Dou grip também. Passe dias com guri no colo. Meu telefone tá doido. Eu quero quero colocar no notebook. Deixa eu ver se eu consigo. E aí eu vou passando aqui, tá? No bloco de no. Tá. Aham. Ah, eu acho, acho que agora foi. Bom, gente, os avisos de sempre, né? papelzinho e caneta na mão. Gente, antes de eu de eu ler o os avisos, eu vou vou logo falar Uma coisa para eu não esquecer, é que se vocês tiverem alguma dúvida, vocês já deixem separadas, porque hoje eh a nossa aula vai ser mais pra gente
conversar, tá? Eu vou, a gente vai continuar falando, né, sobre sobre feridas emocionais, claro, eh, alguns padrões, porque a partir de amanhã a gente vai começar a falar sobre o que fazer com isso, né, com todo esse turbilhão de coisas que tá acontecendo. Mas hoje, praticamente, a gente, basicamente a gente vai bater papo para saber como é que vocês estão, como é que tá sendo a experiência, se vocês têm alguma alguma dúvida. Inclusive, eh, tem duas perguntas aqui e de mulheres do grupo que eu vou ler para vocês depois. A gente vai conversar, eh, e
que inclusive a nossa aula vai levar em torno de uma hora hoje. Bom, eu vou começar, eu vou aproveitar para começar com as com as Dúvidas, tá? Então, bom, o tempo de aula vai ser 1 hora. Pera aí, gente, rapidinho que me tá dando um probleminha aqui. M. Oi, gente. Dá um apoio para Ana Clara rapidinho, gente. Então, vamos vou eu vou começar eh a aula de hoje eh respondendo as dúvidas, tá? Que mandaram para mim no grupo. E aí, se alguém tiver mais alguma dúvida, a gente já começa falando sobre elas. Pode ser assim
para vocês? Pode, né? Então tá bom. Foram tem, eu tô com duas perguntas, tá? Uma pergunta é: tento fazer uma mudança, mas eu me acomodo eu consigo ver o que preciso mudar, mas não consigo mudar porque me acomodo? Gente, o que acontece? Eh, nós, seres humanos, quando a gente a gente tem hábitos, né? E o que que são esses hábitos? Esses hábitos são são eh são comportamentos repetitivos, né? A gente vai fazendo, vai fazendo, Vai fazendo, quando chega uma hora já virou um hábito. E realmente é difícil quando a gente já tem algo muito instalado
na gente, a gente ter que mudar. Por exemplo, eu passo por isso, tá? Eu tenho, eu tenho, eu tenho dificuldade de, de, de dar o, o, o pontapé inicial para algo novo, tá? Eu fico, às vezes, eu fico insegura. Eu ficava, né? Porque agora de tanto que eu tô dando passinhos Em relação a exatamente sobre isso, sobre novos hábitos, eu antigamente eu não cons eu sempre ficava me colocando para baixo porque eu eu colocava várias coisas, né? Várias coisas para fazer, vári eh eh eh uma expectativa muito grande e eu não e eu não dava
conta. Então eu levei tempo para entender que eu tinha que fazer uma coisinha de cada vez até, né, eu eu ir crescendo nisso e começar a colocar coisas maiores. Então, vou dar um exemplo bem simples para Vocês em relação à minha pele. Eu nunca cuidei da minha pele, gente, nunca. Eu tô com 39 anos e eu comecei a cuidar. ter uma rotina de manhã de autocuidado vai fazer, eu acho que uns 7, 8 meses, tá? Mas eu coloquei na minha cabeça que todo dia eu ia fazer aquele mesmo roteiro e todo dia eu fazia. Chegou
uma hora que quando eu não fazia, o meu cérebro me lembrava na hora. Às vezes eu tava me organizando para tomar café, eu largava tudo porque eu lembrava, eu Voltava, ia fazer toda a minha rotina para poder continuar o meu dia. Então, a gente precisa eh entender que precisa de paciência agora, claro, precisa de de força de vontade também, tá, gente? Não. Ah, eu não, por exemplo, eu não consigo fazer meu devocional todo dia de manhã cedo, porque a minha circunstância é, eu tenho duas crianças pequenas que quando eu, se eu acordar 5 horas da
manhã, gente, 5:20, os meus filhos eles acordam Junto comigo. Então, eu tenho filho pequeno e eu tenho que fazer num horário que fique bom para mim e que eu consiga encaixar, né? Ah, porque eu não consigo fazer 5 da manhã, então não vou fazer nenhum outro horário, né? Então assim, a gente ter a a compreensão de que a gente precisa fazer, né, colocando pequenas tarefas quando a gente vê que já OK, gente, para para eu acho, se eu não me engano, que Eh para novo hábito, eu acho que são 21 dias, se eu não me
engano. Então, tu fazer aquilo todo dia, todo dia chega uma hora que o teu cérebro, ele vai entender que aquilo é é isso, entende? Então é uma coisinha de cada vez, tá? Porque às vezes a gente quer muita coisa e é isso que acontece. A gente se acomoda porque a gente não consegue, aí fica triste, né? desiste abrir mão. A outra pergunta é: o meu esposo Disse que que irá dar mais uma chance pra gente, mas ele disse que não está 100% no nosso relacionamento. Isso aqui é um pouco daquilo que a gente conversou ontem,
né, que a gente teve a presença ali do do meu padrinho, do pastor Mário e do Guilherme, né, que é o meu esposo, falando sobre o lado deles de homem. O que acontece? Eh, muitas vezes, gente, a gente vai Abrindo mão de coisas que são pequenas, mas elas são essenciais dentro de um casamento, dentro de um relacionamento. E aí, eh, o ser humano, ele tem uma dificuldade muito grande com a rotina. E o casamento, a vida de um casal, ela é feita de rotina. Imagina só, tu decide casar com uma pessoa, né? A gente se
compromete ali naquele momento, mesmo que a pessoa tenha não tenha tanta certeza disso, do que ela tá fazendo, Né? Mas a gente se compromete de passar a o resto da nossa vida com essa pessoa. Imagina só, gente, é rotina. É rotina. E é justamente por ser rotina que é importantíssimo a gente criar uma rotina que seja do casal. Aí o casal antes de casa, ah, beija, abraça, é carinhoso, é divertido, e a mulher cuida e a mulher não é chata aqui, isso aquilo. Aí quando casa, a gente tem a tendência de de fazer com que
as dificuldades elas Fiquem muito maiores, elas elas tomem um um um tamanho, um peso que às vezes não é nem proporcional, que realmente é. E aí a gente fica naquela coisa de querer culpar o outro que aí vai se afastando. É isso que eu falei para vocês ontem. Eu e o Guilherme, a gente tem as nossas os nossos tratos aqui. Acordar, dar um beijo de bom dia, dormir, dar boa noite, não dormir, obrigado, fazer uma refeição juntos. E é o que a gente faz, porque o nosso momento, a gente Almoça junto, a gente conversa, a
gente toma café, a gente conversa, a gente escuta um outro. Casis hoje em dia eles não gostam de se ouvir. Eles não se escutam, eles não se escutam, eles não se tocam. E aí acontece isso. Ele vai se imagina só se o se o homem tá dando mais uma chance, é porque alguma coisa ele sente. Aí existe alguma coisa aí dentro ainda. Agora ele não está 100% nesse relacionamento. Ele tá te dizendo que Ele tá ele tá frio. Ele ele ele ele quer tentar mais uma vez eh ter tesão nessa mulher. Gente, eu não falo
de tesão na questão só sexual, tá? Tesão é ter aquela vontade de estar perto daquela pessoa. Eu amo meu marido, eu tô h 5 anos com Guilherme e eu tenho tesão pelo meu marido. Quando meu marido não tá, ele passava o dia todo trabalhando, eu ficava com mais saudade dele. Eu ficava, Gente, cadê meu marido? Por quê? Porque tem coisas que a gente não deixa morrer se perder com a loucura que é a vida, porque a vida é, gente, é bíblico. No mundo tereis o quê? aflições. A gente viaja na maionese, que nem diz o
paraense, que a vida vai ser mar de rosas, que é igual o filme de de romance, tudo vai ser mil maravilhas. E Não é, gente, a gente vai ter dificuldade. Ontem, por exemplo, quando eu desliguei aqui com vocês, eu olhei pro Isaque, Isaac, ele tava, ele não tava bem, gripou, aí tava, meu filho tava com olhar longe, ele tava cansadinho. Eu falei: "Amor, agora vamos pro médico." Quando o Guilherme saiu de casa com Isaac para levar ele no na urgência, gente, eu me acabei de chorar. Eu fiquei Imaginando assim, ó. Se eu não tivesse mais
o meu filho. Isso aí é um bom exercício para vocês fazerem com o marido de vocês. Se meu marido morresse hoje, que seria da minha vida? Aí a gente, quando a gente tem essa sensação de que vai perder, a gente começa a olhar, tira o foco do dos defeitos e volta a olhar paraas qualidades. Então, o exercício de Meditar sobre a morte é um exercício extremamente profundo. Não é para que a gente se prepare para a morte, porque a gente não tá preparado para isso, mas que a gente se volte ao amor, ao agora, porque
a vida é o agora. A gente não sabe como vai ser amanhã. Essa certeza só o cara lá de cima que tem. É só ele que tem, que sabe de todas as coisas. A gente não sabe, né? que nem eu falei para vocês, a minha mãe morreu, ela foi tirada da gente em Questão assim de horas. Uma mulher que não apresentava nenhum, já já tinha sintomas, mas não era algo que a gente pudesse desconfiar exatamente que era isso. Mas era uma mulher saudável aos nossos olhos, extremamente saudável, porque não bebia, não fumava, eh se alimentava
bem, né? caminhava, era superativa. Então, na cabeça da da gente, a minha mãe ia ser uma das últimas assim a partir e foi a papum. Quem aproveitou, aproveitou, meu Amigo. Quem não aproveitou não adiantou, ia ficar chorando em cima do caixão. Já foi, não tem mais o que fazer, não tem. E é por isso que é bom a gente meditar em relação a isso ao nosso marido, aos nossos filhos, né? às vezes a gente fica cansada, né, de ai tem que cuidar e a loucura. Tá eu e o Guilherme aqui com duas crianças que estão
dodo a gente tá aqui, ó. Eu tô aqui cumprindo o meu o meu prometido, meu compromisso com vocês. E graças a Deus os meus filhos São maravilhosos, são super fortes. Mas olha como eu enfrento uma batalha para est aqui espiritualmente falando, né? Então se eu fosse outro, ela tá reclamando e dizer: "Não, amém, que eu tô tendo a oportunidade de cuidar dos meus filhos". doentes. E a mesma coisa do maridinho de vocês, quando o marido faz alguma besteira ou algo ou algo que machuca a gente, a gente começa a olhar que é uma boa oportunidade
que Deus tá dando pra Gente, pra gente tá se santificando, né? Tá se mortificando, deixando o nosso ego, sabe aquela coisa que é mais de é é mais de é menos de mim, mais de ti, é sobre isso, né? a gente olhar paraa cruz, pro sacrifício que foi feito, porque, né, a gente entregou ele lá. Então, eh, um coração disposto, gente, ao amor, ele consegue constranger qualquer um. Se a mulher ela tiver disposta a Mudar de verdade, e não é só mudar pelo seu marido, gente, é mudar por você. para que você seja uma mulher
curada, uma mulher inteira para poder eh complementar com outro. A maior mentira que ensinaram pra gente é esse papo de metade da laranja, gente. Metade da laranja não exigo, não. Tem que ser uma laranja inteira, outra inteira e elas se complementam, porque se é metade, tu vai colocar uma outra coisa ali, não vai encaixar, sabe? Quando tenta colocar uma Tampa de uma que não é da panela, o negócio fica meio estranho. É exatamente isso. Então, a gente tem que tá inteira, inteira. A gente tem que Autoestima é a gente ter estima por nós. E às
vezes a gente olha pr para dentro da gente e não tem nada para estimar. A gente não tem nada para admirar. E a gente fica procurando isso no outro. Aí quando não encontra no outro, meu Deus, te abra uma cobrança eterna. Aí o homem que tem um pavio que É desse tamanho, que ele não gosta de mulher goteira, que é bíblico, sabe o que ele faz? Ele vai beber, ele vai atrás de mulher, gente, porque o capeta ele não é fácil. Aí as da rua que elas não convivem, né, que elas não tão ali passando
perrengue, elas entregam o um celim cara e aí em casa tá uma coisa difícil e tem mulher que faz a mesma coisa, tá gente? Tem outra mulher que traz. Então é só para vocês entenderem que isso não é um mal Só de homem, né? É o mal do ser humano. Tem mais alguém querendo fazer pergunta? Falei demais, né? Quando fala de amor, eu nem folgo. Tem alguém mais querendo? Oi, boa noite. Boa noite. É Gislane que tá falando. Gilane, tu tá sem. Pera aí, deixa eu ver aqui. Não, tá. Tô sem o quê? Tô te
ouvindo. Não tá me ouvindo? E agora? Mas tá piscando aqui No meu a Gislane. Pera aí que eu vou ver rapidinho, Gislane. Deixa eu ver se o a moto tá aí. Chegou o meu meu socorrista. Eu não tô ouvindo a Gislene não. A tia Luía tá ouvindo ela, mas eu não. Gente, ignore o chorinho da Clara, tá? Fala aí, seiverem ouvindo. Fala, Gislane, para ver se eu tô te Escutando. Para ela falar. Gislane, fala. Deixa ver se eu te ouvite. Boa noite. Tá ouvindo? Ó, eu não tô ouvindo ninguém. Eu tô ouvindo. Tás me ouvindo,
Carol? Pera aí que o Gui tá arrumando, gente. Acontece, acontece nas melhores lives. Acontece. Tadinha. Oh, meu Deus. Quer que eu segure ela? Oi. Tá me ouvindo? Não. Ela tá ouvindo, mas ela não tá. O microfone dela tá fechado. Hum. Agora tô. tá me ouvindo? Sim. Pronto, gente. Eu ten um pouquinho. Obrigada. Oi, Gisane, pode falar. Tem um pouquinho atrasado aqui, mas eh será que você pode repetir um pouquinho do que você falou aí antes ou fica difícil? Não, não fica. Tu tá falando da das perguntas? É por causa que você falou umas coisas aí
que me fez me tocou em mim aqui. Eu Fiquei sem saber o que que falar. Ah, é? Mas tu consegue me dizer o que foi que eu falei que te tocou? Que eu te ajudo. Você tava falando aí da de entre marido e mulher e não sei que mais um pouco antes. Ah, é porque eu falei muito, né, sobre marido e mulher, sobre rotina, que é importante a gente ter rotina, que a rotina ela não é ruim, a gente tem muita dificuldade com o que é monótono, né? Eh, e um casamento Ele é rotina, ele
é feito de rotina, né, gente? Imagina falar vários, vários anos também uma pessoa e dizer que não existe rotina, é que um casamento ele é que nem uma valta. A gente precisa aprender a dançar juntos. A vida é isso. É que nem eu e o Guilherme, a nossa movimentação aqui em casa, falo para ele, amor, parece que a gente a gente dança, eu e tu, porque a nossa movimentação é um vai conduzindo o outro e é natural. Mas por quê? que a gente De no enquanto a gente se relacionava, a gente conseguiu fazer acordos, a
gente se conhecia, eu era uma pessoa que já estava em processo de autoconhecimento e e claro que com o tempo, né, eh eh colocando a dança aqui como exemplo, a gente vai pisar no pé de vez em quando, a gente não vai estar muito afim de dançar e sempre tem um que vai tá tendo que levantar o outro, né, o casamento Ele é sobre isso, o amor é sobre isso, Né? A gente a gente se ajudar. Isso é o mais importante. Aí não só focar no defeito, né? Porque todos nós temos defeitos, gente. É que
nem eu já atendi algumas pessoas, ah, porque ele é muito chato, ele é muito isso. E eu falo, é porque eu eu acolho, mas eu também puxo a orelha, né? Eu falava, mas tu consegue imaginar o quanto que tu é chata? E não deve ser fácil conviver contigo. Eu sempre falo isso paraas minhas, Paraas minhas clientes, né? Eu eu eu sei eh mas eh entender um o meu lado é por causa que eu tô entrei no assunto aí é porque era uma pessoa que antes de eu começar a ter o o atendimento terapia, né, e
mais duas pessoas que me auxiliaram, eu era uma pessoa assim que eu não enxergava o meu a minha a minha vida dois, por causa que eu tinha muito traumas que me trampava a minha visão. Uhum. Então assim, eu depois que eu fiz a terapia, eh, abriu muitos, muitas assim, né, limpou a visão, né, de tudo aquilo que eu não via antes. E e hoje em dia eu vejo meu marido, só que eu falo assim: "Não acredito que eu tô vendo isso que eu não vi há anos atrás da minha vida". Mas tu fala de coisa
ruim, não? Sim. coisas assim entre ah é entre coisas sim ou não, entendeu? Mas não vou citar as coisas ruim não. Eh, eu prefiro eu prefiro eh brevear. Eh, então assim, Eu assim posso modificar, posso, mas não vai ser fácil, né? Porque eu tô sozinha. Eu nunca eu tô assim, eu tô sozinha praticamente, eu não tô, tenho Deus na minha vida, tem outras pessoas, mas acontece que é não tá sendo fácil por causa que ele é muito calado e eu já sou mais estourada, entendeu? E então assim, tem coisa que eu falo: "Tá errado, igual,
por exemplo, eh, eu trabalho todo dia e ele trabalha Dia sim, dia não." Aí eu quero educar minhas filhas. Eu falo assim, ó, as meninas vão fazer isso, isso e isso. Aí ele no dia que tá em casa, ele pega e faz. As meninas não faz. O que que acontece? No dia que eu tô em casa, eu ponho a ordem, ele vai e tira a ordem. Sabe? É uma coisa assim que só Deus vai poder me dar um porrão, porque eu sozinha colocando uma coisa certa e ele tirando atrapalha. Sim, Porque é o sim ou
não, entendeu? Então assim, eu tenho porque eu tenho muito ainda que não sei o que eu vou fazer, só Deus, Deus Deus deve me ajudar em alguma coisa, porque ele tá vendo tudo, ele sabe todas as coisas. Então assim, eu senão eu vou explodir, né? Você tum não vou nem vou nem viver. Sabe o que acontece, Dilan? Às vezes a gente a gente precisa aprender a se comunicar com o nosso marido e da mesma Forma que a gente se comunica com a gente mesma, a gente se comunica com os outros, né? Sim. Então, quando a
mulher ela é mais explosiva, eu também era muito explosiva, né? Eu eu não era explosiva de ser grosseira, de ser eu era respondona, respondona de tipo assim, não vem cantar de galo para cima de mim não, que não funciona com todo mundo. Eu sempre fui assim, então por causa que então eu sempre fui, eu fui muito assim, Então eu tive que aprender a falar. E a minha mãe falava muito assim: "Presta atenção como tu fala". Olha como tu fala. Eu disse: "Não, mãe, eu não não falo assim". Ela disse assim: "Então, faz um exercício, vai
pra frente do espelho e fica falando que aí tu vai ver como é que tu fala." Então, às vezes a gente só precisa sentar e falar com amor. Agora, claro, né, Gilane, tem um, por exemplo, se for um casamento que já tá muitos anos nesse padrão, ele Provavelmente ele realmente vai dar um pouquinho mais de trabalho, mas não é impossível. Não é impossível. A gente vai ter que fazer escolha. Prefiro, eu prefiro explodir e com isso vou ficar irritada. Eh, eu tô parece uma panela de pressão, daqui a pouco a minha pressão tá alta, eu
vou ficar ansiosa, eu vou um monte de coisa que isso daí o teu marido não vai conseguir resolver exatamente para ti, porque já tá dentro de ti e a gente que Vai ter que dar um jeito. Ou a gente decide aprender a se esforçar um pouquinho mais e falar com amor, poxa, meu amor, não sei como é que vocês se falam aí, mas eu falaria assim: "Poxa, amor, eu preciso da tua ajuda". As nossas filhas, elas são meninas, elas são mulheres. Você que é o homem, que é o pai, que é a figura de proteção,
você precisa me ajudar, porque o dia que você não tiver mais aqui, o que que vai ser das suas filhas? Uhum. Mas eu falo, é, entendeu? Eu falo essas coisas, mas acontece que eu tô errada, então é só Deus para eu poder, é só Deus para tratar, porque eu fiquei me explodindo até quando? Não, você não precisa explodir sempre, tá? Não precisa. O que você tem que fazer também é começar a fazer as suas filhas elas compreenderem o que são as consequências de cada ato, tá, Gislane? Porque se é uma criança igual os meus aqui
que são Novinhos, tudo bem, mas dependendo da idade não dá para não dá para tratar igual bebezinho mais não. Ah, uma uma moc, vou dar um exemplo, uma mocinha que tem 12 anos, né, filha, a mamãe tá mandando você fazer isso aqui. Se você não fizer, vai acontecer isso daqui. E se você não fizer, vai acontecer isso. Aí você vai ter que decidir e a Gislane vai ter que cumprir, porque com 12 anos, Gislane, a minha mãe ia para ela, ela, meu pai faliu e ela foi pra unha fazer Unha, pra rua, para, ela virou
manicure, virou cabeleireira, ela se virou. Eu ficava em casa cuidando do meu irmão mais novo, que devia ter sei lá o que, uns 6, 7 meses, Mateuzinho. E eos, meus irmãos, a gente tinha que fazer comida. Eu, a organização da casa era toda comigo. Eu me sentia completamente injustiçada, porque eu eu que tinha, eu só podia sair se eu dobrasse a roupa. Sim, sim. Mas aquela Era a realidade da minha família, entendeu? E aí eu tive que aprender. Sim, entendi. Eu sei, eu entendi o que você quis dizer. Eu senti eu senti o deu para
poder compreender. Então, mas aí eh, se qualquer coisa eu quiser te que eu quiser saber mais, eu comunico com você depois. Pode mandar, tá? Tá. Aí você pode prosseguir com a, com a aula aí, tá bom? Tá bom. Tem mais alguém querendo falar, gente? Me avisem que aí senão eu eu começo aqui A aula. Temos mais perguntas, comentários. Deixa eu colocar aqui o slide. Vamos ver se eu consigo me virar sozinha. Não chamo meu marido. Cadê? Humã. Vocês estão conseguindo ver o slide direitinho aí? Então, bom, a gente vai falar hoje sobre reconhecendo minhas máscaras.
Lembra que Eu falei para vocês que a gente tem feridas emocionais e cada ferida tem uma máscara, né? A máscara da humilhação é a ferida da humilhação é a máscara masoquista. A injustiça é a é a rção é controladora. E a gente vai falar um pouquinho sobre isso. Reconhecendo minha máscara, identificando feridas emocionais. Gente, eu vou ser, eu tô sendo um pouco, eh, pertinente, acho que essa palavra, né, pertinente sobre esse Assunto, para que vocês consigam cada vez mais identificar, tá, eh, sobre as feridas. Então, cada vez que eu vou falando, a gente vai abordando
mais esse assunto. Eu acredito que vai mexendo mais aí dentro de vocês, né? A ferida que você carrega pode ter virado parte da sua personalidade, mas não é a sua identidade. Você é mais do que sua dor. Lembra que eu falei para vocês todos Esses dias de que a gente não é isso, tá? A gente tem a nossa identidade, identidade que a identidade de Cristo e que a gente precisa eh desconstruir tudo, toda essa essa máscara, né? toda essa dureza que foi colocada na gente pra gente conseguir ver realmente quem a gente é. Como um
pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem, pois ele conhece a nossa estrutura e lembra-se de que somos Pobres. Salmo 103, 13, versículo 13 e 14. Eu acho isso tão forte, que a gente é pobre. Eu já enterrei duas pessoas que eram dois amores da minha vida, que foi minha avó e a minha mãe. Eh, e quando a minha avó faleceu, eu fui pro enterro e fui fui pro velório e fui pro enterro. E eu de fato vi a minha avó, né, naquela situação e eu não tive coragem
de ver a minha mãe, não consegui. Eu só fui pro Erro, pro pro velório, pro interro, eu fui, vou sair, eu fui embora. Imagina só, né, quando a gente entende que no final das contas todos nós somos iguais, eh, a gente começa a compreender qual que o nosso lugar é um lugar de humildade mesmo, né, gente, para que a gente possa aprender sempre e ser vulnerável para que Deus possa trabalhar na nossa vida, né? O que são as peridas emocionais? A gente Já falou sobre isso, né, que é origem das feridas são marcos formados a
partir das experiências de dor, rejeição ou abandono e especialmente na infância. Vocês estão tendo lembranças, gente, da infância? Se vocês quiserem colocar aqui no chat ou então vocês me contarem depois de de coisas que ah vocês achavam que não lembravam e começaram a lembrar, eu fico curiosa que eu lembro desenvolve desenvolvimento de Máscaras. Criamos máscaras emocionais como proteção quando não sabíamos lidar com a dor. Era que nem eu, né? Quem tava aqui ontem na aula falando, eu escutando meu padrinho, ele falando tudo aquilo como que eu era nas antigas. Ó lá, minhas máscaras estavam atuando
perfeitamente bem. Impacto nos relacionamentos funcionam como armaduras que impedem tanto a dor quanto relacionamentos saudáveis. E a Gislane aí que tá Passando por esse processo com o marido dela, que ela diz o que ela acontece, que ela explode e que ela tá sempre o quê? Errada. viu? Ferida emocional e que pode ser que ela se acheada primeiro do que ela sabe que tá certa, mas ainda assim ela se sente errada e é capaz até de assumir a culpa, tá gente? Eu assumi a culpa. Eu sabia que eu tava certa, mas eu assumi a culpa, Tá?
As máscaras não são a verdade sobre quem somos. São reações de sobrevivência. Ah, Girline tá errada. Não, ela não tá errada. É o que ela aprendeu, foi a forma que ela achou de se machucar. Tipo assim, eu já fui tão machucada que agora já chega. Eu vou ser assim. Então, antes precisa dar um para dar uma um uma porrada nela, ela já ela já se antecipa, né? Gislândia, eu tô te dando como exemplo, mas todas nós somos assim, tá? Não é só você Não. As cinco feridas emocionais as suas máscaras. A rejeição, ela a causa
sentir-se indesejada ou ignorada. A máscara é fuga, a reação ela se cala e evita confronto. Eu tinha pavor de confronto, tá gente? começava um abrigo que ia correr, eu não suportava, ficava nervosa. A da injustiça, abandono, a causa é falta de presença e apoio. Eu tive muito isso, muito, muito, muito, muito, muito, Muito. A máscara é a dependência. Geralmente são aquelas pessoas que são mais dependentes emocionalmente, né? As reações, ela gruda. É aquela mulher que é que é grudenta, que não deixa o marido nem respirar, dramatis. E não é só com marido, tá gente? Com
filho também dramatiza tudo e tem medo da solidão. Já viu aquelas mães que morde mesmo e de ficar sozinha, aí gruda nos filhos? É isso aqui, gente. E geralmente Como o marido ele dá um jeito de correr, sobra pros filhos. E vocês não têm ideia o mal que isso faz para um filho, tá gente? Os filhos carregaram peso que não é deles. Vocês não têm ideia. A ferida da humilhação, a causa é vergonha e ridicularização. Gente, eu lembrei de uma situação que o o meu irmão mais novo tava fazendo aniversário e quando eu não era
tão ferida emocionalmente, eu adorava dançar E eu dançava muito bem. E eu sempre dançando, sempre dançando, dançando, dançando. E aí eu acabava que chamava um pouquinho mais de atenção por conta disso. Aí eu tava com um monte de primo, acho que a tioía não lembra disso, mas ela estava esse dia porque ela é madrinha do irmão. E chegou a minha prima, imagina só, gente, coisa de criança, né? Chegou a minha prima com os amigos dela, era Mais velha e tal, não sei o quê. E eu comecei a dançar e os amigos ficando e tudo. Ai
Carola, vem para cá, para cá, não sei o quê. E eu acho que a minha prima ficou com ciúme disso e ela falou: "Vem cá, vem cá, vem cá." O pessoal me chamando. Quando eu fui para sentar na cadeira, ela puxou a cadeira, eu caí de bunda. Provavelmente ela tava com ciúme, né? Mas eu me senti assim, ó. Nossa, eu fiquei muito envergonhada, muito Envergonhada com aquilo, porque ela tirou a cadeira e eu caí de bunda. Tu vê, né? Eu lembrei disso esses dias. Não, isso tinha pagado na minha memória. Outra coisa que aconteceu comigo
quando eu era pequenina, assim, tinha a gente tinha amigo de de rua, né? E tinha dois dois amigos que eram filhos de de um casal bem próximo, assim, vizinhos bem próximos dos meus pais. Eles me chamaram, eles iam me dar um presente. Eu inocente, entrei na casa. Aí falava assim para mim: "Senta aqui, Carol". Aí eles me deram um bombom e nessa que eles me deram um bombom, eles estavam querendo mexer na minha calcinha. Eu lemb eu lembrei disso também esses dias e a minha memória tinha assim, ó, apagado isso e eu lembrei. E tu
imagina, né, como que eu não me senti? E eu só consegui fugir porque a minha mãe, ela era muito boa na, né, de colocar as coisas pra gente. Então, o jeito da minha mãe acabou que me protegeu de muita coisa. a ferida de traição, né, que é quebra de confiança. Lembra que eu falei para vocês que meu pai me prometia as coisas e ele não cumpria e eu sentia muita raiva dele porque toda vez ele falava uma coisa e ele não cumpria. Isso aí a máscara é controladora, as reações, ela cobra, ela testa, ela desconfia.
Sabe aquela mulher que Ela ela é afrontosa com homem? É isso aí. e a ferida da injustiça, que a causa exigência e frieza. Então, a ferida do Guilherme é injustiça, né? Ele tinha muita, muito, muita exigência sobre ele e a máscara dele é rígida. Então, meu marido ele é bem ele é bem rígido, assim, tá tá no processo de cura também. E geração é fria, crítica e racional. Tem mulherada que no teste deu injustiça, Né, gente? Teve muita mulher que deu essa essa ferida emocional. Como identificar minha ferida predominante? Lembra que eu falei para vocês
que a gente pode ter mais de uma ferida, mas sempre tem uma que a que comanda tudo? Pois é, é isso daí. Como identificar? Observe seus gatilhos. Quais situações me desestabilizam Emocionalmente? Lembra que eu falei para vocês? A minha eu era a questão do meu corpo e isso era algo, gente, que não, Claro que os a opinião dos outros contava muito para mim. Eu quando engravidei dona Clara, como eu engordei, as pessoas elas falavam assim: "Nossa, Carol, tu tá gordinha". Gente, vocês não tem noção, se era um um soco no meu estômago, porque eu chorava,
porque eu tava sentindo muita fome. Eu não queria comer, mas o meu Corpo gritava e era minha filha. Minha Ana Clara é enorme. Então, né, para eu gerar um bebezão desse, meu corpo tava precisando e eu tava muito magra. Mas eu simplesmente não queria ir na casa de algumas pessoas porque eu sabia que eu ia escutar esse tipo de comentário. Vocês sabem que tem gente que não gosta de gente gordinha, né? Pois é. Eu eu já convivi com algumas pessoas Assim que elas não gostam, pessoas gordinhas, elas não merecem ser amadas mesmas, tá? Tem muita
pessoa, tem muita gente ser. Por isso que a gente tem que saber, gente, quem a gente é. E quando a gente encontra um ser humano aqui, ó, sabe o famosa frase, tô cagando e andando pro que tu pensa ao meu respeito é sobre isso. Hoje esta nova Carol que não faz muito tempo, tá? É essa Carol Agora. Tô cagando e andando porque eu sempre meu corpo, mas eu mas eu não era assim, tá gente? Eu escutava assim: "Nossa, cara, mas tá gordinha". Eu não queria voltar mais na casa daquela pessoa, tá? Já mais no pós-passo
da Ana Clá. Eu não queria, eu não queria voltar, não queria ver mais essa pessoa, porque se eu tivesse que ouvir outro comentário, eu ia me acabar, né? Só para vocês terem ideia. Então, eh, era essa que esse que era o meu gatilho. Então, Eu comecei a perceber que era isso que mais me machucava. Então, eu já ouvi aqui de algumas mulheres de tipo assim, eh, mas o meu marido ele não, ele não faz nada, ele não me procura, ele não isso, ele não aquilo e que às vezes tudo bem que a gente espera, né?
Todo mundo, todo mundo quer ser amada, né, gente? Só que o homem e nem nós mulheres, a gente tem bola de cristal. Então, às vezes a mulher ela ela se Coloca numa situação que ela tá esperando tanto que ela se fecha, ela fica fria. E isso é uma ferida emocional que tá ali e a máscara é que ela tá lá, que ela tá calada, né? E provavelmente é uma ferida de abandono. Ela se sente abandonada e aí ela se fecha. Analise suas reações. Qual é a minha reação automática em brigas ou frustrações? Lembra que eu
falei para vocês que quando o Guilherme falava Alguma coisa para mim, eu me sentia extremamente criticada e eu virava logo um porco espinho. Era sobre isso. Por quê? Porque eu fui muito criticada e eu achava que todo mundo tava me criticando. Identifique seus mecanismos. Eu tento, eu tento a fugir, controlar, me calar ou dramatizar. Eu, por exemplo, me calava, tá? Eu dramatizava, mas não era pro outro, eu dramatizava para mim mesma. Eu ficava, sabe, contando muita historinha para mim sobre mim mesma. Era Isso que eu fazia, sempre me colocando para baixo. Aí, lembra que a
máscara da minha ferida, que é humilhação, é a masoquista? Então, eu ficava me maltratando. Era isso que eu fazia. Reconheça a sua dor. O que mais dói? Ser ignorada, abandonada, criticada ou traída. No meu caso era criticada, né? Eu não nunca, eu sempre que eu achava que eu tava me sentindo abandonada, eu eu retomava e falava: "Não, isso aí não dá". Mas isso também quem me ensinou foi minha mãe. Minha mãe ela era fria, né? Então ela ela me ensinou e é algo meu mesmo, né? Então eu não tenho tanto isso, mas crítica ainda é
o meu meu ponto fraco, tá gente? Por isso que eu falo que a gente é uma construção diária. Isso. As máscaras no casamento. A fuga ela se cala. A fuga é a é a rejeição, lembra? Ela se cala, ela Se esconde, evita confrontos e conversas difíceis. Depois vocês me falam quem que é assim. Aí dependência. A dependência da ferida do abandono, ela cola, ela exige atenção constantemente. Ah, porque tu não me ama? Ah, porque tu não diz que me ama. Ah, porque tu não fez. Porque essa dramatiza situações para obter resposta. A masoquista, ela se
anula, assume culpas, carrega as responsabilidades excessivas. Eu, gente, Carregava o mundo nas costas. Eu era essa pessoa. Eu estou deixando de ser essa pessoa faz pouco tempo, tá? E é libertador, já aviso para vocês. Não é fácil, né? Porque o marido de vocês tá acostumado com uma pessoa e do nada ela acostumar com uma pessoa calada e do nada ela começa a falar, o primeiro circo pega fogo e depois ele se acostuma. A controladora, que é a ferida da traição, Ela é crítica, ela cobra a perfeição, testa limites e lealdade constantemente. Nossa, cansativo, né? E
a ferida, a máscara rígida é a ferida da injustiça. Ela mantém-se fria, racionaliza emoções, afasta-se para se proteger. Eu conheço muita gente assim. As máscaras surgem com força nas relações íntimas, porque é onde somos mais vulneráveis, então elas aparecem mais. Eh, você, eu não, eu não sei, mas vocês já perceberam que quando a pessoa tem eh uma ferida que é muito forte, ela é no relacionamento, mas ela também é assim com os pais, que geralmente foi o que causou a ferida. A gente diz que ama, pai, se fala e tudo, mas é um é um
buraco assim enorme entre os dois. Eu tinha eu era muito assim com meu pai, não deixava meu Pai nem chegar perto de mim. Eu comecei a mudar com meu pai depois que a minha mãe morreu. Eu mesmo, eu tenho a maior mágua do meu pai. Deus me perdoa. Eu tinha, só que Jesus me curou porque para eu ter pai, eu tinha que me curar por dentro, né? Porque eu tinha muito, eu tinha um trauma muito grande do meu pai sobre minha mãe, pela violência que ele fazia com ela e eu não aceitava. Sim. Aí também
veio os abusos também que fica marcado na sua vida, que eu não gosto Nem me lembrar. Mas você falando assim, a gente tem que se libertar, né? Tem. Ele morreu, só que assim, eu perdoei, só que a gente não esquece. É uma coisa que fica marcado, Ktia. A gente a gente compreende que o perdão ele de fato ele existiu quando a gente lembra e não dói mais, tá? Porque esquecer a gente não esquece, é difícil. Imagina, é uma marca que fica, sabe quando tu te machuca e fica aquela marca que tu olha vai sempre lembrar
e que Ninguém é e que ninguém acredita em você quando você vai falar, né? É, ó, se você contar, eu vou te matar, eu vou matar tua mãe. Aham. Então assim, eu tive que sair. Eu tô contando a vocês porque assim, eu acredito que aqui é um grupo de confiança, tudinho. Claro. Sinta-se à vontade, acolhida, entendeu? Acolhida. Então assim, eu sofri muito. Eu saí, mas saída mais da minha casa foi por causa disso, porque eu não aguentava se eu deixar minha mãe, porque senão ele vai Matar a minha mãe e vai me matar. Então vou
deixar ela lá. E ela queria, porque antigamente você tinha que ficar para criar os filhos, né? Uhum. Hoje não. Hoje como as mulheres hoje são mais dependente, as mulheres são mais não quer baixar a cabeça, por isso que tem muito casamento que se acaba porque não quer abaixar a cabeça, quer ser sempre bater de frente, bater de frente, bater frente. Aí ninguém vai viver com ninguém. Um tem que ceder. E uma coisa que você falou para mim assim, Ctia, você beja seu esposo. Eu mordei o meu esposo porque ele era uma pessoa que não acreditava
em Deus. Eu fiz ele orar, eu fiz ele saber que Jesus existe. Hoje ele é outra pessoa. Viu só? Mas o se não tiver amor, Cátia, se tu não se tu não, se tu não tivesse olhado pro teu marido e tivesse visto que ele poderia ser melhor, porque ele ele tinha um, ele tem um potencial, isso nunca iia ter Acontecido. E que filho cresce e vai embora. Hoje as minhas filhas, eu vivias filha, foi assim, cresceram, foram embora e hoje quem é minha companhia, primeiramente Deus, segundamente ele. Tu tá de parabéns, né, Cátia? que mulher
forte depois de toda a tua história, tu consegu conseguir te entregar e ser amada por um homem. Parabéns. É uma história. Porque assim, eu até porque eu tinha medo de me envolver com outra Pessoa porque não era pai das minhas filhas. Eu muito com o pai da minha filha também porque era uma pessoa que me queria, mas eu não queria e mandou me matar, essas coisas foi atrás de mim e queria tomar as meninas de mim, as menin pequena, digo: "Meu Deus!" E Jesus ali comigo. Tive uma vez que eu dormi debaixo da cama comigo.
Então assim, quem me vê agora que conheceu a minha história, diz assim: "Você é uma guerreira". Então assim, Jesus me deu um Homem que me deu uma casa, me ajude criar minhas filhas. E teve uma vez que eu eu eu dormia, eu trabalhava no shopping reci, tinha vez que eu trabalhava em dois shopping, eu tive que dormir na rua porque eu perdi um ônibus. Porque eu pensava na nas minhas filhas, né? Porque eu tinha que criar. Mas resumindo, eu tive, Senhor, só me dá um homem para poder criar essas meninas, porque eu já tinha aquele
arrancor, né, Do abuso. Aham. Eu tinha medo. A Jesus me mostrou um homem. A Jesus não me deu uma casa, Jesus me deu três casas. Jesus me várias coisas. Então assim, então assim, minhas amigas, eu peço assim, acredite, bote sempre o Senhor na frente, porque Jesus é fiel, Jesus é uma pessoa boa, entendeu? Muito, ele é lindo. E quando eu falo eu me emociono, porque Jesus é, entendeu? Hoje eu choro, não é de tristeza, não, hoje eu choro de alegria. E a promessa dele, ele vai Transformar choro em quê? É minha alegria, porque a gente
já vive num mundo tão violento. Ouvi a história daquela menina que o marido dela, ela espancou ela, parece foi um monte de facada, né? Eu, meu Deus, que horror. Eu fico pensando, eu hoje eu já não oro mais por mim, oro pel essas minhas amigas que precisa de oração. Eu não conheço, mas eu já sinto o grupo como uma família. Ai, que lindo. Mas obrigada. Desculpa, me empolguei. Não, imagina, Ktia. É tão bom. É muito bom, gente, a gente escutar história de outras mulheres sem julgamento, sem sem crítica. E a gente compreende que existem mulheres
que passaram por coisas muito piores estão aqui ainda. Claro que a ferida ela existe. Tem muitas mulheres que precisam de ajuda. Você conseguiu eh olhar para onde deveria e pedir para quem deveria, que é o dono de todas as coisas. Mas nem todas as mulheres conseguem fazer isso. Nem Nem todas conseguem ter essa força, né? Esse olhar de fé. Os homens mata muito as mulheres, né? Infelizmente tem muita mulher morrendo, muita adolescente. Então assim, mesmo que você seja quer, você quer viver com o seu esposo, ore por ele, pense nele. Eu até falei assim, ore
por ele quando ele tá dormindo, porque a oração ela tem força. Ela tem força. E nós mulheres, esposas têm força triplicada. Esses dias eu falei pro Guilherme, falei: "Vem aqui, eu também Sou autoridade sobre a tua vida, vou orar por ti". Fui, gente, coloquei a mão no meu marido, fui orar por ele. A gente precisa aprender a declarar as coisas, a profetizar coisas boas. Esses dias eu falei também para ele, a gente, em vez de gente ficar eh preocupado ou inseguro, com medo de alguma coisa, a gente tem que abrir a nossa boca para profetizar.
Eu profetizo que a minha casa é isso, que o meu filho é isso, que o meu casamento é isso, que o meu marido É isso, eu profetizo e a gente usa a nossa boca para lamentar, para murmurar. Eu sei que não é fácil, gente, porque a murmuração ela é um vício. Ela é um vício também, mas a gente consegue mudar. E é aos pouquinhos aprendendo a falar. Uma boca que é acostumada a falar só coisas ruins, ela no início vai ser desconfortável falar coisas boas, mas não não desiste. Na hora o jogo ele ele muda,
ele vira e Deus ele ajuda. Olha aí a Cátia. Meu Deus, eu fico impressionada Com essas histórias. Parabéns, Kátia. Oi. Oi. Eh, quero falar. A Gislene tá falando. Oi. Quero falar assim que ela tava falando aí a respeito do de do que ela passou, né? Eu antes de casar, eu moro na casa dos meus pais até hoje, mas a minha mãe, ela não mora aqui, ela mora em outro bairro. Eh, eu vivi com o meu pai, meu pai era alcólatra, ele morreu assim. Minha mãe foi embora, separou dele e eu fiquei Aqui, né? Só que
tem mais casa no L. Nós somos, agora, nós somos três famílias. Antes era só duas. Eu vivia e nessa casa que eu vivo até hoje, um dia eu moro em uma parte menor e antes eu vivia com ele aqui dentro, na casa toda sozinha. E eu senti uma pessoa muito incomodada por causa que a minha mãe foi embora, eu era morava que com ele, eu cuidava dele, né? Aí antes disso tudo, eh, eu conheci meu marido entre esse Intervalo todo, né? E a gente acabou ficando aqui. Foi uma coisa que não foi muito boa para
minha vida também, porque quando a gente fic, a gente tem que ter a casa da gente. E e nisso tudo eu passei muitas coisas aqui com ele, né? E meu pai era muito era muito usado, ele era muito influenciado, que ele fez, ele foi feito obra na vida dele que acabou com a vida dele, com a família. Então assim, eh, e como eu fiquei aqui com ele aqui, ele assim ele me, ele não Encostava em mim não, mas só que como ele é dominado pelo mal, pelo pelo mal, então assim, ele me vi de outro
olhar, entendeu? Então assim, eu tive que me tive que superar por causa que tudo às vezes eu falava alguma coisa aqui dentro de em casa, eh, as pessoas a minha as minhas irmãs falavam assim: "Você não é crente, faz alguma coisa, entendeu? eh assim eh coisas assim que ele assim que ele era usado, que ele não me envia como filha. Então assim, eu Tive que eu tive que eh até meu quarto eu trancava porque eu não gostava que ele mexia nas minhas coisas, entendeu? Então assim, foi uma, eu passei um aperto muito grande aqui dentro
e antes de tudo eh do ano passado, eu consegui me livrar disso porque eu comecei a fazer terapia e tudo eu coloquei para fora e eu escrevi uma carta, né? E nessa carta eu escrevi falando tudo assim que eu queria, que eu perdoava ele, né? Que Agora que ele já foi, já tem alguns anos, né? E que eu não queria aqui dentro de mim, né? Só tô falando que ela falou de uma coisa muito importante aí, né? Sobre, acho que é o abuso, é o abuso. Então, assim, eh, isso foi uma parte minha entre eu
e meu pai. Hoje em dia ele ele não vive, ele não é vivo mais. Mas foi uma coisa que foi muito chato para mim, né? por causa que eh mesmo depois que eu casei, ele a gente vivia que assim, eu vi aquilo Perto de mim e foi muito triste por causa que, né, me senti muito incomodada com o olhar, com a expressão da pessoa e não ao eh tocar em você. Às vezes acontece, Gislane do É porque o diabo ele é muito sujo, né? É, é nesse sentido que eu tô te falando, mas como eu
já sabia, mesmo assim eu senti incomodada por causa que entendeu? Por causa que eu não tinha aquela, eu não tinha tranquilidade de ficar aqui dentro sozinha. Se eu ficasse Aqui sozinha, eu ficava no meu quarto fechado, por causa que se eu fosse lá em cima comprar uma coisa, eu fechava meu quarto, porque eu ficava incomodada, ficava com medo, né? Na verdade, ó, sim, óbvio, né? Até para mim tomar um banho, eu não tomava aqui sozinha. Se tivesse aqui, eu tinha que esperar alguém chegar, entendeu? O diabo ele ele ele usa essas coisas que é para
para deixar a gente marcada mesmo. Eu não eu não eu nunca passei por isso dentro de casa, Né? Mas eu passei fora na rua. É. Aham. Então isso eu só tô comentando o que ela falou e me deu vontade de falar porque isso já foi encerrado na minha vida em nome de Jesus. E só sóc comentar mesmo, sabe? Para deixar como para as vezes a gente passa não só pelo o abuso de uma pessoa que é presente na sua vida constante, mas por uma pelo pelo seu próprio pai que foi usada por por obras malignas,
né? Com certeza. Obrigada pela confiança de por Compartilhar. Um bichinho que eu não quero dizer o nome aqui dentro de casa, né? Uhum. Como ela falou, né? Ele era usado, né? Ele ficou, ele ficou usado, né? É. Enfim. E assim, eu morro de medo das minhas filhas. Hoje eu já tenho uma filha de 20 anos, outra de 22. Ai, são moças a mesmo. São moço. E eu orei tanto que se tornasse umas moças do bem. Graças a Deus. Graças a Deus. Tá bonita hoje. Mais difícil, né? Tá bonito, viu? Hoje você, hein? Oi. Você Tá
bonita hoje, hein? Ai, obrigada. Não, ontem tava bonita, mas hoje tá mais eu arrumo para vocês. Não concorda, meninas? Tá bem elegante. Obrigada. Obrigada. E falando assim também na boniteza, né? Você falou até nesse negozinho de pessoas gordas, né? Eh, as pessoas gordas se sentem mal também, porque tem pessoas que são, eu trabalhei numa loja que as gordinhas ficava com medo de entrar. Aí a gente bolou umas roupinhas para as Pessoas gordinhas que tem existe muitas mulheres gordinhas. Charmosa. Sim, eu era uma dessas, gente. Eu era toda, eu nunca me senti rejeitada por por homem
nenhum, tá? Quem rejeitava era eu me rejeitava. Não era rejeitada por ninguém, era eu que me rejeitava. Eu sempre digo assim, ó, gente, não se arrumem para ninguém. se arrume para você, porque você é linda. Você é linda, né? E a beleza também vem de dentro para fora, né? Por Isso que a gente vê que tem uma, às vezes a gente encontra mulheres que são tão bonitas, é, e são apagadas porque dentro tá tudo acabado. É isso. Mas é porque também existe pessoas que encontra para magoar outra pessoa, né? Sim. Tem gente que faz isso
de graça, tá Ca? maltrata de graça. Maltrata as pessoas de graça. E aquela pessoa, mas é porque é pessoa que maltrata, gente que machuca outras pessoas, cara. São pessoas que já foram Muito machucadas, muito. Certeza. Eu já fui muito machucada, mas o que eu posso ajudar, eu ajudo. Porque então assim, tem uma palavra que diz assim: "Seja ruim, não, seja bom pros outros ou para Jesus". Eu disse: "Eu vou ser boa por Jesus". Imagina só que nem todo mundo tem essa sorte. É, né? Nem todo mundo tem. E quando a gente para para olhar, a
gente vê assim e que e fora gente que tem gente que a maldade ela tá aí, existe Gente que é ruim mesmo, que é maldosa. Eu demorei para entender isso, tá? Para mim foi um sofrimento, na verdade, porque eu achava assim que se eu não era capaz de fazer tal coisa, ninguém seria capaz também. E aí eu comecei a ter que entender que existem realmente pessoas que são ruins, pessoas que são malvadas, que são mais e às vezes elas podem estar bem do nosso ladinho, bem do nosso lado. É verdade. Eu sofri muito com isso,
tá? muito, mas eu aprendi e eu não me fechei, não fechei meu coração, tá? Não é isso. Mas na Bíblia fala, né, que a gente tem que, ah, eu esqueci que que fala que é da serpente, a malícia da serpente, é alguma coisa assim. E a pureza da das pombas, se eu não me engano, é que a gente tem que que ver a maldade que ela existe, mas o nosso coração não ser dominado por isso, né? É, todo mundo gosta de se sentir dizer assim: "Ah, como você tá linda, bonita", né? A gente sente como
é um negócio de verdade e uma coisa de mentira, né? Ai, que bom, gente, porque olha aqui é tudo de verdade. É porque tem gente, a gente sente mesmo, tem pessoas que tem, eu não sei vocês, mas eu já senti coisas, pessoas de que falando mentira, mas de falsidade, na verdade, né? É, e tem gente que fala, eh, eu sempre, eu sempre falo pras pessoas que a gente consegue Ver o resultado que é verdade, é pelos frutos, né? É, mas meninas, eu digo, olha, se arrumem por você, faça por você. Se alguém disser que você
tá bonito, ótimo. Mas também não disse. Se você tiver sentindo bem, vá para uma academia, faça um exercício, faça uma caminhada, corra, vai escutar uma música, vai escutar um hino, não seja dependente do elogio dos outros, tá gente? Quando a gente sabe quem a gente é, o elogio é é só um algo a mais, mas a Gente nem pega isso pra gente. A gente só escuta e agradece. É verdade. Obrigada, Cáa. Que é maravilhosa. De nada. Obrigado também. Todas são todas meninas, vocês são lindas. São lindas. Todas, todas. Olha, eu eu eu olho o grupo.
Eu não, eu fico o tempo inteiro, né? porque minha vida é corrida aqui, mas eu tô o tempo todo olhando, tô tendo o tempo todo lendo, vejo a carinha de cada uma e e muitas mulheres eh não contaram Essas histórias ali no grupo, né? E eu até compreendo, mas eh só o fato de terem entrado no grupo e mesmo que não estejam conseguindo participar das aulas, estejam lá, é porque já deu um passinho de fé, né? e querem se curar. E eu fico eu fico muito orgulhosa porque eu sei que não é fácil, gente, não
é fácil, mas é possível, né, Cátia? É, é verdade. Bom, gente, olha aqui mais A esperança. Jesus não veio apenas para nos salvar, mas para nos restaurar completamente, inclusive nossas emoções do nosso relacionamento. Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Isso, gente, é totalmente sobre o nosso emocional, totalmente. Eh, muitas vezes o, vou, vou falar a palavra crente cristão, né? Mas eu percebo que isso é algo muito dos evangélicos. Eu eu Congrego numa igreja evangélica, tá gente? Por muito tempo o emocional ele foi ignorado. Eu já escutei, já
cheguei a ouvir que ansiedade era coisa do do demônio, que era cabeça vazia, que era tudo era o demônio que tava ali atuando. E não, gente, nem tudo é o demônio. Ele tem as costas desse tamanho assim, ó. Ele deve adorar quando o povo põe culpa nele e nem a dele, que o nome dele tá sendo dito, né? Mas Eh por muito tempo as nossas emoções foram ignoradas dentro da igreja. E não dá para dizer que isso não tá na Bíblia, porque tá na Bíblia, né? Quantos eh eh quantos personagens, quantas pessoas da Bíblia elas
não sofreram de depressão, teve suicídio. Então tudo o próprio Davi, gente, Davi colocava a alma dele ali, se a gente for ler eh Salmos, é tudo é tudo o coração dele ali colocando. Por isso que ele agradava Demais o coração de Deus, porque ele se entregava, ele se entregava, ele dava tudo, inclusive as as emoções dele. E a parte mais difícil pra gente é admitir as nossas emoções. Então nós que somos um ser triunos, que é corpo, né? Corpo, alma e espírito, não adianta tu aquela mulher que coloca o joelho no chão, que ora, tem
um relacionamento com Deus, né? Tem a fé, acredita, mas o o teu emocional tá em cacos, sabe? Tá uma mulher que vive Ansiosa, que vive triste, que vive exausta, que vive sobrecarregada. E aí dentro de casa não dá conta, não consegue dar conta das coisas. Por quê? Porque o nosso emocional ele é ignorado. É por isso que tem muita mulher carregando uma tristeza que ela não sabe da onde vem, porque é muito tempo se ignorando. A nossa alma, gente, ela fala, sabe aquela coisa que tu faz uma Coisa, mas lá dentro tu tá com aquela
coisa, não faz, não vai. Não fala tu vai lá e então a gente fica muito tempo passando por cima da gente, a gente passa, passa muito tempo não nos ouvindo, porque chega uma hora que a gente vai se olhar e não sabe mais quem a gente é, porque a gente deixou tanta gente, tanta gente colocar, escrever uma parte de quem a Gente é, que a gente fica confusa. A gente olha para aquilo ali, a gente diz: "Cara, gente, eu não sou isso. Eu não sou isso." Gente, eu fiz um exercício que, na verdade, quando eu
fizer, eu vou mandar uma foto para vocês. Eu pedi pro Guilherme imprimir uma foto minha de eu criança, tá? Eu tava no aniversário de um primo meu, tô segurando um balão e tô dançando assim, ó, para sei lá onde eu tava, tava viajando na música. Eu sempre gostei Muito de dançar, só de tanto as pessoas ficarem enchendo meu saco, eu comecei a ter vergonha de dançar. Sabe o que eu falava? Ah, eu não sei dançar. E eu acreditei. Meu pai não gostava que eu dançasse. Meu pai não gostava. E eu e eu fiquei com aquilo.
Eu adorava tirar fotos, gente. Eu adorava. Eu tenho fotos de crianças e era cada movimento era um flash. Então, eu gostava de me maquiar, eu era toda Assim. E em que momento eu me perdi? Entendeu? Em que momento? No momento em que as pessoas colocaram sobre mim as suas expectativas, como se eu tivesse a responsabilidade de t de estar dizendo: "OK, eu você montou um padrão para mim e eu vou dar o meu jeito para me encaixar nele." E a gente faz demais isso. Por quê? Porque a gente quer ser amada. E da onde que
vem? lá da nossa infanta. Porque qual é a nossa referência de amor Em primeiro lugar? É nossa mamãe. Geralmente, gente, é a nossa mamãe, entende? E aí a gente se perde, aí a gente vai acreditando nessas coisas e vai só repassando o cajado, né? Aí vem o namorado e depois vem o marido, aí vem aquela amiga, vem pá o chefe e aí depois tu vive numa tristeza tão grande que tu não sabe da onde vem essa tristeza. E é sobre isso. Só que a notícia boa é que ainda Dá tempo. Gente, vocês não têm ideia
quanto tempo eu não conseguia me olhar nas coisas. Eu não me olhava mezinho. Vocês falando para mim assim que eu tô bonita. Ontem meu padrinho o tempo todo. Hoje eu recebi uma mensagem da minha tia falando. E são pessoas que conviveram comigo do meu ladinho, que vocês estão me vendo agora. É também. Não, eu não, eu não fiz isso. A gente não fez nenhum colocar o antes e Depois meu fotos de quando eu era quando eu não era casada, né? Quando eu vivia na nessa nessa tristeza que eu tirava foto, gente, eu meu olho não
tinha meu olhar não tinha brilho e eu falava assim: "Eu não vou postar, você não tinha vida, era tudo tristeza, era tudo era, era era estranho, era desesperador." E aí, claro que a gente vai passando por várias fases, né, Gente? Eu passei mais uma vez. Eu eu eu sempre falava que Deus permitiu que eu engordasse 20 kg da Ana Clara na gravidez dela, que era uma ferida que ele precisava tratar ainda e foi tratada. Ainda tá sendo tratada. Mas hoje eu consigo me olhar aqui nessa câmera e dizer assim: "Nossa, que linda que eu sou".
Sabe aquela coisa de que eu falei para vocês, alguém falar assim: "Ah, Carol tá gordinha". eu, ó, quem tá pegando não tá reclamando, né? Daqui a pouco eu vou vou tô brincando, gente. Eu não vou responder isso porque Mas sabe aquela coisa assim de tipo meu marido tá gostando e eu tô tô gostando, tá tudo certo. Povo me importa se tu queria que eu fosse magra só para satisfazer a tua vontade, né? Então, que isso sirva pra gente, que a gente possa eh aprender a se olhar, gente, com mais amor, com mais Compaixão, com mais
carinho. Olhar para essas feridas é a gente começar a entender da onde que essa tristeza, da onde que esse cansaço, da onde essa insegurança ela vem. A William tá, ele achou as fotos. Você vai colocar para elas amor? Gente, vocês conseguem ver essa foto? Ó, daí sou eu lá em Belém. Olha só, olha essa foto. Me dizem a mesma pessoa? Não parece, né? Vou tirar meu óculos. Parece a mesma pessoa, não parece, né, amor? Eu tava numa, essa foi uma das piores fases da minha vida, gente. Ah, amor, essa daqui eu já tava aqui em
Floripa, mas eu tava no início do meu processo, gente, esse dia, essa época eu eu ia caminhar na praia sozinha, o meu marido me expulsava de casa para eu me movimentar. Ó o cabelão. Saudade desse cabelão. E eu ia caminhar e ia e levava meu livro, eu ia ler na Praia. Olha o meu casamento. Nossa, tô loirona aí. Olha só. Já tava magra, viu? Tava bem magrinha. Aí, ó o sorriso de orelha a orelha, né? Casei, consegui o novinho, né, amor? Meu marido é mais novo do que eu, gente. 8 anos. Tem mais foto, amor?
Não, né? Que loucura, gente. O processo de de amor, Ele com a gente e com o outro, ele requer muita paciência. Muita paciência. Mas vale a pena. Vale muito a pena. Tem alguém querendo falar alguma coisa agora? A gente Ah, ainda tem, ó, ainda tem aqui. Deixa eu passar a atividade logo para vocês que a gente conversa mais um pouco. Atividade prática. Amor, a gente manda essas atividades no Grupo. Mapa da minha dor. Reação à indiferença. Quando me sinto ignorada, quando como eu reajo. Isso é importante, tá gente? Essas atividades é bem legal. Resposta ao
silêncio. Quando meu marido se distancia ou se cala, o que eu penso? Eu penso logo que meu marido tá cansado. Mas é porque minha ferida não é essa, né, gente? Então isso eu não não ficou. Gatilhos emocionais. O que mais me tira do eixo nos Relacionamentos? Mecanismos de proteção. Mas eu ficava assim do silêncio com a minha mãe, tá? Quando a minha mãe ficava em silêncio, eu ficava louquinha. Parecia que eu tinha feito alguma, eu tinha certeza que eu tinha feito alguma coisa errada. Mecanismo de proteção. Como tento me proteger, entre aspas, nas brigas ou
momentos difíceis. Sabe como eu tentava me proteger e de vez em quando eu faço Isso, de vez em quando, quase sempre ou não, eu já me fechava. Parece porque eu não ia deixar nenhuma crítica chegar em mim. Já passa assim, já tava com uma cara meio brava, eu já imaginava que eu ia ser criticada, né? Então eu fazia muito isso. Após responder, identifique sua ferida predominante e qual máscara você mais usa. Gente, por que isso é importante Vocês fazerem? Porque quando a gente tem clareza das coisas, eh, quando tu começar a agir dessa forma, tu
vai lembrar da Carol falando sobre ferida emocional. Vai dizer assim: "É, a Carol fala que que a minha ferida é essa, então eu reajo dessa forma. Então, isso não é sobre o meu marido, isso é sobre mim. como eu estou, é a máscara que tá eh falando mais alto nesse momento. Então Eu escolho ter maturidade, racionalidade de fazer diferente. Então em vez de ficar com cara emburrada, eu relaxo e me esforço para escutar o que meu marido tem a dizer. Isso sou eu que faço, tá gente? Eu faço isso. Eu tinha uma péssima mania o
Guilherme ficar louco. De vez em quando eu solto essa pérola ainda. Ele tá falando, eu ir lá e e cortar ele e começar a falar. Pensa que meu marido ficava assim, ó. Chegou um momento no nosso relacionamento que isso virou um problema seríssimo, seríssimo, porque eu nunca deixava ele falar, porque eu já tava eu já tava me defendendo ou batendo de frente antes de de dele terminar ofendido, porque eu me sentia ofendida, eu já tava falando. Então, hoje o meu exercício é esse. comunicá-lo, eu me forço a ter paciência para ouvir o meu marido, deixar
ele Falar até o final, sem eu me afetar e pelo menos meditar sobre aquilo que ele falou, sem levar pro coração, pensar assim: "Nossa, faz sentido isso que o meu marido falou". Então não, acho que meu marido não, ele não, acho que isso é coisa da cabeça dele. Então é por isso que é importante. Oração guiada, descobrindo minha verdadeira identidade. Revelação. Peço ao Espírito Santo que revele sua verdadeira identidade por trás das dores e máscaras. Sabedoria. Busque sabedoria para lidar com a sua ferida, com amor, não com culpa. O amor ele liberta, né, gente? A
verdade ela liberta. A culpa ela aprisiona a gente. E quem é que gosta que culpa? Que é um acusador, né? Então, quanto mais a gente se culpa, mais a gente vai cavando força e mais fundo ele vai ficando. Então, é olhar para aquilo e entender, Não, eu audo dessa forma, eu tô aprendendo. Antes eu não eu não tinha clareza, eu não tinha informação, agora eu tenho e eu escolho a de diferente. Só que isso é um processo. É igual uma criança que nasce, aí tem que aprender a engatinhar e depois ela aprende a andar. até
ela aprender a andar, ela leva um monte de queda, um monte de tombo, bate e com a gente na vida é a mesma coisa. Declaração. Declareem que sua identidade está em Cristo, não na dor. Lembra as Frases que eu mandei para vocês lá no grupo como dever de casa, que é para vocês falarem? É sobre isso. Lembra? A palavra tem poder. Deus me mostra quem eu sou de verdade, além das minhas feridas e máscaras. Deus ele ele ele criou a gente com tanto amor, né, gente? Então tem muita beleza escondida aí, muita. Desafio do dia,
olhar com Compaixão, reconhecer. Reconheça a dor real por trás da sua máscara. Eu já falei com algumas de vocês sobre isso, né, da gente procurar o que que realmente dói. Eu já falei sobre mim em relação a isso. Eu achava que o meu problema era gordura, mas na verdade eu queria ser amada e vista pela minha mamãe. Declarar. Diga em voz, diga em voz alta, eu não sou mais essa dor. Afirmar. Senhor, me ensina a viver Como curada. Esse é um exercício diário para mim, tá gente? Ainda mais para mim que tô aqui na frente
de uma câmera tendo que ensinar alguma coisa que nem eu falei para vocês, se fosse uma Carol de um tempinho atrás, ela teria certeza que ela não ela não conseguiria estar fazendo isso. Então, todas as vezes que a insegurança vinha, que eu não era capaz, que que eu falava? que eu eu decido acreditar naquilo que o Senhor Diz que eu sou, que eu sou capaz. E aí até tanto é que quando a gente decidiu, eu decidi fazer isso, eu falei pro meu marido, eu vou até o final. Mas eu eu eu decidi assim, ó, eu
caminhei pela misericórdia e pela graça e deixei Deus me tratar, porque o processo, gente, para chegar aqui, tá falando, foi doído. Foi doído. Quem me acompanha lá no Instagram, se vocês quiserem acompanhar, tem vídeos lá, tem coisas Bem legais. Toda vez que eu ia gravar um vídeo era um sofrimento, porque eu não sempre tive problema com a minha autoimagem, né? Me ver numa câmera era difícil, mas Deus tá já tá tratando e olhou aqui falando que não paro, né? Como fazer? Escreva essa declaração no bilhetinho e coloque no espelho como um lembrete diário. Ah, gente,
isso é tão legal. Falei para vocês, né? Eu Tenho vários lembretos daqui na minha parede. Eu faço isso. Acabou. Acabou. E aí, vocês gostaram da aula de hoje? Me contem quem quer falar. Oi, eu quero falar. Oi, é Gisline. Eh, oi, Gisl, você falou uma coisa muito importante aí que, eh, a respeito de falar, de parecer em público, né? Eu sou uma pessoa que eu morro de vergonha de falar em Público. E desde do ano passado que eu comecei a terapia, é online, né, que eu faço, né? Eu não conheço a minha minha, a pessoa
que me atende, não. É assim, eu falei assim: "Meu Deus, fala com a pessoa que eu nem conheço assim". E eu me, assim, eu eu tô apaixonada com ela por causa que ela é um presente de Deus que Deus enviou na minha vida. E isso me fez criar a coragem de estar em frente a em frente dessa câmera que agora. Coisa que Eu nunca fiz na minha vida. Que coisa. Eu tenho vergonha. E eu tenho vergonha de lá na igreja. Eu par do microfone lá e eu vou tremer até não sei quando e não vou
falar nada. Aí mas olha, eu também me tremi. Eu me tremo também, tá, Gisan? Não é só tu não. Porque eu fazia porque eu fazia louvor na igreja. vergonha. E eu parei de fazer louvor por causa que dá por causa não saber lidar com o público. Eu não sei lidar com o público Ainda. Isso é uma coisa que me incomoda muito, porque eu tenho vergonha de falar as pessoas na minha frente, eu tenho que fechar o olho, entendeu? Assim, eu tô me surpreendendo por estar aqui perto de você, uma pessoa que eu não conhecia, conheci
pela internet. Eu falei assim: "Que que tá acontecendo comigo que eu não sei? Eu virei, falei assim, até bom de fazer as coisas. É, eu virei e falei assim que A minha mentora assim e e falei pra minha terap pra minha médica também terapia. Falei com ela que eu tava fazendo isso. Falou assim: "Como é que você fez isso?" Aí eu falei assim: "Ah, sabe cantar na dor que se a dor te mostra algo que que é bom?" Eu acordei assim pela outra que eu vi pelo da internet que eu tinha falado ontem, ontem de
ontem, sei lá. E aí eu te vi, eu falei assim: "Ah, vou entrar nisso aqui". Eu achei super Interessante. Só que quando, só quando meu marido não tá, quando meu marido tá aqui, eu não consigo tá e tá aqui conversando com você igual tô agora. Hoje ele não tá aqui. Aí eu consigo interagir melhor porque ele quer deitar. A minha casa é pequena. Então assim, eu não consigo estar aqui livre dentro do quarto. Eu tô no meu quarto, ele não tá aqui, posso falar e minhas meninas tá para lá. Aí, eh, eu tô vendo assim
a diferença Assim de Deus na minha vida através disso, né? Coisa que eu nunca vivia isso antes, entendeu? E creio e eu creio que tem muitas coisas para ser corrigida ainda, que não vai ser fácil. E acho que isso aí, acho que nisso aí é que tá o caminho, né? Tá o mistério de Deus, o mistério de Deus na minha vida, né? Apesar que tem hora que dá vontade de chutar os baldes, mas dá dá para poder sentir. É, mas eu também sinto vontade De chutar balde de vez em quando. É normal. Não te culpa
por isso, tá, Givan? É normal a gente sentir vontade. Sentir, o bom é que a vontade ela dá e depois ela passa. Pois é. Então não tem problema sentir vontade. Nó culpa por isso. Aí sábado passado eu tive terapia com a minha médica. Aí eu me arrumei mais, né? Aí eu fiz uma escova, coloquei um vestido bonito, passei uma maquiagem, né, e ela falou assim: "Nossa, tá bonita, né?" Aí Eu lembrei do que tava do que a a outra a outra coleguinha tava falando aí. Aí eu me lembrei, né? Que ela falou que eu tava
bonita, não sei o quê. Eu falei assim: "Obrigada". Mas mesmo assim minha autoestima tava lá no fundo, mas eu tava me sentindo assim, importância para mim mesmo é a aparência de eu tá bem comigo mesma, entendeu? E e a eu queria ter falado, só que eu não enti que eu esperei chegar o momento agora para não ficar gente interrompendo. Eu prefiro Sua aparência assim do que a de ontem. É minha opinião. É. Ah, eu não lembro como é que eu tava ontem. Tava o cabelo preso. Ah, tá. Gente, sabe porque eu vim de cabelo preso?
Eu vou contar para vocês. Essa mulher aqui não tem problema. Ontem o Isaac tava dodozinho, né? E aí a Ana Clara, ela é muito certinha no horário dela de dormir. Mas por algum motivo que, né, as pastoras estão aqui, Elas vão entender e vocês também que essa semana, o dia, a semana do desafio, os meus filhos não dormiram no horário. E Deus sabe que isso mexe demais, porque é só eu e o Guilherme, não tem mais ninguém para ajudar a gente. Então tu imagina só eu ter, o Guilherme ter que me ajudar com com gravação,
com isso, com aquilo e criança chorando da agora eu fechei câmera porque Ana Clara tava aqui chorando tadinha e eu tinha que resolver as Questões. Então ontem na hora que eu fui fazer ela dormir, o Guilherme falou assim: "Amor, 9 horas, gente, eu só meu cabelo, eu amamentei a Ana Clara, né? E o meu cabelo caiu muito. E olha só, dá para vocês verem um monte de fatinho, né? E falei: "A mã, agora como é que eu vou arrumar meu cabelo?" Enrolei meu cabelo, passei aquele fixador, foi a única coisa que eu consegui fazer, por
isso que cabelo preto. Eu sou o que eu falei Assim, porque eu sou sincera, tá? O que eu tenho que falar? Não, mas é bom. Tu sabe que eu morria de vergonha de de ficar de cabelo solto, de slen tinha, eu não conseguia, eu não conseguia, gente. Eu vivia de cabelo preso e agora estou aqui. Nossa, o charme da mulher é o cabelo solto. Pois é. E eu tinha vergonha, acredita? Vivia preso. Então o meu cabelo tá solto. Tá aqui, ó. Agora tá aqui, cabeleira tá crescendo. Mas obrigada pela sua sinceridade. Sua sinceridade com amor
é bem-vinda. É porque eu falo aquilo, eu sou assim. Se eu tô errada eu falo. Se eu acho que tá certo, eu falo. E se eu tiver errado, que corrige. Que bom. Isso é um coração humilde. Isso é muito bom, né? Acho que é só isso que eu ia falar. Vou fechar aqui. Eu tô orgulhosa de ti, Rane, porque tu tá falando, tu vê que tu tá falando normal, tu não tá mais com Aquela trava, com aquceão, eu chorei a parte inteira, viu? Colocou para fora. Mas aquela hora que eu tava comunicando com você, eu
tava indo no médico, aí eu virei e falei assim: "Ah, vou falar aqui". E mas eu eu gosto de conversar, entendeu? Eu gosto de conversar. Eu só queria ter mais eh mais papo, mais assunto. É, dentro de casa que coisa que eu não consigo ter ainda. É uma coisa assim, muitas coisas Que eu tenho que tá vendo assim, né, que eu acho que vai ser como agora eu tô me redescobrindo, né, então eu tenho que ver o que vai vir pra frente aí, né? Aos pouquinhos tu vai trazendo teu marido para pertinho de ti, Gilane.
Isso não vai ser novo só para ti, tá, meu amor? Para ele também. Pensa que teu marido também tem as as lutas dele, as batalhas dele, né? As travas dele. Uhum. É porque eu não sei. Os homens eles aprendem. Tem muito homem Que não sabe amarlene, não significa que eles não amem, tá? Ó, minha tia tá aqui, a esposa do meu padrinho, a tia Ana. O meu padrinho falando ontem, né? com todo, com toda, com todo o orgulho do mundo que ele trata a mulher dele igual uma rainha. E de fato tem muito homem que
não sabe fazer isso porque não foi ensinado a fazer isso. Meus irmãos, por exemplo, eu tenho irmãos Gilene que eles Eles são cas, todos os meus irmãos são casados, tá? Mas eu tenho são três homens, tenho três irmãos homens. Dois dos meus irmãos, eles casaram com a primeira namorada. Então, até hoje. Mas por quê? Porque a minha mãe ensinava, o meu pai ensinava. Meu pai não era um homem que, né, que que traía, que desrespeitava, que isso, que aquilo outro. E ainda assim quem mais ensinou isso pros meus irmãos foi a minha mãe. Foi a
minha mãe. Então, tem muito homem que não é, sabe o que meu pai falava? Meu pai usava aquela frase de como é? Eh, segura suas cabritas que meus bodes tão soltos. Alguma coisa assim. Entendi. Meu Deus, olha a frase que ele queria dizer, né? Meus filhosão podem pegar todo mundo que segura suas filh e eu tinha uma uma filha mulher, né? Imagina só. Só que o que o que eu quero dizer é que os homens eles são educados a a ficar olhando mulher na rua, a pegar todo mundo, Entendeu? a não cuidar da esposa ou
assim como tem muita gente que deve se incomodar porque a Ana do Mário é tratada igual uma rainha. Tem gente que se incomoda que o cara trata igual uma rainha, entendeu? Por quê? Porque às vezes não é tratada como uma rainha e gostaria de ser. Por exemplo, meu marido me trata igual uma rainha e tem gente que se incomoda com isso. Sim. Aqui, entendeu? Aham. Eu vou fechar o microfone aqui para dar oportunidade. Eu Vou ter um monte de gente colocar meu celular para carregar, senão vai descarregar aqui. Aí daqui a pouco eu já volto.
Só um momento, tá bom? Quem quem quer falar mais? Nossa, tem bastante. Tu é tratada como uma rainha? É, eu sou. Quem tá falando é a Cátia? É, a Cátia falou, sou eu mesmo. É, mas é assim que o é assim que a gente aprende, né? Eh, a mulher sábia, ela edifica o homem. Então, quando o homem é Edificado pela mulher, eh, mas gente, eh, eu tenho uma convicção e falo isso, de que nós só passamos a ser tratadas como uma rainha quando nós oramos, quando nós buscamos a Deus. E é ele que transforma o
nosso rei, é ele que transforma o marido. E quando a gente tem certeza, gente, que a gente a gente tem que ser tratada como uma rainha. Sim, sim. Exatamente. A gente tem que ter essa convicção, tipo assim, você se olhar no espelho e dizer: "Eu mereço ser Amada porque eu me amo". Olha uma coisa, deixa eu contar essa experiência para vocês. Eh, eu eu eu tô com meu olhar meio fechado. Eu não sei se vocês percebem, parece assim que eu tô meio que cochilando. Não sei se meu olhar tá parecendo pequeno aí. Meu olhar, Carol.
Não, não entanto, tia. Não, mas eu me olhando parece que meu olho tá meio que fechado. Então, eh, eu tenho que fazer, eh, cirurgia de catarata das duas vistas. Então, eh, eu fiz todos os exames pré-operatório, tudinho, e, e eu fui lá com o médico de catarata. Não, eu passei pelo, não foi médico de catarata, não, eu passei pelo pelo anestesista. Aí ele falou assim para mim, ele pegou, disse: "Poxa, Eloía, você tá de parabéns". Eu disse: "Por que, doutor? Olha, sua glicose está normal. 95 para quem tava 200 quando começou essa tal de bet,
eu sempre falo assim: "Eu não aceito doença nenhuma no meu corpo." Então, para mim não é diabetes, porque diabetes é coisa do diabo. Eu falo a Bet, olha, eu já sou toda assim, eu falo a Bet, a Bet não é minha. A Bet está querendo se encostar em mim, mas ela não tem vez, ela não tem lugar. Então eu comecei a fazer uma dieta. A Bet vem para lembrar a gente vai ter vergonha na cara. Vergonha na cara, entendeu? Para se cuidar mais. Então o que foi que aconteceu? Eh, fiz tratamento tanto remédio como alimentação,
porque gente, como a Carol falou, nós temos uma alma, um corpo e o espírito. Nós somos tri, né? Então, nós temos que cuidar de todas as áreas. Nós precisamos tratar do nosso espiritual. Nós temos que tratar da nossa alma, que são os nossos pensamentos, entendeu? E nós temos que tratar do nosso corpo, porque o que que acontece? Se a gente não tratar do nosso corpo, o nosso corpo é a única coisa que Não renova. A nossa mente, a nossa alma, ela é renovada. O nosso corpo ele não é renovado. Então eu conversando com com o
doutor e ele 12 por 12 por oito a minha pressão. Ele disse: "Eloía tu estás toda no tu tás maravilhosa para fazer a cirurgia. Não tem como dar errado a tua cirurgia. Aí ele pegou e disse assim: "Olha, se todas as pessoas, se todos os idosos, porque eu já vou fazer 65 anos, né? Eu sou uma senhora, eu tenho consciência que eu sou idosa, já não Paga um monte de coisa, né? A, é, a minha cabeça é de 30 anos, mas o meu corpo, papai falando, a minha cabeça de eu me recuso. Eu me recuso
a a minha cabeça, a minha cabeça ficar ficar velha, a minha cabeça não fica velha. Porque é justamente por que que não fica velha? É, é justamente onde vem a renovação da nossa mente. Quando a nossa mente é renovada, não tem como você pensar em, sabe, coisas que não tem que pensar. Aí o médico falou para mim: "Você tá de parabéns. Se todos os pacientes viessem aqui da maneira que você veio, já com tudo pronto, nós teríamos menos índ índice de morte, índice de amputação de perna, índice foi falando um bocado de coisa, sabe? Aí
sabe o que foi que eu respondi pro médico? Eu peguei disse: "Doutor, sabe por eu estou aqui e que está tudo controlado? Porque eu me olho no espelho e eu digo: "Eu me amo". Ele disse assim: "É mesmo?" Eu disse: "É". Eu me olho e digo: "Eu me amo". Então, se eu se eu me amo, eu eu rejeito não ser amada, entendeu? Então, como é que a gente faz? Como é que a gente faz? É exercício diário, sabe? É você se olhar no espelho. É você olhar quando começa. Olha, por exemplo, anteontem começa um cabelinho
branco aqui. Eu já vou e passo uma tinta aqui. Olha, às vezes eu tô na fila. Às vezes eu tô na fila de Olha só, é interessante. Às vezes eu tô na gostei De dona Eloía, viu? Gostei. Ah, pois é. Eu não estou falando muito porque a nossa palestrante é Ana Carolina, mas eu sou a tia mais velha. Mas dá pr vontade de falar, né? Dá vontade, dá vontade. Mas fala, tá, Ktia, não é, não é pouco não. Não. Pois é, porque se deixa falar, amiga, ela faz amiga, amizade em todo canto, ela passa faz
amizade. Olha, se a se se deixar eu falar, vira uma vigília. Então eu eu fico me policiando para não falar, para deixar. Eu gostei muito da Gislane, que hoje ela foi assim maravilhosa. A Cátia também hoje falou porque ontem ninguém falou quase, só falou é o pastor Mário, pastora Eloía e pastora Marlen. Então com vergonha dos homens. Ah, é porque eh então pronto, as live tem que ser mais com as mulheres. Então o que é que acontece? Eh, eu me valorizo, eu me amo, eu digo: "Senhor, eh, eu me arrumo". Olha, às vezes chego lá
na igreja, é uma coisa impressionante. Eu tinha uma igreja lá Em Nova Iguaçu, que eu frequentava Nova Iguaçu, eu sempre gostei de andar arrumada. Todas vi aqui não. Pois é, nós sempre gostamos de andar bem arrumadas. Então o que que acontece? Quando eu chegava na igreja tinha as tinha as obreiras lá na porta, né? Eu hoje tô agunhada porque eu tô toda bagunçada, porque eu não tive tempo. Então, quando eu chegava na na igreja toda de blaze, toda com salto, toda isso, toda aquilo, aí as meninas falavam Assim para mim: "Lá vem a pastora zona
sul, lá vem a pastora de Copacabana, lá vem a pastora de Copacabana da Barra". Eu dizia assim: "Olha, gente, vocês sabem porque eu me arrumo primeiro? Eu me arrumo para mim. e pro meu Jesus. E segundo que eu quero com esse com esse meu corpo maravilhoso, eu quero também trazer uma autoestima para vocês, entendeu? Eu quero que eu eu eu eh eh eu como pastora, eu sou eu tenho Que ser exemplo. Nós que eu me arrumo em casa. Pois é, nós temos que ser exemplo, entendeu? Então a gente tem que procurar isso, sabe? É ser
exemplo dentro de casa. Gente, eu lutei. Você não pense que a vida de vocês é é é é é é tão difícil. Eu lutei pelo meu marido 15 anos. Sabe o que é isso? Olha só, tem tia guerreira aqui, viu? Só mulher guerreira. Tá faltando uma. Tá faltando uma. Não tá. Só mulher guerreira. Então, Eh, eu tenho a convicção que sem Deus eu não sou nada. Sem Deus eu não posso nada. Entendeu? E eu sei a luta da Ana Carolina, tudo que ela passou. Eu fui a privilegiada de ir lá no casamento dela abençoar esse
matrimônio, entendeu? Fui também no outro. Espere também eh que eu sou, eu sou a pastora casamenteira, onde tem casamento? Eu e a pastora Marlúci, mas a pastora Marlúcia deve estar por aí em Algum lugar. Eu vi que ela tá por aí, entendeu? Então, eh, não desistam, sabe? Não desista dos seus objetivos, não desistam eh da sua felicidade, entendeu? Olha, dificilmente alguém me vê na igreja ou em qualquer lugar, eu triste. É verdade. Eu abro um sorriso, sabe? Aí falam que eu sou uma pastora que gosta de viajar. Mas eu gosto de viajar sim. Eu declaro
que eu gosto de viajar. Eu viajo porque eu me sinto bem. Eu me sinto feliz. Eu faço do Outro feliz. E quando eu viajo tem é assim, as minhas viagens são Deus que manda eu ir, sabe? É impressionante. São coisas assim que Senhor ali tá precisando de alguém, aí eu vou viajo. Quando chega lá aparece o problema, a gente resolve, a gente ora, entendeu? Então, esse grupo aqui ele tá sendo maravilhoso. Eu tô eu tô maravilhada com a Carolina e eu sei do potencial dela. Na realidade, a nossa família toda, todos têm um potencial, só
Falta ser o quê? Trabalhados, né, Ana Carolina? Todos têm o potencial, só precisam ter trabalhado. Então, vou fazer minha cirurgia para eu ficar belíssima. médico me proibiu de dirigir à noite, mas de vez em quando eu sou teimosa, mas mas eu já vi que não dá mais, a teimosia acabou, eu tô dirigindo de dia. Então, o que eu quero falar para vocês é assim, não desistam dos seus objetivos. Eh, só queria perguntar pra Gislane. A Gislane foi embora, Foi? Eh, quantos anos as filhas dela t depois? Quantos anos as suas filhas t, Gisline? Eu fui
embora não, que eu tô conversando com a minha filha aqui. É, então, quantos anos a tua filha tem? Uma de 10, uma de 13. Pois é. Se a sua filha já tem 10 anos e 13 anos, o que é que você faz com aqueles probleminhas? Você senta e conversa. Sabe, eu tenho uma filha, olha só, deixa eu falar uma coisa para vocês. Eu tenho uma filha do coração Que é que é que é a minha filha, sabe? Eu peguei no colo desde que nasceu, uma filha do coração que eu tenho. Então, quando eu tô com
algum problema, eu sempre sento e converso com ela. Sim. Entendeu? Se você não consegue resolver com o seu esposo, resolve com suas filhas e dizer para ela a importância delas saberem fazer as coisas, entendeu? Porque antigamente eh eh as mães eh davam tarefas só paraas mulheres, porque também tem que ter homem também pode Fazer tarefa do lar. Eu tenho primos meus que só tem homem, entendeu? E eles sabem passar melhor do que uma mulher, cozinhar melhor do que uma mulher. Doé, costura melhor do que a mulher, costura e costuram tudo à mão. A mão, meu
Deus do céu. Igualzinha, não é? Entendeu? Então, quer dizer, vamos focar o quê? Eh, na nossa autoridade, como como o Deus nos dá, o Espírito Santo sobre a nossa vida, entendeu? Busqu em Deus. aquilo que você não pode resolver, Porque ele é o Deus do impossível. Ele pode todas as coisas. Muit das vezes a gente quer fazer na porta do nosso braço, a gente quer fazer do nosso jeito, mas a gente tem que parar, pensar, refletir e saber que só ele transforma, só ele cura, só ele liberta e só ele que pode dizer assim: "Meu
marido, minha mulher, você é minha rainha, você é meu príncipe, você é minha princesa, entendeu? É só ele que coloca na mente. E é essa mente renovada É que faz com que cada um tenha aquilo que merece, porque nós merecemos o de melhor dessa terra. Verdade é verdade, né, Eloía? Eu já tive duas meninas assim, viu? Essa idade para mim já teve uma hora que deu vontade de pegar um pescoço, mas o Jesus vem cá. Faz, viu, minha filha? É, não é fácil. 12 anos. Jesus. É como a Eloía tá dizendo, tem que conversar, tem
que conversar. Senhor, entrega na tua mão, Porque essa fase é a fase temos. É, e Cátia, e Cátia, deixa eu te falar uma coisa pra Gigilane também. Eh, um bom momento de conversar às vezes geralmente não é nem em casa, é, sabe? Você convida sua filha para ir a um shopping, sabe, para assistir um filme. Depois do filme vai lanchar com ela, sabe? Faz alguma coisa de diferente com ela, sabe? Que aí ela vai, ela fica, ela fica tão feliz com você, porque muit das vezes o filho precisa disso, de uma, de Aconchego. Não precisa
só de, mas chegou uma fase, viu Eloía, que elas não querem mais com a gente mais não, viu, hein? Tem uma fase que elas não querem mais sair com a gente não. Não querem mais sair não. Mas se você convidar um dia que ela não tem programação, amiga, mas eu vou dizer. Não, mas não é o tempo todo, é um dia, porque a minha também não quer, mais a minha também não quer mais sair comigo, não. Sabe o que que a minha a minha diz? Sabe o que que a Minha diz? Tá. Ela diz: "Olha,
mãe, eu já vou me formar, já estou toda organizada. Quando eu me formar, eu arranjar um trabalho, eu vou morar sozinha. Amém. Glória a Deus. Aí eu digo, não tem, não tem problema você morar sozinha. Eu alugo um apartamento do teu lado. Repreendido de Jesus. Ah, minha filha não. Eu não quero ficar não. Eu não quero, não quero morar com ela. Mas eu também não quero viver uma, não quero Ser uma velha sozinha, sem família por perto. Não, sozinha não. Eu já avisei que eu quero que me coloquem no asilo poderoso. Ah, também. Perdão. Não
posso falar? Resumindo só um pouquinho. As minhas filhas, a gente vai chegar 1 hora da manhã. As minhas filhas, elas diziam assim: "Eu não aguento mais a senhora. A senhora pega muito no meu pé". Olha só, tenho duas coisas para dizer a vocês. O filho tem que escutar o que os Pais dizem, porque quando quebra a cara, só quem tá ali é os pais. É o princípio da sabedoria. É. Aí eu disse: "Quando ca o filho respeitar pai e mãe." Pois é. Eu sempre disse assim, eu fazia aquele medo assim, ó. Se cair em algum
lugar, não me chame. Não me chame, que eu não vou. Então assim, hoje uma trabalha no shopping e hoje outra trabalha viajando. Glória a Deus. E hoje eu digo assim, se tornaram duas dependentes. Então é o que Eu digo a ela, essa fase de 10 anos, 11 anos, 12 anos, 18 anos, a de 18 anos, que é a mais nova, que é mais desaforada, ela vem chegou assimforada. A senhora não mande mim mais porque eu tenho 18 anos. Eu disse: "Meu amor, venha cá. Você mora na minha casa?" Meu teto. Manda sou eu. Quem manda
aqui sou eu. Eu vou dizer, viu? Paga. Olha, olha só. Sabe o que era que a minha mãe dizia? Eu não aguentava. Minha mãe. Ela diz: "Olha, enquanto eu você esverem Embaixo do meu teto, que ela era baixinha, né? Ela era mais baixa do que eu. Sou baixinha. A baixinha é braba. Enquanto é, enquanto vocês morarem no meu teto, sabe o que que eu faço? Eu pego uma um cabo de vassoura, subo numa cadeira e encho de e encho de paulada. Pois é. Oi, Liza, porque Oi, a minha de 18 anos, eu tinha um anel,
aí ela fez assim, aí eu dei um, eu fiz o quê? Eu dei nela porque eu disse assim, hoje essas crianças tudinho tem celular, né? Ela só vinha celular depois de uma coisa que afasta muito a gente depois de muito tempo. Aí ela fez assim, eu dei um celular, ela, ela pegou e jogou na parede. Aí eu peguei na minha amiga, eu dei-lhe um tapa que ela rodou. Aí ela disse assim: "Eu vou chamar a polícia". Disse: "Você vai já tem isso, né? Você é porque agora tem esse Conselho Tutelar, né?" É. Aí ela fez
assim: "Vou chamar o assim". Ah, você vai chamar agora, porque se Você não for chamar, você vai me apanhar agora. Ela: "Minha senhora, a senhora tá louca? Só não chamou nada. Hã? Não chamou nada, né? Chamou. Tu chamou? Ela? Eu acho que ela, eu acho que ela é paraibana. Ela, ela deve ser do Nordeste. Não, aí ela fez, mãe, me perdoa. Aí ficou com a cara, com ódio, né? Tô morrendo de ódio, né? Eu disse: "Olhe, quem dá aqui você sou eu e quem manda aqui sou eu, ok? E se você não Quiser, pegue e
vá se embora". E ela disse: "Em 18 anos eu vou embora". E foram embora. Jesus C, de onde você é? Recife, Pernambuco. Ó, tô falando que ela é nordestina. Ela foram embora. Foi embora. Tá certo. Foi embora. quer receber ordem, mas tem que tem que tomar rumo mesmo. É, é, é de maior idade, né? Nenhuma liga para mim. Nenhuma não. Só liga quando precisa. Aí eu também não deixo de viajar por causa delas, não deixo de viver minha vida por causa delas. Isso é isso mesmo. Uma vez eu tava no Rio de Janeiro. Mãe, a
senhora foi pro Rio de Janeiro. Disse: "Fui. Tô aqui já curtindo. Belíssima. Não, não devo satisfação a você, Ktia. É isso mesmo. Sabe o que acontece? Eh, nem o que tu faz é certíssimo tu continuar vivendo a tua história. Sabe Por quê? Porque a gente, o filho, ele vem pro mundo, não é para satisfazer os pais. A gente só é o meio, a gente só direciona o filho. É verdade. É só isso. Esse negócio de que é porque na Bíblia fala que os filhos eles precisam respeitar os pais, né? Mas os pais não devem irar
os seus filhos também. Isso. Então é uma via de mão dupla dupla de pai de mãe que ira seus filhos desrespeita. E aí dá no que dá. E filho é filho é uma graça de Deus pra gente, Pra gente cuidar, né? Eles viem a vida deles, entende? Por isso que é importantíssimo nós mulheres, pais, a gente ter a nossa vida, porque quando os nossos filhinhos baterem asa, a gente não ficar, a Isso é melhor ter o casal, é melhor ser a própria palavra, a própria palavra fala que é melhor ser dois do que um, né,
gente? Vocês não t noção o tanto de sogra, o tanto de família que causa divórcio. Vocês não tem ideia. Eu não a minha vida agora Porque eu passei meu tempo todinho para criar elas. Então disse agora é a minha vida de respirar. Ok. Isso aí. Estudar em colégio particular dei tudo do bom e do melhor. Disse agora é com você. Você fez o seu papel de mãe certíssima. Eu fui mãe e pai, entendeu? Mãe, pai. É. Então elas tiveram exemplo, né, Ktia? Agora, a partir de agora, o que elas fazem da vida delas é responsabilidade
delas. Delas. É a minha. E elas moram juntas ou elas moram Cada uma em um lugar? Ah, minha filha, uma tá na Bahia, a outra mora numa casa com a sogra. Família, eu sei. Arranjou alguém, né? Do namorado, do namorado que agora é namorada, né? O marido, né? Eu disse é é namorido, né? É. É uma família maravilhosa. A sogra dela não é uma mãe, uma sogra não, é uma mãe. Que bom, que bom que aí ela vai aprender muita coisa lá para depois contigo no maior carinho e no maior amor. Aí ela aprendeu muito.
Aí a assim, cadê quer Maria Yasmin de Volta? Disse: "Não, dá para lá porque eu não quero mais. Pode ir. E Neto eu não crio neto viu? Um pouquinho e pronto. Tá bom. Mas tu tem Mas tu tem neto, Ctia? Eu não, ainda não. Mas ela é só avisada. Mas como cedo depois a gente conversa. Tanto que eu entro no no na mente dela disse: "Mãe, quando eu vou fazer uma coisa, eu penso na senhora". Disse: "Pense, pense, porque filho não tem futuro sem pai, viu? É pior. Neto é bom. Verdade. Net é bom. Cadê
a Pastora Marlúcia aí? A pastora Marlúcia tá muito calada. Ah, eu acho que ela saiu. É. E a pastora Ana? A pastora Ana não abre o microfone dela não, pastora. Só quem fala aqui é a gente, né, Marlúci? Ah, bora. Abre o teu aí, Marlúci, fala alguma coisa. Alô, boa noite. Boa noite. Boa noite. Que maravilha poder estar mais uma noite aí com essas mulheres Abençoadas. Eu tive que sair um pouquinho porque o Netinho tá aqui, né? E sempre eu dando um apoio aqui para Ó, tá vendo Cátia? Tá vendo Cátia? que a gente pode
criar também, gente. Aqui é só é só é só vó só avó babona Cátia aqui. Não, eu não tô falando para ofender ninguém não. Eu só digo assim que eu entro na mente delas que elas diz assim que tem que ter filho para ter responsabilidade. Não. Sim, mas aí mas de vez em quando dá Pra gente tomar conta quando elas quiserem. Tomar conta. É avó. Você é avó, né? Você não ser mãe. Só não sou mãe. Porque eu a minha mãe não vai me criar minha filha. Ele não criou. Ele tá no escuro. Tudo com
tudo com muita oração, muita oração e tendo cuidado, porque a gente tá aprendendo aqui sobre cura de ferida nas na alma. Então nós temos que ter cuidado de como falar, como agir com os nossos filhos para não causar Problema. É sempre pedindo direção pro Espírito Santo. Eu sempre comparo, no primeiro dia até comentei aí com a Carolina em relação como eu tratava o meu primeiro filho e como eu tratava a minha primeira filha. o primeiro filho, eu não tinha o conhecimento da palavra, então a minha boca saía muita besteira. Você acredita que um tempo, antes
dele viajar para Portugal, né, um tempo, eh, tinha umas lajotas, olha só, quebrada na na cozinha, tem umas lajotas Quebradas. E a gente comentando, ele disse assim: "A senhora não sabe o que foi isso?" Eu falei: "Não, aí disse: "Foi uma vez, tinha 6 anos, Carolina, e ele não". Uma vez que nós passamos o dia no clube, quando chegou em casa, a casa tava fechada e a senhora arrombou a porta e quebrou a lajota. Meu filho tinha 6 anos de idade. Eu lembro de muita coisa. Ele lembrou daquela atitude que eu Tomei. Então, verdadeiramente a
gente tem aprendido aqui sobre o poder da palavra, sobre renovar nossa mente. A gente tem que ter cuidado com os nossos pensamentos. Hoje mesmo uma pessoa me ligou, eh, muita gente hoje com depressão, né, com problemas. Isso daí tá na moda, tá repreendido em nome de Jesus. Sabe se você conhece alguém que verdadeiramente esteja aí com esse problema de depressão, que você seja um Canal de bção, todas que estão ouvindo, um canal de bção para sempre ter uma palavra, uma palavra, é, uma palavra que levante, sabe, a pessoa. Então, como eu digo, eh, a gente
tem que ter cuidado e é uma aí ajudando a outra no sentido de que hoje muito cuidado, mais do que nunca em relação a casamento, aos filhos, o que falar. Muita das vezes a gente age por impulso, na maioria, fala às vezes a coisa certa no momento errado, Sabe? Isso acontece muito com a gente. Eh, eu creio que logo logo a Carolina vai dar um estudo sobre temperamentos, porque ontem ela comentou, porque existe quatro temperamentos, né? Já tá ligada. Tá ligada. Colérico. Meu marido é colérico. Colérico. Ixe, então, colérico, fleumático. Vamos lá. Falta mais dois.
Vamos lá. sanguínea e melancólico. Justamenteí é muito importante porque cada um deles tem, vamos dizer assim, Seu lado impossível, seu lado ruim, vamos dizer assim, mas também tem muitas qualidades, né? Então eu creio que logo logo a Carolina vai est preparando algo aí pra nossa edificação, tá? Eu só tenho agradecer a Deus porque hoje hoje tu estavas falando, cadê aqui? Deixa eu ver sobre Deixa eu abrir aqui. Meninas, pensa, pensa numa pastora que escreve Tudo, tá? Daí ela não perde uma. Cadê amadas? Porque hoje eu tava falando sobre as feridas, né, Carol? É. da traição.
Qual foram as quatro que tu falaste? Do abandono, da traição, cinco, né? Da injustiça. Da obção e da rejeição. Da rejeição. Então, todas responderam com que se identificaram aí? Tô sem óculos aqui. Olha só. máscara No casamento que foi falado. Aí eu aqui, querendo ou não, muita das vezes eu me identifiquei com dependência. E pode ser caba, é cada pessoa se identifica, né, com alguma coisa. É porque a ela era muito nova, a vovó tendo que cuidar de tudo, perdeu o vovô, ela era criança e acaba que e fica, pode ficar mesmo. Aquela que exige
um pouco mais de atenção, né, que às vezes dramatiza um Pouco situações para para obter resposta. Então acho, mas olha, eu que conheço as mulheres da família, todas vocês carregam isso. Todas vocês. Todas vocês. Mas assim, Carolina, a gente Mas é isso é lá do da infância mesmo, tá? é gerado infância sendo abordado aqui eh só para uma reflexão e o Senhor eh nos faz lembrar ou de coisas vividas, mas eu louvo a Deus porque de muita coisa aqui que foi dita, eu me sinto curada, Entendeu? Amém. Amém. Eu achei interessante até quando você mostrou
aquela foto, aí eu tava antiga, Carolina. É antiga. Aí eu falei assim, esses dias eu tava comentando com a minha filha, eu falei: "Filha, todas as minha todas as minhas sobrinhas são lindas. Eu tô no estudo aqui no chato todas. Mas quer que eu digo? Ei, que não fique ferida na alma. Ainda bem que não tem nenhuma sobrinha aqui, porque todas são lindas. Pelo amor de Deus. Tem mãe, só tem mãe. Então, mas todas são lindas. Mas gente, mas eu não vou falar, não vou falar até barra minha filha. A Carolina foi a bebê mais
linda da Não, tanto bebê quanto quanto depois que cresceu, né? Continua linda. P amor. Ela era linda. Então eu tô muito parecida com a Helena. Meu Deus do céu. Até me assusto. Aí aqui eu eu vejo essa foto dela forte. Quando ela entrava aqui em casa, a gente encontrava, sabe? podia tá magra, tá Forte, cabelo preso, cabelo solto. Ela sempre foi linda, sempre foi. É, a gente nunca a gente e e quando ela falou em relação nunca foi de maldade, nunca foi. Não, mas mas e quando ela falou em relação ao testemunho dela, que ela
falou que ela se sentia gordinha, eu nunca nunca nunca vi a Carol desse jeito. Eu sempre vi a Carol linda como minha sobrinha, né? Quem que vi? A vovó. A vovó falava pouco, a vovó era terrível. Ah, não, mas a mamãe ela Não tinha, ela não tinha dosagem, né? É, mas ela, ela do jeito que ela falava, mas ela amava, né? Elava mais. É. E às vezes acredito que ela falava até por amar de mar, né? É, mas é isso que eu falo, as feridas elas elas não são causadas necessariamente porque a pessoa queria machucar
de verdade. É a forma que a gente interpreta situação, entendeu? Intereta. Amém. Amém, Carolina. porque a gente Acabou eh eh interagindo, cada uma falando um pouco, mas eu gosto de falar só um pouquinho no final, porque na verdade eu tô aqui mais para ouvir e reter o que é bom de tudo isso, porque eu acho assim que quando a gente se se coloca, se dispõe a est em um curso, a gente tem que estar atenta e reter o que é bom. Então aqui eu procuro falar menos e reter. Aí eu te pergunto, a aula de
hoje tu chegou a concluir tudo? Uhum. É, na verdade hoje a gente a gente falou Porque cada ferida ela tem uma máscara, né? E pode ser que a gente tenha mais de uma ferida, mas tem uma máscara que ela é predominante. E aí eu falei sobre isso, passei o exercício que é pra gente falou assim como dependente. Então, provavelmente a senhora se identificou com a com a máscara de de dependente, né, que eu acho que é a controladora. também depois eu vou responder. É, ó, a dependente é a do abandono, a ferida do Abandono. Então,
eh, por isso que a senhora se identificou mais com isso. Então, a senhora já conseguiu identificar qual que é a sua máscara, entendeu? É que nem eu da dependência. Eu tenho ferida do abandono também, mas a que predomina em mim é a ferida da humilhação. Hum. Isso. Entendeu? Porque lá no passado a minha mãe falou algumas coisas e ah, ela falou de maldade. Não, gente, ela não falou, era muito filho para Criar, ela falava. E eu que sou mais sensível, uma sanguínea, que as meninas não entendem de temperamento aqui, é por isso que eu não
falo sobre isso. Mas eu sou uma pessoa mais sensível. É igual o Isaac, Isaac falou alguma coisa para ele, é uma ferida na alma na mesma hora. Por isso que a gente tem que cuidar com o Isaac sempre todo. Já Ana Clara dela olhar, eu te ouvir, ela virar as costas e ir embora. Toda Clara é assim, mas é questão de Não Tô conseguindo ouvir direito. Oi. Ela não está conseguindo ouvir direito. Tá muito, muito, muito baixinho mesmo. Posso falar com que foi que eu mexi aqui? Pode ser. Mas enfim, Marlúcia, ela ela queria alguém
quer te fazer uma pergunta ou falar contigo, Marl? Fala aí. É a Cátia, eu acho. Marl, eu acho que ela não tá. Não tá. Pode falar. A gente a gente acha ela. Faz a pergunta que eu passo para ela. A é é não, porque ela falou coisa de depressão também e vê o que a gente fala. Realmente a gente tem que saber muito o que a gente fala para nossos filhos. Mas eu tava até falando assim sobre as minhas filhas, né? Eu às vezes penso assim: "Será que eu fui muito dura que eu criei elas?"
É porque eu tinha medo de acontecer alguma coisa com elas também, né? É. Aí ela falou também sobre negócio de natural. É natural quando Acontece qualquer coisa com a gente. Tu tinha Cátia deu melhor que tu tinha de protoco. É. A gente sempre quando acontece alguma coisa com a gente, a gente se blinda e blinda os filhos da gente. Então a gente fala, a gente fala muita coisa que a gente não quer falar, entendeu? Cácia, quando eu gatei da minha da minha mais velha, a primeira pessoa que eu contei foi pra tia Marlúci e depois
eu contei pra minha avó. Elas são sua tia, né? São, é tudo Família. Elas são minha família. A tia Ana também tá aqui, que é a esposa do meu padrinho. É, eu sou a irmã mais velha da mãe dela. E a gente sempre foi muito, os sobrinhos e as tias, a gente sempre foi criado tudo muito junto, né? T Ai, que lindo. Também amava minha fil. Eles são são super amigos assim a gente é todo mundo, cada um tá em um canto agora, mas quando se junta é todo mundo irmão. É. E ela falou também
sobre depressão. Marlúcia. Aí, a Marlúci, a Marlúcia voltou. faz a pergunta para ela. Não, falando sobre a depressão que ela falou, né? Sim, sim. A depressão, porque eu tinha uma amiga minha que trabalhava sobre ela tinha uma depressão muito grande, aí tinha uma amiga minha do lado que falava assim: "Ah, eu acho isso aí uma frescura". Desculpa a palavra. É que todo mundo acha, todo mundo acha, mas falam, falam isso mesmo. Aí eu disse: "Mulher, tu não sabe o que é que é isso? Tu não sabe o que é isso não, porque minha mãe já
teve muito isso e eu hoje minha mãe teve as três AVC por causa da depressão. Meu Deus. Então assim, a depressão é uma coisa muito séria, entendeu? Você tem que respeitar. Ela não eu respeito não, mulher. Hoje essa minha amiga é a minha amiga até hoje. E a outra, ela não para com ninguém, vive só, não tem muito amigo. A depressiva, né? Não, essa é a outra que dizia que depressão era frescura. Ah, tá. A Depressiva foi curada. Hoje ela tem um filho. Glória a Deus. Glória a Deus. Sim, mulherada. E vocês aí, qual foi
a ferida que vocês se identificaram? Vocês já responderam para Carol? Eu já disse a minha ferida. A minha ferida foi aquele abuso, né, que eu vou que eu tive. Ah, agora o interessante no material que ela mandou não é só a ferida que você se identifica. Eu já fiz e eu vou até anotar para eu começar a declarar, porque aqui também tem as declarações de Cura. Isso. Isso não é só você identificar com a ferida e sim declarar a cura sobre a ferida que você se identificou, tá? Eu aqui diante de algumas situações que vivi,
né, a minha declaração é de cura, da ferida da traição. Quando a gente fala traição, pode ser no relacionamento conjugal, né, ou na amizade, traição de várias formas, tá? Mas a ferida que eu me identifiquei foi da traição. E eu tô aqui, né, para Declarar cura. Eu até consegui abrir agora que fala assim: "Se você tem a ferida da rejeição mais forte, fale olhando no espelho em voz alta essas frases todos os dias. Quantas vezes eh eh quiser por dia. Eu tô sem óculos. Eu acho que eu vou até mandar imprimir amanhã e botar no
espelho. Mas tu sabes, mas Marlúcia, eu ia te falar isso porque eu também vou eu vou mandar imprimir e vou colocar no espelho. Porque porque quando eu acordo, A primeira coisa que eu olho do meu lado é um espelho bem grande. Olha os meus lembr, preste atenção. Não sei qual foi a ferida, mas diante de uma traição, eu posso declarar, eu posso confiar em Deus sem medo. Amém. Não, não preciso controlar tudo para estar segura. O amor verdadeiro não me manipula, ele me liberta. Amém. A fidelidade de Deus, ela cura, ela cura minhas desconfianças. Nem
toda Dorirá. Eu posso recomeçar. O amor saudável é possível e eu sou digna dele. Amém. Eu solto o controle e descanso na verdade. Jesus me ensina Jesus me ensina a amar sem amarguras. Não preciso me defender o tempo todo. Meu coração está sendo restaurado com paz. Porque a paz de Cristo não tá escrito, viu? Isso a paz de de Cristo que excede todo entendimento. É essa paz. Eis que enviarei o conselheiro Deus forte. Aleluia. maravilhoso e o príncipe da paz. Então, tanto eu como cada uma de vocês, que possamos estar buscando a paz que excede
todo entendimento, a paz que vem do alto. Mais uma vez eu declaro, eu sou mulherada, tu és. Diga: "Eu sou aquilo que a Bíblia diz que a Bíblia diz que eu sou. Eu posso. Amém. Então, sinta-se uma mulher preciosa, uma mulher valorosa. Amém. Pense que a palavra de Deus diz que nós somos a menina, a menina dos olhos de Deus. Nação santa. Olha só, nação santa é forte. Santa sacerdócio real. Real. Propriedade exclus propriedade exclusiva de Deus, gente, é muito forte. Então vamos vamos levantar, sabe? Levantar e unidas, sabe? buscando a presença de Deus, crendo,
crendo sim que através de Jesus Cristo, dos ensinamentos da palavra, do conhecimento do alto e da autoajuda, sim, que possamos estar buscando, amém, Melhorar cada dia mais e mais em nome de Jesus. Então, que Deus possa, Carolina, continuar aí te usando, sabe? Porque, como eu digo, eu me declarei, eu me identifiquei com a máscara da traição e tô declarando. Eu tenho como recomeçar cada dia. Amém, Jesus. Amém. Cada dia nós temos, sim, todas nós. É verdade. E uma das coisas num vídeo, não tem nada a ver, mas eu lembrei um vídeo que a Carolina fez
no Insta. Sabe? Declarando que divórcio para ti não é uma opção, não foi as coisas que eu l, né? Foi algo assim que Deus falou profundamente ao meu coração e só tô orando, sabe? Para que a gente possa permanecer no centro da vontade de Deus, ter um coração perdoador, porque nós queremos a pessoa certa, mas nós não somos. a pessoa ser a gente exige da pessoa e não reconhece os nossos erros. Que foi, amor? A gente não reconhece os nossos Erros e às vezes nós mesmos somos culpada ou em relação marido e mulher ou dos
nossos filhos. Nós somos culpadas sem perceber da atitude do marido, da atitude do filho. Nós não somos perfeitas. E às vezes a gente contribui, sabe? Ou na palavra, na atitude para ferir alguém. Então, que a gente possa estar mais vigilante. Mais vigilante em nome de Jesus. Tá? Eu não sei coração, né? É muito guardar o Coração. Falou tudo. O coração. É guardar o coração. É, é a nossa alma. É de lá. É mente, coração. E então e a gente hoje uma pessoa falando falando de depressão, uma pessoa me ligou que tá grávida, né? Já tá
até para ter bebê e essa pessoa já começou a ter um processo de depressão durante a gravidez. medo, pensamentos negativos, coisas assim. E a pessoa disse que estava dormindo e teve um sonho assim, algo Muito rápido. E ela contando que ela me procurava, eu orava e ela era liberta naquele momento que eu fazia a oração. Eu disse: "Pois é, para já, a gente vai orar agora". E eu conversei com essa pessoa, eu orei, eu dis, tome posse, creia, e vou continuar no processo acompanhando. Mas eu já creio que através daquele sonho, o Espírito Santo fez
me procurar, né, para que eu de alguma forma pudesse ajudar. Amém. Amém. Amém. Amém. Amados, pelo Horário, eu fico assim, eu fico, eu fico com coração apertado, que eu digo: "Poxa, começa com 12". Vai para 10 agora. Tá só quatro. É por causa do horário. É verdade. Feliz da Carol. É porque ela elas elas elas escutam o que a Carol fala e depois quando a gente começa a falar os comentários aí cada um tem a sua atividade, né? É. Eu também. Tem marido 11 horas. E as tuas crianças aí também tão acordad Ainda, né, Carô?
O Isaac acho que sim. Não, ó, todo mundo dormiu já. Amém, meu amor. Então, vê como é que você vai finalizar, se você finaliza com uma oração, como é que funciona aí pra gente finaliza, mas hoje eu vou eu vou pedir pr pra senhora orar. Amém. Amém. Por nós. Quantas estão aqui? Eu, a Carolina, pastor Luiz, mais quatro. Essa a Herb tá tá online aí, tá tá ligada? Tá, tá. É. A tá ela, ela tá, mas não vi ela falar hoje também. Não falou. Aham. Amém. Oremos ao Pai. Deus, queremos te agradecer pelo terceiro dia,
Pai, desse curso, Deus. Eu creio, Senhor, que tudo coopera a partir do momento que tu colocaste, Senhor, no coração da Carolina de ministrar, Pai, para que nós possamos ser curadas. Amém. Curadas, Senhor, nós te damos liberdade, Espírito Santo, para Que tu possas agir nas nossas vidas, Senhor, e que esse curso venha contribuir, Senhor, paraa nossa cura, Senhor. que todo passado, Senhor, venha a ser esquecido, jogado no mar do esquecimento, pai, para que possamos, Senhor, ter uma nova história, um novo tempo, Pai, porque sabemos que tu és um Deus que tudo pode. E quando, Senhor, nós
clamamos a Ti, Senhor, tu és um Deus que cura, que liberta, que transforma, Senhor. Então eu te apresento não só Aquelas que estão online, Senhor, aqui, mas aquelas que estão no grupo, Senhor, que foi criado pela Carolina. Apresentamos cada uma, Senhor, que tu possas visitá-las, Senhor, porque a partir do momento que essas pessoas aceitaram fazer esse curso, porque de alguma forma atraída pelo tema, Senhor, podem ter mulheres, Pai, humilhadas, mulheres que se sentiram rejeitadas, traídas, Senhor. Então, Pai, que todo impedimento caia por terra para Que elas possam, Senhor, ainda faltam mais três, mais três dias,
eu creio eu, para concluir, Senhor, esse curso, mais dois dias. Então, Senhor, tira todo impedimento para que essas mulheres possam estar conosco recebendo, Senhor, uma palavra que venha do alto. Aleluia, Deus. E pai, queremos te apresentar também a vida da Carolina, dos teus esposo, das suas filh seu lar, pai, que nenhum peso de interceção recaia sobre eles, pai. Senhor, fortalece, acampa os teus anjos, senhor, ali naquele lar, guardando, senhor, livrando eles de todo mal. Restaura, Pai, o financeiro, a saúde, Pai. Pai, tudo, Senhor, nós entregamos nas tuas mãos, Senhor. Que esse processo de cura venha
dar uma continuidade na vida da Carolina, para que ela possa ser exemplo e dar testemunho, Senhor, para cada mulher, Senhor, que Existe sim um Deus que tudo pode. Quando você toma um posicionamento e diz assim: "Senhor, eu quero." Aleluia, Deus. Você diz: "Eu quero". Amados, nós somos limitados, creio eu, Senhor. E quando nosso limite acaba, Senhor, é quando tu entras, Senhor, com providência e opera o milagre, Senhor, nas nossas vidas. Então, Senhor, eu te agradeço por a vida deste casal, crendo, Senhor, que grandes coisas tu há de fazer, Senhor, em nome de Jesus, através de
Jesus. Deus. Amém. Amém. Boa noite para todos vocês. Tchau meus amores. Até amanhã. Beijo gente. Se cuidem. Fiquem com Deus e qualquer dúvida mandem lá no grupo, tá bom? Amém. Mão com Deus. Coloca tudo lá pra gente fazer aí. Beijo, beijo.