Olá pessoal Bom dia espero que estejam todos bem como sempre Eh vamos começar nossa 20ª aula né do da disciplina psic estatística aplicada à psicobiologia parte 1 nesse curso nessa aula de hoje a gente vai terminar alguns aspectos ligados ao glm aos modelos lineares Gerais né e e vamos falar de novo mais uma aula sobre método né uma aula de metodologia na parece que não a gente já viu algumas Coisas interessantes que podem melhorar sua compreensão no momento de analisar vários tipos de dados de experimentos né então só fazendo uma recapitulação rápida quando a gente
fala do General linear Model né então o o glm é uma forma de agrupar vários tipos de anova Então são tipos de variações da nova aqui né uma forma geral de agrupar Vários tipos de anova então anova ancova manova manova tudo todas essas variações você não precisa mais se preocupar com os nomes Quando você pensa no no glm essa a ideia na na aula passada a gente falou de algumas características né Eh do glm Independente e do glm de medidas repetidas E aí uma coisa que eu espero que tenha ficado Claro da aula passada é
a importância do cálculo de amostra Então sempre sempre faça sempre faça cálculo de Amer eh por quê Porque se você não fizer o cálculo de amostra você vai ter alguns problemas né então um problema que a gente deixou claro evidenciou né na aula passada é quando a o o resultado do teste f o teste F do modelo ele dá significativo E aí você vai olhar por exemplo post rock Post rock não significativo né E aí ou por exemplo você o o ou né ou teste F significativo e post Rock também post Rock também né significativo
PB também mas gráfico cruza né que seria um caso assim que o gráfico cruza o resultado né dos grupos e aí o que que a gente faz né e a gente propôs uma solução que uma uma ideia que seria e tratar apresentar os Dados ao invés da Média mesmo né apresentar os dados em função da Média da diferença apresentar a ideia da Média da diferença na verdade o intervalo de confiança da Média da diferença como post Roque né E aí aquela ideia quando a diferença é zero né quer dizer a diferença das médias dos grupos
É zero né você olha o intervalo de confiança da Média da diferença se o intervalo tiver todo fora para cima ou para baixo né temos aqui um resultado significativo né quando o intervalo está cruza o zero aí esse intervalo é não significativo tá eh então isso foi basicamente que a gente tratou na na aula passada né foi essa essa mensagem tá eh tudo bem gente assim só para começar o o a aula né lembraram dessa recapitulação tá ela é importante tá bom bom então essa essa dica é é importante E aí a gente viu uma
outra técnica né que é quando acontece esse problema então assim de novo o ideal sempre faça cálculo de amostra sempre se você se você fizer cálculo de amostra vai evitar esse tipo de problema aqui né vai evitar isso isso aqui é um problema né um problema um e isso aqui é um problema dois tá vai evitar E aí fazer o intervalo de intervalo de confiança da Média da diferença como post rock é uma Ideia e tem uma outra um um uma outra ou né tem uma outra técnica que seria covari coviar os dados pelo pela
medida basal pela medida basal em em testes longitudinais longitudinais então quando eu tenho quando quando você tem medidas repetidas né um um esse essa técnica da do intervalo de confiança da Média da diferença vale tanto para desenho transversal quant longitudinal Vale pros dois casos Tá se você tem Inter se você tem grupos que cruzam o intervalo apesar do P ser significativo né você olha lá um p 001 aí você olha as médias estão cruzando né Isso é um problema tem uma discordância então ao invés de apresentar o gráfico assim das médias você apresenta o gráfico
da Média da diferença tá eh é um truque um truque legal outro outro para para para desenhos de pesquisa longitudinais você pode covari os dados pela medida basal né isso é uma Coisa muito comum quando você tem muita variabilidade de uma uma medida né quando você tem uma um uma variável dep ente com alta variabilidade variável Dependente com alta variabilidade né uma variável Dependente com alta variabilidade no basal você pode covari os dados pela medida basal para melhorar a a dispersão dos dados reduzir a dispersão e o efeito ficar mais claro tá então isso aqui
é uma uma Dica bacana tá isso não é roubar tá Que fique claro não não não é roubar mas eh eh esses tipos de problema acontecem quando você não faz cálculo de amostra adequadamente tá então gera uma incoerência mesmo né poxa meu teste F deu significativo mas depois o eu olho no gráfico cruzou ou o p o o post rock não deu significativo como é que é né Eh isso sempre é problema do cálculo de amostra tá se você fizer cálculo de amostra você não vai ter nenhum desses Problemas então de novo isso aqui é
meio que um remendo tá são coisas que as pessoas fazem para ter um remendo tá eh então Eh é então Paulo o povo da célula essas essa coisa principalmente do gráfico da Média da diferença eh eh é o povo da célula e do rato que tem muito assim virou esse remendo aqui virou uma coisa tipo uma tradição do povo do rato e da célula né E aí O interessante é mostrar que é um remendo né é pela falta de cá De amostra na pesquisa então como como os nes do povo do rato e da célula
são pequenos né são sempre pequenininhos é vai acontecer isso do teste F ou do teste do de um teste e t por exemplo dá eu tô comparando só dois grupos o teste t dá significativo Quando você vai olhar o gráfico cruza né acontece quando quando você tem pesquisas com poder baixo né eh e aí é importante é importante saber justificar né Né o o esse tipo de coisa Tá tá E aí uma uma forma de justificar é eh então o o Paulo né então e os caras fizeram gráfico de barra mas sem sem mostrar os
pontos então vê que falta coisas né Quanto quanto quanto mais incoerente é o resultado mais informação você tem que dar para justificar né então eh eh aí fica importante por exemplo quando você faz o gráfico né você tá lá comparando os dois grupos e eles cruzam né uma coisa importante era mostrar os Dados individuais ainda mais porque o n é pequeno né para você ver um padrão ver se tem algum ire algum dado fora que puxa é legal mesmo para n pequeno né Eh mas não o pessoal não faz isso mas de novo se você
tivesse feito o cálculo de amostra nada disso teria acontecido parafraseando no a pau tá E os pontos seriam as unidades cada um dos valores né então se eu tiver se eu tiver dois grupos aqui e esses grupos por ex por exemplo a minha variável dependente É expressão gênica expressão gênica de alguma coisa aqui é os os dados individuais são os dados individuais e aqui é o intervalo de confiança o que quer que seja tá eh então ou você apresenta os dados individuais ou mostra por exemplo um gráfico desse que tem a média da diferença dos
grupos tá a média das da a quando você comparar em função da Média da diferença sempre o p vai acompanhar aqui a significância aí não vai ter Problema E aí a gente Entra naquele tipo de gráfico né esse gráfico aqui ó da Média da diferença né ele também foi incorporado pelo povo do rato e da célula quando você mostra aquele gráfico que por exemplo você tem eh três grupos né um um dos grupos vai ser o 100% E aí os outros grupos são variações sei lá em cima do 100% tá eh oov faz faz esse
gráfico da Média da diferença em geral não tá na verdade Você tem que como eu mostrei a aula passada né você não precisa fazer o gráfico na verdade né A ideia é você apresentar no nos resultados que eu mostrei na aula passada Como é que escreve você apresentar o valor da Média da diferença e o e o escrever mesmo o intervalo de confiança que dá tudo certo o recomendado é em vez de ser só fazer o gráfico é colocar numa tabela mesmo né então quando você for apresentar os dados do grupo ABC você aqui embaixo
um Deles você vai deixar vazio né um deles seria o 100% e o outro é a a diferença em relação a 100% então aqui seria a média da diferença a média da diferença em relação com a né então a média da diferença com relação e e ao a aí aqui é vazio o b vou colocar por exemplo 120 e aqui 140% então a diferença aí você teria o erro padrão da diferença né o erro padrão aqui vai ter um valor e aí teria o intervalo de Confiança intervalo de confiança D A diferença é muito importante
você colocar isso numa tabela né E aí você pode colocar um valor adicional não vai cab aqui mas eu vou colocar aqui desse lado seria o co D Isso é o que mais falta artigos do Povo da célula né é o com em D tá se você colocar o com em D por exemplo de cada comparação né com o a então aqui esse co D da comparação do B com a e esse é da comparação do c com a né esse Aqui é vazio né o esse aqui fica vazio eh ajuda muito quando for fazer
metanálise por exemplo tá eh então toda essa discussão que a gente fez ã pergunta do Bruno se eu encontro um efeito significativo da com valor de FP mas o tamanho de efeito é muito pequeno Como interpretar esse resultado você vai dizer que o tamanho de efeito é pequeno é é é diretamente isso você diz que a nova é significativa né mostra lá o post Rock mas diz o mas o tamanho de efeito é baixo e é isso tá [Música] eh é como se B tivesse 20% de aumento em relação ao a e o outro 40%
Exatamente é isso mesmo então a a essa porcentagem essa porcentagem de diferença em relação a ao a sempre ao A tá eh e aí a ideia a ideia desse desses tipos de trabalho é que por exemplo você vai comparar eh eh aqui em em relação ao efeito Eh assim ó o a diferença de B e C em relação a um grupo controle que seria o a né E aí em geral a gente usa diferença percentual porque isso que importa então por exemplo quando você trata de expressão gênica eh expressão gênica ou carga viral é um
outro uma outra área são valores que dão muito muito grande né tem um número muito grande e às vezes não me importa muito o valor eh o o o valor o valor em si o que me importa é a diferença o quanto você variou né então Você tratar os dados como porcentagem de diferença é válido tá não é um problema você tratar como como porcentagem de de de diferença de um grupo mas você tem que entender o que que isso representa qual o fenômeno que você tá expressando né então por exemplo a expressão gênica desses
três grupos pode ser baixo pode ser baixa né só que o b expressou 20% a mais que o a e o c 40% a mais que o a mesmo sendo pouco tá então assim a a você apresentar os dados em diferença né Em porcentagem não tem problema desde que você entenda o que que o fenômeno significa tá eh então assim você tem uma se você encontrar que tem uma diferença significa né entre o grupo B e a isso quer dizer que tem uma uma diferença percentual significativa mas você não sabe o tamanho do efeito se
ele é grande ou pequeno você só vai saber pelo com D aqui vale uma observação que é Importante essa observação pro povo do rato e da célula né aqui a gente pode fazer a seguinte observação então em estudos que eh trabalham em estudos dos que trabalham eh com porcentagem da diferença com um grupo controle né em estudos que trabalham com a porcentagem da diferença em relação a um grupo controle né que é o povo da célula e do rato usa muito eh o o este caso seja significativo Caso caso apareça diferença significativa significativa né então
em estudos que trabalham com diferença com porcentagem da diferença em relação a um grupo controle caso apareça diferença significativa eh temos diferença percentual em relação ao controle Mas não Sabemos Mas não sabemos nada sobre o tamanho de efeito tamanho de efeito desta diferença diferença sendo então sendo então necessário sendo então necessário apresentar apresentar medida de tamanho de efeito né aí uma sugestão é o próprio co tá Por quê Porque o com D é baseado nas médias né ele não é baseado nas Porcentagens é baseado nas médias e aí fica fica melhor né o resultado tá
então o o a dica que falta isso falta de forma generalizada nos artigos do povo do rato da célula Tá que eles fazem diferença do basal né Eh de percentual mas não coloca uma medida de tamanho de efeito então se eu digo que um grupo é 20% maior que o outro né se eu digo que um grupo é 20% maior que o outro tudo bem eles podem ser diferentes né Mas qual que é o o tamanho dessa diferença tá E se é é o tamanho de efeito então a a Mariana né e há uma forma
de não apresentar os dados com porcentagem Ah quer usar a média né então por exemplo se eu trocar isso aqui não tem mais espaço droga e se eu trocar vou ter que apagar aqui se eu trocar aqui por exemplo pra média da expressão gênica média da expressão gênica aí eu vou ter um valor para cada grupo né então sei lá se vai Ter um número assim grande né em geral a expressão gênica é uns número grande e aqui e algo assim tá ou você pode trabalhar direto com as médias né aí você põe o desvio
padrão o intervalo de confiança e o p né o problema de trabalhar com esses resultados grandes é que Às vezes o número é muito grande né então você pode trabalhar com diferença da da Média com porcentagem ou com valor de média aí você usa uma nova normal né Eh só que aí você vai olhar a escala do Gráfico vai ficar bizarro né aí tem algum mas aí eh eh tem gente que apresenta paraa expressão gênica É raro ver o cara usar o número mesmo o que eles podem fazer é tirar o log quando você tira
o logaritmo de um número maior que um né o resultado fica pequeno tá então às vezes eles colocam o o em vez da Média da expressão gênica eles colocam o log né o logaritmo da média e aí o resultado fica menor tá então assim uma Forma de não apresentar com porcentagem é apresentar as médias mesmo da variável né bruta Eh aí você faz o gráfico se o gráfico cruzar você apresenta como média da diferença como os os demais resultados Tá mas mas muita gente apresenta como diferença percentual de do do controle né para quem apresenta
como diferença percentual não tá errado tá só que a diferença percentual ela mostra diferença mas não mostra o tamanho da diferença então assim um Grupo ser 20% maior que o outro né Eh eh o quanto que isso é o quanto que isso significa na prática então por exemplo pega dois e eh imagina dois grupos imagina que a diferença entre eles é 100% um grupo é 100% maior que o outro né Aí você vai ver na prática o número de observações do grupo A é 1 e do grupo B é do ou seja só teve um
indivíduo de diferença né O que é pouco apesar de percentualmente ser o dobro né E então para evitar esse tipo de Problema né E para evitar esse tipo de problema além do do do P Tem que apresentar uma medida de tamanho de efeito né E aí acontece por exemplo casos em que você tem uma uma diferença significativa aí você vai ver o tamanho de efeito é baixo né Por quê Porque na realidade são poucas pessoas que teve diferença eh então Patrícia dá para fazer isso dá para apresentar as médias normais e falar que teve diferença
percentual Também dá né tudo isso é válido o o o meu grande meu grande problema com com delineamento de porcentagem de um de uma Medida eh controle né É que as pessoas calculam a diferença cal calculo P dá significante e tal mas não põe o tamanho de efeito Então você você diz que é diferente mas não não consegue categorizar o tamanho da diferença tá hã então Eh tal que seria eh mesmo não Dando normal não seria indicado usar não paré então Mariano vamos lá eu não disse que que eh eu não disse que não seria
indicado a questão é a seguinte a questão é se você faz cálculo de amostra não se você faz cálculo de amostra você nunca vai usar Não paramétrico então vamos escrever isso de novo acho que a quarta vez que eu tô falando isso eh o uso do teste não paramétrico é relacionado com cálculo de amostra se você faz cálculo de amostra você nunca Vai usar teste Não paramétrico nunca tá agora se você não faz cálculo de amostra pode ser uma opção mas de novo eu não quero que você incorpore isso como uma regra interna Esse é
um problema muito comum aí você vai falar você que falou isso a O problema não é esse sabe aí você cai na na lógica do suposto saber do do do profeta e tal A questão é por que que é ruim usar teste não paramétrico porque o teste não paramétrico muda a natureza da sua Variável transformando imposto Esse é o problema essa é a crítica que tem que ter não importa quem fala ou não Tá então assim uma outra observação sobre teste não paramétrico então e eh se eu faço se eu faço teste e se eu
faço cálculo de amostra se você faz cálculo de amostra e tem o seu n nunca nunca use teste não Paramétrico e a questão é por sabe não é para pegar como uma regra sabe porque aí é besteira aí você tá você não tá fazendo estatística né Eh se eu fizer cálculo de amostra nunca vaiou usar teste não paramétrico por quê Porque o teste não paramétrico muda a natureza da variável a natureza da variável Quando Eu transformo imposto por transformar imposto Eu quero evitar isso eu não Quero usar a a uma uma variável diferente da que
eu coletei por isso que é ruim usar teste não paramétrico em geral tá quando que você usa teste não paramétrico uso do teste não paramé quando que você usa quando você tem eh eh n pequeno e aí eu vou definir n pequeno como n menor do que o seu cálculo de amostra tá E aí você vai definir esse n é quando você não tem jeito sabe então o o usar teste Não paramétrico não é uma saída não é um não É uma uma solução pro cálculo de amostra não é tá o teste não paramétrico ele
é muito rígido né como o seu n é pequeno você quer inflar o o o erro Tipo dois né você quer evitar o o o erro tipo um Tá então não resolve não é uma solução a a solução é faça cálculo de amostra ponto se você não faz cálculo de amostra é um problema é isso que eu quero deixar claro Com todas essas aulas você não tá resolvendo nada você tá cambr tá então o uso do teste não paramétrico é quando Você tem n pequeno e problema de de homogeneidade ou homogeneidade e ou normalidade tá
de novo eu quero que vocês guardem a crítica ao ao negócio usar teste não paramétrico você vai mudar a natureza da variável você tá transformando imposto sabe e e a ideia é evitar isso para de pensar o teste não paramé como uma caixa preta mágica vocês Já sabem o que é o teste não tá isso é muito importante Tá bom povo do rato comete erros cç porque não faz cálculo de amostra é é é isso a área toda é meio zoada sabe esse é o problema entendeu bate nisso E aí fica com essas regras de
bolso internas que no fundo você não sabe justificar né E aí por isso que toda a evidência que é criada em povo do rato da célula é meio fraca porque o povo não consegue justificar metodologicamente o que eles fazem né Então então esse é o problema fala Não fala isso tipo ah ah o professor falou não não não não isso não é resposta você tá fugindo da da resposta a resposta é evite se puder teste não paramétrico porque ele usa ele transforma a variável em imposto ou seja ele transforma a variável ele dá a variável
uma natureza diferente do que você coletou tá então isso é grave para evitar isso faça o cálculo de amostra Se você não puder fazer o cálculo de amostra e tem Problema por exemplo de homogeneidade no seu teste eh paramétrico né aí você pode conferir o resultado fazendo o não paramétrico se tiver problema de normalidade você pode fazer o não paramétrico para conferir né E aí uma outra uma outra coisa que você tem que lembrar do teste não paramétrico ele é um teste mais rígido é mais difícil de dar diferença ele é um teste mais rígido
né que o Teste paramétrico então é meio roubada ficar sempre usando não paramétrico tá e tem uma outra desvantagem que eu não falei e tem uma outra desvantagem do teste não paramétrico eh não existe não existe teste testes não paramétricos para interação para efeitos de interação então se você tiver uma nova de duas vias se você tiver uma nova de duas vias Dá para fazer um não paramétrico de uma nova de duas vias não para testes de interação não tem gente sabe então se eu se eu tiver lá uma nova de duas vias ou uma
ancova dá para fazer ancova não paramétrico não não dá né não tem não tem teste teste de análise de covariância não paramétrica não existe então assim teste não paramétrico é quando você tem a nova teste t simples Teste de medidas repetidas e acabou sabe então de novo você você vai tentar ficar sempre dentro da nova tá então de novo essa discussão é uma coisa que é difícil assim porque muita gente fica presa nessas pequenas verdades porque não consegue justificar o teste né não eh ah mas eu sempre usei o não paramétrico no meu mestrado doutorado
Sinto muito sinto muito assim eu mostrei na mão como é que faz o teste não paramétrico aí e você vê que ele muda a variabilidade da variável Tá errado é ruim tá eh então Paulo a gente viu isso na cálculo na aula de cálculo de amostra né o o cálculo de de poder post Roque ele não é o melhor a melhor coisa né Ele também é um ACR né então assim se o poder for alto significa que eh o o n é adequado mais ou menos assim de novo é um acochambrar o cálculo de poder
post Roque é melhor do que não fazer nada mas não é muito bom tá então Mariana Por que Que não é bom mostrar os dois porque na maior parte das vezes dá diferença assim quando você faz por exemplo um teste t e e o Main wining por exemplo me wining muitas vezes muitas vezes o p do test T dá sei lá significante o do M itne não porque o m Wine é mais rígido E aí o que que você faz né então a aí aí é engraçado né quando o teste t dá significativo nem it
nem não o povo exclui o não paramétrico né quando os dois concordam aí coloca os Dois você entendeu que é meio roubar né e e a ideia não é essa sabe então o o o teste quando quando M Wine o teste não paramétrico dá significativo aí tudo bem o problema é quando ele não dá aí o povo omite aí isso é gluglu isso é dá uma roubada sabe então ou você coloca assim que eu vou evitar eu vou fazer cálculo de amostra para não usar o não paramétrico tá então a o foco do povo do
rato e da célula é parar de ficar tapeando os outros que metade das Revistas de biologia molecular é tapeação né então assim ou você Foca no cálculo de amostra para não ter problema e nunca mais usar o não paramétrico Ou quando não dá né não dá faz um estudo melhor do teste t se colocar o não paramétrico e não der diferença coloca o tamanho de efeito sabe não existe tamanho de de efeito em pesquisa de povo de rato de célula eles não tratam disso Isso é ruim é um erro é um erro ruim sabe então
o o sugestões e aí vou Reforçar de novo porque isso é importante né uma sugestão sugestão para povo do rato e célula eh e célula duas sugestões primeiro faça cálculo de amostra em nome da humanidade né Faz um cálculo de amostra mínimo lá alguma coisa né e segundo apresente tamanho de efeito misericórdia presente tamanho de efeito no Resultado né que seria o co D tá principalmente em estudos de porcentagem tá bom Principalmente em estudos com porcentagem de diferença tá então de novo eu acho que é a quarta vez que eu falo disso porque pro povo
do rado da célula Isso parece vocês estão tão acostumados a fazer de um jeito errado né mas todo mundo faz assim errado é É verdade é uma coisa generalizada nas melhores revistas da Área o povo faz assim eles fazem errado faz errado sim já tive discussão muito com editor de revista sabe e é uma coisa que vai mudar com o tempo com o tempo vai batendo batendo vai mudando não não adianta ficar brigando com os outros tá mas é uma coisa que tem que mudar e e vai acontecer vai vir da Nature de cima para
baixo Nature e céu vão começar a mudar e vai mudar de cima para baixo se você já tem essa discussão na cabeça fica mais fácil o problema é o Moisés da Área que sempre né Eh eh vem com isso de eh usa desde o doutorado dele comparar lá a diferença percentual não botar o tamanho de efeito ficar ficar colocando post rock eh não paramétrico um monte de lugar que não precisaria não entender o que é um teste não paramétrico né Eh esse é um problema grave tá do do povo do rado da célula E aí
essas aulas de glm São aulas para tratar dessas coisas meio metodológicas mesmo tá eh então assim se se você coleta outra Coisa que a Patrícia colocou que é importante Se você coleta direitinho minimiza também esses problemas Tá mas de novo eu tô dando algumas soluções então por exemplo não é errado tratar com porcentagem da diferença pode tratar só coloco a medida de tamanho de efeito por se der diferença significativa na porcentagem da diferença isso não fala nada do tamanho da diferença o tamanho de efeito fala então coloca o tamanho de efeito junto sabe não não
tá errado se Se o teste t ou o teste F der significativo e o gráfico cruzar né faz o gráfico da Média da diferente o gráfico não mostra a o intervalo de confiança da Média da diferença é isso sabe sa e Tem como melhorar tem como solucionar e tal meter o teste não paramétrico e não fala nada é muito pior mas muito pior do que fazer o teste paramétrico justificando os detalhes sabe é é é é isso que eu quero deixar claro e eu não quero que vocês façam um Pipeline de como analisar os dados
sabe tipo ah se se der tal coisa faça isso se der tal coisa Faça aquilo não faz isso gente não faz isso porque você não tá fazendo estatística né você tá fazendo aí eu eu tiro você e coloco um robozinho fazendo eu coloco um algoritmo fazendo e a ideia não é essa tá é é você lembrar que por exemplo teste não paramétrico cálculo oposto muda a natureza da variável muda a variabilidade dos dados sabe esse tipo de coisa você saber que Tratar com porcentagem da diferença não tá errado mas ele não fala do tamanho de
efeito aí tem que pôr o tamanho de efeito são esses detalhes pequenos que se você começar a fazer você acostuma né Eh Ah então Bruno Por que que não ensina pro pro aluno ele não faz porque é difícil porque ó veja o cálculo a aula de cálculo de amostra é uma coisa que veio depois de e acho que 13 aulas 14 aulas né É difícil você tem que ensinar A base muito bem o que que é média o que que é variância o que que é poder e tal para pro cara fazer o cálculo de
amostra intervalo de confiança e a maior parte dos cursos de estatística não ensina direito a base né aí o cálculo de amostra fica uma coisa muito abstrata né E aí não dá para dar aula quando você não tem uma base boa é isso interfere em tudo na pesquisa pesquisa experimental né Principalmente em pesquisa experimental o cálculo de Amostra a pedra fundamental assim né para você começar a a fazer a a estrutura da pesquisa tá isso é fundamental E então Espero ter resolvido esse ponto cadê a a Mariana né Espero você ter entendido isso tá Porque
é importante você é uma representante do povo do R da célula E aí tem que ter tem que ser essa também que que ent que justifica os métodos tá eh eh e aí agora eu vou para para um outro Detalhe metodológico aqui que é importante nessa parte da da aula agora vamos falar sobre Como apresentar result como eh descrever resultados tá porque isso aqui é importante então Eh eu pensei na na aula de hoje em três partes a primeira era era essa parte mesmo né de de voltar aqui eh a segunda parte é como escrever
resultados resultados de pesquisa tá E aqui é baseado na lógica Da An nova né então resultados de pesquisa baseados em an nova e experimentos né em desenho em pesquisa experimental tá claro que você pode usar isso para outros testes é é meio parecido tá eh então o o como é que você escreve resultado de pesquisa é que assim tudo bem a gente aprendeu vários testes como é que faz e tal mas mas na hora de escrever como é que faz então vou dar uma uma receita de bolo básica tá todo o Resultado de pesquisa tem
que ter três partes tá bom isso pro artigo tá você vai escrever pro artigo para prova para qualquer coisa todo resultado tem que ter três pedaços tá então são três partes no texto primeira parte você vai falar sobre o teste o teste estatístico que você usou e aí você vai falar do teste estatístico qual é o teste né E vai falar dos requisitos do teste caso exista né Depois você vai falar do do se Teve diferença né sim ou não teve diferença e depois vai falar o sentido da isso essa última parte simplesmente esquece omite
é um erro sentido da diferença né que seria quem é maior maior que quem tá todo toda descrição de resultado tem que ter essas três partes Tá bom então ó vamos fazer um exemplo eu vou fazer um Exemplo e vou fazer um exemplo mais simples deixa eu pensar com com é vou fazer um exemplo mais simples mas do de medidas repetidas também eu vou pegar o banco da aula passada né que é o Diet study aqui eh e vou pegar a a medida WG WG é o peso das pessoas tá então ó eh Vamos eu
eu quero ver o efeito do tempo né então eu tenho cinco medidas repetidas eu quero ver o efeito do tempo Eu vou fazer um eu vou fazer uma ancova tá então ó meu minha minha pesquisa a minha pergunta de pesquisa aqui ó eu quero saber eh vou já vou colocar como pergunta mesmo existe efeito existe efeito eh do tempo do tempo e do sexo sobre WG né que seria o peso controlado pela idade Controlado pela idade tá essa é a minha pergunta de pesquisa quero saber se tem efeito do tempo que são as cinco medidas
e do sexo masculino e feminino sobre o WG controlado pela idade tá veja que é uma pergunta bem elaborada já tá então ó como é que eu faria isso no programa né você aqui já tem a Opa ise aqui é o outro banco já tem as medidas repetidas aqui né e tem o sexo e tem a idade tá então Ó eu entraria a nova a nova de Medidas repetidas ó a nova de medidas repetidas aí eu vou ter aqui a medida de tempo né e eu tenho cinco medidas vou usar o WG tá então tenho
wg0 não é obrigatório colocar os nomes Tá mas eu eu coloco só para só para facilitar a interpretação wg2 e wg3 e wg4 n então tenho aqui as minhas quatro medidas tá aí eu pego aqui ó wg0 1 2 3 e 4 coloquei minhas cinco medidas aqui ele Vai me dar o efeito do tempo tá aqui vai dar o efeito do tempo beleza ó aí eu vou colocar também o sexo aqui ó como between subjects entre fatores o efeito do sexo né aqui me deu E vou controlar tudo isso PR idade que é aqui ó
covariante tá eh Logo mais na aula de regressão linear eu vou mostrar o que quer dizer covari né eu eu eu apresentei o que é uma análise de covariância né O que quer dizer controlar o resultado do que você tá Olhando para uma variável externa né contínua né que seria a idade aqui eh depois eu vou mostrar matematicamente o que quer dizer cov variar Tá mas não agora tá mas ó Então ele me dá ó o efeito do tempo o efeito do da interação entre tempo e sexo o efeito da interação com a idade tá
eh e aqui me dá o efeito do sexo ó tá então ó eu vou eu vou focar primeiro nessas duas tabelas tá bom Eh isso é vou vou fazer isso aqui primeiro depois eu eu avanço então ó eu vou pegar essas duas tabelas aqui hum isso deixa eu ver onde é que eu vou colocar essa tabela deixa eu ver vou colocar ela aqui no cantinho só para aqui assim isso vai apagar um pouco da pergunta mas dá para entender né então ó o que que o que que eu quero ver né aqui eh então eu
eu tenho aqui o efeito do Tempo efeito da da interação entre tempo e Sexo efeito com a idade né e o efeito só do do sexo então ó quando você for escrever o resultado eu coloquei em cima cavalo Pera aí deixa deixa eu é vou colocar embaixo colocar aqui embaixo para não não apagar porque essa parte é importante então vou colocar aqui no canto ó colocar aqui pronto vai ficar pequeno mas mas dá para ler né então ó quando você for apresentar o resultado você sempre vai Falar do teste estatístico se tem diferença ou não
e o sentido da diferença Então vamos escrever o o resultado então aqui minha pergunta né aí como é que eu escrevo o resultado e Ah tem que pedir os requisitos desculpa eh aqui tem que pedir os requisitos então fiz a minha análise aí o que que eu tenho que pedir de requisito aqui como é um teste de medida repetida eu tenho que pedir assumption checks eu tenho que pedir a esfericidade O teste de esfericidade ó deu significativo Mach e eu tenho que pedir a correção É verdade ten que pôr essa tabela mais completa né tem
que pedir a correção porque é um teste e longitudinal né e eu tenho que pedir também a homogeneidade para o sexo né porque não tem homens e mulheres então tem isso aqui é um teste longitudinal e um teste transversal né é um teste longitudinal pro tempo então eu peço a esfericidade e é um teste transversal Pro sexo então eu tenho que pedir homogeneidade também ó homogeneidade aqui eh então fiz o teste de esfericidade aqui homogeneidade de variância ó para cada medida de tempo ele vai me dar a homogeneidade de variancia que é o teste Leven
né Eh a gente a vai interpretar isso daqui a pouco ã o post rock vai ficar grande né mas eu é o post rock eu mostro depois então deixa eu não sei se vai caber tudo não Vai pera aí veja que esse resultado tá ficando grande né gente aqui aqui acho que vai caber pera aí é vou ter que fazer do dois pedaço não tem problema aqui ó então a o teste de ma é o Test T que verifica a esfericidade aí a correção é a correção de greenhouse tá a correção é a correção de
greenhouse então eu vou copiar copiar esse Pedaço aqui vamos colocar lá uma aumentadinha porque agora é maior né colocar aqui e depois colocar o pedacinho do teste de e esfericidade eu vou fazer eu vou fazer um resultado bem completo mesmo tá para mostrar tudo então aqui porque é importante isso assim mu muito da insegurança da Galera porque vocês não conseguem escrever o resultado e e é fácil mas de novo é Treino né Não pense que você vai pegar isso de uma vez só tipo ah aprendi a escrever uma vez e acabou não velho você tem
que escrever algumas vezes e quanto mais você escrever mais fluido vai ficar é simples assim tá Vou colocar aqui embaixo deixa eu ver que me me rouba muito acho que não então dá dá para pôr aqui mesmo então beleza Tá então aqui a gente tem tudo que a gente precisa por enquanto tá então vamos à escrita do resultado então Assim ó eh vou escrever a resposta dessa pergunta né existe efeito do tempo e do sexo sobre o WG controlado pela idade resposta é a seguinte eh utilizando utilizando GM de medidas repetidas um outro jeito de
falar essa análise você podia falar uma ancova ancova de medidas repetidas é sinônimo é a mesma coisa você pode escolher um ou outro tá eh Essa variável de controle a Rigor tem que vir da literatura né Eh em geral ela vem da literatura você sabe que é um efeito que afeta o resultado então eu tenho que justificar que por exemplo a idade afeta o peso o WG Tá mas isso não não é feito aqui isso é feito na introdução né na na discussão teórica tá então ó utilizando o glm de medidas repetidas ou manova de
medidas repetidas é sinônimo pode usar qualquer um tá É verdade Mariana faltou a Normalidade eu vou pedir e coloco depois então utilizando glm de medidas repetidas eh temos que temos que a condição a esfericidade né então a gente fala vamos falar primeiro da esfericidade a ordem você pode usar a ordem que você quiser tá mas ó utilizando LM de medidas repetidas temos que a esfericidade esfericidade não foi Atendida né não foi atendida aí assim você não precisa colocar o valor do ma essas coisas só colocar o p Então você coloca aqui por exemplo MA P
= 0,001 tá que esse valor aqui é menor que isso até tá E temos que a infelicidade não foi atendida utilizando então utilizando a correção de greenhouse para o p correção de greenhouse para o P tá então a gente já falou de uma e em relação em em relação a homogeneidade homogeneidade para o efeito para o efeito do sexo né Por quê Porque a a esfericidade é pro efeito do tempo tá Oi Alan tudo bom a esfericidade é pro efeito do tempo a homogeneidade é pro efeito do sexo tá então eh em relação à homogeneidade
para feito do sexo ó se você olhar ó 005 049 014 ó todos aqui eh não dão significativo né Então podemos considerar que as variâncias entre os homens e as mulheres em cada um dos dos níveis de tempo São similares então em relação à homogeneidade para o efeito do sexo podemos dizer podemos dizer que as variâncias as variâncias entre homens e mulheres em cada nível de e Tempo de WG são similares são similares tá Então mostrei já a a esfericidade mostrei já a homogeneidade ó deu deu aqui falta como como a Tati comentou a idade
tá aí não vou colocar aqui mas eu vou a gente faz rapidinho aqui né então já ó aí falta aqui esico felicidade homogeneidade vou pedir o kek plot Né o kek plot aqui ó é é dá uma escapada aqui nos valores altos né do WG tá em valores altos dá uma Escapada e aqui ele não ele não tem nesse nesse aqui especificamente ele não tem o teste né de normalidade é então aí você pode justificar pelo kek plot a gente pode fazer por exemplo em outro lugar ã deixa pedir aqui no próprio test T mesmo
deixa eu pedir a normalidade eh ah eu posso pedir também um descritivo deixa eu pedir um descritivo eu coloco aqui as medidas WG e vou pedir um normalidade Tá vendo você coloca só as medidas de WG aqui e pede um teste de normalidade ó o chapiro ilk ah deu ó deu não deu significativo tá vendo deu não deu significativo em todos os casos tá vendo eh como teste aí ó esse o chapiro wik p tá vendo ó deu significativo em todos os casos Então quer dizer que não é não é muito normal a a distribuição
dos dados deixa eu pedir um gráfico só para dar Uma olhada vou pedir o o histograma e a densidade é ó tá vendo ó eh pera aí ó tá vendo vendo não é normal mesmo tá vendo as medidas de WG variam muito ó tá vendo tá então daria para comparar média com mediana isso V se Varia muito então vocês estão entendendo o diagnóstico que tem que fazer né então o o vou colocar aqui né Vou colocar aqui em relação em relação à normalidade em relação à normalidade Temos eh temos H que o teste chapiro wik
não most eh mostrou significância [Música] mostrou significância em todas as medidas né de todas as as medidas do wg0 até o wg5 qu né até o Wg4 tá E aí o que que a gente faz né Eh veja que a medida não não foi normal né variou Muito eh por exemplo ó dá para fazer um teste não paramétrico disso vamos vamos supor que eu não fiz cálculo de amostra tá se eu não fiz cálculo de amostra seria uma indicação para fazer teste não paramétrico mas tem teste não paramétrico de interação com sexo covariância não tem
não tem gente não não não existe o não paramétrico e aí o que que você pode fazer você pode Refazer esse teste com o zscore por exemplo tá vou deixar como tarefa par lular tá bom pega pega lá as medidas de WG vou deixar o banco de dados na descrição do vídeo eh refaz o o o o banco de dados com zscore né E vê se bate os resultados assim o p o p pode variar um pouco mas vê se o que é significativo aqui continua significativo e eh no teste enfim com zscore ou não
tá eh então em relação à normalidade tal Tal tal eh Então vamos eh utilizar aí aí seria o que você escreveria aqui tá como como só para não não ficar muito longa vamos utilizar os dados de WG em zscore tá então e esse esse parágrafo veja que é um teste mais elaborado né então fica um parágrafo grande porque eu tenho muito teste para olhar tá então Esse parágrafo seria um exemplo do do dessa primeira parte né em relação aos requisitos do teste estatístico então isso seria o primeiro primeiro parágrafo tá aí depois tem a gente
diz se tem diferença ou não então é um outro parágrafo tá então o que que é aí é um parágrafo mais curto né porque a primeira parte é dos dos dos requisitos é mais longa tá eh aí o segundo parágrafo seria o seguinte ó Eh hoje LM então por exemplo o teste glm né eu olho aqui efeito do tempo deu significativo não t vendo não 0,83 eh deu significativo a interação entre tempo e e e Sexo Também não ó pela correção aqui de house também não deu deu deu interação com a idade é deu só
que a idade ela é uma variável de controle eu não quero saber o efeito da idade tá eu quero controlar os resultados que eu tava vendo antes pela Idade então e essa interação do tempo com a idade a Rigor Se não for da sua pergunta de pesquisa você não interpretaria tá quando quando a gente for pra aula de regressão linear a gente vai ver que isso dá para interpretar tem uma forma de interpretar Tá mas em geral na lógica da nova a covariante você coloca no modelo para excluir o efeito e Verificar se os efeitos
aqui que você tem interesse que é o efeito do tempo e o efeito do sexo né que tem a com a Minha pergunta ó existe efeito do tempo e do sexo sobre o WG né Essa que é minha pergunta então aqui olhando o efeito do tempo e do do da interação do tempo com sexo não deu diferença o efeito só do sexo tá aqui embaixo ó between subjects tem aqui ó gender esse é o efeito só do sexo e aí dá significante tá eh Então como é que a gente interpretaria o teste glm mostrou efeito
de sexo né o efeito só do sexo aí O que que você colocaria o valor do F ó o f tá aqui 157 E aí tem a o DF que é o grau de liberdade né o grau de liberdade é 1 e da do erro é 45 1 45 o valor deu 57,9 né e o p deu 001 P 0,0 tá então mostrou o efeito significativo de sexo mas não mostrou não mostrou efeito de Tempo e da interação interação entre tempo e Sexo Então essa seria a segunda parte nesse exemplo se não der normal poderia
continuar com os testes informando que não deu normal sim sim Mariana sim no no contexto do curso um né O ideal seria por exemplo você refazer o dado com zscore e ver se dá a mesma coisa né ou zscore ou log ou Alguma outra transformação Tá no contexto do curso dois você vai tentar descobrir uma outra distribuição que adere melhor aos dados né E aí você faz o modelo descreve exatamente desse mesmo jeito mas utilizando uma outra distribuição distribuição Gama não sei tá mas isso é o tema pro curso dois então no contexto do curso
um você tentaria refazer esse análise ó vamos utilizar os dados de WG em em zscore Então imagina que eu transformei lá no Banco de dados em zscore e tô interpretando tá eh aí um erro comum que muitos de vocês cometeram também é assim eu pega os dados transforma score depois testa normalidade de novo não não não vai mudar às vezes muda um pouco mas não vai mudar muito o resultado tá transforma em Z score só para reduzir um pouco a variabilidade e toca o barco tá de novo Tem um artigo lá na no Google classroom
né que fala que a nova tem uma certa robustez para problemas de Normalidade problemas de homogeneidade não Aí tem que fazer correção de welsh aí Aqui tem como fazer também tá mas aqui a homogeneidade ficou boa então ó interpretando o resultado em si o teste G LM mostrou o efeito do sexo mas não teve efeito do tempo nem da interação né aí não precisa colocar anotação quando você quando não dá efeito tá eu poderia colocar aqui né no no efeito do sexo o valor do Eta Square né Ou Ômega poderia colocar o ômega aqui né
pode colocar também é legal então volto aqui no diet study ó vê que as variáveis não estão nem um pouco normais né então é é por isso que dá dá bastante diferença eh voltando aqui ó tem aqui ó ó o tamanho de efeito né normalmente nos artigos eles colocam parcial ET Square tá aí vai aparecer aqui ó parcial ET Square você coloca daquilo que deu diferença ó como o gender deu diferença que é o sexo é 0,77 tá 0,77 é um efeito bem alto né convenhamos 0,77 é um efeito alto então aqui é o ET
Square né e Square parcial dá 077 tá você pode colocar isso aqui junto do F na anotação tá então coloquei ó falei sobre o teste estatístico falei sobre a presença ou não de diferença né agora em geral o pessoal para aqui né E e aí que é o problema né em geral o Pessoal para aqui falta colocar o sentido da diferença que é tudo bem teve efeito do sexo quer dizer que que é isso Hélder O o Eta vem depois do P tá depois do P vírgula põe o Eta Square tá eh então assim eu
tenho o teste estatístico eu tenho a diferença eu agora o que falta que muita gente esquece tudo bem teve diferença entre homem e mulher né Mas aonde Quem é maior o homem ou a mulher né quem é maior Eh aí falta falta esse esse Pedaço o Tamanho de efeito seria dos dados transformados não seria dos dados mesmo tá o tamanho de efeito é sempre relacionado à variável real tá a transformação você utiliza só para fazer o teste né só para calcular os FS né mas todo o resto né o tamanho de efeito principalmente apresentar os
dados quando você for apresentar os dados em gráfico apresenta da variável real tá a transformação você só faz para calcular o f apresentar os dados brutos eh Apresentar os dados descritivos tamanho de efeito tudo com a variável real tá eh então falta essa ú última parte Eh agora eu vou apagar aqui que é tipo onde que tá a diferença né Tá onde que tá a diferença então ó como que eu faço agora que que é a parte que a pessoa que as pessoas esquecem Elas falam que tem diferença mas não fala onde né falta essa
última parte então agora ó eh eu volto aqui no meu programa ó então só deu o efeito do Gender tá só deu o efeito do sexo então aqui não não não deu significativo né então quando eu for ver ver o gráfico pedir post rock por exemplo eu só vou pedir do sexo é que sexo só tem duas categorias né então se eu colocar aqui gender ó o único efeito que eu vou colocar para ver o post rock entre aspas é do que deu significante então ó ele compara o homem com a mulher né o p
aqui deu 01 Eu posso pedir um gráfico se eu quiser E aqui estimated Marginal min eu coloco aqui o gender né E aí vai me dar né ó ó a média do homem e da mulher e posso pedir os dados observados se eu quiser ó aqui povo do rato da célula pede os dados observados é que aqui tem muitos pontos né então talvez não precisaria tá e e pediu a tabela Então os meus resultados são esses ó né E então eu coloco a o deixa eu copiar esse aqui deixa eu até colocar mais Assim ó
copiar aqui colocar mais uma tabelinha né aí agora quando eu for apresentar mesmo o resultado final eu posso colocar aqui né quando você vai apresentar os dados descritivos você coloca tudo né mas aqui só para mostrar o efeito final então ai pera aí dear para cá pronto colocar aqui em cima porque eu já Interpretei o outro pedaço então aqui né quando você vai apresentar os resultados finais eh você coloca aqui né então a gente veio do dois aqui pro três aí na terceira parte ah a Patrícia seria esse gráfico dos dados observados mostra média erro
padrão então esse gráfico é o intervalo de confiança esse gráfico é o intervalo de confiança tá é o gráfico de barra de erro né então o terceiro ó a gente Comentaria assim para o efeito de de sexo que foi o único que deu significativo né para o efeito de sexo temos que o sexo masculino masculino né aqui apresenta apresenta médias médias de TG médias de TG de WG desculpa de peso H WG maiores que as mulheres né Eh aí a gente vê isso claramente aí a média aqui ó em algumas Revistas eles colocam isso né
algumas revistas coloca o gráfico e a tabela né E aqui só coloca o p p deu 0,001 né naquele post Rock lá o tal do 0,001 né tem algumas revistas que colocam Assim abre parênteses coloca a média do homem então o masculino deu 219,4 E aí põe o intervalo de confiança ó vai de 2113 a 225 225 né versus o feminino né que vai de eh o feminino é 161.4 E aí bota o intervalo que vai de 154 a 168 368 tá então tem tem algumas revistas PR psicologia coloca assim ó coloca o intervalo já
e tal e põe o p aqui dentro né Aí coloca aqui p 01 e põe o com D põe o com D tá o tamanho de efeito tá bom e tudo bem gente pegar a anotação aqui tá então a a isso é uma forma mais completa né de de notar então eu fiz eu fiz uma descrição bem completa tá toda Vez que você for escrever resultado tem que ter essas três partes tá bom tem que ter a descrição do teste tem que ter onde deu diferença se teve diferença e aonde está a diferença tá tem
que ter sempre essas três partes tá tá bom eh tudo bem gente fez sentido tá fez sentido para vocês então Eh Espero que sim tá Eh agora né Eh claro que se tivesse dado interação alguma coisa Teria que ver mais efeitos e e tudo mais tá eh esse gráfico aqui ele é um pouco Over porque tem muitos pontos tá se em geral o povo da área molecular tem menos pontos aí fica mais fácil de ver tá eh então beleza então ó aqui eu dei um exemplo de descrição e a ideia é você apresentar as três
partes em geral Quando você vai ler o artigo né Eh eles omitem essa parte amarela tá dos requisitos em geral isso aqui essa parte amarela vai vai aparecer nos métodos tá na sessão de métodos então na sessão de métodos a Pessoa já explica uma vez fala assim ah fiz o teste de esfericidade caso o teste de felicidade eh eh dess significativo vou usar correção de de greenhouse E por aí vai tá então a a a pessoa explica lá e aí embaixo não precisa explicar essa parte amarela toda vez tá mas a parte azul e a
parte vermelha tem que ser tem que ser descrita toda vez tá bom então assim fiz um exemplo né de descrição de resultados que vale para qualquer teste né vai Valer por exemplo para q quadrado né o primeiro parágrafo você fala do q quadrado vi os requisitos e tal se tiver por exemplo número de tamanho de amostra pequeno no Q quadrado você usa correção de Fisher se tiver zero nas caselas usa correção de aid né é a mesma ideia tá aí mostra se o que quadrado foi significativo e mostra onde tá a diferença lá com o
resíduo ajustado tá então vale Vale para qualquer teste na regressão linear regressão logística Você vai ver que tem um um layout parecido tá falar dos requisitos falar se teu diferenç e falar onde tá a diferença Tá bom então para descrever resultados é sempre assim tá bom então esse esse é um exemplo assim peguei um teste grande né E aí esse é um exemplo assim e aí onde entra o cálculo de amostra né ent nos métodos aqui no quando você for apresentar os resultados você não fala de cálculo de amostra você fala nos métodos então no
método você Inclui o parágrafo sobre cálculo de amostra tá então parágrafo sobre o cálculo de amostra né Tá ã isso exato Fernanda então a A ideia é ser didático nesse sentido também tá imagina e principalmente vocês do Povo da biologia molecular o povo que é da biologia molecular vocês descrevem um monte de resultado na legenda do gráfico né a legenda do gráfico vira no texto assim eh para para quem tá acostumado a Ler revista de biologia molecular você tem que ter uma manha muito grande em que saber ler a legenda do gráfico porque é ali
que tá a maior parte das informações técnicas né a legenda tem 10 linhas tem gráfico tem artigo que tem o gráfico lá sei lá um Wen blot alguma coisa a legenda tem 10 linhas que descreve tudo né então tem essa arte aí também de de de descrever resultado varia eh varia em função da área tá Às vezes tem material suplementar a Tem que Olhar no material suplementar onde tem essa descrição aí no artigo o cara só fala se deu diferença ou não né então varia um pouco essa escrita entre eh entre os tipos de revista
e as áreas mas tem que ter essa informação de algum jeito tá em algum lugar então fechado isso vamos para uma um outro desafio aqui desse trabalho né da dessa aula de hoje então a gente já falou de de questões você veja que essa aula é bem é bem eh eh veio uma Homenagem ao povo do rato da célula povo que faz Z pequeno né Eh Então mostrei um exemplo de descrição mostrei o que que você faz quando não tem concordância entre o resultado do p e o gráfico né Eh mostrei lá das Diferenças percentuais
como é que você faz tal e agora a gente vai falar de um outro tópico né esse outro do tópico é é é um tópico agora agora não é tão tanto povo do rato e da célula Tá é mais pro povo das pessoas tá bom eh aqui é uma Coisa que tem poucos lugares né as pessoas falam um pouco é é um é um tópico bem da pesquisa clínica assim mas ele é interessante sabe de ser mencionado assim Pode ser que seja útil e eh isso aqui no povo do rato e da célula só não
bombou porque a galera não conhece tá que seriam o os estudos estudos de superioridade superioridade eh não inferioridade Eh e equivalência tá e É legal saber isso porque assim essa discussão ainda é muito da pesquisa clínica tá teste de remédio essas coisas mas é legal saber tá porque vai começar a aparecer em outras áreas também tá devagarzinho vai começar a aparecer em outras áreas tá eh e é uma discussão interessante para para você pensar teste de hipótese tá então por exemplo o o usos áreas que usam estudos de Superioridade não inferioridade e equivalência depois eu
vou explicar a diferença entre eles tá usos pesquisa clínica pesquisa clínica sobretudo pesquisas que querem testar é equivalência entre medicamentos equivalência entre medicamentos por exemplo eu quero testar uma equivalência entre um um remédio x eh versus um genérico tá versus um remédio genérico tá Eh Ou seja eu não eu não quero testar se os remédios são diferentes né vou colocar um Y aqui para não confundir um remédio Y com um genérico eu não quero testar se eles são diferentes porque eu quero que o genérico seja parecido com o remédio né Eu quero testar equivalência não
mas você não tinha falado numa aula antes aí vem vem uma questão né aí vem um a questão aqui né então eu quero testar a hipótese nula Né então a questão assim quero testar h0 né aí veja veja que sobe até um frio na espinha né como é que eu vou testar h0 como é que eu vou testar se o remédio o remédio é igual a Placebo né a média do remédio a média do do efeito a média do efeito do remédio é igual a média do efeito do do genérico É isso que eu quero
testar né falei nossa mas como né lembra para você Testar se duas coisas são iguais você precisa de todos os ovos né mas mas dá para fazer isso então testar que é igual não né mas dá para testar equivalência E aí o que que é equivalência né equivalência equivalência são equivalência eh são coisas são quando coisas são são diferentes então continuo testando diferentes diferenças são diferentes por uma margem E aí que é o jogo por uma margem Né então coisas equivalentes não são não são coisas iguais são coisas diferentes por uma margem né E aí
que você começa a roubar né então assim estudo de equivalência tem muito roubo tá e a é mesmo tem un e é bacana né Eh mas onde você rouba você rouba na conta não você rouba na coleta de dados não você rouba na margem tá tem um artigo na descrição que inclusive assim na na área de pesquisa clínica é muito usado Né estudo de equivalência com razão né para testar Remédio por exemplo muito usado em Oncologia né Eu tenho um um certo tratamento oncológico e eu quero propor um outro tratamento que é por exemplo mais
barato eu tenho que fazer pelo menos um teste de equivalência né então o tratamento ele não pode ser pior do que o convencional aí não compensa o custo mesmo sja mais barato né ele tem que mostrar alguma equivalência com o tratamento ideal ele não precisa ser melhor mas ele tem que pelo menos ser Equivalente né ou não inferior aí tem a diferença também então Eh na verdade assim a a o os estudos de equivalência não inferioridade e superioridade né ela elas são são são formas isso É bem interessante são formas de classificar classificar a não
diferença então isso aqui é uma discussão interessante Quando você pensa Em em em eh cálculo de em teste de hipótese né porque a gente pensa o teste de hipótese como a = a b né e a diferente de B A gente tenta assim né então o p Ele sempre fala de novo é recordar a viver o p Ele sempre fala sobre a hipótese alternativa né o p Ele sempre fala sobre a diferença Então você sempre afirma a diferença eu acho que os grupos são diferentes se eu afirmar isso eu tenho 1% de chance de tá
errado né então o p não fala nada sobre a hipótese Nula ele fala sobre a alternativa né Então aí da aula de de teste de hipótese a gente tem duas coisas vou voltar aquelas afirmações se coisas são diferentes coisas são diferentes elas não são iguais beleza né aí vem a segunda se coisas não são diferentes coisas não são diferentes né Elas eh eh isso não quer dizer que é igual se coisas não são diferentes Não quer dizer que é igual tá então essa segunda parte que coloca você no Limbo então se você rejeita a hipótese
nula né quando você afirma a primeira ó coisas que são diferentes quer dizer que elas não são iguais então aqui você rejeita eu rejeito h0 beleza né rejeito h0 agora quando as coisas não são diferentes não quer dizer que você pode afirmar hip se nula lembra todos os ovos ISO que a gente tá recordando né só que agora esses estudos Tudo bem então aqui eu digo que é não diferente coisas não diferentes é diferente de coisas iguais acho que isso depois de algumas aulas já vai ficando claro então aqui eu tenho uma não diferença tá
eu tenho uma não diferença não diferença é diferente de igualdade tá ao acho que isso já ficou claro né e e E então a não diferença Será que tem como classificar né então a a ideia Dessa área é uma forma de classificar classificar a não diferença tá E aí você tem as classificações equivalência equivalência não inferioridade superioridade né só que para Isso você precisa da margem né Eh então o o o Bruno né E quando você às vezes em geral o médico assim a minha hipótese nula para médico é que metodologicamente médico é mal formado
Assim como os biólogos os psicólogos os os nutricionistas os educadores físicos é todo mundo tá então assim e eh quando você fala olha não toma genérico desse remédio se o cara é baseado em evidência E lembrando que evidência aqui eu tô definindo como tamanho de efeito né provavelmente o teste o o o genérico deve ter falhado no teste de equivalência tá se se você faz um ensaio Clínico por exemplo e mostra que existe equivalência entre o remédio genérico Meio que tanto faz tomar os dois tá existe uma diferença entre o remédio genérico sempre existe tá
porque você não tá testando a igualdade Então isso é uma coisa para pra gente que já estamos nos formando cientificamente isso é uma coisa para você ter como crítica tá quando você vai comparar um remédio com genérico né Existe diferença entre eles sim sempre sempre vai ter diferença entre o remédio genérico tá porque você está trabalhando na hipótese alternativa Né não tem como trabalhar na hipótese nula porque senão você vai ter que coletar toda a população e a Indústria Farmacêutica não faz isso tá então isso assim isso tem que ser um ponto Pacífico entre a
gente tá então quando eu tô comparando com remédio com genérico tem diferença entre eles tem né A questão é o tamanho dessa diferença né o quanto o quanto não diferente é tá então o o se eu tenho eu tô eu tô testando a média do remédio com a média do Genérico né Eu não tô testando a igualdade entre eles eu tô testando se a média do remédio é diferente da média do genérico eu tô testando a hipótese alternativa né se eu faço um teste t por exemplo eu tô comparando as a média dos dois grupos
eu fiz um teste t né imagina que o p deu 020 tá então e eh presta atenção nesse detalhe eu o que que você afirma né Eu quero saber se os retos são equivalentes é isso que eu quero saber tá eu não Quero testar a diferença mas o p se refere à diferença tá então eu acho que a média do remédio é diferente da média do genérico se eu disser isso eu tenho 20% de chance de tá errado né eu tenho 20% de chance de tá errado é muito erro né se eu considerar meu nível
de significância 5% é muito erro Então qual que é a minha conclusão a minha conclusão nesse caso é que eles não são diferentes não são diferentes mas não Quer dizer que é igual tá aí o o o e essa é uma discussão que na área de pesquisa clínica vem dos anos 70 80 né que na na época eu queria testar o remédio com genérico bastava fazer o teste se o p fosse maior que 5% eu diria que os remédios não são diferentes né só que por exemplo Então se o meu P for 0,06 né 0,06
quer dizer que eles não são diferentes mas mas você concorda que 6% é pouco né então começou a aparecer casos né na pesquisa clínica de você dar Um p baixo né né P 007 008 você dizia que era não diferente aí lançava o genérico no no mercado começava dar efeito adverso né Muito efeito adverso né proporcionalmente porque Quanto quanto maior o tamanho de amostra das pessoas que tomam o remédio esse 6% começa a ficar muita coisa né víde a nossa aula de cálculo de amostra tudo bem Tá então começou o pessoal começou a reclamar né
o fda lá começou a querer botar uma ordem na cozinha falou não Tudo bem então para você testar se dois remédios são similares né você não pode só fazer mostrar que o teste é não significativo tem que fazer mais né Vou mostrar mais coisas tá porque você você coloca no mesmo saco um p020 e um p006 dizendo que não tem diferença né Vocês entenderam o problema certo gente tudo bem então assim aqui eu não tô testando diferença se eu quero testar diferença meu p d menor que 5% beleza né aqui eu quero testar testar não
diferença tá eu Quero testar similaridade eu quero testar equivalência aí você não pode pôr no mes no mesmo saco um p 060 e um p 6% não dá tem que classificar isso né E daí que surgiram os estudos de equivalência superioridade não equivalência tá então eh eh esses estudos né são formas de classificar a não diferença tá eh ah aí eu posso eu podia colocar né então meu P maior que zero 95 aí é muito difícil de encontrar esse resultado O que que você vai ter que fazer inflar muito tamanho De amostra né para encontrar
um p 0,95 tá eh daí começa a dar ruim né então assim começou a ter essa ordem essa bagunça assim começou não anos anos 70 você tomar remédio genérico era treva assim você não sabia o que podia acontecer um efeito contrário do remédio um efeito igual não tem efeito ser Placebo era o caos tá a partir dos anos 80 eles começaram a entrar nesse nessa questão de eh equivalência começou a melhorar um pouco tá a pergunta da da Fernanda é muito boa onde entra a ideia do tamanho de efeito o tamanho de efeito é a
margem o tamanho de efeito é é é um dos critérios pro cálculo da margem né Eh eu vou deixar na eu já deixei né na descrição desse desse vídeo né dessa aula tem um artigo sobre critérios para criação do da margem né então assim o tamanho da margem né Eh vai depender do fenômeno que você tá estudando vai depender do do do tamanho de efeito mínimo que você espera encontrar depende Disso tá eh mas eu vou dar vou dar uma uma medida geral uma Regra geral aqui tá então nos começou a surgir nos anos 80
né mas mas hoje por que que eu tô falando disso agora porque ah pesquisa clínica essas coisas de teste de equivalência é uma coisa muito muito restrita né na verdade esses de equivalência estão começando a ficar mais comuns em áreas fora da pesquisa clínica tá por isso que eu tô falando agora já estou fazendo uma certa Futurologia tá de que essa aula vai ficar importante muito importante tá então eh então assim espero que tenha ficado claro né Que teste de equivalência não inferioridade superioridade são formas de classificar não diferença tá E e que equivalências são
quando coisas são diferentes por uma margem né Elas continuam diferentes mas for uma margem pequena né eh e aí a gente tem Eh critério o critério principal para definir a margem um critério para definir a margem em geral tem a ver com o fenômeno estudado não não tem um assim use sempre o tamanho de efeito tal tanto não tem isso tá depende tem fenômenos que a o o tamanho de efeito já é pequeno tem fenômenos que o tamanho de efeito é grande então você tem que meio justificar Teoricamente né Eh mas é um fenômeno Descrito
por tamanho de efeito Então veja que interessante né aí surgiu nos anos nos anos 90 80 para 90 tá eh quando você faz o relatório de pesquisa clínica você tem que apresentar a justificativa da margem tá Então se tem alguns desses relatórios que são públicos eu deixei um na referência tá eh só para mostrar como é que como é que é calculado e tal mas a mas a ideia é a seguinte eh começou a surgir nos anos 90 Principalmente um conjunto de testes que Chama testes tost chama tost tá então você tem por exemplo o
tost test T porque assim eu vou continuar usando test t e A9 né só que ao invés de buscar a diferença eu quero buscar a equivalência isso é chamado Toste tá o Quando Você Se você começar a procurar na literatura e testes Toste Esses são testes de equivalência Não não é um teste Diferente dos outros tá então você pode fazer eh teste t tost an nova tost ancova todos os testes que a gente viu vocês podem fazer eles modo tost né e o que que é esse modo é o modo em que você não quer
achar diferença você quer achar equivalência né o mesmo teste só que o jeito de construir o teste de hipótese é diferente você quer testar a equivalência né você quer ver o taman da não diferen e não taman da diferen tá Então testes Toste é uma modificação é o mesmo teste estatístico tá é o mesmo mesmo teste estatístico eh com modificação modificação do teste de hipótese é só isso porque você quer buscar equivalência tá aí tem o gráfico clássico desse desse tipo de teste Toste que é o seguinte eu tenho aqui um você Vai ter um
efeito que você tá avaliando E aí quando eu penso em efeito eu vou pensar em tamanho de efeito um tamanho de efeito D diferença diferença entre dois grupos tá dá para fazer com mais de dois mas eu vou fazer com dois primeiro para ficar para pro o exemplo ficar mais fácil então assim ó o que a gente tá acostumado a fazer até agora teste t a nov e tal é você colocar a diferença como zero Então esse gráfico aqui é a Diferença entre as médias não é as médias tá é a aqui é a diferença
entre as médias dos grupos tá aqui eu eu quero tratar da diferença entre as médias tá quando a diferença é zero se a diferença entre as médias dos grupos é zero quer dizer que os grupos são iguais né então beleza Tá bom eh só que aí eu quero transformar isso no intervalo de confiança também da diferença entre as médias dos grupos Deixa eu fazer um exemplo só para agora pegar o banco alunos Deixa eu fazer um exemplo aqui como se fosse um teste t ó teste t independente né deixa eu aumentar aqui de novo aqui
ó teste t independente Vou colocar aqui o grupo que é o CDF fundão tá é um CDF Fundão e vou pegar de novo a prova de raciocínio lógico ó quando eu olho tado aqui lembra que tem dois grupos né que é o CDF E O Fundão Quando eu olho o efeito do grupo né sobre a prova dá significativo né Então o que que eu tô testando aqui ó a hipótese tô testando se um grupo é diferente do outro né Isso é um teste de diferença tá isso aqui também é chamado teste de diferença beleza peço
o descritivo peço o tamanho de efeit o gráfico e peço o tamanho de efeito né Ó meu coin D deu 1.3 ele deu bem alto né então os grupos são claramente diferentes tá beleza até aqui não tem problema né e eu posso pedir também a aí um outro Jeito de ver isso é ver a média da diferença então ó se eu pegar o o CDF teve média 7.2 O Fundão 4.9 se eu subtrair 7.2 de 4.9 vai dar 2.3 a média da diferença né a diferença das médias aqui dá 2.3 eu pego o erro padrão
posso fazer um intervalo de confiança ó isso aqui é o intervalo de confiança da diferença né E veja que ele não cruza o o zero né o zero tá aqui embaixo ó tá então só olhando ess esse esses quatro valores aqui ó eu consigo Já dizer que é significativo tá então olhando a média da diferença eu já consigo dizer que a diferença tá acima do zero Tá bom então É como se eu olhasse aqui ó deixa eu até deixa eu até copiar isso aqui ó É como se eu É como se eu fizesse isso ó
e vou copiar esse pedacinho M da [Música] diferença colocar aqui então Ó se eu tô olhando isso aqui então Ó a média da diferença entre Os grupos é 2.3 né aqui é o lado a diferença positiva aqui é a diferença negativa a gente determina o lado que você quer tá a média da diferença é 2.3 E aí o intervalo de confiança ó vai de 1,6 até 2.9 né isso aqui seria o intervalo de confiança da diferença tá média da diferença e diferença de média é a mesma coisa sim tá nesse nesse caso do test T
é é a mesma coisa tá então e eh nos Testes de equivalência é assim que a gente calcula tá em vez de colocar a média de cada grupo você coloca a média da diferença dos grupos tá não isso aqui já não é uma gambiarra tá isso aqui não não é uma gambiarra é como o teste de equivalência funciona tá o teste de equivalência ele não se baseia nas médias ele se baseia na diferença entre as médias tá então eu só peguei um exemplo que dava bastante diferença para mostrar tá eh e veja que esse 1,6
tá Distante do zero né Tem uma certa distância do zero Então aqui tem diferença mesmo tá então isso aqui é um teste de diferença eu não tô falando nada de equivalência nem nada disso tá aqui é só para mostrar como que funciona Tá bom então a comparação entre dois grupos então eu posso colocar aqui que a Quando eu olho a média da diferença isso aqui já está comparando comparando dois grupos eu já tenho a comparação de dois Grupos Eu preciso de uma barra só para comparar os dois grupos porque eu tô comparando a média da
diferença e não a média de cada grupo tudo bem gente tá pegaram da onde sai esse essa barra de erro tá quando você você olhar um teste de equivalência a cada barra de erro é a comparação de dois grupos tá então espero que tenha ficado Claro tá bom só para mostrar como como é tá então no no no teste t que a gente fez aqui agora ele é um teste de diferença né então ele É baseado nas médias né E se eu quiser eu peço a a diferença entre as médias mas não não não preciso
tá no teste de equivalência Você só trabalha com a diferença entre médias Eu só trabalho com a diferença entre médias doss grupos beleza E então eu tenho que definir primeira coisa que eu tenho que definir é a margem tá Por quê Porque eu quero e eu já sei que os meus grupos não são diferentes Então quando você vai fazer Um teste tost um teste de equivalência você já parte tipo já sei que meus grupos já sei que meus grupos não são diferentes tá você já sabe isso tá bom então no para fazer um teste Toste
você tem três três partes tá então a forma de calcular é a mesma mas é é o que você interpreta então o o uma condição para o teste Toste ser usado Né para você usar o teste Toste primeira coisa você e o p tem que ser maior que 5% tá não adianta nada se se o meus grupos já são estatisticamente diferentes eu não preciso testar equivalência eu já sei que eles são não equivalentes tá então se se o o o grupo CDF tem nota significativamente diferente do Fundão Eles já são diferentes eles não são equivalentes
acabou tá se o remédio já tem o desempenho melhor que o genérico Eles São diferentes acabou né agora eu quero testar a não diferença eu quero ver o grau de não diferença então primeira coisa se usar o test tost o p tem que ser maior que 5% então eu olhando aqui eh no alunos né Eu olhando aqui esse gráfico eh aqui eu olhando esse gráfico e vendo que os intervalos já não cruzam não dá para fazer teste de equivalência Eles já são diferentes acabou tá então beleza agora ó por exemplo se eu for fazer uma
A nova né porque tem quatro grupos aqui no caso se eu for fazer uma a nova e eu eu faço a nova do sócio né que é o grau socioeconômico lá dos alunos com relação à prova ó a nova não deu significativo tá vendo 0,99 né não deu significativo Então já já tá bom né então eu eu eu e eu já sou autorizado a fazer teste de equivalência se o o teste de diferença já não deu não deu significativo Beleza se eu pedir o gráfico aqui ó e a tabela ó ó veja que todo todas
as classes Socioeconômicas são muito similares No que diz respeito à nota da prova né então então aqui o que que eu tenho nesse cenário né ó 5.6 5.6 5.7 É bem parecido as médias né então esse cenário É um cenário de não diferença tá olhando aqui ó eu eu consigo dizer que esses grupos são não diferentes beleza né só que será que eles são equivalentes ou não então não diferença é diferente de equivalência tá então aí uma outra uma outra Afirmação porque isso aqui é contraintuitivo né eu eu tô fazendo devagar porque e eh a
mania que a gente tem é sempre buscar diferença ah os grupos são diferentes ou não aqui eh e aqui a gente vai partir de um de um outro de um outro ponto né então sabendo que os meus grupos são não diferentes isso aqui é um comentário importante então assim para eu para eu usar o a lógica do tos a lógica do Toste é o seguinte Sabendo que meus grupos que meus grupos são não diferentes sabendo que eles são não diferentes Qual o grau de qual o grau disso Qual grau de não diferença eu tenho Qual
o grau disso tá é isso que eu quero saber porque ó há de convir comigo que assim de de novo tem a ver com P você comparar um p006 com um p060 né os dois são não diferenças mas são não diferenças diferentes né então por exemplo se eu tenho um por exemp a AD de Convir né se eu tenho lá por exemplo eu tenho aqui dois casos tenho o grupo A e o b né os dois são não significativos tá Só que ó se eu tenho um grupo que é assim ó né e eu tenho
uma outra condição que é assim né então eu tenho eu tenho a condição um e a condição dois um e dois são não diferentes são não diferentes mas com graus diferentes certo tudo bem gente então a a a a ideia É isso A ideia é classificar a não diferença isso é muito útil tá quando você tá quando você tá tratando por exemplo do do remédio o remédio versus genérico quando você tá tratando de um tratamento experimental quando você tá fazendo um piloto É legal saber isso tá os testes de equivalência T aparecido em várias áreas
né em psicologia é muito importante quando eu tenho dois tratamentos e eu quero saber se eles são equivalentes eu tenho que manjar disso Não basta pegar o p se o p mai maior que 5% eles são similares não é tá então E espero ter feito vocês pegarem aqui a a lógica básica do Toste tá o Toste é um método de classificar a não diferença em graus tá E aí agora o nosso próximo desafio é como é que eu faço a margem né então eu estabeleço uma diferença zero né aqui E aí eu tenho que criar
o tamanho da margem né E aqui que a gente rouba né Tá então por exemplo mesmo quando os grupos são muito diferentes se Eu criar uma margem grande o suficiente eu torno tudo equivalente tá então você tem que construir assim uma uma margem aqui ó seria a menor diferença e aqui a maior diferença e esse intervalo né é o seu grau de aceitabilidade aceitabilidade o seu grau de aceitabilidade da equivalência então e eh em vez de dizer que a média de A é igual a média de B E Aí aí é um truque interessante que
o teste de hipótese faz né que o o teste tost faz no Toste a gente vai e deixa eu até mostrar porque a essa parte da aula é legal pra gente brincar com teste de hipótese tá então no no no teste de hipótese convencional né básico O que que a gente tem na hipótese nula a média do A é igual a média do B na hipótese alternativa a média do a é diferente da média do B beleza isso é o teste de hipótese convencional no Toste a gente Faz o seguinte tem uma coisa lá no
final do curso quando for falar de inferência bana é a mesma ideia Tá o que que eu vou fazer ó a média do a ser igual a média do B é Valente não muda nada fazer isso ó eu colocar aqui que a média do a menos a média do B é igual a zero tá então eu peguei o m o a média do b e joguei pro outro lado então média ó média de a ser igual a média do B é equivalente a dizer que a que a média do a menos a média do B
é zero vocês Concordam comigo gente vocês concordam tá que eu dizer que as médias são iguais é o mesmo que dizer que a diferença entre eles é zero tá ou seja isso já é uma margem né então eh eh deixa eu até isso aqui eu já escrevi deixa eu até colocar do outro lado porque eu tenho que deixar maior isso aqui esse o Toste aqui que o Toste que é que é o importante então Ó o que acontece no Toste eu vou dizer que minha hipótese nula a média a média do a menos a média
Do B é igual a zer Isso já é uma ideia de Margem né e a hipótese alter a alternativa é que a média de a menos a média de B é diferente de zero né aqui quando eu faço ass quando eu Monta assim esses dois são equivalentes é a mesma coisa agora se eu mudar esse zero Se eu colocar esse zero como sendo a aí deixa de ser equivalente então se eu colocar esse zero por exemplo como 10% 10% de efeito né então a diferença entre os grupos é 10% aí o que o que que
isso quer dizer né que ao invés a a aqui né a equivalência aqui seria média de a menos média de B = 0 e aqui né média de a menos média de B é diferente de zero tá quando eu uso zero né É como se eu só tivesse comparando com a linha azul né quando eu coloco 10% É como se eu jogasse Aqui 10% para baixo 10% para cima e o meu critério o meu critério de de diferença vira um intervalo né É como se esse zero ficasse gordinho ele virou Um intervalo tá E aí
aqui dentro eu vou localizar né eu vou localizar o o o intervalo de confiança aqui essa esse essa barra do intervalo de confiança da diferença tá então por exemplo ó se o meu se todo o intervalo de confiança da diferença entre os dois grupos né Caiu dentro da margem né aqui eu eu tenho uma um teste equivalente aqui as minhas medidas os meus grupos os meus testes os meus Remédios são equivalentes equivalente tá se ele caiu dentro da margem tá bom se o se a diferença entre os grupos tá dentro da margem eu posso dizer
que a diferença entre os grupos é pequeno suficiente para dizer que eles são equivalentes tá se cair aqui para cima ó ó se cair nessa parte ou seja uma parte tá fora da margem uma parte tá Dentro né eu vou dizer que isso aqui é não superior é na verdade depende da Média Então vamos imaginar que a minha a ô droga não tem espaço Pera aí vou ter que apagar aqui um pedaço deixa eu calma aí aqui ter que apagar um pedaço ter que fazer de cor diferente então assim ó você tem que olhar o
intervalo de confiança e a média né Se todo o intervalo tiver dentro da margem né os grupos são equivalentes eles não são só Não diferentes eles são não diferentes e equivalentes tá então aqui são equivalentes quando você tiver por exemplo um um caso assim ó em que você tem um um intervalo aqui né e a média tá dentro da margem tá a média tá dentro da margem aqui eles são eh não superiores Isso é uma classificação da não diferença eles são não diferentes e não superiores tá os dois tratamentos são não superiores quando quando o
Intervalo tiver dentro da margem mas a média tiver para cima tiver fora da margem a média né aqui um tratamento é superior superior ao outro aqui é a superioridade superioridade tá então um tratamento é superior ao outro continua não diferente mas um tem um caráter superior né então por exemplo quando você tá testando dois remédios o remédio e o genérico e dá superioridade isso aqui já é um indicador de que apesar do P ser maior que 5% você tem uma chance Aumentada de dar efeito adverso no no genérico em relação ao ao remédio tá Por
quê Porque tá tá saindo da margem tá saindo da margem e quando todo intervalo sai da margem né Aí você você não tem aí você tem diferença estatística mesmo aqui a diferença estatística aí nesse caso né quando quando tem diferença estatística é quando o p é menor que 5% né então esse caso aqui você nem olha né quando acontece do todo o intervalo Tá fora da margem né é que você tem diferença estatística o p menor que 5% né nesse nesse nesse caso aqui ó nesse nesse caso aqui não superior Você tem o p menor
que 5% né aqui você tem também o p menor que 5% tá eh essa média Ponto Central é a média da diferença entre as médias a isso isso exatamente o Fernanda isso aqui é a média da diferença e o intervalo de Confiança em torno da Média tá então então se a média da diferença tá dentro da margem você diz que os grupos são não superiores eles são não diferentes porque o p o p d maior o cavalo desculpa aqui o p dá maior que 5% aqui o p é maior que 5% maior que 5% e
aqui o p é maior que 5% e aqui quando todo o intervalo tá fora aqui o p é menor que 5% tá o p Menor menor que 5% tá o valor de 10% na diferença ficou estabelecido para essa classificação sempre usado não Raí não não varia conforme a área esse 10% eu tirei da minha cabeça tá tem um tem um artigo aqui na descrição que mostra qual que é o critério para você criar a margem varia conforme a área o fenômeno não não não não coloque esse 10% eu inventei tá então Imagine im que a
diferença entre o Grupo A é x x não Não Me bote isso aí na cabeça como uma falsa memória tá Raí por favor não tá então ó para esse lado da maior diferença eu tenho os dados de superioridade tá então tenho não superioridade superioridade é a diferença estatística mesmo né que isso aqui essa diferença estatística ela não é não é mais tost né não é testado pelo tost aqui é testado pelo teste com conval então quando quando acontece isso Não é Toste não é mais um teste Toste então o Toste serve para esses dois casos
aqui tá e acontece o mesmo do outro lado tá acontece mesmo então Amanda eu não mostrei ainda da onde eu tiro a menor diferença e a maior diferença Eu não mostrei da onde eu tiro a margem ainda eu tô mostrando a interpretação tá a margem sai do seu fenômeno ela é uma medida de tamanho de efeito depende tem tem fenômenos que são muito que variam muito pouco a margem é Pequena tem fenômenos que variam muito a margem é grande depende da área aí de novo Tem um artigo na descrição que que eu mostro e que
eu eu não mostro mas dizem falam sobre critérios para você definir a margem tá deixa eu até só para deixar registrado no vídeo deixa eu até mostrar aqui deixa eu ver se eu tenho ele fácil [Música] ã é esse esse artigo aqui ó esse artigo aqui ó E trios de não inferioridade importância e aplicações em Ciências da Saúde Tá ele tem uma discussão legal assim sobre e sobre a margem também tá então eu deixo aqui no vídeo registrado só para vocês acharem depois tá e eu deixei na descrição também mas depois da aula você lê
com cuidadinho tá isso aqui e aqui essa parte tá não não tem problema então ó a gente viu o lado da não superioridade né Aí tem do outro Lado que aí é a não inferioridade então se todo o intervalo tá dentro é equivalente né se você tem aqui do lado de cá né você tem a média dentro aí não é é não superior é não inferior não inferior né os grupos são não inferiores né E se o intervalo tiver fora aqui né aqui é não superior não superior né E se tiver tudo fora aí você
tem diferença estatística né que é a diferença estatística é a mesma a mesma ideia tá aqui o p é menor Que 5% né nesses dois casos aqui o p é maior que 5% tá mas vocês perceberam que tem uma tem tem uso isso aqui tá tá tem usos né o o os testes tost né Tem tem usos bem específicos mas que são interessantes então por exemplo eh eh agora você não fica tão eh quando quando eu expliquei o teste de hipótese né quando você diz que coisas são diferentes beleza né ã não seria inferior o
segundo caso à esquerda ah inferior isso obrigado Obrigado tá vendo pessoas inteligentes que observam a gente muito bom não inferior e inferior inferior muito bem né porque é o que bate com superior superioridade você tem inferioridade muito bemel isso pessoas pessoas com espan atencional privilegiado é outra coisa inferioridade né E aí a diferença estatística beleza Tá então acho que vocês conseguiram visualizar né então assim quando você encontrar um resultado não significativo Não significativo lembre que tem formas de classificar isso tá tem formas classificar que é interessante Então de novo pense pense em áreas de Fronteira
né Pensa Oncologia áreas caras né Oncologia que você é é é importante você saber por exemplo tá tratando um câncer é importante você saber o que que é um tratamento equivalente de um tratamento não superior de um tratamento superior né ou seja os níveis de não diferença é útil isso muito né mas de novo depende Da margem E aí onde você rouba né se você por exemplo se eu pegar essa essa margem e diminuir se eu pegar o tamanho dessa margem e diminuir né vai ficar tudo diferente né vai ficar tudo com diferença estatística se
eu pegar essa margem e aumentar vai ficar tudo equivalente Então tem um cuidado aqui tem um perigo né assim é muito legal os testes de não equivalência superioridade é super assim a teoria você vê a Aplicação é muito legal né É muito legal eh mas tem um cuidado então assim a a espero que vocês tenham aproveitado a questão teórica né porque agora a gente tá jogando com o teste de hipótese é muito legal mas tem um cuidado cuidado aqui que é tipo e eh cuidado com a margem né então se você tem uma margem grande
você tipo mexer com a margem né e deixar uma margem grande o que que isso vai acontecer vai ficar tudo equivalente Né Se eu pegar uma margem grande tudo fica equivalente porque tudo o intervalo é grande tudo cai aqui no no Amarelo né tá porque a margem é grande Não porque o fenômeno é é equivalente é porque você tá roubando na margem tá se eu pegar uma margem pequena uma margem muito pequena você vai tornar tudo eh superior ou inferior né tudo fica superior ou ou inferior tá então assim o quando você tá lendo um
artigo de equivalência de Eh isso Carolina a margem deveria ser baseada em estudos anteriores né Não então a gente vai fazer o teste Toste no gemovi daqui a pouco tá então assim o o o que quando você tá lendo um artigo de não inferioridade não superioridade o que quer que seja bate um olho na margem tá então a a além de apresentar o teste TS que ele é muito importante né Tem usos você vê assim noss uso honesto dessa técnica é muito legal né para você avaliar tal a não diferencia mai legal Né mas dá
para roubar né e onde que mora o gluglu onde que mora o r y né dentro da margem então assim se você for ler um artigo disso vai seco em como ele definiu a margem se ele tirou a margem tipo fonte Arial Ah o Arial 14 lascou-se tá então já já desconfia do artigo tá mas se ele justificou por exemplo em estudos anteriores justificou baseado numa meta-análise justificou com baseado num piloto ele deu uma justificativa que você considerou razoável pra margem aí Beleza Vale a pena ler o artigo tá mas se você eh se você
não viu uma boa definição da margem já fica desconfiado né e e isso aqui ess esse não compromisso com a margem aparece em artigo New England New England publica muito artigo Clínico de não inferioridade entre remédios entre tratamento coisas do tipo É legal saber tá mas aí a dica quando você for ler o artigo primeira coisa é é olha a margem tá então agora atendendo os pedidos do Elder Vamos fazer um teste né de não de um teste Toste dentro do jamovi vou pegar o banco alunos mesmo né do você pode fazer para teste pareado
teste independente o que você quiser tá tem um botão é que aqui o o tá escondido Deixa eu só fazer um detalhe aqui lá Deixa eu só e esconder alguns aqui ã deixa eu ver vou esconder vou esconder esse esconder esse só para diminuir o número de botões esconder Ride Ride aqui eu já escondi alguns né rde Ah aqui tá Já já é o suficiente Olha o botãozinho aqui ó toer tá vendo o botãozinho toster ó aqui em cima tem uma margem é aqui tá o teste tost tá aqui então você tem que clicar aqui
na no no botão tem que clicar aqui nos nos módulos né e pede para instalar esse módulo toster tá bom aí quando você clica aqui no toster que não aparece Desgraça mas tem ó teste independente teste pareado teste uma amostra tá é um modulinho a mais vamos fazer um o teste independente Toste independente tá então ó ele abre igualzinho o teste t tá vendo ele abre igualzinho o test T grupo e variável tá deixa eu colocar uma coisa que dá diferente primeiro ó lembra do grupo CDF Fundão e a prova de raciocínio lógico ó né
Aí ó ele coloca aqui ó o o bouns Type né que é a margem ele colocou como co d e ele colocou um default dele Que é menos e e menos me e mais meio de coin D então a medida de de da margem é o tamanho de efeito você pode colocar o raw Raw é a própria variável tá então ó só pra gente brincar tem no spss não não tem tá vai ter que vir no gmov mesmo tá chupa spss né chupa IBM vai ter que vir aqui fazer ou no R né é mais
legal fazer aqui então Ó repare aqui ó no no gráfico ó ó olha o que acontece Ó você tem o limite o limite inferior limite superior Ó a margem tá aqui ó ó ó o que aconteceu com a barra essa barra é a média da diferença tá essa barra ó é a média da diferença entre os grupos tá vendo que tá fora da margem né então claramente um grupo é superior ao outro é um grupo é diferente do outro né não é nem superior um grupo é diferente do outro tá então esse é um caso
ó quando você olha ele dá o valor do teste t né então aqui ó esse teste t é igualzinho fazer aqui ó teste t E é igual fazer aqui teste t independente tá isso se eu deixar no o o Elder né se eu deixar no Raw né ele tá colocando meio ponto para baixo e meio ponto para cima tá meio ponto da prova a prova vai de zer a 10 né se eu deixar no Raw eu tô criando meu intervalo Como assim o dois grupos são iguais quando a diferença entre as médias É zero né
Isso é no teste de diferença quando a diferença entre as médias é zero os grupos são iguais aqui eu tô alargando Esse critério então assim se se o na verdade é meio ponto para baixo e meio ponto para cima né então eu tô jogando o intervalo para um ponto né Então as coisas começam a ficar iguais ou seja equivalentes a partir de um ponto acima e um meio ponto acima meio ponto abaixo da média aí você vê que todo todo o intervalo é claramente superior né então eh eh de fato os grupos são estatisticamente diferentes
Então a primeira coisa que você tem que Olhar quando vai avaliar o Toste é o resultado do teste t o teste t não pode dar significante não pode esse primeiro aqui ó não pode ser significante se ele for significante o intervalo já tá fora da margem Então para que que tem a margem não precisa de nada tá então o o primeiro resultado aqui é você olhar se o teste t eh dá significante não pode dar significante se eu se eu trocar pro sócio eu acho que ele vai dar um erro que ele vai pedir do
é ó ó o o grupo tem Que ter só dois níveis aqui tem quatro deixa eu só fazer um filtro eu quero selecionar só a classe A e B vou fazer um filtro rapidinho aqui eh filtro Cadê grupo sócio quero fazer um filtro do sócio eu vou transformar em Missing velue o TRS e o qu então aqui é TR e 4 certo então três e 4 são Miss vai Considerar só o um e o dois isso ó ó o CD virou Miss agora se eu voltar aqui colocar o sócio acho que ele vai aceitar isso
ó agora só tem dois grupos tá aqui eu tô comparando a classe A e B A e B em relação à prova de raciocínio lógico ó veja que o teste t ó o teste t não deu significativo Então beleza né o teste t deu não significativo Então quer dizer que os grupos são não diferentes agora eu quero classificar a não diferença tá e eu coloquei aqui ó como um critério Meio ponto para cima e meio ponto para baixo da da nota da prova olha o que aconteceu tá vendo o intervalo é grande da diferença né
o intervalo então cruzou tanto um lado quanto o outro né isso aqui não é bom tá Isso mostra que que a nossa margem tá muito Estreita porque ó pensa comigo gente pensa comigo uma coisa ó pensa dois alunos eu quero testar se dois alunos são equivalentes tá bom se um aluno tira eh um aluno tira sete e o outro tira 7,5 tá se um aluno tira sete e o outro tira 7,5 né Vocês concordam que eles têm mais ou menos a mesma nota não do ponto de vista de igualdade do ponto de vista da equivalência
tá é assim que a gente define a nossa margem a Carolina perguntou né Da Da Da onde a gente tira a margem uma das formas é pensar nisso no fenômeno no natural então eu tô pensando dois alunos um aluno tirou sete e o outro tirou 7,5 tipo esse meio ponto podia ser os Dois alunos são meio equivalentes por meio ponto né então eu podia jogar um ponto para cima um ponto para baixo se eu aumentasse para um ponto colocar aqui ó um menos um ponto e mais um ponto como o héder falou eu posso colocar
intervalo não equivalente ó aí tá vendo que o que o intervalo inteiro tá dentro de um ponto para mais ou para menos né então eu posso dizer aqui ó ó o teste t não deu significativo mas os dois testes o tost Upper e lower Ou seja a diferença do nível superior e do nível inferior deu significativo Ou seja quando isso acontece você tem um teste de equivalência os dois grupos são equivalentes tá então a a aqui eu consigo dizer vamos interpretar esse resultado eu consigo dizer que a classe socioeconômica a é equivalente à classe socioeconômica
B com uma margem de um ponto a mais ou a menos do que a a média a diferença de média Tá tudo bem gente Vocês pegaram isso que eu comentei Vocês entenderam isso tá então assim para você usar um teste de equivalência o teste t não pode dar significativo primeira coisa né se aí você vai testar os limites né se os dois limites forem significativos isso quer dizer que o intervalo inteiro tá dentro do intervalo da margem né então eu consigo dizer que a classe socioeconômica a é equivalente a b né Com um ponto a
mais e a menos da da Média então com um ponto de variação da diferença nula né os dois grupos são equivalentes tá agora vamos imaginar que eu eu vou colocar um para cima e meio para baixo aqui eu coloco meio meio para baixo né ó ele faz um um intervalo não não simétrico né aí o que que o que que acontece quando eu mudo o intervalo ó veja que ele ficou significativo pro superior mas não ficou significativo pro inferior né Ou seja a A tem um pedacinho para fora da margem mas a média tá dentro
ainda né então aqui eu consigo dizer que ele é não inferior não inferior tá eh e aí você pode ir mexendo com a margem tá você pode de mexendo com a marem se eu deixar se eu trocar para com ind né Você pode usar aqui a variável real ou você pode usar com em aí com a diferença vai aumentar ó aqui né É É porque aí é é tamanho de efeito é uma diferença maior se eu deixar menos me e Mais meio ó fica equivalente tá vendo fica equivalente tá Então essa é a brincadeira essa
é a brincadeira então primeira coisa vamos deixa eu até copiar vamos vamos para fechar aqui deixa eu copiar essa parte vamos vamos fazer uma interpretação de um teste Toste aqui ISO aqui é muito útil gente isso aqui vai aumentar muito a a compreensão de vocês de teste de hipótese é muito legal deixa eu vou até abrir outra tela começar de novo pra gente fechar Aqui [Música] hã aqui Não beleza aqui agora Vou colocar ó o colocar grande tá E aqui vou colocar também o nosso gráfico pra gente vocês verem Opa esse aqui é o outro
esse aqui vamos colocar o nosso gráfico aqui só para vocês darem o bzu e eh eu acho essa essa discussão final assim do do de teste de equivalência ela eh as Pessoas não vem muito uso agora mas vai começar a aparecer cada vez mais teste de equivalência tá então eu tô meio que fazendo a futurologia mesmo é uma coisa daqui uns 5 anos povo da célula vai começar a usar isso loucamente você povo da célula é que aqui no Brasil é é terra de ninguém hoje em dia a ciência né mas você povo da célula
que que vai virar docente quer virar docente mesmo né Eh isso aqui teste de equivalência pro povo da célula E do rato vai virar Trend rapidinho tá fazer a margem por co Raw Dá no mesmo dá a Rigor dá assim você usa o Raw né você usa a medida Raw quando você já conhece né Eh você por exemplo nota da prova vai de 0 a 10 então todo mundo conhece né então a a métrica a variável a métrica da variável é conhecida métrica da variável é é conhecida tipo nota de prova alguma coisa assim por
exemplo se tiver tratando com expressão gênica não Faz sentido usar o Raw né aí o melhor é usar o coin D mesmo tá o coin D é uma medida padronizada então acaba sendo mais legal e a O que você acha nos artigos né também tá ã equivalência para duas categóricas então aí você tem que fazer um q quadrado de equivalência né Aí tem o q quadrado de equivalência dá para fazer também é que assim você comparar óbito com medicamento é meio estranho né O que que é melhor morrer ou tomar o remédio é Meio esquisito
tá Não sei acho que você falou meio rápido tá mas assim se eu se eu quiser ver sei lá dois medicamentos eu quero ver se eles são equivalentes e no que diz respeito à prevalência de uma doença Se você olhar aqui no Toste Ó tem para teste de proporção aqui ó e se eu colocar aqui no toster ó é two proportions tem como fazer teste de de proporção também tá pra variável categórica ele faz também a Rigor para qualquer teste dá para fazer O Toste tá qualquer porque tem a ver com o teste de hipótese
né então é você muda e é de boa então assim ó interpretação como é que a gente interpreta um teste de equivalência interpretação primeira coisa né E esse teste t aqui que ele chama de estatística base esse teste t aqui ó ele não pode dar significativo se ele der significativo não tem por fazer o Toste tá então o o teste Base teste t base não pode não pode ser significativo acho que isso já ficou claro né se ele der significativo o intervalo inteiro tá fora ou para cima ou para baixo então aí não faz não
faz sentido tá aí depois você vai testar e eh ver ah significância ver a significância do Toste para cada nível da Margem né pra margem superior ou a margem inferior tá então assim se aí aqui se o toster que essa marem aqui em cima né e lower significativos né porque ó olhando o primeiro olhando o primeiro resultado não deu diferença se não deu diferença os grupos não são diferentes então eu tô garantindo que essa Margem Não tá em cima toda em cima ou toda embaixo né se Os dois derem significativos As Margens quer dizer que
esse intervalo não tá cruzando com as margens Então se o intervalo não tá nem para cima nem para baixo não tá cruzando com as margens tá dentro né tá dentro então se o to uper e lower significativo né com o primeiro com com o teste base não significante né e eu tenho equivalência eu posso dizer que os grupos são equivalentes tá se o tost é Upper significativo e lower não significativo né aí o que que você vai ter você vai ter um caso você vai ter um caso você tem a a margem aqui né então
o upper é significativo e o lower não você vai ter um caso assim tá que vai ter uma parte uma parte que cruza a parte de baixo né então esse aqui é o caso dois né que seria esse é o caso dois tá E aí você vai ter a não inferioridade Não inferioridade ou inferioridade depende do quanto não cruza tá porque depende da Média né onde é que tá a média tá então vai ter não inferioridade ou inferioridade aí se o tost upper não significativo e o lower significativo né quer dizer que é diferente do
de baixo mas cruza o de cima aí você vai ter não Superioridade não superioridade ou superioridade tudo bem gente pegaram aqui se os dois significativos é equivalência se o de cima é significante e o de baixo é não significante é não inferioridade ou inferioridade depende do quanto cruza né E se o o upper é não significativo e o low é e significativo aí você tem não superioridade ou superioridade tudo bem gente pegaram a ideia tá então de novo isso aqui são Formas de classificar formas de classificar a não diferença a não diferença isso pode ser
muito útil Tá mas claro e aí de novo vou reforçar né eh dependendo dependendo do tamanho da margem então assim é muito legal entender isso o teste de equivalência é muito legal tá o toast só dá para usar com variável contínua não dá para usar com variável categórica tem o teste de proporção né Eh então mas só fechando Essa parte então assim a discussão é muito interessante né equivalência não inferioridade é interessante mas tudo pode mudar dependendo da margem se eu pegar uma margem pequena é ruim né E se eu pegar uma margem muito grande
tudo fica tudo tudo tudo fica equivalente se eu pegar uma margem pequena nada fica equivalente eu não consigo definir nada ah aliás tem um último caso tem um último caso é quando os dois não dão significante se o tost Upper e lower não significantes eh não significativo Quando os dois dão não significante é quando você tem um caso assim ó eu tenho a margem E aí o intervalo inteiro tá cruzando a margem tá então cruza em cima e cruza embaixo isso aqui é É quando isso acontece é quando a margem tá mal definida tá a
margem é mal definida então isso aqui a gente tem é chamado de resultado inconclusivo Inconclusivo tá então quer dizer que a a o é quando você cruza as duas margens tá E aí aí é um problema do fenômeno mesmo você escolheu mal a margem alguma coisa assim tá então quando cruza as duas margens O resultado é inconclusivo tá Não não é bom ele só pode cruzar uma porque você não consegue dizer nem que é inferior nem superior né Então tá tá estranho é quando o resultado fica estranho tá Eh então assim a gente vê né
que dá para classificar não diferença isso é muito útil mas cuidado com a margem é onde a gente consegue roubar muito tá então assim eu gosto de estudos de eh caracterização da não diferença A a você ensinar isso pro aluno de pós-graduação dá uma clareza grande né quando você diz que o resultado é não diferente mas mas como que é isso como que é essa não diferença é legal né dá para você caracterizar bem as suas Diferenças é bem legal Tá mas de novo ao mesmo tempo você pode ver hoje hoje os artigos que T
mais falcatrua hoje nos artigos publicados em boas revistas tá eu não não vou nem falar de revista predatória que aí você publica qualquer coisa aí é outra história tá revista predatória é outra história Tá mas pensando revistas boas indexadas e tudo mais né Eh onde tem mais fraude na margem em estudos de não equivalência não superioridade Com a margem aí você vai ver que a margem não é bem definida tá E aí não é um problema da conta é um problema do método e é por isso que essas duas aulas metodológicas são úteis para trazer
luzes para vocês sabe de dar um pouco mais de Rigor pras coisas que vocês que a gente já aprendeu né então não basta só saber o que que é teste t não basta só apertar o botão e saber interpretar tem usos né por isso que de novo por isso que essa é uma discussão De pósgraduação né ess fão de pós-graduação Agora faça faça uma reflexão por um segundo né imagina se você tivesse essa aula eh sem ter aquelas aulas base do que que é média o que que é variância o que que tamanho de efeito
essa aula ia ficar impenetrável né E aí de novo gente pense em você mesmo dois meses atrás você era uma pessoa diferente né então só para perceber a sua alta eficácia né você parar de ficar achando ai não sei nada é Tudo muito difícil não é gente se se você consegue ver essa aula pelo menos entender você não vai aprender né esse é o compromisso que a gente fez no começo do curso você não aprende nada você entende muita coisa você vai aprender discutindo com o pessoal fazendo os exercícios pensando né a respeito Tá mas
por exemplo dê um pouco de crédito para você mesmo né na sua ao eficácia você ser capaz hoje de ver um gráfico desse ver uma análise dessa e entender o que Isso quer dizer né minimamente assim Pode ser que depois você vai tomar banho não tome banho que tá frio né mas se você for corajoso vai tomar banho eh não vende o banho você e eh porque se você tomar banho vai esquecer tudo né vai escorrer tudo pelo rabo mas pensando agora que você é capaz de entender isso minimamente coloca você nos rompantes do conhecimento
tá eu tenho certeza que a esmagadora a maioria das pessoas do seu laboratório incluindo seus orientadores Não vão ser capazes de entender um teste de equivalência como você está entendendo Agora tá então e veja isso tá isso é algo muito importante a galera legal mesmo mesmo o o mesmo eh farmacêutico o povo da área de farmácia pesquisa clínica tem que saber isso aqui né povo que trabalha com pesquisa de qualidade na área de farmácia tem que saber química enfim tem que saber o que que é um teste de equivalência né se eu tô testando Eh
eu tô testando um processo industrial de fabricação de um remédio né fazer as pílulas mesmo os comprimidos né Eu eu quero que as coisas sejam parecidas eu quero estabilidade se eu sou um engenheiro de produção engenheiro de produção dentro de uma Indústria ele usa direto o teste de equivalência porque por exemplo eu eu Dizer que duas máquinas não são diferentes não é suficiente né uma uma máquina pode produzir peças com uma alteração Relevante em relação à outra Apesar delas serem estatisticamente não diferentes o que eu quero saber se as máquinas São equivalentes eu quero ter
uma não diferença forte e aí tem que buscar uma equivalência então Engenharia de Produção usa esses testes loucamente tá o farmacêutico usa o teste locamente esse tipo de teste mas eu eu vejo que na nas áreas biológicas pelo menos o pessoal come uma bola Federal mesmo quem Escreve artigo em revista boa tá você pode pegar um New England aí recente coloca não inferiority test põe New England pega um artigo você vai ver que o cara come umas bolas Não não interpreta direito ou ou eh não explica direito a margem tá então Sônia eh como descrever
a inferioridade e a superioridade então a inferioridade e a superioridade depende da onde tá o intervalo né então a A então tem inferioridade e não inferioridade superioridade e não superioridade então o que que seria a a superioridade é quando você tem um intervalo aqui ó e a média a média tá fora da margem então aqui é super aqui é superior tá quando eu tenho um caso em que a a média tá dentro da margem aqui é não não superior aqui é não superior por causa da Média tá a média tá dentro da margem aí é
não Superior quando a média tá fora da margem é superior e tem o mesmo para outro lado tem o mesmo outro lado aqui ó então quando quando a a média tá fora da margem aqui você chama de inferior e quando a média não tá fora da margem a média tá dentro da margem aqui é não inferior tudo bem snia tá essa coisa da média se a média tá dentro da margem ou Não tem um monte de recente tem um monte de aplicação de teste de não inferioridade tá um monte só que o povo come assim
a comida de bola por isso que eu comecei a dar essa aula desde do ano passado a comida de bola é generalizada é uma coisa louca assim como o Povo come bola e e e de novo porque o povo não entende teste de hipótese daí as primeiras aulas as primeiras 10 12 aulas são fundamentais para você conseguir entender Metodologicamente melhor essa discussão de pós-graduação né e de novo isso aqui era para ser ensinado na Na graduação também tá lembrando que todo curso um deveria estar na graduação isso aqui não é exceção porque no fundo é
um teste fácil é só um teste t onde que tá a dificuldade a interpretação né e a Interpretação você tem que para interpretar Você só tem que entender de forma mais rigorosa os conceitos básicos né então se você entende o que que é um Teste t entende o que que o teste t compara entende o que que é um tamanho de efeito e sabe o que é um teste de hipótese você entende isso aqui completamente né o fato da Média das pessoas que que precisa dessa análise não entenderem isso mostra um um um desconhecimento generalizado
de método logo é uma falta da formação científica que a gente tem que corrigir tá E aí o objetivo dessa aula sobretudo de estar pública e é para tentar reduzir esse Esse GAP tá o Toste sempre compara dois grupos não pode comparar mais de dois é que se comparar mais de dois você vai ter várias comparações né então ele vai fazer várias tabelinhas dessas tá se eu tiver TR grupos a b c ele vai fazer três tabelas tabela do a com B do B com c e do a com c tá todo e qualquer teste
estatístico regressão anova ancova qualquer teste dá conver no tost tá porque é só o jeito de repensar o teste de hipótese né tá noov você tem o tost Para teste t teste t para uma amostra teste tado para proporção que é o q quadrado e para correlação tá PR pros outros testes não tem mas não quer dizer que não exista aí mas tem que ir pro R Tá mas já tá muito melhor que o spss né chupa spss porque não tem tá então e e é muito mais didático de mostrar aqui tá mas vale para
qualquer teste se você precisar qualquer teste tá bom gente então e eh fechamos com com essa com essa parte a nossa discussão sobre glm Né então glm basicamente uma melhoria né uma içamento do das variações da a nova né Lembrando que eu que eu estou falando nessas últimas duas aulas é do General linear Model o generalized linear Model a gente vai ver no curso dois aí entra um pouco mais de detalhe mas toda essa discussão também faz parte tá então espero que vocês tenham aproveitado né a maneira de descrever os resultados também os testes de
equivalência e não inferioridade super super úteis Superioridade e tal é uma discussão bem legal mesmo que você não use se você não encontrar diferença no não é agora para você entregar os pontos e ficar deprimido tá eh não não não é assim tá eh veja que tem formas de classificar a não diferença onde podemos ler sobre comprovação do genérico site da Anvisa tá é só pegar os editais da Anvisa eles descrevem certinho não Visa tem protocolos lá de que para testar Equivalência tem que fazer teste Toste como é que você definir a margem o o
povo da Anvisa pega pesado assim é é bem legal tá então se for os protocolos da via você eh dá para entender isso aqui muito bem tá eh eu coloquei também um artigo Como Eu mencionei para como critérios para definir a margem né pode ser útil para quem tiver interesse é um artigo inglês eh e tem outros artigos na referência também falando sobre os testes de não Inferioridade e tal que você pode ter uma apreciação bem legal do do tema tá então fica como recomendação para vocês né uma coisa legal povo da célula e povo
do rato Fica de olho porque isso aqui vai começar a bombar na área de vocês eh eh como como vocês ainda estão no nível 1950 né da estatística né Eh mas vai chegar isso aqui vocês vão chegar nos anos 80 e vão começar a usar locamente teste de equivalência também tá para n pequeno é uma ótima pedida muito melhor Do que ficar tentando tapear né é fazer um teste de não não inferioridade não superioridade muito legal tá eh então fechamos a parte do glm aula que vem começaremos com um teste novo importantíssimo aliás vamos ter
ões epistemológicas fantásticas que é sobre análise fatorial tá então aula que vem começaremos com uma coisa que eu prometi lá no começo do curso como é que faz a a medida de satisfação a gente vai aprender vai finalmente essa hora chegou Para quem sobreviveu até aqui né quem passou pela seleção natural não foi devorado nem morreu por mazelas eh por doenças ou ou foi cooptado por alguém ou eixo tranc tese não comeu chegou aqui vai ver o finalmente A análise eh análise fatorial que é um teste muito legal tá E aí vamos seguir já já
para as últimas aulas os últimos testes do nosso curso tá então eh eh veja que agora a discussão evoluiu bastante tá análise fatorial não é igual a nova a nova Fatorial né Outra coisa Outro teste eh eh aguarde a aula a aula que vem isso siga angustiado mas não fique ansioso tá próxima aula é próxima aula é segunda mesmo tá então não tendo votações contra vamos tocar tocar o o barco isso todos de volta pro buraco agora tá joga uma par de terra e volta pro buraco tá então agradeço mais uma vez a paciência e
a atenção de todos eh e aproveitem o final de semana a gente se vê na próxima aula tá obrigado e até mais tchau