar. Vamos lá.
Se nós formos olhar cronologicamente é Paulo. Cronologicamente é Paulo. Vamos lá.
Vamos lá. Mas pera aí. Não, mas pera aí, pera aí.
Vamos lá. No primeiro século você concorda comigo que já tinha a ideia de Jesus Messias, certo? Isso aí você concorda comigo que o próprio primeiro não, pera aí.
No primeiro século. Sim, existe. Existia.
Certo. Por que ninguém no primeiro século combateu os textos de Mateus que fala que ele nasceu de uma virgem, que era uma prova contra a menanidade de Jesus? Não, não, não, não.
[roncando] Mas quem é que ia combater? Quem era contra os debionitas, por exemplo, todos que não aceitaram. Não, não, isso vem posteriormente.
É isso que eu estou dizendo. O que que vem posteriormente? Você, você não tem ainda fechamento.
Como que você vai discutir uma coisa que você não tem um fechamento? Você tem resquícios de coisas que circulavam naquele período. Você não tem um cano fechado, um livro fechado ainda.
Ou você tá achando que ainda existia que existia os evangelhos fechados naquele período? Eu já, eu já disse aqui que não, eu já disse aqui que a primeira carta é de Paulo e que Paulo recebe muita coisa por tradição. Por exemplo, o hino cristológico de Filipenses 2 é uma tradição, inclusive o Bartma, inclusive não, esse a gente vai debater.
Eu tô contraditório com Paulo porque Paulo vai terminar. Inclusive Bart Erma não é contadório com Paulo e quando você foi no Paulo, a gente vai trabalhar isso. Inclusive Bart Erma, ele cita que esse hino cristológico de Filipenses eh do é de eh variavelmente 3 anos depois da morte e ressurreição de Cristo.
Ou como você não acredita na ressurreição, depois da morte de Cristo, como eu acredito, depois da ressurreição. Ou seja, 3 anos depois da morte de Cristo, a ideia cristológica da divindidade de Jesus já circulava. É, vamos lá.
Isso já circulava. Bartma fala isso. Bom, vamos lá.
Onde tem um problema? Quando você coloca que algo que Paulo obteve de tradição, não pode, que contaria mesmo, contaria com o conteúdo dele, porque Paulo diz que tudo que ele recebeu foi por revelação. Paulo não poder ter recebido nada de Pedro, de ninguém, nem muito menos de Lucas.
Muito menos de Lucas. Porque vamos abrir o texto pra gente ver o que Paulo fala. Esse texto aí que você falou que ele disse que recebeu tudo por revelação.
Gálatas. Tá lá em Gálatas. Gálatas.
Abre o texto aí. Vamos ver o texto. Gálatas 5.
Para. A gente tá saindo muito fora do tema aqui, gente. Mas vamos lá.
Não, mas não tá ruim não. Mas vamos lá. O assunto aqui é sabatina agora, não é mais Jesus nasceu de uma virgem, mas vamos lá.
E eu vou entrar lá em Paulo, porque Paulo vou provar que Jesus não nasceu de uma virgem, porque Paulo desconhecia isso, tá bom? Porque não recebi nem aprendi de homem algum. Opa.
O todo pela parte, a parte pelo tudo. Algum, algum todos, mas pela revelação de Jesus Cristo. Próxima vez de ver mais um.
Pronto, é só isso. Tá aí. Versícul dois.
Aprendeu aí. Volta aí, por favor. 11, né?
Não entendi. Desculpa o que você falou. Não entendi.
Eu não ouvi porque não não o que você falou agora no final do comentário seu. Eu não, não entendi também. Não.
Não, mas que não, eu falei que ele não aprendeu de homem algum, ele aprendeu de outros. Esfera que a revelação. Qual foi o primeiro versículo?
Foi o 11, se não me engano. Bota no 11, por favor. 11.
Mas faço-vos saber, irmãos Adelfos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens. O que é que Paulo tá dizendo? que o que ele prega, o que ele anuncia não é segundo os homens.
Vamos pular próximo. O próximo. Porque não o recebi nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.
Aí Fábio Sabina falou assim: Paulo disse que tudo, tudo ele aprendeu por revelação. Eu quero saber qual a parte do texto aí fala que foi tudo, Sabino. Se ele coloca a revelação de Jesus Cristo, qual a parte que foi tudo?
Homem algum aprendem algum. Ele tá dizendo que não foi de nenhum homem. Então, Sil, ele não tá dizendo que foi tudo.
Hã? Ele não tá dizendo que foi tudo. Aonde é que Global utiliza eu passo?
Você tá colocando o quê? Eu tô colocando o que ele ensina. Tudo que Paulo ensina dentre o seu, as todas as suas cartas que ele coloca, não aprendeu com ninguém.
Tá escrito aí. Mas e ali o cumprimento pela revelação de Jesus Cristo? Então isso que eu tô dizendo que a ponte de Paulo não é o homem.
Vamos matar essa volta, por favor, um versículo. Eu não entendi, mas tudo bem. Mais fácil você saber, irmão, que o evangelho que eu anuncio agora, pergunte pergunta uma coisa, Sabino, tudo que Paulo anunciou é evangelho.
São as boas novas. Tudo que Paulo anunciou é evangelho. Aquilo que é boas novas, assim, agora aquilo que pertence a ele é outros 500.
Ah, digo eu. Não, senhor. Ah, é nisso estou me referindo.
Paulo trata costume cultural e local. Como que é? Paulo trata e como é que é evangelho costume cultural e local?
Por isso que eu tô dizendo que ele tem contradição. Por isso que ele tem contradição. Porque ele não disse tudo.
Ele não disse que é tudo. Ele disse que é só o evangelho. O evangelho.
Acho que as pessoas vão entender. Vamos lá, gente. Quando ele coloca algo doutrinal, é algo dele.
Digo eu, não, senhor, é dele. Eu tô me referindo a esse contexto aqui. Quando você vai falar, quando ele vai anunciar ressurreição, qualquer outra coisa, ele pode falar que recebeu dos apóstolos.
Não, porque se trata de boas novas. Aí onde Paulo, aí onde Paulo vai entrar, vai entrar em contradição. É isso que eu tô dizendo.
Não, a você tinha que me mostrar aí a palavra todos. Porque o que ele tá dizendo que ele recebeu, que ele recebeu por revelação é o evangelho. O evangelho, eu concordo com você, ele recebeu por revelação, mas não é tudo o que ele recebeu por revelação.
Referente ao quê? O evangelho. Se for tudo referente ao evangelho.
Hermenêutica. Se for dizendo isso próximo versículo. Mas que estou dizendo?
Por que aqui ó, não aprendi ôe um. Não aprendi de ôe o quê?