aula de fármaco botânica células e tecidos vegetais bom a célula vegetal ela apresenta algumas características que a diferencia das células animais por exemplo a presença de plastídios como o cloroplasto que nesse caso o cloroplasto responsável pela fotossíntese ah Além disso nós temos o vacula ele é uma região que muitas vezes ocupa quase a célula inteira dependendo do tipo da célula e eh é uma organela responsável pelo armazenamento de substâncias Além disso nós temos o plasmodesma que faz a conexão entre as células vegetais e importante que além da membrana plasmática uma célula tal ela possui parede
celular essa parede celular ela pode ser primária ou secundária as paredes celulares primárias compostas principalmente de celulose ã Então são polímeros de açúcares são membranas mais flexíveis que estão em células jovens quando essa célula começa a envelhecer começa a ser produzida a parede secundária que é são polímeros de fenilpropano né eh e esses polímeros eles vão tornar esta célula muito mais rígidas a gente vai tratar desses aspectos ao longo desta aula alguns tecidos vegetais que nós abordaremos primeiro os meristemas depois o os tecidos do sistema dérmico depois os tecidos do sistema Fundamental e depois do
sistema vascular come passando pelos meristemas merist do grego significa divisão então são os tecidos que dão origem aos demais tecidos da planta isso por toda a vida da planta onde que a gente encontra meristema nós encontramos no Ápice caulinar e no Ápice radicular por onde este vegetal cresce tanto para cima quanto em direção ao solo Quais são as características deste tecido bom são células totipotentes que são basicamente similar Às nossas células tronco animais né são células se nós observarmos esse tecido são células pequenas Então pense se é um tecido que ele está em alta atividade
mitótica está em crescimento essas células elas vão ser diminutas porque elas vão ter uma alta atividade de se dividir não dá nem tempo delas crescer as paredes são finas capazes de crescer a gente pode encontrar figuras mitóticas presentes num corte histológico o citoplasma é denso núcleo condensados nucos evidentes são pouco vacuoladas não é um tecido responsável por armazenamento então por isso o vaco vai ser bem pequeno quase inexistente e sem muitos espaços intercelulares porque esse tecido tá em alta atividade de proliferação os meristemas conforme esse meristema vai se diferenciando ele vai dar origem ao tecido
que depois se tornará sistema dérmico ao tecido que depois se tornará sistema vascular e ao tecido que depois se tornará parena cenma esclerenquima que são o sistema fundamental conforme esse meristema começa a se diferenciar ele dá origem a esse meristema primário proto Derme que vai dar origem ao sistema dérmico procâmbio sistema vascular e meristema Fundamental que dá origem ao sistema Fundamental parena colenquima e esclerenquima então os meristemas primários eles são tecidos que começam a ter uma certa diferenciação se nós temos num corte histológico um meristema no Ápice conforme a gente vai caminhando em direção aos
tecidos maduros nós iremos encontrar na parte externa a protoderme que vai dar origem ao sistema dérmico sistema de revestimento então a protoderme ela estará mais externamente internamente meristema ã fundamental será encontrado que dará origem depois ao parente uma colent uma esclera e também ã nessa região mais escurecida seria o procâmbio e depois dar origem ao xilema e floema primários também a gente encontra esses tecidos se nós olharmos no ápice da raiz então também teremos o meristema tá apical da raiz que ã numa região mais externa vai se tornando protoderme que dará origem ao sistema de
revestimento mais internamente aistema fundamental que depois pois dará origem a parenquima colenquima esclerenquima e internamente ao procâmbio que dará origem ao sistema vascular Além disso tem um detalhe a mais que na raiz conforme ela vai penetrando no solo ela tem um tecido de revestimento chamado coifa para proteção desse meristema pical da raiz além disso esse vegetal ele cresce tanto eh na vertical como também em espessura na horizontal e esse crescimento em espessura quem dá são os meristemas laterais ou meristemas secundários então em tecidos em que já houve o crescimento primário e começa a ver o
crescimento secundário ocorre esse esp esse espessamento eh esse espessamento a gente vai trabalhar melhor na aula de cules e raízes né principalmente caules e raízes possuem esse espessamento secundário e o que acontece para pra formação desta casca e madeira que é o o órgão que já está em crescimento secundário nós temos a periderme Em substituição da derme da epiderme a periderme ela é composta por sub na região mais externa feloderme na região mais interna e Quem produz super para fora e feloderme para dentro é um meristema chamado felogênio nós Voltaremos neste assunto na aula de
cascas e de caules e raízes sistema dérmico ou sistema de revestimento com foco principalmente no sistema primário que é epiderme bom a epiderme como eu comentei tem origem na prot Derme e a periderme que é o sistema secundário vai ter origem no felogênio como eu mostrei falando primeiramente da epiderme características histológicas da epiderme bom são células vivas na maturidade normalmente elas são unicad em alguns poucos casos ela pode ser multiser ou pluriestratificada como é o caso do velame das Orquídeas eh que é responsável como é uma planta que o seu ã a sua absorção de
água ocorre normalmente a partir da ã a partir dos gases da atmosfera que tem nós temos água solubilizada então esse essa remoção de água essa absorção de água ela vai ocorrer por causa dessa epiderme pluriestratificada né que ocorre a par do ambiente as paredes elas são justapostas obviamente porque nós como é o sistema de revestimento nós não queremos deixar que essa epiderme ela tenha espaços para penetração de patógenos a parede Externa ela pode ter pigmentos que é uma camada acelular lipídios impermeabilizantes para evitar a transpiração ou para reduzir essa transpiração né as células normalmente não
t cloroplastos os cloroplastos só vão estar presente na em tecidos mais internos Mas tem uma exceção que são as células guardas do estômato tá então as células guardas do estômato podem ter cloroplastos Temos vários tipos celulares como estômatos tricomas Assim como as células da epiderme e que são para o revestimento e recobre todo o corpo da planta então neste tecido neste corte porque a gente vê tecidos mais internos os cloroplastos e nós temos aqui a epiderme com células finas sem espaços intercelulares células justapostos né então aqui outra fotomicrografia mostrando a EP células justapostas uma única
camada e Aqui externamente nós temos a cutícula que é uma camada acelular de lipídios que impermeabilizam essa epiderme Além disso nós podemos ter a presença dos estômatos vejam que esse é um corte não é um corte transversal é um corte paradermico então um corte transversal da folha eu tenho a folha e faço um corte transversalmente vou olhar ess tecidos dessa forma em que eu tenho a epiderme né né e outros tecidos que a gente vai conversar mais à frente nesse caso num corte paradermico eu estou vendo a epiderme de cima e a epiderme quando eu
vista de cima eu consigo ver este e os estômatos os estômatos podem estar na face tanto axial Face superior ou axial a face inferior né se eu tenho estômatos em ambas as Faces nós chamamos de anf estomática se nós temos estômatos apenas e em uma das faces nós vamos chamar de hipoestomática quanto na facee abaxial e epistática quando presente na facee adaxial aqui vejam um tricoma visto de cima então ele está arredondado né e aqui eu tenho as células guarda do estômato que vão controlar a abert a abertura do ostíolo que é o orifício que
controla a respiração a transpiração celular transpiração desse vegetal e temos as células subsidiárias né células guarda e células subsidiária que são as células que contém este estômato Aqui está um estômato então visto num corte transversal células guarda e células subsidiárias esse aqui é um corte par Derme né em que esse corte foi feito eh paralelo à epiderme Além disso esses tricomas nós temos diversas classificações eh com relação à quantidade de células se ele é uma única célula ele é unicelular se tem várias células pluricelular quando ele é pluricelular nós temos a uma outra classificação que
é quanto a quantidade de série de células se nós temos apenas uma série de células ele é dito uniseriado se nós temos ã uma ou mais série de células nós chamamos de pluri seriado nesse caso que eu desenhei aqui seria um tricoma pluri seriado além disso a cutícula a camada de lipídios que recobre esse tricoma pode ter ornamentações E essas ornamentações são bastante importantes pra gente para nos auxiliar a caracterização de drogas nos auxiliar na identidade desta droga vegetal nesse caso aqui a gente vê uma cutícula verrucosa um tricoma glandular esse tricoma Então ele pode
ser tanto protector que vai proteger esse vegetal de predadores proteger ã com relação a perda de umidade Mas também ele pode ser glandular ele pode armazenar substâncias quando ele armazena substâncias o que a gente tem é uma cabeça que vai armazenar as substâncias e uma aste que liga a cabeça até a epiderme também esses tricomas eles podem ter classificações com relação ao número de células unicelular pluricelular unicer pluriel então aqui a fotomicrografia de um tricoma visto em um corte paradermico aqui um tricoma estrelado né não sei se dá dá para ver claramente mas nós temos
um tricoma formado por ã diversas células que partem do mesmo Ponto pronto tricoma pluricelular ramificado ou um tricoma estrelado aqui em outra visualização neste caso eh essa visualização é por meio de um de uma lupa em que a gente consegue ver a a a folha de cima e a gente consegue verificar a presença desses tricomas estrelados aqui também a gente consegue visualizar esses tricomas estrelados Aqui nós temos uma outra foto a partir de uma lupa em que a gente consegue ver diversos tricomas tectores com relação ao sistema fundamental o sistema fundamental nós temos paren Colen
escler o sistema fundamental ele responsável por suporte por armazenamento por preenchimento deste vegetal e tanto parena quanto clorenquima e esclerenquima vão se diferenciar e de acordo com se a célula está viva ou morta a espessura da parede a presença de parede secundária a química dessa parede a lignina vai ser a substância química que forma essa parede secundá e a presença ou não de espaços celulares então de acordo com esses com essas características nós vamos conseguir diferenciar entre parena cenma E esclerenquima no caso do parena possui apenas parede primária com células viva muito vacuolizados espaços intercelulares
e temos diversas funções armazenamento preenchimento e principalmente fotossíntese como vocês podem ver nesta fotomicrografia nós temos a presença de um parena clorofiliano responsável pela fotossíntese Além disso nós podemos ter especializações como por exemplo presença de eh a especialização do parena em que ele está ele que ajuda por exemplo na flutuação de plantas aquáticas nós temos bastante ar e aí nós chamamos de aeren ou quando tem parenquima aquero em plantas que armazenam bastante água e Drena parênquima amilífero de amido parênquimas de reserva parênquima clorofiliano Então tudo pela presença de plastídios que vão fazer este armazenamento olha
aqui numa folha então essa região aqui nós temos o parenquima esse parenquima então diversos espaços intercelulares presença de células com a parede fina tá então aqui a gente consegue ver a presença desse parenquima no caso da da folha nós temos uma classificação de dois tipos de Parma o paren paliçádico em que as células estão mais justapostas parecem paladas e o paren um outro tipo de paren que é o parena lacunoso em que a gente tem diversas lacunas aqui também a gente consegue ver num corte transversal a epiderme o parena paliçádico e o paren lacunoso nesta
região que também em um corte transversal de uma folha parenquima pal sádico e parenquima lacunoso então o parênquima ele vai se caracterizar por células eh paredes finas normalmente espaços intercelulares e podendo ter algumas especializações já colma e eserma nós temos células de paredes espessas são o Colen possui células vivas da maturidade já o escler possui células tipicamente mortas no caso do kenma apenas paredes primárias sem lignificação E no caso do escler paredes secundárias lignificadas e PR diferenciação por meio de corantes nós podemos utilizar o azul de Astra o azul de Astra ele Cora principalmente celulose
paredes primárias e a safranina vai corar paredes secundárias que estão lignificadas então em um corante quando a gente utiliza azul de asra e safranina ou safra blau nós temos o colma corado em azul e o eserma corado em vermelho ambas com células com paredes mais grossas se a gente ver Então nesse corte transversal de uma folha nós veremos ã o esclerenquima nesta região bem avermelhado nessa região também bem avermelhado né ajudando a contornar o sistema vascular deste vegetal então sustentação o escen a principal função é a sustentação já nessa região a gente consegue perceber células
com a parede um pouco mais grossa porém não coroa em vermelho aqui são células do cenma sem lignificação esta região aqui ela está avermelhada porque é um tecido vascular que tem parede secundária lignificada que é o caso do chileno Então essa região aqui região do xilema Tá além disso esclerenquima tem algumas especializações como fibras que ocorrem em cordões são Compridas E afiladas essas fibras e o que é mais característica são a presença de esclereídes que possuem formas variadas e normalmente estão isoladas num corte em que a gente tem uma esclereídes como as Astro esclereídes osteo
esclereídes distribuídas no meio aí da dos demais tecidos uma célula bem diferente Bem peculiar Além disso nós temos essas esclereídes que formam células pétreas essas células pétreas como por exemplo na pera aquela sensação de terra é dada por a presença de células petras que são ES ides que estão dispersas então Diferentemente de ã dessas fibras aqui que são Compridas estão com aqui organizadas e contornando o sistema vascular as Astro esclereídes osteos esclereídes e células petreas normalmente estão dispersas no tecido sem uma organização muito bem definida aqui então a gente vê uma astro esclereídes esta Astro
esclereídes toda diferente das demais células e para terminar sistema vascular xilema e floema bem chema e floema eles são responsáveis pela condução o xilema ele conduz seiva da raiz em direção às folhas e o floema das folhas em direção às raízes chamava-se antigamente de seiva bruta e seiva elaborada no caso do chilena chamava-se de seiva bruta esse termo ele não é mais mais muito adequado de ser utilizado então a gente chama seiva do xilema e seiva do floema o chema é um tecido complexo formado por vários tipos cular é um tecido vivo em que alguns
elementos estão mortos no caso do xilema os elementos Condutores estão mortos n a condução da seiva pelo xilema é de acordo com essas células mortas e quando a gente visualiza um xilema o que a gente O que mais vai nos chamar atenção são as células condutoras as células condutoras elas são maiores com a parede bem grossa e quando coradas vão Se Curar com safranina porque essa parede é lignificada a gente consegue diferenciar protema de metaxilema onde o protoxilema são células ainda capazes de crescer são células menores e oilema são células maiores que já não crescem
mais o transporte então como eu falei ocorre por esses elementos condutores que tem diferentes nomes angiospermas e ginospermas e Para que ocorra esse transporte existem perfurações dessa parede secundária que permite então a passagem da seiva do chema já o floema é um tecido complexo Vivo que ocorre em todos os órgãos então é um tecido vivo assim como o xilema e é formado basicamente por células vivas no caso do floema as células vivas que promovem a o transporte elas possuem protoplasto possuem conteúdo dentro da célula já na célula do do xilema essas células são oucas elas
não possuem conteúdo tá obviamente que é um processo lento e o fato de ser para de cima para baixo esse processo ele tem que ser mais lendo obviamente então a presença de protoplasto ela é importante no entanto essas células condutoras elas não possuem organelas e isso é interessante como que essa célula ela está viva se ela não tem organela essas células elas possuem células companheiras ou células de strasburger que que que dependendo se é ginospermas spma tem nomes diferentes e são essas células companheiras que vão manter as células condutoras do floema Vivo é um tecido
também complexo que além dos elementos Condutores também vão ter outras células Como as células do parena que vão manter os elementos Condutores vivos e outros fibras esclereídes que ajudam na sustentação entre as conexões desses tubos nós temos placas privadas e a gente consegue ver aqui no culo do chuchu então aqui tá o xilema né esses tubos ouos que fazem o transporte da seiva do xilema e se a gente perceber na região do floema onde o corte passou exatamente em cima dessa placa crivada a gente consegue ver então uma célula que está toda perfurada olha aqui
outra célula toda perfurada então a gente percebe V no floema é um corte que passou exatamente em cima da placa crivada então aqui a gente tem os diversos tecidos que nós estudamos quando a gente Olha numa folha nós vamos ter então a epiderme na parte exterior nós temos parenquima Paládio e lacunoso na região interna fazendo fotossíntese fazendo armazenamento de substâncias fazendo preenchimento e podemos ter o cenma o kenma ele é mais flexível que o escler por ele não ter parede secundária então o Colen ele vai acontecer principalmente em regiões para permitir uma certa flexibilidade das
Folhas como a gente pode ver aqui e o escler ele circunda nesse caso deste deste corte transversal de pmos boldos do Boldo a gente percebe que ele circunda os tecidos vasculares chema e floema vejam aqui um corte transversal do caule de melista oficinales em que a gente tem na região mais externa epiderme então corte sem coloração um corte com uma coloração que não pegou muito bem esse corte tá um tanto Grosso a gente consegue ver aqui ah parenquima na medula deste órgão então preenchendo este órgão nós conseguimos ver aqui células mais espessas que são células
do xilema um tanto mais avermelhadas células mais azuladas que são células do floema Além disso é possível observar a presença de células com a parede um pouco mais grossa que é provavelmente cenma aqui nesta região além disso a gente tem nas pontas esclerenquima para ajudar na sustentação deste vegetal aqui também no corte transversal do caule de lpia o que a gente tem polos de esclerenquima que a gente consegue ver externamente a epiderme polos de esclerenquima Aqui nós temos xilema internamente medula parenquima E aqui nessa região floema esse tecido ele começa a sair do é uma
transição do crescimento primário já indo pro crescimento secundário vejam aqui na epiderme a presença de tricomas e esse seria então os tecidos vegetais de importância aqui para o estudo da farmacobotânica