oi boa noite para todo mundo então vou começar daqui a pouquinho tá bom é hoje é dia número dois da nossa live aqui da tvi ti tá ou tem a gente falou bastante sobre métodos de pesquisa tá com essa na primeira ideia de falar sobre metodologia de uma história controlado aleatorizado eu usei como exemplo um ensaio clínico meu tá ficaram algumas dúvidas que a gente vai recuperar hoje tá bom e ontem eu fiquei falando com você sobre introdução e os métodos e hoje eu vou falar só de resultado elas vão falar como ler os resultados de um artigo científico do ensaio clínico como interpretar e amanhã eu acho que essa é a parte mais legal é a parte que a gente vai olhar o lado periférico do estudo entendeu olhar pela periferia o que mais eu devo prestar atenção além dos itens da escala cedo tá então nós estamos usando né os dois materiais que todo mundo deve ter baixado aí a gente tá usando um ensaio clínico ah e também é escala pedro tá e mais hoje nós vamos falar disso e de amanhã nós vamos falar muito mais além disso para a gente encerrar toda a parte como que a gente trabalha tá bom isso é já devem ter visto que não é um bicho de sete cabeça caso vão perceber eu já vou começar abrir aqui o peter aqui vamos voltar ali pra ver como estúdio aqui a super improvisado tá então ontem para quem tava na live ontem a gente discutiu te pegar uma escala pedro aqui ontem a gente olhou os itens 1 da escala pedro que a elegibilidade tá olhamos o item dores que a randomização olhamos o item 3 que esses dias de alocação olhamos o item 5 6 e 7 que é sobre cegamento mas tem uma galera que tá com dúvidas que os sujeitos daquele daquele estudo era cego não a gente vai falar sobre isso oi e o resto vão falar hoje então tem algumas coisas tem algumas coisas da escala pedro em que a gente localiza pelos métodos e outras coisas a gente localiza pelos resultados tá bom eu queria agradecer muito engajamento na galera ontem a gente chegou a bater quase mil pessoas na live mais de 2. 600 pessoas assistiram a live no resto do dia trás tenho que agradecer para caramba teve um monte de pergunta tem pergunta sobre o curso sobre sobre esse sobre esse paper e nós vamos tentar solucionar todas as dúvidas que vieram que eu vou começar tá bom eu vou como é de costume tá pessoal vou pedir licença pra todo mundo vou desligar os comentários e já vou virar poste nós vamos começar porque a gente veio aqui para trabalhar tá bom bom então oi beleza e aí beleza tá bom então agora você só tem o papai noel na tela e o que vocês têm o que interessa aqui é o paper tá bom quem baixou o paper né tá aí na mão quem tá escrito na tv aqui tá ali então ontem a gente parou aqui na parte de estatística e logo em seguida esse paper tá formatado com um belo de um fluxograma tá tudo bom e sal clínico deveria ter um fluxograma assim mais ou menos assim em que o óleo para figura e entenda exatamente o que aconteceu com esses pacientes tá então olha só ontem vocês devem se lembrar que eu falei que a gente tinha 154 pacientes no estudo tá mas eu precisei entrevistar 220 para chegar nesse 50 154 e 66 pessoas foram excluídas 49 porque não atenderam algum daqueles critérios de inclusão e exclusão e 17 não toparam e por que não toparam vou virar rapidinho até e não fala porque que não toparam porque ao ler o termo de consentimento algumas pessoas falaram eu não quero ter uma probabilidade cinquenta por cento de receber um tratamento de mentira tá e é isso que o comitê de ética deve fazer e você informa tudo por paciente oi e ele tem a liberdade de participar do estudo ou não tá então é só um ponto muito importante que a gente tem mão na hora de falar sobre entrar logo entrar nos pacientes ta bom essencial que ele prova a comparação de dois grupos quem não tava aqui ontem vai lembrar né quem quem estava queria se lembrar que metade foi randomizado para receber o exercício e metade dos pacientes foram randomizados para receber a alocação placebo tá saber o tratamento placebo e aqui começa o bom e velho o item número 8 da pedro que eu vou explicar daqui a pouco e aí é o seguinte esses pacientes foram reavaliados o que eu consigo aumentar que eu vou botar um lado só da tela só para ficar legal depois eu boto outro lado para vocês é de 77 pacientes foram analisados 75 responder avaliação de dois meses 7276 e 69 é de 12 meses e aqui tá em números percentuais tá então nosso taxa de recrutamento de follow-up para quem não sabe que falou apenas são as reavaliações a nossa taxa que falava e o de 97 até 89 ponto 6 90 porcento vai o ou seja após um ano a gente conseguiu conversar com 90 porcento dos pacientes de um lado e olha outro lado que beleza do outro lado perdeu menos pacientes ta 77 73 e 76 olha que interessante pessoal a taxa de perda de falar foi menor no grupo placebo do que no grupo intervenção tá o que geralmente o que me sugere muito eu acho que a grande beleza desse estudo está aí é que os pacientes não identificaram muito bem qual cara qual cara de verdade para de mentira porque se eles tivessem percebido que ele tivesse no placebo provavelmente a taxa de abandonar ser alta o que mostra que eles foram que os terapeutas que trabalharam no grupo placebo é foram bem treinados e ajudaram bem os pacientes a entender aquele tratamento era de verdade quando na verdade ele não era né eu fiz análise por intenção de tratar então a culpa desculpa pessoal eu bati o dedo aqui sem querer ah tá e você pode ver que os todos os pacientes foram analisados nos grupos em que foram randomizados e gente usou uma técnica que a gente chama de imputação de dados então na verdade os dados perdidos foram substituídos por dados que se aproximavam da realidade tá então basicamente a gente tem todos os pacientes foram analisados em dois grupos mas a taxa de perda de colorado foi no máximo de 10 porcento agora eu vou abrir o item 8 da escala pedro para quem tá reclamando do item 4 eu vou voltar lá ainda tá pessoal lembra que eu como é que eu fiz uma eu tô marcando os itens aqui deixa eu botar grande para vocês bom então ele tem oito da pedro diz o seguinte que as medidas de pelo menos um desfecho foi obtidos por mais 85 porcento do sujeito com o nosso grupo que foi pior teve 89 a gente cumpre o critério tira assim também nesse caso então aqui tá minha escala pedro em papel tá então lá no oito lá a gente atende eu coloquei lá fiz na mão para você tá bom então essa é super fácil essa o item esse é um dos itens mais fácil avaliar na pelo se ou autor tiver um fluxograma se eu te der um fluxograma não tem muito erro e de novo agora vou explicar por que tá hoje a gente tem um pouquinho mais de tempo aí com calma do que ontem porque perder paciente é problema porque quando você perde os dados você não sabe o que aconteceu com paciente tá qual que é a razão lobby do paciente não participar mais do do bom se ele morrer ele não pode participar mais do estudo se ele declinar participado você ligar para ele falar há sempre o direito é tipo de não participar no estudo mais ele tá fora aí é como tem de ética você não tem conversa fora isso pessoal você tem que medir todos os esforços para coletar os dados dessas pacientes então geralmente o que a gente faz esse estudo foi conduzido no entre 2005/2008 não tinha whatsapp na época então que a gente fazia era ter número de telefone número de telefone fixo número de telefone celular o telefone de um vizinho um amigo porque é isso eu quero assumir a gente ligava para o vizinho perguntar sente alguma notícia gente o cara tava a gente mandava carta a gente pegava o carro é na casa da pessoa e ainda sem a gente perdeu nada de cerca de dez porcento de um grupo e um por cento do outro grupo que é muito bom então assim é nos dias de hoje no na era o whatsapp na era redes sociais a gente achou paciente via facebook entendeu a gente descobriu o nome dele foi no facebook conectar o cara e aqui no brasil a gente faz isso direto tá e por que que você faz um baile é de coletar dados de todo mundo porque a maior razão de abandono de sal clínico é porque o paciente não tá melhorando então se ele abandonar a maior suspeita que o cientista tem é que o paciente não está melhorando e se ele não está melhorando ele fica insatisfeito ele acaba abandonando tratamento se eu conseguir pegar os dados dele mesmo com ele abandonando eu vou ter a média real de melhor nesse tratamento se eu excluir todo mundo ou não fizer muito esforço para conectar o dado tem gente fácil rodrigo três vezes o canal entendeu não ligo nunca mais o que acontece é que esses pacientes que não melhoraram muito que conforme a análise e só fica vendo estudos para se melhoraram muito e aí você tem o resultado artificialmente menor no grupo do que no outro tá essa é a razão de taxa de falar tá modestiaparte o grupo lá do cruz méier e o nosso grupo aqui no brasil provavelmente nós somos os dois grupos duas nossa cidade falar em do meu amado do mundo tá é muito esforço porque a gente quer entender o que aconteceu com o cara mesmo se ele não tiver melhorado que a gente tem um retrato ideal real as coisas a taxa que falava no brasil tende a ser menor que não estragar tá bom então de cara a gente caiu na tabela número um vou virar para lá de novo desculpa no fluxograma e o fluxograma informa com alguma facilidade nem toda autor coloca o percentual mas é só fazer uma continha né ah beleza eu vou por o texto e vou para o dia interessa aqui galera é a parte super importante do estudo e que os clínicos não dão bola e eu vou explicar por que que não dá bola e por que que deveria dar bola para isso essa tabela geralmente essa tabela número um de um ensaio clínico mas no meu caso aqui é a tabela 2 porque quem tem um artigo na mão sabe que eu fiz uma tabela 1 para explicar os questionários é que eu tô com meu arte em papel na mão vocês devem ter aqui ó a tabela número um é um é só uma explicação dos instrumentos deixa ensinar quem tá fazendo mestrado doutorado uma dica de ouro aqui ó tem uma galera que fala cinco diz cara tem que escrever um artigo em 2500 palavras vou contar um segredo para vocês o que tá dentro de cadela não conta então se você puder ter tabela sobrando o que que você faz você manda presidente está dela aí você dá o miguel lá no editor tá então por exemplo como adquirir explicar os questionários que que eu fiz eu expliquei ah tá então aqui deve ter umas 400 palavras que não aparece no total de palavras o texto o que ela está inserida dentro de uma tabela uma dica aí para quem tá fazendo quem quer publicar artigo e não tá conseguindo cortar palavra tá bom e eu adoro cortar a palavra de texto e uma das técnicas é usando tabelas mas a tabela principal do ensaio clínico antes de ver os resultados é essa tabela aqui tá deixa eu ver se eu consigo ampliar essa tabela no pdf tá tô aqui também muito e vamos lá essa é a tabela olha só das características na linha de base no estudo tá escrito aqui ó vez elaine característicos tá ó bem gelado características todo o ensaio clínico tem uma tabela de linha de base bem slime para quem não sabe é a primeira avaliação feita no ensaio clínico e são as características dos participantes e tem tudo aquela idade quantos eram mulher qual que era a duração da dor lombar e aí cabe estudo vai ter a sua tá a gente colocou coisas que é importante coisas que são importantes para pacientes com dor lombar por exemplo saber se é tabagista ou não se ele tomava remédio que ele tava trabalhando ou não e assim por diante o nível educacional dos caras o estado geral de saúde deles e por aí vai se ele tava deprimido e aqui os desfechos do estudo dor impressão global de melhora a função do paciente e um roland morris que é um questionário de incapacidade e eu botei uma olhada aqui só pra vocês verem agora eu vou diminuir um pouquinho vou mostrar a tabela inteira e aí eu vou explicar o item mas importante da escala pedro e ficou para hoje porque esse item você detecta nos métodos e não nos resultados nos resultados nos metros a atenção amigos atenção preste bastante atenção e esse é o cisto com vocês vocês tão falando se leu essa tabela não tem estatística não não tem estatística isso aqui ó essa é a primeira linha aqui a idade tá é a média eo desvio padrão da idade em cada um dos grupos tá e em outras palavras atenção tá escrito lady aqui do lado de cá ao leite que a idade em anos na média os pacientes do grupo controle motor são 54 anos de idade e no grupo placebo tinham seis 52. 858 três anos de idade eu quero que você responda aí mentalmente mesmo que vocês não sejam do mundo a dor lombar vocês acham que um paciente com 54 anos vai responder diferente ao tratamento do que um paciente com 53 se a resposta for não você vai dizer que a linha de base assim lá para essa característica olha aqui ó duração da dor lombar e semanas essa terceira linha aqui tá 334 semanas vocês os caras eram super crônicos era fazendo com 12 13 anos de dor lombar seja com vocês com 334 semanas e dor lombar é muito diferente de um de 320 e a resposta não altura 1,65 e 64 o peso 74/76 é 27 por cento fumava no grupo 25 no outro pode jogar que é muito parecido os números e aqui não faz análise estatística tá se alguém ensinou que tem que fazer nada estatística está incorreto vão para os desfechos onde interessa hoje de fato importa porque análise estatística vai estar baseado aqui né vamos marcar de amarelo aqui ó e o desfecho central deste estudo é dor depois a melhora global dos sintomas depois da atividade vamos lá não importa como é que eles foram mensurados os pacientes que estavam no grupo exercício de 16 ponto oito pontos de dor e no outro grupo 6.
6 pontos de dor clinicamente esses pacientes não são muito diferentes aqui era 1. 9 e dois ponto 13. 3 e 3.
3 13. 1 13. 4 onde que eu quero chegar com isso onde que eu quero chegar com isso é que os grupos estão extremamente homogêneos entre si ou seja quando eles são muito parecidos no início do estudo se algum deles ganhar foi por causa da intervenção claro isso pessoal quem acha que tá claro aperta os coraçõezinhos aí é só para eu ter uma noção do que tá rolando tá e se os grupos forem similares na linha de base se alguém ganhar o único culpado a intervenção porque você controlou para essas diferenças na linha de base a segunda razão segunda razão é a prova viva que a randomização funcionou então a tabela 2 nesse caso que o item 4 da língua a base da da escala pedro eu vou colocar a escala pedro e tem quatro aqui para vocês darem uma olhada ah e tem quatro aqui a gente tava no item 8 eu sei que a gente está tendo que voltar pessoal que nós ficam loucos aí tá eu tô entrando na ordem da leitura do texto tá olha que ele pergunta aqui ó os grupos eram similares na linha de base dos principais indicadores prognósticos ou seja nem precisa ser todos mas no caso desse estudo específico foi tudo tudo é muito parecido se tudo é muito parecido se alguém tiver ganhado a culpa foi do tratamento ou duplas e duplas e tiver ganhado e agora o ou seja papai noel ganhou o item sim ganhou sim ali no item número 4 apertar volta para mim aqui vamos supor que o cara fez uma reorganização toda errada e a dor de um grupo era 6 e a dor do outro grupo era 3 e aí vai dar ruim é como se você fosse disputar uma prova de natação e todas as pessoas quanto dá certo por uma prova de natação na prova de quinta todo mundo larga do mesmo ponto o mais rápido ganhar se você não fizer isso o que que acontece é que algumas pessoas podem ganhar a prova não é porque elas são melhores é porque elas largaram na frente tá e a única forma a gente falou isso ontem a única forma de gerar o grupo similares com alta probabilidade é através de realização tá então vamos lá olha que maluquice e o item 4 da escala pedro deu certo por dois motivos porque o item 2 funcionou bem da organização e o sigilo de organização também deu certo e se eu leonardo você é uma coisa para vocês vocês podem discordar de mim mas uns cobra nesse sentido não se é a linha de base da desequilibrada para de ler o texto a conclusão do estudo é maluca bom então e para alguém faz input lá mas eu corro risco de fazer um sal clinicuidados aquele bravo é de base se você fizer realização de uma forma honesta sem ficou zero de corrupção e como calculo amostral dando uma mostra grande e a probabilidade desse desastre acontecer mínima ela existe mas ela é mínima tá em né eu tô no mundo da pesquisa aí desde 2003 por exemplo comecei a notar 2005 mas já fazer pesquisa antes nunca nenhum ensaio clínico que nós participamos ajudando os galos simula os meus ou da cris lá na unicid ou de outros amigos que eu ajudei que eu nem sou autor nunca nunca linha de base de quebradas por quê porque a gente sempre faz isso tudo grande e sempre faz a colonização de forma adequada e honesta e sem corrupção tô se você fizer isso é teu melhor dos mundos tá e agora é importante ensinar uma coisinha para vocês que eu nem sei se esse tópico é bem top do curso mesmo que é mais avançado é que de cada 20 variáveis ali um ou duas pode dar desequilibrado tá e aí tem uma forma de corrigir mas na média se essa tabela é muito desequilibrada eu paro de ler porque eu acho que o estudo é rinite em interpretável é impossível interpretar os dados aqueles tudo espero que esteja claro para vocês tá bom que tá sobrando agora tá sobrando a gente saber quem ganhou né tá na hora de olhar para os resultados e aqui a gente fez uma coisa que eu acho bem legal nem todos tudo tem isso a gente mediu a credibilidade entre os dois tratamentos então a credibilidade que são é um questionário de credibilidade depois como vocês tem um artigo esses podem ler vocês não sabem fazer estatística né cinco e 45 45 45 45 56 e 66 e644 os homens são muito parecidos e o nível de credibilidade nos tratamentos nos dois grupos são muito parecido o que nos dá conforto em acreditar que o placebo foi bem aplicado nos pacientes ta isso não é entender escala pedro mas é uma coisa legal para gente conversar aqui tá agora olha que barato esse aqui ó a nossa quase deixando isso aqui para amanhã eu acho que vou deixar essas coisas para amanhã mas olha aqui olha aqui ó aqui a gente tem uma coisa quem falou sobre o chegar aqui nós tem que fazer um debate muito legal aqui agora que eu tive uma conversa com a luciana ontem a gente precisa discutir isso olha o que tá escrito ali ó a maioria dos participantes acreditaram que eles foram alocados por um tratamento de verdade 85 porcento dos pacientes do grupo exercício acreditaram que o tratamento não era placebo e 84 por cento dos pacientes do grupo placebo acreditaram que não era para celu em qualquer um número acima de cinquenta por cento é bom porque se você juntasse o tratamento é verdade ou mentira joga uma moeda para cima a probabilidade de cinquenta por cento então a gente tem muita confiança a gente perguntou em 12 meses se eles tavam tratamento de verdade ou mentira e aí a os 85 porcento dos dois grupos é acreditaram que estavam no tratamento de verdade tá isso é importante medir credibilidade placebo em estudos que usam grupo clássico comecei tá então atenção agora vem a parte polêmica da salário e é que baseado nesse nessa frase e muitas pessoas julgam que os pacientes eram cegos tá inclusive a base de dados pedro é mas existem outros cinquenta por cento de pesquisadores que não acham que apesar disso os pacientes estavam cegos porque as intervenções eram diferentes a ponto de ser estruturalmente diferentes tá um grupo ficou deitado numa maca recebendo ultrassom das contas e o outro grupo ficou fazendo exercício a língua aqui adoro em dois meses 6 meses e 12 meses tá no grupo exercício e no grupo placebo tá eu vou deixar o resultado para mostrar daqui a pouco e o grupo exercício teve alta com quatro pontos seis pontos de dor ou seja no momento da alta lembrando que eu posso vir aqui na igreja de baixo falar quanto que eles entraram eles entraram e com 6,8 e 6,6 tais pacientes tinham sete pontos de dor mais ou menos e essa dor caiu por volta de 4.
6 tá então a dor na hora que eu dei alta para o paciente em dois meses após dois meses de tratamento a dor caiu de sete para 4,6 por um grupo e de sete para 5,6 no outro grupo tá bom ou seja você fizer uma conta de padaria aqui 4,6 deixa eu pegar que eu tô com mouse aqui 4,6 - 5,6 vai dar um ponto quer dizer que eu já fiz foi cerca de um ponto melhor mais aqui caso do grupo placebo tá só que na análise estatística a gente fez um tratamento ajustado de variáveis e essa diferença na verdade ela é de 0. 9 e o intervalo de confiança varia de menos 1,8 a zero tá oh e vamos lá eu vou explicar uma coisa que eu já expliquei quem assistiu alarme de metanálise vai lembrar disso esse é um teste estatístico baseado em diferença tá a gente tá querendo saber a diferença entre os grupos um teste estatístico das diferenças essa é a diferença encontrada no meu estudo ou seja em média os pacientes que fizeram o exercício foram um ponto arredondando aqui menos doloridos do que os pacientes que estavam no placebo e aqui é onde eu faço a inferência estatística para outras populações em outra em outras no explicação bem simples esses são os pacientes do estudo do leo se você na sua clínica replikas estudos sem vezes os pacientes que fizeram exercícios de controle motor e um ter um ponto oito pontos de dor a menos isso pode variar até zero ou seja pode ser 0,1 - 0,1 - 0,2 - 0,3 até - 1. 8 o melhor cenário é ser 1.
8 para melhor o pior cenário é não haver diferença entre os grupos tudo bem é zero cravado tá e aí todo mundo vai lembrar da live de metanálise é quem viu que senão teste estatístico de diferença tiver 10 dentro do intervalo de confiança o pé não estatisticamente significante aqui o pé 0. 053 ah tá bateu na trave bateu na trave e perdeu tá então na verdade não há diferença estatisticamente significante em favor do exercício comparado com placebo para o desfecho dor tá e em que seis meses acontece a mesma coisa porque o intervalo varia de menos 1,4 a 0,5 tá então 10 tá dentro desse intervalo e aqui não aqui é de menos 1. 9 até menos 0.
1 tá ou seja se eu repetir os estudos em vezes em 95 por cento das vezes o número vai dar e dentro desse intervalo e o zero está fora do intervalo de confiança então o que é estatisticamente significante tá então beleza pode ser frustrante então então quer dizer que o povo rods exercício controle motor e tudo não é muito bom para dor vamos olhar os outros desfechos por exemplo vamos olhar a função muitas pessoas vão falar assim não mas eu tô preocupado tem capacidade dos meus pacientes perfeitamente vamos ver aqui ah tá e essa é uma escala de 0 a 10 tá escala de baixo mesma coisa mediu dois meses 6 meses e 12 meses o grupo exercício melhorou 5. 2 o grupo controle que o placebo 4. 156 5.
2 - 4. 1 da 1.