Aê ó, ficou da hora! A gente consegue mostrar o aumento da potência do ventilador através da temperatura do ferro de solda, e aí vai dar pra usar o inversor. .
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. vai ficar massa demais de mostrar isso! Gente, esse é o segundo vídeo da nossa série explorando este painel de automação.
E hoje vamos mostrar a integração do CLP. . .
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com o inversor de frequência. Caaaalma, pode ficar tranquilo! Vou explicar tudo, tim-tim por tim-tim.
Aaah, e se vocês não assistiram o nosso primeiro vídeo introduzindo o painel, é só clicar no card. . .
então, vamos lá pessoal! A Montê nos enviou este painel pra gente explorar sistemas de automação com um CLP e mostrar as suas praticidades. Para isso, estamos usando váaarias ideias legais a partir de sugestões de vocês nos comentários.
. . e se surgir alguma outra, é só comentar aqui embaixo.
Bom, o nosso desafio neste vídeo é criar um sistema que varia a velocidade de rotação de um ventilador à medida que a temperatura oscila. Ou seja, quando ela subir, o CLP mandará um sinal para que a potência do ventilador aumente. Já quando ela baixar, o sinal mandado pelo CLP será para reduzir a potência.
O responsável por detectar a temperatura é este sensor. . .
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e o que comanda o ventilador, é este inversor de frequência. . .
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que é um componente com a capacidade de controlar a frequência em sua saída. Assim, ele consegue variar a velocidade de rotação de motores. Galera, vocês conseguem perceber a semelhança do inversor com o CLP?
Ambos controlam os sinais das suas saídas a partir dos sinais das suas entradas. Mesmo tendo semelhanças, a combinação dos dois é essencial para o programa que iremos desenvolver. Pois o inversor fará o intermédio entre o CLP e o ventilador.
Isso possibilita o controle do sistema de forma analógica, ou seja, com valores variados. Diferente do controle digital, que funciona apenas com 2 valores. .
. 0 para desligado e 1 para ligado. E uma coisa muito interessante sobre os inversores, é a disponibilidade de funções internas.
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. . para personalizar o seu funcionamento conforme a necessidade.
Além de nos permitir muitas possibilidades na hora de criar sistemas automatizados. No caso desse nosso inversor da Montê, conseguimos ver pelo manual disponível no site deles. .
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. a descrição detalhada de cada função e as suas derivações. Pessoal, outro componente muito importante no nosso programa é o sensor de temperatura.
Ele funciona como uma entrada no nosso painel, mandando um sinal para o CLP referente ao valor detectado. Para demonstrar brevemente o seu funcionamento em conjunto com CLP, vamos usar um programa bem simples. .
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. que ativa o sinaleiro do painel quando encostarmos a mão no sensor. O diagrama dele é construído com o sensor ligado ao bloco ""ON-OFF C"", que ativa a sua saída quando for detectada a temperatura que foi programada nele.
Esse bloco funciona basicamente como um relé térmico, só que dentro do CLP. . .
. e quando a temperatura chega em 30°C, que foi o valor programado no bloco, o sinaleiro acende! Aaah, é importante saber que existem vários blocos como esse no programa ARES, da Montê.
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. . como um que monitora a pressão e converte em vazão.
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. . ou um que calcula a umidade absoluta do ar.
Bom, antes de ir para a aplicação final. . .
já deixem o seu like, porque isso ajuda demais na divulgação do nosso canal. Chegou a hora de criar o nosso programa final! Vamos começar montando todos os blocos e as portas, para depois configurar tudo.
Primeiro vai uma entrada analógica, que representa o sensor de temperatura. Nela, vou precisar ligar 1 bloco de escala, para converter o valor detectado pelo sensor em potência. E por último, uma saída analógica, para representar o inversor de frequência.
Lembrando que não é preciso adicionar um bloco para o ventilador no circuito, pois ele está ""embutido"" no inversor. Dentro do bloco de escala, vamos precisar configurar a temperatura que ativará os ventiladores. No nosso caso, 30°C será o ponto de partida, e representará 0% da potência do ventilador.
Já quando o valor chegar a 80°C, representará a máxima potência do ventilador. Outra coisa importante que precisamos fazer, é configurar a porta de entrada como NTC. Em português, essa sigla significa coeficiente negativo de temperatura.
Esse é o tipo de sensor que estamos usando, e ele diminui a sua resistência interna à medida que é esquentado. Além dele, existem outros tipos de sensores. .
. como o PTC, que possui um coeficiente positivo, ou seja, aumenta a sua resistência quando ele esquenta. Aaah e antes de começar a testar a nossa aplicação, vamos precisar mexer nas configurações do inversor de frequência, para habilitar a sua função de potenciômetro.
Dessa forma, ele consegue variar a potência em sua saída a partir do valor em sua entrada. Pronto, já podemos colocar para funcionar! Agora é só executar o programa, que ele é enviado direto para o CLP.
Bom, para esquentar o sensor de temperatura de uma forma mais rápida, vamos usar um ferro de solda. É só aproximar, que ele começa a esquentar. .
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. e o ventilador começa a girar. À medida que ela vai se aproximando de 80°C, o motor gira cada vez mais rápido.
Galera, para testarmos o caminho contrário, o de desaceleramento do ventilador, vamos precisar esfriar o sensor. E para agilizar esse processo, vamos colocar um pano úmido sobre ele. Pronto!
Podemos ver que o ventilador vai parando de girar quando o valor de temperatura se aproxima de 30°C. ""Legal demais o taaaaanto de coisa que a gente consegue fazer com um CLP né? "" Mas, pode ficar tranquilo que ainda vamos falar bastaaaaante desse carinha aqui no canal!
Se tiverem alguma sugestão de aplicação para a gente testar futuramente, pode deixar aqui embaixo nos comentários. Pra quem ficou interessado no CLP, e em outros componentes desse painel da Montê, vou deixar o link para o site e para as rede sociais deles na descrição. Aaaah, tem também o link eletri.
ca, para não perder nada que postamos sobre elétrica. Aqui do lado, vou deixar dois vídeos em que falo mais sobre automação. Bom pessoal, é isso, até mais e nos vemos no próximo vídeo!