bom então o assim tá na sala de hoje são algumas doenças infecciosas de equídeos E aí eu separei não é para que a gente pudesse conversar um pouco duas doenças de extrema importância e de impacto né na criação de coelhos que nada mais do que a opção anemia infecciosa equina E também o garrotilho ou adenízia clima então eu gostaria de começar nossa aula de hoje falando sobre essa doença extremamente importante e disseminada no Brasil que é anemia infecciosa equina então totalmente né todos vocês já tiveram a oportunidade de repente estudar lá em algum outro momento
é uma disciplina né É mais eu acho que aqui é importante que a gente veja também a disciplina com esse com essa visão epidemiológica né como a gente já é costumava dizer então a doença anemia infecciosa equina ela é uma Primeiro de tudo né Acho que o aspecto muito importante que a gente precisa comentar é que ela se trata de uma retrovirose e é causada por um retrovírus assim como outras retroviroses que nós já tivemos oportunidade de estudar aqui na disciplina a própria mais Divina África encefalite caprina as leis virose pequenos ruminantes né dentre outras
infecções o que o próprio HIV humano né então é esse vírus Ele tem um comportamento muito peculiar muito comum de todos os retrovírus nós vamos comentar um pouco sobre esse na camisa de ação e de como ele causa impacto né nesse no organismo do animal infectado Então ela devido à sua importância ela também é uma doença de notificação obrigatória ao serviço de defesa então é importante que vocês como médicos veterinários que daqui a pouco não estarão no campo aqueles que vão trabalhar com é com isso estejam cientes disso e também cientes da importância ética de
realizar essa notificação porque nós sabemos que existem muitos problemas derivados né dessa não notificação então muitas vezes o colega ele está diante de uma suspeita e por vários motivos Há muitos até pedido do próprio criador né ele não realiza essa notificação esse animal às vezes é vendido é descartável é escondido na propriedade e isso traz um transtorno extremamente sério do ponto de vista ético e do ponto de vista epidemiológico porque aquela foto de infecção Continuará naquele local mas estamos susceptível a transmitir a doença para os outros animais Ela é conhecida também como febre dos pântanos
ou então uma área que em A esse respeito muito a essa essa essas características né de comportamento só dinâmica patológica que a doença exerce sobre o organismo dos animais e nós vamos comentar e adiante bom então nós sabemos nós já comentamos que ela você tá que deu doença retroviral e ela é Lute sistêmica né porque o retrovírus por si só ele consegue se disseminar se espalhar por todo organismo animal e ele tem diferentes sítios né diferentes mecanismos de atuação que vão acabar empatando no surgimento de sinais que muitas vezes é extrapolam o único sistema então
maneira geral ela estabelece um quadro anêmico hemolítico êmulo mediar então do mesmo jeito que ocorre lá na artrite encefalite caprina Há muitos desses desses sinais que aparecem no Animal infectado dizem respeito a essa ação do próprio sistema imunológico que está sendo constantemente incitado pelo vírus então é muitos e muitos complexos que sendo formados atingindo determinados tecidos e causando esse processo degenerativo ou inflamatório Então ela chama Cid anemia infecciosa né porque um dos principais quadros que se estabelecem esse quadro de anemia hemolítica E aí nós vamos entender mas adiante e por que isso acontece bom então
ela pode se comportar como uma doença aguda É lógico que o que mais nós observamos a nível de Campo seria é se essa esse comportamento crônico até porque o retrovírus os retrovírus se eles tem esse essa dinâmica muito mais crônica do que aguda né nas infecções que eles causam e é levando submetem bom animal a uma agressão agressões leves mas ao longo de toda a vida dele uma vez que o animal não se não se livra mais da infecção retroviral é uma vez contraindo em alguns casos nós temos também a possibilidade da doença se comportar
de maneira e na aparente Então veja né esse é o outro grande risco outro grande perigo do ponto de vista epidemiológico porque muitas vezes o animal e não vai esboçar pelo menos nesse primeiro momento nenhum tipo de sinal clínico e ele vai passando vai se tornando a língua foto infecção dentro do criatório não é para outros animais contactantes tão de maneira geral nós observamos esse comportamento crônico mais como podemos ver né a doença também pode se comportar de maneira aguda ou e na parede e de maneira geral ela tem uma alta mobilidade Talvez até por
causa desse último dessa última questão que nós falamos agora né Essa a presença de animais portadores sadios portadores são os entre " ah e também ela tem uma baixa letalidade então alta mobilidade porque tem a capacidade de ser transmitida muito facilmente de maneira horizontal não é por contato direto ou indireto e baixa letalidade porque os animais eles não vão entrar em obras não vão a óbito com muita facilidade ao contrário eles permanecem sendo constantemente agredidos né pela ação viral ao longos dos anos Oi e aí chegamos Então à parte o que era busca de algumas
características importantes de silent vírus então ele pertence ele é um antivírus também como os Leite viram de pequenos ruminantes um vírus RNA envelopado como todos os outros né e contém esse núcleo em forma de silicone né é o núcleo denso formato de cone Ah é Então nós sabemos que os retrovírus todos eles e são compostos basicamente por proteínas material nucleico E também algumas glicoproteínas importantes Muitas delas responsáveis por induzir a produção de anticorpos mas esses anticorpos nós sabemos que não são anticorpos neutralizantes não é não conseguem deve levar a doença Então existe uma taxa de
mutação muito alta nesse certo eu vivo por causa do seu mecanismo de replicação que nós vamos comentar rapidamente também Oi e aí nós sabemos que devido essa transcrição que acontece constantemente no organismo e a formação de erros é o surgimento de erros nessa nesse processo de transcrição viral vão surgindo novas variantes dentro da igreja Hospedeira E aí quando finalmente o corpo consegue não é produzida anticorpos neutralizantes naquela variantes na verdade aquela varinha de já não é mais a mesma já sofreu mutações E aí esses copos não servem mais que são necessários mais alguns dias para
que novos anticorpos sejam produzidos naquela nova variante E aí ela já mandou de novo e isso é um processo sucessivo não é então dessa forma os animais Eles não conseguem se livrar da infecção E aí existe também uma outras características e outras formas de comportamento viral é que vão também permitir que essa infecção se perpetue ao longo da vida do animal ele não consiga vencer Então nós vamos comentar um pouco mais sobre isso adiante é eu passei rapidamente olho aqui Se alguém quiser Fique à vontade para fazer perguntas viu eu não sei se lá na
tua mão mas fique à vontade de ir e é bom então nós temos duas proteínas importantes e se ela gp90 gp45 é que atua como estimulante são proteínas de superfície né então presente ali na superfície viral e elas muitos anticorpos né os anticorpos que vão sendo produzidos são direcionados para essas duas proteínas então É lógico quando a mutações é aqueles aqui com alguns formados não não conseguem mais encaixar quando a gente falou agora né mas elas são são importantes mediadores imunológicos e alguns dos Testes diagnósticos que estão disponíveis eles são voltados para detecção de uma
ou de outra proteína dessas aí o outro ponto muito importante do ponto de vista tecnológico que nós não podemos deixar de falar seria as formas de transmissão da infecção então nós sabemos que para que haja essa transmissão seria necessário que o vírus né as partículas virais fossem inoculadas no hospedeiro E aí essa essa inoculação ela pode ser ela é geralmente mecânica lá então nós temos a participação muito importante de insetos um disco de insetos hematófagos bitterusso hematófagos é que ao realizarem o seu repasto sanguíneo que podem se alimentar em o animal infectado e devido essa
e se reparte interrompido eles acabam indo para outros animais que estão ali próximos não é sadios e transmitido mecanicamente a molécula viral né os os as partículas virais com esse animal graças a esse essa transmissão essa alimentação interrompida tão incerto do da espécie tabanus stomoxys calcitrans e aquelas músicas de estábulo é borrachudos outros insetos hematófagos podem participar dessa transmissão assim como também transmissão iatrogênica né para o erro o [Música] manejo inadequado então agulhas e são reutilizados são excelente forma de transmissão né outros os instrumentos perfuro-cortantes e vão ser utilizados na lindo desses animais se não
forem devidamente esterilizados utilizados em animais suscetíveis vão transmitir a infecção agora Lógico né isso existe um curto espaço de tempo para que seja que a transmissão aconteça poucas horas porque os os vírus por serem envelopados Eles são muito sensíveis a condições os retrovírus né são muito sensíveis a condições ambientais então tipo ah eu queria ser uma agulha deixei ela aqui no dia seguinte eu vou precisar eu cavalo então aí a chance seriam extremamente reduzidos dessa transmissão acontecer e lógico que nós estamos utilizando aqui que isso é uma coisa totalmente desaconselhada a utilização de a reutilização
de materiais dessa natureza e também pode ocorrer por contaminação direta nas feridas A então ali quando você mal tem um abração de pele existe uma solução de continuidade que podem muito bem entrar em contato com sangue infectado de outro cavalo não é tão comum mas pode acontecer assim como esporas arreios qualquer instrumento que possa vídeo animal infectado e também possa perfurar a pele né de um animal sadio walle participar então da transmissão e outros espécimes biológicos né são também importantes do ponto de vista de transmissão nessa cadeia epidemiológica sendo eles o sêmen não existe a
transmissão via sem saliva Então quando você passa digamos uma sonda e um animal positivo se for também são dar um animal sadio existe a transmissão existe a possibilidade de transmissão dessa forma e é urina transmissão vertical então o próprio colostro leite e também pode ser uma forma uma azia de eliminação assim como a via transplacentária então a infecção pode acontecer tanto de maneira horizontal quanto de maneira vertical quando ocorre a infecção em útero transmissão venérea é que a exemplo do vírus do retrovírus humanos HIV também pode acontecer não é E aí uma vez que o
vírus chega até organismo desse animal ele vai passar por uma fase que ela falou que fazia clipse ou no período de dormência quando o os sinais clínicos ainda não se manifestam é e até mais ou menos três semanas uma média de duas a três semanas eu sou a o vírus começa a Executar a sua os seus danos e os primeiros sinais clínicos podem aparecer Então o período de incubação pode levar em média aí até 3 semanas Oi e aí quando nós observamos o ciclo de transmissão né Nós podemos notar que os outros representantes dos equinos
e existem particularidades relacionadas Correios por exemplo os equinos são mais receptivos a manifestação da doença Clínica a manifestação Clínica embora Moares né E as meninas também possam se infectar sendo os muares mais resistente a replicação Mas isso não significa dizer que também não não sejam infectados então os outros é coelhos também não participam do ciclo de transmissão do ciclo de epidemiológico dessa doença e não há variações de raça sexo idade porque na verdade isso não vai importar muito pode vir de transmissão né o vírus não faz não tem predileção em relação a isso a questão
é que ocorra essa transmissão que a gente acabou de falar lá atrás de alguma na casa das maneiras está presente Praticamente em todo o planeta com exceção da Antártida e aqui o nosso país é ela se comporta como a doença endêmica Então essa essa prevalência da doença na nossa nosso país ela vai variar muito de região para região é nós temos situações em que a doença é extremamente presente principalmente em áreas alagadas algumas algumas regiões específicas do nosso país onde o clima Oi Juraci condições edafoclimáticas favorecem a multiplicação de insetos e consequentemente não é a
ocorrência da doença também é bem pior por causa dessa forma de transmissão tão importante como por exemplo é áreas alagadas o próprio Pantanal não é então regiões mais próximas à a floresta tropical mais litorâneas sempre quando existir uma situação que favoreça a proliferação de insetos e consequentemente nós queremos taxas mais altas de ocorrência da doença é tanto que se vocês consultarem a legislação a doença ela tem um programa de controle não é é existem normas existem regras específicas para por exemplar o para o Pantanal mato-grossense e outras regiões onde a doença é aonde nós temos
basicamente uma infestação digamos assim ela está acima da média nacional e por exemplo lá não dá para você sacrificar os animais positivos como acontece nos outros locais não é porque senão você vai dizer a população toda então esses animais precisam ser monitorados dependendo da situação é são tomadas medidas específicas E é porque aí você causaria um impacto enorme na economia né Se fosse agir de maneira igual no país inteiro onde as as as situações as condições são diferentes Aqui nós temos um mapa e é da retirada do site da Oi É e ele mostra claramente
o nosso país assim como outros vizinhos aqui na América do Sul e outras regiões do planeta são regiões endêmicas para doença Então esse esteve presente né foi houveram relatos houveram notificações de casos nesse período né do ano de 2020 no ano passado e aí consegue consequentemente a continua nessas o nós temos casos o ano inteiro e aqui eu gostaria de falar um pouco sobre começar a falar um pouco sobre a patogenia da doença desde a entrada de qual é o qual é a distância Qual é o passo a passo que o vírus vai fazendo no
organismo animal para que a doença se comportar daquela maneira tão primeiro como nós já vimos anteriormente a infecção ela tem que acontecer de alguma forma né da de um alô maneira daquela principalmente com a participação da dos insetos bom então vai haver a penetração do vírus das partículas virais no organismo do animal susceptível e aí ele a primeira coisa que vai ocorrer né será a chegada dos fagócitos quando se derem conta que ocorreu uma invasão quem é e o interação entre o fá gosto e o vidro das partículas virais Então vai haver a penetração a
interação das partículas virais com esse só gostam de penetração neles né No citoplasma dos famosos e consequentemente o vírus Ele se utiliza do arcabouço da estrutura celular daquele fagócito para que haja a replicação interna não é e ao mesmo tempo o vírus está ali se aproveitando dessa carona para se disseminar pelo organismo chegando até os órgãos linfoides e digamos que seja para onde os fagócitos levam de imediato aqueles invasores que são detectados e são fagocitados Oi e aí é o mesmo tempo para esses vídeos estão se replicando estão sendo liberadas novas partículas virais ou novos
vírus como a gente chama por brotamento né a partir da membrana plasmática aquelas células vindo a infectar outras células do organismo Então a partir desse momento o sistema imunológico Continua trabalhando e inicia-se né a partir de vários mecanismos a produção dos anticorpos e também é o gatilho né pra início para atuação do sistema complemento e isso é o que vai determinar ao surgimento da hemólise tão presente né nos casos da doença que caracteriza inclusive o nome da doença né anemia infecciosa então bom graças a atuação do complemento e também dá no surgimento dos imunocomplexos vai
havendo Essa hemólise é disseminada digamos assim e um animal ele aqui nesse quadro de anemia também havendo supressão medular Então vem agravar ainda mais esse quadro de anemia né até porque o vírus Ele também tem como sentir atuação a medula E aí no decorrer lógico desse trânsito tu desce nesse trânsito desse desse intermédio desse intervalo de tempo os vírus eles vão se comportando daquela maneira tradicional que a gente já vem comentando aqui é comum a todos os retrovírus então nós sabemos que todo retrovírus ele tem em sua constituição importantes enzimas que vão participar desse processo
de replicação e vamos falar um pouco mais detalhadamente sobre cada uma delas então aqui nessa representação esquemática nós podemos ver primeiro né a chegada das partículas virais esse animal infectado recentemente infectar a interação na hora dessa partícula como a membrana plasmática celular e aí por fim né após as interação é esse acoplamento vai acontecer a endocitose então e a partícula viral conseguiu penetrar nas células B dele e aí vai a vendo o seu vai haver do seu desmanche né vamos vamos dizer assim EA molécula de RNA ela é liberada então no citoplasma é uma das
principais a 15 mas é presente nas partículas dos retrovírus bom então famosa não é a chamada transcriptase reversa então quê que a transcriptase reversa vai fazer ela vai fazer uma transcrição reversa Como o próprio nome já mesmo passe transcrição fisiologicamente falando seria quando nós a partir de uma molécula de DNA e é sintetizada uma partícula de RNA a e a transcrição reversa no caso a transcriptase reversa vão atuar fazendo justamente isso uma transcrição reversa ou seja contrário né partir de uma estrutura de uma molécula de RNA ela vai construir uma molécula partícula de DNA Ah
tá então nesse processo de transcrição reversa é quando em muitos dos casos Acontece aquilo que nós falamos anteriormente a formação acontecem erros nessa transcrição e aí a partículas essa molécula ela muda ligeiramente né isso mais tarde vai dar origem a novos vírions diferentes desse original penetrou o é muito bem então a partir do momento em que a transcriptase reversa atua na formação dessa nova partícula de DNA o ou trenzinho vai entrar em ação que a chamada integrasi também o nome já diz muita coisa né Então essa molécula de DNA ela vai chegar até o núcleo
celular Oi e a integral se vai por sua vez integrar acopla essa esse DNA próviral né que veio justamente essa partícula viral que é sentimento infectou essa célula então ele vai ser integrado vai ser acoplado ao DNA da célula Hospedeira no núcleo da célula Hospedeira E aí nós já vimos inclusive algumas semanas quando falamos sobre lentivirose pequenos ruminantes nós comentávamos que o nosso DNA assim como de outras espécies ele é constituído boa parte dele é constituído por partículas de inclusive de retrovírus ancestrais Então essas infecções elas foram acontecendo ao longo da história e inclusive muito
dessas retrovírus hoje é que constitui a nossa molécula eles desempenham funções muito importantes para a vida né humana e para a vida de outras espécies é só que aqui não é o caso né acontece isso acoplamento E aí nós vamos ver o que vai acontecer em seguida uma vez que essa parte de que ele esteja acoplada é quando acontecer uma espécie de dormência né então o essa célula essa essa estrutura ela pode não replicar de imediato moléculas de RNA mensageiro que seria é o primeiro pontapé inicial para a produção de novas de novos vírions né
várias partículas novas partículas virais bom então isso pode esses esse mecanismo é esse vírus pode entrar em dormência nesse momento que vai justamente coincidir com o desaparecimento dos sinais clínicos naquele animal infectado por exemplo a febre desaparece né e o animal passa um tempo sem manifestar sinais clínicos no princípio de uma infecção era após mais ou menos uns 15 21 dias a infecção graças a esse mecanismo que nós estamos estudando o animal de pode esboçar algum sinal Clínico leve que é comum a qualquer doença febre indisposição não é E aí quando ocorre esse essa integração
e esse período de dormência esses sinais desaparecem por quê Porque novos não estão não está vendo a liberação de novas partículas virais no no sangue não está vendo viremia Então sistema imunológico de certa forma ele dá uma acalmada por que não tem Oi Aline potencial e não se sabe exatamente qual o motivo que faz com que mais à frente esse processo ele dispare novamente é sendo produzidos novos vídeos que vão deixando essa célula é Então vão surgindo novas partículas virais na corrente sanguínea organismo sistema imunológico se dá conta né que ali estavam invasor novamente e
aí vai dar origem aos sinais clássicos da inflamação Olá pessoal muito sério né que vai surgir esse animal ele entra novamente em um quadro clínico esboçando mais à frente esses sinais clínicos Então isso é uma coisa que nós observamos que a recorrente no cavalo teclado ele vai ter Picos nem que não apresenta sinais clínicos sistêmicos em outros momentos a febre volta outros para outros sinais inflamatórios voltam isso geralmente coincide com o surgimento de vírions na corrente sanguínea seja conhecido com as novas e sucessivas viremias que vão acontecer ao longo da vida desse cavalo Olá tudo
bem então voltando aqui não é partir do momento em que a essa integração e aquele ele mecanismo de aquele gatinho digamos assim esse DNA próviral integrado lá no DNA do hospedeiro irá começar com o processo de transposição dessa vez uma transcrição mesmo normal né como acontece fisiologicamente falando só que essa parte que não DNA mensageiro ela é ou é uma partícula viral né derivado naquele vírus que estava ali acoplado e aí srma viral ele volta ao citoplasma celular e aí nesse momento né Outra enzima importante uma protease o presente também da estrutura dos retrovírus vai
começar a atuar na montagem na montagem das novas partículas virais nos novos vídeos e uma vez montada é vai haver um uma chegada digamos assim até a margem desse desse dessa membrana plasmática do hospedeiro e por um processo de brotamento esses vídeos vão deixando essas células perder a menina que vai acontecer nesse brotamento com como a gente pode observar aqui na imagem né o vírus se aproveita ele leva consigo parte da membrana plasmática da célula do hospedeiro então isso também é um outro mecanismo que faz com que o vírus passa despercebido pelos ficar imunológico porque
a observar né você vai ver que essa estrutura esse novo vírus que surgiu e saiu que brotou ele e da célula do hospedeiro é é o capeamento digamos assim e isso faz com que ele também se Espalhe né mas facilmente para outras células interaja mais facilmente com outras células então nós podemos observar que o retrovírus ele tem diversos mecanismos né que favorecem essa infecção Perpétua digamos assim Olá tudo isso né esse esse surgimento E logicamente o processo inflamatório da corrente isso vai causar degeneração e os sinais clientes começam a aparecer então o primeiro emagrecimento até
pelo processo continuou essa agressão Curtindo aqui esse animal vem sofrendo anemia que é resultante dessa hemólise não é porque é sistema imunológico acaba também causando essa hemólise como a gente já comentou agora pouco é dema Esse é dema ele vai surgir a partir do momento que esse animal ele tem mãe e pronto anemia então dá-se origem aquele mecanismo que a gente também já já comenta bastante lá na fisiologia não é a questão da pressão osmótica tão líquido ele acaba deixando e caiu nos vasos esse depositando interstício e a esses animais eles podem ter esse Adema
principalmente na região ventral do corpo é muito comum você Olá eu sou a animais como sintomatologia bem mais crônica cansaço também por causa da anemia né ele do quadro geral desse animal e aí nas mucosas nós podemos também observar lesões de natureza e hemorrágica petéquias equimoses Em algumas situações não é então isso também é um outro outra situação que pode ser visualizada era as mucosas agitaram pálidas por causa da anemia e também em alguns casos podem estar etéricas porque a uma agressão a nível hepático também é isso também ajuda participa do processo de formação do
edema pode haver pelo menos um efeito também pelo mesmo motivo né é a presença de cilindros hialinos da posição dos números complexos lá no levantar dentro de néfron aborto e o que também além da agressão sistema ter esses animais e do estado e que esses animais podem se encontrar vai guardar ver o agressão direta lá e no útero e esses animais acabam sendo abordados o e os pontos também podem nascer fracos as crianças fracas com andar cambaleante Fraqueza não então você também tem um impacto na qualidade dessa prole dessa progênie aqui nós podemos observar um
imagem clássica de um cavalo infectado você observa claramente não é o estado com a Ketlin que ele se encontra graças a essa a todo esse mecanismo de atuação viral e essa ação contínua e prolongada do vidro nesse caso Aqui nós temos um animal que gosta muito claramente a formação desse dessa desse é Deva né na região ventral Então veja que os dedos do colega veterinário ficam ficaram marcados ao pressionar a região ventral né caracterizando a formação de se anima e aqui da mesma maneira né pra essa é mesmo e você observa também que o escore
corporal Geral do animal deixa muito a desejar E aí Aqui nós observamos as petecas presente na mucosa das mucosas desses animais né então é outra lesão que é importante que esse esteja atento em casos de suspeita e o Finn posso fazer o diagnóstico nós sabemos que nós fizemos anteriormente essa doença ela possui um uma ela possui instruções normativas né deixa um problema de controle um específico Neves Andrade da Cunha onde ele contempla ações de controle de combate a essa doença e essa legislação ela vem passando por modificações ao longo dos anos você me engano 2018
foi a última atualização E aí com base nessa nessas resoluções nesse padrão controle nós temos que é a recomendação né pelos órgãos de defesa sanitária são pra fazer diagnóstico Bom dia que o a suspeita clínica na Leandro seus dados aqui da minha lógico primeiro é necessário que se faça um teste de triagem que é o chamado teste de cortes ou e nada mais é do que um teste de IgG a esse teste de Jean ele é voltado para detecção da proteína 26 o antígeno né chamado proteína 26 então ele ele a cópula ele os anticorpos
produzidos aqui que a gente nesse teste levam a dele essa planta ainda virar assim como da mesma maneira o teste de Elisa o Elisa competitivo que há Outro teste recomendado pelo programa de controle vamos falar com mais detalhes adiante tá então nós podemos observar aqui o teste de eleição recomendado pelo Ministério da Agricultura para triagem no caso ela infecciosa é o teste de IBGE conforme nós podemos observar essa imagem em tela tão aqui nada mais é do que o gel de água e cada Cada poço e ele recebeu seja um Vampiro e geralmente é colocado
no centro esses kits são que comerciais Mas podem ser produzidos também dependendo do laboratório né então Aqui nós temos um baixo do que comercial e pode novo novo buraco Central no poço Central que é casado no Gel nós colocamos o batismo na periferia nós colocamos o soro controle e também já vem no teste é um soro que é sabidamente positivo para anticorpos E aí sobram os outros poços onde você vai colocar o soro do animal suspeito né E vai ser submetido a esse teste Então qual é o princípio desse dessa técnica Oi hoje é o
Viagra ele a princípio na sua preparação ele é líquido mas à medida que rapidamente né ele acaba convencendo quando vai com aquele temperatura e aí Solid fica o h ele tem aquela aquele aspecto de gelatina não é E aí quando ele fica sólido geralmente é colocado numa placa ou então numa uma placa de vida uma placa de Petri Então já não fica sólido entre aspas né porque tem essa esse certo essa consistência gelatinosa E aí com a ajuda de um perfurador são feitos buracos são feitos furos nesse gel porque é isso que a gente precisa
da imagem aqui na tela e o gel de água solidificado ele é um gel poroso existem micropolos canalículos ali naquela naquela estrutura polimérica não é então isso por esses canalículos vai ser justamente por onde os antígenos e anticorpos vão conseguir se difundir por isso que acontece se chama imunodifusão à medida que você coloca a língua atingem o soro e são líquidos logicamente eles vão se esgueirando os estados se distribuindo ao longo no gel para diversas para todas as gerações e acabam se encontrando em um determinado momento Então como nessa imagem nós podemos observar que os
antígenos as partículas proteínas virais né que estão ali naquele gente começa a se difundir por dentro do gel e acabam nesse momento aqui nesse local se encontrando com os anticorpos o que estão presentes nesse soro controle nós colocamos um teste então a medida que vai acontecer esse encontro no logicamente que vai haver a agregação a união dos antígenos com os anticorpos e essa união vai dar a origem aquela linha e nós começamos a observar aqui chamada linha de precipitação ou linha de identidade bom Então veja no controle positivo aqui da direita surgiu assim como também
na na esquina isso caracteriza o teste como é correto né até que você usou está correta e os antígenos e anticorpos estão funcionando bem e ao mesmo tempo você também tem espaço para colocar o sono dos animais suspeitos Então vamos dizer que esse cavalo é um ele tem aqui do contato com vidro então com certeza ele tem entre corpos certo e vai acontecer a mesma coisa que aconteceu no sobre controle positivo os anticorpos vão migrar dentro do gel e encontrar um antígeno no meio do caminho e também vai haver essa agregação formando-se da mesma maneira
essa linha ali para essa aplicação então aqui nós podemos dizer que o animal uma positivo o animal dois é negativo porque não surgiu essa linha aqui identidade o animal três também é negativo e o animal quatro é positivo porque também formou se essas linhas então e geralmente o teste é feito de maneira alternada É nesse caso aqui não eles colocaram o Não colocaram alternadamente mas geralmente a hora dos Testes o que se usa é colocar o soro controle imposto colocar o som de nossos peitos no outro depois sobre controle novo e assim sucessivamente fazendo essa
essa intercalando né os animais suspeitos em todo caso a interpretação é a mesma formou-se a linha você considere esse animal positivo no teste de triagem temos também outros recursos de Diagnóstico como por exemplo o teste de Monobloco e da Tec anticorpos contra múltiplos antígenos diferentes virais não é só contra p-26 então ele é bem mais sensível logicamente do que eu ia gerar só que do ponto de vista do programa é ele torna-se mais caro mais laborioso então é por isso que quando elaborar o programa de controle não se recomendou que colocasse o immunoblot como teste
de triagem como teste participante do programa do contest recomendado tem que ser pensar lógico com certeza na facilidade de execução e principalmente no custo e na sensibilidade no teste né então passa no teste de triagem embora não tão sensível e específico contra o immunoblot mas o IBGE a ele se comporta muito bem o isolamento viral não é prático consome tempo e laborioso estrutura adequada né você para você trabalhar com vírus se ela vai acontecer extremamente é equipado com os equipamentos necessários e não é em todo lugar que você tem e também técnicos treinados uma técnica
especializada então é uma coisa que é do ponto de vista prático não compensa você fazer na rotina Então embora possa ser feito mas a gente sabe que não é não é utilizado com além de para fins de pesquisa não é não existe a teste a nesta de PCR que pode ser utilizado na mesma maneira não é com uma certa rapidez e talvez mais rápido até do que o dependendo da estrutura do laboratório mais rápido acerto que o próprio IBGE a que pode sair com 48 horas o resultado eu vou aí Finalmente nós podemos falar sobre
as a as medidas de prevenção e controle e aí como nós falamos que essa doença pertence a um está contido em um programa de controle nós temos então a portaria a instrução normativa 45 que é de 2004 que trouxe né que traz algumas recomendações eu só elenquei aqui algumas coisas principais mas eu recomendo que vocês realmente Leiam as portarias as instruções no contexto geral né para tomarem conhecimento de todos os detalhes que circulam esse programa de controle Então essa instrução normativa e ela estabelece o teste IBGE aqui uma prova sorológica de recomendação do programa pode
ser e termina também né que possa ser realizado uma contra outra prova e até oito dias por exemplo você testou esse animal proprietário se sentiu insatisfeito com o resultado né então você pode realizar uma contraprova em até 8 dias dessa primeira E à medida que fica estabelecida a presença de um animal positivo naquele criatório Então vai haver pelo sistema de defesa a interdição daquela propriedade até que seja eficaz todos os portadores né e que seja dado destino adequado para esses animais e os Animais positivos não é que forem realmente atacado com positivos eles eram marcados
permanentemente e como portadores tão se aplica é o ferro candente na paleta do lado esquerdo com o Pedro positivo Então isso é uma forma de justamente evitar o que seja um tomadas ações que possam esconder sumir com esse mal vender o animal de uma maneira por exemplo aquele proprietário usando de má-fé no é é queira vender esses fazer esse animal após a detecção dele como positivo escapar da fiscalização lá então é é feita essa marcação E logicamente também que esses animais marcados eles são isolados e são sacrificados estão a norma recomenda que os animais positivos
eles sejam pelo menos nessa na nossa região eles sejam sacrificados por quê primeiro Não Há a possibilidade de deve las infecção E aí eles não se interrompe dessa maneira o ciclo de transmissão você é menina a fonte de infecção daquele criatório o a realização do exame em todos os animais na propriedade Então a partir do momento que surgiu um animal positivo ali todos os animais têm que ser testados porque a probabilidade da doença tem sido disseminado é muito grande né os animais compartilham o mesmo espaço então com certeza né insetos por ali possam ou então
de maneira iatrogênica transmissão o óleo pelo acontecido E quando é que vai haver então a desinterdição dessa propriedade que foi caracterizada como positiva bom então o foco vai deixar de assistir e após a realização de dois exames com resultados negativos consecutivos para você começa a testar os animais começa a encontra animais positivos marca separa e sacrifica Esses animais e aí a partir do momento que você faz dois testes seguidos e nesses dois técnicos seguidos não são detectados mais animais positivos a propriedade ela então vai ser desinterditado E aí veja o primeiro teste você faz um
teste da negativo né A cada 30 dias então fez um teste deu negativo e você Conta mais 30 faz o segundo teste não é e também observa que todos os animais foram negativos Então a partir da realização desses dois testes como com 30 e outro com 60 dias com todos os animais negativos ocorrem então a certeza de que essa propriedade não tem mais animais positivos então é feito a desinterdição liberando né trânsito de pessoas e animais tudo como era antes Ah é Então nas situações em que a o sacrifício foi recomendado como é na nossa
região ele tem que ser realizado até 30 dias a contar do resultado do exame Então você marca esse animal separa ali dentro da sua propriedade mesmo e ele tem que ser sacrificado até 30 dias desse da data que foi realizar esse teste E aí que são outros detalhes apesar de ser considerada controlada para ir para aí é quando não apresentar animal reagente positivo em 2 exames com a gente falou né agora há pouco a manutenção dessa situação de propriedade controlada livre da infecção e todo animal tem que ser submetido ao exame todos os líquidos daquela
propriedade pelo menos uma vez a cada seis meses então de seis em seis meses vai sendo realizado o teste e aí para que essa situação para que essa desinterdição seja mantida todos os animais testados ali tem que ser negativo e esse certificado tem validade de 12 meses Então você daqui a um ano tem que deixar de novo e sempre é rezar para serem encontrados animais todos os animais reagiram negativamente do contrário volta a interdição e são aplicadas mais uma vez Aquelas mesmas medidas né testes A cada 30 dias detecção de positivos marcação nesses positivos e
sacrifício deles com no máximo 30 dias à frente e em relação a trânsito tão que a norma Alice em relação ao trânsito interestadual somente será permitido o trânsito interestadual de arco-íris luz quando acompanhar o documento oficial de trânsito ou GT aquela guia de trânsito animal atestando que aquele animal realmente negativo Então dessa forma é permitido que ele circule tranquilamente de maneira interestadual os equinos destinados ao abate ficam dispensados da prova porque não tem muito sentido né então se ele um gasto desnecessário a participação desses é Cuido sim eventos agropecuários como feiras Exposições leilões somente também
será permitida mediante a presença do exame negativo Oi e o prazo de validade do resultado negativo deverá cobrir todo o período do evento então tipo ah vai ter uma exposição amanhã e ela vai durar uma semana então se eu for levar esse meu cavalo para exposição é se o exame dele né se o tempo de validade no teste esgotar antes do final da exposição Então não é permitida a circulação ainda desse animal para isso local e a validade do resultado negativo do arco-íris original de propriedades controladas sofrerá redução de 180 para 60 dias se for
detectado que esse animal trânsito por uma propriedade não controlada ou ser que apareceu uma propriedade não controlada Então dessa maneira né a uma redução na validade desse desse resultado porque corre o risco de ter passado por lá e adquire a infecção em contato com outros animais é uma coisa até lógica né fica dispensado do exame ou é que o acordo com idade inferior a seis meses desde que esteja acompanhado da mãe e tenha consigo Lógico o resultado negativo então lembrar também nessa questão tempo né é que o índice de até seis meses com até seis
meses ficam dispensados para que possam circular the way coelho com idade inferior a seis meses sim desde que a mãe seja negativa né o é Cuidado inferior a seis meses filho animal positivo atenção é isso né deverá ser isolado por período de no mínimo 60 dias a e após esse período ele tem que ser submetido a dois exames e nos dois exames ele precisa apresentar resultado negativo porque aí você vai ter certeza de que não houve infecção em útero ou no durante o parto seria o tempo suficiente para esse animal o soro converter não é
tornasse soro positivo Então você vai fazer não vai fazer um teste com 30 outro com 60 dias a partir da primeira data e aí a partir de da do resultado desses dois resultados negativos sabe se esse animal realmente negativo ele pode ser incorporado então o rebanho e eu isso vai depender muito dessa questão né se amanhã só negativo essa mulher soropositivo Oi e aí houve uma atualização que a gente falou em 26 de novembro 2016 nessa nesse programa de controle com a publicação da instrução normativa 52 essas basicamente dentre outras coisas mas é essa nova
resolução ela trouxe a inclusão do teste de Elisa antes do ensaio e Nunes enzimática o Elisa competitivo para a proteína p26 é como teste diagnóstico também do programa de controle tá então antes não era para 2018 Então passou a vigorar também a possibilidade da execução do teste de Elisa bom então basicamente esses seriam resumo da legislação mas como eu falei né é muito importante pessoalmente para quem é é da área de arco-íris ou pretende alvo algum tipo de seleção relacionada com o equilíbrio e leia as o programa de controle de Santa Águeda Olá né vai
vai haver recomendações não só praia comprar outras doenças importantes de líquidos e também ficar sempre atento as atualizações que vão acontecendo na