Ok? Então você clicou nesse vídeo porque você quer saber o que leva alguém se apaixonar por você. Por que que algumas pessoas se apaixonam de forma tão irresistível enquanto outras nem sentem atração, nem ligam para você?
Por mais que você gostaria? Será que é só a sua aparência, a sua personalidade ou existe algo mais profundo? Eu me fiz essa pergunta várias e várias vezes porque é muito curioso o que leva durante a nossa trajetória, ao longo da nossa vida, pessoas ficarem obsecadas por nós enquanto outras nem ligam.
Isso é muito intrigante e eu não parei até encontrar a resposta que eu vou te revelar aqui nesse vídeo. Existem três razões inconscientes que formam uma atração romântica. O amor não é aleatório.
As pessoas se apaixonam por você por três principais motivos que estão enraizados na sua psiquê. Então, as pessoas são magneticamente levadas a você, não pela sua aparência, mas pelo que você representa no mundo interior delas. A gente gosta de pensar no amor como algo aleatório, como algo mágico, acidental, mas até mesmo aquela atração mais rápida, mais passageira, segue uma ordem lógica.
que não é baseada na escolha, mas baseada no seu inconsciente. É algo inevitável. Quando você sente uma conexão imediata com alguém, aquilo não foi por acaso.
Existe algo dentro da sua mente que te puxa para certas pessoas e te afasta de outras. Cada um de nós carrega imagens escondidas dentro, que são fragmentos de quem nós somos, de quem nós fomos e de quem nós vamos nos tornar. Essas imagens são frequentemente reprimidas por nós.
São negadas, são perdidas, ou porque dói, ou porque é humilhante. E essas sombras não desaparecem nunca. Elas esperam e falam com a gente através dos outros.
Quando nós conhecemos alguém que ressoa com esses fragmentos, com essas imagens interiores, nós nos sentimos atraídos a essa pessoa de uma maneira que parece mágica, que parece misteriosa, mas não são eles que nós enxergamos, mas a parte dentro de nós refletida na presença deles. Imagina uma pessoa que sempre foi reservada, cuidadosa, com medo de se expor emocionalmente. Quando ela encontra alguém audacioso, expressivo, que é livre, sem pedir desculpa para ser, ela se sente cativada.
Aquele sentimento é mais que admiração, é ressonância, porque o outro incorpora algo que tava dormente dentro de você, um potencial mesmo que ele foi enterrado há muito tempo. A atração é real, só que a verdadeira força atrás dela é um inconsciente que tá respondendo ao que ele precisa para evoluir. Alguém se apaixona por você, não por causa dos seus traços visíveis, mas porque você representa mesmo sem saber algo que falta neles.
Um traço, uma qualidade, um tom emocional que eles estão procurando e aí você se torna a peça que faltava, um símbolo invisível do que eles precisam ainda desenvolver. Entrando na razão do por que alguém se apaixona por você, você representa o que falta no outro. Isso não é sobre os opostos se atraem, mas que os opostos revelam o que estava faltando.
Uma pessoa racional pode se sentir atraída por alguém muito emocionado. Um introvertido pode se apaixonar por um extrovertido. Uma alma estruturada pode se apaixonar por uma alma caótica, mas isso não vai dar certo.
Imagina a pessoa introvertida, extrema, quer ficar mais reclusa, quer ficar pensando, não quer se reunir com pessoas. A extrovertida extrema, que é grupo, festa, conversar toda hora. Uma pessoa com que ir elevado, depois de dois meses vai ter dificuldade absurda de continuar um relacionamento com alguém que não estuda nada, porque eles vão falar do quê?
A pessoa com QI elevado vai ter que abaixar o grau para conseguir ter uma mínima conversa com o outro e ela vai começar a se anular e achar aquilo um tédio. Então essa admiração inicial vai facilmente cair na dependência se a pessoa não reconhecer que o que ela admira em você é algo que tá faltando nela. Ela pode se apegar não por amor genuíno, mas por uma necessidade inconsciente.
E assim que essa necessidade mudar ou no momento que a sua humanidade, os seus erros, porque nenhum ser humano é perfeito, assim que a sua humanidade perturbar a imagem que ela idealizou, a paixão desaparece. Esse é o perigo da projeção. Ela cria uma ilusão de conexão que não consegue resistir à verdade da realidade.
E quando a ilusão quebra, a paixão construída em cima dessa fantasia colapsa. A segunda razão é que você desperta uma lembrança emocional escondida que a pessoa carrega dentro dela. Você parece com a imagem consciente que eles carregam por anos.
Então, um homem inconscientemente tem uma fantasia da mulher que ele deseja e a mulher também tem uma fantasia do homem que ela quer. Só que essas fantasias não são uma preferência aleatória, são figuras internas que foram moldadas pelas relações anteriores que eles tiveram, que eles tiveram também, não só romanticamente, mas com o pai, com a mãe, com tudo que a gente absorve da cultura, vida. Então, quando alguém parecido chega, é como se trouxesse à tona essa imagem.
E a atração nesses casos é instantânea, é intensa. Vai existir um senso muito profundo de familiaridade, como se vocês se conhecessem há tempo, mesmo que acabaram de se conhecer. Pode parecer destino, mas nesse caso não é.
é a psiquê vendo o seu próprio desejo interior sendo refletido em outro ser humano. E é por isso que a paixão parece tão imediata, parece tão irracional. Não é sobre você, é sobre o símbolo que você se torna pro mundo interior do outro.
Só que aqui mora o problema. Quando alguém projeta em você a imagem interior que é dele, essa pessoa não está te enxergando realmente. Ela está vendo uma fantasia, uma ideia sagrada, uma construção psicológica.
Você se torna tela pra pessoa projetar algo que foi escrito, que tá enraizado dentro dela há muito tempo, muito antes de você chegar. E assim que a sua natureza humana, as suas contradições surgem, tudo isso desmorona. O que era divino começa a ficar confuso.
O que era perfeito começa a ficar complicado. Briga, conflito. Por isso, tantos relacionamentos que começam apaixonados na euforia terminam em caos.
Eles não eram baseados em compreensão mútua, mas numa projeção dessa imagem interior, num script tentando ser externalizado no mundo real. E nenhum ser humano consegue sobreviver a uma projeção para sempre. Terceira razão, você valida a autopercepção do outro.
Por exemplo, imagina uma pessoa que se percebe como alguém que não merece um relacionamento incrível. Ela se sente uma impostora quando alguém a trata bem. Agora, se você pisar, se você ignorar essa pessoa, ela vai ficar louca por você, ela vai se apegar ainda mais.
Você não se apaixona por quem você quer, você se apaixona por quem você é. Ah, Estela, mas ele é a pessoa que eu quero. Será?
Se ele te ignora, some e depois reaparece, te pisa? Ele não é a pessoa que você quer. Ele é a pessoa que reflete a forma como você se percebe internamente.
Ponto final. Eu tenho certeza que quando você imaginou o homem ideal, você pensou em alguém cavalheiro que te valoriza, que te respeita, que paga o jantar, que é bonito, que é bem-sucedido, que é inteligente, mas se a sua autopercepção está distorcida, você não se percebe incrível, boa, bonita o suficiente, você tem culpa, você tem segurança. Então, o seu cérebro vai buscar alguém que confirme exatamente esse lugar.
Sabe o que distorce a sua autopercepção? As sombras. Elas são filtros invisíveis que decidem quem você atrai, quem você aceita.
Só que essa é a última parte do vídeo. Então fica até o final que nós vamos chegar nisso. E quem me segue sabe que eu não falo sem base científica, então isso é neurociência.
O cérebro humano é biologicamente programado para manter coerência entre o que você sente e o que você acredita sobre si mesmo. Existe um mecanismo chamado selfrelated processing, que mostra como que todas as suas experiências são filtradas pela imagem que você tem de si mesmo. Outro princípio, autoconsistência neural.
Teu cérebro rejeita tudo que entra em conflito com a imagem que você tem de si. Então ele busca experiências que confirmem sua autopercepção atual, mesmo que ela esteja distorcida, você não se atrai pelo que deseja, você se atrai porque invalida a forma como você se enxerga, porque você quer ser tratada como uma princesa, mas você não se percebe ainda como uma. Portanto, você se relaciona com quem você é.
E essa frase é minha. Uma amiga minha sempre dizia: "Ah, Estelo, eu sou apaixonada por ele. Ele é um homem que eu sempre quis.
Ele é rico, ele é inteligente, ele é provedor. E quando eu perguntei a forma que ele a tratava, ela respondeu: "Ah, ele some, depois volta, às vezes ele grita, mas é porque ele é intenso. Opa, opa, opa.
Então ele não é o homem que você sempre quis. " Porque ela nunca escreveria num papel que gostaria de um homem que a tratasse mal. Ele não era intenso.
Ele era apenas o espelho exato da forma como ela se percebia internamente, como alguém que não merece constância. não merecimento. E o mesmo aconteceu com o primo do Martia que ai a menina era o sonho da vida dele, mas humilhava, deixava ele no vácuo, fazia silêncio, dava gelo.
Para de mentir para si mesmo. Nada vai te impedir mais de encontrar o amor da sua vida do que tentar transformar, forçar barra pra pessoa errada virar ele. O mais impactante de tudo é que a forma que você se percebe não dita só quem você atrai, mas como aquela pessoa vai te tratar.
A ausência de limites claros convida o outro a repetir o comportamento errado sem medo de te perder, a normalizar atitudes que te machucam, a testar até onde você aguenta. O cérebro do outro calibra o comportamento com base no que você tolera. Autopercepção ajustada.
se expressa, é externalizada nos limites que você impõe. Você aceita o seu parceiro ou parceira curtir foto de pessoas do sexo oposto ou até ficar de conversinha porque você tem medo de perdê-lo. Afinal, o seu cérebro é programado para evitar dor a qualquer custo.
Mas é exatamente isso que te faz ser pisado e desrespeitado. Esse medo de perder alguém faz você ficar preso a relações ruins. Digo mais, se você tem medo de perder alguém, você já perdeu essa pessoa.
Acontece que as pessoas estão te observando a todo momento para analisar a forma que você se percebe, porque no fundo elas querem definir como eu devo te tratar, como eu devo te olhar e você tá revelando a forma que você se percebe o tempo inteiro. Se a sua autopercepção tá desajustada, você ensina o outro a te tratar como alguém menor. Você não é menor, mas você se percebe assim.
Isso basta. O seu cérebro ativa o sistema de espelhamento social e sem perceber você tá ensinando o outro a te respeitar ou a te pisar pelo jeito que você se veste. Fala pelos limites que você impõe ou deixa de impor.
E sabe o que isso quer dizer? que se você aceita menos do que merece, o outro aprende que pode te dar menos mesmo. Isso é inclusive neuroquímico.
Quem vive carente naquele estado, alerta, libera mais cortisol e dopamina de curto prazo. E esse é o combo perfeito para você se viciar em rejeição. Por isso, algo que eu sempre falo sobre relacionamentos é que os opostos se distraem e os semelhantes se atraem.
E até nessa parte do vídeo já deu para você perceber isso. É fácil confundir intensidade com conexão. Muita gente chama de química, o que na verdade é só adrenalina do sistema nervoso em estado de alerta.
Quando você se envolve com alguém totalmente diferente, o seu cérebro entra automaticamente no modo vigilância, que é aquele mesmo circuito que dispara em situações de ameaça, em situações de conquista difícil. E nisso você passa pelo fenômeno chamado de transferência de excitação. Ou seja, como você está em um estado de alarme, ativa pico de dopamina, que é o neurotransmissor do desejo, pico de cortisol, o hormônio do estresse, e a sua amídala cerebral, que fica monitorando perigo, também entra em ação.
E tudo isso vai formar um coquetel de intensidade que você interpreta como paixão, mas na prática é só hiperestimulação química. É aquela montanha russa do não sei o que esperar e o seu sistema de defesa se confundindo com paixão. Você acha que tá apaixonado, mas só tá quimicamente alterado, vivendo um um ciclo viciante de estresse alívio.
Estresse alívio. Pessoas com histórico de vínculos instáveis se sentem mais atraídas por quem ativa insegurança, ativa rejeição, indiferença. Em contrapartida, quando você encontra alguém emocionalmente semelhante, que vibra na mesma frequência parecida com a sua, o corpo reage de forma completamente diferente.
A ativação sai do sistema simpático, que é lutofuga, entra no parassimpático, que gera calma, que gera confiança, que gera presença. Mas aí vem o grande paradoxo. Como é o seu inconsciente que dita as regras?
E a maioria das pessoas não ajustou o conteúdo do inconsciente delas. A maioria das pessoas tá com a autopercepção desajustada. Todo mundo está viciado na química da confusão.
Muitas pessoas sentem que as relações seguras, as relações leves são sem graça, confundem calma com tédio, porque elas cresceram chamando ansiedade de amor. A pergunta não é quem te dá frio na barriga, a pergunta é quem te dá paz. Porque o cérebro pode até gostar de dopamina, mas o coração ele só desenvolve amor onde existe segurança.
Isso significa que os seus relacionamentos sempre são reflexo da sua autopercepção. Enquanto você não ajustar ela, o padrão vai continuar parecendo escolha. Quando, na verdade, é só repetição.
Apesar da dor, da confusão que a projeção traz nos relacionamentos, não veja isso como fracasso, mas sim como uma parte essencial do nosso crescimento. O amor não é só uma experiência emocional, mas uma ferramenta de transformação. Toda pessoa que você se apaixona se torna um espelho e o que você vê nela é o que precisa ver em si mesmo.
Algumas pessoas refletem o seu potencial escondido, outras expõem os seus profundos medos. Algumas pessoas despertam sua criatividade e outras a sua insegurança, mas todas servem ao mesmo propósito que é acelerar o teu processo de despertar, o seu processo de crescimento. Quando alguém se apaixona por você, ela pode pensar que tá vendo algo mágico, mas a mágica tá no que você desperta dentro deles.
Você não é só uma pessoa, você é um símbolo. E as pessoas que você se apaixona, especialmente aqueles que mexem muito contigo, que te transformam, que quebram o seu coração, eles não são por acaso. Eles são portadores de um convite para você ajustar a sua autopercepção.
As pessoas vêm para despertar o que tá adormecido em você, para te ensinar o que você recusou a aprender. Mas isso depende do quão pronto você tá para ver o seu reflexo. Nem todas essas relações são feitas para durar.
Algumas são feitas só para quebrar padrão, mas se você não reconhecer esses padrões, você vai ficar preso no ciclo dos mesmos relacionamentos, sempre atraído pelos mesmos tipos, repetindo as mesmas relações, correndo atrás das mesmas ilusões. Você pode começar a achar que tem até azar no amor, mas não é isso. É autopercepção desajustada tentando te ensinar algo que você ainda não tá pronto para aprender.
A partir do momento que você entende as suas projeções, suas imagens interiores, os seus padrões, você para de procurar alguém para te completar. Você começa a se tornar inteiro consigo mesmo. E a partir desse lugar você consegue viver um relacionamento baseado em amor e não paixão.
Ele não é mais baseado em fantasia, em medo. Ele se torna real, pé no chão, livre. Porque no fim das contas, o mais profundo amor não é sobre encontrar alguém perfeito e sim despertar as partes de você que estão esperando se tornar conscientes, vistas.
Você não se apaixona pelos outros, você se apaixona pela versão de si mesmo que eles te revelam. Então, da próxima vez que alguém se apaixonar por você ou que você se sentir profundamente atraído, pergunte a si mesmo: qual parte do meu inconsciente está saltando agora? Qual sombra minha está vindo à tona?
E essa parte que salta, ou seja, essa sombra que salta no gatilho certo, sempre vai se enquadrar em uma dessas sete que eu vou falar agora. Esse momento do vídeo é o momento cereja do bolo. Aqui que entram as sete sombras.
Cada sombra distorce a forma como alguém se percebe, consequentemente o tipo de amor que ela aceita, não merecimento. Quando a pessoa pensa que não é digna de ser prioridade. Se alguém some, rejeita, maltrata, essa pessoa sente que faz sentido, porque é isso que ela acredita que merece.
Culpa. Eu tenho que pagar por algo. Te fa se punir permanecendo em relações que te desgastam.
Por exemplo, você aguenta desrespeito porque acha que você tem que ser punido por algum erro que você cometeu. E muitas vezes é uma culpa criada e alimentada pela pessoa que você tá se relacionando, que fica falando coisas horríveis para te manipular. Você pergunta: "Ah, por que que tá chateado?
" Porque você não reconhece que é a resposta. Então você suporta humilhação, violência emocional como se fosse uma punição justa, insegurança que te prende no jogo de provar o tempo todo que vale a pena ficar contigo. Por exemplo, você aceita migalhas de atenção com medo de perder aquela pessoa.
Imaturidade te faz fugir de um compromisso real e sempre buscar o quê? Pessoas indisponíveis, casadas ou que não tem tempo para você. Você se apaixona por quem é indisponível, porque isso te protege de ter que assumir uma profundidade.
Aareza, avareza emocional faz você se contentar com pouco, com medo de não ter nada. Você mantém alguém que só aparece quando quer, porque você acredita que é melhor do que nada. Inveja é uma competição velada.
Você tenta ganhar do outro em vez de construir junto. Vira palco de disputa, nunca construção. Você olha pro quanto de dinheiro que ele tem e pensa: "Nossa, eu tenho que fazer mais, eu tenho que ganhar mais".
Soberba que é só aceitar parceiros perfeitos. Você rejeita pessoas que são genuinamente boas porque você tem um padrão inalcançável, padrões impossíveis de serem alcançados, afastando muitas oportunidades boas. Você rejeita quem é bom porque aquela pessoa não atende ao ideal fantasioso.
Essas são as sete causas da sua autopercepção desajustada. Enquanto essas sombras estiverem ativas, o seu cérebro vai continuar buscando e mantendo exatamente os vínculos que confirmam a sua versão distorcida de si mesmo. E aí, não importa quantas vezes você mude parceiro, você vai continuar vivendo a mesma história, só que com personagens diferentes, refém dos mesmos ciclos.
E eu sei que é mais fácil falar para você ajustar a forma que se percebe do que fazer. Por isso que eu abri a nova edição do evento Barreira Invisível, tá aqui na descrição e eu vou mostrar os padrões inconscientes de forma aprofundada dessas sete sombras e como dominá-las para finalmente ajustar a sua autopercepção. E se você assistiu até aqui, escreve cheque mat.