Olá, pessoal. Boa tarde. Espero que estejam todos bem. Vamos começar aqui a nossa segunda aula do curso três, né, do curso Estatística Aplicado à psicobiologia, parte 3, em 2026. E vamos continuar a discussão teórica da aula passada, né, que foi a nossa primeira aula, que era a introdução a a uma reformulação, uma atualização do conceito da teoria da medida, né? E depois a gente entrou nos conceitos de Isomorfismo, né? É, na verdade, na na aula passada, aula passada, a gente viu basicamente três grandes conceitos, né? A gente reformulou a teoria da medida, né? E aí
tem uma uma relação da teoria da medida muito importante com a ideia de número. E o número é uma coisa que tem valor e ordem, né? Eh, e com base na nessa ideia da Teoria da medida, a gente entrou no num conceito muito importante, que é o conceito de eh antes desse é o conceito de não é isomorfismo, é antes do isomorfismo, é interface, né? uma interface, interface para o pesquisador. Então, o pesquisador eles têm que estabelecer uma interface para o pesquisador entre a ciência empírica, ciência empírica e a matematização. Matematização, né? Quando eu falo
da matematização é pensar na lógica mesmo, estabelecer uma lógica, tá? Então, a a ciência empírica, ela é mais baseada nos experimentos mesmo, então ela é mais indutiva. Aqui a indução, né? A matematização que é mais lógica, é baseada em axiomas, né? Ela é mais dedutiva. E aí a gente entra na conclusão que essa interface que o pesquisador tem que desenvolver, ela é uma coisa abdutiva. Abdutiva, que é a junção disso, né? Então, para o pesquisador estabelecer essa interface entre a ciência empírica e a matematização, né, e ele vai ter que ser integrado nos sistemas e
nos discursos, né? Então, a gente vai começar metade do curso no sistema, metade do curso no discurso. Então, daí entra a um conceito importante que vamos terminar de definir hoje, que é o conceito de sistema, né? Mas para existir o conceito de Sistema, a gente tem que entender um, então a gente tem o conceito reformulado da teoria da medida da aula passada, o conceito de interface, né? E aqui a gente entra num conceito muito importante que é o conceito do isomorfismo. Isomorfismo, né? Eh, eh, e aí vale a pena, o isomorfismo vale a pena repetir,
né? que o o isomorfismo é a relação relação entre Um número relação entre um número eh e um atributo de um objeto e o atributo de um fenômeno e um atributo de um fenômeno, né? Então esse esses nomes é eh tem que ter uma certa precisão, tá? Então, quando você pensa em número, quando você pensa em atributo e fenômeno, é importante ter isso eh claro assim, tá? Fenômeno é qualquer coisa que você vê na realidade, qualquer coisa mesmo. É um Fenômeno. O atributo é algo que você extrai do fenômeno, né? E aí tem uma característica
do isomorfismo. Então, a definição de isomorfismo é relação entre um número e um atributo de um fenômeno, tá? Então você tem o o o atributo, que é a coisa em si, e o, desculpa, você tem o fenômeno, que é a coisa em si, e o atributo que é uma parte disso. Então aqui é a coisa em si, que é o fenômeno, e o atributo é uma parte Que seria uma variável mesmo que você extrai ali, né? Eh, eh, e aí para a teoria da medida valer, esse atributo tem que ser e quantificável. Tem eh você
tem que atribuir número para ele. Você tem que atribuir algum número, alguma quantificação para ele. Se você, se você não conseguir atribuir um número para ele ou não ficar bom, você não tem o isomorfismo. Essa, essa aqui é a ideia. Então, entraremos aí na estrutura, né? A gente vai entrar na estrutura. A Estrutura é mais que isso, tá? Então, ó, é é importante alinhavar os conceitos. Você tem o conceito da teoria da medida, que é aquela coisa do que é medir, tá? Só que agora é com mais esteroides para para você conseguir medir, você precisa
do número. E o número é uma quantificação que tem a ver com valor e ordem, né? Eh, logo você tem que desenvolver, que é o que a gente fez no curso um e dois, desenvolver o pesquisador, no pesquisador uma Interface, né? E o que que é uma interface? Interface é a capacidade do pesquisador de juntar ciência empírica e a matematização, né? A a matematização é a capacidade de você testar teorias usando os dados. E a ciência empírica é capaz de construir descrições a partir dos dados, né? Então, a a tendo a a ciência empírica, que
é o que a gente viu no curso um e o dois, e agora a matematização, a gente vai desenvolver mais na parte de discurso também, que é Dados certos axiomas, como que você estuda a consequência deles, né? Se o pesquisador sabe fazer os dois lados, ele vai ter a capacidade de gerar interfaces, tá? Então, a interface é o resultado no agente, no pesquisador, do uso da ciência empírica e da matematização. Então, quando você trabalha com a ciência empírica, você vai buscar padrões, você vai buscar as médias, o que é comum. Na ciência empírica, você procura
o que é comum, Né? Os padrões das coisas, as médias, as variâncias, os intervalos de confiança, as regressões e tal, né? Na matematização, você vai procurar o que varia, você vai procurar as diferenças, né? Você vai procurar as diferenças. Se eu tiver uns axiomas, que são regras que eu não provo, se eu tiver princípio A, B e C, quais são as consequências se eu assumir que esses princípios são verdadeiros? Beleza? Aí você vai estudar as consequências. Depois você troca os Axiomas. Se os meus, se os meus axiomas forem outros, você troca, né? Vocês lembram do
conceito de contrafactual, hein, gente? Vocês lembram do conceito de contrafactual? Contrafactual? Que que é um contrafactual? É basicamente a resposta do e si, tá? E se e se o Vittor, por exemplo, que é psicólogo, se o Víor tivesse feito artes, né, o que aconteceria? Isso é um contrafactual. Então o o Víor, eu Conheço, eu sei que ele é psicólogo, então isso é um axioma, é axiomático. É é porque é porque sim, ele pode não sentir, mas ele é, né? Então isso isso é o axioma. Dado isso, estudamos as consequências. Mas se eu quiser um contrafactual,
e se o Víor tivesse feito artes, o que seria? Podemos estudar as isso é a matematização, sabe? É você estabelecer cenários e estudar as consequências. Nesse sentido, você vai estar estudando as diferenças, né? Você Tem que associar isso com o que você extrai dos dados brutos da realidade, que são os aspectos comuns, né? Juntando esses dois, o pesquisador vai ter uma interface capaz de associar sistemas e discursos, tá? Então, e espero que tenha ficado claro essa primeira parte. Então, o objetivo, um dos objetivos da disciplina é gerar em vocês, cada um de vocês, essa interface.
Essa interface é do pesquisador, não é dos dados, não é da teoria, não é não é de nada, é do Pesquisador desenvolver essa interface. Para isso, você tem que ser versado nos sistemas e nos discursos. O sistema a gente já viu no curso um e dois, vai continuar vendo aqui um pouco, depois vai ter que entrar no discurso. Aí entrando nisso, entrando no aspecto da teoria da medida mesmo, esse conceito de isomorfismo é muito importante. É a relação entre um número. Então se não tiver número, não tem isomorfismo, tem que ter um número. Relação entre
o Número e um atributo do fenômeno em si, tá? Uma característica e eh e aí aí tem a continuação disso aqui, né? tem uma continuação, então, que vale a pena eh eh relembrar as propriedades. Eh, vou vou vou eu não vou inventar outro nome, os atributos para deixar coerente. Então, os atributos os atributos eh dos números é não, aqui tem que ser propriedade mesmo, não é atributo, para não confundir com outro. As propriedades, que as propriedades, estou falando do valor e da ordem, as propriedades propriedades do dos números, né, dos números, que seria ordem, ordem,
identidade. Identidade e aditividade. Aditividade. Lembrando que identidade mais aditividade dá o valor, tá? Esses dois juntos aqui dão um valor. As propriedades dos números, né, devem ser associados com os atributos. Devem ser associados associados com os atributos atributos e não e não com o fenômeno em si. Com o fenômeno em si, tá? Isso é uma característica do isomorfismo. Então, na aula passada eu mostrei o exemplo da galinha, né? Você tem uma galinha, um fenômeno e a galinha eu extraio atributos do fenômeno, né? Peso, altura, tamanho, essas coisas, tá? Eu peguei esse exemplo que é eh
que eu Fiquei devendo aula passada, mas agora no começo da aula vocês estão com mais fosfato, é até mais legal. É, é isso aqui é uma obra do Picasso, tá? Chamado Estúdio, tá bom? É dos anos 20, é entre os anos 20 e 30, tá? Então essa é uma obra do Picasso e o Picasso falou, ele falou, tá? Ninguém deduziu, porque senão fica muito difícil de descobrir. O Picasso disse que essa obra é inspirada numa obra de 1671, que é uma arte mais realista, né? Que é uma coisa realista, Que é a arte da pintura,
tá? Esse autor, o Wermer, ele fez essa pintura. E aí, se você vê, ó, tem uma pessoa aqui perto da janela, tem o pintor e tem uma cortina aqui, né? Tem uma ctina, parece que tem um terceiro olhando. Então tem um terceiro que abre a cortina, né, e vê aqui o pintor pintando alguém, tá? Então a a o Vermer descreve isso como processo de pintura, tá bom? Como quando é é como isso aqui é uma arte realista, né? Isso é é como se fosse o fenômeno, tá? Isso é O fenômeno, essa imagem é a realidade,
né? Daquela época. É claro que ela é datada. É óbvio que é uma realidade datada, né? Vocês vão concordar comigo porque é 1671, né? é feito com os elementos que você tinha na época e é uma grande, é uma uma ótima pintura. Se você vê a, a, o realismo, é, é fantástico mesmo, tá? É muito legal. Eh, só que aí o que acontece? O que que o Picasso fez? Essa pintura é meio que uma cópia, entre aspas, dessa outra, né? Então aqui dá para ver, ó. Ó, aqui tem a pessoa, tem a cortina, tá vendo?
Então, ele retratou, quem vê, ele retratou lá atrás. Tem tem a pessoa que enxerga esse essa cena que é esse esse objeto aqui, né? Isso, isso aqui que parece uma porta, na verdade, é a cortina, tá? Ah ah, o pintor, o pintor é esse co essa coisinha branca aqui. Esse é o pintor, tá? E a pessoa que está sendo retratada é esse menorzinho aqui, tá? Inclusive tem, ó, As duas janelas aqui, né? Tem os dois objetos, são esses dois aqui, tá? Então, mas aí você vai olhar, nossa, mas tem que fazer um esforço medonho para
associar os elementos disso aqui com esse, né? Então, mas e aí que está a questão artística, que é importante, né? Esse aqui é o fenômeno. Esse aqui é o fenômeno, né? Esses são os atributos. São os atributos. Todos os elementos básicos que você precisa para explicar Essa imagem tão aqui, tão tão na pintura do Picasso. Isso é muito importante. Então, os elementos os elementos fundamentais fundamentais para a descrição para a descrição estão na pintura do Picasso. Estão no Picasso, né? Então, quando você vai descrever essa imagem, você tem um observador externo que observa um pintor
pintando uma pessoa, né? Você tá descrevendo a imagem. Agora, quando você vê aqui, ó, Tem um personagem que está atrás, parece uma porta e está observando alguém que está representando alguma outra coisa, né? Você consegue reconstruir o discurso, gente. Você consegue reconstruir os elementos geradores, né? você não consegue reconstruir. E ah, então, Adidas, a cortina é essa porta amarela aqui, ó. Isso seria a cortina. Dá para ver que tem uma mãozinha, tá vendo que tem uma mãozinha que parece que puxa, né? Parece que puxa. É isso Aqui, ó. Essa porta amarela é essa cortina aqui,
tá? Só que eu, tipo, você tem que acreditar em mim, né? Porque na verdade foi o Picasso que viu isso, ele que descreveu isso. Isso. Exatamente. Comentário do João. Muito sensível. O interessante que a gente só tem acesso aos atributos dos fenômenos. A gente tem a impressão de tá vendo fem muito bem, bem-vinda à psicologia de boteco, né? Qual que é a psicologia de boteco que foi a nossa Formação porca? É você achar que os atributos que você tá vendo é o fenômeno, né? Porque, ô João, quando você acredita nisso aí você vira o misógeno,
né? Aí você vira tipo que tudo é tudo é comer a mãe e matar o pai, né? Você compra os atributos que são boas explicações. Eu consigo explicar essa imagem com os atributos, né? Mas você reduz o atributo à verdade. Aí você vai virar o psicólogo do TikTok que fica colocando lá 10 traços do TDAH. Aí Qualquer pessoa que ouve os 10 traços do TDH vai achar que tem também, né? É você vendo a aula de psicopatologia no segundo ano, né? Você vê a aula de psicopatologia, você vai achar que você tem tudo. Por quê?
Porque você tá vendo o atributo e não o fenômeno, né? Por isso que o legal, o legal mesmo, eu agradeço minha professora de psicopatologia já aposentada, né? Agradeço minha minha minha minha professora muito muito esperta na USP. Ela explicava, né, ela explicava a descrição, né, quais, qu as características etiológicas lá do, sei lá, da esquizofrenia, o que quer que seja. E depois ela tinha formação em teatro, ela incorporava o personagem, ela ela incorporava o personagem mesmo, sabe? E e xingava e e tudo, né? Aí você via que não tinha a ver com você. Então, ela
criava uma cena mesmo, ela criava uma cena e aí você reconhecia os atributos na cena, mas você era tocado Pela pela cena, né? E aí você é que ela não sabia explicar esse isso, né? Então assim, ela não sabia explicar a diferença de atributo e fenômeno. Faltava a teoria da mensuração, mas tudo bem, faz parte, né? Eu fiz picologia, se bem que de 2000 para cá não mudou nenhuma, né? Mas enfim, né? Continua, até piorou. Mas mas percebeu, João? Ô, ô, Víor, o povo quer da psicologia, percebeu como isso é fundamental, né? Daí a importância
de você entender, por Exemplo, essa coisa artística, não é teelê? Isso aqui é fundamental, né? Entendendo a obra do Picasso e sabendo que foi o Picasso que explicou, foi ele, tá? Batendo só aqui o olho, você não sabe, tá? Então o que que acontece? Indo pros termos que a gente tem aqui, o Picasso desenhou isso aqui. O Picasso é a teoria dele, tá? O Picasso é a teoria dele e ele teve uma interface, ele desenvolveu uma interface de chegar para o o vidente, a pessoa que vê a imagem, Explicar: "Olha, essa imagem aqui representa, entre
aspas, a minha teoria e é uma representação dessa outra imagem". né? É, é, é uma outra imagem isso aqui, tá? Então assim, para você entender essa, você tem que ver a outra, né? Ele te falou: "Ó, vai lá ver", né? E aí quando você vê a outra imagem e descreve ela, é alguém alguém vendo atrás de uma cortina, uma pessoa pintando a outra, tá? Você olha, você volta na imagem, você consegue criar a Descrição da imagem do fenômeno a partir dos atributos gerados na pintura do Picasso. Isso é arte, gente. Isso é arte, tá? Isso
é arte de verdade, tá? Isso aqui é fantástico, fantástico, formidável, tá? É, é, é isso que tinha que ser explicado na faculdade de psicologia, que você não aprende a ver os fenômenos em si, você tem que aprender a ver os atributos. E na verdade, o objetivo do curso de psicologia decente é desenvolver no Estudante uma interface para ele ser capaz de reconhecer os atributos primeiro, quantificá-los usando teoria da medida e tudo que a gente viu no curso 1, dois e três, né? perceber os tipos de isomorfismo que a gente vai começar a ver hoje e
depois lá na frente perceber que, por exemplo, do atributo pro fenômeno, eu do do desculpa, do fenômeno pro atributo. E e é importante lembrar isso, essa essa pintura do Picasso só existe porque teve essa Outra, só teve essa outra. Então, eh, a pintura de 19 de 1671 gerou os atributos que o Picasso usa. A volta não vale. A volta não vale. A vol assim, eu sabendo essa, eu vendo essa pintura, eu vou saber que a outra existiu? Gente, se eu só visse essa pintura do Picasso, eu saberia que a pintura do Vermer existiu? Não, não
saberia, né? Não saberia. Eu acharia que o Picasso fez por conta própria, né? Que é o que acontece na na desgraça das igrejas da psicologia, né? Você fica lendo lá o Freud, né? Você acha que o Freud tirou aquilo da cabeça dele. O Freud descreve atributos. Ele não descreve fenômenos, ele descreve atributos. Se você entender que a que a que, por exemplo, o conceito de inconsciente dele é um atributo que descreve um fenômeno, né? O conceito de inconsciente, existe lá uma uma coisa que você chama de inconsciente. Ele descreveu os atributos disso, né? O um
dos atributos e aí e aí entra os Axiomas, né? é você entender o inconsciente como algo diferente de um instinto, que é uma aí encunha o termo triebente. Aí ele vai lá, a primeira tópica, né, os quatro manif manifestações inconsciente. O atofalho, o chiste, o láp o lápis e o sonho. Aí ele vai dando exemplos. Essas manifestações do inconsciente são atributos. São atributos que que ajudam a descrever o fenômeno, mas não é um fenômeno. Não é. Tanto é que você pode Eh eh criar uma outra concepção de inconsciente abrindo mão disso tudo. Você não precisa
usar esse modelo, né? E aí o povo começou a brigar com ele. Aí surge Lacan, Lacan, Rich e Melanie Cli. Melanie Clar era Beon, boa. Bom é bacana demais também, né? E aí você tem outras formas de reconstruir esse fenômeno com outros atributos. Se você entende isso, gente, acabou as igrejas da psicologia. Acabou as igrejas. Você tem que parar de ver os autores, tem que Entender os atributos. Se você entende que fenômeno ele tá estudando, quais são os atributos, você vai conseguir fazer uma descrição e aí você tem diferentes descrições, né? E aí o pesquisador
vai ter uma interface em vez de ser um mero seguidor, né, de um de uma igreja qualquer da psicanálise, né? Análise de comportamento a mesma coisa. Análise de comportamento é exatamente a mesma coisa. Você tem lá a caixa do rato, tem aqui, ó, a tem aqui a barra, né? E o Rato. Eu desenho mal aqui a carinha do rato aqui, ó. Parece um parece um rato, tá? Eu acho. Mas enfim, parece, tá bom, parece um porco, sei lá. Mas enfim. Eh, tem um bicho aqui, vou vou escrever para não confundir. Rato, tá? Rato. Pronto, né?
Tem o rato lá. Aí ele aperta a ele aperta a barra e ganha comidinha. Tá ganhando a comidinha. Isso é o fenômeno, tá gente? Isso é o fenômeno. O rato apertando a caixa. Fenômeno. Fenômeno. Beleza, né? Tá lá o rato Apertando a caixa. Eu tô vendo o que que eu extraio disso aqui, gente. Que que eu extraio disso aqui? Atributos. Quais são os atributos? Por exemplo, número de respostas. Que que é o número de respostas? É o número de vezes que o rato aperta a caixa. Isso é um atributo, né? É um atributo. Não, o
inconsciente. Então, o inconsciente freudiano é um axioma, o inconsciente em si é um fenômeno. Tá? Então isso é importante, Amilo. O Inconsciente, Dane-se quem fala, inconsciente é um fenômeno. Fenômeno, tá? dependendo do autor, ele vai extrair atributos diferentes, gerando aí os atributos são os axiomas, os atributos, tá? Isso que é importante. Então, os elementos fundamentais para a descrição estão no Picasso. Aí é importante aqui a partir da observação dele, da observação dele, dele Picasso. Isso, isso são os axiomas dele Picasso, tá? Axiomas. Beleza? Tá? Essa é a parte. Agora, o inconsciente em si é um
fenômeno. Aí cada autor vai tirar os seus atributos. Então você não precisa entender o autor, você não precisa saber o autor, você tem que saber qual é o fenômeno e que atributo cada um tirou, né? E aí você vai criar cenários, né? Se os atributos do autor X forem verdadeiros, é a matematização. Se os atributos forem verdadeiros, quais são as consequências? Tal. Se se os atributos do outro autor fizerem Sentido, quais são as consequências? Pronto, né? Não precisa ficar nessa babaquice de igreja, né? Então, quando você tá vendo o rato na caixa, é um fenômeno,
você tá vendo lá ele operando, né? Você vai extrair variáveis ou ou atributos, número de respostas, por exemplo, tempo, o tempo que ele passa lá operando alguma coisa, né? O tempo que ele passa em interação com a barra. Essas esses atributos aqui você vai poder utilizar e a gente vai ver isso no Meio do curso, como o número de respostas e o tempo, né, tem valor e ordem, são números, dá para criar um monte de métrica. A gente vai ver depois na aula de escolha mais para frente aqui no no curso, tá? Dá para fazer
muita coisa com isso, mas sabendo o número de respostas e o tempo, eu não consigo reconstruir a imagem. Eu eu posso eu eu posso te dar. Imagine um organismo que emitiu 30 respostas em 2 minutos. Você não vai conseguir dizer nem que é o Rato, nem qual rato é, nem se é um pombo, nada. Você não vai conseguir dizer nada, entende? Então o que que tem que ficar claro, né? Não. Ô, ô, esqueci. Eh, Mariana, eu acho, né? Eh, Mariana, não puxa para nutrição ainda, tá? Tenta não puxar paraa nutrição. Na psicologia é mais fácil
de ver, tá? Na nutrição a gente vai chegar depois. Quando eu entrar nos tipos de isomorfismo, Mariana, desculpa, quando entrar nos tipos de isomorfismo, aí fica mais Fácil, tá? A nutrição tem um isomorfismos próprios, a gente vai chegar lá, mas mas e tenta focar aqui, tá? Foca na na arte que ajuda bastante e no exemplo do rato na caixa. Ou, por exemplo, imagina o seu cachorro e gato em casa, né? você extrai variáveis dele, mas você não entra em contato com ele. Essas variáveis não descrevem assim, descrevem ele, mas não explicam ele. Então, tem uma
coisa muito importante aqui que é você tem o fenômeno, isso é Fundamental da da metade do curso. Você tem o fenômeno, o fenômeno ele gera eventos, você tem os eventos, isso aqui você vai transformar, decompor em atributos, né? E o atributo vai ter um certo valor, tem um atributo. Eh, depois a gente vai ver isso. Ô, eh, Mariano, segura, segura. A gente vai, vai, vai, vai, vai entrar lá. Então, o fenômeno tem eventos. Então, o rato ele não emite números, ele emite eventos. Apertar a Barra não é um número. O número é uma coisa que
eu uso para categorizar a apertada na barra. A apertada na barra é o fenômeno. Uma apertada na barra, o número que eu coloco é uma atribuição minha. Já a ver com atributo, né? eu coloco um valor. E aí é muito importante, um grande isomorfismo que a gente tem é o conceito de variável aleatória, né? Variável aleatória que eu falei a aula passada. Que que é a variável aleatória, né? A variável Aleatória é uma função. Função. A variável aleatória não é o número. A variável aleatória é essa seta aqui, ó. É a seta, tá? é a
seta. Então, variável aleatória é uma função que pega cada elemento de um espaço de probabilidade, que são os eventos no fenômeno, e atribui na reta real. Isso aqui dá um valor 10, 12, 8, sei lá, qualquer número, tá? Atribui um valor no conjunto dos reais. Tudo bem aqui, gente? Vocês entenderam? Isso aqui é Importante. Vocês entenderam que toda variável aleatória é um isomorfismo? É uma relação entre um número e um atributo, tá? de um fenômeno. Tá bom? Então, a a Muito bem, chegamos à conclusão, não temos acesso direto à realidade. Calma, né? Por enquanto, sim.
Essa é uma conclusão que chega, chegamos a partir daqui, tá? Eh, nesse sentido, estamos sendo cantianos, tá? Estamos sendoos cantianos. Dá, dá para subverter isso Aqui um pouco? Mais pra frente a gente vê, tá bom? Mas mas, mas tá certo. Vamos indo devagarzinho. Vamos indo devagarzinho, tá? Mas o importante é que e aí e eh qual substanciando melhor o que o senhor está falando, ô João, tá? Eh, em vez de ficar fritando que a gente não tem acesso à realidade, em vez de ficar fritando isso, a psicologia não tem acesso à realidade como ela é.
A psicologia não é feita para isso, tá? A psicologia não é feita para acessar a Realidade, mas sim para construir os atributos que a descrevem, que são os processos psicológicos básicos, que são as funções cognitivas e mesmo inconsciente. Você acha que você acha que a psicanalista tem acesso à realidade? nenhuma. É até pior, porque tem acesso a um fantasma, que é quando ele quando ele acredita que o inconsciente que ele tá vendo descritos pelos atributos da teoria dele é a realidade, né? É pior ainda. Aí vira Pseudo deciência encardida mesmo, tá? Então, gente, gente, isso
aqui é é teoria da psicologia pura, pura, tá? E tem muita aplicação, muita aplicação mesmo, tá? Eh, eh, então, calma aí, Mariana. Então assim, até a própria percepção do fenômeno tem a ver com a experiência do pesquisador. Tem em parte, é que assim, a percepção do fenômeno, o que que que você tá chamando de percepção? É a construção do atributo, né? Eu perceber, eu olho para Você e eu escolhi da minha cabeça igual Picasso, que a sua idade é uma variável importante. Aí aí tem a ver comigo, né? Então a a escolha dos atributos é
o que você chamaria de percepção, né? E isso tem a ver com o pesquisador, claro, com a teoria e tal, né? Então eu nunca vou ter acesso a você diretamente, nem você mesmo vai, tá? Esse que é o negócio. E isso e aí vira uma questão fenomenológica. Por isso que eu gosto do Heidegger, né? Apesar de ser meio Nazista, mas ele tem umas ideias boas, tá? Então a a então essa é a ideia, tá? Então eu acho que vocês percebem agora que toda variável aleatória é um isomorfismo. Isso é importante, tá? Lembrando de novo, variável
aleatória é uma função que pega cada elemento de um espaço de probabilidade e associa na reta real, tá? É isso, essa função. E aí, o que, qual é a característica disso? Você consegue ir do fenômeno pro atributo, mas não consegue voltar. Voltar não dá. Se eu tiver só os seus atributos, não reconstrua o fenômeno, tá? O que não quer dizer que não dê para fazer muita coisa. Tá ótimo. Tá legal mesmo. Mas é possível voltar. É, mas não usando sistemas. usando o sistema não tem a volta, tá? Então aqui a gente tem uma função injetora.
Função injetora, tá? É injetor, só vai e não volta, tá? Então os elementos daqui vão para cá, Mas não volta. Usando sistemas, os sistemas são apenas injetores, tá? Não é não tem bijjeção nos sistemas. Eu vou definir ainda o que é um sistema, tá? Mas o o sistema ele é uma injeção sempre, é um sistema, uma função injetor. Então a gente pode colocar que sistemas são funções injetoras. Funções injetoras, tá? Isso é muito importante. Só vai para Um lado. Se você for formado apenas em sistemas, você não vai ter a apreciação da realidade de fato.
O que não dê para fazer muita coisa, o que não dê para descrever várias coisas, o que não dê para eh assim, quando quando você trabalha com sistemas, você consegue fazer boas descrições, né, e até consegue eh eh consegue fazer previsões de algumas coisas. Você consegue prever coisas com uma certa margem de erro. explicação fica Faltando, explicação fica um pouco capenga, que é quando você vira biologizante, por exemplo, você reduz a pessoa aos genes, a tudo mais, e tal, né? Eh, eh, mas assim, para descrições e previsões ajuda. É muito legal, ainda mais se você
usa ciência empírica que busca essas similaridades, né? Esses traços comuns, tá? Vocês estão comigo, gente, hein? Vocês estão comigo? Vocês estão vivos? Vivas? Avisa aí, gente. Eu não, eu porque essa Parte é importante, é importante meditar sobre isso na sua cabeça, tá? Eh, eh, o que que você não entendeu, Adidas? Tá, eh, você tá vivo, pegar esse ponto, né? Então, o que o que que eu o que que eu quero desenvolver em vocês? Eu quero desenvolver em vocês uma interface para vocês serem capazes de usar a ciência empírica, que é o que a gente viu
no curso um e dois, regressão, Dag, modelaguação estrutural, aquela coisa toda, né? Mas agora no curso dois, a Gente vai terminar essa parte de ciência empírica, mas vai começar a colocar uma matematização onde você pode discutir diferenças entre as coisas, né? Então eh eh aí é questionar as bases epistemológicas do que você tá fazendo. Então, por exemplo, se eu tenho um certo fenômeno e eu escolho os atributos desse fenômeno, já é um viés, né? Não quer dizer que tá errado, mas já é um viés. Então, o Picasso escolheu representar os atributos dessa imagem desse jeito,
com Essa imagem, essa escolha dele, né? poderia fazer uma pintura de outro jeito, poderia, mas ele fez isso, tá? Mas e e aí é o talento do Picasso, né? Se você entende essa imagem, você consegue ver que os elementos principais, os atributos principais dessa imagem, que é o fenômeno, estão contemplados, tá? Não, Adidas, não, não, não é isso. O o sistema, o sistema, eh, eu vou definir o que é sistema. O que você tem que o que Você tem que entender que é a interface. A interface é em você. Você tem que ter a interface.
Você tá, você pessoa, a interface é para o agente, é para o agente. Não tem nada a ver com o sistema, tá? O agente tem que ser formado em vou até escrever isso porque isso é central, tá? A interface é um conceito para o agente, não é um conceito para a pergunta de pesquisa. Então assim, ó, vamos deixar isso claro. Anote isso, anote e leia 20 vezes, tá? Que é assim, o pesquisador, o pesquisador pesquisador deve deve desenvolver desenvolver uma interface interface eh que alia alia é ciência empírica. ciência empírica. A ciência empírica é é
essa de trabalhar com os números e tal, que aí é a parte de sistemas, sistemas E a matematização que é ligada à lógica e aí entra dentro no discurso. matematização que é ligado ao discurso no momento no momento de avaliar, descrever, explicar, explicar e prever fenômenos. Fenômenos. Pronto. É, é isso você tem que saber, tá? Então, a interface é isso. Interface é uma coisa do Pesquisador, tá? Do pesquisador. Esse é um conceito. Quando a gente tá no sistema, dentro da área de sistemas, né? Você tem alguns conceitos. Deixa eu até, deixa eu até aqui, eu
já posso apagar, deixa eu até colocar, separar bonitinho. Então, a interface é uma coisa para o pesquisador, é uma das metas desse curso. Uma das metas desse curso é desenvolver essa interface em vocês, tá? Não é fácil, mas mas é possível, tá? Vamos desenvolver essa interface aí Dentro. Então, a gente tem que aprender duas coisas. sistema e discurso. A gente vai começar pelo sistema, tá? Na área de sistemas, e eu vou definir ainda o que é o sistema, tá? Na área de sistema, você tem a teoria da medida, né? A teoria da medida, que a
gente já tem a definição. Esse é um conceito importante dos sistemas. Tem um outro conceito importante que é o isomorfismo. Isomorfismo, que é esse aqui que eu expliquei, tá? A relação entre o número E um atributo de um fenômeno, onde as propriedades dos números devem ser associados com os atributos e não com o fenômeno em si. Tá? Isso é um termo importante dos sistemas. Vai ter um outro termo importante dos sistemas aqui, que é a questão eh o que é uma estrutura e estrutura, tá? Isso é tudo da parte de sistema aí. E eh e
a gente vai levar metade do curso para desenvolver isso. Quando chega na metade do curso, a gente Vai perceber que que tem fenômenos que não tem nenhum isomorfismo. A gente vai ver os tipos de isomorfismo, né? Existem aqui tipos de isomorfismo, tá? Hoje eu vou apresentar eles, esses tipos de isomorfismo, só descrever, porque a gente vai levar metade do curso para cobrir todos, tá? Tem os tipos de isomorfismo. Aí às vezes um fenômeno você por um por um por um método que você tá usando, ele não é isomórfico, Mas é por outro, né? E aí
você vai tentando arrumar. A ideia é você vê um fenômeno, você tentou medir, não deu certo, não ficou bom, você vai tentar outro método de isomorfismo, vai tentando, tentando até achar um. Mas vai chegar um momento que tem tem que que tem fenômenos que não tem e eh não não dá para usar nenhum método de isomorfismo que a gente tem e aí não dá para usar sistema, né? Quebrou, tá? A a injeção, você não consegue fazer a Injeção, não dá certo, tá? E aí a gente vai ter que ir pro discurso, né? A gente vai
ter que quebrar aqui e vamos entrar no discurso. O discurso, eu só vou deixar o nome, eu não vou explicar agora, mas o discurso tem basicamente três partes, né? que aí tem os métodos relacionados com o discurso, que é eh eh a gente descreve um discurso com por sendo uma um triângulo, né, em que você vai ter a fala, o sujeito E a ideologia. Ideologia, tá? A fala, o sujeito e a ideologia. Esses são os três principais conceitos do discurso. E aí você vai ver que isso aqui não tem número. Não tem número, não tem
zero, não tem nada. Não tem número, tá? Mas vai, a gente vai ter que correr uma água para chegar nisso aqui ainda, tá bom? Mas esses são os três principais conceitos do discurso. Como que você constrói a fala de um sujeito, a a fala De um sujeito que reflete a ideologia, tá? Aqui vai virar conversa de humanas total. Saral pelado, né? Declamando poesia. Vai ser assim, tá bom? Aqui, mas até lá vamos cobrir o sistema primeiro. Ficou claro o Adidas? Tá, ficou claro. Esse é o negócio. Tá bom? Então, quando a gente conseguir cumprir as
duas partes, quando a gente cumprir as duas partes, teremos a interface em vocês, né? Isso. O jeito de escrever seria essa visão crítica. Essa visão crítica é um Jeito muito eh muito geral assim, né? Eh eh na verdade não não é uma visão crítica, tem que ser a visão. A visão não pode ser outra. Esse que é o negócio. Não pode ser outra. Se você tiver uma visão baseada em sistema, você só consegue fazer a ida e não tem a volta. Aí vai ter o cara da outra área que vai ficar xingando você com razão.
Fala: "Pô, mas você não pegou essa parte, esse aspecto, você não está considerando os aspectos sociais". É Basicamente a briga das humanas e as exatas. É basicamente a gente tá falando aqui desse lado do fenômeno para tributo, as áreas de exatas, né? Ó, conseguir colocar numa equação previ a verdade, sabe? O de matemática mesmo assim, de exatas, né? Que ele ele ele acredita que a matemática foi descoberta e não inventada. Que a bobagem, claro que ela foi inventada, né? pelo próprio conceito de probabilidade. Você sabe que ela foi Uma invenção, né? Então a a ela
não ataca toda a realidade, tá? Então esse povo de exatas bem nerdola, né? Ele é focado nisso aqui. Ele não percebe que é uma injeção, ele acha que ele tem a volta. Aí vai aí vai basicamente essa bolha de ar que a gente tem hoje, né? Esse esquema ponze, esse esquema de pirâmide, essa Mary K, né? Esse esse sei lá, esses nome de de esse essa telex free atual que a gente tem que chame, né? é claramente uma uma um não Entendimento da da falta de bijeção entre os fenômenos, os atributos, né? Claro que o
que o GPT vai deixar você doido. É óbvio que o GPT vai ser doido, vai deixar você doido. Por quê? Porque ele é um front end, né? Ele é uma uma interface, na verdade, ele é é um front end mesmo, né? Ele é uma apresentação que faz você acreditar que conversando com eles tá conversando com uma pessoa, só que na verdade só só te apresenta os atributos, Que é o resultado de uma função logarítmica, de um modelo logarítmico lá do perceptron, aquela coisa toda, né? Então o GPT ele pega toda a informação do ambiente, compila
a informação e te mostra os atributos. E aí você, imbecil, constrói a volta achando que ele é um computador, né? Qual que é o nome dessa merda? Marketing. Claro, né? Porque você cria no GPT a impressão de que ela é uma pessoa que vai te dominar, né? Ferrou, entendeu? E isso na verdade é Uma um uma discurso, né? É um aí entra essa parte aqui, é um discurso ideológico para fazer a as pessoas acreditarem que o computador vai ter uma inteligência maior que a nossa. Ai, quando a verdade é o contrário, meu Deus. Vocês estão
percebendo a discussão como a gente chega quando vai e volta? Então, essas bolhas, essa bolha de A, né? Essa bolha de A é claramente eh você ir para um lado e supor que o que a volta existe, né, por meio dos sistemas. Não existe, gente, tá? Não existe. Eh, a volta é criada pela análise do discurso, por essa área do discurso que a gente vai ver depois, por a gente vai ver depois. Então, eh, espero ter deixado claro, né, esses conceitos, ter arrumado eles melhor, tá? Então, dentro da área de sistema, você tem o conceito
de teoria da medida, tem o conceito de isomorfismo e o conceito de estrutura, tá? Quando quando a gente esgotar os sistemas, a gente vai no discurso e os Três principais conceitos do discurso é o sujeito, fala ideologia. E aí isso a gente vai ver depois, tá? E a ideia é que no final da disciplina você desenvolva essa interface, que é os dois, tá? Que é os dois. Eh, não, então você pode discutir a a Marina, né? Eh, você pode discutir a a teoria e tal. Então, qual que é o problema, né? O problema é que
a pessoa que você tá discutindo, ela tá confundindo o atributo com o fenômeno, Né? Ela reduz o fenômeno a teoria que ela tá vendo, né? Que aí ACT, TCC, FAP, e DBT, é tudo a mesma merda. São são atributos todos eles são atributos. Nenhum deles fala do fenômeno. Não, mas não. Então ele não consegue generalizar porque não é para generalizar, não é, sabe? É uma teoria. A teoria só reflete, vira igual a psicanálise, né? É igual a psicanálise, é tudo épo, é tudo comer a mãe e matar o pai. É né? Então aí fica só
que como você não entende como Como e aí a culpa não é do seu amigo, sei lá quem, a culpa é da nossa formação que é um lixo. Se você não consegue explicar as coisas nesses termos, né, fica complicado, fica complicado. E e aí você vê a babaquice, que é falar que que psicanálise é pseudociência, análise do comportamento é pseudociência hoje, meu Deus do céu, sabe? Gestalt, toda a formação em psicologia psicientífica como um todo. Tem isso aqui é discussão de primeiro ano. Isso aqui tinha que ser Discussão de primeiro ano de curso ou ou
segundo, talvez depois de ensinar estatística um pouco no começo, tinha que ter o curso um e dois, né, pra galera conseguir entrar aqui na discussão sem sem fritar, tá? Mas isso aqui a discussão tinha que ser de graduação, né? Mostrar pros moleques. Aí a coisa melhora. Aí a coisa melhora. Então o que que a gente tem que definir agora? Ó definir definimos o isomorfismo, né? Descrito pelas Variáveis aleatórias. E aí vocês perceberam que é injeção, tem a ida e não tem a volta. Legal, né? Agora vamos definir esse negócio da estrutura aqui. Vamos definir esse
negócio da estrutura. Então, ó, não, antes deixa eu falar dos tipos de isomorfismo, né? Eu vou explicar, vou fazer uma descrição dos tipos de isomorfismo que a gente tem para depois entender como isso constitui a a estrutura, né? Eh, então vamos lá. Eu não sei de vocês, mas Espero que esteja sendo estimulante essa discussão, porque ela é formidável, né? E é uma discussão muito moderna. É uma discussão extremamente moderna, sabe? E é uma pena, não deveria, não deveria, tá? Mas aqui fora do Brasil é uma discussão efervescente. Mas aqui no Brasil, meu Deus, como o
povo tá no século XIX ainda, né? De sempre sem zoeira, o povo tá no século XIX quando pensa na psicologia. Dá uma preguiça, né? Mas, mas eh não, claro. Então a Mariana não, dentro dos discursos tem métodos. Claro, a gente vai ver os métodos. Não, não cai no sistema, é outra coisa. Aí a gente vai ver os métodos. Análise do discurso, análise de conteúdo, eh método Delfi, metodologia Q. São coisas que você nunca viu, tá? Você nunca viu, você bióloga, nunca viu, nunca viu e não verá, tá? Aqui na na quando a gente tá no
discurso a gente vai dar humanidades mesmo, ciência social, catedrático mesmo, vai virar Papete assim, não é não é o o mundo, o mundo besta, que é o povo de biológicas, né, que é só fumar maconha. Não, tem que ir lá tipo nadar no na lama, ficar falando os bagulhos chato, sabe? Serquerdou macho, andar andar com aquelas a a as ecobeg, né? Tem que ser assim. É que biologia é mais ou menos mundrungo, não é mrungo de verdade, né? Ainda mais quando depois começa a estudar estudar ecologia, né? Não, mundo raiz mesmo, tá? Citar os autor,
aquela Coisa toda, tá? Então é, tem os amigos da sociedade, mas não é é é sabores sociais, tá? Biologia tem uma parte que é sabores sociais, tá? Mas a gente vai ver os métodos lá, tem vários, você não viu, eu tenho certeza, tá? Mas a gente vai ver todos. Todos, não, alguns. Então, o que que acontece? Vamos ver aqui os tipos de isomorfismo. Tipos de isomorfismo. Isomorfismo. Vamos apresentar eles assim. Eu não vou explicar todos assim já, porque cada um Deles é associado com método, tá? Cada um é associado com método. Mas de novo, de
novo vou deixar marcado aqui para vocês verem. Fenômeno atributo, né? Eu tenho aqui a pessoinha que é o fenômeno da do fenômeno. Eu chego no atributo que é os reais, mas não consigo voltar, tá? É isso, tem que ficar essa injeção aqui, tá? Isso é o isomorfismo. Beleza? Aí eh eh a gente tem alguns tipos ã ã de isomorfismo, tá? Eh assim, recapitulando o curso um, em dois e Três, no curso um, né? No curso um, a gente viu a ideia de modelo, né? O modelo é visto como uma equação, né? Equação y = b
+ ax, aquela equação toda, tá? Então aqui eu tô pensando em regressão mesmo, experimento, né? regressão. Isso a gente viu no curso um, tá? Daqui do curso um, a gente entrou no dois, que é a ideia de teoria, principalmente com o Dag, né, que é um agrupamento eh eh é um agrupamento dos modelos e tal, tá? Agora no curso três, A gente vai entrar na ideia de sistema. Então, o sistema agrupa as teorias mesmo, tá? A gente entra aqui no nível três, tá bom? Então, tem esse ganho de escala, né? Então, Adidas, você não pode
voltar porque, por exemplo, se eu pego você e e eu meço a sua altura, seu peso e sua idade, né? Eu vou inventar. Você tem 1,60, você tem 1,60, pesa 70 kg e é e tem 25 anos, tá? Se eu pego aqui uma pessoa 1,60, 70 kg, 25 anos, se eu pegar Esses atributos, eu vou voltar em você? Não vou. É isso que eu quero dizer, tá? Você não consegue reconstruir o fenômeno a partir dos atributos. É isso, tá? É simples assim, tá? Do fenômeno eu coleto, coleta os atributos, mas do atributo não volto no
fenômeno. É simples, isso é um problema, mas não quer dizer que não ajude, tá? Beleza? Então, dos modelos do curso um, a gente vai pra teoria no curso dois, que é o SSD dags. E agora a gente vai entrar no Sistema, né? Então, a a ideia aqui que a gente vai começar a explorar agora, né? Por que que por que que a gente estuda o os sistemas, né? Qual qual que é a importância? Qual que é a importância dos sistemas? A importância é meio óbvio, mas é importante deixar claro aqui, né? A importância dos sistemas
é entender processos e é entender os fenômenos. Entender os fenômenos. E aí uma coisa Importante, evitando evitando erros de categoria. Erros de categoria, tá? O que que seria um erro de categoria? é você confundir o todo com a parte. É confundir todo eh com a parte. Isso é um erro de categoria. Então o o que que é confundir todo com a parte? É reduzir o fenômeno a atributo, né? Então aqui seria reduzir reduzir o todo A parte. Então eu peguei lá e eh só por só só por causa da do peso da idade, da altura,
eu consigo fazer um monte de inferência sobre o Adidas aí, tá? Tá errado, né? Eu estou reduzindo você aos aos atributos. Isso é um erro de categoria, tá bom? Então você estudar o os sistemas te ajuda a estabelecer explicações, descrições e previsões, mas evitando o erro de categoria. Você sabe que a coisa vai, mas não volta, né? para voltar, Você vai precisar de outra área, tá bom? Eh, eh, e aqui agora vamos falar dos tipos de isomorfismo, tá? Principais. O primeiro tipo que é o que é o que a gente vê no curso um e
o dois é chamado isomorfismo por número. É o mais fácil. O isomorfismo por número é o direto, tá? Então você vai ter o o fenômeno, por exemplo, eu tenho um fenômeno lá que é uma pessoa e dessa pessoa eu extraí um atributo que É a idade. Atributo idade e a pessoa tem 20 anos, tá? Essa e eh idade é um atributo e eh gera um número, mas esse número tem valor e ordem. Faz sentido? Faz. Ah, faz sentido, tipo, usar 20 como uma medida dessa pessoa. Faz sentido. Não faz, não faz sentido para explicá-la, mas
faz sentido para descrever o atributo. É um elemento. É um elemento. Lembra? Lembra da imagem do Picasso, tá? E a idade da pessoa é um elemento que descreve a Pessoa. Não é um único, mas é um elemento, tá? Então, a escolha dos atributos é uma escolha teórica, depende do pesquisador, né? Eu escolhi dessa pessoa pegar a idade dela. Idade é um número e número tem ordem e valor nesse caso. Então, e eu posso dizer que o meu fenômeno idade é isomórfico por número. Aí eu posso pegar idade de várias pessoas, aí calculo média, variância, faço
regressão, faço o que eu quiser, tá? Pegar esse primeiro, gente, o Primeiro é o mais fácil, tá? Então, se você coleta uma um um uma informação da pessoa, coleta uma informação, quantifica ela e essa quantificação parece boa, tá tudo bem, né? Então, ótimo. Tem muitos fenômenos que são assim, por isso que a gente tem o curso um e dois, né? Então, idade, eh, eh, idade, renda, até sexo mesmo, né? Se você as categorias, né, tal, também e boa parte das variáveis são isomórficas por número, então dá para fazer muita Coisa, tá? Eh, quando que começa
a dar ruim? Quando você tem um certo fenômeno que não é isomórfico por número, se você só coletar o número não funciona. Vou dar um exemplo. Um exemplo é, por exemplo, depressão, né? Aqui, exemplo, depressão. O que acontece com a depressão? Ela é uma etiologia, né? Então você tem lá a pessoa. Se eu coletar da pessoa, tipo, o score do back da pessoa, eu apliquei um Questionário, coletei o score do back, deu lá 12, 11, né? Deu lá 11 pontos, né? Esse 11 pontos seria uma um atributo dessa pessoa, tá? Esse 11 pontos. Será que
esse esse 11 pontos é uma medida que tem valor e ordem, né? Tem tem aditividade, tem e eh tem identidade, né? Então, só lembrando aqui, né? O que que o número o que que o número precisa ter? Precisa ter ordem. Aí, decompondo o valor, precisa ter identidade, identidade. Identidade. E precisa ter aditividade. Aditividade, tá? Tem que ter esses três elementos, o número, tá? Quando eu pego o score 11 da depressão de do grau de depressão de uma pessoa por um questionário, tem ordem, né? Porque tenho 10, tenho 12, tenho 9, tem ordem. Mas será que
cada número é uma etiologia específica? é uma etiologia específica da pessoa. A pessoa com 11 tem mais do que o 10 e ex e dá para discriminar, né? Não necessariamente tem aditividade. Conforme você vai adicionando pontos, o grau de depressão vai aumentando. Não necessariamente. Você pode ter, por exemplo, e aí quem é da psiquiatria sabe, você pode ter uma pessoa com um back extremamente funcional, tá de boa, e uma pessoa com back 11 toda lascada da vida também, tá? Por quê? Porque esse esse número, né, esse número que eu peguei, apesar de ter ordem, não
tem identidade e aditividade direito, né? Não tem valor. Esses dois aqui, ó, Juntam na métrica de valor. Tem ordem, mas não tem valor, né? Ou seja, o grau de depressão de uma pessoa medida por uma escala não é isomórfico por número. Pegaram o ponto que eu quero dizer aqui, gente, hein? Vocês estão comigo? Pegaram? Tá fazendo sentido? Vocês estão vivos, vivas? Você vocês concordam com o meu argumento, tá? Dá para dizer que o resultado de um questionário não é não é isomórfico por número, tá? E isso, exatamente. Então o 11 não tem o mesmo Significado
em pessoas diferentes, porque o zero de cada um é diferente, né? Você o zero aqui nesse fenômeno, o zero não é absoluto, não é absoluto para cada pessoa. Cada pessoa tem uma história de vida diferente, né? Ou seja, isso não é isomórfico por número, tá? Aí o que que eu tenho que fazer? Eu tenho que repensar a forma de coletar o dado, né? Eu tenho que pensar a forma de coletar o dado. Se eu se eu repensar a forma de Coletar os dados, se não tiver os três, ainda dá para dizer que é não. Então,
Víor, boa, boa pergunta. Para ser variável aleatória, tem que ter os três. Tem que ter os três, tá? Então, isso é indispensável. Tem que ter os três, porque se não tiver, se tiver faltando um, não é número. Aí não dá para fazer variável aleatória, não dá, tá? Então, eh, não é mesmo. Então, não é o Mike, né? Não é recalibrar, não tem nada a ver com calibração, nada. Ó, como é que Funciona. Eh, eh, e aí na aula que vem eu vou descrever a a teoria do DSM por trás disso, tá? Mas não hoje. Eu
só quero dar um exemplo. Existe, vou falar do segundo tipo de isomorfismo, né? O segundo tipo de isomorfismo é o isomorfismo por matriz. Então, ó, vocês viram que por coletando o questionário diretamente não dá certo. Então, o que que eu posso fazer? Eu posso fazer assim, eu pego a pessoa, tal, aí em vez de medir uma coisa, eu Meço vários várias coisas, né? Eu meço vários comportamentos. Posso medir comportamento, posso medir questionário, posso medir alguma coisa até biológica, fisiológica, posso medir sangue, gene, o que eu quiser, o que eu achar que vale a pena, né?
E aí você vai ter um conjunto de atributos aqui, né? Eu tenho o fenômeno, eu vou ter um conjunto de atributos. Esse conjunto de atributos vai ter que ser definido teoricamente. Você define, então vou chamar de A1, A2, A3, né? Até vou colocar quatro. quatro atributos, tá? Pode ter mais, tudo bem. Então, eu vou definir os atributos e aí pode ser comport, até deixando claro, pode ser um comportamento, você pode ter contado o número de comportamentos, pode ser algo do sangue, pode ser um aspecto fisiológico, fisiologia, pode ser alguma econômico, pode ser gene, tá? Você
pode pegar várias áreas, tá? Você vai pegar várias informações de níveis diferentes, beleza? Aí o que que Eu vou fazer, né? Ao, ao invés de estudar cada atributo separadamente, eu vou fazer uma matriz de correlação deles. Então, coloco aqui, ó, A1, A2, A3, A4 e aqui A1, A2, A3 e A4. A correlação da variável com ela mesma dá 1 na diagonal, né? E aí aqui você vai ter as correlações entre cada uma delas. Aqui e aqui você vai ter as correlações, tá? Isso, essa matriz de correlação, não é análise fatorial. Essa matriz de correlação é
isomórfica por número. É Isomórfica. Não, não por número. É isomórfica por matriz. Essa matriz de de correlação é o isomorfismo que eu preciso. Isso dá certo fazer variável aleatória. Então, chegamos a uma conclusão importante. Variável aleatória pode não ser num número, pode ser uma matriz. Pode ser uma matriz de de dados também. Então isso aqui não tá em R, pode estar em Rn, pode ter vários vários vetores ao mesmo tempo, tá? Que é que é descrito por uma matriz, né? Então Quando eu olho o o número, tipo, o resultado da escala, não é isomórfico pro
fenômeno depressão, mas uma matriz, uma uma matriz de estados é isomórfico, tá? E aí o o depois a gente vai entrar na teoria porque por que que é assim, né? pelo menos para depressão, ansiedade, bipolar, casos mais graves aí não não precisa, por número já dá, tá? Mas para para eh eh doenças mentais um pouco mais eh que tem que dependem mais de interação com o ambiente, a o Isomorfismo por matriz é extremamente útil. E aí a gente vai usar uma técnica aí, tudo bem, tudo bem, eu entendo que que o fenômeno é isomórfico por
matriz, mas como é que eu analiso? A gente vai aprender uma técnica chamada network models, análise de network. Network models é a análise que lida com isomorfismos por matriz, né? Aí você vai aprender a técnica. Legal, guardei a ferramenta. Quando tiver um fenômeno que você acha que é isomórfico por matriz, Você olha, entendeu? A ideia é dar a ferramenta, ó. Existe, tá aqui a ferramenta. Aí você olha lá o fenômeno que você quer estudar, você vê se dá, dá. Ótimo. Tá tudo bem. A a a matriz não, Mike, você tem que ver a próxima aula,
Mike. A próxima aula, a próxima aula eu vou dar uma aula sobre matriz, porque você tem que entender isso, né? Então, vou explicar o que que é alto valor, o que que é alto vetor, como é que matriz de mudança de base para você Entender isso aí, porque a galera não lembra o que é matriz, tá? A gente vai pegar uma aula do ensino médio e eu vou mostrar essa a, na verdade, essa matriz aqui é eh não é análise fatorial que você tem que fazer, você tem que fazer processo estocástico, cadeia de marcov, tá?
Eu vou dar uma introdução à cadeia de Marcov na aula que vem para você entender eh como que você trabalha com isomorfismo por matriz, tá? Então o o o Gabriel Alves, eh eh então, Gabriel, Para você entender o o isomorfismo por matriz, você tem que pensar que a que um fenômeno ele não é descrito por atributos, mas sim pela correlação entre os atributos. Correlação, tá? É uma guestout de atributos. Então você tem que imaginar que são vários atributos, só que eles não são independentes, eles são dependentes entre si. Então você tem que fazer uma matriz
de correlação deles e avaliar essa matriz no tempo, né? Você pode avaliar de forma transversal ou Longitudinal. E aí tem a network transversal e longitudinal também, tá? Mas essa intuição. E é por isso e é por isso você quer um outro exemplo, porque você não lembra o que é uma matriz, por isso que precisa da próxima aula, tá? Na próxima aula, se você quiser, veja antes da aula do ano passado, tá? Então, a a a ideia é essa. A ideia na na próxima aula, a gente vai fazer um parênteses. Eu vou dar uma revisão sobre
matrizes para você conseguir entender o Isomorfismo por matriz melhor, porque vai ter que entrar na conta desse bagulho mesmo, tá? Não tem jeito, tá bom? Mas, mas mas intua intua isso, tá? Que quando não tem isomorfismo por número, você vai ter que pensar que existe um conjunto de atributos e eu quero estudar a matriz de correlação desses atributos, tá? Eh, então a aula de 100 trabalha com isso, mas não é isso, não, não é não é análise fatorial, tá? Análise fatorial é um Conjunto de equações. É isso você tem que isso você não lembra, Ricardo.
A a análise fatorial, sobretudo a a exp a exploratória e a confirmatória também é um conjunto de equações, tá? Aqui não é um conjunto de equações, é uma matriz mesmo. E aí, na verdade, isso isso vai virar tipo matrizes de transição de estado, que é assim. E então aguarda a aula que vem, segura a aula que vem que isso aqui não é análise fatorial, tá? É outra coisa, tá bom? Aí entra na análise De grafo, cadê de marcop, segura aí que a gente chega lá, tá? Beleza? Então eh isomorfismo por matriz, beleza? Aí a gente
vai ver o network modos. Depois vai ter um negócio que é chamado isomorfismo por aptidão. Isomorfismo por aptidão. Esse aqui é mais, se você achou de matriz difícil, o aptidão é mais, tá? É é mais abstrato, tá? O isomorfismo por aptidão é assim. É quando você tem uma coisa que ela só aparece quando você usa ela. Então é é um negócio assim, é um é um fenômeno, é um fenômeno que só existe quando é utilizado. Isso aqui é é bem é mais louco utilizado, tá? E aí eu vou dar o exemplo. Por exemplo, desempenho e
matemática. Aqui, ó. Esse é um exemplo de isomorfismo por aptidão. Tem vários, mas vou dar um. Eh, desempenho. Desempenho em matemática, Tá? O seu desempenho em matemática não é algo latente na sua cabeça, não é? Tá? Tanto é que se você acha, ai na escola era tão bom em matemática, então resolve uma equação aqui, você não consegue, né? Eh, eh, o desempenho matemática é muito parecido com o desenvolvimento físico. Então, por exemplo, ai quando era, quando eu era jovem, eu puxava ferro, era maior forte, agora levanta o ferro agora, puxa um, um 15 kg aí
para você ver que você não morre, né? Como você Fica preso na memória do passado, você acha que você tem portabilidade da sua aptidão física ou da sua habilidade matemática ou em português, ou a sua habilidade escolar, né? Não sei se vocês lembram, mas existia um programa, era famoso Estados Unidos. Aqui no Brasil, acho que passou uma vez, o Silvio Santos mostrava que era um programa assim: "Você é mais esperto do que um aluno da oitava série, algo assim, porque o moleque na oitava série tava estudando Coisas que você não lembra mais, né? Você não
esqueceu, sabe? Quem foi o o quarto presidente do Brasil? Sabe, você não vai lembrar, né? você não lembra e faz parte, tá tudo certo. Então, o o isomorfismo por aptidão é isso, é uma coisa que só existe quando você tá se comportando. Quando você para de se comportar, ele some, tá? Ele some especificamente. E aí precisa de um esforço teórico para entender. Mas quando você fala de avaliação aparece Muito. Avaliação física, né? Aptidão física mesmo. Quem tem algum educador físico aí? Educador físico, tem personal, treiner, educador físico, todo el ano aparece um perdido, mas se
tiver um, dá um aí, tá? Educa físico sabe muito bem o que é isomorfismo por aptidão. Isso, Ricardo, eu isso. Educador físico sabe muito bem o que é isomorfismo por aptidão. A pessoa tá lá treinando, né? E aí ela até te conta a lorota fala: "Ah, ah, o Pedro Viana Também. Ele até te conta a lorota. Fala assim: "Poxa, ano passado tava treinando maior bem e agora tá treinando igual uma franga, né?" Por quê? porque não não não tem o hábito, perde o hábito. Então, o o isomorfismo por aptidão se desenvolve sobretudo no hábito comportamental.
Hábito comportamental, né? E aí a a o isomorfismo por aptidão tem uma técnica específica pra gente estudar ela, que é a teoria de resposta ao item. Teoria de resposta ao item. Teoria de resposta ao item. A teoria de resposta ao item é a técnica que a gente usa para avaliar isomorfismo por aptidão. Aí eu vou explicar lá a teoria, porque que chega disso e tal, tudo mais. E é por isso que isso é usado muito em avaliação educacional, né? O Enem, os atri, né? A gente vai ver atri de dois, três, quatro parâmetros, como é
que funciona aquela coisa toda, o Gráfico tal, tá? Mas ela é muito utilizada por isomorfismo de aptidão, que é quando você tem uma coisa que você só sabe quando que tem quando tá fazendo, né? O que você acha que você tem é que, na verdade, eu sou uma um um fantasma do passado, tá? É um erro de categoria. Ah, na escola era tão bom em matemática, hoje você não é, você não tá fazendo, você não é, tá? Ah, eu te eu eu tinha uma uma capacidade cardiorrespiratória tão boa hoje, mas Hoje você não tem, que
você não tá treinando, não adianta, tá? Então, esses omorfismo por aptidão é muito interessante de você estudar isso também, tá? Eh, então e por Ricardo, por que que a habilidade motora é uma bagunça? Porque falta essa discussão de isomorfismo. O modelo de racha entra aí também, tá? O modelo modelo de racha é tric parâmetro. A gente vai vai entrar aqui também, tá? Nessa caixa aí eu explico, tá bom? Então, performance motora, por que que é uma bagunça na literatura? Porque falta discussão de isomorfismo. Como é que você mete mexe? Tem certas habilidades motoras por andar
de bicicleta. Andar de bicicleta não é isomórfico por aptidão. Você não esquece andar de bicicleta, né? Então, andar de bicicleta é um outro tipo de isomorfismo que simplesmente você aprende. Pode ser por número, por matriz ou algum outro, não é por aptidão. Agora, é tipo treino de carga Máxima. Quanto que você levanta de carga máxima? É aptidão total. Se você não tiver treinando, você treina, você levanta menos. Percebeu, Ricardo Pedro? Vocês da educação física? Isso aqui é pr vocês, tá? Você tem que meditar sobre isso. É uma meditação profunda isso aqui, tá? Então, ah, não
quero apagar essa parte. Eh, vou apagar aqui. Então, a a vimos isomorfismos por número, matriz e aptidão, tá? Eh, ser cientista. Ah, Mike, agora é sua Meditação aí, ó. Você que vai ter que meditar sobre isso. Fica a sua meditação. Isso eu não tenho resposta. Eh, eh, tem um outro tipo de isomorfismo que é chamado isomorfismo por método, tá? o outro tipo aqui, isomorfismo por método. Aí tem vários, tá? O isomorfismo por método é quando você tem que fazer um experimento com a pessoa para tirar uma informação e essa informação é isomórfica por número. Então
assim, você Vai ter o fenômeno que você quer avaliar. Aí, desse fenômeno, eu vou ter que fazer um experimento. Vou ter que fazer um experimento com a pessoa ou com o objeto. Desse experimento, eu vou tirar uma um dado e esse dado é isomórfico. Isomórfico por número. Isomórfico por número. Então, é essa a ideia. Eu tenho que fazer um experimento, tá? E aí aqui no isomorfismo por método, então em vez de só te perguntar, só Fazer uma matriz ou coletar um teste, né, eu tenho que fazer um experimento com você mesmo. Aí eu tenho que
manipular o dado do experimento para ter um dado, uma informação ali dentro do experimento que não sai diretamente de você. E isso vai ser isomórfico por número. Isso é maió legal, funciona muito, tá? Então, a os tipos de isomorfismo aí aí a gente vai ver, né, dentro do dentro de alguns alguns dos tipos de isomorfismo por método. Você Tem a psicofísica. Aí a gente vai lá atrás, Stevens, eh, Fashner, aquela coisa toda. Weber, tá? Que é psicólogo aí, ó, psicologia da percepção sensorial, vai, a gente vai entrar nisso porque é um isomorfismo por método. Vai
entrar em teorias da decisão, né? Aquele livro ruim ruim que você comprava lá no aeroporto lá, rápido e devagar. A gente vai explicar, vou explicar a teoria do prospecto que não explicou naquela merda de livro, que é Por isso que explica errado, né? Vamos, vamos atacar por que o Cran Motiv ganharam o Nobel. Vamos ver a teoria da decisão e vamos ver a teoria da escolha, né, que é da análise experimental do comportamento que o Skinner não gostava, né? Vamos, vamos jogar, enterrar o Skinner também, pegar a parte de escolha, juntar os molares e os
moleculares aqui também, tá? Isso são tipos de isomorfismo por método, né? E o último tipo, pelo menos, é eh é o Isomorfismo por jogos. Jogos. E aí entra a teoria de jogos assim. Aí a gente vai ter uma um resumo, teoria de jogos, assim, como é que funciona teoria dos jogos, tá? Aí esses são os principais tipos de isomorfismo, tá? Então a gente vai ver tudo isso aí, tudo até a metade do curso. Chegou aqui, você tem um fenômeno que não encaixa em nada disso, aí tem que ir pro discurso, pro discurso, tá? Então tudo
isso aqui é sistema. Tudo isso aqui é sistema. Temos Emoções, vocês estão vendo que temos emoções, tá? Então tem um monte de coisa, pá, né, e tal, para para explorar o sistema ainda. Então tem um monte de jeito de você trabalhar com o seu fenômeno para tentar encaixar, né? E se você tentou todos esses e não funcionou aí, fi. E aí vou vou mostrar quando que isso dá ruim, né? Sobretudo pela Aí a gente vai lá nos teoremas de piano, da matemática, da teoria das categorias, vai ter uma aula sobre isso, que a que é
A passagem de sistema para discurso, né? E aí a gente vai entrar no discurso com aquele triângulo lá, tá? Quando vocês aprenderem tanto esses quanto os outros do discurso, teremos a interface. Tá tudo bem, gente? Pegaram aqui a ideia geral, o isso aqui é o escopo da metade do curso, tá? Então eu expliquei os tipos de isomorfismo aqui, fiz uma descrição, né? E aí a gente vai ter vários testes que a gente vai ver aqui também, beleza? Né? Agora, eh, eh, vamos Explicar o que que é essa estrutura aí, né? O que que é essa
estrutura, tá? E eu espero que vocês estejam vocês estão vivos, gente, hein? Assim, é uma discussão estimulante, mas é é mais árido, tá? É um negócio meio árido, tá bom? É um negócio meio é assim, não é não é trivial e eh pegar isso aqui de cara. Ainda no começo do curso parece muito abstrato mesmo, mas a coisa vai vai indo, tá? E confia, confia que a gente vai resolvendo aos pouquinhos. Tem Que ser devagar, né? Não tem jeito, tá? Tem que ser devagarzinho. É por isso que o curso é só para quem já tá
muito doido, né? O curso três é só pro peiote estragado, doido mesmo. Assim, já tá ali, já tá ali no no no nível, né? Vocês são muito, vocês são muito doido, velho. Vocês são muito doido. E o pior é que a culpa do curso três é de vocês. É de vocês. Fo foi os gaiatos lá três anos atrás, né? Eh, eh, são os gaiatos três anos atrás que, pô, geografia tem um Monte de aplicação desse bagulho, os car os caras não sabe, né? Um monte também para geografia dada, a geografia política, tem um monte de
assim, você junta geografia física, é sistema. Geografia política é discurso, né? A geografia é a área que deveria ter essas duas coisas, né? Mas o que acontece, o senhor sabe, né? O o K Big, eh, o senhor sabe que é aquela briga de pedra, né? Briga de trincheira lá, os físicos ficar jogando pedra no no nos políticos que Joga pedra neles também, porque ninguém entende nada do que o outro tá fazendo, né? Aí fica escroto, fica aquela bagunça toda. A a geografia é bem melhor que a psicologia, mas deveria ter a um metade do curso
de sistema, metade de discurso para juntar as áreas. Aí todo mundo faz, fica no saral pelado, todo mundo junto abraçado, né? Bem melhor. Mas enfim. E muito bem e que bom que o senhor está aqui, né? Ô, senhorita. Eh, enfim. Eh, então vamos falar agora do que é Estrutura. Estrutura, tá? A estrutura é uma coisa maior, tá? É, eh, a estrutura é uma coisa maior, tem que ser mais meditada, tá? Então, eh, eh, e aí eu consigo definir o sistema finalmente. Então, o isomorfismo, vocês entenderam que são tipos de isomorfismo, tá? Eh, a junções desses
isomorfismos vai gerar uma estrutura. Então, o que o que seria a a estrutura? Eu vou definir dois dois conceitos antes. Então, você tem a ideia De eu vou redefinir, na verdade, eu vou ampliar a ideia de variável latente, né? Variável latente se associam com fator e é mesmo, é fator, mas na verdade você tem graus de variável latente. Você tem um tipo que é chamado variável, uma que letra feia do Satanás, o demônio fico doido. Poxa, varia, meu Deus. Tô que desgrafia. Eh, variável variável latente, eh, a variável latente Holística e diferencial. Isso. Variável latente
holística. Holística. E a variável latente diferencial. variável latente diferencial. Eh, vamos imaginar que eu tenho um certo fenômeno. Eu vou dar um exemplo. Eu vou dar um exemplo até da teoria do desenvolvimento, tá? Então, eh, eh, vou pegar até o Piago, que fica fácil de ver Isso aqui. Então, por exemplo, pega a teoria piagana. Quem não conhece a teoria do PAG, eu dou um resuminho rápido, tá? A teoria do Piagê, ela estuda o desenvolvimento infantil, mas até o adolescente, né, ela estuda o desenvolvimento. Então, o que que ele fez? O Piag observava os filhos dele,
tá? Eh, eh, ele observava os filhinhos dele, os três filhinhos. E aí o que que ele via, né? Ele observa o que que você observa no Dia a dia? No dia a dia você observa o comportamento. Você observa o comportamento. Então ele ele os livros dele são chatíssimos porque ele ficava olhando lá e Loran tr anos, 2 meses e um dia e ficava anotando o que a pessoa o que a criança fez naquele dia, tá? Então a criança se comporta todo dia. Esses comportamentos, conforme conforme você vai eh eh o comportamento, por exemplo, do dia
um, Ele tem uma interação com o comportamento do dia dois. até o dia n, né? Então você tem uma dependência dos comportamentos, tá? Essa dependência dos comportamentos vai criando uma certa variável latente que é chamada de holística, tá? A variável latente. Então, por exemplo, vou vou dar um exemplo. Ah, você pode fazer até com criança pequena, que esse experimento é universal. É, você pega uma criança de um ano, mais ou menos um ano, né? pega o Bonequinho dela, ela tá segurando o bonequinho, você coloca o bonequinho no chão e coloca uma tigela em cima, uma
tigela fosca, que ela não consegue ver o bonequinho lá embaixo, tá? E eh quando a criança é muito pequenininha, tem um fenômeno chamado permanência do objeto, né? Permanência do objeto é quando a criança sabe, né? Na cabeça dela formou uma representação do objeto e ela sabe que mesmo não estendo, não, não estando vendo o objeto, ela sabe que tá embaixo Da da tigela. Então ela tira a tigela e pega, tá? Isso você não nasce sabendo, isso é aprendido, tá? Você saber que se eu pego o seu bonequinho, coloco dentro do armário, né? Você saber que
o bonequinho tá lá, você precisa de uma representação mental disso, né? Eh, eh, e isso é aprendido, tá? Então, tem, no caso, quando a criança é muito pequenininha, você pega o boneco dela, coloca na eh coloca na no armário, ela acha que sumiu o bonequinho, ela não Consegue criar a representação mental do bonequinho em algum lugar, tá? Por isso que criança pequenininha, quando você sai do quarto, ela começa a chorar às vezes, porque ela, para ela, você desapareceu, você não existe mais. Você deixou de existir quando ela é muito pequenininha, tá? Então o que que
acontece? O que que seria essa estrutura, né? A estrutura é uma relação entre variáveis holísticas e diferenciais, tá? É uma relação entre Variáveis holísticas e diferenciais. Então, no dia a dia você tem o comportamento. A criança tá o tempo inteiro lá brincando com o bonequinho. Então, tá lá o bonequinho, você coloca em cima a tigela, ela não vê ou ela vai embora, ela começa a chorar. Aí depois no outro dia você pega o bonequinho dela e coloca a tigela em cima, né? Ou por exemplo, se se enxergar no espelho, se enxergar no espelho é uma
habilidade, você aprende. Então, um dia você coloca A criança na frente do espelho, ela chora ou ela tenta pegar, né? Aí no outro dia você faz também, faz também, faz também. Todo dia você vai mostrando para ela, né? o comportamento todo dia. Isso, esse essa essa relação essa relação temporal temporal da da variável comportamento, né? Porque é diretamente observável da variável da variável comportamento. Comportamento Gera uma variável latente holística. É, desculpa, diferencial. variável latente diferencial. Por que que chama diferencial, né? Porque a cada dia vai mudando um pouco. Cada dia vai mudando um pouco. Então,
uma variável latente, ela é um processo emergente emergente a partir de variáveis observadas. variáveis observadas, Que no caso é o comportamento. Eu vou vendo seu comportamento todo dia, vai aparecendo, por exemplo, aí chega um dia que você coloca o bonequinho lá, né? E e coloca a tigela em cima, a criança tira a tigela e pega o bonequinho. Ou seja, ela adquiriu a variável latente diferencial permanência do objeto, tá? Então lá tem tem lá comportamento um, comportamento dois, vai indo, de repente isso chega, ela tem permanência do objeto. Permanência do objeto. Então o que que é
a permanência do objeto? É uma variável latente diferencial criada a partir da sequência dos comportamentos. Você vai treinando. Tudo bem, gente? Vocês estão comigo? Vocês pegaram esse exemplo, tá? Imagina você fazendo um comportamento. Você tá fazendo um comportamento todo dia. Todo dia você tá fazendo alguma coisa. Chega uma hora que você se dá conta que você aprendeu uma coisa, né? Nossa, entendi. Tá? É igual para quem fala de exatas, tipo, uma variável latente diferencial é saber resolver uma equação. Uma equação. Saber resolver uma equação é uma variável latente. Então, por exemplo, é exercício. Você vai
fazendo listas de exercício, vai lá fazendo, fazendo, fazendo, fazendo. Aí chega uma hora que aparece um exercício e resolve, né? Ou seja, você adquiriu a variável latente diferencial, que é resolver equações, né? é treino, pode ser que você perca, Pode, tá? No caso do Piagê, né? Eh, eh, você não perde, você não perde porque isso isso vai acumulando. Então, o Piaz ele faz ele fazia uma ele tinha uma teoria, né, que a adaptação a adaptação ao ambiente é igual a assimilação, a assimilação mais a acomodação, né? Então, quando você Isso, essa intuição vai é é
uma coisa assim, essa intuição é uma variável latente diferencial que faz você perceber, eu Tenho essa habilidade, tá? Eu tenho essa habilidade. Então, a variável diferencial é isso, tá? Então, a adaptação é você entra em contato com um comportamento que você não sabe, no começo você faz tudo errado, normal, você vai estar assimilando e aí chega uma hora que você acomoda. Quando você acomoda que você dá, dá o clique, né? Então aqui a a assimilação diz respeito ao erro. Você vai reduzindo o erro e aqui diz respeito ao clique que, nossa, Entendi. Aí quando você
aí acontece esses dois, você se adaptou e aí quando você se adapta, você vai pra próxima fase, tá? Você vai pra próxima fase. Então o comentário do Gustavo, tem o limite? Não, não tenho limite, tá? Não ten o limite. E então assim, o que que o Pag descreve? Agora eu consigo mostrar o que que é a variável latente holística, né? A holística é um conjunto de diferenciais. E eh então, por exemplo, o Piag ele ele Ele coloca uma coisa muito importante, são as fases do desenvolvimento. Fases do desenvolvimento, né? As fases do desenvolvimento. Então, por
exemplo, a primeira fase do desenvolvimento que ele coloca é chamado de sensório motor. Sensório motor, tá? E aí no livro, no livro lá tem várias vários pedacinhos. Então, o que que o sensório motor é, né? O sensório motor é uma variável latente holística. Holística, porque ela é o resultado de um, Então, por exemplo, eu tenho sensório motor, aí a segunda fase eu tenho que ter a a função pré-operatória, que aí entra a linguagem, tá? Então, costuma ser um pouco menos de 2 anos. Então, aqui é a sensó de motor pré-operatório. Pré-operatório. A a o pré-operatório
também é uma é uma variável latente holística. holística, o pré-operatório para sair da Fase um para dois, eu tenho que eu tenho que ganhar habilidades. Você ganha fases, é como se fosse um videogame mesmo, vai ter que passar as fases, tá? Então daqui eu vou ter uma, eu vou ter uma variável latente diferencial, né? Eu tenho que ganhar habilidades, tá? Então você vai você vai aprender, você chegou no sensório motor, para chegar no operatório, acho que são oito oito habilidades você tem que aprender, né? Então você vai ter a variável Diferencial um mais a variável
diferencial 2 mais a variável diferencial 3 até a variável diferencial oito. Quando você adquire todas, você cai na na holística, é uma maior, né? É como se fosse uma meta, uma meta variável latente, que é uma junção de todas as outras, tá? Então o que a a Marina colocou essa aprendizagem espiral mesmo, essa aprendizagem espiral, tá? A aprendizagem espiral é feita a partir das habilidades, que é a variável Latente diferencial, né? E quando você olha como um todo, é a variável latente holística, quando você olha por um todo, assim, tá? Pegaram a ideia, gente? Pegaram
a ideia, a ideia de como acontece? Isso isso é muito mais fácil de explicar pelo desenvolvimento mesmo, tá? Eu basicamente expliquei a teoria do PAG, né? a epistemologia genética, que é quais são as causas necessárias mínimas para a aquisição do conhecimento lógico matemático. Essa, esse era o grande Objetivo da vida do Piag, era estudar isso. Ele escreveu 80 livros, tá? Se você quiser ler mais sobre essa relação entre a variável latente holística e diferencial, leia o livro do Piagração das estruturas cognitivas. Pense o livro difícil, né? Mas mas tá lá. Então, a equilibração equilibração das
estruturas cognitivas. das estruturas cognitivas, tá? Mas o que o que eu quero, eu não Defini estrutura ainda, mas só tô dando um exemplo. Então, o que que aparece, né? Eh, o que aparece? Você tem uma variável latente. Então, assim, ó, você tem o comportamento. O comportamento é o que você faz todo dia, né? Todo dia você tá lá fazendo alguma coisinha. Esse comportamento, né? Ele vai gerando por assimilação e acomodação você se adapta, você aprende coisas. Essas pequenas habilidades que você aprende é a variável latente diferencial, né? A Partir da variável observada que é o
comportamento. Você vai comportando, comportando, aí você aprende, né? Tipo, vou fazendo lista, lista, lista. Aprendi a resolver equações, variável latente diferencial. Aí dado que você aprendeu a a a resolver equação, você vai usar essas equações para outras coisas, né? Vai chegar uma hora que você vai desenvolver uma competência maior, tipo aprendo, tá? que é um é a disciplina mesmo. Aí a variável latente holística, Percebe? E isso vai dando saltos, né? Eh, essas fases vão dando saltos. No caso do desenvolvimento, isso não volta, tá? Isso não volta. Então, por isso que ele não chama de estágio
do desenvolvimento, ele chama de estádio com D. Estádio é uma coisa que você passa, mas não volta, tá? Para outras coisas, você pode voltar sim, mas aí você tem um um resíduo ali que faz você reaprender mais fácil, tá? É, é meio que isso, Mike. É meio que isso, tá? Então, A variável latente diferencial é um processo emergente a partir de variáveis observadas, que é o comportamento. A variável latente holística, ela é ela emerge emerge a partir da combinação combinação é de variáveis diferenciais, variáveis latentes diferenciais. Meu Deus, que letra feia. Eh, diferenciais aqui, variáveis
latentes Diferenciais, tá? Agora eu consigo explicar o que que é uma estrutura, tá? E depois eu consigo definir sistema. Então, o que acontece? A estrutura é esse processo todo. Então, o que é como é que a gente define, né, uma estrutura? são é uma relação entre níveis de análise. Isso é a definição de estrutura. É uma relação entre níveis de análise. Aqui uma relação entre níveis de análise. Níveis de análise, tá? Isso é uma estrutura. Então, imagina um certo fenômeno, você vai decompor esse fenômeno em partes, em níveis de análise. Cada nível de análise pode
ter um isomorfismo diferente, ou seja, uma forma de medir as coisas, né? Então, chegamos uma coisa, ó, primeiro, eu já expliquei a teoria do PH, tá? O resumo da teoria do PH é isso, é é relação entre variável holística e diferencial. Vai criando esse ciclo mesmo, tá? Então O verde seria a as variáveis latentes diferenciais, vai formando esse círculo crescente. E esse amarelo é a variável latente holística mesmo. Você vai galgando, né, o desenvolvimento, tá? Então, olha que fantástico, o que que é a estrutura, né? O que que é a estrutura? Eu eu realmente espero
que vocês estejam me acompanhando, gente. O chá de cogumelo é duro, mas é tão interessante porque a Gente estrutura todas as áreas aqui, todas. Tem o nosso amigo ali que é geógrafo, isso aqui tem uma uma importância gigante. Na psicologia nem se fala, né? Biologia também, tá? Eu espero que você se sintam contemplado, porque aqui a gente tá falando de uma coisa muito geral, tá? Então, eh, é, tá, mas tô estudando mais, né? Então não não é só repetir, então senão eu não aguento. Então assim, ó, eh eh como agora a gente pensa, como é
que a gente Pensa uma estrutura? Então o que que é uma estrutura? Você vai ter um fenômeno, né? Vai ter um fenômeno aí, desse fenômeno eu vou quebrar em níveis de análise, tá? Vou quebrar em níveis de análise. Níveis de análise. E aí você pode pensar um fenômeno. Vamos pensar um fenômeno. Por exemplo, vou pegar em homenagem a Malu que está aqui nos acompanhando. Glória. Dá oi para Malu aí, gente. né? Eh, eh, vou pegar uso de drogas, tá? Uso de substâncias, uso de drogas. Esse é o fenômeno. Pessoas usam drogas pelas mais diversas razões,
tá? Esse é um fenômeno complexo, vários níveis, tá aqui, né? Aí eu vou decompor em níveis de análise, dependendo do meu interesse, mas eu quero criar uma estrutura, então você é amplo, tá? Então, eh, usar drogas é um comportamento, então você pode medir coisas por questionário, Comportamental, né? Comport comportamento, tá bom? Mas você também tem uma dimensão fisiológica, fisiologia, né? O efeito da droga e tal. Você pode ter também uma dimensão genética também, né? Efeito, vê se tem marcador da vida e tal. Você pode ter também uma herança sociológica. Sociológica, né? Por que não essa
droga e não outra, né? Tem toda, tem uma questão antropológica. Antropológica também. cultura, aquele povo namastê gratidão que mora que mora na que fica falando que usa droga para para se conectar com os ancestrais e mora em na Santa Cecília, né? Aí já junta o sociológico com antropológico junto quando na verdade a pessoa é um xístico porque ela só quer ficar louca, mas enfim, né? Então assim, comportamento de fisiologia, genética, sociologia, antropologia, vai juntando a parte, pode ter, pode ter a questão Química, né? Também estudar a própria química da substância também, né? tal, tem todos
esses níveis. E você pode até pensar, né, numa numa questão evolutiva, até pensando em genética de população, evolução, tá? Todos esses níveis de análise incorporam o fenômeno, todos eles, tá? E aí, o que que você vai fazer para cada um deles? Isso quem tem que pensar é docente, porque deveria ser a linha de pesquisa dele, mas não é, porque, né, já voltamos e todo o povo Não faz o curso 1, dois e três, docente devia fazer. Então, para cada um desses níveis de análise que você tiver interesse, tá? Não, não é um trabalho só, são
vários, mas a a meditação é assim, você tem que pensar para cada nível de análise vai ter um isomorfismo, vai ter um tipo de isomorfismo, tá? Então, ah, para medir comportamento, vou medir por um questionário. Será que o meu questionário tem isomorfismo por número? Pode ser que tenha, mas será que Tem isomorfismo por matriz, né? Às vezes o fenômeno precisa de matriz, tem que tem que meditar. vai pegar fisiologia, vou fazer um teste fisiológico, alguma coisa do tipo. Pode ser que tenha isomorfismo por número, tá bom, né? Pode ter isomorfismo por método também, dependendo do
que eu tô fazendo. Tem que meditar isso aqui, né? Genética, ah, marcador genético é mais isomórfico por número mesmo, né? Que é só expressão de gêne. Pá, a questão sociológica, vixe, Aí o negócio já já encaluda, porque às vezes não tem isomorfismo, né? Às vezes eu preciso pode ser, eu posso pode ter uma coisa isomórfica por número, né? Se for uma coisa um pouco mais econômica, mas talvez precise do discurso também, né? Discurso, talvez não tenha isomorfismo, talvez eu preciso do discurso, né? Vai ficar uma coisa faltando, mas não tem problema. E eu estou meditando,
né? Pode ser, pode, pode ser que precisam de um discurso Aqui, tal, né? Antropologia nem se fala, é só discurso, porque etnografia pura, né? É discurso, tal. Talvez fique faltando essa parte aqui, talvez precise de do outro lado da da segunda metade do curso. A questão química em geral é mais por número, né? Na evolução pode ser número matriz. Então eu tenho que pensar os tipos de isomorfismo. Número e aqui, né? Número pode ser por matriz também. Falar beleza, né? Então tem, ó, tenho vários níveis de análise aqui. Aqui é a Chance de fazer vários
amigos, né? Eh, e aí o que que eu vou fazer? O que, o que que seria a estrutura, né? é a relação entre esses níveis de análise. Então, a partir daqui, eu tenho que montar uma estrutura. Então, a estrutura, né, seria como esses níveis se relacionam. Então, como estes níveis isomórficos ou não se relacionam, Se relacionam? Como é, como é que eu consigo relacionar todos esses níveis de análise? né? E dá, dá para fazer isso desde que o pesquisador tem o quê? A interface. Se o pesquisador tiver interface, ele consegue fazer, né? Chegaremos a fazer
isso no final do curso três. A meta é essa. A meta não, não com todas as áreas, mas pelo menos com algumas delas, sim. Você pega umas duas, duas, três áreas, já dá para fazer alguma coisa, Tá? Se você tiver desenvolvido a interface, você vai conseguir fazer um projeto que você faça sistema e discurso e compare, tá? Isso é a estrutura. A estrutura como é que você amarra tudo isso aqui, tá? Isso é estrutura. Então, acho que ficou claro agora, ficou claro a ideia de isomorfismo, ficou clara a ideia de estrutura, né? Eh, eh, e
aí a relação entre as variáveis holísticas e diferenciais, porque, por exemplo, cada um desses comportamentos aqui, esses Isomorfismos, são variáveis holísticas, né? Cada uma cada uma dessas partes aqui é a variável são variáveis holísticas. Variável latente. Eh, desculpa, diferencial. Diferencial, desculpa, diferencial, né? Quando você avalia a estrutura, mesmo que é a relação de todas essas coisas, você vai criar a variável latente holística. Então aqui na estrutura, no resultado da estrutura, você vai variar as variáveis latentes, holísticas, Holísticas, tá? É aqui nessa parte aqui da estrutura, tá? Dá bastante trabalho, mas isso aqui é a linha
de pesquisa da vida de uma pessoa, cair aqui na na variável holística, tá? Eu vou dar exemplos mais no final do curso, mas por exemplo, teoria do PAG, né? A teoria das fases do desenvolvimento piagitiana, a a saber, sensório metor, sensório motor, pré-operatório, operatório concreto, operatório formal, são variáveis Latentes, holísticas que refletem uma estrutura a partir do nível comportamental. E aí ele fala também da da até evolutivo, né, dos organismos. Eh, a variável latente holística tá mais perto do fenômeno, tá? Não é um fenômeno, mas tá mais perto, tá? Eu ainda não fiz abjeção, mas
tá mais perto. Faz sentido que tá, né? Então, quando você pensa, por exemplo, no Piag, a ideia de eh esquema mental, esquema mental, Né? O Piag fala muito disso, os esquemas comportamentais, os esquemas mentais, né? Os esquemas mentais são essas variávezinhas latentes, diferenciais, vão se juntando os compos comportamentinhos. E aí tem uma frase do Piag muito boa que ele fala assim que o ato motor leva ao ato mental. Guarde essa frase para quem quem falou aí que tá estudando Pag, o livro lá do Piag. Nesse livro não tem essa frase, mas é a principal frase
do Piag. O ato Motor leva o ato mental. O o a variável latente diferencial leva a variável holística. Isso que ele queria dizer, tá? Então aqui o Piag, né? Ele coloca que o o ato motor leva ao ato mental. Ao ato mental. E aí tem uma coisa muito importante, a recíproca não é verdade. Então o ato motor, você se comportar leva à construção de esquemas mentais. Então a variável latente diferencial, que é se Comportar leva a variável holística, que é o esquema mental. O contrário não vale. O ato mental não leva o ato motor. Você
pensar não vai fazer você fazer melhor. O que faz você fazer melhor? Faz. Deixa de ser besta. Ai, o que os outros vão pensar de mim? Estão com medo. Dane-se, vai. Sabe, mete o louco, mete a cara, tá? Daqui a 50 anos vai estar todo mundo morto e ninguém vai ligar que você tava com vergonha. Mete a cara. Piagê já dizia isso e a gente Aprende com as crianças. Se criança ficasse com vergonha de fazer as coisas, não se desenvolve, tá? E se ela ficar vergonha é com pessoa que fica inibindo a criança. Tem que
deixar ela meter o louco mesmo, tá? Com restrições também, né? Não é para se jogar da do prédio, tá? Então essa frase é muito importante, é a ligação das variáveis latentes diferenciais com as holísticas. E aí chegamos uma conclusão fantástica agora, né, que a a Aprendizagem, o que que a gente entende por aprendizagem, né? A gente consegue definir agora algumas coisas. Então, a a estrutura é uma relação entre os níveis de análise, são esses aqui, né? E aí, o que que é aprendizagem? Os diferentes tipos de aprendizagem, né? A a aprendizagem é uma variável latente
holística, é uma estrutura. Então, quando você pensa o fenômeno de aprender, aprender É uma estrutura. É uma estrutura, né? Por que que aprender é uma estrutura? Porque o seu aprendizado depende de você, mas depende do do contexto, dos seus genes, da história, de um monte de coisa junto, né? Então, aprender, aprender é uma estrutura, necessariamente é uma estrutura, né? E aí a gente chega numa uma conclusão fantástica para quem é psicólogo, se Você tiver vivo ainda, agora finalmente no curso três, eu vou conseguir tirar uma parte do bater tambor da psicologia, né? que a gente
vai definir isso depende do que depende do que você faz, depende do contexto social, histórico, o que que você tá fazendo, como que você tá fazendo. Você percebeu, ô K, que são vários níveis de análise nesse sentido e aprender a integração disso é uma estrutura, né? É uma estrutura baseada em várias variáveis eh latentes Holísticas que foram criadas a partir de variáveis diferenciais, né? Cada uma delas com o seu isomorfismo. Veja só, né? Eh, então, exatamente. O Gustavo colocou muito bem. Não, então, na verdade, não é banal esse esse negócio não é banal, tá? Dar
a caminhada, dar a caminhada é mexer numa certa na na no componente de uma variável isomórfica por matriz que vai mutar essa matriz, vai mudar o seu estado, né? Agora, ah, eu tenho que Pensar positivo. Não vai mudar nenhuma, Gustavo, você pensar positivo. Agora, você fazer uma caminhada mesmo sem motivo, isso muda. O ato motor muda o ato mental. A recíproca não é verdade, né? É, é, é, é isso, tá, Gustavo? Vai, vai andar, vai andar, tá? Não importa por só vai dá a volta lá. Pode ser que dê certo alguma coisa, tá? Pode ser
que não, mas não interessa. É só não parar, tá? Só continuar. Então, aprender uma estrutura. Vocês perceberam essa Discussão, né? Agora a gente consegue chegar numa conclusão fantástica que aí quem quem for psicólogo, finalmente a gente vai tirar, jogar o tambor fora para parar de bater tambor pro sol. Vamos definir agora a luz dos conhecimentos que e dos conceitos que temos aqui. Vamos definir o que é subjetividade. Você vai definir o que é subjetividade subjetivante da subjetivação? Vou definir subjetividade. Sério? Vamos, Vamos definir subjetividade. Agora a o curso de psicologia acabou, né? Agora vamos definir
o que é de fato subjetividade e termos em termos diretos mesmo. Vamos definir, né? Nossa, eu vivi para ver isso. Pois é, né? Olha onde você foi achar aqui no meio de um um vídeo no YouTube você foi achar, né? Que vergonha. Então vamos lá. Vamos definir agora a luz que a gente tem aqui, tá? O que é subjetividade? Subjetividade subjetivando a subjetivação. Subjetivi Idade. Vamos lá. Definindo com os termos que a gente tá usando aqui, tá? são termos operacionais. Então, a subjetividade eh eh a subjetividade sempre se refere a um fenômeno, tá? Então, quando
você diz que um fenômeno é subjetivo, ah, isso é muito subjetivo, o que quer dizer isso? A gente coloca uma palavra em cima de uma coisa que a gente não sabe definir. Então, a subjetividade é referente, é algo referente a um fenômeno, É algo referente a um fenômeno que quero estudar. que quero estudar, né? É referente a um fenômeno que quero estudar em diferentes níveis de análise, em diferentes níveis de análise, tá? Eh, subjetividade é referente, é algo referente a um fenômeno que quero estudar em diferentes níveis de análise, eh, com base Com base ã
em diferentes sistemas de aprendizagem, em diferentes sistemas de aprendizagem. aprendizagem, eh, diferentes sistemas de aprendizagem, é a aplicação, é a aplicação de uma estrutura de aprendizagem, uma estrutura, essa palavra que tava Faltando. Então, subjetividade é a aplicação de uma estrutura de aprendizagem, uma estrutura de aprendizagem em diferentes níveis de análise, em diferentes níveis de análise, eh, em diferentes níveis de análise do objeto, no caso a pessoa do objeto, no caso a pessoa. por meio da avaliação integrada, por meio Da avaliação avaliação integrada integrada de diferentes habilidades, ter diferentes habilidades. Habilidades. Então, a definição, né? Então,
a a definição, né? Então, subjetividade seria a aplicação, é a aplicação de uma estrutura, estrutura nesse termo aqui, tá? É de uma estrutura de aprendizagem em diferentes níveis de análise do objeto, que seria a pessoa, Por meio da avaliação integrada de diferentes habilidades. Isso é subjetividade. Então, é aplicação, porque vocês viram que aprendizagem é uma estrutura. é a aplicação de uma estrutura de aprendizagem em diferentes níveis de análise da pessoa. Então, uma estrutura de aprendizagem aplicada no seu comportamento, na sua fisiologia, na sua genética, nos seus aspectos históricos, evolutivos, o que quer que seja, em
diferentes níveis de Proximidade do organismo, né? Aplicação de uma estrutura de aprendizagem em diferentes níveis de análise do objeto por meio da avaliação integrada das habilidades desse mesmo objeto, né? Então, uma estrutura de aprendizagem que é aplicada nos meus níveis de análise e é eh eh por meio da avaliação integrada da minha habilidade. Então, você tem o organismo aqui, ó. O organismo ele interage por meio das habilidades dele, os comportamentos, Né? Ele age com das habilidades dele e a volta seria a estrutura, né? A estrutura de aprendizagem. Estrutura de aprendizagem. Aí, respondendo a pergunta do
K aí, eh os sistemas de aprendizado tem vários, tem vários sistemas. Você aprende, por exemplo, e eh estando num lugar, você aprende, por exemplo, você perceber que tá quente ou frio é uma forma de aprendizagem, seu corpo tem, não é nada, muitas vezes não é cognitivo, né? Às Vezes você aprendeu regras sociais, normas sociais que você aprende sem perceber eh como como se comportar ou não em alguns lugares. Às vezes são coisas que você estuda, né? Então, tem o nível comportamental de estudo, tem a sua fisiologia, você aprende com seu corpo algumas coisas, como você
deve ou não se portar, seus genênes também te ensinam alguma coisa que eles têm marcadores da interação com o ambiente, tem aspectos sociológicos ligados às Normas sociais, antropológicos nem se fala, né? Até questões evolutivas mesmo de traços adaptativos que vem da herdabilidade dos seus parentes, né? Percebeu que é muito complexo, né? Quando você pensa em aprendizagem, tem vários níveis, vários níveis de aprendizagem. Subjetividade é isso, é a aplicação dessa estrutura de aprendizagem em vários níveis em você por meio da avaliação integrada das suas habilidades. Então, a partir do Entendimento das suas habilidades, dos seus comportamentos,
eu consigo tentar definir qual estrutura de aprendizagem está te pressionando. Essa estrutura é a subjetividade, percebeu? É uma coisa interacional. Interacional. E agora, finalmente, olha, chegamos com chave de ouro. Que vitória, né? Podemos afirmar. Por quê? Porque é a primeira aula de psicologia que você ouve esse engodo, né? Por que que você entende o selfie ou o humano, né? Quando você fala o ser Humano, primeira primeiro livro do primeiro livro de psicologia do primeiro ano, né? O ser humano é um ser biopsicosocial. jogamos esse tambor fora, né? Quando você diz que é um ser biopsicossocial,
isso aqui são os níveis de análise. Níveis de análise, né? Cada um desses níveis de análise tem a as variáveis latentes diferenciais. São o bio, é um ambiente, o psico é o seu comportamento, a sociedade, isso tem as Suas variáveis que você age lá, né? Aqui vai ter os seus compas variáveis latentes diferenciais, né? Isso aqui, biopsicossocial, são variáveis latentes holísticas. E a junção disso tudo gera uma estrutura de aprendizagem que afeta você. A relação entre essa estrutura biopsicossocial de aprendizagem e você gera subjetividade. Pronto, conseguimos explicar, gente, a subjetividade subjetivante da subjetivação, hein? Conseguimos
explicar de forma Operacional, né? Usando os nossos conceitos agora de curso três. Veja que beleza, né? Isso aqui é um negócio abstrato, mas é importante, né? Ah, o KR fez uma pergunta retórica, tá? O KR fez uma pergunta retórica. Você tá perguntando só porque você já sabe a resposta, né? É óbvio que dá, tá? Então essa é a ideia. Então, subjetividade não é uma coisa abstrata, é uma coisa completamente concreta. Se você tem o método, se você tem o método, é uma Coisa completamente concreta. Ah, não, mas a minha subjetividade, tudo bem, dá para medir?
Claro que dá para medir. Estabelecendo os níveis de análise, estabelecendo o fenômeno que você quer medir, vendo os níveis de análise, os isomorfismos, você consegue construir a estrutura para isso. E é isso que a gente vai fazer no curso três, construir toda essa estrutura. e vai ter uma parte que não vai dar certo, vai, a gente vai completar com o discurso, tá? Então, o Final do do no curso três é dar as condições mínimas para que os senhores consigam construir estruturas subjetivas para entender os processos de aprendizagem em quaisquer situações, né? Desde a geografia, história
e psicologia, biologia, economia, qualquer área, qualquer área dá para atacar com isso. Qualquer, tá? Precisa de um fosfato, vai ter que fazer o curso um e dois antes, né? Porque se você chega aqui no curso três de Alegre, meu Deus Do céu, chá de cogumelo brabo, né? Mas é importante, né? Então, a a Mariana, você consegue responder isso? A subjetividade algo exclusiva do humano, você consegue responder como bióloga, tá? É a aplicação de uma estrutura de aprendizagem em diferentes níveis de análise de um objeto, pode ser um bicho, né? Por meio da avaliação integrada de
diferentes habilidades. Se eu pego um eu pego um trilobita, eu pego um trilobita, tá? Ô, é que trilobito já foi extinto. Pega uma barata, dá uma baratinha. A baratinha tem habilidades, ela aprende coisas. A partir da da aprendizagem dessas coisas em diferentes níveis de análise, eu consigo criar a estrutura de aprendizagem para ela. Logo, qual é a resposta da sua pergunta, ô Mariana? A subjetividade existe na barata, hein, gente? He, hein, Mariana? A subjetiv tem, dá para estudar a subjetividade da barata, hein? Ou da bactéria. Pois é, dá para Estudar, né? Então, dá para estudar
total, entendeu? Dá para estudar qualquer coisa. Qualquer coisa é subjetiva, gente, para, sabe? Para de dar essa desculpa de horóscopo. É porque as pessoas não definem as coisas adequadamente. Ai, meus ovos, eu sofro, eu sofro com isso, tá? Eh, então, falta a última coisa, só para definir. Falta só uma última coisa que é o sistema, né? Só escrever a definição De sistema. Então, o o problema é só o método. A formação baseada em evidência é meu pau de óculos, gente, sabe? Eh, para com isso. Formação baseada em evidência é meu pau de óculos. É isso
aí é é pudo científico. O o negócio é formação em método. Se você aprende os métodos, sistema e discurso, né, acabou, velho. Não precisa ser for, seguir ninguém na internet, fazer curso, nada disso. É só pegar isso aqui e tocar pra frente, mano. Isso, isso tinha que ter Est em toda a graduação. Toda a graduação tinha que ter no finalzinho dela uma discussãozinha de dessas coisas aqui, né, para você e criar mais amigos e conversar com o povo das sociais, conversar com ai meu Deus, eu sofro. Mas enfim, e o pior que isso aqui vai
funcionar, se funcionar, se a gente não for eh dizimado, isso vai funcionar só depois que eu a Malu a gente se aposentar, já tiver sete palmas de terra baixo da terra e a Malu, né? Mas estamos Jogando as garrafas no mar. Aliás, agradeço a Malu pessoalmente, viu? Eu eu espero que vocês fique flodando elas. A a Malu agradecendo por ela, porque essa discussão aqui, esse chade de cogumelo na UNIFESP, só seria possível por causa dela. É verdade, tá? E vocês falam que, você sabe que eu já falei isso e ela tá aí, tá? Isso é
importante mesmo. Obrigado, Malu. É importante mesmo, tá? Então falta a definição final para encerrar de sistemas. Então o sistema, né, o sistema ele assim tem uma definição isso simples, né? Eh eh seria o estudo estudo de um fenômeno mediado. Fenômeno eh mediado a partir de um conjunto de atributos. a partir de um conjunto de atributos, conseguir definir finalmente atributos, o que é um sistema, tá? Então o sistema é o estudo de um fenômeno mediado. Por que que ele é mediado? Ele é mediado pelo Isomorfismo, né? Que é a variável aleatória, tá? Então a o estudo
do fenômeno mediado é mediado por quê? Pelo isomorfismo, tá? Por alguma coisa que liga, né? pela pela variável elatória. Então, estudo, o estudo de um fenômeno mediado a partir de um conjunto de atributos, né? Essa definição de sistema acabou ficando simples, à luz de tudo que a gente viu, né? Então, na área de sistemas você vai ter a teoria da medida. Teoria da medida é relacionada Com número, né? Se não der para usar número, não dá para usar sistema, né? Não dá para medir, tá? Aí a gente vai para outro lado. Mas se não dá
para medir, eh, se dá para medir, tem um isomorfismo. O isomorfismo vai do fenômeno pro atributo, mas não volta. Isso é importante. E aí tem os tipos de isomorfismo, né? O primeiro isomorfismo por número. Quando não dá por número, posso tentar por matriz. Quando não dá por matriz, posso tentar por aptidão. Quando não dá por aptidão, posso tentar por método. Se não dá por método, posso tentar por jogos. Se não der para nenhum deles, lascou-se. A gente vai ter que, não tem zero, vai ter que ir para outra área. A gente vai pro discurso, né?
E aí o discurso ele tem principalmente essas três partes, né? A aquele triangulinho que é o o a fala, o sujeito e a ideologia. E aí são outras técnicas, tá? Então agora eh eh a próxima aula a gente vai ter uma aula de matriz. Eu vou dar Uma recapitulada do ensino médio de matriz e ver as aplicações disso para cadeia de marcov, processo estocástico, que é um negócio muito útil que nas aulas para frente vai aparecer. E passado aula que vem, a gente vai começar com o nosso primeiro teste, que é network models. Aí vai
network models, aí vai teoria de resposta ao item, eh, eh, aí depois entra no isomorfismo por método, a gente vai ver psicofísica, teoria da decisão, eh eh eh teoria da Decisão, teoria de probabilidade, autocontrole, eh, microeconomia, aí vai lá para teoria de jogos, aí tem os testes intermediários, aí a gente vai aprender eh metodologia aqui, ã, como é que chama? con joint análises, que é uma técnica fantástica, tá? Conoint análisis. Depois vai ter uma transiçãozinha, uma aula teórica, vamos paraa aula de discurso aí vai lá método Delf eh metodologia que ground theory, teoria, a análise
de conteúdo, análise Do discurso, etnografia e a gente termina o curso três, tá? Então tem muita coisa, tá bom? Muita coisa mesmo. Então, ó, coragem, vamos indo devagarzinho, a gente vai galgando aos pouquinhos, tá? E espero que vocês aproveitem esse processo assim como eu, tá? Então, obrigado mais uma vez pela paciência e atenção de todos. Espero que você tenham diversões, assuntos para discutirem no final de semana, porque essa discussão é formidável, né? E você Não vai pegar muita gente discutindo isso aqui, não, né? Mas se você encontrar alguém, não largue, porque para alguém para discutir
isso aqui é errado, tá? Mas agradeço que temos todos nós aqui nesse, graças a Malu, né? Temos aqui um ambiente para para poder discutir essa discussão e jogar as garrafas no mar, tá? Então, obrigado pela paciência e atenção de todos e nos vemos na próxima aula. Obrigado, até mais.