[Música] [Música] [Aplausos] [Música] prazer em ter todos vocês aqui eh muitos rostos conhecidos né para alguns estamos deixando de ser avatares agora né A gente só se conhecia pelo pelo mundo online Eh quero agradecer inicialmente ao Gustavo pelo convite a própria dispo revestir a house Decor também pela pela oportunidade e fico muito feliz em tê-los aqui para que a gente a gente possa bater esse papo hoje fiquei mais feliz ainda porque fui vendo que são pessoas que já estão ligadas ao tema né A grande maioria já está ligado ao tema e os que não estão
diretamente ligados são curiosos e e provavelmente entusiastas sobre o assunto então hoje a gente vai conversar um pouco eh sobre a parte especificamente da neuroarquitetura voltada aos espaços eficientes como aqui pela pela Office Connection né o Gustavo Luiz a gente tem um foco muito grande na parte de eh projetos corporativos ambientes de trabalho então a gente vai fazer um recorte especificamente sobre neuroarquitetura gerando espaços eh eficientes mas nesse nicho para essa área como que a gente pode efetivamente trabalhar com esse contexto eu tinha eh previsto um slide Inicial pra gente conversar sobre o que é
neuroarquitetura mas eu acho que pela plateia aqui já já já já vi que é assunto dominante mas ainda assim aos que estão chegando aqui pela primeira vez quando nós falamos sobre neuroarquitetura nós estamos falando intrinsecamente sobre como que conhecer os mecanismos de funcionamento do cérebro humano na verdade do sistema nervoso central de uma forma geral consegue nos dar respostas técnicas e dinâmicas para que a gente possa trabalhar de uma forma muito mais qualificada e principalmente humanizada dentro dos espaços nós estamos em uma feira um espaço gigantesco que quem está passando hoje pela feira pela feira
pela primeira vez precisou construir um mapa mental para poder andar na feira como que nós nos localizamos em uma feira Muito provavelmente vocês adotaram cada um de vocês adotou pontos de referência o stand da empresa x O stand da empresa Y lá onde tem um stand que eu não lembro o nome mas ele é mais ou menos assim o ambiente ele é um configurador comportamental e quando nós falamos de configuração comportamental não estamos falando apenas de um comportamento que eu desenvolvo mas também um comportamento como eu processo o espaço talvez se eu pedisse agora para
vocês uma referência de algo aqui da feira vocês me dariam inúmeras referências mapeadas na mente de vocês de como eu deveria chegar lá por estratégias de espacialidades ou de Marcos espaciais que vocês traçaram e Por que que vocês adotaram essas referências como Marco e não outras Por que que nós gravamos alguns desses stands e não todos quando a gente passa pela feira né O stand a b e c a gente recorda acha interessante pegou o folder comenta com outras pessoas inúmeros outros passamos por eles e simplesmente passamos por eles Será que isso tem a ver
com a marca ou com o produto ou será que isso tem a ver como modo como esse espaço é lido interpretado e absorvido por mim então a neuroarquitetura ela tá diretamente ligada a isso como que nós podemos transformar esses mecanismos sobre como nós percebemos o mundo como que nós processamos essa percepção e portanto como que nós damos uma devolutiva a esse mundo nesse caso específico que a gente tá conversando aqui a gente tá falando sobre mapeamento como que nós nos mapear para andar dentro dessa e todas essas referências que nós estamos utilizando são referências espaciais
mas olha que interessante para que eu possa usar essas referências espaciais eu preciso Recordar delas A neuroarquitetura traz uma Divisão muito nítida entre o que é espaço e o que é lugar espaço é a espacialidade que me serga é a materialidade que nós temos lugar é quando uma determinada espacialidade se torna para mim memorável Eu recordo dela eu a fixo isso acontece aqui na feira no exemplo que eu dei isso acontece na nossa casa no nosso ambiente de trabalho no ambiente de entretenimento em todos eles por que que nós frequentamos e damos preferências por frequentar
os locais que nós frequentamos existe algum motivo para que eu faça essa escolha e neuroarquitetura a gente fala muito sobre sobre a relação dopaminérgica né dopamina em rápidas palavras é o neurotransmissor que está intimamente ligado com uma relação de prazer é prazeroso e não é prazeroso apenas frequentar é é prazeroso também Recordar mas antes disso foi prazeroso ter contato com aquele espaço e por isso virou uma recordação quando a gente fala sobre o tema que a gente vai abordar hoje espaços eficientes isso é eficiência do espaço quando nós todos nós mapeamos a feira por determinados
estes isso é bom ou é ruim para aquelas marcas excelente nós E aí eu vou falar por enquanto nós enquanto arquitetos e especificadores já marcamos links com aquelas marcas virou uma referência para nós Será que isso tem a ver onde o stand está posicionado ou como nós absorvemos a informação desse stand Então a gente vai conversar um pouco sobre esse universo mas a gente vai conversar especificamente dentro dessa linhagem dos espaços eficientes para nós quando a gente começa a falar sobre neuroarquitetura infelizmente existe uma onda que vai um pouco na chamada modinha né então tem
uma modinha de falar em neuroarquitetura isso na verdade para Quem trata o tema de forma séria e convicta e fico muito feliz que aqui a gente tem vários alunos do Master em neuroarquitetura então São pessoas que estão lá efetivamente né alguns cursando outros já concluída realmente querendo trabalhar de forma fidedigna e séria com isso nós temos uma entidade chamada anfa que tá aqui na tela a anfa já em português para nós seria a academia de neurociência para arquitetura Ou seja é uma entidade Mundial que está focada em unir neur ciência e arquitetura ela nasce em
2003 em San Diego Califórnia Estados Unidos e desde então vem se promulgando cada vez mais a o a implementação efetiva de neurociência na arquitetura o Brasil felizmente começa a desenvolver muito material conteúdo e pesquisa em relação a isso em 2022 o Brasil é reconhecido pela anfa como um dos países que mais se dedica a neuroarquitetura ao ponto da anfa abrir O que é chamado de Chapter um capítulo um braço da anfa aqui no Brasil honrosamente eu junto com a colega Andreia de Paiva Acredito que muitos de vocês conheçam eh Assumimos então a anfa aqui no
Brasil e esse ano de 2024 é um ano de desenvolvimento da anfa aqui mas quando a gente fala disso Ok existe uma entidade que está pesquisando sobre Mas será que o mundo e o mundo da arquitetura está preocupado com isso vamos ver se alguém conhece um um termo chamado de ambientes amigáveis esse termo ele vem inicialmente de uma outra área que é a área da saúde e aí lá a gente tem os chamados ambientes saudáveis né E aí tem um conceito que é chamado de design salutogênese aonde nós temos o ambiente sendo um grande partícipe
do processo de cura ou de não adoecimento o que que os espaços de trabalho efetivamente se se proponha hoje a não gerar adoecimento ser espaços saudáveis serem espaços amigáveis e esses espaços amigáveis eles têm algumas eh condicionantes para que de fato eles existam né como que nós trabalhamos isso ah a gente começa a trazer a chamada experiência positiva a experiência positiva tá relacionada ao que nós falávamos agora sobre a relação dopaminérgica eu querer estar nesse espaço eu querer vivenciar esse espaço ele ter uma conexão um acolhimento comigo totalmente voltado a isso essa experiência é uma
experiência positiva é aqueles momento em que eu não sei muito bem por mas eu gosto eu gosto de estar aqui por que que você gosta não sei muito bem mas eu gosto de estar aqui porque eu tenho uma qualificação positiva dessa experiência isso começa a entrar dentro de um conceito hoje trabalhado que é chamada saúde 360 a saúde 360 significa que nós não consideramos a saúde como apenas um elemento físico fisicamente eu estou bem eu preciso emocionalmente estar bem psicologicamente estar bem vamos imaginar uma pessoa que está no seu ambiente de trabalho e lá ela
não está sentindo fisicamente nada mas ela não tá gostando de tá ali ela não tá entusiasmada para trabalhar ela quer ir embora já tá louca que chega 18 horas emocionalmente essa pessoa não está bem naquele momento fisicamente não tá sentindo nada mas a conexão não existe mais o conceito de 360 é um conceito Onde eu consigo gerar a salubridade em todos os aspectos mental físico e emocional isso ocorrendo a gente começa a Gerar a chamada segurança psicológica no passado usava-se muito o termo vestir a camisa né a pessoa vai vestir tira a camisa da empresa
A bem da verdade quando você veste a camisa da empresa por baixo tá a sua né porque se um dia você sair você vai ter que sobreviver Então você não vai ficar nu por baixo da camisa da empresa está a sua então a o que a empresa investe quando começa a trabalhar dessa forma é valorizar a camisa que tá por baixo e não a camisa que tá por cima porque a empresa começa a perceber assim quanto mais eu fortificar essa pessoa mais ela quer ficar comigo e aí a gente começa a falar de algo chamado
de segurança psicológica é quando eu estou em um ambiente onde eu quero estar eu me sinto parte eu me aproprio a partir desse momento eu não tô mais preocupado com o horário do relógio ó já chegou no meu horário meu expediente terminou não mas essa atividade aqui é muito importante que ela fique pronta para amanhã eu não me importo de desenvolvê-la Eu não me importo de ficar um pouquinho a mais eu vou des comer alguma coisinha e subo de novo e eu vou finalizar isso esse critério é um critério de de segurança psicológica por quê
Porque eu começo a depositar um valor chamado valor emocional Vamos dar um exemplo de valor emocional que tá ligado à saúde 360 imagine por favor uma gestante nós temos uma gestante aqui na sala aqui imagine uma gestante pegar você chegue para essa gestante e pergunte assim para ela Onde você quer ter o seu bebê ela vai me dizer assim eu quero ter o meu bebê no hospital x ou na maternidade y e aí você pergunta assim para ela por quê E ela vai dizer assim porque lá eu vou me sentir segura eu sei que se
meu bebê precisar de alguma coisa vai ter uma rede protetiva lá eu sei que eu e o bebê estaremos bem e aí você diz assim para ela mas esse hospital ou essa maternidade ela é mais cara qual será a resposta dela não importa porque primeiro ela deposita um valor chamado valor emocional toda vez que a gente vai comprar alguma coisa quando a gente tira o cartão de crédito do bolso a compra já tava feita antes emocionalmente já tava feito a gente só vai ter que fazer uma ponderação Vou parcelar não vou em quantas vezes aí
é uma ponderação mas a compra emocional já foi feita antes isso nós chamamos de segurança psicológica os ambientes de trabalho hoje os ambientes chamados de eficientes não são os ambientes que estão preocupados com a performance são os ambientes que estão preocupados em segurança psicológica porque aí eu quero produzir eu quero fazer essa entrega e isso vai me gerar cada vez mais qualificação das interações sociais eh a gente vai romper daqui a um pouquinho uma ideologia eh que é a ideologia dos espaços organizados para determinados tipos de interação social que hoje os ambientes amigáveis rompem um
pouco disso as interações sociais hoje validadas são aquelas interações que trazem Justamente a segurança psicológica eu crio a minha própria rede de interação também chamado de cultura da empresa filosofia da empresa eu crio isso eu tenho uma conexão é literalmente uma extensão da minha vida pessoal é uma extensão da minha vida quase que familiar em alguns casos né Nós criamos uma família nova esses preceitos em cima de ambientes amigáveis eh vão ser construídos de algumas formas eu vou comentar aqui com vocês algumas possibilidades depois nós vamos visualizar isso em alguns projetos um deles é o
chamado design inclusivo quando a a gente fala sobre inclusão muitas vezes a gente pensa em questões de acessibilidade Ah não tem uma Norma e vamos atender a norma gente a norma não é nada demais a norma é obrigação né eu tenho a obrigatoriedade de atender uma Norma quando a gente fala de design inclusivo é porque efetivamente eu estou incluindo a todos e aqui em design Inclusive a gente começa a falar por exemplo sobre neurodiversidade o termo neurodiversidade ficou por algum tempo muito arraigado à questões voltadas à patologia assim como a acessibilidade ficou também então falava-se
de neurodiversidade se pensava inicialmente em teia transtorno do espectro do autismo pensava-se em TDH quando eu tenho déficit atencional e hoje em neurodiversidade já entra os quesitos de ansiedade provavelmente vocês conhecem alguém que tem um leve nível de ansiedade não vocês obviamente né mas conhecem alguém que tem um pouquinho de ansiedade quando a gente fala sobre depressão né E isso às vezes é momentâneo outras vezes é mais duradouro tudo isso entra em quesitos de design inclusivo como que eu trabalho com essa movimentação também sensória no espaço os espaços corporativos espaços de trabalho sempre trouxeram muito
uma vertente de flexibilização e essa flexibilização normalmente era uma flexibilização voltada para o espaço hoje quando a gente fala de flexibilização espacial muda-se o conceito eu não tô falando de o espaço ser flexível para que eu possa mexer as mesas ou as cadeiras o espaço tem que ser flexível a minha organicidade dentro desse espaço as minhas modalidades de poder trabalhar dentro desse espaço como que eu em diferentes proposições muitas vezes emocionais quero usar esse espaço Hoje eu tô a fim de ficar trabalhando olhando paraa rua hoje eu tô AF fim de olhar pra parede hoje
eu não quero olhar para determinados colegas Hoje eu quero ficar no meio dos colegas como que eu organizo como que se movimenta essa eh possibilidade começamos a trazer o chamado design orientativo o design orientativo é quando nós temos efetivamente uma predisposição do espaço a qual já me orienta em termos de comportamento como que as áreas E aí nós ficamos nós chamamos isso de área sensórias são criadas para que eu tenha determinados nichos comportamentais as á as áreas que devem ser por interação social um pouco mais ruidosas as que devem ser um pouco mais dinâmicas as
que devem ser um pouco mais quietas E também o Design orientativo em relação a como nós vamos ter protocolos e procedimentos de utilização desse espaço isso é previsto dentro de uma organicidade projetual Ao que se destina esse movimento ou essa área do projeto E aí a gente chega na chamada performance qualificada na performance qualificada a gente também vem com uma ruptura de que ambientes de trabalho devem ser extremamente performáticos uma performance extremamente elevada Isso mudou muito dentro do conceito que a gente começa a falar dos ambientes amigáveis antes a performance Era em cima de Picos
de produtividade eu preciso de todo mundo produzindo muito o tempo inteiro quando eu faço isso eu naturalmente posso ter elementos no espaço que me auxiliam a isso hoje a gente trata muito por exemplo da chamada neuro iluminação a neuro iluminação é quando nós não estamos preocupados com os aspectos visuais da luz e sim os aspectos não visuais da Luz os aspectos mais fisiológicos orgânicos vocês devem lembrar que há bem pouco tempo atrás utilizava-se por exemplo ambientes de escritórios com uma luz uma iluminação extremamente excitatória muito branca por quê Porque fisiologicamente ela me induz a uma
produção maior de cor já devem ter ouvido falar cortisol como sendo associado ao hormônio do stress ele é ruim não o cortisol não é ruim quando nós acordamos pela manhã naturalmente nós produzimos cortisol a gente precisa de cortisol é ele que me dá aquele gás para levantar da cama tomar banho tomar café e trabalhar e etc ao longo do dia isso vai diminuindo e eu passo a produzir um outro hormônio chamado melatonina que é o que vai me ajudar a descansar no final do dia hoje os ambientes corporativos tendem não mais a trabalhar com essa
luz excitatória por quê Porque se eu fico muito tempo em produção de cortisol Aí sim ele se torna maléfico aí eu começo a ter uma condicionante de estress crônica prolongada e isso faz com que eu tenha uma produção Inicial e depois eu tenho um desfiladeiro de adoecimento acordo pela manhã Nossa hoje eu vou ter que trabalhar você chega na empresa Nossa tem um monte de coisa para fazer por quê Porque eu tô sempre com um nível muito elevado de cortisol eu não consigo diminuir isso e isso faz com que eu não tenha uma performance qualificada
eu posso ter uma performance inicial a gente brinca no dia a dia né vassoura nova varre bem né Por quê Porque no início funciona depois não vai dar muito certo a performance qualificada ela tá embasada em termos no espaço condicionantes para que a gente gere isso de uma forma menor porém duradoura aí eu tenho uma qualificação bom isso fica nesse nosso diálogo no mundo quase abstrato Mas vamos começar a entender algumas coisas aqui mundialmente falando a gente falou sobre anfa né vamos ver se tem alguém mais se preocupando com isso provavelmente quem é da área
da arquitetura conhece esse nomezinho que tá aqui na tela né Eh Foster Partners o escritório do norm Foster é hoje considerado o maior escritório de Arquitetura do mundo a sede em Londres tem 10000 arquitetos Isso não é um escritório gente isso é uma Disney e da arquitetura né Você tem um escritório que tá distribuído em sete prédios para dar conta de 1200 arquitetos lá dentro esse escritório e em 2016 ele assina um contrato de exclusividade com uma empresa chamada Apple que talvez conheçam também estamos falando de duas empresas que nenhuma delas brinca em serviço vamos
entender Qual é a ligação norm Foster Apple e nós aqui falando sobre neuroarquitetura bom e particularmente eu tenho um um elo mental muito forte com o escritório agora vou entregar a idade há 20 anos atrás mais ou menos eu fui treini desse escritório na época ele era menor era aproximadamente 600 arquitetos 600 e poucos pequenininho né Eh existia uma expressão na época né que a gente chamava o depois do 300 eu era o depois do 300 né era um arquiteto treini chegando num escritório desse porte nunca vou esquecer o meu primeiro dia de trabalho foi
muito mais chorando do que fazendo qualquer outra coisa porque eu não acreditava que eu tava lá dentro eh e de lá para cá nesses 20 anos toda vez que eu ia até Londres passava lá viia amigos enfim sempre tive uma conexão muito forte com eles no ano passado H um case de projeto que a gente vai conversar hoje aqui já desenvolvido com o time da kmx tá o time ali ali tá Denise Érica tô vendo mais alguém A Bárbara tá aqui e tem mais alguém Aroldo já foi ainda tá aí enfim tem um time aqui
da kmx eh eu fui convidado pelo escritório pelo escritório normand Foster para ir a Londres ministrar um workshop de neuroarquitetura para eles e um Case que a gente trabalhou aqui na na akmx que a gente vai ver aqui foi utilizado como base eles queriam entender como que a gente estava trabalhando lá por quê Porque eles têm um contratante muito forte muito importante que trabalha não apenas com neuroarquitetura mas com neuromarketing com neurobusiness com neuroeconomia com neurovendas qualquer neuro que vocês puderem imaginar eles trabalham vocês já perceberam o que que esses caras conseguem fazer a Apple
consegue vender a mesma coisa pra mesma pessoa diversas vezes a pessoa tem um iPhone 8 depois ela tem um iPhone 9 Depois tem um 10 um 11 um 12 1 13 Você vende a mesma coisa pra mesma pessoa diversas vezes o que que tem por trás disso que a gente tá conversando além de tudo isso que a gente falou aqui neuromarketing neurobusiness neurovendas a gente tem neuroarquitetura aplicado aos espaços aqui eu não vou nem falar das lojas Eu vou ficar em cima do espaço de trabalho mesmo espaço corporativo esse aqui é o Apple Park ele
fica em copertino que fica na Califórnia e é um projeto Assinado por Foster and Partners e ele traz uma linhagem de trabalho totalmente diferenciada de uma outra linhagem que a gente vai conversar daqui a pouquinho já devem ter ouvido a expressão na área de espaços corporativos dos chamados espaços Google a gente já vai falar um pouquinho dos espaços Google mostrando algumas inovações da Google quando vieram os espaços Google junto com os espaços Google a filosofia a organização aquela coisa mais solta descontraída veio junto no modelo projetual quem é da área da arquitetura veio junto no
modelo projetual uma área nova que não existia nós tínhamos as áreas de trabalho e tínhamos as chamadas áreas de descompressão para que você pudesse descomprimir certo como que eram as áreas de trabalho e as áreas de descompressão com bastante input sensório né bastante sensorialidade envolvida bastante experiência envolvida Agora vamos fazer um raciocínio bem rapidinho se eu estou projetando um ambiente de trabalho e dentro dele eu separo áreas metragens quadradas para que eu faça descompressão concorda comigo que eu acabei de admitir que trabalhar ali comprime se não comprimisse eu não precisaria de área de descompressão Esse
é um modelo que entra no mercado muito fortemente pela sua linguagem pela sua inovação Mas vem junto com ele uma volatilidade muito grande a troca de pessoas nos Espaços se tornam cada vez maiores inclusive na própria Google esses espaços começam a ser repensados para aqueles não precisem de ter áreas de descompressão para que o ambiente inteiro seja um ambiente amigável um ambiente salutar performance qualificada eu não dou um pico de produção eu dou uma boa produção e eu mantenho por mais tecnológico que possa aparecer ele se torna absolutamente humanizado ele é feito para ter a
representatividade tecnológica da marca mas ainda assim com uma humanização muito grande com uma apropriação muito grande com uma identidade orgânica muito grande as condicionantes todas espaciais começam a trazer outro tipo de materialidade outro outro tipo de conexão com a parte basicamente de design biofílico mas n outras Então os materiais as linhas mais curvas o modo como eu apesar de um pé direito elevado eu acomodo a proporção humana eu faço com que eu me identifique lá dentro organicamente design orientativo que a gente falava agora a pouco a conexão com os inputs sensórios estão fora fazem com
que eu queira me conectar com o fora com o humano internamente eu tenho os inputs necessários para a produção qualificada vão existir alguns que a gente vai ver aqui mas é para uma qualificação do que eu est fazendo o grande movimento sensório ele tá fora ele faz eu continuar me conectando com o mundo que existe lá fora o movimento Google inicial dos espaços Googles era dentro eu entrava em uma caixa mágica que era os espaços Google e eu me [Música] desconectavel outro a comunidade que eu tinha nos Espaços Google era uma comunidade da máquina de
café era uma comunidade da prateleira de sanduíche aqui a comunidade é o que eu faço como que eu faço como é como é que é a minha vida como que eu me movimento Vamos bater um papo ali fora vamos trabalhar aqui dentro Vamos fazer uma reunião por aqui e não necessariamente em elementos ou espaços enclausurados os ambientes de produção caem drasticamente os inputs sensórios da caixa mágica do espaço e os inputs começam a ser ser dado muito mais focados na questão do Design chamado hoje de neuroc centrado um dos Tópicos do neuroc centrado a ergonomia
o conforto a apti cdade apti cdade é o desejo que nós temos de passar a mão quem aqui na feira não tá com a mão esfolada de tanto que foi passando a mão quando a gente faz isso é toque quando eu faço isso é apti cdade nós somos seres áticos arquiteto então nem se fala né Tem um grude ali né vai direto então as materialidades o convite a essas materialidades sensórias aparecem de uma outra forma eu continuo tendo os inputs sensórios Mas eles são suaves controlados para me manter ainda dentro de uma condicionante orgânica mas
natural sem os grandes Picos né bom essa é uma linha que ganha uma notoriedade muito grande e acima de qualquer coisa um resultado muito grande e aí a gente vem por exemplo com outra empresa a Amazon sp agora a gente tá falando de Seattle e ela traz uma outra linha de movimento do escritório um passo além do que a Apple fez a Amazon traz uma condicionante de você fazer o design biofílico ainda mais pujante dentro do espaço muito mais organicidade muito mais conexão com o humano não apenas a característica física do edifício mas também a
composição interna do edifício então aquilo que a Apple fez vamos imaginar que em Cupertino a Apple tinha muita coisa ao seu redor um prédio gigantesco mas com um infinito para olhar aqui no centro de seato vamos voltar um pouquinho eu não tenho infinito para olhar o que que eu faço trago o infinito para dentro então aquilo que a Apple fez porque tinha mobilidade exterior aqui vem para dentro então os espaços acabam fazendo essa conexão muito mais alinhada então a gente tem por exemplo aqui um verdadeiro ninho né então a pessoa entra num ninho a veja
aem veja eu terho um Buff Eu tenho um ninho né então a gente vai criando vai percebendo que nascem essas estratégias de utilização do espaço os espaços são todos coligados conversam entre eles eh sempre com foco em trazer para dentro o que eu não vou ter muito do lado de fora então a gente começa a acoplar isso para nós até o ponto que a própria Google [Música] entendeu vamos ter que se adaptar de novo trouxemos uma linhagem nova e agora a gente vai ter que rever os nossos conceitos e aí a Google lança isso aqui
é um lançamento agora do finalzinho do mês de fevereiro deste ano a nova sede da Google em Nova York aonde Ela traz uma característica predial mais vamos chamar tradicional isso é um movimento de marketing da empresa literalmente dizendo assim Opa calma um pouquinho e internamente os espaços se acomodam vamos baixar o input sensório vamos trazer a humanidade a organicidade para dentro desse ambiente porque nós mesmos estamos sofrendo com o que a gente fez né muita volatilidade dificuldade de manutenção dos times das equipes de qualificação dessas pessoas porque muita troca Então sai as condicionantes outrora vistas
como positivas muito inut sensório para uma humanização também e aqui o que que a gente tá organizando aqui bom em relação aos ambientes amigáveis ah a gente tem um projeto que é esse projeto aqui ã aqui Ah bom tá lá no cantinho neurobio é um projeto com a kmx que tá aqui conosco a akmx hoje um dos maiores escritórios do Brasil e percebe que aqui a gente precisa disso também honrosamente fui convidado pela kmx para ingressar dentro do núcleo neurox para que a gente trouxesse algo pro Brasil que nós ainda não tínhamos a neuroarquitetura 360
quando a gente fala sobre neur tetura e a gente ouve pessoas falando sobre neur tetura infelizmente é sobre um conceito aqui uma possibilidade a colar algo que se faz aqui e aí o projeto neurox vem com uma outra perspectiva o que que é essa sigla neurox o neuro vem de neuroarquitetura neurodesign e neuro iluminação e hoje entrando também na questão do neuran ismo o bio a gente tá falando não apenas do Design biofílico Mas acima de tudo do do Design centrado no humano como que nós vamos trabalhar o bio dentro do projeto e o IX
a experiência em si e não a experiência do usuário como tecnologia possibilidade mas a experiência do do usuário enquanto qualificação qualificação dessa experiência no espaço e aí nós trabalhamos com um processo chamado de EBD é uma sigla internacional que Passando pro português a gente leu o contrário né é o design baseado em evidências então a neuroarquitetura 360 ela começa pela investigação científica ela nos traz uma condicionante de como nós vamos entrar em projeto e a gente fecha isso com uma outra parte científica que são as chamadas mensurações neurocientíficas Então hoje nós somos o único escritório
do país que tem todos os equipamentos chamados de biossensores a gente vai conversar sobre eles como que nós podemos acoplar esses equipamentos nas pessoas que estão usando esse espaço e e nós termos uma resposta fisiológica uma resposta genuína nós aplicamos questionários a gente tem um grupo de de pesquisadores que são da área da Psicologia da neurociência que nos auxiliam nisso mas o questionário ele pode ter um viés tenta imaginar você chegar para uma pessoa você dizer assim olha projetei esse espaço você gostou dele aham quando você tá equipado não precisa perguntar eu vou perguntar mas
não precisa perguntar porque a gente tá vendo na tela o que que fisiologicamente tá acontecendo com essas pessoas vamos entender como que esse processo ocorre ah a gente tem aqui alguns cases de projetos projetos já eh em uso ou portanto já executados Aonde foram aplicadas essas técnicas e um deles a gente vai contar a história aqui para vocês tá esse aqui é o projeto da Sede Administrativa do Banco Santander aqui em em São Paulo esse espaço é um espaço público Então quem quiser visitar fica ali no Complexo do Shopping JK é o prédio adendo né
anexo ao ao Shopping JK que é a torre do Santander São 34 pavimentos 30 e poucos pavimentos e o espaço público é um espaço que nós mexemos com ele e com neuroarquitetura já num processo EBD que a gente vai mostrar é esse cas que a gente vai mostrar para vocês mas eh aqui é um é é o que nós temos autorização do Banco Santander para mostrar então a gente vai mostrar essa parte aqui do da área social até porque ela é pública mas a gente tem outros projetos que foram trabalhadas as mesmas condicionantes então aqui
a sede da empresa populos então a gente tá falando aqui de Tecnologia de inovação né aqui conosco a gente tem eh duas diretoras da kmx elas são em gonhas mas eu faço de propósito a primeira ali é a Denise Denise só dá um mozinho Denise é Nossa diretora criativa de criação ao lado tá a Érica tá só um mãezinho Érica assim D isso a Érica Nossa vice-presidente operações enfim agora foi um prazer perdi duas amizades né esse então aqui Sede Administrativa Lembrando que aqui a gente tá focando só em espaços de trabalho eh a Opa
aqui também A Sede Administrativa da do complexo Hyundai então aqui é um pequeno recorte do complexo Hyundai são cases que a gente não vai aprofundar e aqui da a sede da quints também tecnologia inovação a gente tá trabalhando com com essas espacialidades então aqui a gente tem alguns recortes no site da kmx dá para conhecer um pouco mais desses projetos aqui mas um deles especificamente a gente vai conversar com vocês porque a gente vai mostrar o processo da neuro etura 360 vamos lá então b feedbacks b feedbacks é o que a gente consegue fazer na
ponta no momento do projeto na prancheta nós trabalhamos com investigação científica que que nós queremos trazer com essas eh como pressupostos para o uso desse espaço como que essas investigações me ajudam no design do projeto e depois nós vamos certificar isso nós fazemos isso em duas etapas ainda envio projetual a gente já tem uma coleta dos chamados biof feedbacks e depois de isso nos ajuda a nos orientar estamos indo no caminho certo no caminho errado vamos fazer mais disso menos disso e depois uma vez edificado uma vez pronto a gente tem o sub feedbacks realizados
em loogo que a gente vai ver esse processo aqui então a gente começa a falar sobre equipamentos que são os chamados biossensores as mensurações que são as respostas que nós temos em relação a isso as experiências validadas ou seja o que que nós queríamos promover como experiência de uso aqui lembra que o neuro e o ex a gente tá falando da experiência qualificada E aí então a gente vai pro tipo de resultado Esse resultado é um resultado para nós projetual e de coleta de dados de biofeedback mas pra empresa O resultado é o que ela
tem como história ou legado a deixar é o quanto ela consegue efetivamente promover uma qualificação de uso disso gerando segurança psicológica paraos seus colaboradores essa esse aqui é o Arsenal de biof feedbacks que nós utilizamos na verdade os biossensores né Eh a gente tem uma linha aqui vou falar muito R rapidinho depois no final vai ter um QR code para quem quiser pegar os slides tá então podem fotografar não tem problema e depois vai ter um q code para pegar os slides o primeiro que a gente trabalha um chamado eh resposta galvânica de pele todos
eles são muito amigáveis é tudo pulseira conector pequeno né é tudo muito amigável a resposta galvânica de pele nos indica qual é qual é o nível de intensidade emocional que as pessoas estão vivenciando aquela determinada experiência trabalhamos com a eletroencefalograma que apesar do nome parecer né uma coisa da da Medicina gigantesca e tal os que a gente usa são muito amigáveis então ele é só um tipo um fonezinho né um headphone que usa com os conectores e ele me diz quais áreas cerebrais estão sendo ativadas naquele momento da experiência e portanto a gente consegue ver
que tipo de Elo que nós temos exemplo a área cerebral rápidas palavras e generalistas a área cerebral responsável pelo querer é diferente da área cerebral do gostar parecem duas coisas muito semelhantes querer e gostar mas veja bem sabe aquele momento que você olha para alguma coisa você dizer assim nossa super bonito eu não compraria mas é super bonito quer dizer eu gosto mas eu não me aproprio Eu gosto mas eu não quero Então apesar de ser positivo talvez não seja válido para mim naquele momento isso a gente vai usar por exemplo em neurovendas né ah
a gente passa pro face reader quando a gente começa a interpretar as microexpressões faciais para ver qual é o tipo de relacionamento que tá sendo traçado com aquele ambiente a tracking que é o rastreamento do movimento ocular e a gente consegue identificar Quais são os pontos ou focos de maior ou menor foco atencional tempo de percepção daquela espacialidade enfim e por fim O hrv que é o que é a variação de batimentos cardíacos que vai me dizer se as pessoas estão mais estressadas ou mais à vontade com aquilo isso aqui tudo junto forma um rol
de biossensores que me dão respostas em biofeedback altamente genuínas dicas de amigo isso aqui em neuroarquitetura é um divisor de águas é fantástico incrível por um outro lado isso aqui você jamais deve levar paraa sua casa tenta imaginar você chegar em casa você dá uma conectada na pessoa e aí você pergunta assim amor você ainda me ama gente isso aqui pode destruir um casamento uma família Então vou dar uma dica para vocês as coisas estão sempre evoluindo cada vez mais tendo acesso a muitas coisas quando quando se tiver acesso a isso e você inventar de
levar para casa e você tiver conectado E a outra pessoa perguntar para você amor você ainda me ama simula desmaio na hora cai no chão lá porque aí buga o equipamento é o tempo de você desconectar e responder Entendeu tirando as brincadeiras é o que a gente acaba usando no projeto a gente vai conversar um pouquinho sobre esse projeto aqui vou me passar alguns segundinhos do tempo tá Gustavo depois você briga comigo como eu sou o último Então você não vai brigar muito então a gente vai conversar como que a gente usou isso aqui no
banco Santander a gente tinha alguns desafios depois Denise e Érica podem contribuir também já perdi a amizade mesmo então agora tanto faz e tínhamos alguns desafios e aí resumidamente o grande desafio é era uma área enorme em um prédio estrategicamente muito bem colocado grudado no Shopping JK aonde essa área comum vamos chamar pública do prédio poderia e deveria ser um dos acessos ao shopping por exemplo ou ser muito frequentado pela pelo fluxo do shopping mas as pessoas contornavam o prédio e não passavam por ali os próprios colaboradores entravam e saíam porque tinha que entrar por
ali os adores estavam ali mas aquela espacialidade poderia ganhar muito mais um pé de um pé direito muito confortável uma espacialidade enorme e não tinha essa utilização o que que cai no colo especificamente da Denise e da Érica uma situação Ah bom vou mostrar aqui primeiro como o resultado final como ficou só pra gente ver noss e depois a gente viê o desafio que foi enfrentado [Música] quando quando a gente olha assim nossa prédio novo não não foi prédio novo mas vamos ver uma outra coisa legal aqui também que é o dia que a gente
foi fazer as mensurações a gente vai ver aqui o pessoal passando pelo pela pelo pela Opa perdão pela utilização dos biossensores né [Música] [Música] Por que que isso foi feito porque era neura 360 e nós tínhamos que provar ao banco a marca Santander que o espaço estava entregando o que nós dissemos que entregaria bom que que as meninas recebem lá recebem um espaço Como eu disse com uma grande área muito confortável um pé direito muito confortável mas alguns desafios como que a gente começa a primeira estruturação entendendo o que que do espaço existente as pessoas
tinham uma maior conexão então a gente vai ver aqui os estudos que a gente chama de it tracking né Para onde as pessoas depositavam mais foco atencional então Essa aqui era a a recepção Inicial que se tinha e os maiores focos atencionais ou era em cima de recepcionista e alguma coisa em cima provavelmente do que a gente tinha como coloração por causa do vermelho né que naturalmente faz essa mobilidade mas o banco usava esses painéis também como informação então quando isso acontecia o público tinha um foco at ional nem mais no atendimento e sim diretamente
em cima alguma informação que chegava quando se faz a proposição de design para que isso seja alterado E aí se traz a questão da do Design orientativo também porque não é apenas o movimento orgânico que vem do Design biofílico mas também orientativo porque o balcão foi girado para ajudar as pessoas a configurar melhor a a fluidez dentro do espaço e aí a gente vai mensurar a gente percebe que agora o foco ou está em design a Inovação pelo design ou está na marca e obviamente que a marca queria muito que isso acontecesse eh eu disse
para vocês que era um que é um espaço de passagem então aqui a gente tem um bloco de elevadores É como se eu pudesse cruzar efetivamente todo o prédio E aí nós também queríamos entender como que as pessoas percebiam esse espaço aqui e aí esse espaço ele era percebido basicamente ou como saída lá pro fundo ou alguma informação visual que me era passado naquele telão quando é feita a alteração para esse espaço e aí a gente vai mensurar o espaço a gente percebe que agora as pessoas olham o ambiente e não a saída especificamente aqui
a gente teve uma uma reação muito interessante todas as pessoas e olha que interessante todas as pessoas incluindo quem trabalhava no banco perguntava assim como que vocês aumentaram o pé direito porque tem coisa em cima como que aumentaram o pé direito a gente não aumentou o pé direito a gente mudou o modo de se perceber o espaço e aí olhando assim Pode parecer não mas eles tiraram fotos diferentes de ângulos Diferentes né dá uma olhada aqui ó a mesma foto no mesmo ângulo como que as pessoas percebem um espaço e como que as pessoas percebem
o outro espaço quando você usa o chamado design orientativo você gera essa questão de como você vai alterar a percepção efetivamente de uma dada espacialidade aqui eh é o de novo um dos acessos que se tem E aí o o ambiente ele era quase que inócuo e tinha essas esferas aqui vermelhas por causa da cor da marca Enfim quando a gente foi mensurar obviamente que o foco atencional ficava mais em cima dessas esferas o elemento escada e toda vez que aparecer um elemento humano é natural que a gente tenha uma conexão quando vem o o
tratamento desse espaço e aí com design experiencial design biofílico enfim e se muda essa configuração aqui a gente vai para uma nova mensuração E aí de novo né aí a gente ganha o foco especificamente sobre a marca e claro quando vai a parecer um humano humano obviamente que a gente estava lá com as pessoas vocês viram ali que a gente estava com todo mundo sendo mensurado e tal e aí tinha o o segurança né E aí a gente todo mundo curioso gera curiosidade né O que que deu e tal e aí ele percebeu que ele
tava manchado na primeira e ele tava manchado na segunda né um foco atencional aí ele assim nossa mas todo mundo presta atenção em mim eu falei porque você é humano só por isso não V achando né que é um galã que não é é porque você é humano né então o humano vai gerar conexão tadinho depois eu dei até um fiz um cafuné nele para acalmar né acabei com a pessoa tá esse painel aqui eh bom esse projeto ele ganha dois prêmios eh o Santander a rede Santander mundialmente tem eh uma qualificação interna uma classificação
interna de inovação dentro da das agências dos bancos e dos prédios corporativos deles e isso acaba sendo uma espécie de uma competição mundial e aí esse projeto aqui ganha como melhor projeto Santander a nível mundo né então uma honra aí Nossa e além desse prêmio ele ganha algo muito impactante principalmente para nós eh quando isso aqui foi apresentado inicialmente foi negado por quê Porque a marca santandera é de que cor quando isso foi apresentado isso foi negado Justamente por isso não não essa não é Nossa logo não somos nós mas aí a gente conseguiu fisicamente
falando física ciência que a cor verde ela é antagônica à percepção da cor vermelha que que significa isso que se a gente ficar focando no verde e aí a gente tira esse foco visual a gente passa a enxergar naturalmente vermelho então a gente provou por estudos científicos isso e aí começaram a fazer os testes e esse é o único é a única aplicação de marca Santander no planeta Verde porque a gente conseguiu fazer isso talvez vamos nos copiar agora né Ah então é verdade vai dará para fazer tá então Aqui é mensuração aqui eles tinham
um ambiente que era um ambiente para ser instagramável E aí colocaram a uma cadeira ali com esses Luminosos enfim eh bom aí a gente mensurou a a a cadeira e claro o foco vinha todo pra cadeira bom eh e aí a gente troca aquela área ali que era instagramável para essa outra composição uma leve diferença e aí quando a gente vai mensurar o espaço inteiro ele é percebido de uma outra forma né bom então Ah aqui já extrapolei muito além do tempo Ah aqui a ideia era a gente conseguiu compartilhar com vocês o que que
é essa neuroarquitetura para esses espaços eficientes de trabalho e de convívio de uma forma mais completa mais 360 a gente tem um um até por respeito à feira um um curto período pra gente conversar sobre tudo que nós gostaríamos mas a gente queria trazer um grande apanhado para que a gente entendesse que isso não é uma abstração isso não é só um conceito isso não é só algo que a gente lê em um livro isso é prática de mercado o mundo tá vendo isso a Apple tá vendo isso norm Foster tá vendo isso Google tá
vendo isso Amazon tá vendo isso E aí eu fico muito feliz de ter aqui vários colegas que estão se especializando estudando indo para essa área porque é um caminho sem volta estamos literalmente no Caminho das experiências humanas e não a experiência Poxa que legal não a experiência a experiência do viver do Morar do trabalhar do se divertir nós estamos vivendo o momento da experiência nunca demos tanto valor àquilo que nós podemos vivenciar com alguém ou com alguma atividade Nossa como fazemos hoje felizmente e a arquitetura é também uma resposta para isso tá eh vou deixar
aqui com vocês eh o agradecimento mas também esse QR Code Se alguém quiser pegar os slides que que eu mostrei aqui para vocês esse QR Code vai levar para Instagram aí é só no Direct você escrever akmx se você escrever akmx no Direct você recebe direto o automaticamente o material aqui da da nossa apresentação tá só vai no Direct e coloca lá akmx e você já recebe todos os slides daqui mais uma vez queria agradecer amigo Gustavo eu acho que o Luiz tava por aí não vi mais tá aqui obrigado agradecer a kmx aqui por
permitir que a gente trouxesse o os cases e todos vocês pela participação a revestir a house Decor muito muito muito obrigado Se tiverem alguma dúvida tô por aqui obrigado h