Oi Oi pessoal aqui é o Dorival tudo bem nós vamos dar continuidade à nossa disciplina de alimentos e alimentação animal E hoje nós vamos falar de um tema muito importante vamos falar de classificação dos alimentos e depois nós vamos falar sobre volumosos na alimentação animal isso mesmo nossa aula hoje é conjugada primeiro falar um pouco sobre classificação dos alimentos e depois falar sobre volumosos não custa Lembrar para vocês aqui que apenas o acompanhamento dessa vídeo aula não será suficiente para acompanhar ou para aprender todo o conteúdo necessário na disciplina então a leitura do material que
está disponibilizado no ambiente virtual de aprendizagem a resolução dos exercícios bem como a resolução dos problemas é essencial para que a gente consiga avançar nessa disciplina Tudo bem então vamos lá falar sobre classificação de alimentos e nós temos uma classificação de alimentos para animais bastante simples tá levando em consideração com textos relacionados a composição química dos alimentos é de um modo geral é a comitê americano de pesquisa né em suas publicações ele classifica os ingredientes os alimentos utilizados pelos animais em 8 classes tá então nós temos as forragens secas e os volumosos nós temos os
pastos e as forragens secas nós temos em si lados concentrados energéticos ou basais preste atenção nesse termo concentrados proteicos suplementos minerais suplementos vitamínicos e aditivos nutricionais Então nós vamos focar especificamente em dois termos que basicamente Com certeza é são diferentes para vocês a palavra volumoso e a palavra concentrado isso é importante né esses dois termos eles são importantes porque eles vão ser aplicados aos ingredientes e é isso que nós vamos ver I pay na classificação dos ingredientes ou dos alimentos utilizados aqui para os animais é nós vamos ter uma classificação mais é simples relacionado ao
tipo de classe dos alimentos utilizados quais vamos utilizar nomenclatura volumoso e A nomenclatura concentrado para esses fins Então o que são os alimentos volumosos bem alimentos volumosos arbitrariamente são classificados como aqueles alimentos que apresentam teores de fibra bruta superiores a dezoito por cento da matéria seca ou teores de ndt inferiores a sessenta por cento da matéria seca em contraposição ao solo mosos nós somos os alimentos concentrados que são aqueles alimentos que vão apresentar teores de fibra bruta inferiores a 18 por cento da matéria seca ou teores de ndt superiores a sessenta por cento da matéria
seca tá que é que eu preciso um de vocês aqui para que a gente discuta alimentos volumosos pela própria palavra já tá dizendo né são aqueles alimentos que apresentam uma menor densidade de nutrientes é e o maior volume Tá certo então esses alimentos essa menor densidade de nutrientes E aí traduzido nutrientes especificamente energia está relacionado à é a fibra a presença de fibra então teores mais elevados de fibra de parede celular vegetal está correlacionado negativamente com a densidade energética de alimentos logo alimentos volumosos são aqueles alimentos que tem densidade energética mais baixa em teoria e
portanto tem teores de fibra mais elevado ou seja dezoito por cento de fibra bruta na matéria seca ou sessenta por cento de ndt enquanto que os alimentos concentrados são aqueles alimentos que tem teores mais baixos de fibra e portanto maior densidade energética o termo concentrado está relacionado a e com maior densidade energética o maior quantidade de energia por unidade de massa por isso eles são que chamar de alimentos concentrados esses alimentos eles possuem menos de dezoito por cento de feira bruta ou mais de sessenta por cento de ndt essa classificação pessoal ela é arbitrária importante
de ser lembrada por você está certo e ela é corriqueiramente utilizadas na nomenclatura dentro e nutrição animal em que Pese principalmente subprodutos da agroindústria e alimentos não convencionais ele é três passarem essa essa essa classificação com maior facilidade possível Tá tudo bem mas isso não quer dizer que essa classificação ela não seja importado preço de alimentos concentrados nós temos uma subdivisão tá aqueles alimentos concentrados com mais de vinte por cento de proteína bruta nós chamamos de concentrados proteicos aqueles alimentos concentrados com teores de proteína bruta inferiores a vinte por cento nós chamamos de concentrados energéticos
e basais bom então fica fácil de entender de subdividir o contexto de volumosos e concentrados a classificação dos alimentos volumosos vai ser dessa forma você olha a matriz nutricional se o alimento tem mais de 18 por cento de fibra bruta viu-se alimento tem menos de sessenta por cento de ndt né nutrientes digestíveis totais Então esse alimento vai ser classificado como volumoso e. A classificação do volumoso acaba aí no caso dos concentrados o que vai acontecer que o alimento tem teores de fibra bruta inferiores a 18 por cento da matéria seca e os teores de ndt
superiores a sessenta por cento da matéria seca esse alimento vai ser um concentrado resta agora você saber se esse alimento concentrado vai ser proteico-energético então você para de olhar a fibra bruta ou Para de olhar o ndt na matriz nutricional e se direciona para os teores de proteína bruta então identificou um alimento concentrado -18% de fibra bruta mais sessenta por cento de ndt saltei para os teores de proteína bruta e lá nos a pena bruta eu vou encontrar se o alimento tem mais de vinte por cento de proteína bruta concentrado proteico que o alimento tem
menos de vinte por cento proteína bruta concentrado energético basal tudo bem Então nesse caso específico se nós olharmos aí os teores de fibra bruta que estão Marcados Para vocês vocês vão ver que nós temos milho em grão e farelo de soja é conteúdo e pouco pacífica com teores né de fibra bruta inferiores a 18 por cento da matéria seca portanto são concentrados né se nós olharmos lá os teores de ndt né todos esses alimentos aí vão ter fibra bruta milho em grão e farelo de São João te teores de ndt superiores a sessenta por cento
da matéria seca né E aí nesses alimentos Aí se nós olharmos agora e eu vou pegar aqui para marcar nós podemos fazer em se tratando de concentrados né Nós podemos aí marcar os teores de proteína bruta do milho em grão e do farelo de soja olhou para cá me ligaram teor de proteína bruta inferior a vinte por cento da matéria seca fibra bruta inferior a 18 farelo de soja fibra bruta inferior a 18 subir para os teores de proteína bruta P Negrão proteína bruta inferior a 20 concentrado energético basal farelo de soja teor de proteína
bruta superior a 20 concentrado proteico tudo bem Não custa lembrar né não tá marcado aqui eu vou só pegar o meu a minha caneta para marcar isso para vocês aqui os teores de ndt da silagem de milho que é um volumoso está mais alta aqui porque a silagem de milho efetivamente tem grão dentro tá pessoal E aí mesmo tem hoje de fibra bruta é levado aqui você vai classificar pelo teu de fibra bruta não foi possível classificação pelo teor de fibra bruta dou um pulo lá nos teores de ndt E também algumas composições simples de
alimentos principalmente daqueles alimentos é que não estão não se usa fibra bruta na realidade o termo fibra bruta ele ainda é utilizado aqui nacionalmente por que a legislação Nacional de interiores mínimos e máximos está com base na fibra bruta mas normalmente a matriz nutricional da maior parte dos alimentos que vocês vão se deparar não vai ter né Teu de fibra bruta então que vocês observam aí é silagem de milho concentrado com teores de FDN bem isso aí varia bastante entre os entre os autores de classificação desde alimentos com mais de trinta por cento de FDN
serem classificados como volumosos até autores que falam que alimentos a partir de cinquenta por cento de FDN é que são de fato classificados como volumosos Tudo bem então entre trinta e cinquenta por cento de uma variação na literatura e talvez fosse Prudente observar esses teores de trinta a cinquenta por cento da FDN observar também as características por exemplo do teor de matéria seca dos alimentos tá a matéria seca do alimento ele diz muito sobre a densidade nutricional e talvez E aí eu vou jogar a ideia para vocês talvez a densidade nutricional esteja mais associada aos
teores de matéria seca daqueles alimentos né ou os teores de umidade daqueles alimentos do que efetivamente a composição química é deles então os teores de FDN aqui ó se vocês observarem nós temos diferentes alimentos alimentos facilmente classificáveis como o milho grão farelo de soja e o feno de tifton né então vamos lá olhar de novo a teores de FDN tome-lhe grau e do farelo de soja abaixo a d um dos Trinta a cinquenta por cento então classificados como concentrados né teores de FDN isso bem superiores né Aos 31 cinquenta por cento do feno de tifton
em teores superiores aqui da Palma forrageira a de 35% né Se vocês olharem aqui Milho e farelo de soja classic como concentrado vou dar uma olhada nos teores de proteína bruta concentrada energético milho concentrado proteico farelo de soja frente estão parou aqui né olha só reparem aqui a diferença na ordem de e 10 é na ordem de uma de uma grandeza aqui para o teor de matéria seca do feno e da Palma é bem pessoal agora cabe é entrar no tópico e agora que nós já falamos sobre a classificação dos concentrados e dos volumosos cabe
entrar então no tópico de volumosos e depois nós vamos falar sobre o concentrado então basicamente O que é que são os alimentos volumosos alimentos volumosos são aqueles alimentos que tem teores de fibra bruta superiores a dezoito por cento da matéria seca teores de ndt inferiores a sessenta por cento da matéria seca ou teores de FDN superiorizar 30/50 por cento da matéria seca tá Então essa é a classificação O que é que de fato são os volumosos que vocês o que vocês precisam lembrar aqui é que os volumosos Normalmente eles são porções vegetativas das plantas forrageiras
que são ofertadas pelos animais com o ingredientes ou seja como veículos de nutrientes Então você utiliza a poção vegetativa ou tô é uma parte da planta como veículo de nutrientes para herbívoros especificamente que são os que são capazes de aproveitar é a matéria seca proveniente lá dos volumosos então esses volumosos eles são a base para a alimentação dos animais nos trópicos E aí não custa lembrar né a pecuária e basicamente O que é que vai ofertar é nutrientes né esse ingrediente que vai ser a oferta de nutrientes majoritariamente esse solo mais eles vão ter mais
de cinquenta por cento da sua matéria seca de FDN ou seja metade da composição química desses volumosos ela vai ser de parede celular então a parede celular é de longe o principal componente que vai ofertar energia né para esses para esses animais volumosos normalmente excetuando a classe das leguminosas especificamente normalmente tem teores baixos de proteína bruta e o que mais o volumoso vai ofertar para os animais é energia e no formato de fermentação de carboidratos né então os ruminantes eles vão fermentar esse carboidratos herbívoros eles vão fermentada esse carboidratos com base em suas estratégias vão
produzir substâncias e vão aproveitar essa substância né os ácidos de cadeia curta os ácidos orgânicos normalmente os volumosos eles vão apresentar menor teor de carboidratos não fibrosos de modo que é a parede celular né os componentes celulose hemicelulose e que vão apertar maior parte dos nutrientes bem como a pequena mas nós temos uma digestibilidade uma taxa de aproveitamento dos Famosos variável ao longo da vida dos volumosos e também do processamento que esse volumoso recebe essa digestibilidade essa degradabilidade variável ela tá relacionada Principalmente ao estádio fisiológico da forrageira que nós vamos falar a seguir não menos
importante que isso né são os efeitos que a sazonalidade Ou seja a produção de fitomassa pastor já vê alteração né no regime pluviométrico a usa sobre a oferta de fitomassa pastor já viu para os rebanhos de herbívoros que habitam aqui a região É principalmente do Brasil e aí o que você vai ter são alterações consistentes no período de seca né na interface entre ser que água no período de águas e na interface águas seca né então bem estabelecidos na literatura com alterações específicas na proporção de parede celular na proporção de proteína bruta e o impacto
que é que existe né da relação que existe entre esses componentes então basicamente O que é que vai influenciar E aí vamos assumir planta forrageira como é componente né matéria seca vegetal o fitomassa da planta forrageira como componente ingrediente aí da nossa dieta é para os animais E aí quais são os fatores que vão influenciar na qualidade né desse material basicamente a radiação solar a temperatura disponibilidade hídrica fertilidade do solo os aspectos genéticos relacionados a espécie ou cultivar vão influenciar se vocês dão uma olhada aqui nesse gráfico O que vocês vão ver aqui são que
os teores de matéria seca eles vão entender aumentar na espécie forrageira assim como os teores de fibra Tá certo os teores de proteína e eles vão entender a cair porque eles vão ser diluídos pelos teores de fibra enquanto que os teores de lignina tem de aumentar e o teor de carboidratos não fibrosos ou carboidratos solúveis tende a cair Então essa esse é o contexto né Se vocês olha aqui esse é o contexto é do da matéria orgânica de um volumoso teores de matéria seca tende a aumentar EA composição química dessa matéria seca se altera o
que eu quero chamar atenção de vocês é que na medida que Avança a vida da planta forrageira que nós temos são incrementos os teores de fibra de FDN dessa forrageira e incremento no grau de lignificação até mesmo para suportar a área fotossinteticamente ativa dessa for bom então quando você tem um incremento lá na liquenificação Você tem uma redução na disponibilidade daquela celulose agregada essa lignina e esse incremento no grau de identificação vai acontecendo na medida que eu tenho um aumento também no teor de matéria seca desse material vai chegar um momento é a fase ótimo
onde eu tem um máximo né de fitomassa que eu vou conseguir gerar uma grande quantidade de carboidratos solúveis esses carboidratos solúveis eles vão ser acumulados e depois utilizados na parte vegetal na parte reprodutiva da planta Então esse é o momento Normalmente quando eu tenho o máximo de carboidratos não estruturais ou carboidratos solúveis onde a matéria seca tá mais rica da planta e é um momento ótimo de se ofertar é esse esse esse esse alimento né Essa forragem essa matéria seca vegetal como nutriente para os como veículo de nutrientes para os animais e isso acontece basicamente
variando de acordo com o tipo de cultivo e com a radiação solar EA temperatura que vamos fazer com que o fotoperíodo a radiação solar vão fazer com que isso avance mais rapidamente né a disponibilidade hídrica o estresse hídrico o strass por nutrientes vão fazer com que isso se altere a fisiologia da planta então é importante demais se verificar que as plantas forrageiras elas vão passar para o período né de fase vegetativa e de fase reprodutiva e normalmente na fase reprodutiva os teores de matéria seca tá mais elevados os teores de como tô mais elevados teores
de folha mais baixos teores de proteína normalmente mais baixos e diluir os carboidratos solúveis mais baixos e diluídos matéria seca elevada fibra elevada aqui desculpa aqui vocês estão observando é os teores de FDN de diversas forragem de diferentes graus né ou cana-de-açúcar In Natura ou silagem de cana silagem de soja e silagem de milho frente de tifton e capim elefante é In Natura e capim capim braquiária então que vocês observam que os teores de at e eles vão desde 51 por cento na cana-de-açúcar até teores superiores né de 78 por cento na silagem de Mombaça
eu preciso que vocês entendam que isso quer dizer o quê em percentual de matéria ser quer dizer que 79 por cento da matéria seca da silagem de capim Mombaça é de FDN eu quero que vocês compreendam o que 65/75 por cento da matéria seca do capim-elefante cultivar Cameron é dfdm ou seja FDN ela compõe a maior parte de longe da matéria seca desses componentes Então o que acontece durante não é com essa FDN influencia sobremaneira a composição química e o valor nutritivo desse desses volumosos principalmente pessoal se você levar em consideração aqui ó os teores
de lignina um desses alimentos está certo e os teores de sílica que são frações né além da lignina da sílica são frações que estão associadas a a matéria seca não menos importante que isso normalmente essas forragens vão apresentar teores de proteína bruta mais baixos Essa é tua é óbvio a silagem da leguminosa Mas se vocês olharem grande parte dessa proteína ela tá associada ou tá é indisponível aqui na matéria seca chamada de piada em proporção de proteína bruta Tá certo então isso é um ponto importante que nós vamos avançar a discussão mais à frente então
se vocês olham aí ó os teores de fda E aí você tem uma equação plotada aí né entre os teores de FDN que vocês estão vendo aqui nesse gráfico e os teores de piden percentual de proteína bruta quanto maior quanto maiores forem os teores de fda existe uma correlação alto e positiva né com os teores de pizza isso quer dizer que é quanto maior tem o defe de ar é a porção da proteína da forrageira agregada SSD A isso quer dizer que essa proteína ela vai ser indisponível então mesmo que nós levemos laboratório mas somos
os teores de nitrogênio Total nós temos esse teor de nitrogênio Total isso não vai refletir a quantidade de proteína disponível para o metabolismo para o ambiente ruminal dos animais ou para o metabolismo dos herbívoros por quê Porque parte dessa proteína grande parte depende do teu def.de está associada a abevd a&f de a porção indigestível da matéria seca da forrageira Então essa proteína é simplesmente indisponível para os animais estão aqui uma relação entre o teor de proteína bruta dos animais e e uma uma relação que existe entre a fração efetivamente degradável da FDN né então não
existe aí uma fração efetivamente de agradável da FDN os teores de proteína bruta que nós observamos é que é quando chega no nível de sete porcento né existe então um acréscimo na fração efetivamente agradável da FDN isso acontece basicamente porque aí ele mais ou menos especificamente o mínimo de sete porcento de proteína Bruta É o mínimo para que haja atividade microbiana é ideal né para que os microrganismos têm uma atividade pelo menos a possibilidade de ter atividade microbiana então que nós observamos aqui é que por volta de sete porcento de proteína bruta é que nós
vamos ter uma um aumento em comparação ao nível de cinco um aumento da degradabilidade da fração né é efetivamente agradável da sdm acerta Então existe um limite uma relação entre o teor de proteína bruta EA degradabilidade da FM que eu gostaria de ilustrar é com esse gráfico que discutindo para você com vocês aqui especificamente e a degradabilidade né EA disponibilidade da FDN a degradabilidade efetiva da FDN depende especificamente de microrganismos e esses microrganismos para crescerem necessitam além de outros componentes da fibra expressão de proteína para crescer além da fibra Então essa proteína ela pode vir
especificamente esse nitrogênio pode vir praticamente proteína mas também pode vir por exemplo de nitrogênio não proteico como é o caso da ureia estão ação de ureia bastante comum em dietas para animais em pastejo incremento os teores de FDN implementa o consumo implementa o ganho basicamente porque você é a porta nitrogênio e suficiente para crescimento de micro-organismos né é aquilo achamos relacionando a quantidade né E aí esse gráfico é importante correlacionando o consumo de matéria seca aqui em vacas em lactação em relação aos teores de FDN Então existe uma correlação negativa e consistente aí entre os
o d n i o colchão de matéria seca dos animais e isso lembrem-se está relacionado com aqueles aspectos físicos do consumo então dietas onde está digestibilidade da matéria seca ela é inferior a 60 sessenta e cinco porcento Você tem uma regulação de consumo vfd-m então quanto maior o teor de FDN né quando você tem um maior teor de FDN você tem então uma redução no consumo de matéria seca e é isso que é esse gráfico mostra para vocês então teores mais altos de FDN na rua mas você tem consumo de matéria seca mais baixo como
vocês estão vendo aqui né 75 por cento defendendo o consumo de matéria seca das mais baixas é teu dietas com 30 e 35 40 porcento FDN consumo de matéria seca mais elevados e aqui uma relação entre os teores de FDN e o PH ruminal Então existe todo o modelo proposto tá pessoal é relacionado aí e pela pela presença da FDN e a relação que FDN tem sobre a atividade ruminal Então existe um modelo subjacente aí a atividade da FDN a presença da FDN para estimular a o atividade de ruminação de mastigação e o aporte de
saliva é ao ambiente ruminal e esse aporte de saliva ambiente ruminal pode estabilizar as condições né pro vendo tampão está estabilizando as condições de PH ruminal e promovendo saúde ruminal né então existe o que nós chamamos de FDN efetiva fisicamente efetiva e ajudá efetiva e esses conceitos eles estão Associados a quantidade de FDN da é proveniente de forragem na dieta dos animais ruminantes e existe uma correlação então que nós vamos discutir melhor isso em sala de aula em sala de aula síncrona entre os teores de FDN fisicamente efetiva aqueles provenientes de forragem tá de fibra
longa e o pH ruminal Não não não poderia de deixar de falar aqui tá pra gente continuar falando sobre a parte de volumosos uma diferença que existe entre os tipos de forrageiras que nós temos a diferença metabólica que existe entre os tipos de forrageiras que nós temos tá então basicamente nós temos três tipos de forrageiras nós temos as a sua agenda você três não é predominantemente no metabolismo C3 para ela mandar predominantemente metabolismos e quatro e nós temos também a as forrageiras no metabolismo ácido das crassuláceas eu vou mais cactáceas né específico da Palma forrageira
falando especificamente de forrageiras do tipo metabólico C3 e C4 aqui em regiões tropicais nós temos predominância de forrageiro tipo C4 basicamente por questões de adaptação dessas forrageiras as condições de de otimização do uso de carbono Tá certo então eras otimizaram o seu metabolismo e os de carbono para evitar é muito grande por é fato transpiração Então qual é qual é o Quais são as diferenças além de diferenças metabólicas nós temos diferenças estruturais Então se vocês derem uma olhada aqui na figura o que vocês estão vendo aqui forrageiras do tipo C4 Elas vão apresentar uma grande
quantidade de feixe vascular e isso vai gerar uma redução do mesofilo né é digestivo mais digestivo para essas plantas e a maior parte desse mesofilo ele tá de fato associado esse feixe vascular nem um conjunto de células mais agregados mas é cimentado e esse tipo de estrutura anatômica vai fazer com que a degradabilidade dos tecidos das forrageiras e quatro seja uma degradabilidade mais lenta e menor do que de forrageiras do Tipo C três Então se vocês olham aí comparando né estrutura vocês vem claramente deixa eu pegar aqui a minha seta você o pagamento de um
tecido mais compacto aqui um arranjo mais compacto do mesofilo né dessa dessas forrageiras em comparação às C3 e esse arranjo mais compacto principalmente o próximo aqui os feixes né e mais cimentado aqui vai aqui a bainha do feixe vascular vai dificultar então a a degradabilidade desses tecidos não obstante é é também né nesse nesses feixes né da nesses feixes vasculares aqui é que nós temos a presença né de amido então não bastasse serem células com aparelho celular né mais mais grossa né É E com parede celular secundária mais grossa é justamente lá nessas células de
difícil acesso ou de parede celular maior onde nós temos aqui os exercícios de amido mostrado aqui em mais em vermelho mais escuro aqui corado nesse trabalho do Eduardo e em marrom aqui nesse trabalho Ah então vocês estão vendo aqui que mais de cinquenta por cento dos carboidratos e das proteínas de reserva elas estão justamente no interior dessas células de difícil acesso né Aos microrganismos ruminais então isso é um ponto importante a ser levado em consideração né porque o grau de identificação ele é mais proeminente aqui ele vai alterar as características da da fibra dessa forrageira
vai dificultar o acesso dos microrganismos aderência EA degradabilidade desses microrganismos isso vai fazer com que essas forrageiras tenham por exemplo um tempo de permanência maior no ambiente ruminal e esse maior tempo de permanência no ambiente ruminal vai inclusive reduzir consumo né taxa desaparecimento de taxa desaparecimento menor taxa de passagem menor isso vai reduzir né então quando a forrageira cresce deixa um aumento da relação folha como né com um aumento desenvolvimento da planta e com isso vai havendo um aumento do grau de lignificação dos tecidos né aqui é uma diferença mostrando é o interesse crescente em
temperaturas de 22 e 32 graus Celsius vocês compararem aqui os teores de lignina né na folha e no como dessas forragens chega a dobrar quando a sua agenda estão crescendo e temperaturas mais elevadas e quando vocês observam aqui os coeficientes de digestibilidade então recomendo que vocês pausem o vídeo aqui E apreciem esse essas diferenças aqui principalmente no contexto de lignina e dos coeficientes de digestibilidade Então esse aumento das características DF dele ele está também relacionado com a dificuldade de apreensão mastigação e está correlacionado com a dpi ficuldade na digestibilidade desses materiais tá então deixa uma
alimentação na digestão né Principalmente da lignina no caso da churrasqueira justame não vou casar leguminosas e uma alimentação anatômica do acesso aos carboidratos principalmente pela cutícula dessas forrageiras e pelo grau de edificação então a FD atacou relacionada né nesse caso específico dessa forma C4 com a maior digestibilidade e não deu uma parada aqui no vídeo tem uma olhada na digestão né da diferença entre a Ford da tropical e a diferença entre a farinha temperada nos tecidos de rápida digestão lenta e parcial de gestão e dos tecidos e digestivos o que vocês estão vendo aqui observando
claramente é forrageiras do tipo de ser 3 que são as temperadas tem maior quantidade de tecido de rápida e total de gestão quanto que faz direito tropicais têm maior proporção de tecidos de lente e parcial de gestão Então vou passar rapidamente aqui por algumas forrageiras que eu acho relevante é para que a gente tenta Mas é óbvio que eu preciso que você leve em consideração que essa aula Ela tem o foco voltado especificamente para o volumoso como veículo de nutrientes EA forma de cultura que vocês irão pagar está relacionada especificamente à de escrever é cada
um desses desses alimentos né desses Aqui nós temos o capim-elefante Essa é a composição química do Capim novamente por volta de 60 dias ele vai ter teores de proteína bruta e tem hoje mata e é quase aí com relação aos teores de energia de quatro para oferta para os animais tá existe uma correlação na medida em que Avança a idade do Capim da proporção de folha de como isso reflete especificamente sobre as características de de uso desse capim pelos animais de produção né Então vocês vem aqui a natureza do como desse capim como é que
vocês observam ele tá então extremamente significado nós temos os capins tropicais é para pastejo né do gênero do clo sinal do Megapix O que é o pânico senshi os melhores andropógon né então todos esses capins tropicais aqui eles têm características né então vocês estão observando aqui Recomendo vocês parem para dar uma olhada aqui com relação à composição química dos nutrientes desse capins e aqui especificamente falando sobre as taxas de degradação né porção de carboidrato é a mais B1 é potencialmente de agradável e de agradável é prontamente de agradável é porção de carboidrato o nível B2
aqui é um pouco mais baixo aí postando de carboidrato indisponível aqui é levado a uma dessas forragens bem como observar os teores de piada e pedir EA solubilidade dessa proteína bruta Então isso é importante separar aqui para dar uma olhada apreciar essa composição química desses desses materiais tá um outro componente é importante é a Palma forrageira né para regiões áridas e semi-áridas é uma planta do metabolismo ácido das crassuláceas Essa é a Palma gigante por causa das condições de cochonilha do Carmim nós temos uma diminuição dos cultivos de Palma que a composição química da Palma
forrageira normalmente essa forrageiras caracteriza por teores baixos de matéria seca pé teores elevados de matéria mineral que podem chegar a 11 por cento até dezoito por cento da matéria seca dessa dessa Palma teores de proteína bruta baixo três a cinco porcento da matéria seca teores de FDN que circulam por volta e 20 15 por cento da matéria seca e teores de carboidratos não fibrosos que podem superar cinquenta por cento da matéria seca Então a forrageira típica né teores de umidade elevados teores de proteína bruta baixo teor de carboidratos não fibrosos elevados teores de FDN por
volta de 20 a 35 por cento da matéria seca de origem matéria mineral elevados E aí fazem que que esse alimento ele ele Deva ser utilizada estrategicamente em Associação com outros volumosos de fibra longa para que a gente tenha esses componentes então é em um alvo específico nós vamos falar sobre alguns alimentos alternativos e Voltaremos a falar especificamente sobre a Palma forrageira em E lembrando que ela é um recurso né que pode ir fazer a dessa tentação dos rebanhos aí consumo de água por vacas em lactação caiu de 100 litros para pouco mais de 40
litros e de ovinos saiu de 3 litros para consumo de água líquida inexistente tá e nós temos as leguminosas para finalizar aqui a nossa aula né Nós temos as leguminosas que são ricas em proteína bruta apresentam elevados teores de tanino um comos né mais difíceis de agradabilidade mais folhas mais ricas em nutrientes é também vai apresentar alguns fatores antinutricionais e podem ser utilizadas no formato de feno e Natura no formato de banco de proteína e esses alimentos são apresentar composição química como proteína degradável no ruim é elevada e passiva de ser utilizado pelos Recursos forrageiros
os animais tá pessoal então nós vamos finalizar nossa aula por aqui né E aí eu espero que tenha se destrutiva é para vocês ir no nosso encontro se Chrome hoje faremos aí a nossa em aí nós falaremos sobre é características das plantas nativas da Caatinga né especificamente produção de fitomassa desses materiais bem como algumas plantas né alimentos alternativos que podem ser utilizados para fins de Pastores dos rebanhos é muito obrigado e espero que tenha se destrutivo até a