Boa tarde, Rapaziada, tudo bem com vocês? O Barbast está na área novamente, tendo a honra de ter aqui Rodrigo Pimentel. Tudo bem, Rodrigo? >> Muito obrigado mais uma vez. Quarta vez ou terceira? >> Terceira. >> Puxa >> é porque você veio no Redcast que foi aqui no estúdio, né? Que bom, hein? >> Bom pr >> muito obrigado pela pelo convite aí, viu irmão. >> Que isso? Já sabe que a porta tá aberta aqui. >> Hoje é um dia importante. Você vai ser campeão brasileiro hoje? Com certeza. >> Sim, vamos ser campeão, se Deus [risadas] quiser,
acaba logo, né? Ah, >> tava logo agonia dos antes, né, para eles poderem p relaxar um pouco, né? Acabou ontem. Fluminense tá bem também, né? >> Certo. 6 a 0 no São Paulo. E aí, Libertadores? Aí, irmão, olha só, tu comentou ali fora que eu tava mais forte, né? Eu vi. Isso não é vergonha. >> Não é vergonha não. Isso aí quando você aprecia aí a o colega, tá? Não é nada demais. Na verdade, eu não tô mais forte, viu, cara? >> Eu tô usando uma camisa que me deixa mais torneado e mais bonito, que
é uma minimal club. Agora tu vai. É a minha camisa agora, viu? A boa. >> E agora tu vai ganhar uma de presente aí ficar mais bonito aí, viu irmão. >> Muito obgado. E vai ficar, vai me emagrecer também, né? >> É, isso ajuda bastante, [risadas] viu, irmão? >> Não resolve. >> Não é só isso. Tem que ter umas injeção de mãojara também, mas você vai ficar muito mais bonito que tu já é, viu, irmão? [risadas] >> Muito obrigado aí. Valeu, Minimal Clube. Valeu também, Pimentel, pelo presente. Legal, hein? >> É algodão egípcio, viu? Tu
vai ficar lindo, viu? Barbara. Vai ficar lindo. Vai ficar lindo. Eitá na moda hoje em dia, né, irmão? Aí >> [ __ ] com essa barba bonita, magra. >> Mas eu faço assim. Eu fiz assim um vídeo, fiz assim, os car pra tu tá mais forte. É camisa, irmão. Não é camisa >> não. Mas é, é verdade. Ele chegou e fez assim: "Pô, tá no shape, hein? Não, é a Camisa. É a camisa, [risadas] [ __ ] Tenta fazer a camisa gordo como eu era antes para ver se vai adiantar alguma coisa. Não tem milagre,
não tem milagre. [risadas] Mas a gente também tem um presente para você daclock, que é o nosso patrocinador, aliás, o dono da clock, o Everest tá aqui. Por favor, para de filmar e entra. Não precisa filmar porque vai tudo. Tá tá tá com mais qualidade que teu telefone. >> Chega aí, Evereste. >> Everest vai me presenciar com com [ __ ] muito obrigado. Deus, cara. >> Fala aí, velho. >> Já tá escolhido, cara. >> É o é o dourado. >> Não é o dourado dos bicheiros para poder ser [risadas] >> É, é esse aqui, irmão.
Tá lindo. [ __ ] muito obrigado, irmão. Que lindo, hein? Já vou colocar ele aqui agora no pulso >> e já vou te dar e já vou te fazer o desafio. >> É oriente esse. >> Isso, >> pô. Coloca a caveirinha do BOP aqui no no no modelo exclusivo pra gente, irmão. >> Tá assim, diz, >> tu consegue fazer isso? Não, >> tá assim, diz aí, ó. Aí, ó. [risadas] >> E a Eclock, olha, rapaziada, a Eclock tá com cupom de desconto barba 12, 12% de desconto. >> Tem o QR code aqui na tela. Tá
com Q code, não tá, Sam? Na tela e o link na descrição e no link fixado depois da live. Então vai lá, aproveita. O ouro tá caro para caramba. Tem muita gente sendo presa aí [risadas] que vai encarecer o grama do ouro em breve. Então o relógio é sempre uma boa opção de presente. Olha aí presença, irmão. >> Tá lindo, hein, cara. Puxa vida, muito obrigado, viu, Verde? Puxa vida. >> Presença Eclock. Valeu, Eclock. >> Tamo junto. Comprem lá, tá? Ó, tem relógios de quanto? De quanto? A conta, quer dizer, >> de a partir de
199. a partir de 199 até uns, [risadas] depende, cabe em todos os bolsos, tá bom? Então, aproveitem. E vou também agradecer aqui ao vivo a minha esposa. Sabe por quê? Minha esposa me deu um livro que ela escreveu, ó, >> o protagonismo do direito aduanê. Sei [ __ ] nenhuma de direito aduanê. Você, Você entendeu alguma coisa de direito adê? >> Que bacana isso aí, cara. É, ela escreveu >> e aí me deu uma dedicatória aqui. Pão dura só deu um para mim, quer dizer, [risadas] um para mim, pro meu filho. Mas enfim, eh, foi
lançado pela Lem Jures Direito, né, obra coletiva e tal. Vale a pena, eu recomendo para quem gosta de direito aduaneiro, que é uma área muito importante aqui no Brasil, Né, de importação, exportação. E ela tem o Aduaneiro TX, que é um podcast que ela grava aqui também, obviamente. Então, >> pô, que bacana, sensacional, cara. Que bacana. Então eu recomendo. Obrigado, amor. Parabéns. Eh, tenho certeza que é muito legal o livro, só que eu não vou ler porque eu não entendo nada disso, mas para quem gosta [risadas] vale a pena, tá bom? Então, recomendado aqui. >>
Uhum. >> Eh, então, eh, Rodrigo Pimentel, meu amigo, hoje é um dia animado aqui no Rio de Janeiro, né? Animado assim, com muitas coisas, não, não necessariamente animado de feliz, né? Então, assim, o Barcelona está preso. Que que aconteceu? É, camarada, presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Eh, o que nós temos de informação até o momento é que ele teria informado ao THias da prisão dele, né? Então isso aí >> seria eh um crime certamente para Facilitar possivelmente a fuga do TH ou para destruição de provas, né? >> Sim. >> Então, de novo,
a Polícia Federal sendo protagonista no estado do Rio de Janeiro e também no Brasil, a gente deve muito a Polícia Federal, viu? >> Uhum. Eh, é a polícia que mais prende políticos corruptos no mundo, é a polícia federal, a nossa polícia brasileira. >> Se eventualmente aqui eu já tive algumas Colocações a respeito da Polícia Federal, eu eu sou muito franco em dizer para você que a gente deve muito à Polícia Federal e ela jamais, hipótese alguma pode ser enfraquecida, viu? >> Sim. E então a a Polícia Federal prendeu o presidente da LERGE. Mas a análise
importante dessa prisão, eh, o presidente da LERGE, Rodrigo Bacelar, ele foi eleito pro segundo mandato como presidente daquela casa legislativa. >> Uhum. >> Com 70 votos. todos os deputados estaduais do Rio de Janeiro, sem exceção de partido político de esquerda ou de direita, todos os deputados eleitos pelos cariocas e pelos fluminenses, todos eles entenderam que o Barcelida, né, que era a liderança mais eh eh razoável, expressiva, eh para conduzir aquela casa legislativa que todo mundo sabe, é uma casa muito complicada. >> Sim. Então, a gente deve pensar, refletir sobre a prisão do Barcelar na Seguinte
questão. O meu deputado que eu votei para deputado estadual apoiava o Bacelar na presidência daquela casa, aquela casa legislativa há 3 anos, eh, todo mundo tem que lembrar disso, aquela casa legislativa votou pela permanência da Lucinha, do PSD, partido do Eduardo Pais. Por que que eu digo partido? Todo mundo fica com raiva de mim. Pô, Pimentel, você falou o nome Do partido. Eu tenho que dizer porque os partidos >> eles eles poderiam ter alguma alguma barreira de proteção. Olha, a gente não aceita você aqui, sabe? Os partidos poderiam ter esse zelo, esse cuidado. Então eu
digo assim, ó, TH Joias, preso pela Polícia Federal do MDB, né? Eu sei que tem um montão de gente muito boa do MDB. Eu tenho absoluta certeza que existem políticos corretos no MDB, mas o partido poderia ter uma proteção, né? o Bacelar da União Brasil, eu tenho certeza que tem a porrada de político da União Brasil, que não é da sacanagem. União Brasil poderia ter essa preocupação. Então, quando você fala o nome de um partido e você estabelece para para aquela pessoa que não acompanha a política, né, a gravidade do problema do Brasil hoje. Sim.
A alérgia há do anos. Ô, ô, Rafa, a Lucinha foi afastada em função de uma investigação contra o Miliciano Zinho queimou 37 ônibus. A Lucinha foi afastada por uma decisão do Tribunal de Justiça, uma investigação de novo, de novo da Polícia Federal, né, junto com o Ministério Público do Rio de Janeiro. A Lucinha foi afastada >> e 52 deputados naquele naquele momento votaram pela volta da Lucinha. Então não é papo de raiva, de mágoa. O problema do Rio de Janeiro também está na alérgica. A gente comemora uma operação na favela, no alemão que mata 120
bandidos. OK. Mas esse é um pedacinho do problema do Rio de Janeiro. O alemão é um pedaço do problema do Rio de Janeiro. >> Uhum. >> Com certeza o crime tá bem estabelecido na LGE, >> muito bem estabelecido. O TH Joias, >> ele foi preso pelo delegado Felipe Curi há muito tempo atrás, foi condenado a 14 anos de cadeia, conseguiu participar de um pleito eleitoral. ficou em terceiro Suplente. Aí um deputado faleceu, um outro deputado Pisiani foi retirado da alerge para assumir uma cadeira na Secretaria de Esportes, né? Com isso, o TH aendeu, né? E
por força de uma omissão da sociedade do Rio de Janeiro e dos políticos do Rio de Janeiro, o Comando Vermelho ganhou uma cadeira na Lérgio. Isso é fato. E hoje, se for verdade, o que a Polícia Federal colocou aí no papel, aí a gente tem um presidente da LERGE preso, um presidente Da Alerge que tentou avisar o Toias ou avisou dessa operação policial. Sim, >> isso é gravíssimo, isso é vergonhoso. Ah, a gente diz que o Rio de Janeiro já teve cinco governadores presos, né? Uhum. >> Mas nós já tivemos também cinco presidentes da Alerges
presos. Se você pensar bem, Pisciane, Paulo Melo, José Nader, agora Bacelar, né? Sérgio Cabral, que também foi presidente da Alér, né? >> Ou seja, a Alérinho >> do Executivo Estadual. uma uma vergonha pro Rio de Janeiro. É uma reflexão, viu? Se a gente não na próxima eleição, cara, se a gente não retirar quase toda a alérgia a boa parte dela, o Rio de Janeiro não tem salvação não, irmão. Perfeito. >> Eu, você acredita que o o problema começa ali? >> Ele começa ali >> porque na verdade todo mundo acha que o Problema começa na favela
com cara que compra droga, não sei o quê, mas é muito cima disso, né? Acho que ali é a base só. >> Eh, o que a gente tem que deixar muito claro para todo mundo no Brasil hoje, Rafa. Qual é a discussão hoje, Rafa, no Brasil hoje em função do sucesso da operação carbono em São Paulo, tem muita gente muito inteligente que diz na televisão assim: "Olha, basta perseguir o dinheiro deles, Né?" >> Uhum. Eu gostaria muito que fosse assim. Não basta perseguir o dinheiro deles. Eu tenho que perseguir o dinheiro deles, prender as lideranças,
manter as lideranças presas, recuperar o território, manter o o território recuperado, >> isso >> ocupado, né? >> Uhum. >> E eu tenho que retirar os fuzis e evitar Que novos fuzis cheguem. Então, a ilusão bonitinha. Ah, basta ir lá na Faria Lima e retirar o dinheiro deles. É uma besteira, sabe? É importante demais fazer isso, né? Mas a operação carbono não conseguiu desmontar o PCC. A operação carbono é uma etapa para você desmontar o PCC. Evidente que é e é uma etapa muito importante, mas só operação carbono na Faria Lima não resolve. O Rio de
Janeiro também. Ô, ô, Rafa, pouca gente sabe disso. A operação carbono em São Paulo, eh, que foi pilotada pela Polícia Federal, pela Receita Federal, pelo COAF, pelo Ministério Público de São Paulo, pela PM de São Paulo, pela Polícia Civil de São Paulo, a operação carbono que não tem um pai, todo mundo é pai dessa operação. Uhum. >> Nem é o Derrit, nem o Lula, é todo mundo. A PM de São Paulo foi >> muito importante para Operação Carbono em matéria de E o Gaeco de São Paulo também. A operação carbono retirou 8 bi Do PCC,
mas meses antes o Felipe Curi aqui com a operação eh eh aquela operação ordo, retirou seis bi do comando vermelho também e das milícias. Então retirar dinheiro da facção somente não resolve, tá? Tá entendendo qual é a a questão? E, e, infelizmente o debate hoje é nesse sentido. Poxa, eh, tá vendo na na Faria Lima, a Polícia Federal chegou sem disparar nenhum tiro. Evidente. Não tem que disparar tiro da Fia Lima porque não tem barricada, não tem 200 bandidos armados. É, então assim, isso leva a discussão da segurança pública para um nível muito baixo, rasteiro.
>> Mas eu tenho certeza que se a gente não mexer na alerge e não é só >> drasticamente >> operação da polícia federal, não, viu? É eleitor, partido político, imprensa, podcast, todo mundo lembrando o tempo todo. Olha, Alerge não pode ser uma casa que proteja deputados milicianos. A alerge não pode ser uma casa que dê uma cadeira para um deputado TH Joias, que vem de munição pro comando vermelho, que vende drone pro comando vermelho e também pras milícias, tá? Isso tem que ser dito o tempo todo, cara. Isso tem que ser, tem que ser explanado.
A gente tem que cobrar do partido, né? Chamar o presidente do MDB. Por que que você aceitou o TH Jorge no seu partido, né? Chamar o governador que tá no momento bom da carreira dele, >> tá sendo aplaudido pela população em função da operação, né, Cláudio Castro, né? Governador, por que o senhor colocou o Pisani na Secretaria de Esporte sabendo que o TH Joias ia assumir uma cadeira na lerge, né? Qual foi a consideração do senhor? Foi política, foi técnica, né? O senhor não tava nem preocupado com isso. Tem que perguntar qual o problema. >>
Sim. >> Com toda admiração e apreço e respeito que eu tenho pelo governador Cláudio Castro, né? Nesses dias eu eu fui entusiasta em defender a operação no complexo alemão, né? >> Então assim, é e nesse nível de maturidade, viu, Rafa, que a gente tem que fazer essas perguntas, né? >> Uhum. >> Eh, pô, então é a a prisão do Barcelar hoje, não sei se ele vai ficar preso Também, não sei o que ele vai alegar. O que eu sei é que a alerge hoje precisa de um freio de arrumação. E quem vai dar esse freio
de arrumação, se Deus quiser, o eleitor em outubro, né, do ano que vem, né, daqui a daqui a 10 meses, né, é isso mesmo. >> Eu acho que sim, >> né? Agora, lembrando quem tá em casa, brother, >> vou ter que votar. >> 70 deputados da LERGE, todos sem Exceção. Aquele que você gosta, aquele que você votou, todos entenderam. que o Barcelidente daquela casa. Não é isso? >> Isso é >> é assustador. >> Isso é emblemático, né? >> É assustador, né? >> Assustador. >> Assustador, né? Independente do partido político, viu? >> Sim. >> Independente do
partido político. Isso é é é muito a cara do Rio de Janeiro, né? O tamanho do problema que a gente tá vivendo aqui, né? É, é realmente a gente inclusive e tem dois anos que eu falo, tento falar com o governador para ele ver aqui, foi ao Vilela, lá de São Paulo, parceiro, amigo nosso, mas ele veio e lá em São Paulo, mas o Vilela veio aqui falar com ele e não veio aqui no Barbacash ainda, né, governador? >> É, com certeza ele vai vir, é Flamenguista, [ __ ] né? >> É, pois é, mas
ele não >> e tem e tem o que falar, ele tá ele tá hoje, ele tem uma pesquisa hoje que ele tá com 27% pro Senado, né? >> Uhum. >> Ele estaria passando o próprio Flávio Bolsonaro nessa pesquisa. ele tá com apoio popular. A operação foi um divisor de águas na segurança pública do Brasil e também na política brasileira. Eh, as pessoas estão despertando no Brasil eh a Questão das das eh das periferias que estão apoiando as ações policiais. Isso é um janela boa para debater segurança pública. >> É, é, não, sem dúvida. Acho que
você falou tudo, é um bom momento, né, para ele, é um bom momento para ele falar sobre >> sobre não só sobre operação, mas sobre os planos futuros, né, de de Rio de Janeiro para ele >> Senado, né, >> Senado. Enfim, mas tô falando assim de forma como é que vai terminar, né, o governo? Como é que ele imagina que vai terminar? Porque ainda tem um ano de mandato, né? >> Sim. >> Eh, se bem que ele sai, né? Se ele for para Senado, ele sai, >> sairia em abril, né? >> Sai em abril. Bom,
então tem >> dia primeiro de abril, né? >> E tem outras coisas. A gente quer saber Até onde vai as operações para retirar as barricadas, né? Isso >> porque hoje a há um mês nós falávamos da da operação do alemão. >> Sim. >> E hoje os municípios junto com o governo do estado estão empenhados aí nessa operação de retirar 15.000 barricadas, né? >> Alguns prefeitos já se adiantavam, o caso do Canela em Belfroxo, o próprio capitão Nelson em São Gonçalo, mas hoje Retirar barricada virou uma política estadual. >> Uhum. E a primeira vez que eu
tive contigo aqui há mais de um ano, há mais de um ano e meio, né? >> Foi, foi, >> eu falei contigo da questão da barricada, é uma questão vergonhosa, né? Deveria ser a prioridade de qualquer governador no Rio de Janeiro, de qualquer prefeito. Barricada não. Barricada é uma vergonha Para pra democracia. É é o fim da soberania nacional. É o é o morador subjulgado, humilhado pela facção >> e pela milícia. >> Uhum. Eu tô deixando claro milícia porque meu hater, eu tenho porrada de hater. Você nunca fala de milícia. [risadas] >> Falou já umas
15 vezes só aqui. Tá >> 15 minutos. >> Pelo amor de Deus, você nunca fala de milícia. >> Assim, a isso torna a discussão da segurança pública tão >> Sim. >> tão boba, meu irmão. Assim, um um haer meu esses dias mandou, eu respondo de todos os jeitos, viu, Barbara? Um reiter meu falou assim: [risadas] "Porra, mas é o o o a polícia não não prende miliciano". Eh, na gestão Felipe Cures, se eu não me engano, foram mais de 1450 milicianos presos, né? E e >> e teve os mortos também, >> uma porrada de miliciano
morto aí na na gestão do Alan, do Felipe, né? E Dolquerque, esses chefes de polícia que nós tivemos os últimos. Porrada de miliciano morto em operação da Polícia Civil, né, da PRF também. Então, sinceramente, se lá atrás havia algum tipo de proteção às milícias do Rio de Janeiro, sinceramente, hoje eu não vejo mais. Hoje eu vejo a Polícia Civil dando muita porrada em miliciano, >> o BOP dando porrada, o 18º Batalhão Arapaguá, prendendo 14 milicianos com fuzilis, sabe? lá atrás, se você me perguntasse isso há 3, 4 anos, 5 anos, eu teria algum receio de
de bater isso, porque eu fiz filme sobre isso. Eu fiz o Tropa de Elite 2, que falava sobre o envolvimento das forças de segurança do Rio de Janeiro com as milícias. Eu não tenho vergonha nenhuma de falar essa [ __ ] aqui para você, irmão, >> porque tava feio mesmo a situação, né? >> Mas eu acho que isso mudou bastante, né? >> Mudou. >> É um papo para ter com o governador quando ele vier aqui, né? >> Espero que venha. Então, o governador está novamente. >> Tu falou com o Igor? Falou com o Igor? Ele
não me responde. O Igor não me responde não. [risadas] E o governador tem aquele negócio que apaga 24 horas. Então também não sei se ele me responde. >> Mas tu teve com ele em Lima? Governador Não tava em Lima, pô. >> Não, mas ele tava no outro patamar, né? Eu [risadas] tava ali. >> Tu tava na geral? Tava na geral. >> Tava na categoria três, né? Foi acompanhar com o povo, pô. Né? >> Foi bonito lá a festa, cara. >> [ __ ] Foi, foi, foi. Você não viu na TV? Não, >> não vi não.
Tinha, tinha mais palmeirense ou tinha mais flamenguista? >> Muito mais flamenguista, inclusive. >> Pessoal mais rico, né? Flamenguista é mais rico, né? Tem mais ricos flamenguistas, [risadas] mas não, não. O pessoal do Palmeiras não tava acreditando muito, né? Até o Arikai, que eu acho que você conhece, o fotógrafo, levou um drone lá, fez uma foto, depois eu vou te mostrar foto maravilhosa que ele tá vendendo como fine arte, né, e tal. >> Eu tenho foto dele na minha casa. Eu acho que a foto dele bonita pr [ __ ] >> Você botou você uma foto
da cara dele. [risadas] Não, não, não. Mas as fotos dele são lindas. Tu é amigo ele, cara. >> Ele é meu amigo. Ele é meu amigo. E aí ele mandou até ontem durante a live do Mauro César. A gente não conseguiu colocar no ar a foto, mas a foto do do eu vou te mostrar aqui, a foto do estádio, dá para perceber que era muito mais flamenguista do que palmeirense na >> E cá é organizado lá um jogo em Lima organizado, cara. >> Ah, cara, dentro do aqui vermelho, obviamente Feng. >> Isso, cara. Que lindo
essa foto. Ele que fez. >> Ele que fez. Ele que fez. >> Pô, que bonita foto. Parabéns para ele, viu, irmão. Tu mostrou essa foto na tua, na tua equipe aqui? Não, >> mostrei. Mostrei. O Samuel vai botar ela. Botou? Você chegou a botar, >> cara? É só um pedacinho verdinho aqui no >> Pois [risadas] é, pois é, pois é. >> [ __ ] >> E ele vai, inclusive, vai mandar uma de uma foto dessa de presente para mim. >> Mas enfim. E tinha muito mais, muito mais flamenguista do que do que palmeirense. A galera
também em Lima, em Montevidel, quando o Flamengo perdeu a final para eles, também tinha mais flamenguista que que palmeirense, mas dessa vez >> foi foi muito grande. Eu fiquei só não fiquei nem 24 horas lá, eu não Aproveitei e tal, enfim, eu cheguei, fui com o meu filho, cheguei, >> descansei ali umas duas ou três horas, já fui pro estádio, um caos, o trânsito, um caos. >> Já foi ali, mano? >> Já fui a Lima. Então você caus o trânsito parece que não tem sinal, cara. Você tá numa avenida grande e o cara entra, né?
[ __ ] vai, bota o carro e você que se dan para parar. É uma confusão, cara. >> E teve festa lá depois, flamenguista tá fazendo festa na rua. Depois >> teve, mas eu voltei na hora assim, depois do jogo, eu voltei já de avião, enfim. Mas foi uma grande, >> que bacana, >> foi uma grande conquista e uma grande conquista pro nosso Rio de Janeiro, né? >> Lógico, não tenho, não tenho não tenho dúvida nenhuma disso não, cara. Não tenho dúvida disso não, [ __ ] >> E hoje teremos mais uma. Minha esposa é
Flamenguista e se e se o Flamengo ganha, eu fico feliz. [ __ ] ela tá feliz, [ __ ] >> Ela pediu o ingresso pro nosso amigo lá, mas parece >> não, [risadas] não ganhou. >> Brincadeira, brincadeira, brincadeira. Eh, mas enfim, o o futebol eh, né, assim, mas aí aqui não tem mais aquele envolvimento que tinha antigamente com com o crime, graças a Deus, né? Obviamente que >> as organizadas estão mais >> tão tão >> menos violentas, certamente >> estão menos violentas. Eh, as brigas tão menos frequentes, né? Assim, sempre aquele tal do bonde, né?
O bom pequeno bonde que enfrenta todo pequeno bonde, eventualmente vê. Obviamente que existe ainda a violência, mas tá tá melhor. É só lá na Turquia que eu acho que tá difícil, que você viu que teve envolvimento do de apostas, mas Acho que mais de 1000 jogadores investigados. Uma posição, cara. E vim cá em Lima, a polícia de nacional fez divisão de torcida, não fez para para chegar no estádio? Tinha? >> É, fez, fez. Chegou a ter problema lá de palmeirense com flamenguista na rua. >> Mas foi foram dois ou três, o pessoal filmou, mas era
tipo assim, dois ou três problemas e tipo que fã o cara ir para ali arrumar a briga, né, meu irmão. >> Cinco, 10 torcedores, graças a Deus não Teve muita coisa não, mas é sempre tem alguma coisa, né? >> O cara fica bêbado, outro mexe manda tomar naquele lugar, começa a ficar a provocação mais pesada e aí, enfim, >> mas lá tava, eu nem eu nem vi palmeirense por onde eu entrei assim no no estádio assim, eh, tava bem separado e tal, enfim. E e o Maracanã, assim, a galera convive muito bem. Teve o jogo
do Flamengo e Palmeiras, aí tinha torcedores do Palmeiras junto com os do Flamengo assim, >> sem problema, >> sem problema. >> Eu vi um vídeo na rede social de um palmeirense num voo com flamenguista. Que vídeo engraçado da [ __ ] viu? Isso foi >> que vídeo engraçado. >> Isso é, cara. [risadas] Aí, isso é uma característica do carioca, né? Eu tava numa live ontem até com o Mauro César. Mauro César tá fazendo algumas lives com A gente aqui. >> Toda semana a gente tem feito. Aliás, quem não viu ainda veja, são lives incríveis. E
a gente tava falando disso, o carioca, o torcedor, o carioca é um é um povo muito irreverente. Sim, >> o torcedor carioca é mais irreverente ainda, o cara que gosta de futebol. E o flamenguista é o é o extremo disso, >> extremo é reverência >> porque zoa para caramba. Não tá zoa antes, porque se der merda não tem como, Né? Vai ser zoado. Então, enfim, aí o pessoal já começa a reclamar. Estamos falando de futebol, >> vamos lá. Segurança pública. >> Pimentu a Fluminense, pô. >> Estamos estamos aqui num flaflu, pô. como hoje em dia
a gente vive esse flaflu político, né? >> Mas vamos vamos atender a turma aí, vamos falar de segurança pública aí, >> vamos falar de segurança pública. >> Eh, e aí, cara, dentro desse contexto da Mega operação, né? Eu conversei com Batata, conversei com a >> Batata se machucou, viu, semana passada, viu, >> cara? Se se machucou, mas se safou, né? >> Eu vi, eu vi. >> [ __ ] podia ter podia ter se dado muito mal. Conversei com o Honor, conversei com a Monique, claro, separado. Agora a gente tem um podcast, né? separado com eles.
>> Eh, sobre a questão da operação, o que Que fica de legado nessa operação? Porque porque assim, a minha preocupação, passados aí o quê? Três semanas, eu acho, quatro semanas, >> não, cara, já deu um mês, já deu um mês já. Já deu m operação foi dia 28. >> Mes passado um, exatamente, passado um mês da operação, o que que o que que ficou de ligado na sua visão para as próximas? Porque tipo assim, você eles invadiram, mataram, são c e tantos bandidos a menos. Dizem que foram mais Bandidos inclusive que morreram. Mas enfim, isso
não é uma pouco provável. Acho que foi pouco provável, viu? >> É porque o o o corpo na Serra da Misericórdia, >> ele atrai e o bu, atrai o cheiro, né? O morador ia ia chamar a Defensoria Pública, ia informar o Ministério Público, né? Você conversou com o Coronel Menezes, pessoalmente com ele? Não. >> Eh, o Coronel, o governador Determinou o Coronel Menezes, né? Eu vi isso num podcast inclusive, >> que a polícia retirasse os corpos, tá? É que verdadeiramente não havia condições de segurança paraa polícia realizar essa operação. >> Claro. >> Eh, o tiro
começou 4 da manhã e terminou 10 da noite. A última equipe do BOPE que saiu da Serra da Misericórdia saiu debaixo de bala. Não saiu fugida, mas saiu debaixo de tiro. >> Uhum. Então, a quando você quando um analista de segurança pública fala na televisão, pô, a polícia deixou o corpo lá, não existia possibilidade de retirar os corpos. Eh, depois que o corpo, depois que o bandido morre, duas ou três horas depois, você tem a rigidez cadavérica, né? Uhum. o o corpo fica muito rígido. Transportar o corpo eh quatro, cinco policiais para carregar um corpo.
Então assim, eh seria mais eh mais humano que a polícia retirasse Os corpos depois do confronto. Mas vamos lá. Primeira questão. Se a polícia retira o corpo, ela tá não tá preservando o local. >> Uhum. >> A DPF 635 determina a preservação do local, correto? Uhum. >> Né? Eh, se a polícia não retira o corpo, a imprensa vai reclamar que a polícia não retirou o corpo. >> Então é uma decisão difícil, né? >> E se você retirar, você tá desfazendo o Local. >> Qualquer decisão errado, tá errado, você vai apanhar. Mas o corel Menezes, ele
ele deu a ordem, olha, pode recuar e deixa o corpo aí. Aí depois algum algumas alguns jornalistas, olha, a polícia deixou o corpo lá, a família teve que ir lá em cima buscar o corpo e tal. Então, se as famílias foram lá em cima buscar buscar os corpos, né? ela ia acusar, olha, tem mais de 200 corpos aqui. Eu eu entendo que o número Seja esse mesmo que >> que a polícia apresentou. Eh, a grande questão foi a a a o amplo apoio do morador de periferia, não só do Rio de Janeiro, do Brasil, porque
pesquisas de opinião foram realizadas não só no Rio de Janeiro, mas também no Brasil como um todo. >> E houve uma janela. Eh, o o o Partido dos Trabalhadores foi foi confrontado com o óbvio, que eu sabia, que você sabia, mas que muitos não sabem. morador De periferia não suporta mais a ditadura territorial. >> Sim, >> é óbvio, né? Mas muitos, muitas pessoas, inclusive pessoas inteligentes do PT, não pensam dessa forma. Eles acham que são vítimas da sociedade e que o morador entende aqueles bandidos como defensores de uma de um território, né? É um pensamento
meio meio romântico, louco, eh desconectado da realidade, né? >> Uhum. Então, a grande o grande legado Dessa operação e eu sempre lamento a morte dos cinco heróis, né? O grande legado dessa operação, de fato, na minha opinião, foi a trazer à tona pro Brasil em 2025, que o morador de periferia não suporta mais o domínio territorial. Eh, alguns governadores perceberam isso hábilmente. Dois dias depois da operação no Rio de Janeiro, a polícia de Ceará matou sete bandidos e o governador do Ceará, do PT, deu entrevista falando, ó, aqui a gente Vai tratar o crime dessa
forma mesmo, né? Todo mundo, todo mundo meio na onda do Cláudio Castro, sabe? Sim. >> Que >> que saiu muito fortalecido disso, né? Eh, que eh ganhou aí milhões de seguidores de redes sociais, né? Então, a a Mas de novo, ô o ô Barba, eu eu lamento muito que a comunidade não esteja ocupada, né? >> Pois é, >> eu lamento muito eh que que No dia seguinte a gente não apresentasse um projeto ali de ocupação territorial de caráter permanente, né? Eh, eu sei que a polícia do Rio de Janeiro não tem condição de fazer isso.
O efetivo da polícia é muito reduzido, né? Eh, vai começar o verão, meu irmão. O verão no Rio de Janeiro tem dia que a a PM coloca 7.000 homens na orla, 5000 homens na orla, né? Mais um jogo de do Carioca. Carioca começa dia 18 de janeiro. >> Sim, acho que sim. >> Então, imagina um domingo de sol, final de janeiro, operação na praia para não ter arrastão. >> É um caos. >> Eh, aí tem um jogo, um Flaflu, né? ou então um Vasco, Flamengo. Flamengo >> eh aí tem às vezes eh eventualmente eh um
show nos mês de janeiro pode ter algum show aí tem um bloco pré-carnavalesco, meu amigo, não tem efetivo para isso. A tem que ocupar o alemão. Então não Pense, é inviável, realmente não tem como tu fazer assim e e e criar um policial. >> Então a ocupação do alemão só seria viável de fato com a ajuda do governo federal. Mas o presidente Lula, ele ele já declarou e não nesse momento lá atrás que ele não aceitaria o exército brasileiro de novo em operações de GLO, né? É uma opinião dele, eu respeito. Então, a ocupação do
alemão sem recursos Federais é de fato inviável, na minha opinião. >> Pois é. Mas o o legado da dessa operação não seria só a a ocupação, né? mas sim talvez eh outras operações como essa. Eu sei que depois ele anunciou lá operação barricada, quer dizer, barricada zero, se não me engano, né? Não sei o nome >> e tudo mais. E eu sei que >> tá tendo efetividade de alguma forma. Acho que tão tão fazendo, né? Eu acho. Eh, mas tipo assim, entraram, mataram Aqueles bandidos, saíram e e continua do mesmo jeito, assim, com menos 100
bandidos, mas tal daqui a pouco tem outros 100, né? Ô Barba, o que o que qual é a uma questão também bem que que você quer? >> Não, já fechei aqui. Eu acertei aqui que eu tava que eu tinha colocado o relógio no na posição errada. >> Eh, tem uma questão bem bem eh pra gente analisar também. Uma das críticas que eu mais escuto a respeito da operação vinda De pessoas que >> aí aqui não é uma crítica minha, pelo amor de Deus. Não, não, não, pelo amor de Deus. Uma das críticas é a seguinte,
tá bom? O BOP foi lá junto com a Polícia Civil, com a Polícia Militar, matou 120, prendeu aí 90 e nada mudou. Eh, uma das críticas que eu escuto que parece de adolescente é a seguinte: "Ah, mas se vocês conseguissem prender o doca, ia surgir outro doca no dia seguinte, Mas evidente que vai surgir outro doca. Então, é um é uma é uma organização criminosa que tem hierarquia, disciplina e tem um uma, um canal de ascensão hierárquica. Evidente que vai surgir. >> Mas e daí? Eu não tenho que prender o Doca? >> Sim. >> O
Doca é um assassino, é foragido, matou a noiva dele eh debaixo de uma tortura eh com água gelada, se eu não me engano, né? Matou uma senhora lá no na quitanda, Né? Matou uma porrada de gente e daí? Então eu vou deixar o doca solto, eu vou rasgar as leis brasileiras, vou dizer: "Olha, Doca". É porque se você prender o doca vai nascer outro doca. >> Então então assim, isso não é não é razoável conversar sobre isso. >> E assim e não vou dizer o nome dela, é uma é uma uma é uma não tô
aqui para para destilar o ódio de contra ninguém, mas uma uma influência, uma pessoa importante que tem milhões de Seguidores, né? Uma jovem moradora da zona sul, eh filha de uma grande uma grande estrela do Brasil. Ela disse assim: "Ah, se se prender o Doca, se prender o Doca, vai surgir mais alguém." >> É porque o Doca não matou a sua mãe, porque o Doca não matou o seu irmão, né? O Doca não te matou. Então assim, >> porque esses não surgem mais, né? Esses mais >> assim, parece que ela quer que rasgue as leis
brasileiras e diga assim: "Olha, o Doca não tem que ser preso, não, tem que deixar ele lá para sempre, né?" É >> porque a operação, com todas as críticas da operação, a análise final é a seguinte: a Polícia Militar entrou na favela com a Polícia Civil, 2.500 homens, perdemos cinco heróis. >> Uhum. >> Mais um policial civil morreu 15 dias depois, né, o Rodrigo, né? >> Uhum. >> Eh, e no final nenhum morador foi baleado, né? >> Isso foi efetivo. >> Não, um morador foi baleado na perna, sim, um motoboy, mas nenhum morador morreu, né?
Então, a operação ela ela foi eh foi de fato ela foi muito cautelosa. Você realizar uma operação numa área limitada com 3.500 homens no terreno, 3.500 fuzis atirando, mais de 200.000 tiros disparados e você não matar nenhum nenhum nenhum inocente, Sabe? Isso é extremamente difícil, sabe? Então, a a isso tem que ser avaliado, né? Lógico. >> Eh, e e eu diria que que eu nunca tinha visto isso no Rio de Janeiro, uma operação do desse tamanho, a quantidade de disparos, sem que morresse um um jovem inocente em casa, que morresse um um menino pequenininho na
porta de casa ou uma dona de casa com uma bala perdida dentro da sua cozinha, porque pode acontecer, viu? Eh, então a a operação Ela é ela é, na minha opinião, ela ela teve um bom planejamento, tá? Eh, eu vou aplaudir a operação no que se refere à porrada que o Comando Vermelho tomou e vou lamentar a operação em função da morte dos dos colegas, porque eu já disse em podcasts, >> eu não troco a vida de um de um de um inspetor da Polícia Civil ou de um policial do BOP pela vida de 50.000
bandidos, né? >> Sim. Não vale. >> Então, não vale, né? Então, é basicamente isso, né? É, eu eu assim como como você falou, eu sou completamente favorável à operação, eu particularmente >> e acho que outras deveriam haver. Logicamente que a gente não deve assim, pelo menos publicamente, celebrar a morte de ninguém, por pior que seja. >> Uhum. >> Mas pelo menos não só os mortos, mas também os presos. É, são é um número Importante ali que tiraram de circula que foi tirado de circulação, pelo menos no caso dos presos momentaneamente. E isso é impactante. Acho
que de repente quando se fala em legado, eu acho que a gente pode analisar a opinião pública em relação a isso, porque isso sim é um legado, porque não tinha sido feito, talvez uma pesquisa com tanto apoio a uma a uma operação como essa, especialmente em comunidades, em lugares mais pobres e no Brasil todo, como foi Feito, né? Inclusive quando o o repórter da Globo foi comentar, ele foi ele comentou sobre isso, aprovação popular, depois ele deixou escapar que eu podia falar sobre isso. Você viu isso, né? [risadas] Você viu sobre isso, né? >> Então
é isso, né? Eu acho que esse é um grande legado, que a galera não aguenta mais, pô. >> Carab a Globo, ela é extremamente covarde, muito ridícula nessa, né? A Globo que que foi o protagonista da Maior vergonha dessa cobertura que foi que foi levar a professora Jaqueline Muniz, que é uma pessoa inteligente demais. Uhum. >> Mas que falou da do estiling e da pedrada para matar o traficante, né? >> Então aquilo ali para mim determinou >> e mas antes eu eu não eu não tava assistindo a Globo nesse dia. Eu tava assistindo eu tava
assistindo o Tino Júnior. >> Uhum. >> Eu tava assistindo o Tino e a cobertura da Record é na na segurança pública é muito boa, né? >> Uhum. >> E o Tino fez uma coisa bem legal. Ele Tu conhece o Tino pessoalmente? Não. Não, >> eu nunca tive com ele pessoalmente, não. Só tive com ele online também. Eu mandei mensagem para pro Wagner Monte Filho também, que é outro cara que fala bastante sobre isso. >> O Tino tava o Tino fez uma pesquisa ao Vivo por volta de 9:30 da manhã. Eh, e o Tino perguntava sobre
Não, por volta de 9:30 não, cara. Por volta de 10:30 da manhã. >> O Tino perguntava sobre ah, quem tá apoiando a operação aí, tal, aquele aquele jeito dele. Lembrando que a Record é classe CDI. >> Uhum. >> A classe E B é RJTV, é Marena Gross, com certeza. Uhum. >> E o Tino faz a pergunta. A Record atinge mais a periferia. De fato, o Tino faz a pergunta e e ele ele consegue ali 21.000 consultas, né? Não sei se é online, possivelmente online, né? E ele já apresenta um número ali superior a 95% de
aprovação, 90% de aprovação. >> Cara, a partir daquilo ali, eu acho que todo mundo se acovarda e começa a modar de opinião, né? Porque os institutos de opinião, o Paraná Pesquisa, o Atlas, Intel, o Quest, Datafolha, eles só teriam algum tipo de pesquisa no dia seguinte, né? >> Eh, >> e então a a a própria a própria posição do Otávio Guedes, que o Otávio Guedes ao vivo ali começou a, de certa forma apoiar a operação, né, falando que a operação ela tava, ela funcionou no aspecto tático e tal. me chamou atenção, né? O o Gabir,
eu acho que também foi bem bem bem neutro na na avaliação dele, mas de forma Geral, cara, eh ficou evidenciado para para todo mundo. Morador de periferia não suporta mais a ditadura do comando vermelho. E eu sempre digo para você, Rafa, que o morador também não gosta de operação policial. >> Claro >> que é uma discussão tola, né? O morador não gosta de ser acordado com helicóptero em cima da laje, né? Mas o morador quer ser quer se ver livre Daquele daquele daquele ditador de fuzil às vezes de 20 anos de idade, 19, >> que
proíbe ele de usar proíbe ele de usar uma camisa da Adidas porque a facção dele não usa Adidas, né? Que proíbe ele de usar uma camisa vermelha porque a facção dele não aceita o vermelho. Uma coisa de louco aqui, cara. O terceiro comando, o TCP, ele ele tem aquela vertente que a gente já conversou aqui do complexo de Israel, Do Peixão, né? Uhum. >> Que se diz pastor evangélico, a gente sabe que não é, mas ele se diz. >> O terceiro comando, ele ele também está no Ceará e há algumas semanas, talvez há três semanas,
o terceiro comando no Ceará, a exemplo do terceiro comando do Peixão, tem mais de um terceiro comando, tá? Tem o terceiro comando da maré e tem o terceiro comando também do complexo Israel. >> Puro também puro. >> É o terceiro comando do Peixão, possivelmente ele tem uma ligação, possivelmente, eu não tenho certeza, com o terceiro comando do Ceará. Por que que eu tô falando isso? Porque o terceiro comando do Ceará mandou fechar quatro templos eh quatro templos de Umbanda. >> Sim. >> Tá. A lei brasileira antiterror hoje, ela diz que ações de xenofobia Eh ações
contra templos religiosos são ações de terrorismo. Aquela lei que nós que que nós tentamos mudar, que tentamos trazer pro debate nacional, né? >> Sim. Ela ela que foi sancionada pela Dilma Russef em 2016, eh, perdão, em 2006, se eu não me engano, tem foi 2006, a lei da Dilma Rus 2016, é 2016 antes da Olimpíada, né? >> Eu não tô com a data é certa. >> A lei que a Dilma sancionou, ela estabelece que você eh atacar templo Religioso, eh oprimir a religião, né? Uhum. >> eh depredar, ameaçar o o o pai de santo, um
bandista, isso é isso tá classificado como terrorismo. Ou seja, mudando a lei ou não mudando a lei, o que o terceiro comando faz hoje no Ceará já é ato de terror, né? Basta que o Ministério Público Federal lá no Ceará se atente a isso e comece a considerar o terceiro comando no Ceará, porque foram quatro templos de Umbanda Na mesma cidade, fechados em um dia pelo terceiro comando, né? Isso é vergonhoso, cara, né? Aí aí como é que o como é que o o como é que o o religioso >> vai vai aceitar isso, né?
>> Ele vai começar a questionar o partido político. Não, olha, calma aí. Esses caras não estão deixando mais eu eu eu eu exercer minha fé religiosa, né? Isso é o é o fim do mundo. >> É maluquí, cara. Maluquí. Liberdade religiosa, inclusive é algo que tá na na Lei, né? Na nação federal amparado pela Constição Federal, né? >> Mas o que que de fato mudaria na na sua visão e na visão de quem obviamente defende que >> esses atos, essas quadrilhas sejam enquadradas como terroristas? O que que de fato representa essa mudança assim? Como é
que o o que que mudaria na no combate ao crime organizado caso não é que a lei fosse aprovada, mas que ela de fato ela fosse usada para esses casos, Né? Porque a lei já existe, né? >> Cara, eu eu penso o seguinte, eu penso que que quase a totalidade do do povo brasileiro não compreende o que que é terrorismo, né? Eu penso que muitos políticos do centrão utilizaram o termo terrorismo para alcançar qualquer coisa no que se refere aumento das penas. >> Isso. >> Então, já que a gente não tá conseguindo Colocar em pauta
discussões mais sérias, mais elaboradas, vamos considerar as facções terroristas para chamar um debate nacional, porque qualquer pessoa entende que que é terror, né? Eh, mas vamos lá, Barbara. Eu sempre cito o Comando Vermelho em 2002, no Rio de Janeiro, Governo Benedita, outubro. O Comando Vermelho em 2002 atacou cinco escolas municipais, metralhou a fachada. Procura no Google para você ver. O Comando Vermelho metralhou >> o Palácio Guanabara e também a prefeitura do Rio de Janeiro. O Comando Vermelho colocou uma bomba no Shopping Center Rio Sul. A bomba explodiu. Por sorte não matou ninguém. >> Uhum. >>
Essas ações que eu te que eu te elenquei aqui não são ações para você ganhar dinheiro. São ações para você colocar o estado de joelho, para que a governadora Benedita da Silva a época mudasse de opinião. Mas ela não mudou. Ela firmou a posição dela de enfrentamento, né? Sim. Então, quando, na minha opinião, quando a ação não tem eh motivação econômica, quando a motivação da ação é espalhar medo, pânico e terror para afrontar o político eleito pelo voto da população, na minha opinião, isso é terror. >> Sim, dúv >> independente da ideologia, se é uma
ideologia de esquerda ou de direita, Comunista, fascista, o que for, mas eu penso dessa forma. Tem gente que pensa, olha, Pimentel, se não tem ideologia, não é terrorismo, tá? Inclusive hoje existe algumas manobras, alguns deputados de esquerda dizem para mim: "Olha, Pimentel, o que o Comando Vermelho faz pode ser classificado como terrorismo, mas o comando vermelho não é terrorista. São manobras assim que as pessoas vão fazendo." Mas no fundo, no fundo, o que a direita brasileira queria Era que as pessoas tivessem atenção pro fato. >> Uhum. >> Né? Sim. >> E aí, meu amigo, a
conversa é aquela que nós tivemos aqui há do anos, o Zinho miliciano, de novo eu falando de milícia, queimando 35 ônibus. >> 35 ônibus impedindo que 1 milhão de pessoas voltassem para suas casas. 1 milhão de pessoas no Rio de Janeiro tiveram que dormir na farmácia, no Banco, na padaria, no restaurante, porque não tinha ônibus para voltar para casa. Porque o porque o Zinho acabou com transporte na cidade do Rio de Janeiro, numa megalópole. >> Cara, isso é terrorismo em qualquer lugar do planeta. >> Eh, e aí >> pelo milésimo podcast que eu vou, vou
te pedir isso também, chama o Dr. eh Dr. Eduardo Lemos, né, o juiz lá no Espírito Santo, que lançou um livro que eu chamo De livro A prova de burro. Basta você ler para tu entender, né? É um livro que não fica naquela filosofia, né? na prática, por as ações do comando vermelho, do terceiro comando, do PCC, do ADA são consideradas ações terroristas. Eu bati a [ __ ] aqui, apaguei alguma coisa. >> Não, não, não, não, [risadas] não, não. É o controle. O Samuel foi bem na hora lá, daqui a pouco ele volta aí.
Não, >> tá. Então assim, por que que as ações São eh E aí, Barbara? Lembra que eh antes da morte do Dr. Rui Ferraz Fontes >> Uhum. delegado em São Paulo, assassinado, eh, possivelmente pelo PCC, antes da morte do Rui Ferraz Fontes, nós tivemos aqui no Rio de Janeiro eh o ataque ao juiz Alexandre Abraão no fórum de Bangu, né? >> Nós tivemos a morte da Patrícia Cioli, que foi atacada por policiais bandidos, >> né? >> Nós tivemos a morte do Dr. Antônio Machado em São Paulo em 2003 pelo PCC. Tivemos a morte da da
Cabo Vanesa, assassinada pela milícia no Rio de Janeiro, uma cabo da corregedoria da polícia do Rio de Janeiro, né? Ou seja, facções do Brasil já matam agentes da lei, a exemplo do que acontecia na Itália quando a quando a máfia matava o Falcone, né, e tal, né? Então, na minha opinião, isso é terrorismo, sim. Mas se a sociedade achar que não é, tá tudo Certo. Eu eu tô aqui do lado da sociedade, né, do entendimento da coletividade. Agora, de fato, nós precisamos de leis mais duras para manter esses bandidos presos. O, eu vou no Ceará
dia 11 participar de um evento de segurança pública, um debate. >> Uhum. >> E eu falo muito do Ceará, Rafa. >> Sim. >> E eu falo de uma forma muito respeitosa ao governador do Ceará, Eu mando de Freitas. Porque sinceramente, se você olhar os investimentos da segurança pública, ele tá investindo em segurança pública, é fato. Comprando viatura, armando a polícia. A polícia do Ceará em outubro, há dois meses, bateu o recorde de morte de bandidos, né? Matou bandido para [ __ ] né? >> Uhum. >> A polícia do Ceará prendeu esses bandidos que do Comando
Vermelho que expulsaram milhares de pessoas de suas Casas, né? Mas eles foram soltos pela justiça do Ceará. A polícia civil do Ceará prendeu um bandido que ameaçou um prefeito de morte, expulsou o prefeito da cidade, do interior, prendeu esse bandido em 24 horas e o bandido foi solto em 24 horas também pelo na audiência de custódia, né? >> Então, então tá cada vez mais claro o o Ô, Barba, >> que os próprios governantes dos partidos De esquerda no Brasil estão percebendo que as leis que nós temos aí não funcionam, [ __ ] Tá, tá evidente,
claro isso, né? Sim. E aí você vai trazer todo mundo pra discussão. A discussão que antes era só da direita, né? Aquele governador de direita que falava: "Olha, as leis são ruins, né? Que era o Caiado, que era o Tarcísio, que era o Cláudio Castro, né? >> Sim. >> Agora, governadores de esquerda estão Percebendo que, de fato, as suas polícias estão trabalhando no máximo, na máxima velocidade, né? Com a máxima energia >> e os caras não estão ficando presos, pô, né? Essa é uma uma questão bem esse eu acho que na minha opinião o grande
legado dessa operação e do dia 28 de outubro eh trouxe pro Brasil aí a percepção de que que a gente tem que achar uma saída para combater o crime organizado no país, né? >> Sim. É, sem dúvida. Eu acho que e esses legados a gente precisa analisar porque é mais de um, na verdade, né? Quer dizer, >> logicamente que o ideal foi, como você falou, então claro, todo mundo sabe, é o fato de de ocupar, de trazer paz para aquela comunidade, né, para que a gente pelo menos ali tenha o problema resolvido. Mas a percepção
da população de políticos de esquerda, né? A gente trouxe aqui o o Vinícius Be, Que não é um político, mas é um cara do PT que, enfim, que provavelmente deve ir alguma coisa esse ano, falou, falou: "Ó, eu não sou da ala da esquerda que defende o bandido, que que acha que o bandido é Vinícius Betiol, ele é muito ativo lá no >> Deve ter ele só e quaquá, deve ter dois. >> Vamos falar [risadas] quaquá já. Aí, aliás, aliás, o pessoal, pessoal, eu queria só lembrar vocês >> que o Igor Fina não é o
Rodrigo Pimentel. Esse é o Rodrigo Medel. O Igo Fina não pôde vir hoje. É porque o pessoal fala: "Muito bom trazer o Igor Fina." >> [ __ ] o Igor é maneiro para [ __ ] >> Ele é bom para [ __ ] Mas é só para só para dizer, pessoal. >> Quem falou essa [ __ ] aí? Quem falou isso aí? >> Foi foi o cara da Força Jovem, eu acho. Ah, não, não. Força Jovem falou outra coisa. Força Jovem do Vasco. Quem falou Isso foi o Rafael Vieira. Falou assim: "Muito bom você trazer".
Ó, o Igor Fina sabe muito de segurança pública. Parabéns, Barba, por trazer ele hoje. >> Primeiro manda do Rafa merda. Esse filha da [ __ ] é R dele. Rafa dele. Rafa, vai tomar no cu, Rafa. Precis. [risadas] A segunda coisa é a seguinte, Rafa. Eu peguei o Uber, >> acho que eu contei essa [ __ ] pro Igor, meu irmão. Aí o cara do Uber tava dirigindo o Uber, falou: "Porra, não Consegui comprar ingresso pro seu show, não sei quê". >> Ah, mentira. >> Aí eu falei: "Porra, tu tá falando com quem, irmão? Ah,
tu não é o Igor, não?" "Ah, [ __ ] filha da [risadas] [ __ ] >> Virou perseguição agora. O cara mandou. Não, eu acho que eu acho, eu acho que ele tava achando que era o Igor mesmo. >> Acho que ele tava achando que era o Igor mesmo. [ __ ] [risadas] >> ele bota aquele filtro ali também, né? É [ __ ] É [ __ ] E ele imita bem para [ __ ] Ele é [ __ ] >> viu? Pessoal, como é ao vivo que o pessoal também tava falando no chat, é
ao vivo, não é ao vivo, lógico. >> Ah, é ao vivo, sim. Porque reclamão da [ __ ] é ao vivo também. Reclama de tudo. >> É, não, [risadas] o pessoal reclama de tudo. E a e a e a TV já está aqui também já. Não, não. Gente, você quer botar o quá agora? >> Bota o quá aí, [ __ ] Vamos botar o Quaquá >> aqui na TV agora pra gente comentar sobre a fala dele, né? >> Que foi uma fala importante, né? Uma fala, >> [ __ ] foi um evento do PT de
segurança pública, uma reunião do PT. >> Sim. >> Sobre segurança pública, né? O partido tá debatendo esse assunto. >> Uhum. >> E o Quaquá tem o que apresentar a barba. Ele tem que apresentar. >> Sim. >> Apesar do município dele ser um município rico com ro petróleo, né? Desculpa, fal, apesar do município dele ter dinheiro, >> de fato, ele ele pegou parte desse dinheiro e colocou em ações de apoio à Polícia Militar, eh, contratação de rais, né, eh, aluguel de compra de viaturas, né? Então, a Polícia Militar em Maricá hoje na prefeitura dele aplica Mais
policiais na prefeitura do que no próprio governo estadual. >> Uhum. >> Então, assim, tem o policial que tá lá trabalhando pro governo. >> Sim. Tem o policial que tá trabalhando com recursos da prefeitura. E fora isso, tem eh ações de câmeras do município, né? E eu tive lá, cara, pessoalmente, cara, eu não eu não voto em PT, todo mundo sabe disso, né? >> É, >> eu não voto em PT, >> acho que sabe. >> É. E aí [risadas] >> me parece que é é público notório. Aí, ó. >> Vamos lá. Deixa vamos deixa eu só
ver >> botar aqui no altofalante >> para depois a galera ver no corte. No corte vai ficar legalzinho para você. esse evento aí, sabia? Eu fui convidado, infelizmente eu não podia ir, né? >> Era, ia ser, ia ser divertido. >> Eu não sei se eu ia apanhar, meu irmão, se ele >> não, bom, ele não apanhou [risadas] com que ele falou, né? >> Mas ele é vice-presidente do partido. >> É, é verdade, verdade, é verdade. >> Mas seria um prazer tá ali, viu, cara? Seria um prazer estar ali e debater. Sim, >> segurança pública. A
gente, a gente não tem que pregar para convertido, a gente tem que falar com as tem que chegar e Contar justamente o contrário, né? >> A gente tem que contar, >> tem que converter, >> não? Tem que chamar as pessoas. Olha, gente, isso aqui não tá mais funcionando, gente. Isso aqui não tá mais. O tem que convencer todo mundo que o morador é a principal vítima, né? O bandido não é a vítima, é o morador. >> A vítima é a dona de casa que foi comprar pão e foi assaltada, né? >> Tem que convencer essas
pessoas, né? >> Isso. Vamos lá. Deixa eu ver aqui. >> É, >> vamos acompanhar. >> É óbvio que a polícia do Rio, o Bob só matou ali otário, o vagabundo bandido. Eu perguntei para meus meninos, tem trabalhador aí? Não, tudo bandido. >> Mentira. >> Tudo bandido. Tudo bandido. Você vai ouvir eu falar ou vai ou vai ficar Berrando enquanto fala? >> Mentira sua. >> Então era tudo bandido. >> Mentira. Vai me ouvir ou não vai me ouvir, minha filha? >> Vai me ouvir ou não vai me ouvir? >> Vai me ouvir ou não vai me
ouvir? Eu ouço bobagens à vontade. Espero que na democracia se ouça também as bobagens do, porque eu ouço a de vocês, >> [ __ ] >> Não divertido. >> E depois querem dizer que são de esquerda e democrático, mas só ouvem a sua própria opinião. >> Exente. >> Ainda deu uma aula de democracia, né, meu irmão? >> Excelente. Exente. >> [ __ ] [risadas] ainda deu aula de democracia. Gente, esse fala, >> cara. E e aí? >> E aí, cara? Você tem Eu tive lá, viu? >> Eu te contei que eu tive lá, né? >>
Foi. >> Eu porque eu fiz o vídeo de um vídeo falando sobre a sobre uma primeira frase polêmica dele que ele disse assim: "Maricá, quem roubar a casa de morador vai pra Vala", né? >> Sim. >> Eh, e aí eu tive lá, eh, e quando você vai acompanhar os números, os números estão são abertos, >> sim. são do Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro, né, do Governo do estado, não tem nada a ver com o número do município. Quando tu vai buscar os números, >> redução de roubo de carro, redução de homicídio, redução
de feminicídio, redução de todos os principais indicadores. >> Uhum. >> Eh, eu sei que o município é rico porque o meu hater diz: "Ah, Pimentel, mas ele tem root do petróleo não é problema meu se ele tem ro, a questão é que ele tá Investindo em segurança pública, né?" Então assim, eh, evidente que tem lá um ônibus gratuito, tem lá questões da moeda social, tem um hospital lá que é de referência. OK, mas vamos falar de segurança pública, que do resto eu não quero nem comentar >> isso. >> Eu quero até esquecer também que tem
Rot, vamos falar de segurança pública na prática. >> Uhum. >> É, a prefeitura tá alugando, comprando o raio da Polícia Militar, né, e tá empregando policiais militares eh na folga no município, né? numa escala muito grande, também tá investindo em câmeras, né? Também tá investindo em capacitação de recursos humanos, também tá eh buscando armar a Guarda Municipal, uma série de ações, né? E no final o número tá em queda, [ __ ] É o que eu quero, é o que você quer. >> Lógico, >> eu quero reduzir os homicídios do Rio de Janeiro. A gente
quer reduzir o número de roubo de carro no Rio de Janeiro, né? >> Evidente que tem roubo lá ainda. Evidente que tem. Continua algumas ações, mas o fato é que os números estão em queda e queda expressiva. Alguns números estão em queda expressiva. Tem outras cidades do Rio de Janeiro que também estão em queda, viu? Macaé também tá em queda, Teresópolis também tá em queda, mas Mariná é é um exemplo legal. Então, a a posição do Quaquá, vice-presidente do partido, colocar de forma tão corajosa isso, né? é a posição do PT metalúrgico, porque eu insisto
em dizer, existe um PT zona sul, né, PUC FRJ, >> Laranjeiras, >> Cosm Velho e Laranjeiras, >> é um PT que não sabe o que é ter uma barricada na porta da sua casa. É um PT que não sabe o que é ser expulso de sua casa pelo comando vermelho. >> Uhum. E existe o PT metalúrgico, periferia, >> chão de fábrica, né, >> que é o Quaquá, >> é, >> que ficou indignado com algo que que deveria deixar todo mundo indignado. O quaquá assumiu a prefeitura de Maricá >> e descobriu que o Comando Vermelho atravessou
a ponte, saiu do complexo da Mineira e foi lá em Maricá expulsar moradores do Minha Casa da Minha Vida, Pô. né, que é um que é um projeto bacana para pro primeiro residência, para você eh ter um uma ação social efetiva de ter um uma uma de ter um teto para você. >> Sim, sim. >> Não é possível que alguém possa achar razoável o comando vermelho e lá sai da da casa aí, ó, vai morar na rua, essa casa me pertence, rala, né? E a posição do Quaquá foi enérgica demais. >> Uhum. >> Na minha
cidade, quem fizer isso vai pra Vala. Eu vou chamar o BOP, né? Então assim, isso deixou muita gente no partido revoltada, sabe? Porque muita gente acha que >> quem era aquela senhora falando? >> Eu não sei quem é, mas ela tá toda mentiu foi bandido. >> Ela tá equivocada porque o que ela diz nem o MP diz, né? Ela tá dizendo o que o Quaquá falou é absoluta verdade, >> é lógico, [ __ ] Ainda deu uma aula de democracia pra mulher, né? Então, [ __ ] Eh, eu queria estar nesse evento, cara, mas assim,
eu fui convidado, não, cara, eu ia contar o eu ia contar o a percepção justamente do policial e do e do e do morador de favela, >> eh, que tá desesperado para tirar a porcaria da barricada da porta da sua casa, né, assim, é a barricada que impede o SAMU, que impede a chegada do Uber, né? >> Sim. que impede, que retira sua dignidade. >> E, e, e eu sempre digo, Barba, que que uma das mágoas que eu tenho com o presidente Lula e o ministro Ricardo Lewandowski, né, ministro Ricardo Lewandowski, a partir de agora
eu sempre vou utilizar um adjetivo legal para ele, tá? >> Ministro Lewandowski, ex-consultor do Banco Master, tá? É importante a gente colocar isso, né? >> É, eu acho que sim. O o o ministro Ricardo Lewandowski, ex-consultor do Banco Master, ele nunca até hoje nunca falou sobre barricada. É como se elas não existissem. É o PT de Cosmo Velho e Laranjeiras. >> É, >> é o PT da PUC, né? Não existe barricada, não existe, >> [ __ ] >> né? Então esse PT vai levar o PT à ruína nas próximas eleições, >> porque o que nós
temos aí é um apoio maciço do morador de periferia a Operações de alta letalidade. O morador de periferia, ele é pela barbárie? Ele não é pela barbárie, é que ele começa a não enxergar outra solução. Ele começa a falar: "Pelo amor de Deus, esse bandido já foi preso cinco vezes, a barricada não sai da porta da minha casa". Você falou que tinha sido 32 vezes. Falou: "Vai adivinha, adivinha? Vai ser preso pela 37ª vez." Prino, vai ser preso de novo, né? >> Agora tem uma notícia boa também aí >> para você ver que que existem
movimentações. Na semana passada um houve uma alteração no Código de Processo Penal Brasileiro, tá? E incrível uma proposta do ex-senador Flávio Dino, tá? Eu tenho que ser corajoso de dizer, é uma proposta boa do Dino, né? Eh, o Flávio Dino fez uma proposta de objetivar a prisão preventiva na audiência de custódia, trazer critérios objetivos, Né? >> Sim. >> Afinal de contas, quem é que vai ficar preso nesse negócio, né? Porque tá solto demais. É a juíza de Goiás que saltou, soltou o Caik, né? Depois de que Caí que foi preso várias vezes, é um juiz
em Pernambuco que soltou um bandido que matou a esposa e enterrou a esposa no quintal. >> [ __ ] >> o cara foi solto na custódia. Não é Possível que qualquer ser humano concorde com isso. >> Não é possível que você ache um exemplo no mundo >> de um país civilizado. Pode ser Austrália, Japão, Dinamarca, Noruega, Cuba, o que for, Coreia do Norte, onde alguém mata a esposa, enterra no quintal. e é liberado de uma custódia, né? >> Então o Flávio Dino propôs e o relator foi o senador Sérgio Moro e o presidente Lula no
último dia, né, porque ia voltar pro Senado, né, foi lá e sancionou. Então hoje nós temos no Código do Processo Penal uma inserção, né, dizendo que sugere ao juiz, é pouco, é, mas já é um, já é uma vitória, >> sugere ao juiz que crimes violentos, né, >> o cara fique preso na custódia. Perfeito. >> Sim. >> Eh, então assim, já é um sinal de que o PT tá se movimentando, sabe? Já é um Sinal que as pessoas estão acordando pro pro drama que é o Brasil hoje. E é um drama que não acontece só
com traficante em favela, né? >> Lógico. >> Nós estamos vendo aí o presidente do Banco Master, né? Eh, solto por uma decisão de uma desembargadora, né? Que que aliás bilhões, né? Pouca coisa, pô. >> É. Então assim, eh, >> é zero. >> E aí é uma é uma é um comparando a Situação do Banco Master com Mardoorf nos Estados Unidos, lá a polícia americana botou o Mardof em prisão perpétua, né? Então assim, né, um escândalo do Banco Mardof não atingiu fundos de previdência, né, que aqui no Brasil nós estamos falando de roubar velhinho, né, né?
E aí envolvem governadores estaduais, 15 prefeitos, né, de cidades, né? >> Sim. Então, é eh realmente uma tragédia e e o brasileiro começa a achar que Esses esses bandidos ou suspeitos soltos nessas audiências, né, eh jamais vão ser alcançados, né? Aí gera uma sensação de impunidade no Brasil, >> de insegurança, de tudo, né? De insatisfação também, né? essa questão do Banco Master, a gente a gente ah, conversou aqui com algumas pessoas até com um ex-jogador que agora é economista, o Rômulo, que era foi convocado pra seleção italiana, jogou na Juventus grande para caramba. >> Muito
boa a resenha com ele, depois eu vou te mandar para você acompanhar. >> E a gente falou um pouco dessa dessa questão do Banco >> Car economia depois que abandonou o futebol, né? >> Sim, sim. E tá aconselhando o pessoal a fazer, cara, >> a fazer investimentos e tudo mais, né? que o jogador especialmente quando começa a carreira é maluco, né? Quer gastar com porche, com relógio caro e Tal, não vai na eclock, né? Aí enfim, você vai pegar relógio, né? Não é? Não >> vai naclock. Você tá começando sua carreira agora, jogador. Vai na
clock. Olha só, é bonito. Presença, tá vendo, ó? >> [ __ ] pretão assim, bonito, né? O relógio. Então é isso. Mas o cara quer, quer. >> Eu consigo mexer na corrente aqui rapidinho. Não, né? >> Agora [risadas] não. Tem que tem que Ajustar. Tem que ajustar. Mas tá lindo. Vou já vou ajustar hoje, viu, cara? Aqui >> é, pô. É bonito para caramba mesmo esse relógio. Bonito, muito bonito. >> Eh, eu achei achei que o Igor agora o Igor vai colocar uma nova coisa na >> que que é produtos. >> É, >> fala o
quê? >> Produtos. >> Ah, tem os produtos aqui também na live, né? Tem relógio, enfim, tá tudo aqui. >> Uhum. >> É porque agora no YouTube você pode botar produto, aparece aqui pequenininho. Então, é legal pr caramba. >> Eh, e aí >> agora agora tu fica rico agora. Agora tu fica rico. R. Não, [risadas] mas com aquela sua ideia do relógio, de repente, quem sabe, né? Quem sabe, né? [ __ ] >> mas o Mas enfim. Então, aí >> vai ser o Rafa Jias agora. Barbaquete Jojas. >> Calma aí, cara. Calma aí, cara. [risadas] Calma
aí. Calma aí. Calma aí. Eh, bom, eu não tenho nenhuma joia. Inclusive roubaram a minha na minha obra, roubaram a minha aliança. Minha mulher fala até hoje >> como se eu tivesse a a minha mulher é aquela feminista assim, não, a culpa nunca é da vítima, não sei que mais se eu for roubado, se acontecer alguma coisa, por que que você fez? Falei: "Mas A culpa não é na vítima". Não, você tem culpa. Então beleza, então vamos vamos fazendo assim. Mas a questão do Banco Master, inclusive tem uma tem um um um teve um investimento
do governo do estado do Rio de Janeiro no Banco Master, né? >> Sim, sim, sim, sim, sim. E esse investimento inclusive foi não foi eh foi desrecomendado, não sei se existe a palavra, >> é foi assim >> desaconselhado, né, >> desaconselhado, mas em em também em Brasília também, viu? Em Brasília a mesma questão. Em Brasília o o o BRB, que é controlado pelo governo do estado, né? >> Sim. >> O BRB quase comprou o master, né, cara? Olha, olha que loucura, meu irmão. >> Olha que doideira. >> Aliás, isso tudo veio à tona por causa
disso, né? Exato. Com toda com todas as Notícias dos jornalistas especializados, com os pareceres do Banco Central, né? Com tudo isso e banês bancando. Vamos comprar, vamos comprar. [ __ ] >> que cagão, >> irmão. Alguém tem que perguntar pro Ibanist se ele tá maluco, né? Se ele alguém tem que alguém tem que falar sério sobre isso, né? Sim, sim, sim. >> Porque de novo, é uma questão que não envolve mais direita nem esquerda no Brasil, né? Lógico, não. >> Você tem você tem eh eh do mesmo jeito que eu falei aqui do do ministro
da justiça, que é ex-consultor do Banco Master, né? >> Sim. >> Mas ele, vamos dizer sério, ele foi independente porque a Polícia Federal subordinado a ele que realizou as prisões, né? Então tem que ser claro nisso aqui também, né? Tem que ser é contraponto >> contra. >> Mas eh de novo, eh tá todo mundo na sacanagem, né? [risadas] Tá todo mundo na sacanagem. >> É. E agora cai na conta do Tofol aí, vê como é que o Tofol vai conduzir isso, né? >> É. >> Eh, a esposa do Tofol não é mais, mas foi sócia
do advogado do do do dono do Banco Master, né? Repito, não é mais, mas foi, né? >> Sim. >> E a esposa do Alexandre Moraes, né? Eh, a acho que advoga ainda pro Banco Master, não tenho certeza, mas isso tudo sinaliza eh eh >> bons padrinhos, a conjuntura do Brasil atual, >> né? Mas até o momento não houve nenhum tipo de movimentação do STF de proteção master, tá? Vamos deixar isso claro aqui, viu? >> Tá, tá, >> né? >> Não é? E e esse esse escândalo do Banco Master, ele pode ser considerado pirâmide na sua
hospital? Não, acho que não é fraude mesmo. É, é total fraude. E na na minha opinião, é, se fosse na América e o o Tu viu o filme do Mardof, cara? Tu chegou a ver o filme do Mardof? >> O, o, o Mardof operava uma pirâmide nos Estados Unidos, de fato, né? Ele, ele prometia eh ele prometia eh ganhos que o mercado americano não oferecia. Sim. >> Eh, mas o Mardof ele ele colocava mais dinheiro para para dentro, né, para pagar as pessoas. O o o Master não tinha mais condição de colocar mais dinheiro para
honrar eh os vencimentos dos dos CDBs, né? Mas assim, ontem ontem eu tava lendo, cara, que o mercado americano é muito menos regulado que o brasileiro. Os Estados Unidos, o Banco Central Americano, ele fiscaliza muito menos. No entanto, a punição >> se tiver merda, >> é muito maior, correto? Então assim, eh, aí você vê que o Banco Central durante meses aqui no Brasil, ele foi pedindo documentos pro Banco Master, né? >> Sim. >> Eu acho até que o Banco Master entendeu que o Banco Central em algum momento ia autorizar a compra pelo BRB, né? Mas
na verdade o Banco Central tava alimentando a Polícia Federal de evidências, né? >> Uhum. >> Que a fraude existia. Mas de novo, assista o filme do Mardof aí para você ver como a porrada do governo da da justiça americana, ela é implacável com esses com esses e eh e com esses bandidos aí, né? Então assim, e eu lamento de novo pelo já temos a questão do INSS, né, de velhinhos que foram roubados. >> Pois é. E >> e agora vamos ter o Banco Master, que são pensionistas também, previdência dos Estados e dos municípios também. >>
Pois é, >> roubados, né? >> Essa essa questão do INSS, como é que tá? Você tem alguma atualização? >> Cara, eu não tô acompanhando. Eu não consigo acompanhar mais de dois. Eu não consigo, eu tô, eu não consigo acompanhar a CPMI. >> Eu não vejo a as decisões, né? Eh, eu fico assim, eh, sabendo em função da do Instagram, né? Quando você recebe alguma Decisão que possa ter chocado alguém, de um advogado preso, né? Hoje eu vi que a CPMI vai chamar o filho do Lula para depor, né? >> Uhum. Mas eu também não sei
se chamar o filho do Lula é efetivo ou é só uma provocação. Mas o brasileiro tá desfocado, cara. É muito assunto. >> É muito assunto. >> É muito assunto, né? É muito assunto ao mesmo tempo, né? É a prisão do Bolsonaro, é o Banco Master, é o INSS, >> é a operação policial, >> é o Flamengo. >> É o Flamengo. Verdade. É o Flamengo, vamos falar a verdade. >> Eh, agora no Rio de Janeiro é uma coisa muito específica, a prisão do presidente da LERG, né? Olha quanta coisa para tu acompanhar, né? >> É difícil,
né? e cada um com as suas nuances e e com as suas e eh peculiaridades que a gente não sabe, que A gente não consegue acompanhar tudo, né? E o julgamento eh também do 8 de janeiro, né? É muita informação, cara. Muita informação. >> Bom, e é difícil atualizar tudo, né? [risadas] >> Mas, ó, a gente recebeu algum alguns super chats. Eu vou dar uma lida aqui e depois a gente volta >> a à discussão, as pautas aqui. Lembrando que a gente também tem o clube de membros, tá pessoal? Quem puder virar Membro aqui do
canal, a gente tem vídeo novo todo dia lá e lá não tem propaganda nem daclock, viu Everest? Lá não tem, é um membro, é um clube de membro, o cara tá pagando, então ele não recebe. Ah, mas recebe desconto. >> É, o desconto tá lá, só propaganda quem não tá e também propaganda do YouTube. Então, vale a pena. Eu tô planejando um negócio bem legal agora para esse final de ano. Vou fazer vários sorteios lá, então, mas vamos ver. Eu ainda não vou Anunciar nada não, porque eu quero finalizar aqui. >> Mas quem virar membro,
obviamente tem prioridade também na leitura. dos comentários aqui. O 125 Juarez mandou aqui: "Rodrigo, boa tarde. Não é soldados e blindados da Marinha, sim fuzileiros navais e blindados fuzileiros navais. Você não vê um marujo em cima do blindado. Temos nosso orgulho [risadas] >> Adsumos". >> Tá bom. Fuzinável. Fuzinável. >> Adsumos. Tá certíssimo. >> Tá bom. Vamos lá. Fred Luiz HC também mandou aqui. Rodrigo e Barba, boa tarde. Rodrigo, em pesquisa recente você figura em segundo lugar para governador do Rio. >> Vai concorrer? Senão o que pretende fazer com esse capital político relevante? Sou seu Fran,
sou seu fã. Grande abraço. >> Tem nem para quem emprestar esse capital, né, meu irmão? >> Não tem. [risadas] Não sei também, né? >> Vamos emprestar. Vamos emprestar esse capital. Que que merda por >> cria um partido [risadas] partido do Rodrigo? Não, não quer não. >> Qual o nome desse qual o nome desse menino aí? >> É o Fred Luiz. >> O Fred, eu recebi quatro pesquisas aí, cara. Que coisa que eu vou te explicar o motivo, Fred, disso aí. Eh, vamos lá. Eu eu Eu entendo que é a janela da operação policial. Perfeito. >>
Aham. >> Eh, a aflição das pessoas no Rio de Janeiro com a segurança pública. >> Pode ser. Eu acho que isso causou essa essa pesquisa. Eu fui avisado das pesquisas, uma pesquisa, quatro quatro pesquisas me avisaram >> e eu fiquei atrás do Eduardo Paem todas elas. O Eduardo Pa tá nem pelo amor de Deus, mas assim, eu entendo que isso vá Eh aos poucos isso vai se diluir, né? Assim, eh, eu acho que é a janela da operação policial, né? Ou então, quem sabe pode ficar um pouco pior, porque pode acontecer outra crise no Rio
de Janeiro de segurança pública, né? >> E essa pesquisa foi com o Bacelar, viu? Agora o Barcelar sai da pesquisa com certeza. >> É, você ganhou votos agora >> o Bacelar. [risadas] Mas essa pesquisa, a saída do Barcelar mexe, que o Bacelar tá em terceiro, quarto em algumas pesquisas, né? >> Sim. Agora o que a gente tem em função disso é que se não for o Eduardo Páscara, eh, se o Felipe Curi não aparecer também, o Felipe Curi diz que não vai ser candidato, né? >> Uhum. Não. O >> o próximo nome da cidade do
Rio de Janeiro que vá disputar com com o Eduardo Paz vai ser um nome de segurança pública, que não vou ser eu não, viu, cara? Mas assim, mas assim, é uma é uma sinalização pros políticos do Rio de Janeiro para que eles entendam como a segurança pública tá na pauta. >> Sim. E eh surgiu o meu nome e tu viu qual? Tu viu a big data aí? Que que tu viu aí? >> Não sei. Ele ele não, >> eu vi uma hoje que eu tava com 15%. Mas eu vi uma do GP que eu tava
com 19%. >> Minha mulher morre de morre de medo minha mulher quando eu falar. >> [ __ ] [risadas] você saiu do b, pô. Quem pode ser pior que isso, pô? >> E o Mas assim, cara, não é minha, não é minha não é a minha e não é minha pretção, >> cara. Não é por falta de coragem, não. Deixa eu te explicar, porque o cara vai, você tá se acovardando. Deixa eu explicar o lance. >> Vamos lá, cara. Se a gente elege hoje Pro Rio de Janeiro, né, a falecida madre Teresa de Calcutá, né,
>> ou então o o Papa Francisco, né, falecido, >> se você coloca se você coloca com cara para para na alérgio hoje, >> eh, na no no governo do estado, >> ele ele vai ter que negociar com o Aerge, né? A mesma alerge, alerge tem pouquíssima mudança a cada a cada eh legislação, sabe? Cada cada a cada mandato, né? >> Então, a alerge ela tem uma taxa de renovação muito pequena, >> tá? Às vezes é inferior a 40%, tá? A renovação da LERGE, às vezes é inferior a 30%, se eu não me engano. Então, qualquer
pessoa que você coloque para governar o Rio de Janeiro, ele vai ter a mesma alerge, >> sim, >> que votou a favor da manutenção da Lucinha. vai ter a mesma alérgica que elegeu o Bacelar como presidente. Então assim, o Rio de Janeiro ele é verdadeiramente ingovernável. Se você parar para pensar, respirar, sabe? Então assim, ah, quer quer se lançar numa aventura de ser governador? Não vai mudar [ __ ] nenhuma, sabe? de novo, não depende de coragem, não depende de eh de ser ou não ameaçado, de ter uma equipe técnica muito boa. O cara vai
chegar ali, vai sentar >> Uhum. >> vai olhar pra Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e aí, como é que a gente vai nessa [ __ ] aqui, né? Vamos junto. O cara vai ser pitimado, né? Eh, não tô falando que ele vai ser assassinado, não, tá? Mas assim, mas assim, >> politicamente assassinado, vai ser politicamente >> é tudo, é tudo de alta complexidade, né? Tudo coptado, né? >> É tudo, é tudo. Se o Cláudio ganhasse mais liderança e mais Protagonismo, talvez ele tivesse condição de enfrentar a Assembleia Legislativa, tal. Mas eu tô falando só
de duas forças, tá? Tem tem uma terceira força que é o judiciário do Rio de Janeiro, >> eh tem que é o TJ, né? Eh, essa força, eu eu tenho certeza que é a mais hoje é a mais ética do Rio de Janeiro. Eu tenho certeza disso, a mais organizada. Tem o MP estadual também, que tá muito bem representado hoje pelo presidente atual, Né, pelo Antônio. >> Uhum. >> Mas, cara, é é uma missão quase impossível, cara, falar no mundo real. >> Mundo real. Aí, aí, pô, o cara que fala, pô, Pim, o cara, eu
tô na academia malhando, né, [ __ ] Ah, vem candidato aí, pô, meu irmão, mas se eu vier candidato, eu não vou resolver [ __ ] nenhuma não. Você vai me achar que eu sou um líder messiânico que eu vou resolver, eu não vou resolver nada, >> né? vai ficar ali uma confusão. Sem contar que o estado tá com uma situação econômica bem ruim também, né, cara? >> Bem ruim, né? >> Sim. >> É isso, né? >> Mais fácil administrar a casa, né? >> Eu não ia na na na escola de samba para começar de
conversa. Imagina escola de samba janeiro. Cadê o Não veio, >> não veio, >> não veio. [ __ ] >> apoio. [risadas] Apoio, apoio a ao carnaval não tem. >> Tu não ganha não. Tu não ganha não. [risadas] No fim das contas ele não ganha. Não se preocupa. E >> o cara, eu não vi. Eu recebi de um de um de um de um colega aí uma pessoa que eu não sei quem é, cara, mas e ela não foi desrespeitosa comigo, não, tá? Ô Barbara, >> mas ela falou: "Pô, Pimentel, não pode Atacar o samba, [
__ ] Barbara". E com Vilela, com Tigo, com Igor do Flow. >> Aham. >> Onde eu fui, cara, eu deixei, tive cuidado de dizer, gente, eh, gosto de samba. Eh, já fui na na na na Marquista Sapucaí mais de uma vez. Eh, eu tenho certeza que as escolas elas são legais e tal, mas elas mas elas foram é, mas elas foram elas foram roubadas, cara, pela máfia de jogo do bicho. Elas foram assaltadas, cara. Algumas até com ações armadas, cara, sabe? Então, não é contra o sambista, não é contra a comunidade, pelo amor de Deus.
>> Sim. >> É contra a a a o o que envolveu as escolas de samba, né? A própria Refite, inclusive, tá? A Revite, que tá sendo investigada hoje também resolveu patrocinar o carnaval, né? Olha, olha como o carnaval do Rio de Janeiro tá esquisito, meu irmão. Não bastasse o Jogo do bicho, agora refite, meu irmão, sabe? Olha como tá esquisito isso. Então, a aquele carnaval de origem que não era a super escola de samba, né? >> Aquele carnaval de origem, [ __ ] na minha opinião, deveria ser resgatado, né? Praça 11, né? Tal. Ah, não,
mas agora o carnaval é aquilo ali, eh, Sambódromo, Sapucaí. Tá bom. Eu não, eu não vou, eu não vou ficar do lado de um cara que matou a família dele toda, que mandou matar não sei quem, né, e tal, Que que se diz patrono de uma escola, né? >> Eu sei que a escola que a comunidade não tem força para evitar esses patronos, né? >> E elas foram assaltadas, né? Mas eu não não vou ficar ali batendo palma para o maluco dançar não, cara, né? Tu vai na na Marquez no Sapocaí? Não, >> quando me
convidam eu vou, mas [risadas] nunca me convidam. Eu tô eu tô tão, eu tô A Thaí sabe, eu sou >> Tu vai de Freeza, tu vai de Freeza de >> Não, não, não, eu não vou pagar, eu não pago, não pago não, mentira, eu paguei outro dia, eu paguei, mas eu paguei, >> não foi freeza, não foi camarote. >> Tu é [ __ ] hein? Paguei também, cara. >> Não, então você é barpica ainda. [risadas] Certeza que o camarada que você pagou, você foi muito bem. >> Não, aí tem outra coisa. >> Paguei, não fui
convidado, não. >> Exato, exato, exato, [risadas] exato, Exato, exato, exato. Estava lá por, por vontade própria e pago no seu próprio bolo. >> Sim. É, não, >> mas eu tô tô ficando tão cansado de pedir coisa. Thaí tá de prova. Eu eu sou sou chato. Vou vou parar de te perturbar pelo menos até [risadas] >> até o fim de dezembro. Ou não. >> Tu torce para qual escola, cara? Para qual escola torce? >> Eu torço pro Flamengo, cara. >> Não, mas samba nenhuma escola não. >> Não, não sou. >> Não tem não. Uma paixão pel.
Gostava da mangueira, mas sei lá, por causa da minha mãe mais assim, >> eu não sou, não tenho, eu não tenho. Eu eu assim, eu eu tenho um carinho pela Unidos da Tijuca, porque eu desfilei lá, ganhei um carnal, ganhei. >> Eu sempre achei a mais bonita de todas. >> Inclusive quando eu fui ver, eu falei pra T, vamos passar depois que a Unidos Passar a gente vai pra casa [risadas] >> porque era bonita, era inovadora, né? E detalhe, e detalhe, naquele naquele não tinha jogo do bicho, isso é mais importante falar. >> Olha que
bacana, né? presidente é era, não sei se ainda é aquele dono da vidraçaria, aquele português que tem uma vidraçaria lá, né? >> Eu não lembro o nome dele não, mas enfim, muito ligado ao Vasco também. >> Uhum. >> Eh, então eu ganhei, ganhei assim, foi a escola foi campeã no dia que no quando eu desfilei, desfilei, desfilei, desfile qual? Qual ela? Tem foto sua fantasiada aí? Não, mas aquelas com aquelas coisas alegoria na cabeça. >> Teve, não é? Teve uma que eu fui Space Ghost, eu e minha mulher, é, com o macaquinho do Space Ghost.
Lembra do Space Gost? Eu acho que eu lembro até desse desfile, meu irmão. Lembro até desse desfile. >> Então, é, eu fui também como retirante já. >> É, >> é. E fui como como dirigente da Portela porque tava com Petcovit, não sei que o Petcovit gosta e tal. >> E aí terminei com o meu mamilo sangrando porque aquela roupa é aquela roupa muito vagabunda, né? Aí foi tch. No final tinha uma mancha de sangue assim, porque ficou nossa arde pr caramba. É, rapaz. >> E é cansativo demais, cara. Ah, desfilar É muito cansativo, porque tem
que chegar duas horas antes, tu sai duas horas depois, anda pra caceta para arrumar alguma coisa. Enfim, >> gostou? >> Gostei, mas não, já, já tá visto aquela experiência assim, tá vista, tá visto. >> Agora se quiser me chamar de destaque assim, vou lá [risadas] em cima. Mentira aquele carro treme pr caramba. O cara tem que sambar e o bagulho fica tremendo. Sobe lá, ó. >> Não, tá [risadas] maluco. Não vou mais nem aqui. >> Tá perguntando se você gosta da mangueira. >> Eu gosto da mangueira. Você gosta de ver a mangueira entrar? Você gosta
de ver a mangueira entrar? tá de costas, né? [risadas] Mas enfim, eh, inclusive foi uma foi uma questão todo mundo que fala sobre isso, tem uma pessoa específica que eu sei que fala mais sobre isso, te rebate, né, Quando fala que fala dos dos empregos gerados, né, pelo carnaval. Então isso lógico que tem aspectos positivos, mas realmente esse aspecto negativo é complicado. >> Temos que achar alguma solução para para libertar as escolas de samba do do da influência dessas dessas máfias, viu? É, >> essas máfias são perigosas pro Brasil, pra democracia, matam pessoas, matam seus
familiares, >> patrocinam campanhas políticas de Políticos corruptos, né? >> É, recentemente a gente viu aqui na Avenidas Américas, acho que já duas ou três vezes nesse ano, >> estão importando, >> estão fabricando cigarro paraguaio agora não mais paraguaio, fabricando, [risadas] estão fabricando cigarro paraguaio no Brasil, né? Estão fabricando a cópia do paraguaio, né? >> [ __ ] falso do falso, [ __ ] que paralso do falso. E continuam mandando matar Pessoas, né? Essa é essa é minha mágoa. >> É >> com com quem joga no bicho eu não tenho menor problema não, cara. Sim. Eh,
acho até que é cultural, né, a contção penal e tal, mas nunca nunca me preocupei com isso na Polícia Militar, mas o cara matar eh seus seus concorrentes, seus familiares, isso aí a gente não pode achar isso normal, >> não. >> A gente não pode aplaudir isso, a gente Não pode bajulá-los, ainda que seja durante quro dias no carnaval, a gente não pode achar isso normal. >> Tem domínio territorial que >> tem tem domínio territorial também. É verdade, é uma terceira força, né? >> É, a gente não pode achar normal. E que bom que isso
tá sendo revisto. O o vale escrito é isso. Na minha opinião, na minha opinião, é a culpa da Rede Globo, né? >> Uhum. >> Ah, não pode, a gente não pode achar normal uma pessoa que a gente admira na Rede Globo fazer uma entrevista com um camarada aqui que já foi preso cinco vezes, que responde o homicídio, sabe? >> E achar isso normal. A gente a gente não pode achar isso normal. fez com uma ficou muito famosa. >> É, mas mas o Jo é >> não não uma uma que ficou muito famosa que ele falou
com o castor, algum Bandido já veio te assaltarí >> já. E aí o que aconteceu? Ele desistiu. [risadas] O >> Já isso, mas isso é, mas esquece o Jô, pensa na na na licença de cinco dias de carnaval ao longo da das coberturas jornalísticas dos últimos dos últimos >> 35 anos com 40 anos, né? Pensa nisso, né? >> É. Eh, pensa no ainda no teatro Fênix do Fênix Cassino do Chacrinha, né? O Chacrinha recebendo todos eles lá no no no cassino, eles eles fazendo doação para as vítimas das chuvas. Calma aí, gente. Esses caras são
respondem por homicídio aí, pô, disputaram território, mataram pessoas, né? A gente não pode achar isso normal. >> É, >> não faz sentido achar isso normal, né, >> cara? A gente a gente falou duas vezes sobre sobre a Rede Globo aqui, né? Eu eu não posso deixar de perguntar para você, Você trabalhou lá uma época boa até, inclusive. >> É boa assim, digo, bom, um um bom tempo, né? Um tempo longo. Eh, e hoje você expõe algumas coisas que acontecem, aconteceram lá. >> Sim. >> Eh, qual você acha que é o papel da Rede Globo nessa
questão toda de segurança pública? Porque parece que não, mas a TV tem uma grande influência, né, através Só dos jornais, mas também do dos das novelas, né? os três, por exemplo, eh, policiais que eu trouxe aqui, né, o Batata, a Monique e o Honório, falaram sobre isso. Quer dizer, existe uma glamorização do crime nas nas novelas, né, onde o bandido é sempre bonitão. Pois é, nos filmes, entendeu? Eh, e a forma como é falado nos telejornais, embora isso realmente esteja mudando, mas como você acha que é de fato o papel da Rede Globo nessa questão
toda de Crime organizado aqui no Rio de Janeiro e no Brasil? >> Olha, ela ela poderia estar contribuindo muito mais para pro esclarecimento, paraa elucidação e pra geração de debate, né? >> Aham. >> Eh, não só a Globo, por favor. Claro, claro. Vamos, vamos. Eu tive dois embates aí com jornalistas que não eram da Globo na cobertura, né? >> Eu tive embate na CNN. Uhum. >> Uma uma jornalista inteligentíssima, educada, que é a Débora. Educada e inteligente, né? >> Sim. >> E e ela colocou no início já civis para mim e eu falei para ela,
Débora, não são civis, né? Pelo amor de Deus, >> né? Porque quando você diz civis na entrevista, você estabelece que aquelas pessoas que morreram >> são inocentes, >> não eram combatentes, >> tá? >> E eram combatentes, né? Então a utilização do termo civil >> já é a opinião dela sobre o que aconteceu. >> Sim, >> né? Se você conversasse com alguém que pertenceu a uma força de paz da ONU, né? O militar é o militar da ONU, o capacete azul armado do outro lado é o insurgente, é o guerrileiro, né? >> Isso. Miliciano. >> E
no meio é o civil, morador, né? >> Quando ela diz que a polícia matou civis, ela já tá estabelecendo a opinião dela. Ela já tá dizendo para 1 milhão de pessoas que estão assistindo aquele jornal online, né? Ou ou ou na ao vivo, a polícia mate civis, ela já deu, ela disse: "Olha, eu não tô aqui para dar minha opinião". Ela já deu opinião. >> Já deu. >> Ela já deu opinião. Quando a Mara Luquete, inteligentíssima, admiro muito ela, né, do My News, >> quando ela fala meninos, >> né, ela tá quase utilizando o adjetivo
anginhos, né? >> Sim. >> É por pouco, né? Mas ela disse para mim, não, Pimentel, é em função da idade deles mesmo. Bom, então de novo, ela está equivocada porque a faixa etária dos bandidos mortos na operação, média aritmética simples, 29 anos. >> Então não tinha nenhum menino, >> não tinha menino ali, >> sabe? Tá totalmente equivocada, sabe? >> Me parece que ela tentou utilizar um adjetivo, respeito muito ela. A entrevista não se resume a isso. Ela fez perguntas muito inteligentes, pertinentes, tá? em muita coisa ela concordava comigo, né, e concorda certamente. Eh, mas o
papel da Globo e dessas emissoras hoje, na minha opinião, Deveria ser profissionalizar ao extremo o comentário. >> Por quê? Você tem na Globo hoje excelentes comentaristas de segurança pública, de futebol, de vôlei, de MMA, qualquer coisa a Globo acha um comentarista. A Globo só não consegue achar comentarista de segurança pública. Chama a professora Jaquelina Muniz, que eu tenho muita admiração por ela, muito carinho, pessoa inteligentíssima, mas chegou lá >> a da pedra, da pedra, >> é, e falou da pedrada, né? >> Aí eu eu não participei daquele grupo que atacou ela, pelo amor de Deus,
porque >> ela realmente não merece. Ela tem um legado no Rio de Janeiro. Ela deu aula para muitos policiais civis e militares, é uma pesquisadora séria, né? mas externou a opinião dela sobre a operação de uma forma emotiva, pouquíssimo técnica, né? >> Sim. >> Ah, basta jogar uma pedra, que não é verdade. Naquele dia a Rede Globo deveria buscar comentaristas sobre o combate, não sobre a dimensão do que estava acontecendo, né? Eh, a dimensão é: "Ah, o bandido é vítima da sociedade, falta de oportunidade, eh, falta de emprego. Não, nós estamos falando sobre um combate."
>> Sim. 2500 homens da polícia enfrentando 1000 bandidos no comando vermelho, 3500 pessoas no terreno, a bala voando, >> isso, >> 16 policiais feridos ou mortos, né? Você um verdadeiro massacre na polícia também. Policial caído no chão e o comando vermelho atirando atrás dele e um policial do BOPE puxando o corpo dele, né? Uma tragédia, né? >> Sim. >> E a comentarista falando sobre pá com estiling, com uma pedra, sabe? Aí começa aquelas discussões, pô. E a minha opinião, cara, vou te falar, eu disse isso ao vivo aquele dia. A única emissora que não me
chamou foi a Globo, tá? >> Todas as emissoras me chamaram. [risadas] >> Por isso que tá sem comentarista. >> Não, todas me todas me chamaram. A CNN chamou, a Band chamou três vezes. >> É verdade. >> Record chamou, >> SBT chamou. >> Uhum. com boas participações, porque depois eu acompanhei no YouTube a quantidade de visualizações, todas foram recordes da da da cobertura, né? >> Uhum. >> E então foi muito legal e depois eu tive a oportunidade de conversar off offline com jornalistas. Depois eu peguei o Telefone, conversei com os jornalistas, dei uma uma mais ou
alguma informação necessária para entender a operação. >> Sim, >> né? E e eu tenho certeza, cara, que no final no final o o o não vou dizer que tinham duas duas alas no debate, né? duas alas no debate, mas no final o o pensamento eh que eu tenho, eu acho que ele se sobrepôs. Eu conversei com o jornalista da do Wall, um cara muito inteligente, muito inteligente. Ele chegou para mim e falou: "É, mas na Faria Lima não teve tiro?" Lógico que não, pô. Na Faria Lima não tinha enfrentamento, [ __ ] né? Aí ele
falou: "É, mas da carbono, da operação carbono, nós provamos que podemos enfrentar a organização criminosa sem dar tiro?" O PCC continua existindo, camarada, >> não enfrentou nada. >> Ah, você sinceramente acha que a Operação carbono foi um sucesso? Eu acho que foi, mas a gente não derrotou o PCC, >> não prendemos nenhuma liderança do PCC na operação, né? >> Então você quer discutir realmente isso, você quer levar para esse nível de de meio que infantil, sabe? Né? Assim, eu tenho certeza que hoje temos que recuperar as aprender as armas, prender as lideranças, manter as lideranças
presas, perseguir o dinheiro que é Faria Lima, que é o Follow Demone, que é a Carbono, né? >> Uhum. >> E recuperar o território. Se a gente não fizer tudo isso, nada feito. >> Sim. Se eu prender 200 bandidos do Comando Vermelho a prender 300 fuzis e não ocupar aquela posição, o Comando Vermelho vai se restabelecer de forma muito veloz, talvez em 45 dias, 50 dias, sabe? Eu tenho certeza disso, né? E eu tenho certeza que boa parte desses bandidos presos Nessa operação do do dia 28 de outubro, boa parte serão soltos nos próximos 10
ou 15 meses. Eu tenho certeza disso. Então, de novo, não vai funcionar. Eu tenho que mudar. a lei de execuções penais no Brasil. >> Sim. >> E eu tenho a verdade, eu falo isso, irmão, e ofend meus colegas da direita, que a lei de execuções penais, ela não é do governo Lula, tampouco do Dilma, nem do Temer. É uma lei do governo Figueiredo. Uhum. >> A grande lei que nos que traz tanto problema para prender bandido no Brasil é uma lei do Ibrahim Abiá, que é o ministro da justiça. >> Sim. de 1983, aquela lei
que o bandido sai com o cesto da pena, né? >> A tal da saidinha que o Derrit tentou eh acabar na numa numa proposta de lei lá em Brasília, né? Conseguimos mudar alguma coisa, mas não ficou tão boa assim, mas alguma coisa o Derit Conseguiu. Sucesso para ele, né? >> Uhum. >> Mas essa é é o dilema. Mas de novo, voltando ao papel dessas emissoras, deveriam promover o debate de forma mais séria. Deveriam realmente conversar sobre tudo o que tá acontecendo. Meu amigo Rafa, a Globo não falava do problema do Ceará. É como se não
existisse milhares de pessoas expulsas de casa pelo Comando Vermelho. >> Sim. >> A Globo não falava. Por que que a Globo não falava isso? Eu não sei, eu não sei qual o rabo preso que a Globo tem com o governo do Ceará. Não sei, mas não falava. Não falava. O jornal local falava sim. >> Uhum. Mas não chegava a emissora aqui do Rio de Janeiro, no JN, no Fantástico, o drama humanitário de milhares de Pessoas no Ceará expulsas de suas casas pelo comando vermelho. De tanto falar isso aqui no Barbaquest, no Igor, no Flow, no
Vilela, de tanto falar isso na CNN, de tanto eu falar, eu acho que alguém na Globo se envergonhou e colocou isso no Jornal Nacional na segunda-feira, dia 1eo de novembro, dia 2 de novembro, né, se eu não me engano. >> Uhum. Acho que primeiro ou dois, eu não sei, mas a a Globo colocou bom uma matéria de 3 minutos muito bem feita, Por sinal. >> Sim. >> Inclusive mostrando algo que eu nem sabia, porque o drama era muito maior do que eu imaginava. Um único bairro, 2.000 pessoas expulsas de casa, >> [ __ ] >>
2.000 pessoas de casa. E então assim, por que que a Globo escondeu tanto tempo isso da sociedade brasileira, né? Assim como a Globo demorou muito tempo para falar da das barricadas. A Globo fez uma Matéria no Fantástico muito boa, há mais ou menos um ano e meio entrevistando o delegado Fabrício da Core, né? Uma matéria muito boa. Mas eu tô falando de barricadas, ó, há 5 se anos. Eu falo de barricada, barricada, barricada, barricada. A barricada é uma imoralidade, cara. Uma vergonha para todos os brasileiros. O Lula deveria no primeiro dia de mandato dele, vou
acabar com as barricadas. O Lewandowski devia falar, vou acabar com Lewandovski. Então Tem que fazer um meu adjetivo. Ex-consultor do Banco Master, Lewandowski, ele deveria ter dito desde o primeiro momento, >> sim, >> for acabar com as barricadas, deveria ser prioridade. A prioridade do governo federal é câmera, câmera, câmera nos. Só falam nisso que é importante também. Eu tenho certeza que é através das câmeras, nós descobrimos que um policial do Batalhão de Choque roubou um fuzil na Operação. Bem feito para ele. Tomara que ele fique preso muito tempo e perca o emprego dele. >> Uhum.
e passe muita vergonha perante sua família, porque não é para isso que eu pago o salário dele, né? Isso. >> Para ele roubar fuzil na operação. Então, bem feito para ele, né? Então, a câmera é importante, é, mas retirar a barricada também é. >> Sim. >> Parece que o governo federal só está preocupado com o controle das polícias e mais nada. >> Os bistos podem ficar descontrolados. >> Exatamente. [risadas] O território fala. Pode falar, pode falar. >> Não, e o território pode ficar ocupado, né? >> Ah, sim. em quatro dias, né, de de dessa operação
barricada zero, acho que foram tirados 16 toneladas de >> Eu acho que foi mais que isso, irmão, porque o o só eu acompanhei os dados, o comandante do batalhão de Belfo Rosto, Coronel Lima, ele me mandou os dados só de Belfroxo. Belfo Rocho é uma cidade na Baixada Fluminense com meio milhão de habitantes, né, >> prefeito Canela só em Belor Rooxo foram, se eu não me engano, 90.000 toneladas, tá? Tô com os dados aqui no telefone, >> cara. Fiquei fiquei impressionado. >> 90.000 toneladas. >> É aqui pegar aqui os dados de BFU aqui, só para
eu não falar o dado errado. Eh, e eu fiquei assim que pá Lima, car00 tonelad, mas 90.000 toneladas >> aqui. Rascunho da operação barricada aqui. Tá aqui. Aqui. Pá, aqui, irmão. Tá aqui. 98.500 toneladas. É só belo roxo. Tá vendo, ó? Cara, >> só Belfroxo, né? Que isso? >> Quase todas elas em Castelar, São Leopoldo, Parque Floresta, Vila Paulini, Santa Teresa, Gogó da Ema, né? >> E ó, de novo, comunidades do TCP, do CV e de milícia, tá? Tem que deixar isso claro aqui. >> Milícia de novo. [risadas] Pesquisa milí. E então o o comandante
do batalhão me mandou as imagens das barricadas sendo retiradas. >> E cara, você pode gostar do Canela ou não? Eu não conheço o Canela pessoalmente, eu só vi o Canela do Aeroporto uma vez, né? Não conheço ele pessoalmente. Você pode gostar dele ou não. É um prefeito que tá com 90% de aprovação popular, tá? Você pode ser de esquerda, pode ser do PT, do PSOL, do PCO, do PSB, o que for, mas o prefeito de Belfro tá com 90%. O povo de Belfo Roxo não suportava mais barricada. >> Sim, >> né? E o prefeito teve
a capacidade de entender essa informação >> e foi lá e atuou nesse sentido, né? >> Perfeito. É. >> E e esse para mim é um golaço, né? O parece que o Cláudio Castro tá indo a reboque da ação de a repito, a ação em Belfroxo, ela não é exclusiva da prefeitura, tá? A prefeitura não consegue chegar nesses rincões >> sem o apoio do batalhão da PM fato. >> Claro. >> Mas aquele pontapé inicial foi do prefeito. >> Sim. >> E então e que que bom que vários prefeitos do Rio de Janeiro copiassem esse modelo aí,
né? >> É lógico. Lógico. Caramba, fiquei assustado. 90. >> 8500 toneladas. botar tanto lixo também, >> sei lá, meu irmão. Acho que vai achar um aterro clandestino em algum lugar e vai jogar essa [ __ ] [risadas] >> Sem dúvida, sem dúvida. Mas vai você pegar tua bagulho da obrinha e jogar no Lixo na cola para tu ver a multa que chega. Eu sei bem. O Jorge Henrique também mandou um super chat, falou assim: "Pimentel, acredito que o PT não está acordando e sim tentando mostrar serviço devido à segurança pública que vai ser assunto da
eleição 2026." Quem falou isso aí >> foi o Jorge Henrique. >> Possivelmente, possivelmente tem aí uma alguma ação também assim de oportunismo, né? >> Claro. >> Mas por parte de alguns políticos, né? Certamente existe uma ala no PT preocupada com segurança pública, sim. Tá, mas ele pode ter razão, sim, né? Eh, esse evento do PT de segurança pública, eu não lembro do PT ter organizado antes desse evento algum evento de segurança pública no Rio de Janeiro, mas >> eh demonstra que o partido tá tentando achar um >> uma direção nisso aí, né? Eh, não pode
Ser retulado como partido dos bandidos e protetor de bandidos, né? Agora vai que vamos lá. O PT negou semana passada que ele >> que ele tenha recebido o Ouruampan para uma reunião para vir candidato, né? Eh, imagina se diante desse clima atual, >> o PT ainda deu uma legenda pro Ouruan, para deputado federal, para estadual, né? Que sinalização o PT estaria dando ao Brasil e aos seus eleitores, né? E e eu sei que o não tá condenado a nada, Tá? Eu tô falando para você aqui >> e eu já me posicionei aqui inclusive >> contra
a lei antioruã. Já falei isso para você, né? >> Mas foi fruto de um debate longo aqui. As pessoas me xingaram, né? >> Assim, mas eh assim é eu eu eu eu defendo eh que nenhuma prefeitura pode contratar show nenhum, viu, irmão? Não é só do Oruana, do Oruanda, Ivete, qualquer uma. Essa é minha opinião, né? minha opinião, mas vamos lá, pergunta Aí. >> Ô, bom, vamos seguir então falando aqui. O Mateus Panza mandou aqui também o super chat, falou só para mandar um salve pro capitão. >> Valeu, Mateus. >> E o Paulo de Oliveira
falou aqui: "Pimentel, o que você acha do MBL com a queda do bolsonarismo? Seria ela a nova direita brasileira? Prendeu, matou >> o MBL, né? MBL é o que tu tá recebendo aqui, os os colegas que tu recebe. O Kim, eu gosto do King, viu, cara? Eu não recebi o Kin ainda não. >> De vez em quando, de vez em quando eu tenho um um um alguma algum tipo de >> de de é de eu eu discordo de alguma coisa, né? Mas assim, eu acho que um cara muito bacana e inteligente, viu, cara? E o
e o aqui no Rio é o Missão que é o MBL, não >> é? Missão MBL >> aqui no Rio é o Rafa. É o Rafa Bombeiro. Rafa, cara que eu acho extraordinário, é Meu amigo pessoal, cara muito bacana. Eu gosto muito dele, mas eu não sei se o EB se o se o se o Bissão ainda tem se ele tem essa essa maturidade de de entrar num debate eh mais detalhado, viu, cara? Assim, eu não sei se tem, sabe? É, >> mas assim, >> gosto de todos eles ali, viu? Assim, >> mas não tenho
certeza se vai ser se vai ser o novo bolsonarismo, não. Tá, >> tá. Você encontrou aqui o Artur, né? Sim, sim, sim, sim, sim. Não, e eu eu sou amigo, eu conheço o bombeiro Rafa há há talvez 8 anos, cara, que é que eu gosto muito dele, cara. Assim, sem assim, acho um cara >> extraordinário e inteligente demais, né? >> Aham. >> Mas cara, vamos lá. Vai apresentar uma proposta pro Rio de Janeiro efetiva, né? Uma proposta exequível, né? >> Sim. >> Porque é alta complexidade o que nós Estamos falando aqui. Tudo isso aqui é
de alta complexidade. >> É verdade. >> Se o cara vier para mim só com tiro, porrado e bomba, meu irmão, esquece. Porque o Rio, a solução do Rio de Janeiro não é só tiro porrada de bomba, é muito mais do que isso, né? >> Se não vier, se se vier também sem conversa com com todo mundo, tem que conversar com todo mundo, irmão. Tem que sentar com todo mundo para Conversar. Eh, tem que buscar amplo apoio da sociedade, da imprensa, de todo mundo. Não é momento de brigar com ninguém. É momento de convencer as pessoas,
olha, não tá funcionando, não tá funcionando, não, não dá para ofender ninguém em rede social nesse momento. Não dá, não é hora de de de besteira. É hora de de buscar informação, chamar aliado, conversar e achar uma solução pro que envolva todo mundo. Tá vendo? Ô, ô, Rafa, tu tá vendo tá vendo o PL se Aproximar do Ciro Gomes no Ceará, meu irmão, né? Não, em prol. Em prol de >> Sim, sim. Mas é umas coisas que você não imaginou que fosse acontecer. >> É, em prol de você de achar uma solução pro Brasil, conversa,
conversa e conversa, né? >> Sim, sim. É, >> é difícil, né? Mas enfim. Ah, cara, eu vi uma história sobre o Luciano Hook, né? Você você já falou bastante porque ele se posicionou lá em relação à à Questão lá. Eu queria te ouvir sobre isso, mas ele também teve uma teve uma teve uma conexão entre Luciano Hul e Oruan. Você viu? Ficou sabendo? >> Eu fiquei sabendo que ele é assidão abaixoado. >> É aquele Oranão favor. Isso. Isso é fato mesmo. Isso é fato. >> Eu não sei. Eu >> é porque tem uma uma >>
Só vamos saber se perguntar para ele, né? Vamos mandar um zap aí para ele. O Assim e eu eu fui eu fui muito >> É possível. Sabe que que eu que eu fiz aquela aquela fala no lá no Danilo e sobre o Luciano Hul? >> Uhum. >> E eu deixei muito claro pro Danilo como eu admiro ele, como como eu acho ele um cara inteligente, viu, cara? >> O Rodrigo, ele é [ __ ] né? Quando ele vai bater, ele fala bem [risadas] para [ __ ] Esse cara é muito inteligente, Mas ele falou uma
merda, meu irmão. >> Ele morde a sopra ali mesmo, né? >> Não, [risadas] cara, assim, eu eu >> não tô dizendo que você tá mentindo, não, tá? Pelo amor de Deus, mas tu dá um elogio, se tu receber um elogio do Rodrigo Pimentel um dia, pode ver que vai, você vai tomar uma porrada, >> tipo, não, mas é é a >> gosta de todo mundo mesmo. Ele político, pô. É só não correr com, >> cara. Mas assim, não, mas o motivo que Que eu gosto dele, eu já relatei, inclusive, >> eu, eu eu uma vez
uma viatura do BOPE esmagou um carro lá no Vidgal, eu acho, ou na ou na foi no Vidgalu, na Rocinha, eu acho. E o era um cadete bem velhinho, cara, coitado do cara, ficou sem carro. E o Luci, eu liguei pro Luciano Hul, cara, ele ele foi lá e foi botou o carro no lata velha, né, mas não tinha mais solução pro carro. deu um carro novo pro cara. O caveirão passou e levou o carro Todo, rasgou o carro todo. >> E assim, e mas o qual é a questão? Eh, ele falou das mães, né?
No final ele fala dos policiais também. Ele começa falando das mães, no final ele fala, no finalzinho ele fala dos policiais. E e a minha mágoa eh que se ele tivesse colocado o policial em primeiro plano, porque as verdadeiras vítimas daquela operação foram os policiais. >> Uhum. Verdade. >> E ponto final. Eu não abro mão disso aí. Bandido tava lá com fuzil na mão, praticando banditismo, aterrorizando aquela comunidade, matando pessoas. >> Os policiais estavam lá eh representando a sociedade brasileira, as leis brasileiras, né? Então eu não abro mão disso. Quem achar que o bandido é
vítima ali pela Aí tá realmente numa outra, né? Dá para conversar. E o Luciano quando fala o band o Luciano não fala dos bandidos, ele fala das mães dos bandidos E lá no final ele fala dos policiais. Se ele tivesse invertido a ordem, se ele começasse falando dos policiais, eu ia aplaudir aquilo ali. Parabéns, Luciano. Que bom, que bom que você lembrou desse, das famílias desses cinco colegas aí que, >> que acordaram de manhã e partiram pro combate para defender a sociedade e não vão voltar para suas casas, né? E também os colegas feridos que
que até hoje estão hospitalizados. O o o delegado Bernardo Leal tá hospitalizado até hoje, tá até hoje no hospital, né? Já passou por duas cirur três cirurgias já, né? Sim, tinha um outro entubado, não tinha. >> O do BOP ficou ficou um tempo entado, mas saiu, ele ficou 17 minutos eh e apagado, cara. Esse policial ele renasceu de novo, como você viu? >> Ficou 17 minutos. Esse policial já tá no Já tá em casa já. >> Esqueci o nome dele, cara. Que que pena. Mas eu já vi até um vídeo dele. O Corbag Mandou para
mim um vídeo do policial. >> Sim. Que bom. >> Esse policial voltou, voltou à vida, né? >> Que bom, cara. É lógico. É. E e é uma é um ganho, né, cara, assim >> importante dentro dessa. >> Mas de novo gost do Luciano, viu, cara? >> É quando quando roubaram o Rolex dele, foi você que foi, >> não? [risadas] Eh, foi um foi uma uma um eu acho que foi na Folha de São Paulo que ele fez um Um artigo sobre o Rolex, um artigo que ele não faria de novo hoje, viu? Um artigo bem
infeliz, né? Eh, o pacto social brasileiro não permite a utilização de Rolex, ainda mais no Rio de Janeiro, a gente sabe disso. Isso, isso, isso. >> E aí ele falou: "Vamos, vamos lá, isso tem mais, muito mais que 10 anos". Ele falou que chame o BOP, que chame o capitão nascimento e tal, só para lembrar e como como as circunstâncias Determinam o seu comportamento, né? E a sua opinião, né? Dúvida. >> Todo mundo que fala bem de bile funk, ah, é patrimônio cultural, né? Mas ninguém quer o baile funk do seu prédio. >> Ah, baile
>> funk é lá na favela. O favelado tem que se [ __ ] tem que ouvir baile funk até 7 da manhã. Mas na minha casa, no entorno da minha casa, nem [ __ ] né? Então todo mundo que fala bem do baile funk, né, deveria Receber um bile funk, né? >> Aí você muda de opinião. >> Você muda de opinião em 5 minutos. >> Em não, calma aí. Essa [ __ ] é uma merda. >> Sim. >> Ah, descobriu que é uma merda? Eu já sei que essa [ __ ] é uma merda há
um tempão. Porque porque lá no BOP a gente conversava com o morador. O morador, pô, calma aí. Só que isso acaba 2 da tarde. 2as da tarde, domingo. O único dia noite acaba, >> o único dia que o trabalhador tem para dormir até um pouco mais tarde, que ele tá na 6 por um, >> né? Aí aquele dia que ele vai acordar mais tarde, que ele pode descansar um pouquinho, um batidão na porta da sua casa até 7 da manhã, até 8 da manhã. >> Maluqu, >> isso é covardia, cara. Isso isso é o fim
da democracia, cara. Sabe um desrespeito A todo mundo. Aí vem um imbecil, desculpa minha coisa, coisa vai ficar com raiva, mas aí vem um cara defender um baile funk. Cara, eu sei que é patrimônio cultural, eu sei que é, mas o morador não merece, cara. E a gente sabe o motivo disso, eu já te expliquei o motivo histórico disso. >> Ciro Darlan em algum momento >> proibiu os bailes de clubes no Rio de Janeiro, né? E houve uma migração. O Ciro Darlan proibiu o desembarcador, né, Que era juiz da vara de infância. Ele proibiu porque
tinha denúncias de menores de idade nesses bailes, né? Não não proibiu porque ele era malvado, não, pelo amor de Deus. Então isso provocou uma migração de muitos bailes de de clubes maquéns, magnatas, eh subtenente sargentos Cascadura, né? Os bailes mais famosos, eles partiram pro CCI do Bangu, eles partiram pras favelas, né? >> Uhum. >> E na favela nós perdemos o controle Total, né? Já tinha baile em favela também, mas eram poucos, né? Sim. >> Então hoje >> mais populares eram nos clubes. >> Nos clubes, né? Tu foi, né? Perguntei para você, tu foi em bank?
Não foi? >> Não, sou do rock. Sou do rock. >> Quando eu morei no Rio, eu não gostava do funk. Então eu só comecei a gostar quando eu saí do Rio, porque aí lembrava o que eu tinha saído do Rio. >> Mas esses bailes, cara, quando partiram Pras favelas, né, daqui a pouco, daqui a pouco, a exemplo do carnaval que foi abraçado pelas pelas pelos mafiosos do bicho, muitos bailes foram abraçados por facções, muitos, né? A e nós perdemos isso >> hoje. Hoje a ligação baile funk e facção é muito forte. São as facções patrocinam,
pagam, financiam, ganham dinheiro nos bailes, né? Lavam dinheiro nos bailes. Então não se trata de um preconceito >> Uhum. >> negativo, se trata de uma questão prática, né? >> Sim. >> A facção. É isso que o delegado Moisés da DRE estava investigando, né? eh a possibilidade de alguns MCs estarem e lavando dinheiro das facções, muito dinheiro, não pouco. Sim. >> Nos bailes, né? >> É, é complicado, né? É muita coisa enraizada, né? Você vai >> parece aqui quando os caras vão tirar raiz de árvore, aí o cara tira a raiz de árvore dali, tem do
outro lado da minha casa tem raiz da mesma árvore. Cara, é bizarro isso. Você puxa e não acaba nunca, né, cara? >> Acab nunca. Não acaba nunca. >> Não acaba nunca. O Mateus mandou aqui também o super chat. Mateus Wiges, Willes não, Willes Machado falou aqui o seguinte: "Pimentel, você não pensa em fazer um filme do Adriano da Nóbrega? Parte um. A história dele no BOPE, parte dois, a saída do BOPE até os últimos dias. Abraço, capitão." Eu falei, eu falei sobre, eu falei: >> "E, o livro do Adriano é do é daquele gente, é
do Ramalho, né? O livro do Adriano, né?" É, eu não sei, mas eu conversei sobre ele com o Honório aqui. É, >> o Honório, o Honório gostava dele como como né? O Honório até deixou muito claro isso, né? >> E vamos lá. Eh, não, e realmente, cara, é [ __ ] falar isso. Eh, porque as pessoas confundem. >> Sim. >> Eh, eu tenho certeza que ele virou um fascín, um assassino. Eu tenho certeza disso. Puxa vida. Eh, virou um pistoleiro de aluguel. >> Sim. >> Do jogo do bicho de milícias. Eu não tenho dúvida alguma.
Eu tenho certeza que ele se perdeu. É, é um anjo caído, Né? >> Virou um virou um demônio, inclusive. >> Eh, mas lá no BOPE, eh, a lembrança que todos nós temos dele era de um policial corajoso, companheiro de todo mundo, que ajudava todo mundo, né? >> E que em algum momento foi expulso do BOP. Sim. Expulso não, afastado do BOP. Sim. >> Em função de ações que ele realizava sem o menor cautela, sabe? Eh, então assim, eu eu conversei com Adriano várias vezes e tal. Ele me respeitava muito. Ele foi meu aluno na academia.
O E eu contei para você, Barba, como que o Batista conheceu ele na operação policial, né, no no no na favela do Rato Molhado. >> Uhum. >> Né, que ele foi pra janela. Nossa equipe tava operando embaixo da casa dele e ele tava na janela, a avó dele tava na janela assistindo a operação do BOPE. Eh, ali ele tinha 15 anos de idade, né? E mas cara, o filme dele seria um um um um bom filme para relatar o caminho de uma pessoa que se perde. Repito, de uma pessoa que se perde, porque daqui a
pouco o hater vai falar: "Porra, tava defendendo [risadas] >> seria uma boa história. O livro dele >> é do é do é do Ramalho. O livro dele tá muito bem feito. Não sei se o Ramalho vendeu os direitos do livro para alguém, para alguma para alguma empresa de de Televisão, né? Mas na verdade, Barba, a história mais fascinante dos últimos anos para você contar de segurança pública é a operação do alemão. Eu acho que qualquer história hoje >> para contar o que tá acontecendo no Rio de Janeiro é a operação do alemão, né? E é
é o que eu quero fazer no momento, sabe? No momento é o que eu quero fazer. Tô, eu tô mobilizado em buscar depoimentos, em buscar eh imagens. >> Sim. >> Eh, para contar a história dessa operação. É a maior operação policial do mundo. Nunca tivemos uma operação no mundo para prender bandidos com 2500 policiais envolvidos. >> Uhum. >> Uma verdadeira operação de guerra que na verdade virou uma operação. No Brasil a gente chama de operação policial, né? >> Sim. E e o drama humano das pessoas que estavam na operação do Marcos Vinícius Másquera, do do
delegado Bernardo Leal, Delegado William, que salvou o delegado Bernardo junto com a equipe dele, né? >> Eh, de tantos policiais militares e civis do do da Busson, que tava na operação, eh, do Oliveira, paramédico do BOP, que tava na operação do Corbag e de tantos outros, né? uma operação é que pode virar um bom filme, uma bela história, que pode ajudar inclusive a a esclarecer para boa parte da sociedade brasileira que aquilo não foi uma chacina, tampouco Uma emboscada, tão pouco massacre, foi um combate >> sim, >> aquilo foi um combate. >> Eu acho que
tá claro, cara. Ó, é sempre bom. >> Você tá claro, irmão. >> É sempre bom clarear. >> Tem gente que não. >> Não, mas pela opinião pública, pô. Pela opinião pública, pela o apoio público, na verdade. >> Não, teve uma mulher que levantou ali, tu viu agora, e enfrentou o quaquar, né? Ah, tu viu ali >> ali era para aparecer, [risadas] provavelmente. >> Enfim, eu eu acho que eh graças a Deus, >> é isso que eu falei, eu acho que a maior a maior o maior legado disso tudo, claro, o combate é importante, eliminou bandidos,
que também é importante, prendeu outros que também é importante, embora estarão soltos em breve, em breve Num cinema do seu lado aí. Enfim, ah, mas eh acho que o legado importante é a opinião pública, né? a exposição da opinião pública favorável a isso. Isso é que eu acho que é o legado mais importante dessa operação. Embora ele seja um legado não palpável, mas isso vai pautar muita campanha política no ano que vem, inclusive de governador. >> Isso possibilitou com com certeza a pele antifacção, né? Exato. Exato. A a eu o Derrit ter voltado pr pra
Câmara dos Deputados em lacado a PL antifacção, que na minha opinião é uma vitória, né? >> Sim, sim. >> E eu já expliquei porque em em vídeos que eu fiz aqui paraos meus seguidores, né? Minha opinião é uma é uma vitória para não pro deit >> pra sociedade brasileira. Aquilo é uma vitória pra sociedade brasileira. >> Concordo. >> Você estabelecer que o bandido não vai votar na cadeia. Pô, não é possível que Alguém concorde com o bandido vote, né? A questão da bolsa bandido, [ __ ] eu sei que pouquíssimos bandidos recebem a bolsa bandido,
mas recebem, né? E eu acho uma injustiça. Eu acho que a vítima tem que resolver receber a bolsa, né? >> Então assim, mas então assim, são questões de um simbolismo, >> lógico, pô, >> que determinam muito a posição do Estado brasileiro, então, da nação brasileira para enfrentar o crime, né? >> Tem que tem que ter que ficar claro que o crime não compensa de todas as formas. Também acho. As penas já são brandas. Se você com pena branda ainda tem um monte de beness compensa para caramba. Tem gente que é melhor ficar preso do que
ficar solto, pô. Então, enfim. >> Aliás, ô Barbara, na semana passada eu tive com Derit e ele me contou sobre o sucesso da operação mobile. Uma operação em São Paulo que devolveu 11.000 telefones celulares roubados. >> 11.000. Caramba. >> 11000. É, só para deixar justo aqui, quem inventa esse formato de operação mobile não foi o governo de São Paulo, tá? >> Foi o governo do Piauí, tá? Foi a Polícia Civil do Piauí que inventou esse formato que que bom, São Paulo entendeu que é uma coisa muito positiva. >> Uhum. >> Devolveu o celular pro cidadão,
né? E os números de São Paulo são bem legais, né? A polícia civil de São Paulo disparou a informação para quem tava com celular roubado. Atenção, celular roubado. E a adesão foi muito legal. Muita gente foi à delegacia devolveu o celular. >> Agora, o que tem de novidade da operação mobile em São Paulo é que a Polícia Civil de São Paulo utilizou a inteligência artificial para identificar se três ou mais celulares estavam no mesmo lugar. >> Se tivessem, a Polícia Civil mandava Para uma equipe no local para fazer a busca de apreensão. >> Sim. Então
ela ela ela pegou a ideia do Piauí e deu uma uma ampliada com tecnologia e com inteligência. >> E agora de novo, a polícia vai lá, consegue devolver o teu celular, né? Eh, a a vítima se emociona na delegacia porque é um patrimônio, eu te falei, né? >> Lógico. >> Isso aqui o cara economiza durante meses para comprar. >> Uhum. >> Eh, de novo, aqui tá a vida social. tuas fotos, tuas lembranças. >> O telefone servia também para prática distorção, né, que o bandido ia destorquir também depois que eu roubava teu telefone. Mas mais que
isso, determina que o governo do estado do Rio, de São Paulo, de Piauí está empenhado em devolver o equipamento para você. >> Sim. Tá fazendo alguma coisa. >> É, tá fazendo alguma coisa. >> Mas sem a prisão desse bandido, em breve a Polícia Civil de São Paulo vai devolver mais 11.000 telefones. A Polícia Civil do Piauí vai devolver mais tanto. Então, a gente tem que comemorar a devolução do telefone. >> Sim. >> Tem que comemorar a inteligência utilizada pela Polícia Civil de São Paulo e pela Polícia Civil do Piauí e também pela do Rio, tá?
>> Uhum. >> Mas a gente tem que dar um basta. O ladrão do celular não pode responder em liberdade e ponto final. >> E nem ser defendido pelo presidente, né? >> E nem ser defendido pelo presidente e nem sair na na audiência de custódia. Não pode. >> Claro, pô. >> Não pode. O cara roubou. O cara vai roubar mais celulares. >> Sim. >> A a Polícia Civil de São Paulo identificou que muitos celulares estão sendo levados paraa África, né? >> É. Não sabia. >> Para para Moçambique, Angola e também. Ou seja, se o celular tá
sendo roubado em São Paulo e ele vai aparecer na África, é porque de fato existe uma estrutura de crime organizado por trás do roubo do teu celular. >> Sim. Porque não basta roubar, é roubar, Empacotar, colocar num navio, num avião, despachar para um país africano, né? É >> onde ele vai ser eh vai ganhar uma nova linha, né? >> Uhum. >> Né? Não vai ter como tu bloquear o e-mail lá, né? >> Uhum. >> Então isso é uma é uma baita de uma de uma inovação e que a gente tem que contar coisas boas de
vez em quando aqui, né? >> Ainda bem que tem tem >> lembrando que a ideia inicial é do Piauí. >> Boa. >> E aí o cara fala que eu não falo bem do PT. O governador do Piauí é do PT, viu? Tá, é a iniciativa dele. [risadas] A iniciativa foi dele. Depois foi uma iniciativa tão boa que foi copiada >> por várias polícias >> e foi levada ao extremo na na Polícia Civil de São Paulo, na Mobile, né? >> Sim. Bom, legal, cara. Teve >> já teve celular roubado? Já. Não, >> eu não, mas a
minha mulher teve dois anos atrás. Dois ou três? Não, 4 anos atrás. E aí tinha, por sorte, tinha aquele seguro lá do cartão de >> Então ela notificou, né? Notificou porque tinha seguro, tinha que notificar, né? notificou. Notificou. >> O Brasil teve 980.000 celulares roubados a em 2024. >> Uhum. >> É o número que o Ministério da Justiça nos oferece. Mas eu eu eu presumo que muito telefone não tá notificado, né? >> Sim, sem >> muita. Nós temos um grupo de amigos que são roubados, aí o cara não vai à delegacia, ponto final. Então, >>
possivelmente a subnotificação ultrapasse aí mais que 2 milhões, né? >> Sem dúvida. Inclusive tô vendendo dois telefones que não são roubados, tá? Quem quiser mandar um DM lá, um iPhone 16 Pro Max, porque eu comprei o 17 Pro Max, então >> é, eu vou vender o 16, né? Porque não dá para ficar com dois. É, tá aqui, ó. Aqui, novinho, ó. >> Capa original da Apple, enfim, chama lá na DM e um 14 Pro Max também. Mas isso não vem. >> Sensacional, hein? >> É porque compramos, né? Tem que vender. >> Deve ter uns 10
iPhone Pro Max aí, né? Meu irmão, já mostrou dois aí, né? >> Pera aí, daqui a pouco toca aqui a polícia. [risadas] Mentira. Não, tudo é tudo meu. Inclusive que tem nota fiscal e tudo mais. Pô, tá maluco. >> Tem um arranhado ali que tem uns arranhado ali no caso ch. >> Não, mas esse não tá venda não. Esse aqui não tá [risadas] venda não. Esse aqui é o meu velho de guerra. Não tá a venda não. Esse aqui é o do Se acontecer Deus livre alguma coisa, é esse que eu Entrego. [risadas] Ah, mas
enfim, eu ganhei, eu ganhei num sorteio inclusive do PT Jordan lá do Ened, canal Ened. É, ganhei. >> Foi, foi sorte, cara. A gente comenta muito também essas questões de memes e tudo mais, né? E obviamente o Bolsonaro preso gerou muitos memes. Um deles é que o Bolsonaro, eu não sei se é verdade, né, mas o que o Bolsonaro teria tirado a saidinha de Natal e ele não seria, ele não seria beneficiado por isso. No caso Da prisão dele, por que isso provável que ele fosse beneficiado isso? >> É, pois é. Mas de uma forma
geral, o que que você achou dessa prisão do Bolsonaro? Quer dizer, era meio prevista, né? >> Eu acho que era previsto, cara. Acho que era previsto. E eh eu eu >> acho que ele teve um surto de verdade na questão da da pulseira da da pulseira não, >> acho eu vi um vídeo dele conversando Talvez com uma policial eh federal. É. >> E e ele ele ele não parecia eh tá muito lúcido na na conversa dele, não, né? Alguém que >> é alguém que que vai que vai abrir uma tornoseleira e depois eu ouvi. Não
sei se é verdade, tá, Rafa? que ele tava desconfiado, que a tornozeleira tinha um equipamento de de escuta na tornzeleira, sabe? >> Uhum. >> Então isso parece realmente reação de Uma pessoa que que tá meio meio >> e uma pena, se for verdade, viu? Uma pena mesmo, porque eh eu não tô brincando contigo, cara. >> Uhum. >> Eu não comemorei a morte do a a presa, não, tá? Não comemorei o presidente do Lula e e não comemorei. Eu não não eu não tenho como achar isso legal prender Lula ou Bolsonaro. Não tenho como achar. Eh,
é só lamento, né? Assim como sentei contigo aqui para falar da questão da Alerge do Barcelar, não estou comemorando a prisão do Barcelar. Eu tô refletindo pros cariocas. >> Sim. >> 70 deputados estaduais votaram no Barcelona. >> Sim. Então, eh, e eu acho que que quem comemora a prisão de Lula ou de Bolsonaro ou de quem quer que seja tá apostando no ódio nesse momento. Eh, a situação do Brasil é muito mais complexa do que isso, né? É, >> estamos vendo Banco Master aí, >> tá todo mundo envolvido nessa [ __ ] né? >> Sim.
>> Bancadas de deputados da Assembleia Legislativa de Brasília, da da do DDF, eh bancas de advogados milionários, né? ministro da justiça que foi consultor do banco, né? Partidos do centro que tão tentaram mudar a lei para aumentar o fundo garantidor, para favorecer o máster, né? Tá tudo muito esquisito. Se A gente não tiver a nítida ciência de que tá tá complicado demais, >> a gente vai ficar no eterno ódio aí, na eterna polarização no Brasil. >> Sim. >> Não é? >> Sim. Não sai disso. Eu concordo. Concordo. Concordo. Então sim. >> Mas eu comemoreiões dessas
aí. Meio isentão. Tá meio isentão isso aqui eu falei. Tá meio isentão. >> Não, não. Tá, [risadas] tá em cima do muro. É legal pr caramba. Mas fora do você fala verde. Eu sei que é verdade. Eu sei que é verdade. >> Comemorei não, cara. Ah, >> não é triste, né, cara? É triste assim. Você você na verdade é triste, mas ao mesmo tempo dá uma sensação de que algo tá sendo feito, né? Tipo, tô falando, tô falando de uma forma geral, políticos presos. >> E, eh, você entende que alguma coisa tá Sendo feita, pelo
menos, né? Porque por durante muito tempo a gente não via esses caras sendo presos, não é? >> Ô Barba, quando eu vim aqui a primeira vez e lá na na você perguntou para mim sobre as prisões do 8 de janeiro, né? >> Isso. >> E eu sempre digo para sempre digo para todo mundo, cara, você sabe que eu gosto de bicho, cara. Quando eu vi no 8 de janeiro a um tal não eram 1000 pessoas, eram talvez cinco ou seis chutando um Cavalo da Polícia Militar caído no chão. >> Maldade isso é. Ah, meu irmão,
eu fiquei com uma raiva da [ __ ] meu irmão. Nada justifica tu chutar um cavalo da polícia militar caído no chão, meu irmão, sabe? >> Assim. E então hoje eu tenho uma uma eu sou solidário. Aquelas pessoas que estavam na praça fazendo selfie, né, que estão presas, né, não sei quantas são exatamente. Uhum. >> Né? Eu tenho eh certeza que que a pena Foi muito elevada, né? Mas o camarada que que enfrentou um policial, que deu porrada no policial, teve policial que apanhou ali, viu? Não sei. >> O cara que chutou cavalo. Ah, não
conto com a minha com a minha solidariedade não, meu irmão. Quem tava ali na paz, eu eu acho que tá injustamente preso. Mas quem não tava ali na paz, não conte com a minha solidariedade. >> Sim, também acho. >> Não conte, né? Também acho, também acho. Eu, e eu só que como eu tava falando, algumas algumas eu comemorei, não vou falar quais, [risadas] mas eu comemorei, cara. Mais é que eles se [ __ ] Os os que são bandidos, tá, gente? Não tô falando todos não. >> Eu também. >> Ou não. [risadas] >> Eu também.
Ele é um cara que evoluído. >> Ele é evoluído. Ele é evoluído. Ele é evoluído. Eh, o Azevedo tem dois filhos, Né? Como diria a Rica [risadas] Perrone lá nas lives dele. Azevedo tem dois filhos. Ah, Alisson na tela mandou aqui também o super chat. falou assim, é quase o mesmo super chat da outra da outra, então a gente já meio que respondeu, mas eu vou ler. >> Qual a sua opinião sobre o MBL que agora formou o Partido Missão? Você tem muito o perfil deles. Os cara querem te levar para lá de qualquer jeito,
rapaz. Rapaz, >> a gente já falou sobre isso, né? Mas >> falei, eu já at, já até falei uma vez, se eu morasse em São Paulo, eu vouva no king. Já até falei essa [ __ ] [risadas] >> Olha aí, olha aí, olha aí, ó. Olha aí. Depois eu Ah, >> mas não, ó, mas de novo, não concordo com tudo não, viu, cara? porrada discussão lá que eu acho que é uma uma discussão >> boa. O Felipe Souza mandou também um super chat, falou assim: "Pimentel, no caso do Leandro Lô, o policial foi Correto?" >>
Pô, cara, sabe que eu eu tive um o primeiro acesso às informações que eu tive foi antes do julgamento, né, cara? >> Hum. E eu não vou dizer que eu participei de um pré-julgamento, não, mas >> mas as as primeiras imagens que eu vi >> eh era do do policial primeiro participando de uma luta corporal, né, e depois voltando ao cenário com uma arma. Eh, evidente que isso não é legítima Defesa, né? >> Não. >> Eh, mas me parece que ao longo do julgamento foram surgindo outras evidências, né? >> Uhum. Eh, o Tribunal do Júri,
ele não é técnico, ele é ele trabalha com emoção >> passional, né? >> Uhum. >> E mas eh eu não sei, foi 4 a tr, foi 7 a 0, não sei. >> Dá, vou dar uma consultada aqui. >> Mas, cara, eu tenho que respeitar a decisão do Tribunal do Júri, né? É. >> Agora, eh, lá atrás, quando eu falava sobre o tema, não falo mais hoje, >> Uhum. Eh, me parece que o policial respondia a outros outras questões disciplinares da Polícia Militar de São Paulo, né? >> Sim. >> Eh, a informação que eu tive que
não era A primeira vez que ele se envolvia em em em em algum tipo de fato que que atentasse contra o ponor policial militar, contra aquela coisa de contra a ética policial, né? >> Sim. Mas eh é basicamente isso. Ele ele ele no primeiro momento verdadeiramente com as imagens que eu tinha, eu falei: "Camarada, essa [ __ ] não é ele uma defesa não. Ele >> ele foi no carro pegar arma, não sei, Voltou". >> E e depois alguém disse para mim, até eram dois bicudos que se enfrentaram numa situação que não deviam ter se
enfrentado, né? Parece que os dois estavam de cabeça quente ali, que os dois estavam estavam fora da razão, né? >> Uhum. As brigas acontecem assim, na verdade, né? Quando um não quer, dois não brigam, né? >> Felipe Souza falou que foi 4 a tr o jogo. >> 4 a tr. Então foi bem apertado, hein, cara. Foi bem apertado, hein, cara. Foi bem apertado. >> Foi bem, foi bem apertado. Ele, ele já respondia um processo disciplinar ou dois processos disciplinares na Polícia Militar de São Paulo por outro assunto que não foi esse, tá? Se o Felipe
souber até me avisa aí qual foi o motivo, >> tá? >> Pode mandar aí. Eh, olha só, teve tem algumas outras questões aqui, mas a Gente já tá há bastante tempo, então eu vou vou escolher aqui o que que a gente vai falar agora, >> que eu acho que é o jogo do Flamengo hoje. >> É 9:30. 9:30. É, mas o meu filho ia ter um jogo do campeonato aqui estadual, não vai ter mais, então, >> mas enfim, também não vou, né? Tem muita coisa para falar. Eu obviamente depois a gente não consegue conversar sobre
os projetos que que eu quero falar com Vocês, mas enfim. Eh, teve uma questão aqui que o Jeff, que trabalha com a gente mandou que eu não tô sabendo. Não sei se você tá sabendo, mas que teve uma polêmica com Toguro que tá construindo casa na Rocinha. Tu >> sabia dessa [ __ ] Não, cara. >> Pois é. Ó, ele falou o seguinte, ele tá construindo casa na Rocinha, gravou com moradores, mas alguns disseram que lá é tudo seguro e que teve morador que disse que nunca viu traficante. Aí a galera tá Acusando o Toguro
de romantizar a favela. >> Toguro falou isso, cara. >> Não, alguém que ele gravou falou isso. >> Ah, tá. Eu não conheço ele pessoalmente não. Acho ele maior barato de >> É sim. É um cara divertido. >> Ele é divertido. >> É até gostaria de conhecê-lo. Já já tive evento com ele, mas não tive a honra de apertar a mão dele. Mas assim, se ele se ele ouviu isso de alguém, cara, e ele Colocou isso numa rede social, ele fez um de serviço, cara, porque a Rocinha, infelizmente, cara, a exemplo do complexo alemão, a Rocinha
virou um bunker do Comando Vermelho para receber bandidos de outros estados. >> Uhum. Então assim, eu tenho vários seguidores aqui da Rocinha, tá? Eu tô com 1 milhão mil seguidores em rede social. >> Aliás, a tua rede social também explode. >> Eu tenho vários aqui da Rocinha. E cara, e o lamento dos moradores da Rocinha, eh, um morador da Rocinha, que eu não posso dar o nome, ele falou: "Pimentel, pela primeira vez na minha vida, eu fui abordado por um traficante com fuzil na no rosto, né? Isso nunca tinha acontecido e era um bandido de
outro estado, né? Um, possivelmente um desses bandidos abrigados, né, nobin do do Comando Vermelho, né, pagando lá R$ 15.000, R$ 40.000 por mês. Esses Bandidos não possuem relações familiares, eles não chamam a tia Joana de tia Joana. Ele, esses bandidos, eles não têm nem mesmo sequer a questão da doutrina do Comando Vermelho, né? Que o Comando Vermelho tem um tem um tem um >> manual, >> entre aspas, um manual de ética, de conduta, >> código, né? >> Entre aspas, né? Porque eles são malvados, né? >> Mas em geral, você não vai ver um bandido do
Comando Vermelho em geral, >> sim, >> desrespeitando >> uma uma menina numa favela. Eh, onde esse bandido nasceu, o tal do cria, né? Mas quando você recebe bandidos de outros estados, você perde o controle. >> Uhum. >> Então, boa parte da mágoa do morador hoje é o bandido do Ceará, da Bahia, de Pernambuco, do Piauí, de Goiás, que está Omiziado na favela do Comando Vermelho. Sim. Usando a rede de proteção. Esses caras vão olhar pra perna da sua filha, vão desrespeitar a tua esposa, esses caras vão ostentar fuzil no lugar errado, vão desrespeitar morador, né?
>> Violentar eventualmente, >> vão, é, pode, vale tudo, né? E tem liderança do Comando Vermelho que sabe disso e, inclusive já colocou isso até em rede social, falou: "Olha, calma aí, que [ __ ] é essa? Estamos recebendo Vocês aqui, vocês estão esculachando os nossos familiares, né?" Então eu recebi de um morador da Rocinha, eh, que mora lá há muito tempo, aí a a informação de que ele foi abordado com fuzil no rosto >> e ele falou: "Pô, sou morador e o bandido: "Ah, [ __ ] né? Isso já aconteceu antes, possivelmente tenha acontecido, mas
agora tá acontecendo com muito mais frequência." >> Frequência, sim, >> né? >> E é bem provável, Rafa, que a grande adesão do morador do alemão à operação policial de alta letalidade é bem provável. Verdade. >> Que seja em função disso. >> Uhum. >> Antigamente o morador abria a janela e ele via lá o filho da dona Jurema, da dona Joana, da dona Márcia de fuzil, 17 anos, 20 anos. Hoje ela abre a janela. É Uma pessoa que ela nunca viu. >> Sim. >> Um fuzil na porta. >> Sim. >> É uma ameaça. >> Uhum. >>
É uma pessoa que não tem relação familiar, que que normalmente não tem respeito. Sim. >> Mas o comando vermelho não abre mão disso. Por quê? Porque a informação da DRE É de que o Comando Vermelho tá cobrando de 15 a R$ 80.000 para receber essas pessoas, >> [ __ ] >> Dependendo do padrão de habitação, que pode ser um quarto sala, pode ser um kitnet com ar condicionado de alto luxo, com uma banheirinha, sabe? Então dependem para quê? Eles vêm para aprender ou >> eles não, eles vêm para se esconder. Eles têm prisão preventiva decretada,
Eles conseguem comandar a facção no Ceará online, né? >> Uhum. A polícia civil do Ceará pediu apoio ao BOP para realizar operações na Rocinha. >> Uhum. >> As operações foram planejadas. No dia da execução, uma equipe do BPE tava na mata, mas era tanto bandido, tanto bandido, tanto bandido, que a operação foi abortada, >> caramba, >> porque ia ser uma uma verdadeira, né? >> É. E pros dois lados, viu? >> Sim, sim. Então, a boa parte do fenômeno que tá acontecendo no Rio de Janeiro hoje é em função desses bandidos aí de outros estados. >>
Sim. >> Que perderam as relações de parentesco. Deixa eu ver aqui. Tem aqui ainda tem bastante aqui, >> né? >> É isso. Isso. Eu tava conversando sobre >> Eita! Eh, eu tava conversando sobre isso, acho que foi com, não sei se foi com Honori ou se foi com a Monique sobre isso. >> É, eu não lembro com quem foi, foi um com os dois, mas eu falei sobre isso, que a percepção do morador da comunidade eh com o bandido, ela tá não é que ela tá mudando, né? Ela sempre sempre a pessoa nunca ninguém gostou
de ter bandido na sua porta. Mas eu acho que agora antigamente os bandidos eram ali Na época do Escadinha, porque os caras eram meio que Robinwood, distribuiam cestas básicas, ajudavam a população e e nem usavam eventualmente a droga e tudo mais que eles vendiam, né? Hoje em dia esse perfil tá mudando cada vez mais. Os caras estão mais violentos, os caras estão atacando dentro da comunidade, estão mexendo, tão violentando pessoas dentro da comunidade. Aconteceu agora recentemente que a mulher não quis dar pro cara, o cara arrebentou a mulher, Matou a mulher e tudo mais, que
é uma questão também do feminicídio que tá, né, cada vez mais >> forte aqui no Brasil. Mas enfim, eh, você entende, por mais que seja meio maluquício isso que eu vou perguntar e meio óbvio a resposta, mas você entende que o morador de repente pode sim surgir em relação a essa essas questões aí? >> O morador desarmado, não. >> Pois é, morador o morador, imagina se cada morador, não tô >> sugerindo isso não, tá? Imagina cada morador do cada morador de uma comunidade de comando vermelho tivesse uma pistolinha em casa, uma gloquezinha, 9 minutos. Tu
acha que o cara ia ia se assanhar com a filha dele, com a esposa dele? Eu eu nem tô pregando isso como uma forma de resolver o problema do Rio, pelo só seria mais um mais uma loucura no Rio de Janeiro. >> Mas a eu lembro muito de uma, eu já tive essa conversa com a minha esposa, com a Thaí há há um tempo atrás. >> Uhum. >> Eu eu fui porteiro de um condomínio. Eu fui e síndico porteiro. >> Eu fui síndico de um condomínio. >> Pimentel porteiro. >> Eu fui síndico de um condomínio
onde >> Tudo bem, seu Pimentel. Tá uma merda. [risadas] Eu fui >> não vai subir ninguém. >> Eu fui síndico de um condomínio onde onde o porteiro me relatou a seguinte História. >> Aham. >> Eh, eu sei que isso é neurose de jovem faccionado muito novo. >> Tá. >> Tá. Mas esse porteiro saiu de casa com uma camisa eh da marca errada. Isso há 15, 16 anos. >> Sim. >> Tá. Perdão. Isso há mais tempo. 17 anos. E esse esse porteiro tava do lado da filha e ele falou: "Pô, eu já tava Saindo da favela,
eu já tava no asfalto, né? E chegou um um jovem com com fuzil, tio, volta aí e troca de camisa. Senhor sabe que não pode andar com essa camisa aqui, né?" Aí ele falou: "Pimetelu, a minha reação foi de olhar pra minha filha. Minha filha envergonhada. O a minha filha é um pouquinho mais nova que o bandido. Comecei a chorar de vergonha. Eu não tive outra reação. Não sei chorar. [ __ ] >> Aí ele foi pra casa, trancou de camisa, aí chegou no condomínio e falou: "Pô, Pimentel, eu sei que você tem uma arma
em casa, não tenho mais não, viu? Mas você pode me emprestar a sua arma?" Falei: "Por quê?" "Não quero matar esse cara", né? >> [ __ ] >> cara. O ódio da vergonha da É o ódio da vergonha, da humilhação, né? >> Sim, sim. E e é uma e é uma é uma história do Rio de Janeiro que que se Repete diariamente em várias comunidades. >> Eh, isso na na geração, eu eu eu tenho certeza que isso partiu de um de um imbecil do Comando Vermelho, de uma faixa etária, que isso sequer é preocupação >>
da das lideranças. Comando vermelho tá o líder do comando vermelho tá cagando se tua camisa é vermelha, preta ou branca. >> Isso é de um imbecil, né? >> É >> o que tá acontecendo hoje no Nordeste, né? Uhum. >> que a marca da tá proibida e que a facção não deixa usar Adidas, né? >> O Flamengo vai do Flamengo [risadas] obrigado a usar o quê? [ __ ] >> E aí? E aí o o Mas isso é uma é uma verdade. E o morador e ele não tem como fazer frente a isso não. Ele ele
vai ser humilhado, ele vai ser >> ele vai ser estorquido, né? >> É, >> é uma Mas qual é a pergunta de origem que eu esqueci da pergunta de origem? A pergunta de origem pergunta de origem? Não tinha pergunta de origem desvagou sobre essa história aí. >> É, pois é, chegou, né? Mas o Felipe Souza tinha mandado o super chat aqui falando assim: "Pimentel, você disse que já sofreu tentativa de assalto duas vezes, contou história de uma em podcast. Poderia contar como foi a outra?" >> Ô, sacana? [risadas] As duas relacionavam eh as duas relacionavam
e transporte público. >> Aham. A a primeira foi num ônibus eh na rua perto da da Suburbana. >> Não, ela não quer que eu acte essa [ __ ] A [risadas] a primeira foi na P da Suburbana e a segunda foi saindo do da rodoviária de Volta Redonda. Assim, eu devo ter muita cara de otário me irmão, porque os car os caras me escolhem sempre no meio do dos otári. Tem uma carinha mesmo. [risadas] Falou, deixa crescer a barba para tirar a cara do otário ficou otário com barba. [risadas] Nossa, brincadeira, brincadeira. Mas as duas,
é bom, é bom dizer, claro, que as duas dos bandidos estavam armados, tá? >> Tá. >> Nenhuma das duas vezes. >> Mas você já tava na polícia, alguma coisa? >> Tava na polícia. Já tava na polícia. E Tava assim, é que eu contei uma vez que eu tava utilizando uma arma com uma munição, eh, que não era munição. O 38 é o uso permitido. Eu tava usando um 38 com a munição e 357, sabe? É, isso não é não é isso não é crime, sabe? Não é, eu tava usando uma munição mais veloz, sabe? >>
Sim. >> A arma que eu tava usando era era o Magno 357. Era um era um revólver. 38 com tambor aberto, né? Aí eu contei essa História e muita gente fala: "Pô, tava usando uma arma." Não, a arma não era, a arma era registrada direitinha na forma da lei, >> né? Claro. >> Mas é isso aí. >> Aí o pessoal bota aqui, né? A gente também recebeu um super chat, mas o cara não respondeu nada. >> Olha, Pimentel, eu acho que é isso, né? São quantas horas de live? 2 horas me já, né? >> [
__ ] >> 2 horas me de live. E é sempre é sempre interessante eh ouvir as histórias e a sua visão. Eh, porque eu acho que nenhum especialista, quer dizer, nenhum não, né? Lógico que tem muitos especialistas que também tiveram a vivência do confronto como você teve e já com muita experiência também. >> Especialista é Honório, batata e buç. Especialista quem tá na Linha de frente vendo a dinâmica mudar todos os dias. >> É, >> esse é o verdadeiro especialista. Eu tô fora da linha de frente do tempão. Então eu fico olhando, opinando, ah, conversando
com o especialista, né? Mas não tá combatendo. >> Cada um desses me traz uma dinâmica e e eu tenho uma facilidade de montar porque eu converso com te falei, conversei com Derit aqui sobre operação do seu eh Mobile. Aí converso com o delegado no Ceará, converso com delegado >> eh em Goiás, converso com policial penal, com policial municipal no interior. Aí você vai montando o o o que tá acontecendo no Brasil hoje, né? E como você falou, cada estado tem sua particularidade. >> É lógico. >> O que acontece no Rio de Janeiro não acontece em
lugar nenhum do Brasil dessa forma, >> né? >> O uma das das propostas da PL do Derhit, antifacção, é estabelecer no Brasil o narcídio, o homicídio praticado por facção. >> Uhum. >> Né? Eh, muitos estados do Brasil, cidades do interior, t dificuldade de montar um tribunal do júri, porque o comando vermelho domina aquele território. >> Hum. E aí todo mundo tá influenciado, Logicamente. >> Tá influenciado, não, tá entagaçado, né, meu irmão. Como é que o cara vai participar de um jurri, meu irmão? Não é? Não é lógico. >> Então eu recebi agora de Goiás, uma
cidade aqui de Goiás, uma cidade onde todos os jurados foram ameaçados pelo comando vermelho. [ __ ] [risadas] >> O comando vermelho identificou todos os jurados e ameaçou todos eles. Olha, é isso mesmo, né? Vocês estão lá vamos Vamos votar bonitinho, né? Vai dar vai ser 7 a 0, né? >> [ __ ] >> Então essa é uma realidade do Brasil. >> Uhum. E em algumas cidades do Brasil, eh, eventualmente seria razoável você tirar o ju, né, que é sorteado, >> claro, >> e colocar o próprio juiz da cidade para decidir. >> Uhum. >> Eh,
mas muitos juízes de júri do Brasil, que são pessoas muito experientes, a, eh, muitos promotores de júri também que são muito mais experiência que eu, pelo cara, conhece muito mais de júri, eu não conheço nada, >> Metel, isso não vai funcionar. Então, nesse momento, nós temos uma, alguns juízes que acham que isso é uma solução para enfrentar as facções nas cidades do interior e tem um grupo que acha que não, né? >> Uhum. >> Quem sabe a gente pudesse testar isso durante algum tempo, né? Em algumas em alguns estados, existe a possibilidade do juiz, por
exemplo, um juiz de Maranguape, ele percebe que não tem condições de segurança na cidade, ele pode transferir esse juro para fortaleza, né? >> Uhum. Mas qual é o custo logístico disso? Transferir eh os as testemunhas, né, os policiais da Cidade que tem que sair do seu plantão lá em Fortaleza e tal. Então uma das propostas do da PL é estabelecer o narcídio no Brasil. >> Sim. >> Mas é é mais um assunto para debate, né? Mas eu tô contando tudo isso por quê? Porque eu conversei com os especialistas de verdade que estão na ponta, >>
que me relatam esse problema há 5, se anos. Pimentel, na minha cidade é impossível montar um júri. É difícil Demais. Uhum. >> Ou seja, eu não consigo condenar o bandido por homicídio, né? Consegue condenar o hom bandido por latrocínio, por tráfico de drogas e tal, por homicídio não consegue. >> Caramba. >> Então são debates pra gente ter no país e o verdadeiro especialista é quem tá na linha de frente. >> Esses nomes que você falou aí, que eu falei, que são pessoas que a gente Gosta, que a gente admira, né? >> Sim, sim. >> Né?
Pessoal tá tá. Eu eu quero fazer um com os três, com Batata, com com o podcast deles aqui no Barbaque, pra gente >> conversar, que eu acho que eles têm histórias assim, parece surreal, mas é tudo verdade. Os caras vivem a vida real e a vida do combate, do enfrentamento. O Honório também já tá parado há um tempo, né? Mas enfim, >> sim, mas que tem uma história muito boa para contar, porque ele >> o Honório não foi só do BOP, né? Ele ele foi de ele foi do BOP de batalhão de de de batalhão
de de área bem confusa também. Então é porque às vezes a experiência do BO também ela é ela é limitada. O BOP você tá atuando com uma equipe muito boa, equipamento novo, >> mas o cara que tá na linha de frente no 16º batalhão, nono batalhão em 41, >> esse cara conhece >> a guerra de verdade, >> não? E ele contou também as histórias do BOP para entrar no BOP, falou: "Aquilo ali que você mostrou no filme é fichinha". >> [risadas] >> Então, [ __ ] >> não confirmo nem de mim essa informação. >> Tá
bom, muito pelo contrário. [risadas] Mas é isso. Muito obrigado, gente. Eu tenho um último super chat. Eu vou ler, tá bom? Mas é é só porque é super chat. >> Eh, Pimentel, o que você acha dos vídeos que você encontra na internet que o sementinha do mal que tem seu CPF cancelado após uma tentativa de assalto? >> Hum. >> Como assim? Eu não sei. Quando eu vejo um vídeo de de CPF cancelado e eu não comemoro não, mas eu tenho uma satisfação ali de um >> o cara que vai roubar um trabalhador, meu irmão, que
se ferra. Cara, acordou de manhã, vou roubar um trabalhador. >> Porque de forma geral, como a gente diz aqui, o roubo acontece em periferia, porque nas áreas mais nobres tem mais policiamento, né? É verdade. >> O rico tem carro blindado. Então assim, de forma geral, é, então quando tu vê um cara desse se dando mal numa numa numa numa tentativa de roubo, eu confesso que eu não comemoro, mas eu é satisfatório. >> Você vai dormir um pouco mais feliz, né? >> Mais tranquilo, pelo menos um. >> Enxugou o gelo, mas esse gelo não volta Mais.
>> Ex. Então é isso pessoal, Pimentel, muito obrigado. Espero que você aproveite bastante o seu relógio >> lindo >> e que a gente repita essa resenha outras vezes. >> Beleza. [risadas] >> Mas é, obrigado também a Clock teve presente aqui o Evereste que o nome dele é Everest mesmo, viu? Não é apelido, não é até porque ele é mais baixo que eu, Né? Eu acho, provavelmente. [risadas] Então não dá para chamar de Everest, cara, que tem 1,60 m e pouco, né? Mas enfim, obrigado pela pelo apoio. Valeu. Eh, assim, quero que você saiba que a
o apoio de vocês aqui para o Barracast é é mais do que importante, é quase que imprescindível para que o Samuel continue trabalhando, senão ele vai ser mentira. Mentira. Brincadeira, Samuel. Brincadeira, Samuel. >> Ah, e vocês que viram a live até o Final, não deixem de dar o like aí. Acho que não tem nem 1000 likes, pessoal. Tipo, a gente passou a live lá em cima com vários, mais de 100 assim. É mesmo? >> É, foi uma grande live pra gente, mas [ __ ] como diz o pent, é, [ __ ] >> [ __
] >> menos de 1000 likes, >> menos 1000 é merda do [ __ ] Vamos botar essa [ __ ] aí. >> Bota like aí, [risadas] cara. Se fosse o Igorfinha. Mentira, mentira. Brincadeira. Mas olha só, então se inscreva no canal, ative as notificações, os cortes todos estarão aqui. Sigam as nossas redes sociais, @barbacast em tudo e no X é Barbacash 1. E siga também o Elcota, que sou eu, @elcota. É LCO TTA, porque lá a gente também tem eh vários cortes, a gente faz colabs e tudo mais. O Rodrigo Pimentel também tem as redes
sociais, quais são? >> Rodrigo Pimentel e_line Rodrig Pimentel. É isso aí, né? É isso aí mesmo. Instagram >> e o e o canal do YouTube, né? Canal do YouTube que agora tem >> para começar a fazer conteúdo próprio de repente. Vamos, né? É [risadas] isso aí. Colabs e tudo mais. Enfim, é isso aí. Muito obrigado a todos. Uma boa noite. Noite não, tarde ainda. É, nós estamos junto. Eu fui. Vamos Flamengo hoje. Vamos ser campeão. Vamos Flamengo. Valeu. >> Tu vai lá, irmão? >> Eu vou. Eu vou.