Edward Theodor Gein. Poucos nomes causando tanto medo ou foram tão impactantes pra cultura americana quanto esse nome. Para nós brasileiros, ele é praticamente um desconhecido.
Mas o legado dos seus horrores também chegou até nós. Bom, o que vocês vão ver agora é uma fresta aberta para um universo de violência real. Esse vídeo não é recomendado para pessoas de coração fraco ou menores de idade.
Não é ficção, não é cinema, né? um caso real, assustador, um caso que testou os limites da polícia e e de toda uma sociedade inteira. A gente vai agora testemunhar um pedaço, pequeno pedaço da vida de Edg, o assassino que roubava a pele das suas vítimas.
Fala pessoal, Peter aqui. Qual a melhor forma de retratar a trajetória de um monstro? Explorar o seu lado humano, as suas fraquezas?
Eu acho que não. Edgar aterrorizou uma comunidade, violou as memórias de dezenas de pessoas, tirou a vida de pelo menos duas vítimas inocentes. Ele nasceu humano, mas era um monstro.
Décadas depois dos crimes dele, o túmulo dele ainda recebe a visita de fãs. Como que isso é possível? Não, a gente não vai usar entrar na mente do Edgy Guy.
É como um sol sombrio que você não pode, não deve olhar diretamente, entende? A gente vai mostrar aqui o ponto de vista do xerife que capturou o Ed Guy. O mais perto que a gente vai chegar da mente do Ed Guy trajetória da mãe dele.
A mulher que pode ter transformado uma criança em psicopata, incorrigível. Esse vai ser o nosso caminho, ok? Então vai ser o caso real de Edgary.
Antes da gente começar, queria pedir a sua inscrição. Esse canal ainda tá nascendo, são pouquíssimos vídeos, só que vocês estão fazendo esse canal ser uma realidade. Um canal que muita gente pedia para eu fazer.
Eu não acreditava que fosse ser possível eu poder eu poder falar de assuntos mais sérios, mas eu tô gostando tanto e com a presença de vocês, vocês não sabem a força que tá dando pra gente, pro nosso time de continuar, porque muita gente me acompanha, sabe que eu comecei outros projetos e parei, mas isso eu tô gostando de verdade e principalmente vendo os comentários de vocês aqui embaixo dando dicas para novos temas aqui dentro desse canal. Então você é muito bem-vindo a continuar nesse canal e maratonar os outros vídeos que a gente faz com muito carinho, como esse que você vai ver aqui agora. Espero que você curta.
Vamos lá. Tudo tem o limite. O xerife Art Shell encontrou o limite dele em novembro de 1957.
Ele tinha só 32 anos, mas ele já tinha visto mais horrores do que a maioria dos policiais ia ver durante uma vida inteira de trabalho. E aliell encontrou o limite dele. Ele pegou a cabeça do suspeito durante o interrogatório com toda a repulsa do mundo.
Naquele momento, Atshell ignorou o distintivo, ignorou o juramento dele, ignorou as leis. Ele pegou a cabeça do suspeito e bateu contra a parede. Ele bateu a cara do suspeito contra a parede de tijolos, uma vez, duas vezes, três vezes, até a adrenalina baixar.
Naquele momento, ele não viu outra reação humanamente possível. O suspeito tinha confessado tudo. Adel não aguentou.
Ele não aguentou a confissão. Ele não aguentou as risadas do suspeito. Ele lembrou de tudo que ele tinha feito antes e ele agiu.
Olha, faltou muito pouco pro caso se encerrar ali mesmo na sala de interrogatório. A confissão acabou anulada por brutalidade policial. Mas ok, pra gente entender a reação do xerife shellen, a gente vai ter que recuar no tempo, recuar muito, recuar décadas e conhecer a história de uma descendente imigrante chamada Augusta Womin Augusta nasceu em 1878 como Augusta Womanine Lerk.
Apesar desse nome, ela nasceu às margens do rio Mississippi, no estado norte-americano de Wisconsin. Ela era uma entre oito irmãs, filho de migrantes alemães que tinham fugido da perseguição religiosa na antiga Prússia. Ela e a família faziam parte de um segmento muito antigo da igreja luterana, um segmento profundamente radical.
Para esse segmento, cada pensamento humano e cada ação humana tá impregnada de pecados e motivos pecaminosos. Para aquela família e outros que acreditavam na mesma interpretação da Bíblia, a humanidade inteira merecia da nação eterna no inferno. Augusta foi criada nesse ambiente, mas se casou aos 22 anos com carpinteiro, caçador e profissional do couro chamado George Philip Gy.
George também era descendente de imigranças alemãs, né? Justamente por isso que ele carregava esse sobrenome tão estranho pros padrões americanos. Esse sobrenome foi passado por Augusta, que passou a ser chamada de Augusta G.
Ela se arrependeu do casamento quase instantaneamente. George não seguia os mesmos princípios religiosos. Mais do que isso, Jorge era alcólatra.
Ainda assim, Augusta não poderia se divorciar do marido pelos mesmos princípios que ela seguia, né? O que Deus juntou, ela não poderia separar. Augusta então se dedicou aos filhos.
Primeiro veio o Harry, depois veio o Edward. Augusta vendeu uma mercearia na cidade para comprar um pequeno sítio afastado, onde ela poderia criar os filhos longe da influência das tentações mundanas. Foi um erro.
Augusta ensinou aos filhos que todas as mulheres eram pecadores, exceto ela mesma. Todas as outras seriam instrumento do demônio para corromper o coração dos homens. Ela explicou que a maldade faz parte do ser humano e o mundo era um lugar de imoralidade.
As crianças frequentavam a escola, mas voltavam para casa e recebiam a mais dura das educações. Augusta ganharia pros filhos só as partes selecionadas do Velho Testamento sobre morte, assassinato e o castigo divino. Harry, o filho mais velho, atravessou sua infância relativamente intacto.
Edward, o sensível, frágil e time do filho, mas de novo, não conseguiu escapar. Os dois eram proibidos de fazerem amizades no colégio. Augusta insistia que todos os outros alunos vinham de famílias corrompidas pelo pecado.
Qualquer desvio do caminho pro Harry Edward era motivo para castigo. As pessoas que estudavam com Edward lembram do do jovem seguro, né? Um jovem que ria pelos cantos sem motivo aparente.
Edward acabou desenvolvendo uma obsessão pela mãe, né? Seu único abrigo, seu único conforto, seu único modelo de adulto. Forasteiros não eram bem-vindos no sítio.
Amigos eram impossíveis. O próprio irmão dele isolava ele. O pai era um alcólatra.
Aí em 1940, George G, o pai morreu aos 66 anos, deixando a esposa e os filhos desamparados. Edward e Harry precisaram aceitar qualquer tipo de trabalho na vizinhança para ajudar a sustentar a mãe. Augusta continuou doutrinando o Edward.
Ela disse pro filho que ele deveria permanecer leal a ela para sempre. A única forma dele manter essa lealdade seria permanecendo virgem. Sexo era pecado e abriria as portas do inferno para ele.
Harry, o filho mais velho, tentou seguir o próprio caminho. Ele se apaixonou por uma viúva que vivia próximo. Ele planejava largar a casa e viver com a mulher.
Henry buscava também afastar o irmão Hor das garras da mãe. O Henry ele conseguia enxergar que a devoção da mãe não era saudável, que aquilo que a mãe ensinava não podia ser a vontade de Deus. Har não conseguiu convencer de nada.
A conexão entre Edward e Augusta era algo que iria permanecer para sempre, pro bem e principalmente pro mal. Infelizmente Harry não percebeu o perigo. Ninguém percebeu perigo.
Harry Guya de um incêndio em 1944, 4 anos depois da morte do pai. As circunstâncias desse incêndio nunca foram esclarecidas. Na época, o Éder até alegou que ele e o irmão estavam fazendo uma queimada no mato dentro da propriedade e perderam o controle da situação.
As chamas se espalharam, os bombeiros foram acionados. Foi só quando o incêndio foi apagado que o Ed relatou que o irmão tinha sumido. As buscas foram conduzidas durante a noite e o corpo do Harry foi encontrado de bruços com o rosto virado pro chão.
Ele não tinha sinais de queimadura, mas o Harry trazia marca de impacto na cabeça. A polícia descartou a possibilidade de assassinato. No registro, Harry Guy consta como morto por asfixia, por inalação de fumaça.
Nenhuma autópsia foi realizada. Ninguém percebeu perigo. Ninguém percebeu que Caim tinha matado Abel.
Bom, Augusto então tinha perdido o marido e um filho, mas ele ainda tinha Edward, né? O eterno Ed dela, o devotado filho Ed. Bom, Augusto sofreu um derrame no mesmo ano que o Henry faleceu.
Quem tava lá para cuidar dela? O Ed. Augusta ainda deixaria uma última herança pro Ed antes do fim.
Em 1945, confinado numa cadeira de rotas, a antes poderosa Augusta G ainda tinha forços para um último exemplo, para um último legado de ódio e horror. O caso aconteceu quando Augusto e Ed foram visitar um fazendeiro chamado Smith, que vivia ali perto. Eles foram para comprar palha.
Augusta viu Smith espancando um cachorro. Uma mulher saiu da casa do Smith e ordenou que ele parasse com a violência. Smith não escutou e espancou o animal até a morte.
Augusta Gar ficou chocada, né? Não com a violência, não com a covardia e não com o destino do animal. Augusta G ficou chocada com a mulher.
Smith não era casado. Se tinha uma mulher dentro da casa do Smith, isso só podia significar que o vizinho estava vivendo pecado. Augusto então ordenou que o filho nunca mais fizesse negócio com Smith ou com aquela que ela chamou de [ __ ] Naquele mesmo ano, Augusta faleceu aos 67 anos.
Ela deixou Edward sozinho no mundo, sozinho, né, com os pensamentos dele, sozinho com a maldade dele. Edward estava prestes a se tornar Edgary, o cariceiro de Plain Field. 12 anos depois, Edgar teria o rosto dele enfiados numa parede de tijolos.
16 de novembro de 1957, sábado, segundo dia de temporada de caça ao cero na região. Bení estava cuidando da loja de ferragens da família, né, como fazia todos os dias desde a morte do marido. Essa era a rotina dela nos últimos 15 anos, né?
Ela era amada e respeitada por todos em PL Field. Naquele dia, né, o movimento esperado era muito pequeno, porque, tipo, era um sábado e porque era temporada de caça. Bom, pouquíssimos clientes foram na loja naquele dia, ninguém viu nada.
Às 5 horas da tarde, o filho da Bernice, o assistente xerife Frank Warden, encerrou o expediente dele e resolveu dar uma passada na loja para ver como é que estavam as coisas. A loja tava vazia, a porta da frente estava destrancada e não tinha ninguém lá dentro. A caixa registradora ainda estava aberta e tinha uma trilha de sangue levando do balcão até a porta dos fundos.
No chão tinha uma cápsula de rifle, o mesmo tipo de projétil que um caçador de ser usaria. Frank Wens gelou na mesma hora. Os sinais estavam muito claros, eram sinais de um crime.
E Frank Orden gelou porque ele já tinha visto tudo aquilo antes. As pistas eram idênticas às pistas do desaparecimento de outra mulher 3 anos antes. Mary Hoven estava cuidando de um bar afastado na área rural e desapareceu da mesma forma.
A polícia tinha encontrado uma cápsula de rifle no chão e uma trilha de sangue pra porta. Tr anos depois, Mary Hogan continuava desaparecida. Bom, cidadezinha de Plenfield tinha menos de 700 habitantes, era um lugar pequeno, todo mundo se conhecia, todo mundo frequentava as mesmas lojas para comprar o que precisava, todo mundo se ajudava quando a tarefa era grande demais, né?
Todo mundo tinha estudado na mesma escola. Como seria possível um roubo naquela comunidade? Duas vezes a mente do Frank Warden retornou pros últimos dias.
Ele sabia que a mãe dele tinha recebido a visita de um cliente muito especial no dia anterior. Edgar tinha estado na loja e perguntado de brincadeira se Bernice queria sair para patinar com ele. Era um comportamento muito estranho.
Todos conheciam Edgar como um ermitão, um cara esquisito que vivia isolado numa casa onde ninguém podia entrar. Ninguém nunca tinha visto Edgar com uma mulher e de repente ele tava jogando um charme pra dona da loja de ferragens. Edgar também tinha perguntado se a loja iria abrir no dia seguinte.
Benice confirmou que a loja estaria aberta e que ela estaria lá cuidando de tudo. O Edgar prometeu que voltaria para comprar anticongelante. Bom, Frank Warden examinou o talão de notas fiscais da loja.
O último registro feito por Bernice Warden era justamente da venda de anticongelante. Era o último recibo, era a letra da mãe. Frank pediu que os amigos da polícia dessem uma olhada na fazenda dos Gy.
No mínimo, o Ed G poderia ter visto alguma coisa, entende? Bom, a polícia foi lá, ninguém respondeu, eles voltaram. Frank não desistiu.
Horas depois ele falou com o xerife do condado Art Shelly. Será que o xerife poderia dar uma busca na propriedade? Shell concordou e foi para fazendo guy com outro assistente.
Já era noite. Edgar definitivamente não estava em casa. Não tinha eletricidade na residência, né?
Trevas profundas cobriam o lugar. Bom, Arell puxou a lanterna. Ele não tinha ido até ali para nada.
Se o Frank pediu era porque a coisa era séria. Ele manteve a imagem da Bernice na mente. Era fundamental, né, encontrar o paradeiro da mãe do Frank.
Mas onde procurar a casa do Edgar? Era uma construção antiga de dois andares. Ao lado da casa tinha uma espécie de anexo de madeira.
Do lado desse anexo tinha o que se chama de cozinha de verão, um espaço para um forno a lenha para cozinhar nos dias quentes. A Shelle escolheu começar justamente por ali. Ele acertou de cheio.
A porta estava aberta. Shelly e o assistente dele ligaram as lanternas e foram surpreendidos. Tinha algo pendurado por ganchos no teto.
Era carcaça de um servo recém-abido, mas não era. Era carcaça de uma pessoa pendurada pelas pernas. Era carcaça de uma pessoa decaptada, vestida com a pele de um servo.
Era carcaça de Bernarden. Art Shelly saiu imediatamente do local e vomitou tudo que podia no show da fazenda. Aquilo era só o começo de uma noite que marcaria o xerife até o final dos dias dele.
O xerife reuniu coragem e voltou. Naquela mesma cozinha, eles encontraram a cabeça da Bernice um saco de pano. Os órgãos dela tinham sido removidos e guardados num balde.
Numa janela, dentro do forno a lenha, a polícia encontrou o coração da Beníice. Ela tinha sido abatida a tiros e tratada como animal. A perícia da cidade de Madson foi acionada naquela mesma noite.
Eles estariam muito mais preparados para esse tipo de caso, né? Policiais de vários condatos vizinhos foram chamados para as duas tarefas: localizar o adgyitar o resto da casa. Um gerador portátil foi levado até o local e vários holofotos foram instalados para iluminar todos os nove cômodos da residência do Edgar.
Tinha pilhas de lixo, tinha garrafas, jornais velhos, ferramentas. Mas infelizmente não era só isso. O que a polícia encontrou naquela casa foi uma cena apavorante, grotesca e real.
A casa enganava. Parecia um lar, mas era uma filial do inferno. Em cima da mesa da cozinha, da casa principal, tinha que parecer ser um simples prato de sopa.
Não era. Era parte de cima de um crânio humano. Dois crânios foram encontrados servindos de enfeite na cabeceira da cama do Edgar.
Pouco a pouco, a polícia foi identificando toda a mobília da casa quando tinha partes humanas. Edgar tinha dado do pai a habilidade de trabalhar com a carpintaria e trabalhar com couro. A polícia achou cadeiras inteiras feitas com ossos ou com estofamento feito de pele humana e não parou por aí.
abajures, uma lixeira, mesas, tudo era feito inteiramente com restos humanos ou usando restos humanos como decoração. Braços, pernas, cabeças, mamilos, vaginas, narizes, lábios, unhas. Nada era desperdiçado por Edgy.
A movimentação atraiu a imprensa. A polícia fez um cordão de isolamento em volta da casa do assassino. [Música] Os jornalistas já sabiam que o corpo da Bernice Warden tinha sido encontrado, mas eles não entendiam por tantos policiais.
Eles não entendiam porque a expressão dos rostos deles eram tão assustadas. Bom, foi Shell que entregou a única declaração que era possível fazer naquela noite. O xerife falou abre aspas.
É simplesmente horrível demais. é horrível além do possível. O número de vítimas não podia ser calculado.
Todas mulheres não parecia não tefim. Numa caixa dentro de um dos quartos, a polícia encontrou o crânio da Mary Hogan, que tinha desaparecido três anos antes. Um saco de papel, a polícia encontrou o rosto da Mary Hogan.
Edgar tinha arrancado o rosto da mulher e costurado em forma de máscara. A polícia também encontrou uma roupa inteira feita de peles de outras mulheres. Um cinto tinha sido feito com oito mamilos femininos.
Edgar foi localizado. Ele tava jantando na casa de um vizinho como se nada tivesse acontecido. Ele foi preso e algemado pessoalmente por Art Sherry.
Em várias das fotos divulgadas desse momento, Edgy Guy tá rindo. Bom, na delegacia Edgessou a morte de Bernarden com frieza e riqueza de detalhes. Naquele primeiro depoimento, a Shell não se segurou.
Ele pegou a cabeça do maníaco e bateu com força contra a parede várias vezes. Esse depoimento foi ignorado pela justiça, mas não fez diferença. Edgar repetiu tudo de novo em vários outros depoimentos durante anos.
Ele nunca se escondeu, demonstrou sinais de arrependimento. O filho de Augusta Gim era uma mente profundamente perturbada. Segundo G, pistas levantadas pela polícia, a maioria dos corpos mutilados encontrados na casa dele tinham sido tirados do cemitério.
Edgar violava a sepultura de mulheres que tinham acabado de falecer e tava tentando preparar uma roupa de mulher de forma que ele pudesse se tornar a única coisa que ele amou nesse mundo, a própria mãe. A Shelly passou os meses seguintes atendendo ligações e dando respostas de outros investigadores, de outros casos de desaparecimento próximos que poderiam estar ligados a Edgar. Felizmente, né, ou infelizmente só as mortes de Mary e Bernis foram conectadas a Edgar.
Nada mais nunca foi comprovado. Edward Theodor Gin, o carniceiro de Plainfield, foi considerado por uma junta psiquiatra como inapto para julgamento. Ele recebeu tratamento para transtornos mentais e foi considerado habilitado para ser julgado só em 1968, 11 anos depois de ser capturado.
Edgar foi condenado pelo assassinato de Vernice Wen, mas declarado legalmente insano. Edgar foi confinado em asilos psiquiátricos até 1984, quando ele faleceu aos 77 anos, vítima de câncer no pulmão. A casa do Edgar foi marcada para ser leiloada em março de 1958.
Dias antes, ela pegou fogo misteriosamente. O corpo dos bombeiros voluntários de Plenifield pegou o caminho mais longo possível para chegar lá. Eram só 10 km de distância, mas quando as equipes chegaram, a casa já tinha queimado até os alicerços.
Frank Warden, filho de Bernice Wen, era agora o capitão do Corpo de Bombeiros. A causa do incêndio nunca foi investigada. O sherif shell sofreu uma parada cardíaca um mês antes do julgamento de Edg.
Ele tinha só 43 anos, mas como eu falei no começo desse vídeo, a Shelle já tinha visto mais horrores do que a maioria dos policiais vai ver uma vida inteira de trabalho. A família dele lembra que ele viveu assombrado por tudo que tinha dentro da casa do Edgar, por tudo que ele viu lá dentro. A Shelly tinha medo de testemunhar no tribunal e reviver tudo aquilo.
Aquilo abalou ele psicologicamente profundamente. Ele não queria voltar para aquele lugar nem pensamento. A Shell também tinha medo de admitir na frente do juiz que tinha espancado acusado.
Ele era um homem honrado e morreu carregando uma vergonha que não era dele. Aell foi esquecido, mas Edgar sobrevive. O assassino serviu de base pro livro Psicose, que depois viraria um clássico do suspense nas mãos do cineasta Alfred Hitcock.
A gente tinha ali um serial killer atormentado pela figura da mãe que matava mulher e se vestia como a própria mãe. Esse conceito seria reaproveitado no filme Silênci dos Inocente em que o serial Killer Búfalo Bill também tá fazendo uma roupa fabricada com a pele das vítimas. As máscaras do Edgy Guyle macabra de imóveis dele também serviram de inspiração pro filme Massacre da Serra Elétrica.
A própria história do Edgy Guy foi adaptada diretamente pro Cinema TV em forma de documentários e filmes. De alguma forma macabra, Edgar passou a fazer parte da cultura ocidental. Uma busca simples no Google revela centenas de sites vendendo livros, discos, fotos, souvenirs, filmes e até camisetas com a figura do Edgar.
A sombra maligna dele retorna para atormentar a gente, para testar os nossos limites como sociedade, sabe? Para questionar, pra gente se questionar o que que deu errado com Edgar. Augusta realmente fabricou um monstro ou tudo aquilo já estava dentro dele?
Por que que a gente continua obsecado por figuras assustadores e a gente menospreza os verdadeiros heróis? Já se perguntou isso? Bom, eu não tenho nenhuma dessas respostas.
Eu sei só que Augusto G acertou numa coisa. A maldade faz parte do ser humano. Esse é um caso real que superou, influenciou a ficção.
Essa é uma história que não tem um final feliz para ninguém. Bom, obrigado por esse vídeo. Espero agora os comentários de vocês aqui embaixo com novas dicas para esse canal.
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